Fala, galera! Novo conto pra vocês..! Espero que curtam. Comenta e compartilha. Se sobrarem uns pontinhos, são bem-vindos. Tenho outros contos anteriores. Se tiverem interesse, tão aqui. Valeu mesmo!http://m.poringa.net/posts/relatos/3195340/Recuerdos-de-mi-Primera-Vez.html
http://m.poringa.net/posts/relatos/3193072/Domicilio-Compartido.html
http://m.poringa.net/posts/relatos/3187249/Clases-Particulares.html
http://m.poringa.net/posts/relatos/3194266/El-Problema-de-mi-Mejor-Amigo.html
http://m.poringa.net/posts/relatos/3191285/Companera-de-Facultad.html
http://m.poringa.net/posts/relatos/3200348/La-Hermana-de-mi-Novia.html
http://m.poringa.net/posts/relatos/3210345/Carne-Fresca.html
http://m.poringa.net/posts/relatos/3180489/Problemas-en-el-trabajo-I.html
http://m.poringa.net/posts/relatos/3188747/Vacaciones-Permanentes-I.html
Conheci a Ayelen num ônibus. Ela viajava da cidade dela pra Faculdade de Medicina, e eu da minha pra de Ciências Exatas. Era uma mina gostosa, peito pequeno, uma bunda linda e um sorriso com aparelho que iluminava o dia. Toda vez que eu subia no busão, ficava na expectativa de chegar na cidade dela e ela entrar. No começo era só olhares, depois um oi casual. A primeira vez que a gente conversou foi numa volta. Criamos uma amizade legal, mas um detalhe me fez pensar que podia rolar algo mais. No início ela se vestia bem casual, sem maquiagem nem nada chamativo; mas com o tempo notei que ela começou a usar roupas mais sensuais, se maquiava um pouco e usava um perfume delicioso. "Você se arrumou hoje?" - perguntei uma vez, zoando. "Sim!" - ela respondeu, meio irritada - "e foi por sua causa!" Não soube o que dizer, ela desceu do ônibus e eu fiquei com a cabeça a mil.
Por vários dias, não batemos os horários e não nos vimos. Até que um dia, encontrei ela no terminal. Ela me cumprimentou sem vontade. "Desculpa pela minha atitude do outro dia", me desculpei, "não imaginava que você sentia algo por mim!" "Eu gosto de você", ela disse, "mas naquele dia te odiei!" Fizemos as pazes e criei coragem pra beijar ela. As pessoas andavam ao nosso redor, mas a gente tava no nosso mundo. Era hora de ir embora e, como se fôssemos crianças, rimos sem controle. A gente se beijou o caminho inteiro de volta. "Desce em casa!" — ela pediu docemente. Aceitei de bom grado, ia rolar.
Jogamos nossas coisas na entrada da porta. Nos beijando e acariciando até o quarto dela, deixamos nossas roupas espalhadas por todo lado. Sentei na cama dela e beijei o corpo dela com paixão. Parada na minha frente, ela tirou o sutiã, revelando seus lindos peitos. Beijei eles com vontade, eram macios e doces; um pouco pequenos, com mamilos rosados e bem marcados que chupei com gosto. Deitei na cama e ela tirou minha cueca. Beijou meu pau, depois passou a língua nele. Chupou minha cabeça enquanto acariciava minhas bolas, meus sentidos tremeram de prazer, era um boquete delicioso. Quero comer sua buceta! — falei, todo excitado. Ela sorriu e subiu até minha boca, puxou a calcinha fio dental e minha língua se lambuzou com os sucos dela. Era uma verdadeira delícia, a buceta doce dela vibrava na minha boca, enquanto ela gemia de prazer. Depois, montou no meu pau com a buceta molhada e começamos a foder com paixão. Apertei forte as nádegas dela e ela arranhou meu peito. Transamos assim por um tempo, depois peguei ela pela cintura e virei até ficar por cima. Continuei fodendo aquela buceta linda; beijava o pescoço dela enquanto as unhas dela agora cravavam forte nas minhas costas. Me fode de quatro! — ela pediu. A bundinha dela bem levantada na minha frente me dava vontade de morder. Penetrei a buceta dela e meti com força. Transamos intensamente, num ritmo crescente, suados e com a respiração ofegante, gozamos ao mesmo tempo.
Meu gozo quente entrou fundo no corpo dela, e quando tirei o pau, escorreu pelas pernas dela. Ficamos deitados, nossos corpos nus e exaustos. Abracei ela por trás, enquanto ela acariciava meus braços. Acordei umas horas depois, ela dormia do meu lado. A bunda gostosa dela, os peitos lindos e o sorriso com aparelho eram algo que eu queria continuar vendo. Me senti feliz e apaixonado pela Ayelen; não sabia quanto tempo ia durar, mas tinha certeza que ia aproveitar.
FIM.
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Conheci a Ayelen num ônibus. Ela viajava da cidade dela pra Faculdade de Medicina, e eu da minha pra de Ciências Exatas. Era uma mina gostosa, peito pequeno, uma bunda linda e um sorriso com aparelho que iluminava o dia. Toda vez que eu subia no busão, ficava na expectativa de chegar na cidade dela e ela entrar. No começo era só olhares, depois um oi casual. A primeira vez que a gente conversou foi numa volta. Criamos uma amizade legal, mas um detalhe me fez pensar que podia rolar algo mais. No início ela se vestia bem casual, sem maquiagem nem nada chamativo; mas com o tempo notei que ela começou a usar roupas mais sensuais, se maquiava um pouco e usava um perfume delicioso. "Você se arrumou hoje?" - perguntei uma vez, zoando. "Sim!" - ela respondeu, meio irritada - "e foi por sua causa!" Não soube o que dizer, ela desceu do ônibus e eu fiquei com a cabeça a mil.
Por vários dias, não batemos os horários e não nos vimos. Até que um dia, encontrei ela no terminal. Ela me cumprimentou sem vontade. "Desculpa pela minha atitude do outro dia", me desculpei, "não imaginava que você sentia algo por mim!" "Eu gosto de você", ela disse, "mas naquele dia te odiei!" Fizemos as pazes e criei coragem pra beijar ela. As pessoas andavam ao nosso redor, mas a gente tava no nosso mundo. Era hora de ir embora e, como se fôssemos crianças, rimos sem controle. A gente se beijou o caminho inteiro de volta. "Desce em casa!" — ela pediu docemente. Aceitei de bom grado, ia rolar.
Jogamos nossas coisas na entrada da porta. Nos beijando e acariciando até o quarto dela, deixamos nossas roupas espalhadas por todo lado. Sentei na cama dela e beijei o corpo dela com paixão. Parada na minha frente, ela tirou o sutiã, revelando seus lindos peitos. Beijei eles com vontade, eram macios e doces; um pouco pequenos, com mamilos rosados e bem marcados que chupei com gosto. Deitei na cama e ela tirou minha cueca. Beijou meu pau, depois passou a língua nele. Chupou minha cabeça enquanto acariciava minhas bolas, meus sentidos tremeram de prazer, era um boquete delicioso. Quero comer sua buceta! — falei, todo excitado. Ela sorriu e subiu até minha boca, puxou a calcinha fio dental e minha língua se lambuzou com os sucos dela. Era uma verdadeira delícia, a buceta doce dela vibrava na minha boca, enquanto ela gemia de prazer. Depois, montou no meu pau com a buceta molhada e começamos a foder com paixão. Apertei forte as nádegas dela e ela arranhou meu peito. Transamos assim por um tempo, depois peguei ela pela cintura e virei até ficar por cima. Continuei fodendo aquela buceta linda; beijava o pescoço dela enquanto as unhas dela agora cravavam forte nas minhas costas. Me fode de quatro! — ela pediu. A bundinha dela bem levantada na minha frente me dava vontade de morder. Penetrei a buceta dela e meti com força. Transamos intensamente, num ritmo crescente, suados e com a respiração ofegante, gozamos ao mesmo tempo.
Meu gozo quente entrou fundo no corpo dela, e quando tirei o pau, escorreu pelas pernas dela. Ficamos deitados, nossos corpos nus e exaustos. Abracei ela por trás, enquanto ela acariciava meus braços. Acordei umas horas depois, ela dormia do meu lado. A bunda gostosa dela, os peitos lindos e o sorriso com aparelho eram algo que eu queria continuar vendo. Me senti feliz e apaixonado pela Ayelen; não sabia quanto tempo ia durar, mas tinha certeza que ia aproveitar. FIM.
0 comentários - Como Eu Comi a Ayelen