Essa história foi modificada pra não violar as regras (protocolo) da comunidade do Poringa. Os personagens e lugares mencionados são fictícios, e todos os personagens são maiores de idade (+18), independentemente das descrições físicas — elas não correspondem à idade real deles ou, se coincidirem, ainda assim são maiores de idade (+18). Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Bom, essa é uma historinha da época da faculdade que rolou com uma mina conhecida por ser bem safada com geral da turma. Espero que meu relato tenha detalhe suficiente pra te satisfazer e que você consiga imaginar tudo que eu vivi.
Tava no segundo semestre da faculdade de economia, pleno inverno, inclusive lembro da data, foi 25 de julho, uma quinta-feira, e não passava dos 7 graus. Eu era um cara de 19 anos, tava fazendo uma matéria que ocupava as 4 horas da manhã, uma bem chata que mandou a gente fazer um trabalho que ia levar o semestre inteiro. Era em grupos de 4 a 8 pessoas. Naquele dia, dois colegas faltaram e eu fiquei sozinho com a Anita. Ela era muito preguiçosa e praticamente não participava das tarefas, só perdia tempo e atrapalhava, mas eu não reclamava — ou, se reclamava, era mentira — porque tava muito feliz de ter ela no meu grupo. Ela é uma gostosa, tinha na época 18 anos, quase um metro e setenta, corpo atlético porque fazia tecido e ginástica artística, cabelo castanho claro e curto na altura do pescoço, batendo nos ombros, e olhos cor de avelã. Os lábios dela são finos e rosados, sempre rachados pelo frio, e tem umas sardas pequenas que eu adorava. Um pouco peituda, mas com o tamanho certo dos peitos pra te provocar quando ela fazia alongamento no ginásio da faculdade. Claro que tinha uma bunda fascinante, bem definida e atlética. A mina sabia que era uma modelinho e toda a roupa dela, não por acaso, era um número menor do que o necessário, fazendo com que as camisas ou as calças jeans, ou aquelas leggings terríveis de várias cores, ficassem extremamente justas, não deixando nada pra imaginação — só de olhar já dava pra saber o que tinha por baixo.
Todo mundo tava afim dela, e ela sabia disso, era conhecida como a putinha da sala porque nunca dizia não, ainda mais se a gente tava numa balada (Meus colegas organizavam rolês e convidavam todo mundo, nunca perdi a chance de ficar pertinho dela), ela já tinha beijado todo mundo (inclusive eu quando a gente tava dançando um lento), e mais de um já tinha perdido a virgindade com ela ou, se não era, já tinha aproveitado ela na cama ou em qualquer lugar que a excitava, era uma gostosa e não ligava nem um pouco de mostrar o quanto era aberta pra provocação e tentação. Numa tarde que fiquei pra ir na academia da faculdade, fiquei fazendo exercícios de halteres atrás dela, e sem problema nenhum ela começou a se alongar na minha frente, exibindo a definição da bunda e a beleza das pernas. Quando terminou e era óbvio que eu não conseguia parar de olhar, ela chegou perto de mim, brincou de joguinho da velha nos meus mamilos e, antes de se virar, piscou o olho com um sorriso e passou a mão de baixo pra cima no meu volume, pra depois ir pra outro aparelho (tive que ir pro banheiro porque tava excitado de tanto olhar ela se alongar, sentir a mão dela no meu pau me deixou duro que nem um touro, e só depois de gozar consegui sumir com aquela ereção). Mas voltando à aventura principal.
Graças a um defeito elétrico, 8 salas ficaram sem luz nem calefação, então juntaram 8 turmas diferentes na biblioteca e no refeitório. A gente ficou sem espaço e nos levaram pra uma oficina de carpintaria que tinha uma salinha pequena usada pra passar slides. A professora ajudou a gente a descer nossas coisas e, depois de arrumar duas mesas, foi embora e disse que se tivéssemos alguma dúvida, era só subir pra perguntar o que precisasse, mas que de qualquer forma ela ia descer em meia hora pra ver como a gente tava (a faculdade tinha várias áreas preparadas pra oficinas noturnas diferentes, tipo carpintaria, alvenaria, mosaico, etc... mas isso não importa). Sem mais, a gente sentou. Ela me disse que aquele trabalho era uma idiotice, que não queria perder tempo porque ia se dedicar à ginástica ou ao tecido, que tinha que fazer esse curso idiota porque o pai obrigava, já que queria que ela tivesse um diploma universitário... Ela sentou de novo, colocou os fones de ouvido pra começar a desenhar, e eu comecei a fazer as coisas do trabalho. A gente tava os dois agasalhados com jaquetas enormes por causa do frio, já que naquela oficina não tinha aquecedor nem fogão elétrico, o que me frustrava porque eu queria ver ela. Como prometeu, a professora desceu meia hora depois e viu como a gente tava progredindo. Ela, muito esperta, passou despercebida que não tava fazendo nada (pra entrar na oficina de carpintaria, tinha que abrir um portão de ferro verde com rodinhas, que rangia horrível, e a gente ficava a alguns metros do portão até a salinha. Eu também tocava no braço dela pra avisar que alguém tava chegando). Outro detalhe que fez dessa história uma das minhas lembranças mais maravilhosas é que a sala, por ser usada como cineminha, não tinha janelas. A professora disse que depois do intervalo não ia mais poder descer porque lá em cima muitos grupos precisavam de ajuda, e como a gente não precisava, qualquer dúvida era pra subir. Uma vantagem que a professora era bem gorda também, dava pra ver que na real ela ia curtir dar uma aliviada. Depois do recreio, ela pegou o celular dela porque já tava sem bateria, me pediu o meu, mas menti, falei que tava descarregado também. Aí ela ficou falando comigo sobre uma novela besta que tava passando na Globo, depois me perguntou se eu ia na festa que ia rolar daqui a três semanas. Daí me chamou pra prévia que ia ser na casa de uma mina chamada Sabrina. Falei que claro que sim, que se ela fosse, eu não ia faltar. Ela caiu na risada e falou: "gostou tanto de mim assim?" E eu respondi: "tô afim de você desde que te peguei no baile... lá em abril" (era tão cagão que minhas mãos tremiam e a voz também quando falei isso) e "tô de olho em você desde que você me acariciou mês passado". Ela riu ainda mais, pensei que tava fazendo merda, mas ela olhou pra mim e falou: "caiu bem que a gente ficasse sozinho, né?" Eu ri nervoso e não falei nada, não conseguia parar de tremer que nem um idiota. Ela disse: "fica tranquilo". Respondi: "não tô nervoso, tô com frio". Ela riu mais um pouco e sentou bem colada em mim, pra falar:
Anita: Sabe que não tenho namorado, não curto ter namorado, mas adoro os caras.
Eu: também não tenho namorada, mas você é gostosa e me excita. - olha para minhas mãos -
Ana: não trema mais, calma, você é gostoso e eu também gosto de você. Se diverte, não fica assustado.
Eu: é a primeira vez que falo assim com uma mina, tão na lata, e ainda mais com alguém como você, você é muito gostosa, isso me deixa ansioso, mas não tô passando mal não.
Anita: cê é muito fofo, a gente pode ser amigo, mas amigo com benefícios, a única coisa é que você tem que ficar quieto e não sair contando por aí, e se me ver falando com outra pessoa, não enche o saco, e eu também não vou me meter com quem você gostar.
Logo depois disso, sinto a mão dela no meu coxa, na minha perna direita. Eu, apesar do nervosismo e do frio, tava com uma ereção do caralho praticamente desde que a gente tava conversando. Ela chegou bem devagarinho e me deu um beijo super suave e meigo. Eu tentei enfiar a língua, mas ela se afastou pra me dizer:
Anita: não podemos fazer muita coisa se nos virem, a gente é expulsa...
Eu: "Ah, já sei, mas mesmo assim vocês têm que abrir aquela porta, a gente vai ouvir vocês, são só beijos, né? (eu, bem inocente)
Anita: - ri safadamente- você é virgem, né? ainda não comeu ninguém?
Quando ela sobe a mão, que sempre ficava acariciando minha coxa, e toca minhas bolas procurando meu pau, encontra ele duro virado pra esquerda, e eu só concordei sem dizer nada.
Anita: ah, tá bom, se faz de sonso (e ri ainda mais enquanto aperta)
Eu: desculpa, não consigo evitar, tô com tesão, já te falei que você me deixa doida.
Anita: vê que você é gostoso, Martin, vem aqui deixa eu te tocar, quero ver como você faz contas quando eu te toco.
Eu ri, e senti a mão dela, que tava gelada, entrando na minha calça jogging preta. Sentir a mão fria dela no meu pau inteiro foi uma sensação que mal consigo descrever, era excitante e relaxante ao mesmo tempo, além de que tava pulsando pra caralho por sentir pela primeira vez a mão de uma mina no meu membro. Ela puxou pra fora e começou a me masturbar devagarzinho. Eu olhava pras folhas com os balanços, tentando somar e escrevia o que parecia o resultado certo, não conseguia evitar soltar um gemido ou morder os lábios. Ela ria, e quando me via apertar os lábios com os dentes, me masturbava com mais força. "Você tem ele grande e bem duro" (sinceramente, me senti um puta ator pornô hahaha, na real não tenho ele grande como ela dizia, tem 14,6 cm de comprimento e 5 cm de grossura, parece que entre meus colegas não tinha nenhum famoso ator pornô careca por sorte, ou ela só tava me fazendo sentir bem). Olhei pra ela e falei: "Valeu, você é a primeira que diz isso." Ela solta e começa a rir pra caramba, me olha de novo: "Já sei, com certeza sou a primeira em tudo. Continua fazendo o balanço, senão a Celeste (a professora) vai encher nosso saco." Sorri e volta a me bater uma. Eu sentia que ia gozar a qualquer momento, não acreditava que nem tinham passado 5 minutos, então ela fala perto do meu ouvido:
Anita: você bate punheta pra mim, né? na sua casa? no seu quarto? o que você imagina?
Eu: Caralho, que filha da puta gostosa, você vai me fazer gozar.
Anita: hahaha, fala sério, me diz que você me dedica muita porra, né? cê gosta de imaginar que tá me comendo? ou é inocente e me via como sua namorada?
Eu: no começo eu imaginava que era seu namorado, mas você é muito puta. Ana, eu bato uma punheta pensando em você quando tomo banho, e às vezes antes de vir aqui, sempre me imagino enchendo sua bunda de porra.
Anita: eu? sou vadia? sou vadia? quão vadia? desse jeito vadia?
Para de me punhetar e passa a língua na mão dela, depois cospe pra voltar no meu pau e lubrificar ele todo, enquanto pega com suavidade pra me masturbar rapidão. Eu já sentia meu orgasmo chegando.
Anita: vai Martin, solta essa porra, porra morna, acha que tá enchendo minha bunda, vai, me dá, quero ver como você goza tudo.
Peguei no pulso dela e me recostei na cadeira pra trás, aí deslizei ela mais pra frente, deixando minha pica bem à mostra.
Eu: Fala sério, já não aguento mais, quero gozar, cê quer ver?
Anita: se eu quiser, vai, me dá, solta ela.
Então ela aproxima a boca pra cuspir na minha pica, me segura bem forte com a mesma mão que era a esquerda e só aí percebi que ela tava se tocando com a mão direita o tempo todo. Não aguentei mais e falei “vai sair”, aí a Ana parou e saiu voando um jato longo e bem branco de porra do meu pau, ela tinha apontado pra cima mas saiu com muita força (juro), caiu em cima da mesa na folha que ela tava trabalhando, e depois saiu outro jato que sujou a mão dela toda e parte do braço, um terceiro jato menor que sujou minha roupa na região das coxas na calça, e depois jatos pequenos que sujavam os dedos dela e escorriam deixando tudo bem grudento. Ela deu um gritinho no primeiro jato e depois ria de um jeito safado enquanto eu continuava gozando. Eu tava quase encostando as costas na cadeira, de tão forte e gostosa que foi a sensação daquele orgasmo, meus olhos fechavam mas eu fazia força pra manter abertos, queria ver ela, ver como ela ficava, me sentia satisfeito e sujo, feliz e todo quente. Ela fica muda por um segundo e tenta acariciar minha cabeça, aí uma sensação aguda por causa do orgasmo recente me faz falar
Eu: Não, não, para, para, que não aguento mais, tá muito sensível.
Anita: Meu Deus, saiu uma barbaridade, você não me disse que tinha batido uma hoje de manhã?
Eu: Não, não, te falei que às vezes bato uma de manhã, ou no banho, mas faz uns 4 dias que não faço nada porque tô ocupado e cansado.
Anita: você tinha me avisado que a gente colocava a lixeira pra você terminar aí
Eu: desculpa, não pensei, me deixei levar, me perdoa, não te agradei?
Anita: cê tá me zoando?, gostei pra caralho, tô surpresa, é muita porra, não sabia que podia sair tanta assim.
Eu: kkkk, vamos limpar ela, tenho lenço na mochila
Quando vou fingir que vou pegar a mochila, vejo ela soltar meu pau com a mão toda melada de porra, e começa a lamber. Eu não sabia o que dizer, só tinha visto mulher engolir porra em vídeo pornô, tava perplexo. Ela me diz:
Anita: limpa a calça que isso eu chupo, tá boa, tá quentinha, e tem um gosto bom, às vezes é amarga.
Não falei nada, tava felizão. A gostosa com quem eu tinha umas fantasias tava dizendo que meu leite era gostoso, tava feliz pra caralho. Aí depois me toquei do que ela disse: "às vezes é amargo". Não consegui evitar falar igual um otário:
Eu: Quantas vezes você experimentou? Foi com muitos?
A Anita ficou me encarando, mas não parou de lamber a mão, o olhar dela mudou e ficou mais sério, meio furioso. Eu engoli seco e senti perfeitamente que tinha cagado tudo.
Eu: desculpa, não tive. - não tá bom.
Anita: sei das coisas que falam de mim, mas não comi geral como dizem, não transei com todos os caras da faculdade, é verdade que beijei muitos, mas só fiquei assim com poucos. Não sou virgem, muito menos uma santa. Gosto de sexo e quero me sentir livre pra ficar com o cara que eu quiser. Não tenho por que me sentir reprimida, fuck you, nojo?
Eu: NÃO, nada a ver, me desculpa pelas perguntas, é a primeira vez que isso acontece comigo e eu gosto de você, por isso. Sou meio machista por causa do meu pai, desculpa…
Ela riu: “não seja otário, o que seu pai tem a ver com isso?” Eu ri também e continuei limpando a calça com os lenços, aí quis secar a pica que já estava murcha e toda viscosa.
Anita: não para, isso não..
Anita chegou mais perto com a cadeira dela e se inclinou, então senti pela primeira vez como os lábios de uma mulher engolem a cabeça da minha piroca, me deixou louco, num nível diferente, era puro prazer, acompanhado das melhores cócegas que já senti na vida, a maciez de uma língua e a sensação estranha dela se mexendo pra todo lado. Não consegui evitar me inclinar pra frente e apoiar meu peito na nuca dela, ela colocou as mãos nos meus ombros e me empurrou pra trás, nunca levantou a cabeça, mas levantou um dedo, num sinal pra eu aguentar. Foi na hora, eu já tava começando a ter uma nova ereção, e conforme meu pau inchava na boca dela, ela subia e descia mais, fazendo uns barulhos que me pareciam super excitantes. Aí ela tirou da boca e lambeu meu pelo pubiano e as bordas da minha calça que ainda estavam manchadas. Não durou nem 5 minutos, mas foi inesquecível. Ela se levantou de novo e me perguntou: "Gostou?
Eu: caralho, adoro, é minha pr... – JÁ SEI kkkkkkk fico feliz que você gostou
Eu: achei que você tinha ficado puta.
aNITA: sim, mas eu gosto de você, e entendo que você é um idiota por ser inocente, além disso, falo sério, seu gozo tem um gosto gostoso, quer provar?
Olho pra ela meio atônito... "Como assim?" falei, e aí ela se aproxima pra me dar um beijo de boca bem aberta, enfiando a língua dentro, mexendo pra todo lado. Eu abro os olhos e sinto um pouco de nojo, não tava preparado pra isso. Empurro ela, e ela ri como se estivesse fazendo cócegas nela. "Aguenta aí", ela disse, "assim que eu te devolvo". Aí percebi que o gosto não importava, não era tão ruim assim. Na hora, isso me fez duvidar se eu gostava de porra, se podia ser bissexual, mas na real é que, se é minha, não me dá nojo. Mas voltando ao assunto, olhei pra ela e falei: "Beleza, não para". Ela se surpreendeu, se aproximou e continuou me beijando, mas dessa vez eu também mexia a língua e curtia aqueles beijos, engolindo saliva e trocando os fluidos. Senti a mão dela de volta no meu pau, me masturbando de novo. Aí me veio uma ideia, afastei ela e falei:
Eu: para... Anita, vamos parar, a gente tá se ferrando, se a Celeste entrar, a gente tá na merda.
Anita: é, de qualquer forma a gente não ia conseguir continuar por muito mais tempo, já sei, além disso você precisa fazer uma folha nova.
Eu: por quê?
Olhei pra mesa e percebi que a folha impressa já tava com uma linha absorvida do meu gozo, também tinha estragado mais duas folhas embaixo. Ela me olhou e falou.
Anita: te falei que saiu pra caralho e voou...
Eu: aaff, tô com sono
Ana: e se eu quase arranco sua alma...
A gente começou a se cagar de rir como se tivessem fazendo cócegas na gente. Separei aquelas folhas e peguei novas pra fazer tudo na mão. Não ia reclamar, já tinha guardado meu amigão e limpado um pouco as manchas do moletom com água de uma garrafa e guardanapo, o que não adiantou nada porque deixou uma pelotinha branca grudada que dava pra ver. Ela me olhava e falava:
Anita: entrega assim, seca e a gorda nem vai perceber.
Eu: não sou filho da puta pra fazer isso, mas seria bom sacanear ela.
Depois que terminei de arrumar tudo, olhei pra ela e percebi que tinha uma gotinha branca num cacho do lado do rosto dela. Apontei pra ela:
Eu: ah, sujei um pouco teu cabelo, foi mal.
Anita: não tem problema, é só uma gotinha, deve ser de quando chupei você e ficou melequento, já aconteceu comigo...
No final daquele comentário, ela colocou a ponta da mecha na boca e chupou também, me olhou e percebeu que eu tava intrigado de novo. Eu fiquei calado, mas fiquei olhando pra ela, aí ela falou:
Anita: não se assusta, Martin... aaafff são 3 no total, fodeu com 3 caras, mas não foi uma vez só, foram várias vezes, por isso que sei tanto.
Eu: aaah olha, desculpa, sei que não é da minha conta, mas a curiosidade tava me matando.
Anita: kkkkkkk são tudo uns babaca do mesmo jeito, os outros também queriam saber...
Eu: e aí, cê falou pra elas?
Anita: só pra você, você é o mais educado, os outros são chatos e babacas, mas eu gosto fisicamente deles.
Eu: kkkk vou supor que é verdade que sou o único que sabe, você me quer de outro jeito?
Ana: não seja otário, é verdade, você é bonito de rosto e alto, mas pode melhorar o corpo, mesmo assim não me incomoda como você está. (Sempre fui frango, nunca atlético)
Senti meu rosto esquentar, imaginei que tava corando ainda mais; Tinha rolado um monte de coisa em bem pouco tempo e tudo era novo, tantas sensações, tantos prazeres, ela olhou pra mim e disse:
Anita: então também não provou uma buceta?
Eu: kkkk mó gostosa do nada.
Anita: hahaha e bom, é sério, tô perguntando de verdade.
Eu: não, Anita, nunca experimentei, essa é minha primeira vez em tudo que a gente fez, menos no beijo.
Anita: hahaha que adorável, quer saber?
Eu: que porra é essa?
Anita: fala sério, mano, se quer saber como os aviões voam!!, usei a palavra: buceta, usei a palavra: buceta, se quer saber qual é o gosto!!
Foi impossível não segurar o riso de tão idiota que fui depois de rir e ver que ela esperava uma resposta. Aí eu falei:
Eu: para, aqui? agora tu quer que eu chupe tua buceta? mas tu tem que tirar as meias longas e abrir bem as pernas.
Anita: não, bobinho, é mais fácil, você não vai chupar minha buceta agora...
Eu: agora não? depois sim?
Anita: kkkkk cê é esperto, né? sim, óbvio, depois te arrebento por bobão
Eu: ah, beleza kkkkkk quando você quiser... então, como é que faz?
Anita: assim...
Anita enfiou a mão direita de novo por baixo da saia de couro cinza e das meias longas. Fiquei fascinado vendo como, por baixo das meias quase transparentes, a calcinha azul com uma borda de renda celeste deixava ver o relevo dos dedos entrando e saindo. Ela mordeu o lábio por um segundo e fechou os olhos. Eu sentia que ia ficar duro de novo ouvindo o som da punhetinha dela. Aí ela parou, devagar, esticou o elástico com a mão esquerda, tirou a mão e me mostrou os dedos todos molhados. Ela aproximou a mão do meu rosto.
Anita: viu? tô toda molhada, quer saber como é?
Olhei pra ela sem dizer nada, olhei pros dedos dela vendo que o fluxo da buceta dela era transparente e bem grudento.
Eu: posso? cheirar?
Anita: sim, óbvio, isso me deixa mais tesuda kkkkk porque é raro kkkkk
Então segurando a mão dela pelo pulso... olha, não me desagradou o cheiro, mas era forte, aí eu passei a ponta da língua, o gosto era amargo, um amargo que eu nunca tinha provado, e ela ria e dizia "dá pra ver que é a primeira vez", eu também ri e respondi "sim, mas quero mais", então chupei os dedos dela um por um, e ela não se incomodou muito, só sentiu umas cócegas. Depois da sensação amarga, veio um gosto gostoso, encorpado, forte. Quando terminei de chupar aquilo, ela foi no banheiro lavar as mãos, e eu esperei, depois fui eu. Quando voltei, ela disse:
Anita: como você tá? como foi?
Eu: muito bom, gostei do sabor, gostei de tudo, Ani, e você?
Anita: tá bem, ainda tô excitada.
Eu: eu também.
Nós demos um beijo simples e sem frescura, ela me disse "você é um abusado, Martin" e eu respondi "por quê?" a gente riu e eu terminei de passar pra uma planilha feita à mão todo o balanço... que no final tive que refazer porque estava tudo errado kkkk, mas isso já não importa mais.
Na saída da faculdade, fomos dar um rolê numa praça e tomar umas cervejas. Aí percebemos a sorte que a gente teve, não só porque a Celeste (a professora) nunca mais desceu, mas também porque ninguém foi pra oficina de marcenaria, nenhum outro aluno, e a gente teve uma horinha de experiências novas (bom, pra mim tudo era novo). Um plus: a Anita passou o resto do dia na faculdade e depois na praça também, chupando aquele tufo de cabelo que tinha respingado, kkkk.
Bom, espero que vocês tenham gostado dessa história, dessa anedota pessoal, minha primeira aventura sexual na faculdade (e na minha vida). Eu amo escrever e ler, por isso me dei ao trabalho de usar tantos detalhes. Tenho uma memória excelente. Podem duvidar se isso é falso ou real, mas garanto que não estou tão sem ter o que fazer a ponto de inventar algo assim. Anita foi uma garota incrível na minha vida, que me ajudou muito a crescer como homem, assim como eu a ajudei a crescer como mulher. Claro, foi pra ela que entreguei minha virgindade depois, na casa dela, mas isso é um relato que farei mais pra frente. Espero ter conseguido cativar o interesse de vocês com esse texto e que meu nível de escrita esteja à altura das expectativas. Afinal, sou um amador nesse mundo do erotismo e da pornografia. Sem mais delongas, obrigado por terem passado e lido até aqui.
Bom, essa é uma historinha da época da faculdade que rolou com uma mina conhecida por ser bem safada com geral da turma. Espero que meu relato tenha detalhe suficiente pra te satisfazer e que você consiga imaginar tudo que eu vivi.
Tava no segundo semestre da faculdade de economia, pleno inverno, inclusive lembro da data, foi 25 de julho, uma quinta-feira, e não passava dos 7 graus. Eu era um cara de 19 anos, tava fazendo uma matéria que ocupava as 4 horas da manhã, uma bem chata que mandou a gente fazer um trabalho que ia levar o semestre inteiro. Era em grupos de 4 a 8 pessoas. Naquele dia, dois colegas faltaram e eu fiquei sozinho com a Anita. Ela era muito preguiçosa e praticamente não participava das tarefas, só perdia tempo e atrapalhava, mas eu não reclamava — ou, se reclamava, era mentira — porque tava muito feliz de ter ela no meu grupo. Ela é uma gostosa, tinha na época 18 anos, quase um metro e setenta, corpo atlético porque fazia tecido e ginástica artística, cabelo castanho claro e curto na altura do pescoço, batendo nos ombros, e olhos cor de avelã. Os lábios dela são finos e rosados, sempre rachados pelo frio, e tem umas sardas pequenas que eu adorava. Um pouco peituda, mas com o tamanho certo dos peitos pra te provocar quando ela fazia alongamento no ginásio da faculdade. Claro que tinha uma bunda fascinante, bem definida e atlética. A mina sabia que era uma modelinho e toda a roupa dela, não por acaso, era um número menor do que o necessário, fazendo com que as camisas ou as calças jeans, ou aquelas leggings terríveis de várias cores, ficassem extremamente justas, não deixando nada pra imaginação — só de olhar já dava pra saber o que tinha por baixo.
Todo mundo tava afim dela, e ela sabia disso, era conhecida como a putinha da sala porque nunca dizia não, ainda mais se a gente tava numa balada (Meus colegas organizavam rolês e convidavam todo mundo, nunca perdi a chance de ficar pertinho dela), ela já tinha beijado todo mundo (inclusive eu quando a gente tava dançando um lento), e mais de um já tinha perdido a virgindade com ela ou, se não era, já tinha aproveitado ela na cama ou em qualquer lugar que a excitava, era uma gostosa e não ligava nem um pouco de mostrar o quanto era aberta pra provocação e tentação. Numa tarde que fiquei pra ir na academia da faculdade, fiquei fazendo exercícios de halteres atrás dela, e sem problema nenhum ela começou a se alongar na minha frente, exibindo a definição da bunda e a beleza das pernas. Quando terminou e era óbvio que eu não conseguia parar de olhar, ela chegou perto de mim, brincou de joguinho da velha nos meus mamilos e, antes de se virar, piscou o olho com um sorriso e passou a mão de baixo pra cima no meu volume, pra depois ir pra outro aparelho (tive que ir pro banheiro porque tava excitado de tanto olhar ela se alongar, sentir a mão dela no meu pau me deixou duro que nem um touro, e só depois de gozar consegui sumir com aquela ereção). Mas voltando à aventura principal.
Graças a um defeito elétrico, 8 salas ficaram sem luz nem calefação, então juntaram 8 turmas diferentes na biblioteca e no refeitório. A gente ficou sem espaço e nos levaram pra uma oficina de carpintaria que tinha uma salinha pequena usada pra passar slides. A professora ajudou a gente a descer nossas coisas e, depois de arrumar duas mesas, foi embora e disse que se tivéssemos alguma dúvida, era só subir pra perguntar o que precisasse, mas que de qualquer forma ela ia descer em meia hora pra ver como a gente tava (a faculdade tinha várias áreas preparadas pra oficinas noturnas diferentes, tipo carpintaria, alvenaria, mosaico, etc... mas isso não importa). Sem mais, a gente sentou. Ela me disse que aquele trabalho era uma idiotice, que não queria perder tempo porque ia se dedicar à ginástica ou ao tecido, que tinha que fazer esse curso idiota porque o pai obrigava, já que queria que ela tivesse um diploma universitário... Ela sentou de novo, colocou os fones de ouvido pra começar a desenhar, e eu comecei a fazer as coisas do trabalho. A gente tava os dois agasalhados com jaquetas enormes por causa do frio, já que naquela oficina não tinha aquecedor nem fogão elétrico, o que me frustrava porque eu queria ver ela. Como prometeu, a professora desceu meia hora depois e viu como a gente tava progredindo. Ela, muito esperta, passou despercebida que não tava fazendo nada (pra entrar na oficina de carpintaria, tinha que abrir um portão de ferro verde com rodinhas, que rangia horrível, e a gente ficava a alguns metros do portão até a salinha. Eu também tocava no braço dela pra avisar que alguém tava chegando). Outro detalhe que fez dessa história uma das minhas lembranças mais maravilhosas é que a sala, por ser usada como cineminha, não tinha janelas. A professora disse que depois do intervalo não ia mais poder descer porque lá em cima muitos grupos precisavam de ajuda, e como a gente não precisava, qualquer dúvida era pra subir. Uma vantagem que a professora era bem gorda também, dava pra ver que na real ela ia curtir dar uma aliviada. Depois do recreio, ela pegou o celular dela porque já tava sem bateria, me pediu o meu, mas menti, falei que tava descarregado também. Aí ela ficou falando comigo sobre uma novela besta que tava passando na Globo, depois me perguntou se eu ia na festa que ia rolar daqui a três semanas. Daí me chamou pra prévia que ia ser na casa de uma mina chamada Sabrina. Falei que claro que sim, que se ela fosse, eu não ia faltar. Ela caiu na risada e falou: "gostou tanto de mim assim?" E eu respondi: "tô afim de você desde que te peguei no baile... lá em abril" (era tão cagão que minhas mãos tremiam e a voz também quando falei isso) e "tô de olho em você desde que você me acariciou mês passado". Ela riu ainda mais, pensei que tava fazendo merda, mas ela olhou pra mim e falou: "caiu bem que a gente ficasse sozinho, né?" Eu ri nervoso e não falei nada, não conseguia parar de tremer que nem um idiota. Ela disse: "fica tranquilo". Respondi: "não tô nervoso, tô com frio". Ela riu mais um pouco e sentou bem colada em mim, pra falar:
Anita: Sabe que não tenho namorado, não curto ter namorado, mas adoro os caras.
Eu: também não tenho namorada, mas você é gostosa e me excita. - olha para minhas mãos -
Ana: não trema mais, calma, você é gostoso e eu também gosto de você. Se diverte, não fica assustado.
Eu: é a primeira vez que falo assim com uma mina, tão na lata, e ainda mais com alguém como você, você é muito gostosa, isso me deixa ansioso, mas não tô passando mal não.
Anita: cê é muito fofo, a gente pode ser amigo, mas amigo com benefícios, a única coisa é que você tem que ficar quieto e não sair contando por aí, e se me ver falando com outra pessoa, não enche o saco, e eu também não vou me meter com quem você gostar.
Logo depois disso, sinto a mão dela no meu coxa, na minha perna direita. Eu, apesar do nervosismo e do frio, tava com uma ereção do caralho praticamente desde que a gente tava conversando. Ela chegou bem devagarinho e me deu um beijo super suave e meigo. Eu tentei enfiar a língua, mas ela se afastou pra me dizer:
Anita: não podemos fazer muita coisa se nos virem, a gente é expulsa...
Eu: "Ah, já sei, mas mesmo assim vocês têm que abrir aquela porta, a gente vai ouvir vocês, são só beijos, né? (eu, bem inocente)
Anita: - ri safadamente- você é virgem, né? ainda não comeu ninguém?
Quando ela sobe a mão, que sempre ficava acariciando minha coxa, e toca minhas bolas procurando meu pau, encontra ele duro virado pra esquerda, e eu só concordei sem dizer nada.
Anita: ah, tá bom, se faz de sonso (e ri ainda mais enquanto aperta)
Eu: desculpa, não consigo evitar, tô com tesão, já te falei que você me deixa doida.
Anita: vê que você é gostoso, Martin, vem aqui deixa eu te tocar, quero ver como você faz contas quando eu te toco.
Eu ri, e senti a mão dela, que tava gelada, entrando na minha calça jogging preta. Sentir a mão fria dela no meu pau inteiro foi uma sensação que mal consigo descrever, era excitante e relaxante ao mesmo tempo, além de que tava pulsando pra caralho por sentir pela primeira vez a mão de uma mina no meu membro. Ela puxou pra fora e começou a me masturbar devagarzinho. Eu olhava pras folhas com os balanços, tentando somar e escrevia o que parecia o resultado certo, não conseguia evitar soltar um gemido ou morder os lábios. Ela ria, e quando me via apertar os lábios com os dentes, me masturbava com mais força. "Você tem ele grande e bem duro" (sinceramente, me senti um puta ator pornô hahaha, na real não tenho ele grande como ela dizia, tem 14,6 cm de comprimento e 5 cm de grossura, parece que entre meus colegas não tinha nenhum famoso ator pornô careca por sorte, ou ela só tava me fazendo sentir bem). Olhei pra ela e falei: "Valeu, você é a primeira que diz isso." Ela solta e começa a rir pra caramba, me olha de novo: "Já sei, com certeza sou a primeira em tudo. Continua fazendo o balanço, senão a Celeste (a professora) vai encher nosso saco." Sorri e volta a me bater uma. Eu sentia que ia gozar a qualquer momento, não acreditava que nem tinham passado 5 minutos, então ela fala perto do meu ouvido:
Anita: você bate punheta pra mim, né? na sua casa? no seu quarto? o que você imagina?
Eu: Caralho, que filha da puta gostosa, você vai me fazer gozar.
Anita: hahaha, fala sério, me diz que você me dedica muita porra, né? cê gosta de imaginar que tá me comendo? ou é inocente e me via como sua namorada?
Eu: no começo eu imaginava que era seu namorado, mas você é muito puta. Ana, eu bato uma punheta pensando em você quando tomo banho, e às vezes antes de vir aqui, sempre me imagino enchendo sua bunda de porra.
Anita: eu? sou vadia? sou vadia? quão vadia? desse jeito vadia?
Para de me punhetar e passa a língua na mão dela, depois cospe pra voltar no meu pau e lubrificar ele todo, enquanto pega com suavidade pra me masturbar rapidão. Eu já sentia meu orgasmo chegando.
Anita: vai Martin, solta essa porra, porra morna, acha que tá enchendo minha bunda, vai, me dá, quero ver como você goza tudo.
Peguei no pulso dela e me recostei na cadeira pra trás, aí deslizei ela mais pra frente, deixando minha pica bem à mostra.
Eu: Fala sério, já não aguento mais, quero gozar, cê quer ver?
Anita: se eu quiser, vai, me dá, solta ela.
Então ela aproxima a boca pra cuspir na minha pica, me segura bem forte com a mesma mão que era a esquerda e só aí percebi que ela tava se tocando com a mão direita o tempo todo. Não aguentei mais e falei “vai sair”, aí a Ana parou e saiu voando um jato longo e bem branco de porra do meu pau, ela tinha apontado pra cima mas saiu com muita força (juro), caiu em cima da mesa na folha que ela tava trabalhando, e depois saiu outro jato que sujou a mão dela toda e parte do braço, um terceiro jato menor que sujou minha roupa na região das coxas na calça, e depois jatos pequenos que sujavam os dedos dela e escorriam deixando tudo bem grudento. Ela deu um gritinho no primeiro jato e depois ria de um jeito safado enquanto eu continuava gozando. Eu tava quase encostando as costas na cadeira, de tão forte e gostosa que foi a sensação daquele orgasmo, meus olhos fechavam mas eu fazia força pra manter abertos, queria ver ela, ver como ela ficava, me sentia satisfeito e sujo, feliz e todo quente. Ela fica muda por um segundo e tenta acariciar minha cabeça, aí uma sensação aguda por causa do orgasmo recente me faz falar
Eu: Não, não, para, para, que não aguento mais, tá muito sensível.
Anita: Meu Deus, saiu uma barbaridade, você não me disse que tinha batido uma hoje de manhã?
Eu: Não, não, te falei que às vezes bato uma de manhã, ou no banho, mas faz uns 4 dias que não faço nada porque tô ocupado e cansado.
Anita: você tinha me avisado que a gente colocava a lixeira pra você terminar aí
Eu: desculpa, não pensei, me deixei levar, me perdoa, não te agradei?
Anita: cê tá me zoando?, gostei pra caralho, tô surpresa, é muita porra, não sabia que podia sair tanta assim.
Eu: kkkk, vamos limpar ela, tenho lenço na mochila
Quando vou fingir que vou pegar a mochila, vejo ela soltar meu pau com a mão toda melada de porra, e começa a lamber. Eu não sabia o que dizer, só tinha visto mulher engolir porra em vídeo pornô, tava perplexo. Ela me diz:
Anita: limpa a calça que isso eu chupo, tá boa, tá quentinha, e tem um gosto bom, às vezes é amarga.
Não falei nada, tava felizão. A gostosa com quem eu tinha umas fantasias tava dizendo que meu leite era gostoso, tava feliz pra caralho. Aí depois me toquei do que ela disse: "às vezes é amargo". Não consegui evitar falar igual um otário:
Eu: Quantas vezes você experimentou? Foi com muitos?
A Anita ficou me encarando, mas não parou de lamber a mão, o olhar dela mudou e ficou mais sério, meio furioso. Eu engoli seco e senti perfeitamente que tinha cagado tudo.
Eu: desculpa, não tive. - não tá bom.
Anita: sei das coisas que falam de mim, mas não comi geral como dizem, não transei com todos os caras da faculdade, é verdade que beijei muitos, mas só fiquei assim com poucos. Não sou virgem, muito menos uma santa. Gosto de sexo e quero me sentir livre pra ficar com o cara que eu quiser. Não tenho por que me sentir reprimida, fuck you, nojo?
Eu: NÃO, nada a ver, me desculpa pelas perguntas, é a primeira vez que isso acontece comigo e eu gosto de você, por isso. Sou meio machista por causa do meu pai, desculpa…
Ela riu: “não seja otário, o que seu pai tem a ver com isso?” Eu ri também e continuei limpando a calça com os lenços, aí quis secar a pica que já estava murcha e toda viscosa.
Anita: não para, isso não..
Anita chegou mais perto com a cadeira dela e se inclinou, então senti pela primeira vez como os lábios de uma mulher engolem a cabeça da minha piroca, me deixou louco, num nível diferente, era puro prazer, acompanhado das melhores cócegas que já senti na vida, a maciez de uma língua e a sensação estranha dela se mexendo pra todo lado. Não consegui evitar me inclinar pra frente e apoiar meu peito na nuca dela, ela colocou as mãos nos meus ombros e me empurrou pra trás, nunca levantou a cabeça, mas levantou um dedo, num sinal pra eu aguentar. Foi na hora, eu já tava começando a ter uma nova ereção, e conforme meu pau inchava na boca dela, ela subia e descia mais, fazendo uns barulhos que me pareciam super excitantes. Aí ela tirou da boca e lambeu meu pelo pubiano e as bordas da minha calça que ainda estavam manchadas. Não durou nem 5 minutos, mas foi inesquecível. Ela se levantou de novo e me perguntou: "Gostou?
Eu: caralho, adoro, é minha pr... – JÁ SEI kkkkkkk fico feliz que você gostou
Eu: achei que você tinha ficado puta.
aNITA: sim, mas eu gosto de você, e entendo que você é um idiota por ser inocente, além disso, falo sério, seu gozo tem um gosto gostoso, quer provar?
Olho pra ela meio atônito... "Como assim?" falei, e aí ela se aproxima pra me dar um beijo de boca bem aberta, enfiando a língua dentro, mexendo pra todo lado. Eu abro os olhos e sinto um pouco de nojo, não tava preparado pra isso. Empurro ela, e ela ri como se estivesse fazendo cócegas nela. "Aguenta aí", ela disse, "assim que eu te devolvo". Aí percebi que o gosto não importava, não era tão ruim assim. Na hora, isso me fez duvidar se eu gostava de porra, se podia ser bissexual, mas na real é que, se é minha, não me dá nojo. Mas voltando ao assunto, olhei pra ela e falei: "Beleza, não para". Ela se surpreendeu, se aproximou e continuou me beijando, mas dessa vez eu também mexia a língua e curtia aqueles beijos, engolindo saliva e trocando os fluidos. Senti a mão dela de volta no meu pau, me masturbando de novo. Aí me veio uma ideia, afastei ela e falei:
Eu: para... Anita, vamos parar, a gente tá se ferrando, se a Celeste entrar, a gente tá na merda.
Anita: é, de qualquer forma a gente não ia conseguir continuar por muito mais tempo, já sei, além disso você precisa fazer uma folha nova.
Eu: por quê?
Olhei pra mesa e percebi que a folha impressa já tava com uma linha absorvida do meu gozo, também tinha estragado mais duas folhas embaixo. Ela me olhou e falou.
Anita: te falei que saiu pra caralho e voou...
Eu: aaff, tô com sono
Ana: e se eu quase arranco sua alma...
A gente começou a se cagar de rir como se tivessem fazendo cócegas na gente. Separei aquelas folhas e peguei novas pra fazer tudo na mão. Não ia reclamar, já tinha guardado meu amigão e limpado um pouco as manchas do moletom com água de uma garrafa e guardanapo, o que não adiantou nada porque deixou uma pelotinha branca grudada que dava pra ver. Ela me olhava e falava:
Anita: entrega assim, seca e a gorda nem vai perceber.
Eu: não sou filho da puta pra fazer isso, mas seria bom sacanear ela.
Depois que terminei de arrumar tudo, olhei pra ela e percebi que tinha uma gotinha branca num cacho do lado do rosto dela. Apontei pra ela:
Eu: ah, sujei um pouco teu cabelo, foi mal.
Anita: não tem problema, é só uma gotinha, deve ser de quando chupei você e ficou melequento, já aconteceu comigo...
No final daquele comentário, ela colocou a ponta da mecha na boca e chupou também, me olhou e percebeu que eu tava intrigado de novo. Eu fiquei calado, mas fiquei olhando pra ela, aí ela falou:
Anita: não se assusta, Martin... aaafff são 3 no total, fodeu com 3 caras, mas não foi uma vez só, foram várias vezes, por isso que sei tanto.
Eu: aaah olha, desculpa, sei que não é da minha conta, mas a curiosidade tava me matando.
Anita: kkkkkkk são tudo uns babaca do mesmo jeito, os outros também queriam saber...
Eu: e aí, cê falou pra elas?
Anita: só pra você, você é o mais educado, os outros são chatos e babacas, mas eu gosto fisicamente deles.
Eu: kkkk vou supor que é verdade que sou o único que sabe, você me quer de outro jeito?
Ana: não seja otário, é verdade, você é bonito de rosto e alto, mas pode melhorar o corpo, mesmo assim não me incomoda como você está. (Sempre fui frango, nunca atlético)
Senti meu rosto esquentar, imaginei que tava corando ainda mais; Tinha rolado um monte de coisa em bem pouco tempo e tudo era novo, tantas sensações, tantos prazeres, ela olhou pra mim e disse:
Anita: então também não provou uma buceta?
Eu: kkkk mó gostosa do nada.
Anita: hahaha e bom, é sério, tô perguntando de verdade.
Eu: não, Anita, nunca experimentei, essa é minha primeira vez em tudo que a gente fez, menos no beijo.
Anita: hahaha que adorável, quer saber?
Eu: que porra é essa?
Anita: fala sério, mano, se quer saber como os aviões voam!!, usei a palavra: buceta, usei a palavra: buceta, se quer saber qual é o gosto!!
Foi impossível não segurar o riso de tão idiota que fui depois de rir e ver que ela esperava uma resposta. Aí eu falei:
Eu: para, aqui? agora tu quer que eu chupe tua buceta? mas tu tem que tirar as meias longas e abrir bem as pernas.
Anita: não, bobinho, é mais fácil, você não vai chupar minha buceta agora...
Eu: agora não? depois sim?
Anita: kkkkk cê é esperto, né? sim, óbvio, depois te arrebento por bobão
Eu: ah, beleza kkkkkk quando você quiser... então, como é que faz?
Anita: assim...
Anita enfiou a mão direita de novo por baixo da saia de couro cinza e das meias longas. Fiquei fascinado vendo como, por baixo das meias quase transparentes, a calcinha azul com uma borda de renda celeste deixava ver o relevo dos dedos entrando e saindo. Ela mordeu o lábio por um segundo e fechou os olhos. Eu sentia que ia ficar duro de novo ouvindo o som da punhetinha dela. Aí ela parou, devagar, esticou o elástico com a mão esquerda, tirou a mão e me mostrou os dedos todos molhados. Ela aproximou a mão do meu rosto.
Anita: viu? tô toda molhada, quer saber como é?
Olhei pra ela sem dizer nada, olhei pros dedos dela vendo que o fluxo da buceta dela era transparente e bem grudento.
Eu: posso? cheirar?
Anita: sim, óbvio, isso me deixa mais tesuda kkkkk porque é raro kkkkk
Então segurando a mão dela pelo pulso... olha, não me desagradou o cheiro, mas era forte, aí eu passei a ponta da língua, o gosto era amargo, um amargo que eu nunca tinha provado, e ela ria e dizia "dá pra ver que é a primeira vez", eu também ri e respondi "sim, mas quero mais", então chupei os dedos dela um por um, e ela não se incomodou muito, só sentiu umas cócegas. Depois da sensação amarga, veio um gosto gostoso, encorpado, forte. Quando terminei de chupar aquilo, ela foi no banheiro lavar as mãos, e eu esperei, depois fui eu. Quando voltei, ela disse:
Anita: como você tá? como foi?
Eu: muito bom, gostei do sabor, gostei de tudo, Ani, e você?
Anita: tá bem, ainda tô excitada.
Eu: eu também.
Nós demos um beijo simples e sem frescura, ela me disse "você é um abusado, Martin" e eu respondi "por quê?" a gente riu e eu terminei de passar pra uma planilha feita à mão todo o balanço... que no final tive que refazer porque estava tudo errado kkkk, mas isso já não importa mais.
Na saída da faculdade, fomos dar um rolê numa praça e tomar umas cervejas. Aí percebemos a sorte que a gente teve, não só porque a Celeste (a professora) nunca mais desceu, mas também porque ninguém foi pra oficina de marcenaria, nenhum outro aluno, e a gente teve uma horinha de experiências novas (bom, pra mim tudo era novo). Um plus: a Anita passou o resto do dia na faculdade e depois na praça também, chupando aquele tufo de cabelo que tinha respingado, kkkk.
Bom, espero que vocês tenham gostado dessa história, dessa anedota pessoal, minha primeira aventura sexual na faculdade (e na minha vida). Eu amo escrever e ler, por isso me dei ao trabalho de usar tantos detalhes. Tenho uma memória excelente. Podem duvidar se isso é falso ou real, mas garanto que não estou tão sem ter o que fazer a ponto de inventar algo assim. Anita foi uma garota incrível na minha vida, que me ajudou muito a crescer como homem, assim como eu a ajudei a crescer como mulher. Claro, foi pra ela que entreguei minha virgindade depois, na casa dela, mas isso é um relato que farei mais pra frente. Espero ter conseguido cativar o interesse de vocês com esse texto e que meu nível de escrita esteja à altura das expectativas. Afinal, sou um amador nesse mundo do erotismo e da pornografia. Sem mais delongas, obrigado por terem passado e lido até aqui.
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