Uma tarde, quando voltava de comprar um cartão de memória pro tablet, tive uma surpresa gostosa. Na sala, estava minha tia Ana com a amiga dela, Emi. A mina tava toda arrumada, me disse que tinha acabado de voltar das compras no centro e passou pra dar um oi e perguntar por mim, porque já fazia um tempão que não me via. Como sempre, aquela beleza já chamava atenção sem se arrumar, mas agora tava espetacular. Sabia realçar os traços dela e mandava bem. Ficamos batendo papo sobre coisas bestas, perguntei pela prima dela e ela contou que continuava estudando e que se integrou super bem na escola, até demais, falou com ironia. Me ofereceram um café com o leite que elas estavam tomando, mas não quis nada. Daí a pouco, Emi foi embora. Da porta de casa, acompanhei ela — só precisava atravessar a rua, mas ela gostou da gentileza e me premiou com um beijo na boca. Minha tia observava a gente, sorrindo.
Quando voltei, Ana me esperava na sala.
— Juan, você tá muito largado com a Emi, dá pra perceber. Quando ela te viu, os olhos dela brilharam. Devia visitar ela mais vezes.
— Eu sei, Ana, mas às vezes sinto que posso ser um pé no saco se visitar sem motivo. Também sinto falta dela.
— Então agora tem a chance de visitar ela, a desculpa perfeita. Descobri que o aniversário dela é sábado que vem.
— Sábado? E ela não tinha falado nada?
— E não ia falar mesmo. Mulher não gosta de fazer aniversário.
— Bom, vocês duas tão no auge, são duas MILF impressionantes.
— Mmm, o que é isso de milf? Não sei o que significa.
— Bom, acho que é como chamam as mães que são desejadas pra foder.
— Olha só, então você sabe inglês, e diz que eu sou desejada pra ser fodida, mmm.
— Ainda não sei inglês, mas vi na internet. E com certeza você é uma mãe foda, pode crer.
— Mas a Emi não é mãe.
— Bom, isso dá pra resolver, hahaha.
— Hahaha, você é terrível, Juan. mas não vou contar pra ela, quem sabe ela se anima e te faz de pai. - Isso eu não ia gostar, mas adoro tentar, hahaha. - Disso eu tenho certeza e eu também, hahaha. - Falando de outra coisa, queria dar um presente pra ela, pode me dar uma ideia? - A Emi qualquer coisa que você der já vai fazer ela feliz. - Mas eu queria dar algo especial, que ela curtisse. - Bom, a gente gosta de tudo que nos faz sentir mais gostosas e desejadas, te confesso, mas você tem um leque grande: perfumes, brincos, pulseiras, algum detalhe bonito, sei lá. - Queria algo que ela usasse e que lembrasse de mim. - Tem roupa muito bonita, sapato, bolsa, luvas e cachecol são de época, talvez você goste de algo assim. - E… o que acha de lingerie? Mesmo sendo algo bem pessoal. - Se fosse lingerie normal, eu diria que não, mas se você caprichar e escolher algo especial, com certeza ela vai gostar. - Queria que ela se sentisse gostosa por dentro e sentisse meu toque o tempo todo. - Pode dar um vibrador igual ao meu, hahaha. - Pra isso já tenho meu pau. - E posso jurar que é maravilhoso, sim senhor. - Mas não sei o tamanho que ela usa, é complicado e não posso ir na loja de mãos abanando com o tamanho dos peitos da Emi, hahaha. - Nisso posso ajudar, usamos o mesmo tamanho, olha a etiqueta do lado do fecho. Ana virou de costas quando levantou a blusa por trás, não conseguiu levantar o suficiente pra eu ver o contorno do sutiã dela e ajudei a levantar, ficava preso debaixo dos peitos. - Espera, João, que a blusa não dá pra mais. - É que não tô alcançando a etiqueta. - Melhor eu tirar, espera. Por cima da cabeça ela tirou a blusa, o sutiã azul que ela usava tinha um contorno bem largo de renda, a etiqueta sumia grudada na pele dela. - Tá achando a etiqueta aí? - Sim, Ana, mas Ela tá escondida e não dá pra ver direito.
— Peraí, assim não dá pra ver nada, solta o fecho. Com dois dedos eu soltei e se abriu em dois, a Ana mal teve tempo de segurar os peitos pra não pularem soltos. Já dava pra ver a etiqueta, mesmo com dificuldade.
— É isso, 100 D?
— Sim, esse é o tamanho, bom, nós duas temos o mesmo peito, mas o meu é um pouco caído.
— Acho que não, você tem uns peitos lindos.
— Obrigada, Juan, mas temos que aceitar a realidade, eu amamentei suas primas e isso deixa marcas, põe a mão aqui e você vai ver. Ela segurou os peitos com as mãos e quando eu coloquei as minhas por baixo, ela deixou cair, senti o peso e, mesmo não querendo admitir, ela tinha razão, tinha uns dois dedos de dobra por baixo, mas os bicos ainda apontavam pra cima. Dificilmente iam se igualar aos da Emi, na minha experiência eu já tinha pesado vários, mas como os da aeromoça loira… De qualquer forma, considerei a idade da Emi e já a via como uma coroa, tinha a sensatez e a firmeza de uma mulher feita, minhas primas com certeza ganhavam em viço e firmeza, mas eu sabia que quando aqueles bicos da Emi apareciam, nada mais parava.
— Tô tendo uma ideia, Ana, cê acha que a Emi ia gostar de um sutiã que segurasse os peitos dela lá em cima? Falei isso fazendo a demonstração com os próprios peitos dela, de baixo eu levantei até o nível de onde nascem, tudo subiu com minhas mãos e por cima apareceu um volume que, imaginando num decote generoso, ia roubar a atenção de todo mundo, eu direcionei pra todos os lados, juntando pra fazer um canal mais ou menos fundo, até separar de cada lado, minha tia olhava o efeito no vidro do móvel da cristaleira, virava de perfil ou de frente, até se abaixava pra sentir o efeito.
— Sabe de uma coisa? Você me deu uma ideia, talvez meus peitos não sejam tão iguais aos da Emi, ela tem os mais altos, mas um sutiã como você falou não me faria mal.
— Pois fico feliz. que você tenha gostado da ideia, eu queria algo assim pra Emi, ela ia usar igual você. Não achei que fosse tão fácil convencer a Ana, no dia seguinte fomos pro centro procurar algum modelo que ela gostasse. No começo, por inércia, entramos nuns grandes armazéns, tinha uma prateleira cheia de modelos, minha tia mandou eu perguntar pra vendedora. Na real, eu não tinha visto nenhum, mas tinha uma ideia e achava que muita gente usaria se visse exposto numa vitrine. A vendedora demorou pra entender o que eu queria, acho que em parte porque me via do lado da minha tia, uma mulher muito gostosa que mesmo sem se vestir provocante chamava atenção, não sei o que ela imaginava, mas tava pouco me fodendo, se eu tivesse contado a verdade ela ia se espantar ainda mais. Parecia que a gente não falava a mesma língua, até que peguei um sutiã que uma senhora tava olhando e dobrei a taça pra dentro, deixando na metade ou menos, coloquei na minha tia debaixo dos peitos dela e aí a ficha caiu. A senhora que tava sendo atendida adorou e quis um pra ela também, tinha quase cinquenta anos, mas com pouco peito, imagino que se fosse um pouco caído era uma boa solução. Infelizmente, ela disse que não tinha nenhum modelo parecido, todos eram mais ou menos sexy mas normais, nos aconselhou a ir numa loja especializada. Quando a gente tava saindo do balcão, a senhora nos alcançou e recomendou uma loja que conhecia, ao mesmo tempo que deixou o telefone dela, caso a gente encontrasse, pra avisar e ela comprar outro. A loja não era longe, mas não era fácil de achar, tava espremida entre as grandes marcas e mal dava pra respirar, na vitrine estreita uma pequena amostra dos modelos mais sexy. Ao entrar, uma sensação de aperto nos bateu, mas com o sorriso que a moça nos deu, tudo se dissipou, atrás dela uma estante de madeira antiga cheia de caixas, repeti a explicação de novo, a vendedora nos trouxe duas modelos muito sexy, mas não era o que eu tinha em mente, tive que fazer a mesma operação, dobrei o que tinha tirado da sacada e deixei no mínimo, coloquei na minha tia debaixo dos peitos e como estávamos sozinhos, subi pra cima pra ela ver o efeito de uns peitos como aos dezoito anos. - Ah! Entendo, esse modelo é especial pra pessoas de mente livre, já vou pegar no estoque. - Se tiver outros modelos, traz também, por favor. A moça saiu com um sorriso mais safado, também via eu e a Ana do lado, um garoto quase sem barba ao lado de uma tigresa, mas tinha pegado minha ideia, dava pra ver a experiência dos anos, tinha acertado no tamanho e até nas cores que minha tia gostava, eu com o sutiã original coloquei de novo na Ana, ela se olhou no espelho e amou. - Se quiserem, podem ir pro provador e ver como fica vestido. - Obrigado, adoraria me ver, nunca tinha visto esses modelos. - Então experimenta esses outros e com certeza vai amar também. Ela nos acompanhou até o provador, na verdade eram três painéis com uma cortina e um espelho no estoque, a loja não dava pra mais. Deixamos a bolsa da Ana no cabide e rapidinho ela tirou a camisa de seda que tava usando, por baixo usava um modelo sem alças pré-moldado que segurava bem sem mexer quando ela andava, quando soltei, ela suspirou de alívio e os peitos caíram um pouco sobre a barriga. Ela abotoou na frente e virou até o fecho ficar atrás, na verdade só dava pra notar o bojo e um pouco mais, ela pediu pra eu colocar no lugar e repeti a mesma operação já ensaiada, passei por baixo dos peitos e coloquei as alças, ajustei e milagre, os peitos estavam à mostra, só segurados por baixo, os bicos ficaram mais salientes e quase desde o pescoço começavam a crescer, ela ficou se olhando de todos os ângulos dando gritinhos, se empolgou e me ofereceu de prêmio os dois peitos juntos pra eu Beijou. Quando dei um beijinho em cada mamilo, a cortina se abriu e a vendedora colocou a cabeça pra fora.
— Tá bom pra você, gostou? oooh, desculpa.
— Relaxa, tava estreando, ele é um amante de lingerie fina.
— Tô vendo, percebi que sabe o que quer e o que gosta, mas espera aí, lembrei de um modelo que eu amo mas quase ninguém compra.
— Bom, já que tô aqui, vou experimentar. A garota sumiu e logo voltou a colocar a cabeça pra fora depois de bater com os nós dos dedos na porta do provador.
— Olha que gracinha, pedi porque adoro, mas nunca teria coragem de usar.
— Deixa eu ver… Quando tirei, achei estranho, parecia mais um biquíni do que um sutiã, era tipo dois triângulos de tule transparente e tinha mais dois triângulos feitos de cordões ou fitas em volta, o efeito não nos animou muito, era meio esquisito, mas a garota revelou o segredo. Ficou uma maravilha na Ana, os dois peitos apareciam por baixo e os mamilos escuros se destacavam como faróis de trem, o bonito era que os cordões emolduravam os peitos como cordames de veleiro, abraçando as curvas e se ajustando a elas. Mas a garota quis ir além e soltou a parte de cima, a taça de tule caiu e o peito ficou só entre os cordões, foi como uma explosão de sensualidade, continuavam empinados mas presos e, o mais excitante, livres.
— Mmm, amei, e cê disse que não vende?
— Só vendi um pra uma amiga, ninguém tem coragem de usar, eu também não, claro, nem tive coragem de experimentar.
— Como assim? Se a Ana vestiu, você nem consegue provar!
— Acho que é bobeira, já que eu tô vendo ela em mim, por que você não anima e experimenta? Não tem como ficar ruim em você.
— Tenho muita vergonha, aff, eu com isso, meu namorado me mata.
— Vai, mulher, não deixa a gente curiosa, experimenta.
— Já ouviu a Ana, eu no seu lugar não pensaria duas vezes. Melhor ocasião que essa… e com plateia pra dar palpite.
- Mas a essa hora… se alguém aparecer…
- Bom, se viesse o chefe dela… claro.
- Não, se eu sou a dona, posso fazer igual de manhã quando vou ao banco: penduro um aviso na porta “VOLTO JÁ” e pronto.
- Perfeito, você é uma garota cheia de recursos.
Minha tia tirou o sutiã e, pra não deixar a moça sem graça, não vestiu o dela. A vendedora agradeceu com um sorriso, tirou a camisa e mostrou o sutiã que usava, mais clássico, mas muito bonito, de renda branca. Entre o tecido macio, as aréolas escuras apareciam. Enquanto minha tia desfiava o modelo novo, ela tirou o dela. Por um momento pareceu hesitar, segurando as duas taças sem se decidir a mostrar os peitos, mas no fim criou coragem e soltou as mãos. Os dois peitos apareceram. Ela tinha um bom tamanho e uns bicos bonitos, mas caíam bem mais que os da minha tia. Ana me olhou satisfeita — mesmo sendo bem mais velha que a moça, tinha uns peitos de dar inveja.
- Anda, João, ajusta as alças pra moça.
- Posso?
- Siiim, claro.
Ajustei primeiro por baixo do sutiã, depois puxei as alças. O peito subiu. Deixei onde gostava e, no espelho, a moça se olhava. Atrás dela, eu aparecia. Dava pra ver como ela tava feliz — não sei se por ter se atrevido a experimentar ou por se imaginar na frente do namorado com ele. Quando fiz o teste de soltar a renda, os peitos caíram um pouco.
- Acho que esse modelo não fica bem em mim, tenho os peitos meio caídos. Você sim tem eles altos.
- Nada disso, o segredo é a firmeza. Toca nos meus e você vai ver.
- Nossa, que diferença. Os seus são durinhos e os meus, do lado, parecem murchos.
- O segredo é o João. Ele deixa eles assim durinhos. É fácil, ele faz num instante.
- Sério?
- Sim, ele é um mestre. Eu não acreditava, mas aí está a prova.
Olhei incrédulo pra Ana. tava metendo uma bola que nem ela mesma acreditava, me animava a seguir o jogo, não podia recusar na frente de quatro peitos daqueles.
- Não exagera, Ana, e te falei pra ser discreta, por favor.
- Bom, Juan, cê não tá vendo como a mina tá apurada? Não daria uma exceção?
- Sei não, mas ela não vai gostar da ideia e, se o namorado dela descobrir…
- Bom, sei lá, meu namorado não tem por que saber. No máximo, ele é quem ia se aproveitar das minhas tetas.
- Isso sim, ele ia notar bem a diferença.
- E vai me custar caro?
- Relaxa, Juan não vai te cobrar nada, mas com uma condição: cê não pode contar isso pra ninguém, porque é um assunto meio delicado.
- Podem ficar tranquilos, onde eu fico?
- Onde quiser, onde se sentir mais à vontade.
- No fundo da loja tenho uma mesa onde coloco os preços nas roupas, serve lá?
- Siiim, pode servir.
- Preciso tirar a roupa?
- Não precisa, a gente vê depois, normalmente não é necessário. Enquanto minha tia ajudava ela a tirar o sutiã, eu estendi um pano largo sobre a mesa limpa, coloquei uma caixa pra ela subir e ela se deitou de barriga pra cima, os tubos fluorescentes iluminavam ela como num centro cirúrgico. Ana ficou do outro lado, ia acalmando ela, passando a mão nos braços e ombros, eu cuidava da barriga, aos poucos ia acariciando fazendo círculos na pele dela, cada vez mais perto do começo dos peitos e com os dedos roçava eles esperando a reação. A mina tava tranquila, minha tia sabia lidar com os clientes e naquele caso ela quase era um, quando Ana roçava as têmporas dela com a ponta dos dedos a mina relaxou de vez, percebi porque ela deixou os pés caírem pros lados, até um salto caiu. Meus dedos já faziam incursões entre os peitos subindo pelo canal, eles estavam macios e se espalhavam pelo peito, com as palmas eu ia juntando e amontoando eles fazendo crescer, sentia como se Os mamilos arrepiaram, a mina olhou pra Ana preocupada comigo, mas ela acalmou ela dizendo que era inevitável que acontecesse. Os peitos de Ana faziam sombra na cabeça da mina, ela admirava as duas tetas que tinha sobre os olhos e as invejava, talvez por isso não falou nada quando passei a língua rodeando as aréolas até chegar nos mamilos. Os peitos estavam moles, mas os mamilos não, sobressaíam como cerejas no bolo, a pele ficou arrepiada, ela sentiu porque mexia as pernas roçando uma na outra, eu amontoava cada peito e lambia o mamilo sugando ele pra dentro da boca. Minha tia balançava os peitos como se quisesse hipnotizar a mina, mas nem precisava, ela via os mamilos durinhos de Ana e já imaginava os dela sem ver, sentia eles duros a ponto de quase doer. Tava muito à vontade em cima da mesa, colocou os braços debaixo da cabeça e encolheu as pernas, a saia justa que usava não deixava ela ficar confortável, mas eu fiquei esperto e fui subindo ela enquanto abria as pernas. Não tinha reparado ainda, mas no tato senti, ela usava meia, fina, de verão, e terminava nuns elásticos largos que apertavam as coxas, quando passei a mão na cinta que apertava notei que marcava a pele e, fazendo uma dobrinha, fui descendo elas enroladas até os joelhos. A pele branquíssima se destacava sob a luz dos tubos, os peitos marcavam as veias azuis ao redor dos mamilos, continuei lambendo os peitos dela enquanto passava a mão pelos joelhos pra cima, ela entre pequenos espasmos involuntários ia abrindo as pernas. Ana passava as mãos por debaixo dos braços e das axilas até o começo dos peitos nas laterais, chegando até a cintura, ao se inclinar sobre ela os mamilos roçavam o rosto dela, às vezes cobriam ela por completo, deixando o nariz e a boca aparecendo entre os dois peitos pendurados. A mina não via e nem precisava, só sentia prazer, quando minha tia me substituiu nos peitos ela sentiu a diferença no toque, mas as de uma mulher são tão delicadas que até gostou mais. Ana sabia onde ela mais gostava de ser acariciada e fez o mesmo com a garota deitada. Minha mão continuava passando de uma coxa para a outra, conforme subia o espaço diminuía, logicamente, até que não senti mais carne. A renda da calcinha branca me avisou que tinha chegado ao destino, mas continuei até onde a saia amassada na cintura permitiu. Cheguei até o umbigo e passei a língua; quando a saliva esfriava, deixava um rastro de pele arrepiada. Quando cheguei no elástico da calcinha, ela já levantava o quadril me procurando. Os dedos iam de uma virilha a outra por baixo da calcinha, sentia o triângulo mal depilado, entre os dedos sentia o vapor que subia dos lábios entreabertos. Ela dobrou as pernas, juntando pé com pé, fui descendo a calcinha enrolando como se fosse meia, consegui descobrir até o começo dos lábios. Debaixo da bunda, o tecido enrolado incomodava, e ela levantou o quadril para que eu tirasse; deixei pendurada num tornozelo. Ana pegava cada peito com as duas mãos e apertava como se fosse uma colina, cujo pico era o mamilo. Embora tivesse vontade de chupar, não se atrevia; foi a garota quem tirou a dúvida. Quando sentiu os mamilos ficarem molhados, olhou para eles: a boca que antes aparecia e sumia entre os dois peitos agora engolia um mamilo até fazer a auréola desaparecer. A mão da garota amassava e esticava para poder chupar mais. A outra mão dela estava largada ao lado da mesa; quando tirei a pica, rocei nela e imediatamente ela agarrou. Suavemente, descobriu a pele e percorreu todo o comprimento até o final, os dedos apertavam ao passar pela cabeça, deixando mais dura a cada passada. Ela abriu as pernas a 90°, como um convite, uma perna de cada lado da mesa. Subi na caixa que servia de degrau e puxei ela para mim. Ofuscado entre as pernas da garota, não tinha percebido que Ana ela tinha tirado o que restava de roupa, tinha me imitado pegando uma caixa de degrau e estava subindo na mesa, se adiantou com uma agilidade prodigiosa ao sentar na cara da balconista, com as pernas nos lados dela continuava esticando e esfregando os mamilos, já estavam duros e vermelhos mas os da minha tia também tinham recebido um tratamento parecido. Com as pernas sobre meus ombros, as meias enroladas nos joelhos e a calcinha pendurada num tornozelo, apontei a pica entre os lábios molhados dela, tinha a buceta fechada, o clitóris espiando curioso, mas quando peguei os tornozelos dela e separei foi como um livro aberto. Embaixo da minha tia se ouvia o chape-chape da língua da garota na buceta aberta, ela percorria desde o púbis até o cu, Ana fechava os olhos concentrada nas sensações dela, eu não aguentei mais e apoiei a cabecinha entre os lábios menores, esperava algum tipo de rejeição, mas ela abriu as pernas em V sobre o corpo dela e me deixei cair, entrou tudo de uma vez sem nenhuma etapa, afundou até o fundo e acho que soube a pouco porque ela levantava a bunda como querendo que eu metesse mais carne, as mãos dela procuravam os peitos de Ana e os encontrou sobre ela, foi uma corrida frenética pra ver quem gozava primeiro, minha tia queria ganhar, tinha todas as vantagens, tavam comendo a buceta dela, tavam apalpando os peitos dela e eu beijava ela quando me aproximava, a garota tinha a buceta de Ana à disposição total enquanto amassava os peitos dela eu tava penetrando até o colo do útero, eu não reclamava, tinha a visão privilegiada de ver como só aparecia o queixo entre os lábios da buceta de Ana e as mãos da garota esticando os mamilos da minha tia ao mesmo tempo, enquanto minha pica afundava repetidas vezes entre os lábios abertos da garota estalando as bolas a cada empurrão contra as nádegas dela. Ana ganhou, por muito pouco mas ganhou, a garota ao sentir a enxurrada de sucos que enchiam a cara e a boca dela sentiu como uma faísca percorrendo as costas dela e explodindo no buceta, ela contraiu os músculos vaginais ordenhando meu pau que estourou dentro dela, não me ocorreu perguntar onde ela preferia que eu gozasse, mas ela também não conseguiria responder com a boca cheia. A mesa balançava e as caixas se afastaram, quando conseguimos, Ana e eu pulamos no chão, a garota demorou um pouco mais, quando levantou, na mesa estavam as marcas da batalha, manchas de suor, porra e fluidos vaginais das duas marcavam a toalha em rodelas. Nos vestimos e saímos para a loja, na mão eu levava os dois sutiãs, na porta um cara esperava. A vendedora correu para abrir pra ele, o cara com cara de preocupação perguntou o que tinha acontecido, ela respondeu que minha tia tinha tido um desmaio e que a gente tinha atendido ela nos fundos, de certo modo era verdade, nos apresentou. - Senhora, esse é meu namorado Fermín. - Ah! Muito prazer Fermín, eu me chamo Ana e estou com o Juan, tenho que te parabenizar porque sua namorada é muito atenciosa e carinhosa, bom, você já deve saber melhor do que eu, claro. - Com certeza, Fernanda é especial. - Então vai levar algum modelito? - Claro, vou levar os dois. Ele pagou com cartão, insisti em pagar eu, pelo menos o da Emi, mas ele só deixou eu pagar a metade. - Agora vamos comer e você me convida, tudo bem? - Adoro a ideia, Ana. Ainda fomos ver vitrines um pouco, quando escureceu voltamos pra casa. Continua. Agradeço se comentarem o relato. Valeu.
Quando voltei, Ana me esperava na sala.
— Juan, você tá muito largado com a Emi, dá pra perceber. Quando ela te viu, os olhos dela brilharam. Devia visitar ela mais vezes.
— Eu sei, Ana, mas às vezes sinto que posso ser um pé no saco se visitar sem motivo. Também sinto falta dela.
— Então agora tem a chance de visitar ela, a desculpa perfeita. Descobri que o aniversário dela é sábado que vem.
— Sábado? E ela não tinha falado nada?
— E não ia falar mesmo. Mulher não gosta de fazer aniversário.
— Bom, vocês duas tão no auge, são duas MILF impressionantes.
— Mmm, o que é isso de milf? Não sei o que significa.
— Bom, acho que é como chamam as mães que são desejadas pra foder.
— Olha só, então você sabe inglês, e diz que eu sou desejada pra ser fodida, mmm.
— Ainda não sei inglês, mas vi na internet. E com certeza você é uma mãe foda, pode crer.
— Mas a Emi não é mãe.
— Bom, isso dá pra resolver, hahaha.
— Hahaha, você é terrível, Juan. mas não vou contar pra ela, quem sabe ela se anima e te faz de pai. - Isso eu não ia gostar, mas adoro tentar, hahaha. - Disso eu tenho certeza e eu também, hahaha. - Falando de outra coisa, queria dar um presente pra ela, pode me dar uma ideia? - A Emi qualquer coisa que você der já vai fazer ela feliz. - Mas eu queria dar algo especial, que ela curtisse. - Bom, a gente gosta de tudo que nos faz sentir mais gostosas e desejadas, te confesso, mas você tem um leque grande: perfumes, brincos, pulseiras, algum detalhe bonito, sei lá. - Queria algo que ela usasse e que lembrasse de mim. - Tem roupa muito bonita, sapato, bolsa, luvas e cachecol são de época, talvez você goste de algo assim. - E… o que acha de lingerie? Mesmo sendo algo bem pessoal. - Se fosse lingerie normal, eu diria que não, mas se você caprichar e escolher algo especial, com certeza ela vai gostar. - Queria que ela se sentisse gostosa por dentro e sentisse meu toque o tempo todo. - Pode dar um vibrador igual ao meu, hahaha. - Pra isso já tenho meu pau. - E posso jurar que é maravilhoso, sim senhor. - Mas não sei o tamanho que ela usa, é complicado e não posso ir na loja de mãos abanando com o tamanho dos peitos da Emi, hahaha. - Nisso posso ajudar, usamos o mesmo tamanho, olha a etiqueta do lado do fecho. Ana virou de costas quando levantou a blusa por trás, não conseguiu levantar o suficiente pra eu ver o contorno do sutiã dela e ajudei a levantar, ficava preso debaixo dos peitos. - Espera, João, que a blusa não dá pra mais. - É que não tô alcançando a etiqueta. - Melhor eu tirar, espera. Por cima da cabeça ela tirou a blusa, o sutiã azul que ela usava tinha um contorno bem largo de renda, a etiqueta sumia grudada na pele dela. - Tá achando a etiqueta aí? - Sim, Ana, mas Ela tá escondida e não dá pra ver direito.
— Peraí, assim não dá pra ver nada, solta o fecho. Com dois dedos eu soltei e se abriu em dois, a Ana mal teve tempo de segurar os peitos pra não pularem soltos. Já dava pra ver a etiqueta, mesmo com dificuldade.
— É isso, 100 D?
— Sim, esse é o tamanho, bom, nós duas temos o mesmo peito, mas o meu é um pouco caído.
— Acho que não, você tem uns peitos lindos.
— Obrigada, Juan, mas temos que aceitar a realidade, eu amamentei suas primas e isso deixa marcas, põe a mão aqui e você vai ver. Ela segurou os peitos com as mãos e quando eu coloquei as minhas por baixo, ela deixou cair, senti o peso e, mesmo não querendo admitir, ela tinha razão, tinha uns dois dedos de dobra por baixo, mas os bicos ainda apontavam pra cima. Dificilmente iam se igualar aos da Emi, na minha experiência eu já tinha pesado vários, mas como os da aeromoça loira… De qualquer forma, considerei a idade da Emi e já a via como uma coroa, tinha a sensatez e a firmeza de uma mulher feita, minhas primas com certeza ganhavam em viço e firmeza, mas eu sabia que quando aqueles bicos da Emi apareciam, nada mais parava.
— Tô tendo uma ideia, Ana, cê acha que a Emi ia gostar de um sutiã que segurasse os peitos dela lá em cima? Falei isso fazendo a demonstração com os próprios peitos dela, de baixo eu levantei até o nível de onde nascem, tudo subiu com minhas mãos e por cima apareceu um volume que, imaginando num decote generoso, ia roubar a atenção de todo mundo, eu direcionei pra todos os lados, juntando pra fazer um canal mais ou menos fundo, até separar de cada lado, minha tia olhava o efeito no vidro do móvel da cristaleira, virava de perfil ou de frente, até se abaixava pra sentir o efeito.
— Sabe de uma coisa? Você me deu uma ideia, talvez meus peitos não sejam tão iguais aos da Emi, ela tem os mais altos, mas um sutiã como você falou não me faria mal.
— Pois fico feliz. que você tenha gostado da ideia, eu queria algo assim pra Emi, ela ia usar igual você. Não achei que fosse tão fácil convencer a Ana, no dia seguinte fomos pro centro procurar algum modelo que ela gostasse. No começo, por inércia, entramos nuns grandes armazéns, tinha uma prateleira cheia de modelos, minha tia mandou eu perguntar pra vendedora. Na real, eu não tinha visto nenhum, mas tinha uma ideia e achava que muita gente usaria se visse exposto numa vitrine. A vendedora demorou pra entender o que eu queria, acho que em parte porque me via do lado da minha tia, uma mulher muito gostosa que mesmo sem se vestir provocante chamava atenção, não sei o que ela imaginava, mas tava pouco me fodendo, se eu tivesse contado a verdade ela ia se espantar ainda mais. Parecia que a gente não falava a mesma língua, até que peguei um sutiã que uma senhora tava olhando e dobrei a taça pra dentro, deixando na metade ou menos, coloquei na minha tia debaixo dos peitos dela e aí a ficha caiu. A senhora que tava sendo atendida adorou e quis um pra ela também, tinha quase cinquenta anos, mas com pouco peito, imagino que se fosse um pouco caído era uma boa solução. Infelizmente, ela disse que não tinha nenhum modelo parecido, todos eram mais ou menos sexy mas normais, nos aconselhou a ir numa loja especializada. Quando a gente tava saindo do balcão, a senhora nos alcançou e recomendou uma loja que conhecia, ao mesmo tempo que deixou o telefone dela, caso a gente encontrasse, pra avisar e ela comprar outro. A loja não era longe, mas não era fácil de achar, tava espremida entre as grandes marcas e mal dava pra respirar, na vitrine estreita uma pequena amostra dos modelos mais sexy. Ao entrar, uma sensação de aperto nos bateu, mas com o sorriso que a moça nos deu, tudo se dissipou, atrás dela uma estante de madeira antiga cheia de caixas, repeti a explicação de novo, a vendedora nos trouxe duas modelos muito sexy, mas não era o que eu tinha em mente, tive que fazer a mesma operação, dobrei o que tinha tirado da sacada e deixei no mínimo, coloquei na minha tia debaixo dos peitos e como estávamos sozinhos, subi pra cima pra ela ver o efeito de uns peitos como aos dezoito anos. - Ah! Entendo, esse modelo é especial pra pessoas de mente livre, já vou pegar no estoque. - Se tiver outros modelos, traz também, por favor. A moça saiu com um sorriso mais safado, também via eu e a Ana do lado, um garoto quase sem barba ao lado de uma tigresa, mas tinha pegado minha ideia, dava pra ver a experiência dos anos, tinha acertado no tamanho e até nas cores que minha tia gostava, eu com o sutiã original coloquei de novo na Ana, ela se olhou no espelho e amou. - Se quiserem, podem ir pro provador e ver como fica vestido. - Obrigado, adoraria me ver, nunca tinha visto esses modelos. - Então experimenta esses outros e com certeza vai amar também. Ela nos acompanhou até o provador, na verdade eram três painéis com uma cortina e um espelho no estoque, a loja não dava pra mais. Deixamos a bolsa da Ana no cabide e rapidinho ela tirou a camisa de seda que tava usando, por baixo usava um modelo sem alças pré-moldado que segurava bem sem mexer quando ela andava, quando soltei, ela suspirou de alívio e os peitos caíram um pouco sobre a barriga. Ela abotoou na frente e virou até o fecho ficar atrás, na verdade só dava pra notar o bojo e um pouco mais, ela pediu pra eu colocar no lugar e repeti a mesma operação já ensaiada, passei por baixo dos peitos e coloquei as alças, ajustei e milagre, os peitos estavam à mostra, só segurados por baixo, os bicos ficaram mais salientes e quase desde o pescoço começavam a crescer, ela ficou se olhando de todos os ângulos dando gritinhos, se empolgou e me ofereceu de prêmio os dois peitos juntos pra eu Beijou. Quando dei um beijinho em cada mamilo, a cortina se abriu e a vendedora colocou a cabeça pra fora.
— Tá bom pra você, gostou? oooh, desculpa.
— Relaxa, tava estreando, ele é um amante de lingerie fina.
— Tô vendo, percebi que sabe o que quer e o que gosta, mas espera aí, lembrei de um modelo que eu amo mas quase ninguém compra.
— Bom, já que tô aqui, vou experimentar. A garota sumiu e logo voltou a colocar a cabeça pra fora depois de bater com os nós dos dedos na porta do provador.
— Olha que gracinha, pedi porque adoro, mas nunca teria coragem de usar.
— Deixa eu ver… Quando tirei, achei estranho, parecia mais um biquíni do que um sutiã, era tipo dois triângulos de tule transparente e tinha mais dois triângulos feitos de cordões ou fitas em volta, o efeito não nos animou muito, era meio esquisito, mas a garota revelou o segredo. Ficou uma maravilha na Ana, os dois peitos apareciam por baixo e os mamilos escuros se destacavam como faróis de trem, o bonito era que os cordões emolduravam os peitos como cordames de veleiro, abraçando as curvas e se ajustando a elas. Mas a garota quis ir além e soltou a parte de cima, a taça de tule caiu e o peito ficou só entre os cordões, foi como uma explosão de sensualidade, continuavam empinados mas presos e, o mais excitante, livres.
— Mmm, amei, e cê disse que não vende?
— Só vendi um pra uma amiga, ninguém tem coragem de usar, eu também não, claro, nem tive coragem de experimentar.
— Como assim? Se a Ana vestiu, você nem consegue provar!
— Acho que é bobeira, já que eu tô vendo ela em mim, por que você não anima e experimenta? Não tem como ficar ruim em você.
— Tenho muita vergonha, aff, eu com isso, meu namorado me mata.
— Vai, mulher, não deixa a gente curiosa, experimenta.
— Já ouviu a Ana, eu no seu lugar não pensaria duas vezes. Melhor ocasião que essa… e com plateia pra dar palpite.
- Mas a essa hora… se alguém aparecer…
- Bom, se viesse o chefe dela… claro.
- Não, se eu sou a dona, posso fazer igual de manhã quando vou ao banco: penduro um aviso na porta “VOLTO JÁ” e pronto.
- Perfeito, você é uma garota cheia de recursos.
Minha tia tirou o sutiã e, pra não deixar a moça sem graça, não vestiu o dela. A vendedora agradeceu com um sorriso, tirou a camisa e mostrou o sutiã que usava, mais clássico, mas muito bonito, de renda branca. Entre o tecido macio, as aréolas escuras apareciam. Enquanto minha tia desfiava o modelo novo, ela tirou o dela. Por um momento pareceu hesitar, segurando as duas taças sem se decidir a mostrar os peitos, mas no fim criou coragem e soltou as mãos. Os dois peitos apareceram. Ela tinha um bom tamanho e uns bicos bonitos, mas caíam bem mais que os da minha tia. Ana me olhou satisfeita — mesmo sendo bem mais velha que a moça, tinha uns peitos de dar inveja.
- Anda, João, ajusta as alças pra moça.
- Posso?
- Siiim, claro.
Ajustei primeiro por baixo do sutiã, depois puxei as alças. O peito subiu. Deixei onde gostava e, no espelho, a moça se olhava. Atrás dela, eu aparecia. Dava pra ver como ela tava feliz — não sei se por ter se atrevido a experimentar ou por se imaginar na frente do namorado com ele. Quando fiz o teste de soltar a renda, os peitos caíram um pouco.
- Acho que esse modelo não fica bem em mim, tenho os peitos meio caídos. Você sim tem eles altos.
- Nada disso, o segredo é a firmeza. Toca nos meus e você vai ver.
- Nossa, que diferença. Os seus são durinhos e os meus, do lado, parecem murchos.
- O segredo é o João. Ele deixa eles assim durinhos. É fácil, ele faz num instante.
- Sério?
- Sim, ele é um mestre. Eu não acreditava, mas aí está a prova.
Olhei incrédulo pra Ana. tava metendo uma bola que nem ela mesma acreditava, me animava a seguir o jogo, não podia recusar na frente de quatro peitos daqueles.
- Não exagera, Ana, e te falei pra ser discreta, por favor.
- Bom, Juan, cê não tá vendo como a mina tá apurada? Não daria uma exceção?
- Sei não, mas ela não vai gostar da ideia e, se o namorado dela descobrir…
- Bom, sei lá, meu namorado não tem por que saber. No máximo, ele é quem ia se aproveitar das minhas tetas.
- Isso sim, ele ia notar bem a diferença.
- E vai me custar caro?
- Relaxa, Juan não vai te cobrar nada, mas com uma condição: cê não pode contar isso pra ninguém, porque é um assunto meio delicado.
- Podem ficar tranquilos, onde eu fico?
- Onde quiser, onde se sentir mais à vontade.
- No fundo da loja tenho uma mesa onde coloco os preços nas roupas, serve lá?
- Siiim, pode servir.
- Preciso tirar a roupa?
- Não precisa, a gente vê depois, normalmente não é necessário. Enquanto minha tia ajudava ela a tirar o sutiã, eu estendi um pano largo sobre a mesa limpa, coloquei uma caixa pra ela subir e ela se deitou de barriga pra cima, os tubos fluorescentes iluminavam ela como num centro cirúrgico. Ana ficou do outro lado, ia acalmando ela, passando a mão nos braços e ombros, eu cuidava da barriga, aos poucos ia acariciando fazendo círculos na pele dela, cada vez mais perto do começo dos peitos e com os dedos roçava eles esperando a reação. A mina tava tranquila, minha tia sabia lidar com os clientes e naquele caso ela quase era um, quando Ana roçava as têmporas dela com a ponta dos dedos a mina relaxou de vez, percebi porque ela deixou os pés caírem pros lados, até um salto caiu. Meus dedos já faziam incursões entre os peitos subindo pelo canal, eles estavam macios e se espalhavam pelo peito, com as palmas eu ia juntando e amontoando eles fazendo crescer, sentia como se Os mamilos arrepiaram, a mina olhou pra Ana preocupada comigo, mas ela acalmou ela dizendo que era inevitável que acontecesse. Os peitos de Ana faziam sombra na cabeça da mina, ela admirava as duas tetas que tinha sobre os olhos e as invejava, talvez por isso não falou nada quando passei a língua rodeando as aréolas até chegar nos mamilos. Os peitos estavam moles, mas os mamilos não, sobressaíam como cerejas no bolo, a pele ficou arrepiada, ela sentiu porque mexia as pernas roçando uma na outra, eu amontoava cada peito e lambia o mamilo sugando ele pra dentro da boca. Minha tia balançava os peitos como se quisesse hipnotizar a mina, mas nem precisava, ela via os mamilos durinhos de Ana e já imaginava os dela sem ver, sentia eles duros a ponto de quase doer. Tava muito à vontade em cima da mesa, colocou os braços debaixo da cabeça e encolheu as pernas, a saia justa que usava não deixava ela ficar confortável, mas eu fiquei esperto e fui subindo ela enquanto abria as pernas. Não tinha reparado ainda, mas no tato senti, ela usava meia, fina, de verão, e terminava nuns elásticos largos que apertavam as coxas, quando passei a mão na cinta que apertava notei que marcava a pele e, fazendo uma dobrinha, fui descendo elas enroladas até os joelhos. A pele branquíssima se destacava sob a luz dos tubos, os peitos marcavam as veias azuis ao redor dos mamilos, continuei lambendo os peitos dela enquanto passava a mão pelos joelhos pra cima, ela entre pequenos espasmos involuntários ia abrindo as pernas. Ana passava as mãos por debaixo dos braços e das axilas até o começo dos peitos nas laterais, chegando até a cintura, ao se inclinar sobre ela os mamilos roçavam o rosto dela, às vezes cobriam ela por completo, deixando o nariz e a boca aparecendo entre os dois peitos pendurados. A mina não via e nem precisava, só sentia prazer, quando minha tia me substituiu nos peitos ela sentiu a diferença no toque, mas as de uma mulher são tão delicadas que até gostou mais. Ana sabia onde ela mais gostava de ser acariciada e fez o mesmo com a garota deitada. Minha mão continuava passando de uma coxa para a outra, conforme subia o espaço diminuía, logicamente, até que não senti mais carne. A renda da calcinha branca me avisou que tinha chegado ao destino, mas continuei até onde a saia amassada na cintura permitiu. Cheguei até o umbigo e passei a língua; quando a saliva esfriava, deixava um rastro de pele arrepiada. Quando cheguei no elástico da calcinha, ela já levantava o quadril me procurando. Os dedos iam de uma virilha a outra por baixo da calcinha, sentia o triângulo mal depilado, entre os dedos sentia o vapor que subia dos lábios entreabertos. Ela dobrou as pernas, juntando pé com pé, fui descendo a calcinha enrolando como se fosse meia, consegui descobrir até o começo dos lábios. Debaixo da bunda, o tecido enrolado incomodava, e ela levantou o quadril para que eu tirasse; deixei pendurada num tornozelo. Ana pegava cada peito com as duas mãos e apertava como se fosse uma colina, cujo pico era o mamilo. Embora tivesse vontade de chupar, não se atrevia; foi a garota quem tirou a dúvida. Quando sentiu os mamilos ficarem molhados, olhou para eles: a boca que antes aparecia e sumia entre os dois peitos agora engolia um mamilo até fazer a auréola desaparecer. A mão da garota amassava e esticava para poder chupar mais. A outra mão dela estava largada ao lado da mesa; quando tirei a pica, rocei nela e imediatamente ela agarrou. Suavemente, descobriu a pele e percorreu todo o comprimento até o final, os dedos apertavam ao passar pela cabeça, deixando mais dura a cada passada. Ela abriu as pernas a 90°, como um convite, uma perna de cada lado da mesa. Subi na caixa que servia de degrau e puxei ela para mim. Ofuscado entre as pernas da garota, não tinha percebido que Ana ela tinha tirado o que restava de roupa, tinha me imitado pegando uma caixa de degrau e estava subindo na mesa, se adiantou com uma agilidade prodigiosa ao sentar na cara da balconista, com as pernas nos lados dela continuava esticando e esfregando os mamilos, já estavam duros e vermelhos mas os da minha tia também tinham recebido um tratamento parecido. Com as pernas sobre meus ombros, as meias enroladas nos joelhos e a calcinha pendurada num tornozelo, apontei a pica entre os lábios molhados dela, tinha a buceta fechada, o clitóris espiando curioso, mas quando peguei os tornozelos dela e separei foi como um livro aberto. Embaixo da minha tia se ouvia o chape-chape da língua da garota na buceta aberta, ela percorria desde o púbis até o cu, Ana fechava os olhos concentrada nas sensações dela, eu não aguentei mais e apoiei a cabecinha entre os lábios menores, esperava algum tipo de rejeição, mas ela abriu as pernas em V sobre o corpo dela e me deixei cair, entrou tudo de uma vez sem nenhuma etapa, afundou até o fundo e acho que soube a pouco porque ela levantava a bunda como querendo que eu metesse mais carne, as mãos dela procuravam os peitos de Ana e os encontrou sobre ela, foi uma corrida frenética pra ver quem gozava primeiro, minha tia queria ganhar, tinha todas as vantagens, tavam comendo a buceta dela, tavam apalpando os peitos dela e eu beijava ela quando me aproximava, a garota tinha a buceta de Ana à disposição total enquanto amassava os peitos dela eu tava penetrando até o colo do útero, eu não reclamava, tinha a visão privilegiada de ver como só aparecia o queixo entre os lábios da buceta de Ana e as mãos da garota esticando os mamilos da minha tia ao mesmo tempo, enquanto minha pica afundava repetidas vezes entre os lábios abertos da garota estalando as bolas a cada empurrão contra as nádegas dela. Ana ganhou, por muito pouco mas ganhou, a garota ao sentir a enxurrada de sucos que enchiam a cara e a boca dela sentiu como uma faísca percorrendo as costas dela e explodindo no buceta, ela contraiu os músculos vaginais ordenhando meu pau que estourou dentro dela, não me ocorreu perguntar onde ela preferia que eu gozasse, mas ela também não conseguiria responder com a boca cheia. A mesa balançava e as caixas se afastaram, quando conseguimos, Ana e eu pulamos no chão, a garota demorou um pouco mais, quando levantou, na mesa estavam as marcas da batalha, manchas de suor, porra e fluidos vaginais das duas marcavam a toalha em rodelas. Nos vestimos e saímos para a loja, na mão eu levava os dois sutiãs, na porta um cara esperava. A vendedora correu para abrir pra ele, o cara com cara de preocupação perguntou o que tinha acontecido, ela respondeu que minha tia tinha tido um desmaio e que a gente tinha atendido ela nos fundos, de certo modo era verdade, nos apresentou. - Senhora, esse é meu namorado Fermín. - Ah! Muito prazer Fermín, eu me chamo Ana e estou com o Juan, tenho que te parabenizar porque sua namorada é muito atenciosa e carinhosa, bom, você já deve saber melhor do que eu, claro. - Com certeza, Fernanda é especial. - Então vai levar algum modelito? - Claro, vou levar os dois. Ele pagou com cartão, insisti em pagar eu, pelo menos o da Emi, mas ele só deixou eu pagar a metade. - Agora vamos comer e você me convida, tudo bem? - Adoro a ideia, Ana. Ainda fomos ver vitrines um pouco, quando escureceu voltamos pra casa. Continua. Agradeço se comentarem o relato. Valeu.
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