No se lo puedo contar a nadie

Nunca teria imaginado isso. Nem nas minhas melhores punhetas me passou pela cabeça o que vivi algumas semanas atrás, mas às vezes os amigos nos surpreendem, e seus parceiros podem nos surpreender ainda mais. Não sei como contar sem dar muita pala, isso deveria ser um segredo de cova, mas de alguma forma preciso compartilhar com alguém. Obviamente vou omitir nomes e outros detalhes, mas enfim... Lá vai...

Esse amigo tem uma casa no litoral, uma casinha de veraneio que ele usa às vezes na Semana Santa e em alguns feriadões. (na verdade, a casa é do sogro dele). Dessa vez (feriado de quatro dias), ele me convidou para passar um tempo lá, com a desculpa de dar uma mão na pintura da casa e arrumar algumas coisas, e de quebra um churrasco. Nada complicado. Fomos em dois carros. Em um carro, íamos eu, meu amigo e a esposa dele (aqui devo dizer que nós estamos na casa dos 40, e ela nos 30) e a irmã do meu amigo. No outro carro, iam os sogros do meu amigo e o sobrinho adolescente dele.

Até aí, nada de mais, nada que antecipasse o que ia acontecer. Um fim de semana em família e com amigos. Chegamos, pintamos a casa, trocamos vedações, lâmpadas... Não teve atrito, não teve olhares furtivos para ninguém, não teve nenhum tipo de sugestão...

O fim de semana ia até terça-feira, mas no domingo à noite aconteceu algo no trabalho do sogro, e tivemos que acelerar a partida. No final, decidiram que nós (meu amigo, a esposa dele e eu) ficaríamos. Aqui já começa a ficar um pouco mais interessante, embora ainda não tivesse acontecido nada que insinuasse alguma coisa.

Os sogros partiram na segunda de madrugada, e durante o resto do dia não fizemos mais nada na casa. Descansamos, assistimos TV, caminhamos um pouco pela praia e, já no final da tarde, abrimos o primeiro vinho. Já livres dos sogros, da cunhada e do sobrinho, nos propusemos, por que não, a ficar um pouco bêbados naquela noite. Estava tudo pronto: lenha para a lareira, comida quente, vinho e um pouco de tequila. Comemos e nos juntamos os três no sofá da sala (aqueles que abrem e viram cama) cobertos com um cobertor pra ver uns episódios de Vikings...
Eu não sei se foi isso, o vinho, a tequila, a salamandra ou se eles já tinham planejado, mas no meio da noite eu acordo com um certo movimento no sofá-cama. A TV já estava desligada e a pouca luz que tinha era o brilho da salamandra. Suficiente pra ver os movimentos lentos mas inconfundíveis do meu amigo comendo a esposa. Eles transavam devagar, quase em silêncio, como se estivessem disfarçando. Eu não sabia o que fazer. Fiquei parado um tempo, embora minha respiração começou a acelerar. Meu amigo estava de costas pra mim e a mulher dele do outro lado da cama. Era tudo muito estranho. Eu ouvia ela gemer bem devagar e eles mal se mexiam. Fingi que estava dormindo e virei pro outro lado, de costas. Não sabia se ia embora, se ficava quieto ou se dizia algo. Optei por ficar quieto. Então a cama se moveu um pouco mais. Não podia ver o que estava acontecendo porque estava de costas pra ação, mas senti que trocaram de lugar. Agora ela estava no meio, de costas pra mim. Senti a bunda dela roçando na minha. Eu ainda estava vestido, ela não. Evidentemente, eu era parte do jogo. Não me disseram nada, continuaram com seus atritos e gemidos abafados. Então me animei e me virei, sempre mantendo o papel de dormindo. Aproximei minha cintura da dela e, disfarçadamente, comecei a encostar. Ela reagiu empurrando com a bunda, senti que aumentou um pouco o volume do gemido e, de repente, ela começou a se mover um pouco mais. Quando percebi, enquanto beijava o marido, ela meteu a mão na minha calça e agarrou forte meu pau, que já estava duríssimo. Em poucos segundos, estávamos os três pelados. No começo, foi tudo muito desajeitado e confuso. Minhas mãos batiam nas do meu amigo e mais de uma vez demos uma cabeçada. Tentávamos não roçar muito um no outro, mas depois de um tempo nem ligamos mais. Ela estava muito excitada. Fizemos de tudo com ela e ela fez tudo. Não conseguiria contar a ordem das coisas, mas devo ter gozado não menos de três vezes. Meu amigo, acho que também. Ela, não sei, em um momento não consegui distinguir quando ela estava gozando e quando era tudo uma lagoa de prazer. Pelo que diziam enquanto transávamos, parecia que essa era a primeira vez dela com dois ao mesmo tempo. Ele dizia coisas como "viu, putinha, que você ia gostar" e "agora come ela toda" enquanto ela chupava meu pau. Quanto mais ele falava, mais ela abria a boca. "Pega a boca dela" ele me dizia enquanto dava nela pelo cu ou pela buceta. Tentamos penetrar ela os dois ao mesmo tempo, mas não deu certo, então depois ele pediu que eu comesse o cu dela deitada sobre ele. Enquanto eu comia, não conseguia acreditar, ele abria as nádegas dela com as mãos enquanto me dizia para meter mais, para meter tudo, ela só dizia sim e se mexia como uma louca! Não usamos camisinha. Eles disseram que não precisava, confiei neles. Enchemos a boca dela de porra, os peitos e o resto do corpo também. Não sei quanto tempo durou, mas em algum momento ficamos quietos e dormimos. Quando acordei (quase meio-dia) eles já estavam banhados e trocados. Não disseram nada. Tudo continuou como se nada tivesse acontecido. Igual à noite anterior, segui o jogo deles. Arrumamos a casa, juntamos nossas coisas e na tarde de terça-feira voltamos para nossas casas. Antes de nos despedirmos, meu amigo pediu total discrição e a possibilidade aberta de que aconteça de novo.

10 comentários - No se lo puedo contar a nadie

Nosotros tenemos ganas de incorporar un amigo mio,ya casi está,nos frena solo pensar que despues se corte la amistad, que no vuelva a ser como antes.excelente historia. Segui contando si pasa algo mas
38015
nosotros incluimos a mi amigo pero este nos desfraudo , no se le activaba ni a palos , terminamos cojiendo al lado de el ... mientras nos miraba.
muy buen relato exelente e periencia , nos encantó
Excelente experiencia que nos da la vida a veces. Sólo hay que estar dispuestos a aceptarlas.
Saludos, Pao y Pablo