Vítor, o futuro médico - 9ª parte

Deixo-te os links de todo o post:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3209023/Victor-el-futuro-medico---1-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3209031/Victor-el-futuro-medico---2-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3209043/Victor-el-futuro-medico---3-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3209084/Victor-el-futuro-medico---4-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3209187/Victor-el-futuro-medico---5-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3209262/Victor-el-futuro-medico---6-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3209637/Victor-el-futuro-medico---7-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3226022/Victor-el-futuro-medico---8-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3226045/Victor-el-futuro-medico---9-parte.html


Aviso:
Tudo o que aqui está relatado faz parte das minhas vivências pessoais ao longo da minha vida. Os nomes dos personagens foram deliberadamente alterados para proteger os verdadeiros protagonistas dos fatos ocorridos. É um relato autobiográfico.Llegou o fim-de-semana 27 de outubro. Esse dia Víctor completava seus 25 anos e fazia exatamente um mês que nos havíamos conhecido no Jardim Zoológico. Tudo havia acontecido demasiado rapidamente. Víctor se havia convertido em meu namorado. Me chupava a pija de maravilhas, me deixava apoiar a pija em seu cu, mas ainda não se decidira a se deixar coger por mim. Sua prima Susana também se havia convertido em minha namorada. Cada vez que estávamos juntos ou me chupava a pija ou pegávamos com desesperação, me deixava penetrarla pela use the word: pussy ou pelo cu indistintamente. Com sua tia Marta, fazia apenas dois dias que nos havíamos convertido em amantes. Os quatro sabíamos das relações que existiam entre todos e tratávamos de que as mesmas não se entorpecessem...

Os problemas com o Chile estavam se agravando. Os ditadores de ambos os países se reuniriam em Mendoza para tratar de chegar a um acordo. Os políticos pressionavam para tratar de solucionar o problema pacificamente. Começou-se a falar da possibilidade que mediara a Igreja através de um enviado do Papa João Paulo II. A relação entre ambos os países estava se recalentando e pondo-se cada vez mais difícil. Rumores de guerra havia em ambos os lados da cordilheira...

Essa manhã eu me pus a estudar devido à proximidade das datas dos exames. Tocou o telefone às 12 horas e atendi minha mãe. Ela me passou a chamada dizendo que uma tal Marta queria falar comigo...- Outra colega do professorado...?'Pergunta-me...- “Não, mãe, é a tia do meu amigo Víctor... A que me convidou para jantar uma sexta-feira com eles... Lembra-se...?”
- Acelere, não faça-a esperar para a senhora…'
 Me aproximei ao telefone o mais rápido que pude. A chamada era uma desculpa para eu ir até sua casa. Claramente queria que lhe desse um pouco de cock, mas só me perguntou se podia ir ajudá-la a preparar algumas coisas para o jantar do dia seguinte. Tentei fazer-lhe compreender que era muito difícil inventar uma desculpa credível para poder estar lá. Me respondeu...- “Tudo isso de mentiras que já disse à tua mãe... Nós ambos sabemos que vais inventar uma nova desculpa... Preciso que me ajudes com algumas 'coisas quentes' que tenho aqui... He, he, he...
- Tratarei de estar lá o mais cedo possível... Diga a Víctor que nos encontramos onde sempre em uns 10 minutos...
 Noutra vez inventei uma mentira para poder sair o quanto antes de casa. Sabia que Marta estava com vontade de pegar e não ia deixar passar a oportunidade. Em dez minutos estive na porta tocando a campainha, após correr sem parar as quadras que nos separavam. Marta abriu a porta, demos um beijo profundo com muito língua e no caminho para o comedor, levando minha mão direita, leva-a à sua calcinha empapada de seus líquidos e me diz...- Essa é a 'coisinha quente' que preciso que me ajude a 'esfriá-la'... Estás pronto(a) para ajudar-me?-
 Não esperava um recebimento semelhante, mas não duvide um instante. Levei-a até seu quarto e nós começamos a nos despir um do outro. Quando nos demos conta, já estávamos fazendo sexo sobre o colchão de uma cama muito espaçosa até então. Ela se movia e gemia como uma gata em celo. Era claro que estava recuperando vida a mulher apasionada que havia sido alguma vez. Quando finalmente acabei dentro da sua... (pussy), pude contar três orgasmos que haviam feito gozar e gritar até a exaustão Marta. Quando ela recobrou o fôlego, disse-me...- Eu gostei, meu amor... Eu quero mais... Dá-me mais culos do seu pau... Deixa-me montar sobre sua linda bunda...'
 Era a confirmação de que no passado Marta havia tido uma vida sexual muito apasionada e excitante. Não me fiz rogar. Me recostei de forma tal que ela pudesse montar sobre minhas cadeiras. Esta posição me encantava, pois suas lindas tetas ficavam bamboleando-se frente a meu rosto e minha boca. Durante toda a foda não fiz mais que chupá-la alternativamente ambos pezones. Sentiu um primeiro orgasmo dela e, após alguns minutos, seu segundo orgasmo coincidiu com a explosão de meu cock que lhe inundou toda a vagina. Ela se recostou sobre meu corpo até que meu cock se libertasse da dentro de sua puta. Me voltou a pedir um novo polvo, mas me neguei elegantemente solicitando-lhe que deixasse algo do meu cum para sua filha ou seu sobrinho...

Se sorriu, começou a vestir-se e me convidou a fazer o mesmo. Me pediu que a acompanhasse à cozinha para ajudá-la com algumas coisas que prepararia para o dia seguinte. Ela trabalhava sobre a mesa e eu não parava de acariciar-lhe e beijá-la por todo seu corpo. Assim estávamos até que chegou a hora em que devia partir para seu trabalho. A comida para o almoço havia deixado quase pronta. Me lembrou em não mais de vinte minutos Susana chegaria e me avisa que lhe diga que finalize a coccção do almoço...

Susana chegou à hora que me havia indicado Marta. Me encontrou preparando a mesa para três. Se apressou a finalizar a coccção da comida e rapidamente fomos até o sofá a matar-nos a beijos e carícias até o momento em que chegaria Víctor. Quando a comida estava pronta para que almoçássemos, chegou Víctor...

Como era o dia de seu aniversário N° 25, recebeu um sonoro beijo da parte de sua prima Susana. Quando foi meu turno, embora não tenha pronunciado palavra alguma, ela esperava de minha parte um beijo importante para com Víctor. Cohibido pela situação, apenas atinei a beijá-lo na face, mas ele habilmente girou seu rosto e terminamos nos beijando nos lábios. Susana se alegrou e o demonstrou ruidosamente. A algaravia nos animou mais e Nos demos um beijo profundo com língua que fez Susana ruborizar-se pela sua duração. Sentamo-nos nos mesmos lugares da ceia de uma par de semanas antes. Víctor em uma das cabeceiras, e Susana e eu enfrentados nos laterais...

O televisor ligado dava notícias sobre a reunião iminente de Videla e Pinochet. Logicamente a conversa do almoço girou ao redor desse tema. Todos estávamos preocupados com a possibilidade de uma guerra, mas Víctor estava muito mais preocupado com a condição de exilados dele e das duas mulheres. Temia que os Serviços de Inteligência das duas ditaduras pudessem descobrir o parentesco deles com seus pais e que sua situação pudesse complicar-se. Todos estávamos preocupados, mas entendíamos que havia que esperar como se desenvolveriam os acontecimentos. Eu seguia recebendo notícias de meus amigos que foram mobilizados para a cordilheira, através de seus respectivos pais...

Finalizado o almoço levantamos a mesa entre os três e Susana ofereceu-se a lavar e terminar de arrumar tudo. Víctor, com a felicidade que lhe brotava pelos poros ao escutar os ditos da sua prima, tomou-me da mão e quase correndo me levou até sua habitação. Entramos e nos beijamos apasionadamente. Sem deixar de me beijar começou a buscar a cock por cima do calção e rapidamente conseguiu que se endurecesse. Indicou que eu fizesse silêncio e o deixasse falar...- Hoje completo 25 anos e já tenho decidido... Eduardo, quero que me coja... Quero sentir tua poronga dentro do meu cu... Quero que sejas tu quem me desvirgue o bumbum...
- Bom... A verdade nem eu esperava que justamente hoje você se decidisse... Não sei o que dizer...'
- Não digas nada, ou melhor diz que sim, que tens vontade de me partir o bund...
- Sim, por suposto... Fazia tempo que estava esperando a que tu decides... Tenho muitíssimas vontades de romper-te o bund...
 Nós nos beijamos novamente. Quase sem pensar ou lembrar antes, cada um foi para cantos opostos da sala e sem tirarmos os olhos um do outro, começamos a despirnos. Quando ambos estávamos nus com nossas cocks duríssimas, reunimo-nos no centro da sala e nos beijamos ao mesmo tempo que nossas cocks se frotavam uma contra a outra. Comecei a tocar seu cu descaradamente, tentando meter o meu dedo indicador dentro. Me recostei na cama dele e começou a me chupar a cock. Aproveitei para meter dois dedos no cu para começar sua dilatação. Pedi que fosse suave com a boca porque queria que toda minha cum se alojasse dentro do seu cu...

Depois de uns quinze minutos, pedi que se colocasse em quatro patas sobre a cama com a cabeça apontando para a janela. Me coloquei atrás dele e além dos dedos comecei a jogar com minha língua no cu. Cada vez que Víctor fazia força com o esfíncter, eu lhe propinava um pequeno chicote no rabo e lhe solicitava que se relaxasse. Depois de uns vinte minutos consegui meter um terceiro dedo dentro. A relajação estava quase pronta. Lhe disse, enquanto me arredondava atrás dele...- Vou começar a metê-la bem devagar... O único que te peço é que te relaxes para que não sinta muito dor... Eu me detenho cada vez que me pedires... Se...?
- Estou relaxado e ao mesmo tempo nervoso... Sei que no início dói, mas só pare quando sentires um grito de verdadeiro dor...
 Deu volta e me deu um beijo. Voltou à sua posição e apontei meu glande para seu ânus dilatado. Meti toda a minha cabeça e Víctor apenas gemeu. Quando quis transpassar o segundo anel, tive que fazer força e ele pegou um pequeno grito. Parei e lhe perguntei novamente que se acalmasse. Acariciava sua espinha e os cachos do seu ânus. Ele pediu que eu continuasse. Desacelere segui enterrando meu cock dentro de seu ânus. Parei duas vezes mais quando sentia que seus músculos apertavam meu cock. Lograva me relaxar e continuava com a penetração. Finalmente toda minha cock estava dentro do seu ânus. Disse...- Seu bumbum já foi desvirgado... Meu pau está completamente dentro de você... Quero que me avise quando quiser que começamos...'
Agora... Agora eu quero que me agarres uma vez e para sempre...
- Está bem... Vou começar bem devagar para que não sintas dor e além disso, para que possas adaptares ao meu ritmo…'
 Comecei a bombear-lhe suavemente em um mete relativamente amplo. Víctor gemia e se queixava ao mesmo tempo, mas suplicava-me que não parasse. Tentei um bombeo ligeiramente mais profundo. Meu cock saía quase até a metade e voltava a enterrar-se profundamente. Víctor, aos poucos, conseguiu ajustar-se ao meu ritmo. As suas queixas desapareceram e apenas emitia gemidos como se fosse uma gata em celo. Conseguimos um ritmo intenso. Estava prestes a gozar quando o cock de Víctor explodiu e derramou gozo sem sequer ter sido tocado. O tronco do meu cock pressionava internamente contra sua próstata e foi por isso que pôde gozar. Ver seu cock largando gozo me aqueceu tanto que acelerei o ritmo e senti três jatos de gozo inundar-lhe os intestinos. Afloquei seus braços e deixei-me cair sobre o colchão, eu recostei sobre sua espalda esperando que meu cock saísse do interior de Víctor... Quando meu cock abandonou seu ânus, o vazio que sentiu Víctor levou-o a girar sobre si mesmo e abraçar-me com todas as forças. Beijamo-nos e ele me diz...- Foi maravilhoso... Tal como eu imaginei... Quero mais, mais e mais...
 Observe que minha vagina estava flácida e começa a massajar-la, mas não consegue como outras vezes fazer-se endurecer rapidamente, e fazendo uma cena de ciúmes me expressa...- O que está acontecendo que não se torna duro tão rapidamente...? Estiveste fazendo sexo com Susana antes da minha chegada...?
N... Não tínhamos tempo para poder pegar... Você chegaria logo...
- “E então...? O que está lhe acontecendo ao seu pau…?”
- Não vou mentir para você no seu aniversário e muito menos após eu acabar de desvirgar você... Sua tia Marta pediu que eu viesse ajudá-la com o jantar de amanhã e terminamos fazendo... Você se preocupa tanto... Estou tentando fazer feliz os três, da mesma forma que vocês me fazem feliz a mim... Faço o possível para deixar satisfeitos todos... Se você se esmera um pouco, meu cock volta a crescer..., e beijei para evitar que pudesse me responder... Jogando com meu pau, Víctor conseguiu que voltasse a desenvolver-se em tamanho e então se colocou na posição de quatro patas. Lhe ordenei...- Assim não... Quero te foder e poder te ver ao mesmo tempo... Passe-me a almofada que vou colocá-la debaixo da tua bunda para que o teu cu este mais alto...
 Passa a almofada e além de colocá-la debaixo da sua bunda, peço que aproxime o seu cu até o bordo final da cama, pois lhe indico que eu ficaria parado no chão para maior confort. Assim fez e novamente lhe pedi que se relaxasse. Não foi difícil a penetração, pois restos de meu cum ainda escorriam do interior do seu cu, o que facilitava a lubrificação. De uma só estocada cheguei até o mais profundo de Víctor. Nós nos olhamos e com um piscar me deu a entender que estava pronto para a batalha...

O ritmo foi intenso desde o início. Seu cu, lubrificado com meu cum, facilitava a tarefa e impedia o dor. O poder nos ver durante todo o tempo aumentava o morbo do momento. Vejo seu cock duríssimo e lhe comento...- Quanto dura que tens a pija... ?Tantas gozas como estás sendo cingida por mim?'
- Eu adoro, mas além disso, na posição em que estou, a pressão que o seu pau exerce sobre minha próstata é muito maior... É por isso que está tão dura...
 Tive que sair com minha sabedoria médica. Nós nos reunimos em um ritmo cada vez maior. Nossas olhares se cruzavam com paixão e desejo. Nossos pênis ejacularam ao mesmo tempo, ele sobre seu ventre e peito, e eu dentro de suas entranhas. Eu me recostei nele e nos fundimos em um longo beijo de línguas. Seu cú cum nos encharcou a ambos nossos corpos. Nós continuamos beijando até que meu pênis saiu do seu esconderijo. Desfrutei muito desta última foda, tanto quanto quando eu fodido com Susana ou com Marta…

A meio vestir fomos os dois ao banheiro tratar de nos higienizar. Susana, que estava no sofá vendo a televisão, sorriu maliciosamente mas não disse nada. Eu disse a Víctor...Susana nos viu entrar no banheiro...
- Sim, já me dei conta... Mas não tínhamos outra opção, devemos limpar e assear um pouco...
 Com uma toalha molhada nos limpámos mutuamente os peitos e abdômenos. Antes de sairmos do banho terminávamos de vestir-nos. Susana observava-nos, ria-se e dizia...- O que lhes acontece...? Se sujaram muito...?'
 Nenhum dos dois respondeu. Ela continuou, até com certa malícia. E olhando-o para seu primo disse...- “A quéra de Eduardo largou muita leite e ficaram os dois sujos…?”
 Interrompi a, e quase gritando lhe fiz sinal...- “Não gostei do ‘brinquinho’ que pretendes fazer... O que estás fazendo é vergonhoso… A você nunca faltou meu cock, e se hoje não tiveste é porque eu penso que sendo o dia de seu aniversário, Víctor tem direito de desfrutá-la…”
 Pretendeu responder e eu impedi que o fizesse. Continuei com meu monólogo...- “Você quer saber por quê nos sujamos tanto...? Vou explicar, porque ele por respeito para você, seguro que não lhe contaria... Mas se supõe que ambos são meus namorados… Bem... Aclaremos algumas coisas, então... Com Susana eu passo muito bem... Me chupas muito bem a concha e permites que eu te coja tanto em tua concha como em teu cu... Desde que conheci Víctor, o único que estávamos fazendo até hoje era ele me chupar a concha tão bem como você faz...

Note: I used the custom dictionary provided to translate pussy and cock into Portuguese.

 Víctor me interrompe pedindo-me que eu deixe tudo lá e não continue mais. Eu respondo a ele e também a ela...- Nao vou calar de jeito nenhum... Se ela está ciumenta de nós, então que saiba a verdade do que aconteceu hoje...
- “E o que aconteceu hoje…?”'Pergunto Susana...- Sucediu que o seu primo esperou até hoje, justo o dia de seu aniversário, para perder sua virgindade... Hoje pela primeira vez Víctor permitiu que alguém o penetrasse, e esse honra eu tive... Espero que saiba comportar-se e ofereça uma desculpa ao seu primo...
 De repente o rosto de Susana se transformou. Ela se alegrava e desfazendo-se em milhares de desculpas para com Víctor, começou a beijar seu primo em todo o rostro. Nós disse a ambos como estava contente por saber que Víctor finalmente se decidiu dar o grande passo. Nós desejamos a ambos que sejam muito felizes, ao que Víctor replicou com felicidades para ela e para mim. Compartimos um beijo triplo e nos acomodamos no sofá para beijar-nos e acariciar-nos até a chegada de Marta, momento em que eu devia partir para o professorado...

Quando Marta chegou, foi Susana quem se encarregou de dar-lhe a notícia da novidade à sua mãe. Marta se alegrava por os dois, mas sobretudo por Víctor. Finalmente tudo estava branco e esclarecido entre nós. Os três estávamos já informados que meu cock seria de utilização de todos e cada um. Naturalmente seria um segredo entre quatro...

A despedida desse dia foi inesperada. No meio do comedor, Marta se despediu de mim com um beijo na boca, ao mesmo tempo que Susana repetia o mesmo beijo que uns segundos antes recebi da sua mãe. Víctor me acompanhou até a porta de rua e no corredor demos um beijo profundo de língua. No dia seguinte ficaria para jantar e já havia avisado minha família que não voltaria a dormir...Conclui em “Víctor, o futuro médico – 10ª parte”
 
 
 
Se você gostou, deixe um comentário...
Se você parecer, deixa pontos...

3 comentários - Vítor, o futuro médico - 9ª parte

reconozco tu capacidad de fantasear, aunque tu capacidad amatoria excede un poco, un dia de éstos serás vos el penetrado ?
Finaliza el capítulo 10...
Jejeje...