Meu nome é João e tenho 26 anos. Vou contar pra vocês sobre algumas experiências que tive na vida, e que com certeza vão ser úteis pra quem quiser seguir um caminho parecido.
A gente sempre busca oportunidade de meter num rabão gostoso e ter um par de peitos disponível toda hora, e pra conseguir umas putas é só ficar de olho nas situações ao redor e arriscar. Nesse caso, vou contar como comecei a comer venezuelanas e colombianas igual doido. Deixo claro que não sou um cara gato, sou comum: moreno, magro, com barriga de chopp, tenho 1,77, cabelo curto, olhos pretos, barba por fazer; mas inteligente o bastante pra sacar o que as mulheres querem, baseado nas experiências que tive e nos livros que li.
Pra quem não mora em Buenos Aires, vou contar que nos últimos anos (bem mais acentuado nos últimos 2) começamos a receber uma porrada de imigração de jovens venezuelanos e também colombianos, por causa da situação socioeconômica dos países deles. Entre eles, tem muitos jovens profissionais recém-formados e estudantes universitários, vários bem competentes, que vêm com vontade de trampar e crescer nesse país. Qual é a dinâmica? Eles chegam, alugam uma pensão ou um apê onde moram umas 9 pessoas mais ou menos e procuram trampos pra os quais são superqualificados, ganhando um salário mixuruca, comparado com o que qualquer argentino pediria. Na moral: várias gostosas com uns booties caribenhos do caralho, umas putinhas que só, procurando um apego emocional nessa terra e atrás de oportunidades. Presa fácil se você parar pra pensar, seu lince.
A história é que, fazendo inglês numa das instituições da UBA, na turma somos umas 15 pessoas, vários profissionais, gente que estuda pra viajar ou ter melhores oportunidades no trampo. Tem 2 venezuelanas, 2 colombianas e 1 colombiano, o resto argentinos.
Sabendo de tudo isso, no break (aquele intervalo de 10 minutos no meio da aula pra tomar café, espairecer, etc) começo a chegar nas duas venezuelanas. (Nota pros taringueros: não tem nada mais fácil do que chegar num curso desses: de onde são, há quanto tempo vieram, se emprestam o livro pra xerocar, o telefone pro grupo do WhatsApp, etc). A questão é que a gente se entrosou, e na próxima aula (é uma vez por semana, das 19h às 22h) combinamos de sair pra espairecer e tomar algo. Fomos a um bar com sinuca que fica a duas quadras, comecei a pedir muita bebida (ninguém tinha jantado ainda) e umas batatas pra petiscar. A parada é que, dose vai, dose vem, começo a criar um clima com uma das minas, que chama Zayra (23 anos, cabelo comprido castanho, olhos pretos, uma bunda do caralho impressionante e uns peitos que não ficam atrás). A questão é que a morena tava se acabando de rir, e meio alta das bebidas. A gente se olhava, eu pegava na mão dela, fazia ela rir, etc (a confiança de jogar em casa me dominava, e me fazia crescer, agindo como o playboy metido a gostosão que tanto odeio). Numa parte, sento pra tomar cerveja e fico observando, enquanto ela joga sinuca e ri, a legging vermelha colada no corpo que ela usa, e como marca a buceta de tão apertada que tá. Naquele momento, penso "essa puta é tua, cara, tu tem que ter ela passando suas camisas amanhã" e levanto, e enquanto ela se mexe um pouco no ritmo do reggaeton de fundo, pego ela pela cintura, olho mordendo os lábios e dou um beijo. Ela se deixa beijar e depois coloca as mãos nas minhas costas ("sucesso garantido, cara", penso comigo mesmo). A noite segue entre beijos e bebida, e a amiga soltando comentários. Lá pelas 12 a gente vai embora, mas eu chamo ela pra jantar em casa comigo, e depois levo ela até o apê dela. Foi difícil convencer, mas ela aceita, e na minha moto (motivo pelo qual não levo a outra amiga) levo ela até o humilde dois cômodos que alugo em Almagro.
A questão é que a gente chega e enquanto preparo os drinks, coloco um trap de fundo e bolo um baseado, falo pra ela fazer uns hambúrgueres com salada. Quando termino de preparar tudo, vou com meu copo pra cozinha e pergunto quanto tempo falta, que tô com muita fome. Ela diz que já tá cozinhando, e aí dou um tapa na bunda dela, falando (meio na brincadeira) que ela tem que se mexer mais rápido. Ela diz que os argentinos são machistas, quase como os venezuelanos, e eu respondo que nem todo mundo sabe tratar uma mulher e dou outro tapa nela. Começo a beijar a boca dela enquanto apago o fogão e levo ela, segurando "bruscamente" pelo cabelo, até o sofá da sala. Ali a gente começa a se agarrar e se apalpar, tiro o moletom dela e ela fica só de regata, com uns peitões enormes, e eu penso "que foda que eu sou" e começo a apalpar e chupar aquelas tetonas. Ela começa a gemer e a gente continua se pegando, eu sempre segurando ela pelo cabelo. Com a outra mão pego o baseado e começo a alternar tragadas de maconha com os lábios carnudos da putinha, e com a mão na nuca dela vou guiando ela pro meu pau. A putinha abaixa minha calça e me dá um boquete foda, engolindo tudo e brincando com a língua. Em um momento, coloco o baseado entre os lábios, seguro ela com as duas mãos e começo a meter na boca dela. Depois pego o drink na mesa e falo pra ela chupar minhas bolas, o que ela faz com maestria enquanto eu bebo e continuo fumando, e vou falando o quanto ela é puta e vagabunda.
Dale, vagabunda, continua chupando minhas bolas bem peludas que eu tenho.
Zayra:Adoro chupar ela toda, papi!
Eu: agora começa a rebolar essa buceta gostosa que você tem, igual a puta que você é, puta.
Zayra (com a boca cheia das minhas bolas): Isso, papai, isso
Tudo isso enquanto vou dando tapas naquela bunda enorme e gostosa que ela tem, enquanto ela rebola de um jeito sensual. No fundo, tava tocando trap (um estilo musical muito na moda hoje em dia, que basicamente fala que tratando as mulheres como putas você consegue pegar elas).
Na real, me sentia um verdadeiro campeão, e enquanto essa gostosa incrível limpava minhas bolas, pensava comigo mesmo: "tô com um bom drink na mão, um baseado gigante na boca, uma puta espetacular rebolando a bunda e levando meus tapas; além disso, soltando toda minha sexualidade animal e minha violência de macho tratando ela como uma vagabunda enquanto me faz um boquete foda, o que mais eu poderia pedir?
Mas eu queria mais, queria o que eu mereço. No próximo post conto como a história com a Zayra continua e como enchi meu apê de putas venezuelanas que cozinham, limpam e passam roupa pra esse macho argentino.
P.S.: como eu sou meio punheteiro pras descrições, vou deixar a foto de uma mina muito parecida com a Zayra.
E como é que Zayra vai terminar no próximo conto?
Se vocês gostaram, eu continuo com a parte. Abraços.
A gente sempre busca oportunidade de meter num rabão gostoso e ter um par de peitos disponível toda hora, e pra conseguir umas putas é só ficar de olho nas situações ao redor e arriscar. Nesse caso, vou contar como comecei a comer venezuelanas e colombianas igual doido. Deixo claro que não sou um cara gato, sou comum: moreno, magro, com barriga de chopp, tenho 1,77, cabelo curto, olhos pretos, barba por fazer; mas inteligente o bastante pra sacar o que as mulheres querem, baseado nas experiências que tive e nos livros que li.
Pra quem não mora em Buenos Aires, vou contar que nos últimos anos (bem mais acentuado nos últimos 2) começamos a receber uma porrada de imigração de jovens venezuelanos e também colombianos, por causa da situação socioeconômica dos países deles. Entre eles, tem muitos jovens profissionais recém-formados e estudantes universitários, vários bem competentes, que vêm com vontade de trampar e crescer nesse país. Qual é a dinâmica? Eles chegam, alugam uma pensão ou um apê onde moram umas 9 pessoas mais ou menos e procuram trampos pra os quais são superqualificados, ganhando um salário mixuruca, comparado com o que qualquer argentino pediria. Na moral: várias gostosas com uns booties caribenhos do caralho, umas putinhas que só, procurando um apego emocional nessa terra e atrás de oportunidades. Presa fácil se você parar pra pensar, seu lince.
A história é que, fazendo inglês numa das instituições da UBA, na turma somos umas 15 pessoas, vários profissionais, gente que estuda pra viajar ou ter melhores oportunidades no trampo. Tem 2 venezuelanas, 2 colombianas e 1 colombiano, o resto argentinos.
Sabendo de tudo isso, no break (aquele intervalo de 10 minutos no meio da aula pra tomar café, espairecer, etc) começo a chegar nas duas venezuelanas. (Nota pros taringueros: não tem nada mais fácil do que chegar num curso desses: de onde são, há quanto tempo vieram, se emprestam o livro pra xerocar, o telefone pro grupo do WhatsApp, etc). A questão é que a gente se entrosou, e na próxima aula (é uma vez por semana, das 19h às 22h) combinamos de sair pra espairecer e tomar algo. Fomos a um bar com sinuca que fica a duas quadras, comecei a pedir muita bebida (ninguém tinha jantado ainda) e umas batatas pra petiscar. A parada é que, dose vai, dose vem, começo a criar um clima com uma das minas, que chama Zayra (23 anos, cabelo comprido castanho, olhos pretos, uma bunda do caralho impressionante e uns peitos que não ficam atrás). A questão é que a morena tava se acabando de rir, e meio alta das bebidas. A gente se olhava, eu pegava na mão dela, fazia ela rir, etc (a confiança de jogar em casa me dominava, e me fazia crescer, agindo como o playboy metido a gostosão que tanto odeio). Numa parte, sento pra tomar cerveja e fico observando, enquanto ela joga sinuca e ri, a legging vermelha colada no corpo que ela usa, e como marca a buceta de tão apertada que tá. Naquele momento, penso "essa puta é tua, cara, tu tem que ter ela passando suas camisas amanhã" e levanto, e enquanto ela se mexe um pouco no ritmo do reggaeton de fundo, pego ela pela cintura, olho mordendo os lábios e dou um beijo. Ela se deixa beijar e depois coloca as mãos nas minhas costas ("sucesso garantido, cara", penso comigo mesmo). A noite segue entre beijos e bebida, e a amiga soltando comentários. Lá pelas 12 a gente vai embora, mas eu chamo ela pra jantar em casa comigo, e depois levo ela até o apê dela. Foi difícil convencer, mas ela aceita, e na minha moto (motivo pelo qual não levo a outra amiga) levo ela até o humilde dois cômodos que alugo em Almagro.
A questão é que a gente chega e enquanto preparo os drinks, coloco um trap de fundo e bolo um baseado, falo pra ela fazer uns hambúrgueres com salada. Quando termino de preparar tudo, vou com meu copo pra cozinha e pergunto quanto tempo falta, que tô com muita fome. Ela diz que já tá cozinhando, e aí dou um tapa na bunda dela, falando (meio na brincadeira) que ela tem que se mexer mais rápido. Ela diz que os argentinos são machistas, quase como os venezuelanos, e eu respondo que nem todo mundo sabe tratar uma mulher e dou outro tapa nela. Começo a beijar a boca dela enquanto apago o fogão e levo ela, segurando "bruscamente" pelo cabelo, até o sofá da sala. Ali a gente começa a se agarrar e se apalpar, tiro o moletom dela e ela fica só de regata, com uns peitões enormes, e eu penso "que foda que eu sou" e começo a apalpar e chupar aquelas tetonas. Ela começa a gemer e a gente continua se pegando, eu sempre segurando ela pelo cabelo. Com a outra mão pego o baseado e começo a alternar tragadas de maconha com os lábios carnudos da putinha, e com a mão na nuca dela vou guiando ela pro meu pau. A putinha abaixa minha calça e me dá um boquete foda, engolindo tudo e brincando com a língua. Em um momento, coloco o baseado entre os lábios, seguro ela com as duas mãos e começo a meter na boca dela. Depois pego o drink na mesa e falo pra ela chupar minhas bolas, o que ela faz com maestria enquanto eu bebo e continuo fumando, e vou falando o quanto ela é puta e vagabunda.
Dale, vagabunda, continua chupando minhas bolas bem peludas que eu tenho.
Zayra:Adoro chupar ela toda, papi!
Eu: agora começa a rebolar essa buceta gostosa que você tem, igual a puta que você é, puta.
Zayra (com a boca cheia das minhas bolas): Isso, papai, isso
Tudo isso enquanto vou dando tapas naquela bunda enorme e gostosa que ela tem, enquanto ela rebola de um jeito sensual. No fundo, tava tocando trap (um estilo musical muito na moda hoje em dia, que basicamente fala que tratando as mulheres como putas você consegue pegar elas).
Na real, me sentia um verdadeiro campeão, e enquanto essa gostosa incrível limpava minhas bolas, pensava comigo mesmo: "tô com um bom drink na mão, um baseado gigante na boca, uma puta espetacular rebolando a bunda e levando meus tapas; além disso, soltando toda minha sexualidade animal e minha violência de macho tratando ela como uma vagabunda enquanto me faz um boquete foda, o que mais eu poderia pedir?
Mas eu queria mais, queria o que eu mereço. No próximo post conto como a história com a Zayra continua e como enchi meu apê de putas venezuelanas que cozinham, limpam e passam roupa pra esse macho argentino.
P.S.: como eu sou meio punheteiro pras descrições, vou deixar a foto de uma mina muito parecida com a Zayra.
E como é que Zayra vai terminar no próximo conto?
Se vocês gostaram, eu continuo com a parte. Abraços.
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