Hoje vou contar pra vocês sobre o José, o motorista de aplicativo. José é o melhor amigo do meu pai, conheço ele desde tipo, sei lá, uns 14 anos. O cara costumava dormir na casa do meu pai de vez em quando, quando brigava com a mulher dele. Depois da separação, eu voltei pra casa do meu velho, e obviamente isso significava que, como toda sexta-feira, o Andres ia vir tentar me engravidar, e pra ser sincera, tava com muita saudade dele. Nesse tempo que eu não tava, meu irmão se mudou com a namorada e o quarto ficou vazio. Meu velho tinha se juntado com o amigo dele e, enquanto ainda tava, eu fui pra casa de uma vizinha. Quando voltei, meu pai tava dormindo, então deduzi que o José tinha ido embora. Umas 1h da manhã, depois da surra de buceta que o Andres me deu no pátio naquela sexta à noite, abri a porta e fui pelada pro meu quarto, mas antes de deitar, tomei banho e me vesti. Quando acordei, umas 11h, tava cozinhando sozinha em casa, meu velho tava trabalhando, e de repente, sai do quarto do meu irmão o José. O cara tinha dormido lá e eu nem sabia, levei um susto quando vi ele. Ele se aproximou e falou...
- José: Oi, Yani.
- Yani: Oi, não sabia que você tava aqui.
- José: Fiquei ontem à noite, fui dormir antes de você chegar. Seu velho tá?
- Yani: Foi fazer um trampo, acho.
- José: Ah, então dá pra gente conversar de boa. Me diz uma coisa, eu sonhei ou era você que tava falando pro Andres no pátio "me engravida"?
- Yani: O quê?
- José: Não se faz de sonsa, gata, a gente se conhece há muito tempo, e olha, você tá mó gostosa, entendo o Andres, mas acho que seu velho não sabe de nada disso, né?
O velho filho da puta me descobriu, tava até o talo de buceta.
- Yani: O que você quer? Um boquete?
- José: Hoje eu vou dormir aqui, queria conversar com você.
- Yani: Tá bom.
Meu velho chegou e a conversa acabou, mas eu sabia que ia ter que aturar ele o dia inteiro. O velho me olhava com tesão o tempo todo. Numa dessas, passou pela porta do meu quarto e... entrei, ele me olhou e eu falei pra ele sair do meu quarto, e ele disse que se eu mostrasse os peitos ele ia embora, eu falei que não, e ele me ameaçou de ficar lá o dia inteiro se precisasse, aí eu baixei as alças da minha regata e mostrei os peitos, então o velho sorriu e foi embora.
A noite chegou e meu velho foi dormir umas 12 horas, eu tava vendo TV na minha cama, tava com a porta fechada, o velho veio e abriu, me olhou e falou "é hora", eu olhei pra ele e soube que não tinha outra escolha, o velho sorriu e falou "Boa putinha", nós dois fomos pro quintal dos fundos onde a gente ia poder conversar normal, aí ele mandou eu baixar o short, eu falei que não, que a única coisa que ia fazer era chupar ele, nada mais, ele se aproximou e segurou minha boca com a mão, me olhou nos olhos e falou "Você vai fazer o que eu mandar, hoje você é minha putinha", então eu respirei fundo e falei pra mim mesma "Talvez não seja tão ruim", o velho baixou o short e tirou a pica, tinha as bolas peludas e todo o pelo em cima da pica dele, tava dormindo, era meio pequenininha assim, eu quando vi, sinceramente, não me atraiu nada, mas fazer o que, tinha que pagar, me ajoelhei no chão e segurei ela com a mão, baixei a pele e comecei a passar a língua, olhava pro velho com carinha de putinha e enfiei a pica dele dormida inteira na boca, mexia minha língua em volta dela e sentia como ela endurecia, com a mão eu tocava as bolas dele e massageava, quando ela ficou bem dura, comecei a chupar ele como manda o figurino, engolindo a cabeça devagar, José tava muito tesudo, e eu sinceramente também, o coroa acabou me agradando, fiquei chupando ele por uns cinco minutos até que falei no ouvido dele "Vamos pra sua cama e me come".
O velho tava com os olhos brilhando, tava super feliz, eu fui e deitei no colchão dele, tirei a regata e tirei o sutiã, depois baixei o short e fiquei só de fio dental, o velho tava louco de tesão, se despiu completo e veio até mim, se ajoelhou entre minhas pernas e começou a lamber minha buceta, disse que queria chupar ela e eu falei que não, que queria sentir ele dentro de mim. O velho começou a passar a língua por todo o meu corpo até chegar na minha boca, ele começou a me beijar enquanto enfiava o pau em mim, se movia devagar enquanto acariciava meus peitos com uma mão e com a outra acariciava meu rosto, a gente se beijava apaixonadamente, devagar ele foi acelerando, eu sentia o pau dele entrando e saindo sem parar, me dando prazer aos poucos, o velho tava me fazendo amor. De repente, ele se afastou do meu corpo e apoiou as duas mãos nos meus peitos, começou a me comer assim devagar. Depois de um tempinho, ele pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, enquanto me macetava e me apertava os peitos, eu gozava loucamente mas em silêncio, gemia baixinho porque se meu pai acordasse, a gente tava morto.
O velho beijava minhas pernas, passando a língua por tudo, o pau cabeçudo dele entrava sem parar na minha buceta toda babada de tanto prazer. De repente, ele pegou meu pé e começou a chupar dedo por dedo, estranhamente eu amei aquilo, o velho sabia foder muito bem. Já fazia uns meia hora que a gente tava nessa, mas eu queria que ele me tratasse como a puta que eu sou. Tirei ele de dentro e fiquei de quatro, o velho meteu o pau na minha buceta e me segurou pelas cadeiras, começou a me penetrar bem fundo e bem forte, me fazendo gemer baixinho, eu sentia que não aguentava mais de tanto prazer até que finalmente tive um orgasmo. Falei pro velho que queria que ele gozasse dentro de mim e ele disse que tudo bem, então ele segurou meus braços e puxou eles pra trás, deixando minha cabeça cravada no colchão, começou a me foder com tudo, eu sentia um puta prazer de novo. O velho se esforçava, mas não gozava, então eu falei pra ele enfiar um dedo no meu cu, ele molhou três dedos e enfiou de uma vez, isso fez minha coluna arrepiar, senti prazer demais, me fez gozar de novo, mas ele não gozou em mim.
Então ele O velho me disse que não importava, que já tava feliz, mas eu não ia deixar assim. Perguntei o que excitava ele, e ele falou pra chupar os pés dele enquanto ele batia uma. Eu ri e falei "beleza". Ele sentou na cadeira e eu sentei no chão. Ele colocou o pé na minha cara e eu comecei a chupar, primeiro a sola inteira. Aí parei e falei que queria o gozo na boca. Ele concordou e eu continuei, agora chupando o dedão, enfiando e tirando da boca. Ele tava adorando. Eu senti um nojinho, mas no fim comecei a gostar, tanto que enfiei o pé inteiro na boca, os cinco dedos ao mesmo tempo. O velho disse "não aguento mais" e aproximou o pau da minha cara. Eu abri a boca e coloquei ela em cima do pau bem na hora que ele gozou. Me encheu de porra, cinco jorradas o cara soltou. Eu olhei pra ele e passei a língua ao redor da boca, e engoli tudo.
O velho ficou sentado na cadeira, meio que descansando, mas eu falei que não tinha terminado. Agora ele tinha que chupar a minha. Eu subi na cama e abri as pernas na frente dele, colocando as pernas nos ombros dele. Ele aproximou a língua do meu clitóris e começou a mexer. Eu segurava a cabeça dele apertada contra a minha pussy molhada. Cinco minutos depois, o velho nojento passou a ser o homem que me fez gozar três vezes.
Perguntei se ele já tava satisfeito e ele disse que queria mais duas coisas: que eu sussurrasse no ouvido dele que era a putinha dele e que passasse a calcinha fio dental na minha pussy, encharcasse bem e desse pra ele. Então foi o que eu fiz. Peguei minha calcinha fio dental e passei na minha pussy bem molhada, enfiei bem entre os lábios e tirei. Dei um beijo na calcinha e coloquei no nariz dele. Aí me ajoelhei e falei no ouvido dele: "Sou sua putinha pessoal, ninguém me fode como você". Depois sorri e fui nua pro meu quarto, com minha roupa debaixo do braço.
Adormeci um tempo depois de deitar. O velho, antes de ir embora no dia seguinte, disse que eu tinha carro de graça quando quisesse. No final, valeu a pena. a pena.
- José: Oi, Yani.
- Yani: Oi, não sabia que você tava aqui.
- José: Fiquei ontem à noite, fui dormir antes de você chegar. Seu velho tá?
- Yani: Foi fazer um trampo, acho.
- José: Ah, então dá pra gente conversar de boa. Me diz uma coisa, eu sonhei ou era você que tava falando pro Andres no pátio "me engravida"?
- Yani: O quê?
- José: Não se faz de sonsa, gata, a gente se conhece há muito tempo, e olha, você tá mó gostosa, entendo o Andres, mas acho que seu velho não sabe de nada disso, né?
O velho filho da puta me descobriu, tava até o talo de buceta.
- Yani: O que você quer? Um boquete?
- José: Hoje eu vou dormir aqui, queria conversar com você.
- Yani: Tá bom.
Meu velho chegou e a conversa acabou, mas eu sabia que ia ter que aturar ele o dia inteiro. O velho me olhava com tesão o tempo todo. Numa dessas, passou pela porta do meu quarto e... entrei, ele me olhou e eu falei pra ele sair do meu quarto, e ele disse que se eu mostrasse os peitos ele ia embora, eu falei que não, e ele me ameaçou de ficar lá o dia inteiro se precisasse, aí eu baixei as alças da minha regata e mostrei os peitos, então o velho sorriu e foi embora.
A noite chegou e meu velho foi dormir umas 12 horas, eu tava vendo TV na minha cama, tava com a porta fechada, o velho veio e abriu, me olhou e falou "é hora", eu olhei pra ele e soube que não tinha outra escolha, o velho sorriu e falou "Boa putinha", nós dois fomos pro quintal dos fundos onde a gente ia poder conversar normal, aí ele mandou eu baixar o short, eu falei que não, que a única coisa que ia fazer era chupar ele, nada mais, ele se aproximou e segurou minha boca com a mão, me olhou nos olhos e falou "Você vai fazer o que eu mandar, hoje você é minha putinha", então eu respirei fundo e falei pra mim mesma "Talvez não seja tão ruim", o velho baixou o short e tirou a pica, tinha as bolas peludas e todo o pelo em cima da pica dele, tava dormindo, era meio pequenininha assim, eu quando vi, sinceramente, não me atraiu nada, mas fazer o que, tinha que pagar, me ajoelhei no chão e segurei ela com a mão, baixei a pele e comecei a passar a língua, olhava pro velho com carinha de putinha e enfiei a pica dele dormida inteira na boca, mexia minha língua em volta dela e sentia como ela endurecia, com a mão eu tocava as bolas dele e massageava, quando ela ficou bem dura, comecei a chupar ele como manda o figurino, engolindo a cabeça devagar, José tava muito tesudo, e eu sinceramente também, o coroa acabou me agradando, fiquei chupando ele por uns cinco minutos até que falei no ouvido dele "Vamos pra sua cama e me come".
O velho tava com os olhos brilhando, tava super feliz, eu fui e deitei no colchão dele, tirei a regata e tirei o sutiã, depois baixei o short e fiquei só de fio dental, o velho tava louco de tesão, se despiu completo e veio até mim, se ajoelhou entre minhas pernas e começou a lamber minha buceta, disse que queria chupar ela e eu falei que não, que queria sentir ele dentro de mim. O velho começou a passar a língua por todo o meu corpo até chegar na minha boca, ele começou a me beijar enquanto enfiava o pau em mim, se movia devagar enquanto acariciava meus peitos com uma mão e com a outra acariciava meu rosto, a gente se beijava apaixonadamente, devagar ele foi acelerando, eu sentia o pau dele entrando e saindo sem parar, me dando prazer aos poucos, o velho tava me fazendo amor. De repente, ele se afastou do meu corpo e apoiou as duas mãos nos meus peitos, começou a me comer assim devagar. Depois de um tempinho, ele pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, enquanto me macetava e me apertava os peitos, eu gozava loucamente mas em silêncio, gemia baixinho porque se meu pai acordasse, a gente tava morto.
O velho beijava minhas pernas, passando a língua por tudo, o pau cabeçudo dele entrava sem parar na minha buceta toda babada de tanto prazer. De repente, ele pegou meu pé e começou a chupar dedo por dedo, estranhamente eu amei aquilo, o velho sabia foder muito bem. Já fazia uns meia hora que a gente tava nessa, mas eu queria que ele me tratasse como a puta que eu sou. Tirei ele de dentro e fiquei de quatro, o velho meteu o pau na minha buceta e me segurou pelas cadeiras, começou a me penetrar bem fundo e bem forte, me fazendo gemer baixinho, eu sentia que não aguentava mais de tanto prazer até que finalmente tive um orgasmo. Falei pro velho que queria que ele gozasse dentro de mim e ele disse que tudo bem, então ele segurou meus braços e puxou eles pra trás, deixando minha cabeça cravada no colchão, começou a me foder com tudo, eu sentia um puta prazer de novo. O velho se esforçava, mas não gozava, então eu falei pra ele enfiar um dedo no meu cu, ele molhou três dedos e enfiou de uma vez, isso fez minha coluna arrepiar, senti prazer demais, me fez gozar de novo, mas ele não gozou em mim.
Então ele O velho me disse que não importava, que já tava feliz, mas eu não ia deixar assim. Perguntei o que excitava ele, e ele falou pra chupar os pés dele enquanto ele batia uma. Eu ri e falei "beleza". Ele sentou na cadeira e eu sentei no chão. Ele colocou o pé na minha cara e eu comecei a chupar, primeiro a sola inteira. Aí parei e falei que queria o gozo na boca. Ele concordou e eu continuei, agora chupando o dedão, enfiando e tirando da boca. Ele tava adorando. Eu senti um nojinho, mas no fim comecei a gostar, tanto que enfiei o pé inteiro na boca, os cinco dedos ao mesmo tempo. O velho disse "não aguento mais" e aproximou o pau da minha cara. Eu abri a boca e coloquei ela em cima do pau bem na hora que ele gozou. Me encheu de porra, cinco jorradas o cara soltou. Eu olhei pra ele e passei a língua ao redor da boca, e engoli tudo.
O velho ficou sentado na cadeira, meio que descansando, mas eu falei que não tinha terminado. Agora ele tinha que chupar a minha. Eu subi na cama e abri as pernas na frente dele, colocando as pernas nos ombros dele. Ele aproximou a língua do meu clitóris e começou a mexer. Eu segurava a cabeça dele apertada contra a minha pussy molhada. Cinco minutos depois, o velho nojento passou a ser o homem que me fez gozar três vezes.
Perguntei se ele já tava satisfeito e ele disse que queria mais duas coisas: que eu sussurrasse no ouvido dele que era a putinha dele e que passasse a calcinha fio dental na minha pussy, encharcasse bem e desse pra ele. Então foi o que eu fiz. Peguei minha calcinha fio dental e passei na minha pussy bem molhada, enfiei bem entre os lábios e tirei. Dei um beijo na calcinha e coloquei no nariz dele. Aí me ajoelhei e falei no ouvido dele: "Sou sua putinha pessoal, ninguém me fode como você". Depois sorri e fui nua pro meu quarto, com minha roupa debaixo do braço.
Adormeci um tempo depois de deitar. O velho, antes de ir embora no dia seguinte, disse que eu tinha carro de graça quando quisesse. No final, valeu a pena. a pena.
7 comentários - El remisero maduro