E a história continua assim; assim que mamãe me disse para não enfiar de uma vez porque minha cabeça era grande e ia doer, apoiei firmemente a pontinha no seu buraquinho, para começar a penetrá-la suavemente. Na primeira investida leve que fiz, senti seu orifício anal, para minha surpresa, se contrair ainda mais, impossibilitando até que a pontinha entrasse. Isso me fez lembrar algo que a vovó tinha me dito na primeira vez que comi ela pelo cu: "As mulheres precisam de um tempo para se acostumar a perder o medo de uma rola rasgar nossa bunda, lembre-se sempre". Essa lembrança me fez refletir — não é pra me achar, mas ela é bem grossa (a base da minha cabeça tem quase 6 cm, o que dá um formato de cogumelo) — e decidi mudar a tática. Peguei o pote de creme e, dessa vez, cobri a parte mais grossa da minha pica com bastante creme. Feito isso, aproximei meus lábios do ouvido da mamãe, beijei sua orelha, depois mordi suavemente o lóbulo e, por fim, sussurrei: "Calma, não vou fazer nada que te machuque". Terminei dizendo em voz alta, pra dar um toque de humor que a acalmasse: "Só estou aqui pra arrombar bem seu cu". Ao me ouvir, ela esboçou um sorriso, o que confirmou que fiz bem em mudar a estratégia. Voltei a beijar sua orelha, em agradecimento ao sorriso, e foi nesse momento que ela me disse: "Seduz-me, filho, fala palavras sujas comigo, me diz safadezas, conta as barbaridades que vai fazer, como vai foder a vagabunda da sua mãe".
Se até aquele momento eu estava com tesão, imaginem como fiquei agora. Sem pensar muito, comecei a dizer coisas que não diria nem para a mais suja das putas, mas que, no entanto, pareciam agradar à mamãe como se... isso era um elogio. vadia do caralho, você estava esperando um cara para te pegar direitinho na buceta e tinha que ser eu, seu próprio filho; e agora você faz de santa e fica de difícil para entregar esse cu velho, você sabe o pau que está perdendo, claro que sabe, se já o teve bem dentro dessa buceta suculenta e faminta, você o teve bem duro e empinado, pedindo para gozar porque não aguentava mais, e nem vamos falar como você engoliu toda a porra, depois de bater uma, passar a língua e fazer garganta profunda até se engasgar com meu sêmen grosso e quente, foi nesse momento que senti os músculos do seu ânus relaxarem e com cuidado empurrei suavemente meu pau contra sua bunda portada, a cabecinha lubrificada cruzou a portinha de trás, até alguns segundos atrás firmemente fechada, e o lubrificante fez seu trabalho, ajudando nas enfiadas do meu pau, que em duas ou três investidas, venceu a resistência dos esfíncteres da mamãe, e diante do seu grito de dor, o inevitável havia acontecido, meu pau inteiro estava dentro do cu da mamãe, seu grito de dor diminuiu e se transformou em soluço, outra vez falei no seu ouvido, não chore vadia, que não vou tirar até você me fazer gozar, além do mais até agora você não sentiu nada, só a entrada, a partir de agora vai doer, e simultaneamente com essas palavras comecei a me mover dentro dela, com o vai e vem, que a fez voltar a soluçar primeiro, para se transformar em gemido com os movimentos de entrada e saída do meu pau na sua bunda, até o movimento final, bem dentro quando soltei um longo jato de porra grossa e quente, e com o qual caí sobre seu corpo, beijando suas costas macias e lindas, até meu pau sair sozinho do lindo canal anal da mamãezinha, me joguei ao seu lado, agarrei seu rosto pelo queixo, virei para mim e a beijei, nos beijamos com um beijo de língua sem fim, de amantes, juramos amor para sempre, não filial, nos prometemos amor de casal, sexo para quando desejássemos, e assim ficamos, abraçados, eu de lado admirando seu corpo nu, e vendo como pelo seu cú começava a escorrer parte dos meus fluidos que fluíam do seu interior.
Se até aquele momento eu estava com tesão, imaginem como fiquei agora. Sem pensar muito, comecei a dizer coisas que não diria nem para a mais suja das putas, mas que, no entanto, pareciam agradar à mamãe como se... isso era um elogio. vadia do caralho, você estava esperando um cara para te pegar direitinho na buceta e tinha que ser eu, seu próprio filho; e agora você faz de santa e fica de difícil para entregar esse cu velho, você sabe o pau que está perdendo, claro que sabe, se já o teve bem dentro dessa buceta suculenta e faminta, você o teve bem duro e empinado, pedindo para gozar porque não aguentava mais, e nem vamos falar como você engoliu toda a porra, depois de bater uma, passar a língua e fazer garganta profunda até se engasgar com meu sêmen grosso e quente, foi nesse momento que senti os músculos do seu ânus relaxarem e com cuidado empurrei suavemente meu pau contra sua bunda portada, a cabecinha lubrificada cruzou a portinha de trás, até alguns segundos atrás firmemente fechada, e o lubrificante fez seu trabalho, ajudando nas enfiadas do meu pau, que em duas ou três investidas, venceu a resistência dos esfíncteres da mamãe, e diante do seu grito de dor, o inevitável havia acontecido, meu pau inteiro estava dentro do cu da mamãe, seu grito de dor diminuiu e se transformou em soluço, outra vez falei no seu ouvido, não chore vadia, que não vou tirar até você me fazer gozar, além do mais até agora você não sentiu nada, só a entrada, a partir de agora vai doer, e simultaneamente com essas palavras comecei a me mover dentro dela, com o vai e vem, que a fez voltar a soluçar primeiro, para se transformar em gemido com os movimentos de entrada e saída do meu pau na sua bunda, até o movimento final, bem dentro quando soltei um longo jato de porra grossa e quente, e com o qual caí sobre seu corpo, beijando suas costas macias e lindas, até meu pau sair sozinho do lindo canal anal da mamãezinha, me joguei ao seu lado, agarrei seu rosto pelo queixo, virei para mim e a beijei, nos beijamos com um beijo de língua sem fim, de amantes, juramos amor para sempre, não filial, nos prometemos amor de casal, sexo para quando desejássemos, e assim ficamos, abraçados, eu de lado admirando seu corpo nu, e vendo como pelo seu cú começava a escorrer parte dos meus fluidos que fluíam do seu interior.
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