Filha Gostosa do Caminhoneiro 2

Naquele sábado depois da viagem, eu e meu pai estávamos em casa. Minha mãe (Ana) ainda estava numa viagem romântica com o novo namorado dela, o que foi ótimo pra mim, me deixando sozinha com o papai… Eu adorava ficar a sós com ele, tendo toda a atenção dele só pra mim. Na verdade, amo minha mãe, mas admito que às vezes a odiava quando era ela quem podia ter ele na cama, e não eu, e quando ela o expulsou de casa bem na hora que eu mais começava a precisar dele… mas tudo mudou agora. Era verão e o calor estava infernal. Meu pai estava lavando o carro enquanto eu arrumava o quarto. Eu o via pela janela e ficava maravilhada com o quão gostoso ele é e o quanto eu o desejava. Ele estava com uma camiseta branca, deixando à mostra dois braços fortes. Fiquei com o tesão só de olhar pra ele!! Quando terminei minhas tarefas, desci pra cozinha e fiz um suco de laranja. Saí pra dar um pra ele com gelo, e ele me agradeceu com um sorriso. Vi que os olhos dele seguiram minha roupa e pararam um pouco no decote dos meus peitos. Isso me encheu de alegria, porque eu já estava começando a ter sucesso sem estar dormindo. Eu adorava quando ele me olhava ou me elogiava, me fazia sentir uma mulher gostosa… O que você acha se eu parar por aqui e a gente der um mergulho na piscina? Meu pai perguntou, tentando olhar nos meus olhos, mas de vez em quando os olhos dele iam pro meu decote ou pra outra parte da minha bunda gostosa, aquele olhar rápido que todo homem não consegue evitar… Adoraria, papai, falei feliz ao pensar que nós dois íamos ficar de biquíni. Ver ele com aquela protuberância no meio das pernas me dava arrepios. Terminamos de tomar nossos sucos refrescantes. Vestindo um biquíni que deixava pouco pra imaginação, o olhar do meu pai me deixava muito molhada. Minha mente começou a fantasiar… que talvez por aquela parte perversa do meu pai, ele também me desejasse. Não tanto quanto eu o desejo há tantos anos. Desci pra piscina e me deitei no sol, tirei as alças que seguravam meu sutiã e passei um pouco de bronzeador. Daí a pouco meu pai chegou, sentou ao meu lado lado. Na mão dele tinha uma cerveja e com a outra ele me oferecia outra... "Valeu", falei dando um gole. "Então princesa, me conta: você já decidiu qual faculdade vai escolher?" "Sim, tenho certeza. Minha nota dá pra minha primeira opção, que é Letras Inglês..." "Que bom... é um curso com futuro", disse ele olhando pros meus peitos. Percebi que, quando tirei os adesivos do sutiã, a taça tinha descido, deixando um pouco do meu mamilo à mostra. No começo, pensei em subir, mas depois vi que ele tava hipnotizado, então fingi que não sabia, dando uma flertada... "E como vai com aquele rapaz? Juan, é? Não é?" perguntou ele sem parar de olhar pro meu mamilo, que eu deixava à mostra de propósito, com a minha mente perversa. "A gente terminou", falei de repente, de mau humor. (Juan foi meu último namorado, de tantos que tive. Era dois anos mais velho que eu e, apesar de ser bonito, era um total incompetente na cama, sem falar que tinha uma piroca pequena. Nunca aprendeu a chupar minha buceta direito, e quando eu fazia algo nele, ele gozava na hora. Os encontros nunca melhoraram, então terminei por ele ser um babaca, porque sempre que transávamos, eu ficava mais tesuda do que antes). Mas meu pai não deixou passar meu tom... "Tudo bem, né? Aconteceu algo que eu deva saber entre vocês?" "Nada", menti. "Só que a gente não é compatível, digamos assim." Pensei que ele fosse deixar pra lá, mas não. "Vamos, querida, me conta! Sabe que pode me contar tudo o que te acontece. Entre a gente tem confiança." Hesitei um pouco; afinal, era meu pai, e embora ele soubesse que eu não era mais virgem por causa das pílulas que ele encontrou na minha bolsa, não me sentia à vontade pra compartilhar essas coisas com ele. Mas ele não queria deixar passar... "Você não confia em mim?" Meu pai é muito insistente quando percebe que tô desconfortável, igual um cachorro que fode a presa. Com ele, é inútil enrolar... então comecei a contar. "Olha, pai, não se assusta com o que vou te contar, você quem pediu..." Fiquei séria, olhando bem pra ele e... "Esse cara é um total inepto na cama, pelo visto ninguém ensinou ele a satisfazer uma mulher, nem oralmente. Olhei pra cara dele com os olhos arregalados de espanto, ele não tava preparado praquilo. Bom, isso foi diferente do que eu esperava. Sei que você transa com seus namorados, não devia me surpreender… é a primeira vez que a gente comenta algo assim. Ficamos em silêncio por um momento, ele continuava olhando pras minhas tetas e minha bunda, quando pensava que eu não tava olhando, dava pra ver um pequeno volume na calça dele. Aquilo significava que ele tava gostando do que via, né? Tava ficando excitado com a minha anatomia explícita ou com o que ouvia da boca da princesinha dele?! Bom, só tinha um jeito de descobrir. Sabia que era um jogo perigoso, porque tava me metendo num pântano do qual não tinha certeza se sairia vitoriosa, mas quem não arrisca não petisca… Como era a mamãe na cama? Digo, o que ela gostava que fizessem com ela? Perguntei de surpresa. Ele ficou calado, pensei que ia me chamar de louca por querer saber da vida sexual dos pais, mas parece que respondeu num tom de voz passivo. Sua mãe gosta de sexo oral. Ficava doida quando eu fazia, e não vou negar que eu adorava fazer nela. Entendo que muitos homens não gostem, mas eu gosto pra caralho… Minha calcinha começou a ficar molhada… E você? O que você gosta que façam contigo? Aí vi minha chance, podia esquentar ele e ver no que dava, tomara que funcionasse. Tinha duas opções: esquentar ele a ponto de perder toda a moral pra foder a própria filha, ou terminar toda molhada e envergonhada por ter esse tipo de conversa com ele… só tinha um jeito de descobrir. Me virei na minha espreguiçadeira e no movimento meu mamilo ficou de fora, meu pai não ignorou esse fato. Fiz cara de menina safada e viciada, enquanto dizia o que mais gostava… Bom, primeiro eu gosto de caras mais velhos que eu, e ultimamente os maduros de mais de 30 sem chegar a ser velhos… Me excita muito ser beijada nos peitos. Em Nada me desagrada beijar o corpo inteiro do meu garoto, e principalmente chupar o pau dele. Assim como minha mãe, eu fico louca por um bom sexo oral — que me arranque um orgasmo gostoso!! E acima de tudo, adoro quando me penetram tão forte que fico com dificuldade de andar nas horas seguintes. Tudo isso eu falei suspirando, embora no final eu tenha me empolgado e a última frase não fosse totalmente verdade, mas foi a que mais impactou meu progenitor ao dizer com toda a cara de pau. Vi meu pai que naquele momento tinha uma barraca armada que tentava esconder com a toalha, sem tirar os olhos das minhas tetas sempre que podia… "Você já fez isso com alguém da minha idade?" — ele perguntou hesitante. "Não", respondi firme. "Sempre foi minha fantasia, nunca tive a oportunidade porque não encontrei a pessoa certa… E você? Já fez com alguém da minha?" Essa conversa estava saindo do controle, eu precisava trazê-la de volta ao rumo; há muito tinha deixado de ser uma conversa de pai pra filha, pra se tornar algo mais íntimo, algo mais proibido, próximo do incesto. "Não", ele disse, me encarando nos olhos. Eu mordi o lábio, era agora ou nunca… "E você não gostaria de experimentar? Comigo… por exemplo?!" Ele me olhou por alguns segundos e balançou a cabeça, enquanto se contradizia… "Bem, querida… Sim, eu… acho que não é muito certo… Você e eu", murmurou com a voz baixa e grossa de tesão. Me levantei decidida e tirei o sutiã, ficando de topless. Sentei na espreguiçadeira dele, e ele recuou com medo… "Quem disse que não é certo? A moral? A igreja? A sociedade?" "Todos, querida." O pouco autocontrole dele estava se esvaindo; as mãos dele coçavam pra tocar minhas tetas e os olhos denunciavam: ele me desejava sem remédio. No olhar dele, refletia aquele desejo que tantas vezes vi nos homens quando estão prestes a me foder… "O que importa eles? Não pode ser errado quando duas pessoas se amam… Por que você, papai, me ama… né?!" "Claro que te amo… você é minha filha da alma, por você Daria minha vida se fosse necessário… Peguei a mão dele e coloquei sobre meus peitos, ele ofegou e eu gemi ao sentir seu toque delicioso. Por isso sei que você não vai me machucar, porque sou sua filha, sua princesa e você me ama. Ele não disse nada, continuando a apalpar meus peitos, seus dedos beliscavam meu mamilo e eu joguei a cabeça para trás, gemendo em êxtase, não podia acreditar que meu pai estava acariciando meus peitos. Logo senti algo molhado, meu pai tinha começado a chupar um deles enquanto com a outra mão acariciava o livre. Eu estava perdida, com tesão igual a ele, estávamos num jogo sem volta, cuja única saída era o acasalamento! Com minha mão, procurei o pau dele… já em estado de dureza permanente, comecei a apalpar através do short de banho tipo bermuda… e brincar com ele, morria de vontade de chupá-lo… Vem, vamos entrar, não vá alguém nos ver…. Ele se levantou e eu pulei enroscando minhas pernas na cintura dele, o pau dele batia na minha buceta fazendo fricção. Era tão gostoso quanto emocionante, extravagante e inusitado; eu ia alcançar um pico para o qual me preparei conscientemente durante anos de fodas com caras que não chegavam nem na sola do sapato do meu pai. Sem perder tempo, entramos em casa, e bem na hora que passamos pela porta, aproveitei para devorar a boca dele, apesar do arranhão da barba de cinco dias. Ele enfiou a língua nos meus lábios e me comeu a boca como todo um expert, as mãos dele apertaram minha cintura friccionando o pau dele em mim em busca de alívio. Chegamos ao quarto dele, me deixando cair suavemente no colchão. Em seguida, continuei o caminho de queda até o chão, ajoelhando diante do Deus que me arrastou até ali desde os dez anos. Sem o menor pudor, puxei o short dele para baixo, deixando exposto aquele gostoso e perfeito falo paterno do qual eu me saciaria hoje. Peguei pela ponta e comecei a dar beijinhos ternos na sua cabecinha roliça… uma glande com formato parecido com um capacete militar alemão. Meu pai enroscou as mãos no meu cabelo e Me aproximei mais dele, abri minha boca e enfiei bem devagar, me acostumando com aquele tronco enorme que perfurava minha boquinha. Comecei a chupar e a brincar com as bolas dele entre meus dedos, ele adorava aquilo, porque grunhia de prazer como um possesso. O quadril dele se mexia, querendo enterrar ainda mais fundo aquele pauzão na minha boquinha, acostumada a pirocas meia-boca. Ele enfiava nas minhas bochechas, dentro da boca, fazendo mais pressão, causando um prazer maior... De repente, meu pai falou entre os dentes, ofegante... Minha vida, para se não gozo agora. Da minha parte, continuei mamando aquela rola que já tinha me feito bater tanta punheta. Para, por favor!! Me segurando pela cabeça, ele tirou o pau da minha boca... Meu amor, quero e desejo gozar dentro desse cofrinho lindo e te enlouquecer de prazer. Ele me ajudou a ficar de pé e tirou minha calcinha fio dental. Fiquei nua na frente do homem que participou da minha criação, dando seu esperma precioso. O olhar dele era de fome e luxúria por mim como mulher, me sentia muito mulher, como a mulher dele. Chegamos a um ponto em que preciso te provar por completo... por isso vamos começar com essa bucetinha que tanto desejei. Ele me deitou na cama que ele teria dividido com minha mãe se ainda fosse casado com ela, abriu minhas pernas para ele, me deixando toda escancarada. A situação era tão erótica e safada, naquele momento não me importava com nada, nem com minha mãe. Na verdade, ela podia ficar onde estava com o namorado dela, que eu cuidaria de satisfazer o homem da minha vida, aquele homem que eu faria questão de que fosse só meu a partir de hoje. Senti ele aspirar meu cheiro, seguido de uma lambida. Ele começou a passar a língua inteira na minha buceta molhada, fechei os olhos e gemi de êxtase. A língua deliciosa dele fazia maravilhas, senti ele chupar e morder meu clitóris até sugar, me fazendo gritar de prazer. Um dos dedos dele entrou na minha bucetinha, e depois dois. Ele estava me fodendo com gosto, me levando ao sétimo céu... Mas que molhada você está, princesa! Tá gostando? Você gosta como o papai come sua bucetinha? Do nada, soltei com raiva contida… Eu… eu adoro, falei ofegante. Meus gemidos e gritos só faziam meu pai continuar me fodendo com os dedos, devorando com gosto minha buceta ardente. Os feromônios começaram a fazer efeito, fazendo a gente esquecer qualquer parentesco, porque bem quando meus gemidos estavam mais altos, junto com as reboladas em volta da boca dele, meu pai me soltou… Que puta que você é, Alicia, se deixando foder pelo seu pai!! Ele disse, aumentando o ritmo da dedada… E você, o filho da puta que se tornou, querendo foder sua princesinha!! Ele continuou a punheta até eu gozar num dos melhores orgasmos do mundo… minha visão ficou turva e meu corpo teve pequenas contrações espasmódicas por causa das descargas de dopamina que percorriam todo o meu ser. O filho da puta não me deixou nem me recuperar, ele estava super excitado com o pau duro pra caralho, numa curvatura perfeita para perfurar uma mulher até o útero. De repente, ele apontou a cabeça grossa pra minha rachadura, encontrando na hora a entrada da buceta. Totalmente aberta de pernas, me oferecia em sacrifício ao meu pai, com toda a buceta à disposição dele… ele não hesitou nem um segundo quando meteu de uma vez. Senti o pau dele entrar a seco, como um torpedo invadindo meu coelhinho faminto e encharcado. Pela primeira vez, eu transava sem camisinha com alguém e era maravilhoso! Meu pai começou a bombar com força e a tocar aqueles lugares mágicos dentro de mim, onde nenhum outro homem tinha conseguido chegar. Eu gritava e me revirava na cama enquanto ele me dava pirocadas sem parar, fazendo eu sentir cada centímetro do tronco comprido dele se enterrando na boca da minha buceta molhada. Em poucos segundos, minha xota se acostumou com o tamanho e a grossura do pau dele, e comecei a sentir as bolas dele batendo na entrada da minha buceta, o que significava que a ponta da cabeça devia estar no canal do meu útero, bem onde ele ia descarregar todo o… Esperma vazio não resolvia nada… Eu, claro que não, queria receber todo o leite dele dentro de mim…! Você gosta? Eu perguntava entre dentes, ofegante… Adoro, não para de me foder, fode a sua PRINCESA! Eu gritava, ele abaixou os lábios e começou a chupar e morder meus peitos, meus bicos foram presas dos lábios, língua e dentes dele. Me deixou cardíaca de tanta atenção, a ponto de sair da minha boca algo que nunca desejei de nenhum outro homem… Vai, me fode forte e EMPRENHA a sua menina!! Não sei se foram essas últimas palavras ou se a posição do missionário nos entediou, mas ele se levantou me carregando. Me apoiou contra a cabeceira da cama, abrindo mais minhas pernas, e logo o pau dele entrou sem problema nenhum, graças à lubrificação da minha buceta congestionada. Na nossa frente tinha uma penteadeira com a foto de nós dois. Nossos corpos estavam refletidos no espelho do armário, nos tornando protagonistas de um filme de sexo pesado… Isso me excitou ainda mais, pensando que era eu, e não minha mãe, que estava sendo fodida por quem foi o querido marido dela. Naqueles momentos, partindo ao meio a buceta da “filha preciosa” dele com o maior cacete que eu podia imaginar. Meu pai me beijou com força, explorou minha boca com a língua, enquanto eu não parava de me empalar naquela vara até a raiz, uma e outra vez, chegando ao fundo da minha cavidade vaginal, sentindo o pau dele no meu estômago. Logo a posição ficou desconfortável também, e ele me soltou de novo na cama. Com toda a decisão, sem o menor pudor, como um casal de amantes sem vergonha, ele me mandou: Fica de quatro, querida. Eu obedeci e ele começou a me chupar, da buceta até o cu, como eu vi ele fazer com minha mãe da primeira vez. Aquilo me enlouqueceu, meu pai era meu homem e agora eu tinha certeza que ele era meu e eu agradava ele… Mas que cu gostoso que você tem, minha menina… Sabe que um dia desses vou arrebentar ele, como fazia com a sua mãe?! Sem esperar mais, eu disse… É seu, papai!! Respondi com voz de menina boazinha. Ele terminou de me comer e lamber o cu, que ganhou o que merecia. Sentir as lambidas numa zona tão excitante pela primeira vez... foi algo devastador na minha mente tarada. Quando parou de chupar, se ergueu com aquele pauzão todo duro e me penetrou, mas antes enfiou um dedo no meu cu. Ardeu um pouco, foi meio desconfortável, mas conforme o pau dele ia entrando na minha buceta, abrindo espaço na minha fresta apertada, foi ficando mais gostoso. Nessa hora, meus gritos dava pra ouvir no bairro inteiro, mas eu não tava nem aí, tava me divertindo pra caralho, aproveitando a foda do século. Logo meu orgasmo começou a crescer, um calorzinho na minha buceta que se espalhou pela minha coluna toda, nunca soube explicar direito a sensação do orgasmo que o papai me dava, mas sei que quando eu gozo, fico sem palavras. Desci a mão e comecei a esfregar meu clitóris rápido, indo ao encontro da minha luxúria... Vai, Alicia, goza pro seu papai! Sê uma boa menina! Meu pai bateu na minha bunda, como se fosse uma mula, e eu gozei tão forte que até a respiração cortou. Completamente fora da realidade, meu pai continuou me penetrando com força, uma... duas... dez estocadas mais, com minhas convulsões de orgasmo no auge, envolta numa nuvem de prazer. Foram incontáveis as vezes que ele enfiou aquela vara majestosa do pai, até que finalmente ouvi um rugido rouco saindo da garganta dele, ao mesmo tempo que senti uma fonte de porra quente regando minha buceta por dentro... tão fundo que chegava até o colo do útero. Os jatos de cum se ligavam em convulsões fratricidas, endurecendo o pau dele... senti os três primeiros jatos longos e grossos, disparados com pressão pelo tronco venoso inchado e pela cabaça gorda que soltava cacetadas de leite grosso, pelo mesmo glande que um dia ejaculou o esperma com o espermatozoide que fecundou a barriga da minha mãe. Ali estava meu pai, o homem que me deu a vida e agora estava correndo como um louco dentro de mim, sem se importar com mais nada além de mim, eu era tudo pra ele…, sua amiga, sua filha, sua amante e muito em breve sua mulher, pois não deixaria que outra ocupasse o lugar que me pertencia por direito de conquista, tantos anos batalhado. Quando terminou de gozar, ficou alguns segundos garantindo que toda a sua semente fosse depositada dentro da bucetinha da sua querida princesa. Como derrotado, saiu de dentro de mim, me arrastando com ele pela cama. Começamos a nos beijar por toda parte, ele tinha um sorriso lindo no rosto, nunca o tinha visto sorrir tanto… Te amo, Alicia, você era a melhor coisa que tinha acontecido na minha vida e agora muito melhor… disse beijando por último meus lábios e mordendo eles. Ficamos deitados e depois de recuperar as forças, voltamos a fazer de novo, e no pelo, claro. Nunca exigi que ele me comesse com camisinha, queria sentir ele com toda intensidade. Naqueles dias da viagem da minha mãe, a partir da volta pra casa, a gente fodia o dia inteiro… todos os dias como animais selvagens. Aquela relação nova com o papai me agradou mais do que qualquer outra, tinha realizado minha maior fantasia na vida…, ser a amante do meu pai e não queria dividir ele com nenhuma outra mulher. Meu pai me esquentava só de me tocar, quando ele estava viajando, eu me masturbava gostosinho fantasiando com o pauzão dele, até a volta dele pra recebê-lo com minhas melhores roupas… no primeiro dia depois da volta de cada viagem, ele me matava de porrada com duas ou três gozadas no pelo, depois era tudo mais relaxado. Boquetes e fodas vaginais eram o dia a dia, mas não faltaram atenções pro meu cu quando ele me desvirginou abrindo minha bunda como uma boca de regador. A primeira vez foi dolorosa, mas quando pegamos o jeito, virou uma alternativa muito prazerosa. Deve ter sido no feriado da Imaculada Conceição e da Constituição, de 6 a 8 de dezembro, quando aconteceu algo que era só questão de tempo… meu pai me engravidou. Pelas datas, não tenho a menor dúvida. O acontecimento nos pegou Por surpresa, já tava rolando fazia mais de quatro meses que a gente tava transando no pelo e nada tinha acontecido... também não era todo dia que a gente trepava, mas sim todos os dias que a gente tava junto, seja em casa ou quando eu acompanhava ela em alguma viagem mais longa de uma semana ou mais e meus estudos deixavam. Continua...

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