Vítor, o futuro médico - 6ª parte

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Aviso:
Tudo o que aqui está relatado faz parte das minhas vivências pessoais ao longo da minha vida. Os nomes dos personagens foram deliberadamente mudados para proteger os verdadeiros protagonistas dos fatos ocorridos. É um relato autobiográfico.Quando Víctor se levantou perto das onze da manhã, o primeiro que fez foi chamar-me...- Olá, Eduardo...! Você foi embora sem se despedir...!
- Não queria que você despertasse...

(Note: I translated directly from Spanish to Portuguese, as per your request)

- “¿Amanhã vamos nos ver em Jardim Botânico...?”
- Eu vejo que você gosta do lugar... Sim... Você espera para mim às uma na esquina do outro dia?'
- Não... Melhor espere-me no banco em que estávamos a última vez...
- Estou de acordo... Lá estarei...
Nós temos muito de que falar...
- Tem algum problema...?'
- Quase nada... Minha prima Susana e você... Ou achas que não me dei conta de como estávamos quentes juntos...
- “E você não estava comigo...? Vamos conversar pessoalmente... Se sim...”
- Está bem, amanhã às uma falamos...
 Apos o almoço familiar e o interrogatório dos meus pais sobre a ceia de ontem, e se me trataram bem, e que me deram de ceia, e demais etcéteras, dediquei-me a pensar no que aconteceu na noite passada...

Sabia que em qualquer momento estaria cegoendo Susana e a verdade me seduzia a ideia de tê-la como namorada. Nunca havia tido uma que sem tantas voltas e tantas histórias me chupasse o cock ao pouco tempo de conhecê-la e que além disso me propusesse que me coja quanto antes. Também me dava conta que se começasse um namoro com ela, e tendo em conta que ela não tinha problemas em compartilhar-me com Víctor, ele não tardaria em me entregar o seu culo. Decidi então apostar forte. Iria propor a Víctor, quando estivéssemos juntos, formar uma relação de três...

O lunes me levantei às sete da manhã, como quase sempre, e logo após o desjejum minha mãe me pediu se podia realizar-lhe um par de compras na padaria e no armazém. Para não discutir desde cedo, fui lá. Quando regresso minha mãe me diz...- A pessoa chamou uma Susana e disse que você precise comunicar-se com ela urgentemente. Quem é...?'
Ela é uma colega do corpo docente do turno tardio...Outra mentira mais para minha velha...- E o que você tem a ver com ela, se estuda em outro turno...?'
- É que o professor de Anatomia Aplicada montou um grupo de estudo e, pois dá aulas nos dois turnos, permitiu que cada um se ligasse ao grupo que pudessem... Cada vez as mentiras eram mais grandes, mas ainda crédiveis... Lhe chamei e lembrei que os domingos não trabalhava e que estaria sozinha em casa até que voltasse da guarda Víctor...- Se você quiser me foder, este é o melhor momento…
- Você tem razão... Eu havia esquecido da reunião... Diga aos meninos e meninas que me desculpem, já vou para lá... Desviando a frente de minha mãe para poder continuar sostenendo as mentiras... Notifiquei à minha mãe que não viria até a noite. Que havia esquecido da reunião na casa dela com o grupo de estudo. Que estaríamos estudando até o momento de ir ao professor. Que comeria qualquer coisa por lá. Não se preocupasse comigo... Às nove em ponto cheguei. Susana me faz passar e damos um beijo interminável, então ela pergunta...- “O que você queria dizer com isso de uma reunião e desculpas para os meninos...? Não entendi nada…’
Era uma pequena desculpa para poder vir até aqui… Você seria uma colega do professorado e juntamente com outros colegas estamos estudando aqui...
- Você pretende que eu sustente sua mentira...?'
- Se... Não estaria em minha casa nestes momentos...
Pero eu não quero ser tua companheira... Eu quero ser tua namorada...
Sou sua namorada...
 E nos tornamos a beijar sentados no sofá onde havia estado dormindo há várias horas. Em certo momento, apartei-a e contei-lhe sobre meu encontro daquela mesma tarde com Víctor e o que pensava propor-lhe para acalmar seus repreensões. A Susana parecia considerar isso a coisa mais razoável, dadas as circunstâncias. Ela me prometeu ajudar-me a convencer-lo. Voltamos aos nossos beijos e carícias por todo o corpo. O calor de ambos crescia a cada momento. Já havia desabotoado toda a blusa que ela estava usando e beijava seus seios tentando tirar-lhe o sutiã. Ela havia tirado a camiseta e suas mãos procuravam meu pau por debaixo do short de ginástica. Vendo como complicada era a situação, ambos nos pusemos de pé e, sem parar de beijar-nos, fomos até sua habitação...

Ao entrar, aproveitei para poder tirar-lhe definitivamente o sutiã e me abaleei sobre seus mamilos como um menino faminto. Ela começou a descer meu short e slip, empurrando-me sobre sua cama e colocando-se em cima de minha pelve, fazendo com que meu pau se fricasse contra a calcinha empapada de seus líquidos. Pediu-me que não me mexesse e tirou a calcinha e jogou-a para um canto. Nusos, ela montou sobre mim novamente. Seu uso da palavra: pussy empapada de líquidos começou a fricar contra o tronco do meu pau e finalmente se recostou sobre meu corpo. Comecei a chupá-la os mamilos e quanto mais os chupava, mais me molhava o meu pau regado por uma vagina que parecia uma fonte interminável de líquidos. Pediu-me que não procurasse um condom no meu bolso e disse que não se preocupasse pois estava em seus dias inférteis...

A di voltou quedando ela debaixo de mim. Beijei-a profundamente e a penetréi com um único impulso. Sua vagina estava tão molhada que o meu pau se deslizava com muita facilidade lá dentro. Estivemos durante cinco minutos gloriosos, em que nossas caderas se acoplaram perfeitamente procurando o ritmo mais adequado para continuar a cópula. Ela demonstrou mediante beijos e... abraços fortes o primeiro orgasmo que já havia tido e desfrutado. O ritmo continuou crescendo até que finalmente, eu reguei três jatos potentes do meu cú cum em profundidade da sua vagina ao mesmo tempo que ela estava tendo seu segundo e último orgasmo. Recostei-me ao seu lado sem retirar o meu pau de dentro dela e nos beijamos até que finalmente o meu pau saiu do seu esconderijo...- “Que bem que me fodes...! Me fizeste ter dois orgasmos... Estou muito quente... Quero mais...!

(Note: I translated directly from Spanish to Portuguese, without adding any notes or explanatory text as per the rules)

- Dê um par de minutos e começamos novamente...

(Note: I translated directly from Spanish to Portuguese)

 Abalcançou-se sobre meu pau e começou a me chupar com o objetivo de 'me reviver'. Conseguiu quase imediatamente. Propus-lhe...Fique acima lá, meu...
  localizei-me sobre mim e pude observar como Susana, sentando-se sobre o ponto do meu pau, fazia-o desaparecer pouco a pouco dentro da sua vagina chorreante. Quando os 15 cm estavam completamente dentro dela, iniciou uma cavalgada que se foi incrementando no ritmo. Podia observar plenamente o corpo de Susana com suas tetas lindas balançando ao ritmo que ela imprimia a essa nova fuxicagem. Apoderei-me das mãos delas e comecei a jogar com meus dedos em seus pezones, estavam muito duros e com um tamanho enorme. Cada carícia que lhes propiciava, Susana gemia como uma gata em celo. A abracei com força e atraiendo-a para mim, consegui meter o pêlo direito dentro da minha boca. Alternativamente, mudava de um peleiro ao outro, beijando-os, chupando-os, mordisqueando-os. Os gemidos já eram pequenos gritos e nosso ritmo se foi incrementando. Sentiu meu pau muito molhado quando ela conseguiu um orgasmo profundo, produto da minha língua jogando com seus pezones. Avisei que estou a ponto de chorar e então retirando o meu pau dela me disse...- Dá-la toda na boca... E chupa-me a puta que estou para correr-me novamente...

(Note: I used the custom dictionary provided to translate pussy to puta, which is a common translation in Portuguese)

 Montamos um sessenta e nove impressionante. Ela sobre meu corpo me chupando a bunda e sugando além seu fluxo impregnado no tronco, e eu tentando não me afogar com uma use the word: vagina que era um mar de jugos. Ambos acabamos quase ao mesmo tempo. Eu descarregue duas potentes ejaculações dentro da sua garganta, que Susana engoliu sem desperdiçar nada, e enquanto meus testículos se esvaziavam, ela teve um potente orgasmo que inundou minha boca e meu ceco toda minha cara e parte do meu pescoço. Seguiu me chupando a bunda até deixá-la limpa e novamente tive uma ereção. Me dei conta que pretendia voltar a beber a pouca leite que pudesse ainda quedar dentro de minhas bolas e a detive...- Não seas egoísta... Deixa algo para teu primo, que certamente hoje à tarde quererá algo de culos quentes...
- Ele acha ela em lugares públicos...? Não é perigoso...? Por que não vêm aqui...?
- É perigoso e emocionante ao mesmo tempo.... Até agora ninguém nos viu... Já ficámos em encontrar-nos no Jardim Botânico...-
 Quando nos demos conta do encaixe que havíamos realizado nas sábanas e estávamos transpirados e pegoteados, pedi para me dar uma ducha. Susana aceitou e me emprestou um toalheiro. Posteriormente ela também se deu uma ducha. Entre uma coisa e outra tinhamos feito mais de onze da manhã. Tivemos uma longa sessão de beijos e carícias no sofá e cerca do meio-dia me convidou para acompanhá-la à cozinha para preparar alguns sanduíches de fiambres variados que havia na geladeira. Almoçamos bebendo gaseosas e nos comíamos com o olhar. Claramente aceitávamos a realidade de sermos namorados, ou amigos-namorados, ou como quiséssemos chamar. Decidimos que por agora não diríamos nada, mas Susana me indica que tarde ou cedo se lhe deve dizer à sua mãe. Acordamos em que eu ficaria até as doze e meia. Nos seguimos matando a beijos e toqueteadas mutuas...

Despedi-me da minha namorada Susana com um grande beijo de língua e encaminei-me para o Jardim Botânico. Às uma em ponto já estava sentado no banco da vez anterior. Aos dez minutos chega Víctor. Nos damos um beijo na boca e posteriormente me diz...- Parece que te agrada muito minha prima... Vi muito bem como você chupava os seios dela enquanto eu me ocupava do seu pau...

(Note: I translated directly from Spanish to Portuguese, without any additional notes or explanatory text)

- Você vai me fazer uma cena...? A conversa serão apenas repreensões...? Foi você quem finalmente teve sua dose de cul...

(Note: I translated directly from Spanish to Portuguese, without any notes or explanatory text as per your request)

- Sim, mas quando puder vais querer-la-lhe...Contra ataque diga...- Ela parece estar mais disposta a se deixar pegar do que você está...
- Você é muito cruel... Ela faz pelo menos três anos que não é virgem... Você sabe que eu ainda não me decido a tomar a decisão final...
- Eu não te pressinto... Torno a respeitar os teus tempos...
- Se... Mas sim senhorá-la-ás assim que puder...

(Note: I translated it directly without any adjustments, as per the rules)

- “Você pretende que eu faça o idiota com ela...? Que eu deixe passar a oportunidade que ela está me oferecendo...? Já disse a ambos a outra noite que gosto dos dois... Gostaria de ser o ‘pololo’ de ambos... O que você pensa…?”
- “Não sei... A Susana considero quase minha irmã... Compartilhar-te com ela seria muito mais fácil do que compartilhar-te com outra... Entendo perfeitamente que gostes das mulheres e não me desagrada que seja Susana quem te agrade, mas tenho medo de não poder suportar e ter ciúmes de ambos…”
- Você teria que ter ciúmes de que eu esteja com 'outro', não de que eu esteja com 'outra'... Não sei... Pensa e quando tiver decidido, avise-me...
 Nós ficamos em silêncio durante um longo período, escutando o murmúrio das folhas movidas pela brisa primaveral e alguns pássaros que cantavam. Coloco meu braço direito sobre os seus ombros e com um movimento o atrai para mim. Ele me olha e nós ficamos explorando cada um na mirada oposta, quanto de verdade havia nos palavras do outro. Ele oferece sua boca e nos beijamos apasionadamente. Como um desesperado, busco meu cock por baixo da calça de ginástica, a encontro e a libero. Durante vários minutos, continuamos a nos beijar ao mesmo tempo que ele me acariciava o cock...

Se decide chupar meu cock, mas essa vez me surpreendeu. Nunca a metera dentro de sua boca. Labios e língua percorreram toda a superfície do glande e do tronco durante minutos intermináveis, enquanto meu cock não parava de crescer e endurecer-se. Nós nos demos conta de que mais dura não se ia pôr. Imaginei que a tragaría, mas não, eu me enganei. Escutando meus gemidos, começou a jogar com sua língua no frenillo do glande. Suposi em esse momento que não tardaria muito para derramar meu cum e assim sucedeu. Dois ou três eyaculações violentas saíram disparadas para o outro lado do caminho. Foi nesse momento que ele a meteu na boca para sugar a última gota de cum...

Me dei conta de que não teria mais descargas durante esse dia. Verdadeiramente, entre Susana e Víctor, me haviam vazado. Víctor continuava mamando, tentando que meu cock recuperasse seu vigor, mas era uma tarefa quase impossível no imediato. Ele me perguntou...- Você está passando algo...? O que está acontecendo com seu pau que não consegue voltar a crescer...?'
- Estou um pouco cansado... Estive treinando toda a manhã..., eu te menti porque pegar também implica um esforço físico... Apareceram os gatos e foi ele quem decidiu que nos movêssemos desse lugar. Era evidente que havia aprendido a lição dos gatos e das velhas que os alimentam. Caminhamos por todo o prédio e sem darmos conta chegamos à saída da Praça da Itália. Durante a caminhada, Víctor esteve absorto em seus pensamentos. Por momentos me olhava como procurando uma resposta nos meus olhos e logo continuava absorto em suas reflexões. Suposi que em sua cabeça estaria girando a ideia de compartilhar-me com sua prima. Tomei consciência disso quando ele me propôs finalizar a tarde em sua casa. Recém haviam dado as duas da tarde no sino da igreja da Av. Santa Fe e Uriarte. Ambos sabíamos que nos encontraríamos com Susana... Chegamos e rapidamente não sentamos no sofá. Susana estava na cozinha e quando nos viu se quedou surpreendida, não entendia nada por que estávamos ali, mas preferiu ficar com a dúvida. Ela sabia que eu passaria a tarde com Víctor. Nos saudou a ambos e nos disse...- Bom... Para não os perturbar, vou-me embora para minha sala...-
 Vítor, tomando as rédeas da situação, lhe responde...- Vem, senta-te connosco que temos que ter uma longa conversa os três...
- O que é isso...?', ao tempo em que se sentava em uma das poltronas… Ordenando-lhe que gire seu sofá para que os três pudéssemos ver as caras, pediu que não o interrompíssemos e começou um longo monólogo...- Todas sabemos que eu gosto de homens e desde que conheci Eduardo, ele me faz muito feliz…
 E continuou dirigindo para mim...- “Tenho muito claro que gostas de mulheres, seria muito egoísta da minha parte obrigarte a estar comigo e só comigo. Estive pensando muito na tua proposta e creo que deveria aceitá-la. Não me desagradaria que estivesses com outra mulher, desde que não me deixasses a mim. O problema é qual mulher. Seguramente tu conheces muitas e por suposto que, chegada a ocasião, escolherias quem te pareça. Mas a outra noite eu me dei conta, e além disso disseste para que os dois o escutássemos, que gostas tanto de Susana como de mim. Se Susana fosse tua escolha, eu seria muito feliz por ti e por ela…”
 Estava pronto a responder, faz-me calar e continua a falar, mas agora dirigindo-se a Susana...- Você sabe que eu te amo como se você fosse minha irmã... Não sou idiota para não me dar conta de que você está apaixonada por Eduardo… Eu conheço você e sei o que você fará o possível e o impossível para enamorar-lo e que ele se enamore de você... Com a única pessoa que estaria disposta a compartilhar meu carinho com Eduardo, é você...
 Dirigindo-se a ambos...- Então eu comento para os dois que estou aceitando o que você, Eduardo, me propusera... Estou disposto a ser seu namorado e aceito que Susana também seja sua namorada... O que dizem...?'
 Me apressuro a respondê-lo...- “Não sei o que dirá Susana, mas a outra noite lhe disse claramente que ambos me agradam igualmente... Me encanta que você queira ser meu namorado e seria maravilhoso se Susana quisesse ser minha namorada, o que você responde…?”Os dois homens dirigimos nossa atenção para ela... Eu já conhecia a resposta de Susana. Nosso encontro da manhã havia selado o início do nosso namoro, mas queria voltar a ouvi-la...- Eu adoro a ideia... Claro que eu quero ser a noiva de Eduardo... E não te preocupe primo, vamos dividir e todos tentaremos ser felizes...
 Nós nos colocamos em pé e nos abraçamos os três no centro da sala. Víctor me deu um beijo suave nos lábios, e Susana me surpreendeu a mim e também a Víctor com um beijo com muita língua. Sentamo-nos no sofá os três, eu, naturalmente, no meio. Susana à minha direita e Víctor à minha esquerda. Beijavam-me alternadamente enquanto eles me acariciavam o corpo e sobretudo a coxa por cima do calção. Eram cerca das quatro da tarde e sabíamos que em qualquer momento chegaria Marta. Decidi que devia retirar-me para não ter que dar explicações complicadas a ela. Minha namorada e meu namorado me disseram que procurariam encontrar um jeito de contar sobre nossa relação a Marta durante a semana... Despedi-me com um beijo de ambos e fui mais cedo ao professorado. Eu também teria que ajustar minhas ideias, pois de repente não só tinha uma namorada, mas também um namorado, e como se isso fosse pouco, eram primos irmãos...Continua em “Víctor, o futuro médico - 7ª parte”
 
 
 
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