Acampando Gostoso 2

—Puxa, que pena que perdi isso —disse justamente o salva-vidas com carinha de dó.

—Bom, por que você não vem na próxima vez? — perguntei, inocente.
—Não vou poder porque tenho que trabalhar aqui no camping —continuou triste—. Fazer o quê…!
—Ei, Susanita, por que você não mostra pra ele como você tá depilada? Assim ele vai ficar menos triste por não ter vindo — disse Carlos então.
—Ai, que isso! Vai me ver meio acampada… — respondi, envergonhada.
—Bom, então entra aqui dentro da loja e pronto.
Pensei um pouco porque não entendia direito como aquilo ia fazer ela se sentir menos triste, já que no fim ela não poderia vir pra praia mesmo. Mas como tinha tanta intimidade com eles quanto com meus irmãos, e a gente já tinha se visto pelado, também não achei que tivesse muita importância.
—Bom, tá bom… se isso te faz sentir melhor…
Entrei na loja dele, que tinha um cheirinho ruim de suor, e me ajoelhei bem na entrada, mas com o zíper aberto pra ele me ver. Eu me cobria só o suficiente pra que, se alguém passasse no caminho, não me visse. Aí, apertando bem minhas pernas, levantei o vestido até a cintura.
—Puxa! Se você não tá de calcinha…! —exclamou Nacho.
—É que o biquíni tava sujo e, bem… — me desculpei.
Mas eles tavam nem aí, todos bobos olhando pra mim lá embaixo. Como os caras podem ser idiotas às vezes. Me inclinei pra me olhar, e pude ver como meu monte de vênus tava bonito, todo peladinho e brilhante igual o de uma menina, e mesmo fechando bem as pernas, dava pra ver um pedaço dos meus lábios vaginais bem carnudos.
Perguntei pro salva-vidas se já tava bom pra ele, porque tava cansando de ficar de joelhos e começando a doer um pouco, já que o chão era duro e tinha umas pedrinhas. Ele disse que sim, mas que não era justo porque os outros também tinham visto ela por trás. Eu pensei que era uma besteira, porque todo mundo tem bunda e que diferença faz ele ver a minha se todas são iguais.
Mas pra terminar com isso, virei de costas pra eles e me joguei pra frente. Fiquei um tempão assim e achei engraçado que eles não falaram nada, ficaram em silêncio o tempo todo. Quando enjoei, levantei e falei que já deu, e que se ele tava tão na bad, que desse um jeito de vir com a gente pra praia no dia seguinte. Mas ele insistiu que não podia tirar folga nenhum dia porque era alta temporada.
Como já ia acordar meu namorado daqui a pouco, falei pra eles que era melhor eu jantar com ele essa noite, porque acho que ele tava meio puto comigo por não ficar tanto com ele. Os caras insistiram pra eu ficar com eles de qualquer jeito. Eu recusei, mas eles ficaram mais de boa quando eu disse que ia dar boa noite pra eles antes de ir dormir.
Com meu namorado, a gente jantou no bar do camping. E ainda bem que depois da soneca ele tinha se acalmado um pouco e tava menos puto. Quando voltamos pra nossa barraca, ele me perguntou se eu queria dar pra ele. Eu, sinceramente, fiquei na dúvida porque tinha prometido pros caras que passaria pra vê-los antes de dormir, mas não dava pra recusar depois de tudo que a gente tinha brigado naquele dia.
O que acontece é que ele não aguentou quase nada, montei em cima dele e em cinco minutos já tinha gozado dentro de mim. Além disso, como de costume, apagou feito uma pedra logo depois. Aí coloquei uma calcinha branca de algodão que eu tinha pra dormir e uma camiseta justinha, mas elástica, que era bem confortável e eu adorava usar de pijama.
Fui pra loja do lado, onde dava pra ouvir as risadas dos meus três bons amigos. Eles ficaram muito felizes quando me viram, e me ofereceram um baseado e uma garrafa de vinho que estavam dividindo enquanto jogavam cartas. A única parada é que estavam pelados. Me falaram que normalmente iam dormir assim, e que como já era tarde não esperavam mais que eu viesse e tinham ficado à vontade. Mas eu disse que não tinha problema, que a confiança era grande e que, no fim das contas, já tinha visto eles na praia.
Sentei com eles fechando o círculo, cruzando as pernas como se fosse ioga. Me incentivaram a entrar no jogo de cartas deles, mesmo eu não entendendo muito bem a parada. Eu perdia toda rodada, mas levava na brincadeira e tava nem aí. Nacho fez a piada de que era uma pena a gente não jogar com prendas, porque eu já teria que pagar todas.
A gente riu da brincadeira, mas riu ainda mais quando eu falei que, de qualquer jeito, eles já não tinham mais nenhuma peça de roupa pra pagar, então, na teoria, eu já tinha ganhado. Quando perdi a mão seguinte por causa disso, continuei a zoação e levantei a camiseta como se fosse pagar uma prenda por ter perdido. Mas aí pensei melhor em não fazer esse tipo de brincadeira de novo, porque vi que o Nacho, que tinha ficado todo bobo olhando pra mim, tava com o pau meio duro e não queria que ele passasse mais vergonha por causa dessas zoeiras.
Depois me cansei e deixei eles brincarem um pouco enquanto eu ficava olhando, deitada em um dos colchonetes deles. Sem perceber, acabei dormindo. Quando acordei, já era metade da noite. Notei que Carlos, o dono do colchonete onde eu tinha dormido, tinha se aninhado em mim e, meio por instinto, tinha pegado no sono segurando meus peitos.
Graças a terem deixado uma lanterninha acesa, consegui afastá-lo com cuidado sem acordá-lo. Quando me sentei, notei que minha calcinha estava toda molhadinha de novo, não sei por quê, e dava pra ver a mancha de umidade ainda mais porque era tão branquinha. Puxei ela pra frente e vi que a bucetinha tinha enchido de meladinha de novo. Ia sair da barraca, mas aí um barulho me parou. Não tinha percebido que o Nacho tinha acordado.
—Não vai me dar um beijinho de boa noite? — disse ela da colchonete dela.
Me aproximei na maciota pra dar um beijinho amigo, mas sem querer esticar muito porque tava meio sem graça dele continuar pelado. Como a barraca tava na penumbra, não dava pra ter certeza, mas me pareceu que o pauzão dele tava maior que o normal. O bobinho não se mexeu pra facilitar o beijinho, e eu tive que me colocar bem em cima dele pra conseguir dar. Ainda bem que o Nacho me segurou pela cintura, porque eu não percebi que o pinto dele tava bem mais pra cima do que eu imaginava, e sem querer quase esmaguei ele com minha bunda, coitadinho.
Me inclinei pra dar um beijinho nele, mirando a bochecha dele. Mas ele, sempre brincalhão, virou um pouquinho e acabei encostando nos lábios dele. Comecei a rir pra caramba e, sem querer, escorreguei um pouco com o joelho que tava me apoiando e acabei caindo em cima dele. Dessa vez o Nacho não conseguiu me segurar e fiquei sentada direto na vara dele. Percebi que, com a minha calcinha toda molhada, dava pra sentir bem através do pano o quanto o pau dele tava quente. Nacho me olhou meio estranho, acho que o coitado ficou meio sem graça com a situação. Por isso, resolvi agir como se nada tivesse acontecido e só sorri pra aliviar o clima.
Perguntei sussurrando se no dia seguinte eles iam com a gente pra praia de novo. Ele não me ouviu direito e tive que repetir, me aproximando por cima dele e sussurrando direto no ouvido dele. Com o movimento, acabei roçando um pouco em nós, o que fez o pau dele dar um pulo que eu senti na hora na minha virilha. Nacho disse que claro que iam com a gente, e que se a gente quisesse, ele nos levaria pra uma enseada mais particular que ele conhece, que é muito bonita. Fiquei super feliz e dei uns pulinhos de alegria em cima dele. Mas depois me arrependi um pouco, porque acho que machuquei o pau dele, já que começou a murchar de repente. Além disso, o rosto dele ficou muito tenso e ele teve que se segurar pra não gritar e acordar os outros amigos.
Dei boa noite com cara de santinha pra ele não ficar bravo comigo, e saí de cima dele pra voltar pra minha barraca. Senti um ventinho frio soprando no tecido molhado da minha calcinha, o que me fez tremer — tava realmente encharcada. Passei a mão na mancha e percebi que até tava grudenta de tanto melado. Devagar e sem fazer barulho, fui rastejando pra fora pra voltar pro meu namorado antes do amanhecer.
Continua...
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