Brincando com a Srta. Steele

Olá, pessoal, quero começar a contar minha história, mas vou começar pelo fim, que é por onde não deveria. Essa história foi a última que me marcou e que, por alguns motivos, terminou antes do tempo. Ela (a Srta. Steele, como gostava de ser chamada) apareceu na minha vida através da amiga dela (a Srta. Flower, que é outra história gostosa da minha vida, mas com outros sentimentos envolvidos). Voltando à história principal, como eu disse, a Srta. Steele apareceu na minha vida por meio da Srta. Flower, que me falava dela sem eu ainda conhecê-la. Ela sempre me contava o quanto a amiga era liberal, que a amiga estava disposta a aceitar coisas que ela não aceitava, e foi aí que o bichinho me picou, embora eu não tenha dado muita importância, porque achava que não conseguiria contatá-la. A primeira vez que a vi foi numa noite de bebedeira entre amigos e conhecidos. Ela estava muito gostosa, apesar da cara de cu característica dela, hehe. A gente se cumprimentou, curtimos a noite e não passou disso ali, mas depois, graças às redes sociais, entrei em contato com ela com a desculpa de falar sobre a amiga dela, a Srta. Flower. E, embora a Steele estivesse namorando, eu sabia que dava pra conseguir alguma coisa, ou pelo menos intuía. Quando ela terminou o namoro, as conversas ficaram de duplo sentido, e foi aí que eu me transformei de vez no Sr. Grey e ela na Srta. Steele, porque ela confessou que queria ser submissa. Começamos com um jogo de fotos, sempre ela mostrando mais do que eu. Com o tempo, comecei a pedir mais e mais coisas e a dominar ela ainda mais. Fiz ela se tocar pra mim várias vezes, em vídeos pessoais que ainda guardo e em videochamadas que ainda lembro! Meus pedidos começaram a subir de tom. Primeiro, pedi pra ela vestir a tanga mais minúscula que tivesse pra ir trabalhar, além de ir sem sutiã pra deixar à mostra aqueles peitões lindos que ela tem. E ela fez, a putinha. Não satisfeito, pedi fotos no trabalho e ela obedeceu, me mostrou o fio dental que usou pra ir. Trabalhar e aqueles peitos que me deixavam tão louco. Depois, conhecendo já o vício dela por brinquedos, uma noite pedi pra ela, depois de se tocar, que colocasse o consolador bem fundo dentro dela e amarrasse as pernas pra dormir a noite inteira sem se mexer. Ela obedeceu e, assim que acordou, tirou fotos pra mim, mostrando como aquela situação deixou ela cheia daquela porra de mulher que eu, particularmente, amo! Tava chegando a hora de nos vermos pessoalmente, tantos preparativos, tanta tesão que a gente já não aguentava mais. Na noite antes do encontro, pedi pra ela pegar as bolas chinesas com que tanto brincava e colocá-las pra ir trabalhar, pra ficarem dentro dela o dia inteiro até eu vê-la. Pedi que me mostrasse no trabalho que realmente tava com elas, mas por alguns problemas não deu certo, e eu não sabia se acreditava que ela tinha feito. Mas, por sorte, sim! Eu fui esperar ela na saída do metrô, na volta do trabalho, sem parar de provocar ela durante toda a viagem. Finalmente íamos realizar nosso encontro sexual. Quando vi ela chegar, meu pau subiu na hora, sabendo que tudo que a gente fantasiou ia se realizar. A gente se cumprimentou normal e fomos pro apartamento dela, mas antes passamos pra comprar umas cervejas e mais umas coisas. Ia ser uma tarde longa. Assim que chegamos no prédio e entramos no elevador — porque ela mora no quarto andar —, beijei ela e coloquei minha mão dentro da calça dela, enfiando por baixo da calcinha fio dental pra verificar se as bolas estavam onde deviam. E estavam, super molhadas, sem deixar espaço pra mais nada. Fomos pro apartamento dela e, depois de jogar tudo em cima da mesa, segurei ela com força, apoiei ela na mesa e abaixei a calça dela pra meter meu pau dentro da buceta dela e me acomodar junto com aquelas bolas chinesas que ainda estavam por lá. Óbvio que não consegui enfiar tudo dentro, mas aquela sensação de que nada mais importava deixou a gente com muito mais tesão. Só soltei ela pra gente poder se despir. ambos e subir pro quarto dela pra brincar muito mais. Subimos e deixamos nosso instinto animal solto, nos beijamos com luxúria, finalmente pude aproveitar seus lindos e enormes peitos, com aqueles mamilos tão grandes que não parei de percorrer com minha boca, com minha língua, mordi, apertei e saboreei cada cantinho, dava pra sentir como a pele dela tava arrepiada, os gemidos de prazer dela me deixaram duro, entrei dentro dela sem dificuldade, ela tava tão molhada que meu pau deslizou até o fundo junto com o grito mais intenso dela, o que veio depois foi um sexo bruto, poderia dizer que sem nenhum sentimento por ela, só prazer, vontade de destruir ela por dentro porque sabia que era isso que ela queria, era isso que ela esperava, foram vários minutos, não sei quantos mas muitos, nos quais ela se dedicou a me fazer gozar uma vez atrás da outra, descobri que ela era realmente multiorgásmica como já tinha me contado, assim que senti que já tinha dado tudo que a gente tinha combinado, decidi gozar nela, mas não de qualquer jeito, queria que ela se sentisse submissa de novo e subi em cima, sentei na altura dos peitos dela por cima dos braços pra ela não conseguir mexer, forcei ela a chupar meu pau cheio dos sucos dela, a chupar minhas bolas que estavam prestes a explodir, sacudia a cabeça dela puxando pelos cabelos até gozar na cara dela, enchi a cara dela de porra sem deixar ela respirar, depois de brincar um pouco em cima dela, soltei ela e ela ficou brincando com minha porra, saboreando com vontade igual uma puta qualquer! Depois de recuperar as energias e bater um papo sobre a vida, o índio acordou de novo, ou melhor, eu o cacique e ela a puta que existe dentro dela, dessa vez era a vez da bunda dela, preparei ela, coloquei de quatro, chupei o cuzinho dela e comecei a comer a buceta dela enquanto preparava o cuzinho apertado com meus dedos, primeiro um, depois o segundo e por último o terceiro, não foi difícil dilatar ela, dava pra ver que aquela bunda já era experiente e não me surpreendia; depois de dilatada, meti com força e sem parar, não me importava com nada e ela também não, o prédio inteiro ficou sabendo que eu tava arrombando a bunda dela, como ela gritava e como aquilo me excitava, ouvir ela e ver os peitos dela balançando no ritmo das minhas estocadas era lindo, um prazer total, comi ela como ela merecia, bati na bunda dela e enforquei com minha mão porque era necessário fazer ela se sentir assim, submissa, ela merecia, por algo eu mandava ela me chamar de Sr. Steele, essa foda não durou tanto quanto a anterior, não saberia dizer se foi melhor, porque a anterior foi o começo da história, mas essa não ficou atrás, foi brutal e enchi ela de porra como ela merecia, tanto que ela teve que levantar e ir ao banheiro, acho que pra ver como tinha ficado a raba dela, rs. Mais cervejas vieram, mais conversas também e de novo o tesão, dessa vez decidi colocar ela de barriga pra cima e deixar a cabeça dela pendurada na borda da cama e enfiar meu pau ainda meio mole na boca dela, queria que ele crescesse dentro e poder foder a garganta dela, aos poucos tentamos enfiar tudo, não me importava muito se ela engasgava ou não, ela tentou vomitar várias vezes e eu impedi, mas mesmo assim não consegui enfiar tudo e bater as bolas na testa dela. Isso realmente me irritou pra caralho e, embora não tenha dito nada, depois veio a vingança, joguei ela no meio da cama e mandei ela montar em mim, e foi aí que, enquanto ela cavalgava, peguei o celular dela pra filmar, obriguei ela a tirar a senha e filmei, primeiro cavalgando e depois chupando com vontade meu pau cheio dos sucos dela, não satisfeito com isso, obriguei ela a mandar o vídeo pra alguém dos contatos dela como castigo, ela escolheu a irmã depois de hesitar muito, e foi depois disso que dei o prêmio dela, toda a porra que ainda tinha guardado pra ela! Descansamos e saí do apê dela, não sem antes dar a última foda, a mais calma, mas com a qual marquei que ela nunca ia se esquecer de mim, 4 gozadas com um quase desconhecido que fodeu ela. virar a putinha mais submissa que já conheci, reconheço que pra mim também tá foda esquecer ela e espero ter mais histórias pra contar pra vocês, tudo vai depender da Srta. Steele...

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