Holis, vou contar pra vocês que tem um cara que fica insistindo pra gente se conhecer, dizendo que sou a mulher que ele precisa, que somos feitos um pro outro. Aceitei sair pra jantar com ele, numa quinta à noite. Ele combinou de passar pra me pegar, eu tava na casa de uma amiga, a umas quadras da minha, me troquei lá na casa da Lore. Coloquei uma calça jeans branca com um top preto e uma jaqueta que eu amo. Quando desci, fui até o carro, entrei, cumprimentei ele e ele já quis me beijar na boca. Marcos: "Você é mais linda pessoalmente, Paulina." Pau: "Muito obrigada, você também. Pra falar a verdade, não parece que tem 65 anos." Ele tá muito bem, parece bem menos. Marcos: "Bom, obrigado, meu amor. Preciso passar no meu apartamento pra pegar uma coisa. Que tal pedir sushi e jantarmos lá, tranquilos, tomando uns vinhos?" Pau: "Não sei, você acha? Seu apartamento? A gente não se conhece, não te conheço." Marcos: "Claro que nos conhecemos, amor, fica tranquila, vê que sou um cara de boa. Vai pensando enquanto a gente vai, eu preciso passar, sem falta." Chegamos nas torres Gamma. Entramos, ele estacionou o carro. Marcos: "O que a gente faz? Quer alguma coisa? Usar o banheiro?" Pau: "Preciso do banheiro, mas posso segurar." Marcos: "Fazer força é ruim, ainda mais pra mulher, depois dá infecção. Vamos, bora." Desci, subimos, ele me mostrou o apartamento e me mandou pro banheiro que fica na suíte do quarto dele. Saí e ele já tava com duas taças. Marcos: "Já abri um champanhe pra começar." Pau: "Beleza, tomamos uma taça e vamos." Fui pra varanda, ele me abraçou por trás e eu me virei. Ele continuou me abraçando e começou a beijar meu pescoço, porque eu virei o rosto. Marcos: "Amor, há quanto tempo a gente tá conversando? Se até cybersex a gente teve, mandamos umas fotos, e por videochamada a gente se masturbou uma vez." Eu me toquei pouco e menti, dizendo que também tinha gozado. Marcos: "Olha como eu tô, já duraço... por você e pra você, meu amor." E aí ele me beijou de novo, e eu deixei, e sem pensar eu também tava beijando ele, ele me apalpava toda, arrancando gemidos de prazer de mim. Eu desabotoei a calça dele e puxei pra baixo. Tudo bem, me ajoelhei pra chupar ela, já tava dura... Levantei, ela me virou, fiquei olhando pra fora da sacada enquanto ela abaixava o jeans e a calcinha fio dental. Pau: vamos pra dentro, vamos pro teu quarto. Marcos: olha como você tá gostosa e molhada, meu amor, não se preocupa, apaguei a luz da sacada e falei ninguém vê assim no escuro e não vejo ninguém. Abri as pernas. Me segurando pelos cabelos, no meu ouvido, ele falava que yummy slut, você é minha slut, fala que é minha slut. Pau: aiii, pelo cabelo, ahhh, ah sim, sim, sou slut. Sua slut, sou. Aí senti ele entrar e começar a me comer, coloca uma camisinha. Marcos: eu não tenho nada, não gosto com camisinha. Continuou falando: vai, vai, mamãe, vai, minha slut. Talvez ninguém nos visse, mas com certeza ouviam ele. E em menos de 2 minutos ele gozou. Marcos: o primeiro foi rapidinho ou você gozou? Pau: não, não gozei, e ele gozou por cima. Marcos: vou fazer você gozar de qualquer jeito. Já vai, vamos ver. Fui no banheiro e me lavei, ele gozou um monte. Pau: a gente tem que se cuidar, eu não tomo pílula nem nada. Como você vai gozar dentro de mim? Falta muito pra eu gozar. Vou ter que tomar a pílula do dia seguinte, e isso desregula todo o ciclo. Marcos: calma, meu amor, eu tenho filhos grandes e você queria ser mãe, não falou? Pau: a gente mal se conhece! Marcos: sou o tipo de homem que você gosta? Pau: sim, sim, é por isso que aceitei sair pra jantar. Marcos: sim, sim, agora vamos jantar. Tenho uns amigos em casa, de um em paz, vamos com eles um pouco, depois vamos pro cassino, quer? Pau: você acha? Com seus amigos? Marcos: eles estão com as mulheres deles, meu amor. Assim você vai conhecendo elas. Chegamos, eles já estavam comendo, arrumaram mais dois lugares e a gente comeu e tomou vinho e depois vodka. Eles eram legais, colocaram música e a gente dançou em casais. Eu comecei a me sentir mal e corri pro banheiro, vomitei e mais e mais. Marcos e dois dos casais me ajudaram, me deram água. Foi o que a gente comeu e bebeu, a mistura. Tinha um dos amigos do Marcos que também não se sentia bem, vomitou. Ele também fez isso no pátio. Me deram água e umas gotas pra vomitar. Marcos e a dona da casa me deitaram num quarto, Marcos deitou do meu lado, me cobriu. E ficou acariciando minha barriga, e cada vez descia mais. Pau: para, não, não quero, não tô bem, e a gente tá na casa de gente que não conheço. Marcos: bom, cê tem razão, não vou te tocar. Dorme um pouquinho pra se sentir melhor. Não sei como aconteceu, e se eu dormi profundamente perto das 3 da manhã, quando Marcos tava deitando comigo, acordei. Pau: vamos. Levanto, tô bem. Que horas são? Marcos: com você de bêbado porque beberam tudo. Ele disse são 3, eu tomei um pouco, era bastante na verdade. E você dormiu, então Mirna falou pra gente ficar dormindo até amanhã. Deita direito, tira a roupa. Pau: dormir, vamos dormir. Marcos: sim, sim, meu amor. Vira de costas, dormimos de conchinha. No minuto senti a respiração dele no meu pescoço e nas costas, e ele roncava. Tentei me virar e ele parou de roncar. Eu fiquei de fio dental e sem nada em cima porque não tinha levado sutiã. Dormimos, eu de novo profundamente. Me sentia exausta, fraca. Terminamos os dois destapados de tanto que nos mexemos. Perto das 9 e meia, sinto um lençol me cobrindo o corpo e quando abro os olhos era o Anjo, marido da Mirna, amigo do Marcos. Tentei me cobrir, ele disse: é perto das 10, vão levantar? Pau: sim, sim, já. Fiquei pensando quanto tempo ele ficou me olhando quase nua dormindo. Se tinha tirado alguma foto ou não. Marcos, Marcos, acorda. Marcos: oi, meu amor, que gostoso acordar com você. Começou a me beijar. Pau: não, não, para, não lavei os dentes... E ele era quem tinha bafo, igual quando acorda. Marcos: você não tem, meu amor, nem cheiro de mau hálito. E se tiver, não me incomoda, é mais uma coisa que eu gosto em você, não sei se tem algo que eu não vá gostar. Tentou puxar o fio dental e jogou direto, rasgou. Agora vamos e você compra novos e os que quiser. Me beijando, sinto como ele me... Ela enfia e, em vez de um gemido, saiu um "ai, devagar". Quase não tava molhada e senti um desconforto quando entrou e começou a me comer forte. Rapidinho me excitei de novo e fiquei toda molhada. Me colocou de quatro e a cada estocada a gente gemia junto, e ele começou a falar "como essa bunda se mexe". Vou pegar ele, sabia?
Pau: Não, hoje não por causa da buceta... ahh sim, aham ahh. Me deixa por cima...
Marcos: Ahhhhhhhh ahhh ahhh. Gozou, meu amor?
Pau: Tava quase, por isso queria ficar por cima de você.
Fomos pro banheiro, tomamos um banho rápido. Não tenho calcinha, você rasgou. Preciso de uma agora. Por que isso acontece comigo? Por que eu permito? E vesti o jeans branco sem calcinha.
Quando saímos do quarto, comecei a sentir que ainda tava escorrendo e ele gozou de novo dentro. Fui no banheiro, me lavei de novo. Tomamos uns mates, eu já tava me sentindo melhor. Fiquem aqui hoje, o dia tá bonito. Dá até pra tomar sol, as mulheres.
Pau: Não, não tava a fim de usar biquíni. E minha Mirna concordou comigo.
Marcos: Não temos nada, vamos no centro comprar uma roupa pra gente trocar. Escolhe o que quiser, sem problema com dinheiro. Comprei duas bucetiles, uma calça e uma camiseta pra trocar.
Chegou uma das filhas da Mirna com o namorado... Ana e Federico. Quando nos vimos, percebi que era o Federico, um dos advogados. Se apresentaram e a gente se cumprimentou como se nunca tivéssemos nos conhecido. Começaram a organizar o almoço e a gente continuava com os mates.
Angel: Fede, preciso que você vá buscar uns vinhos, já tão pagos, e compra fernet ou algo pra fazer uns drinks.
Ana: Beleza, mais alguma coisa? Pau, vem com a gente, sai um pouco. Vamos, dale, pegou na minha mão e me levou junto. Ana tem 37 anos, quase minha idade.
Me conta, sério, você é a namorada do Marcos? Ele tem o dobro da sua idade.
Pau: A gente tá se conhecendo, vamos ver. Sempre gostei de homens mais velhos.
Ana: Então você gosta do meu pai (Angel)? Tem um ano de diferença, e meu velho é muito melhor fisicamente e em tudo.
Fiquei olhando pra ela.
Ana: Tô perguntando de brincadeira, acho que meu pai já não... Funciona. Angel (tava chamando FEDE. ANA.). Fede, anda logo porque já já fecha, e você, Ana, preciso que procure seu tio e padrinho que tá a pé, vai na minha chata. Você, Pauli, acompanha o Fede, tem muitas garrafas pra carregar no porta-malas. Partimos e ele quis me tocar. Fede: "Vamo ver como é que tá essa buceta." Pau: "Para, menino, o que cê tá fazendo? Já não sou mais aquela novinha, não faço mais nada disso e tô começando a ficar com o Marcos." Fede: "Bom, se voltar algum dia, me avisa. Quero te comer de novo e sozinho." Carregamos as coisas e voltamos. A Ana já tinha voltado com o Aníbal, irmão do Anjo. Mais novo, um cara de 51 anos. A gente conversou muito pouco e ele não parava de me olhar. Acho que já vi ele em algum lugar. Ele se aproxima e me traz uma taça de vinho e me diz, Aníbal: "Não tava sacando de onde te conhecia, mas aí lembrei, e quando vi as fotos que você me mandou, caiu a ficha. Uns meses atrás, te encontrei um dia procurando acompanhante e lembro que você disse que fazia isso pouco. Olha aqui, tenho as fotos." Pau: "Aníbal, como eu te falei, era um extra financeiro e não faço isso há muito tempo." Aníbal: "Há muito tempo, não? Se meu primo é advogado, Carlos, tanto que lembrei dele. Ele esteve com você uma semana atrás, mais ou menos, me contou que se divertiu pra caralho, e por isso eu mandei um monte de mensagens e te liguei, e você deve ter me bloqueado." Pau: "Não pode ser, o Carlos? Porque ele ligava todo dia dizendo que queria te ver uma ou duas vezes por semana, e eu fazia isso um ou dois dias por mês e parei." Aníbal: "Você não vai me deixar na vontade de te provar." Pau: "Não faço mais, não sou acompanhante." Aníbal: "E o Marcos e meus familiares sabem que você era puta até uma semana atrás?" Pau: "Não, e não devia importar, era minha vida passada." Fede: "Vocês se conhecem?" Aníbal é um puta putanheiro e vem às vezes com a gente pescar. Um fim de semana que você não foi, a gente comeu a Paulina. Não sabe a buceta apertada que ela tinha quando chegou. E o cu quase virgem. Pau: "Chega, pá... O que cê vai falar pra Ana, que eu era uma vadia e vocês me pagaram? Fui com o Marcos e, de brinde em brinde, já tava bêbada. Aumentaram a música, a gente dançava, eu do jeito que dava, e o Marcos não conseguia nem ficar em pé de tanto que bebeu de novo. Tentei me afastar do Aníbal e caí, tava completamente bêbada. Me levantaram e me levaram pro quarto, lá a Ana e a Mirna tiraram minha roupa suja da queda e me deitaram, fiquei só de fio dental. O Aníbal e o Federico continuavam bebendo e fazendo todo mundo beber. A Ana também, completamente bêbada, vomitou e deitaram ela em outro quarto. A Mirna e o Ângelo estavam cochilando juntos num sofá, e noutro canto o Marcos tava apagado. Acordei porque senti alguém me tocando por todo lado. Pau: "Para, Marcos, para um pouco..." Ele tirou meu fio dental. Pau: "Marcos, para, assim não." Tentei me afastar, e outras mãos começaram a me tocar. Pau: "O que você tá fazendo? Para!" Federico: "Sou eu, meu amor, lembra que meu pau é o que mais te fez gozar?" Pau: "O que cê tá fazendo? Paaara!" Federico: "Meu amor, se você já tá toda molhada..." Ele enfiou dois dedos e a gente começou a se beijar. Ele era um dos advogados que eu mais gostava e, sim, foi ele que me fez gozar várias vezes. Federico: "Quer chupar meu pau?" Pau: "Sim, sim, quero comer ele todo." Federico: "Duas picas boas você vai comer." Ele falava enquanto me puxava pelos cabelos e comia minha boca. Federico: "Chupa a outra agora." Puxando meus cabelos, me virou e eu vi o Ângelo sentado se tocando. Fede: "Vai, putinha, vai chupar o pau dele." Quando me aproximei, já sentia que ele tinha um cheiro forte, me agarrou e comeu minha boca também. Tive que engolir antes de chupar porque tava com odor. Acenderam a luz e me faziam chupar um e outro. Os dois tinham paus grandes, uns 18 ou 19 cm. O Aníbal começou a me comer. Saiu e disse: Aníbal: "Vem cá, monta como a putinha que você é." Ele apertava meus peitos tão forte que doía, e eu não conseguia gozar. Pau: "Para, para, não me machuca, dói se apertar tão forte... aha aja aja. Aiiiiii simmmmmmm." Aníbal: "Filha da puta, vai, tira meu leite, vai, vai. Assim, sim, sim." E o Federico enfiava o pau na minha boca, e eu consegui falar: Pau: goza fora. Não tô me cuidando. Aníbal: dá essa. Dá mais, mais. Fica de quatro. Isso, sua putinha, isso sim. Que rabo lindo você tem. E começou mais devagar. Pelo outro vou te dar agora. Pau: tá doendo, você tem muito grande e aí... para, para, mordendo o travesseiro, ele me comia bem rápido, saiu e voltou a meter. Para, devagar, eu disse. Aníbal: quero essa buceta bem quentinha. Me virou e levantou minhas pernas, me comia me beijando e... Aníbal: toma, meu amor. Federico me virou e destruiu minha bunda, não aguentava mais. O tempo foi eterno, me virou de novo igual o Aníbal. Me abriram e levantaram minhas pernas entre os dois e continuavam comendo. E dizia: se você gosta, olha, você tá toda molhada, e eu não parava de gemer. Sim, tava gostando sim, já tinha transado duas vezes com o Marcos e não consegui gozar. Fede: toma a minha também! Se vestiram e saíram do quarto. Os lençóis estavam manchados. Não achava minha calcinha, peguei uma camiseta com a mão e fui pro banheiro. Me lavei e quando saí, o Aníbal e o Aníbal estavam levando o Marcos. Vamos deitar você com a gente, eles disseram. Me ajudaram a tirar a roupa dele e ele também baixou a cueca, e o Aníbal falou: o negócio é pequeno... Continuei procurando a calcinha e não achei. Dormi depois de um tempo abraçada no Marcos. Sentia a bunda bem aberta e ainda escorrendo gozo dos dois. Acordei com sêmen nas coxas e na cama. Enquanto dormia, continuava saindo. Comecei a chupar ele, o Marcos, e ele acordou. Marcos: quero chupar essa buceta, meu amor... Pau: não, não, hoje não tomei banho, me sinto suja. Subi em cima dele e ele me fez gozar rápido. Continuei falando: me dá mais pica, amor, me dá essa gozada, me dá... Marcos: sim, toma! Não acho a calcinha, pensava. Tiramos os lençóis, procurei e não tava. Alguém levou ontem à noite. Levantamos, tomamos café e alguns mates, e a gente voltou pra Córdoba, demos tchau pra todo mundo e o Aníbal me disse: fico com essa calcinha de puta e um vídeo que filmei. Tchau. Chegamos em CBA e pedi pra ele me deixar em casa. departamento, tomei outro banho. Dormi pra caramba.













Pau: Não, hoje não por causa da buceta... ahh sim, aham ahh. Me deixa por cima...
Marcos: Ahhhhhhhh ahhh ahhh. Gozou, meu amor?
Pau: Tava quase, por isso queria ficar por cima de você.
Fomos pro banheiro, tomamos um banho rápido. Não tenho calcinha, você rasgou. Preciso de uma agora. Por que isso acontece comigo? Por que eu permito? E vesti o jeans branco sem calcinha.
Quando saímos do quarto, comecei a sentir que ainda tava escorrendo e ele gozou de novo dentro. Fui no banheiro, me lavei de novo. Tomamos uns mates, eu já tava me sentindo melhor. Fiquem aqui hoje, o dia tá bonito. Dá até pra tomar sol, as mulheres.
Pau: Não, não tava a fim de usar biquíni. E minha Mirna concordou comigo.
Marcos: Não temos nada, vamos no centro comprar uma roupa pra gente trocar. Escolhe o que quiser, sem problema com dinheiro. Comprei duas bucetiles, uma calça e uma camiseta pra trocar.
Chegou uma das filhas da Mirna com o namorado... Ana e Federico. Quando nos vimos, percebi que era o Federico, um dos advogados. Se apresentaram e a gente se cumprimentou como se nunca tivéssemos nos conhecido. Começaram a organizar o almoço e a gente continuava com os mates.
Angel: Fede, preciso que você vá buscar uns vinhos, já tão pagos, e compra fernet ou algo pra fazer uns drinks.
Ana: Beleza, mais alguma coisa? Pau, vem com a gente, sai um pouco. Vamos, dale, pegou na minha mão e me levou junto. Ana tem 37 anos, quase minha idade.
Me conta, sério, você é a namorada do Marcos? Ele tem o dobro da sua idade.
Pau: A gente tá se conhecendo, vamos ver. Sempre gostei de homens mais velhos.
Ana: Então você gosta do meu pai (Angel)? Tem um ano de diferença, e meu velho é muito melhor fisicamente e em tudo.
Fiquei olhando pra ela.
Ana: Tô perguntando de brincadeira, acho que meu pai já não... Funciona. Angel (tava chamando FEDE. ANA.). Fede, anda logo porque já já fecha, e você, Ana, preciso que procure seu tio e padrinho que tá a pé, vai na minha chata. Você, Pauli, acompanha o Fede, tem muitas garrafas pra carregar no porta-malas. Partimos e ele quis me tocar. Fede: "Vamo ver como é que tá essa buceta." Pau: "Para, menino, o que cê tá fazendo? Já não sou mais aquela novinha, não faço mais nada disso e tô começando a ficar com o Marcos." Fede: "Bom, se voltar algum dia, me avisa. Quero te comer de novo e sozinho." Carregamos as coisas e voltamos. A Ana já tinha voltado com o Aníbal, irmão do Anjo. Mais novo, um cara de 51 anos. A gente conversou muito pouco e ele não parava de me olhar. Acho que já vi ele em algum lugar. Ele se aproxima e me traz uma taça de vinho e me diz, Aníbal: "Não tava sacando de onde te conhecia, mas aí lembrei, e quando vi as fotos que você me mandou, caiu a ficha. Uns meses atrás, te encontrei um dia procurando acompanhante e lembro que você disse que fazia isso pouco. Olha aqui, tenho as fotos." Pau: "Aníbal, como eu te falei, era um extra financeiro e não faço isso há muito tempo." Aníbal: "Há muito tempo, não? Se meu primo é advogado, Carlos, tanto que lembrei dele. Ele esteve com você uma semana atrás, mais ou menos, me contou que se divertiu pra caralho, e por isso eu mandei um monte de mensagens e te liguei, e você deve ter me bloqueado." Pau: "Não pode ser, o Carlos? Porque ele ligava todo dia dizendo que queria te ver uma ou duas vezes por semana, e eu fazia isso um ou dois dias por mês e parei." Aníbal: "Você não vai me deixar na vontade de te provar." Pau: "Não faço mais, não sou acompanhante." Aníbal: "E o Marcos e meus familiares sabem que você era puta até uma semana atrás?" Pau: "Não, e não devia importar, era minha vida passada." Fede: "Vocês se conhecem?" Aníbal é um puta putanheiro e vem às vezes com a gente pescar. Um fim de semana que você não foi, a gente comeu a Paulina. Não sabe a buceta apertada que ela tinha quando chegou. E o cu quase virgem. Pau: "Chega, pá... O que cê vai falar pra Ana, que eu era uma vadia e vocês me pagaram? Fui com o Marcos e, de brinde em brinde, já tava bêbada. Aumentaram a música, a gente dançava, eu do jeito que dava, e o Marcos não conseguia nem ficar em pé de tanto que bebeu de novo. Tentei me afastar do Aníbal e caí, tava completamente bêbada. Me levantaram e me levaram pro quarto, lá a Ana e a Mirna tiraram minha roupa suja da queda e me deitaram, fiquei só de fio dental. O Aníbal e o Federico continuavam bebendo e fazendo todo mundo beber. A Ana também, completamente bêbada, vomitou e deitaram ela em outro quarto. A Mirna e o Ângelo estavam cochilando juntos num sofá, e noutro canto o Marcos tava apagado. Acordei porque senti alguém me tocando por todo lado. Pau: "Para, Marcos, para um pouco..." Ele tirou meu fio dental. Pau: "Marcos, para, assim não." Tentei me afastar, e outras mãos começaram a me tocar. Pau: "O que você tá fazendo? Para!" Federico: "Sou eu, meu amor, lembra que meu pau é o que mais te fez gozar?" Pau: "O que cê tá fazendo? Paaara!" Federico: "Meu amor, se você já tá toda molhada..." Ele enfiou dois dedos e a gente começou a se beijar. Ele era um dos advogados que eu mais gostava e, sim, foi ele que me fez gozar várias vezes. Federico: "Quer chupar meu pau?" Pau: "Sim, sim, quero comer ele todo." Federico: "Duas picas boas você vai comer." Ele falava enquanto me puxava pelos cabelos e comia minha boca. Federico: "Chupa a outra agora." Puxando meus cabelos, me virou e eu vi o Ângelo sentado se tocando. Fede: "Vai, putinha, vai chupar o pau dele." Quando me aproximei, já sentia que ele tinha um cheiro forte, me agarrou e comeu minha boca também. Tive que engolir antes de chupar porque tava com odor. Acenderam a luz e me faziam chupar um e outro. Os dois tinham paus grandes, uns 18 ou 19 cm. O Aníbal começou a me comer. Saiu e disse: Aníbal: "Vem cá, monta como a putinha que você é." Ele apertava meus peitos tão forte que doía, e eu não conseguia gozar. Pau: "Para, para, não me machuca, dói se apertar tão forte... aha aja aja. Aiiiiii simmmmmmm." Aníbal: "Filha da puta, vai, tira meu leite, vai, vai. Assim, sim, sim." E o Federico enfiava o pau na minha boca, e eu consegui falar: Pau: goza fora. Não tô me cuidando. Aníbal: dá essa. Dá mais, mais. Fica de quatro. Isso, sua putinha, isso sim. Que rabo lindo você tem. E começou mais devagar. Pelo outro vou te dar agora. Pau: tá doendo, você tem muito grande e aí... para, para, mordendo o travesseiro, ele me comia bem rápido, saiu e voltou a meter. Para, devagar, eu disse. Aníbal: quero essa buceta bem quentinha. Me virou e levantou minhas pernas, me comia me beijando e... Aníbal: toma, meu amor. Federico me virou e destruiu minha bunda, não aguentava mais. O tempo foi eterno, me virou de novo igual o Aníbal. Me abriram e levantaram minhas pernas entre os dois e continuavam comendo. E dizia: se você gosta, olha, você tá toda molhada, e eu não parava de gemer. Sim, tava gostando sim, já tinha transado duas vezes com o Marcos e não consegui gozar. Fede: toma a minha também! Se vestiram e saíram do quarto. Os lençóis estavam manchados. Não achava minha calcinha, peguei uma camiseta com a mão e fui pro banheiro. Me lavei e quando saí, o Aníbal e o Aníbal estavam levando o Marcos. Vamos deitar você com a gente, eles disseram. Me ajudaram a tirar a roupa dele e ele também baixou a cueca, e o Aníbal falou: o negócio é pequeno... Continuei procurando a calcinha e não achei. Dormi depois de um tempo abraçada no Marcos. Sentia a bunda bem aberta e ainda escorrendo gozo dos dois. Acordei com sêmen nas coxas e na cama. Enquanto dormia, continuava saindo. Comecei a chupar ele, o Marcos, e ele acordou. Marcos: quero chupar essa buceta, meu amor... Pau: não, não, hoje não tomei banho, me sinto suja. Subi em cima dele e ele me fez gozar rápido. Continuei falando: me dá mais pica, amor, me dá essa gozada, me dá... Marcos: sim, toma! Não acho a calcinha, pensava. Tiramos os lençóis, procurei e não tava. Alguém levou ontem à noite. Levantamos, tomamos café e alguns mates, e a gente voltou pra Córdoba, demos tchau pra todo mundo e o Aníbal me disse: fico com essa calcinha de puta e um vídeo que filmei. Tchau. Chegamos em CBA e pedi pra ele me deixar em casa. departamento, tomei outro banho. Dormi pra caramba.














6 comentários - Saída: me chamaram enganada
Voy a Córdoba la semana que viene.
Pásame tu contacto