Minha prima Lisa ficou inquieta a semana inteira. A ideia da festa de aniversário da Mônica e da Andrea deixou ela completamente doida. Ela sabia que não podia confiar na amiga Elena, que era daquele tipo de mina que mexe com todo mundo, mas depois arruma uma desculpa e se manda. Minha prima, ao contrário, era muito meticulosa, não queria deixar nenhuma ponta solta pra dar merda na última hora. Além disso, não era só uma festa de aniversário com bolo e vela, era uma festa de garotas na faixa dos vinte anos, a maioria, e que prometia muito.
Ela ficou ligando pra Elena várias vezes pra saber como tinha ficado com os irmãos dela. A Elena sempre dava uma desculpa, mas não fechava nada. Lisa tava muito afim, sabia que eu não ia furar, mas um cara no meio de quatro gatas soltas podia ficar no prejuízo e acabar comigo. Eu conhecia os irmãos da Elena, mas de leve. Já tinha visto eles algumas vezes quando coincidiam na casa dela, mas não sabia nada sobre eles, nem se já tinham saído. Alex, o mais novo, era um ano mais novo que a Elena, bem na dele, muito certinho e estudioso. À primeira vista, parecia difícil convencer ele a entrar numa festa de meninas sem mais nem menos. E o Ginés, eu conhecia menos ainda. Tinha 23 anos, vivia na dele com minas da idade dele ou até mais velhas, porque além de ter um corpo muito bem definido, era bonito e, principalmente, simpático. Era aquele tipo de cara que vive rodeado das mais gostosas. Não acreditava que ele fosse se divertir com aquelas novinhas que provavelmente só queriam fazer guerra de travesseiro ou jogar Banco Imobiliário.
Mesmo assim, Lisa não desistia. Toda hora ligava pra Elena, que já tava encurralada e não sabia mais o que inventar, até que não teve jeito e prometeu que ia propor pros irmãos. De qualquer forma, já avisou a Lisa que os irmãos dela só tinham visto ela no máximo de biquíni na praia e, quando muito, um peito escapando numa onda, ou seja, não tinha muita intimidade entre eles. eles, além disso, pra ela eram só os irmãos dela. Lisa não se contentava com esses avisos e insistia. Por fim, Elena chamou minha prima, pelo jeito que Lisa respondeu já imaginei que tinha esperança, Alex tinha topado porque nunca tinha ido a um aniversário de gente jovem, sempre estudando, e Ginés, sem nenhum interesse, aceitou na insistência da irmã, convencido de que ia ser uma tarde chata, de qualquer jeito colocou como condição que se aparecesse uma treta com uma gostosa, a gente ficava na mão e ele ia meter o pé pra fuder com ela. Elena teve que ceder, de qualquer forma era mais do que esperava e Lisa achou suficiente, cruzou os dedos pra não complicar na última hora. Elena, como tinha mais tempo, cuidou dos presentes e de toda a decoração, as gêmeas só sabiam que as minas iam e não esperavam nada além de um bolo e alguma zoeira. Quando a gente chegou, os cinco, as gêmeas ficaram surpresas, adoraram a ideia de me ver com elas, mas ficaram sem graça ao ver os irmãos de Elena, principalmente o Ginés, que era bem grandão e atlético, rapidamente foram pro quarto e mudaram a disposição dos móveis, abrindo mais espaço pra todo mundo, o quarto por si só era enorme, o pai delas ganhava grana com a concessionária de carros e tinha construído um chalé sem economizar nada. Num instante as minas penduraram as guirlandas que tinham comprado, os balões e outros detalhes, a gente pegou as bebidas e preparou com os aperitivos, depois servimos uns tragos pra entrar no clima e saímos pro jardim. Ficamos zoando e nos conhecendo, não sei de onde, mas entre dois arbustos apareceu a Elisa, a mãe das gêmeas, a gente ficou os três paralisados, achávamos que tava sozinho e algum comentário mais pesado tinha escapado e ela podia ter ouvido, Elisa apareceu no estilo dela, vinha de pegar um sol na grama da piscina e tava enrolada Numa toalha gigante, o cabelo meio molhado e bagunçado e, mesmo sem estar maquiada, claro que marcava a linha perfeita dos lábios e os olhos emoldurados por sobrancelhas e cílios impressionantes. Eu já sabia o que estava escondido debaixo da toalha, mas os irmãos descobriram quando a Elisa apareceu e soltou uma ponta do pano. Foi só um segundo, mas o biquíni minúsculo que cobria só o mamilo e o lacinho que segurava a calcinha já deram uma ideia do resto. Como já me conhecia, ela me deu um beijinho nos lábios, enquanto com o Ginés se estendeu mais e o abraçou, colando literalmente o corpo nele, até antes de dizer o nome dela. Se desculpou por não ter avisado, mas prometeu que ia nos deixar em paz com a festa das filhas dela. Depois, fazendo um carinho no Alex, se despediu do mesmo jeito que chegou. Os irmãos me encheram de perguntas, só contei que a gente tinha se encontrado um dia pra almoçar no chalé. Quando voltamos pras meninas, elas tinham mudado o visual do quarto completamente: a cama encostada na parede e uma porção de cadeiras e almofadas no chão, tudo coberto por um tapetão. Numa mesinha estavam as bebidas, o gelo e os aperitivos. Rapidinho a Elena se encarregou de servir as bebidas, as primeiras foram engolidas quase de um gole só, depois foram espaçando, mas a proporção de gelo e Booty ia mudando, quase tudo era licor. A alegria só aumentava, os 19 anos que as gêmeas estavam fazendo era motivo pra comemorar, e logo colocaram música, danças latinas. No fim, já estavam sentando nas almofadas e focando mais no copo do que no movimento. A Elena, vendo que o clima tava caindo, tentou reanimar. Propôs os jogos clássicos, logo uma garrafa foi pro centro e foram pagando as prendas, que eram mais ou menos inocentes. Decididamente, a gente tava entediado. Os irmãos, cada um por um motivo, já olhavam pro relógio direto. Uma ideia da Lisa levantou o interesse… - Vamos, galera, isso tá parecendo um velório, que tal a gente fazer um concurso? Tudo bem? Por respeito à ideia, a gente se levantou e mostrou interesse.
- Como a maioria aqui é mina, os caras vão ter que adivinhar quem é quem, e o mais importante é que ninguém pode falar nem dar dica, vai anotar cada opinião nessa cartolina e depois tem prêmio pra quem acertar.
- Beleza, Lisa – falou Elena – mas tem gente que já leva vantagem, meus irmãos já me viram algumas vezes e o Manu já te viu.
- Também pensei nisso, por isso vamos apagar as luzes e fechar as janelas, ninguém vai ver nada, ok?
- Ok, parece divertido até – disse Ginés. As minas mandaram a gente virar de costas, enchemos os copos enquanto esperávamos, elas cochichavam nas nossas costas. Fecharam as janelas e apagaram todas as luzes. Quando viramos, não dava pra ver nada, elas tinham colocado um lençol de um lado ao outro na altura da cintura e outro na altura do rosto, dava pra ver só os peitos delas, quatro pares de peitos, todos diferentes e todos gostosos. Ginés foi o primeiro a falar.
- Uma pergunta, pode tocar? Teve um silêncio, mas no final uma voz disse…
- Bom, pode, mas sem exagerar, hein?
- A gente ficou na frente delas, sem saber por onde começar. Com luz boa, eu conhecia todas, já tinha comido cada uma delas, mas no escuro total era diferente. Ginés, o mais ousado, pegou um peito e começou a acariciar, levantou e apertou, fazendo o bico aparecer. A mina dava pra ouvir suspirando, mas não queria se entregar e aguentou, até que Ginés lambeu o bico dela e ele ficou duas vezes maior.
- Ei! Isso não vale.
- O que foi? Perguntou outra.
- Ele chupou meu bico.
- Ah, não é nada demais, que fresca! A gente no escuro tirou a roupa, as calças e até as cuecas, elas não podiam nos ver e a gente tentava não chegar muito perto delas. Todas riram, mas aí a gente… Partimos todos pra cima dos peitos, apertávamos, chupávamos e lambíamos, os mamilos estavam duros e molhados de saliva. A gente trocava de peitos sem que elas aparentemente percebessem, ou pelo menos não reclamavam. Já estavam duras, com os mamilos no máximo, quando uma voz, acho que da Elena, disse:
- Já chega, agora é hora de pontuar. Saiam pro corredor que vamos preparar a segunda prova.
Ao sair pro corredor, igualmente escuro, uma mão pegou na minha piroca. Reclamei na hora:
- Ei! Que idiota pegou na minha piroca?
- Isso é você, também pegaram na minha.
- Seus filhos da puta! Vocês reclamando e os dois pegaram na minha, viadinhos.
Eu agarrei a mão que tinha pegado na minha piroca e forcei ela a soltar.
- Pelo amor de Deus, me solta que você vai quebrar meu pulso.
- Elisa! É você? O que tá fazendo aqui no escuro?
- Shiiit, não falem alto que vão me descobrir, venham.
Ela nos enfiou no quarto ao lado, nos levando segurando pela piroca. Ela usava um pareado amarrado entre os peitos.
- Desculpa, mas não resisti à tentação de ver o que vocês estavam fazendo, e tava ouvindo atrás da porta.
- Pois não aconteceu nada, só estávamos brincando.
- É claro, vendo quem chupava melhor os peitos das minas.
- Bom, um pouco sim, era um jogo inocente.
- Então eu proponho outro jogo, um pouco menos inocente. Dá pra chupar esses?
Ela soltou o nó do pareado e apareceram dois peitos impressionantes, de mulher madura mas jovem. A gente se jogou igual urubu em cima da melhor parte. Teve quem foi rápido, como o Ginés, que agarrou um mamilo. Eu, com muito esforço, consegui pegar o outro, mas o Alex, mais tímido, ficou sem a parte dele. A Elisa viu ele parado na frente dela, olhando sem saber o que fazer, e pegou a cabeça dele, fez ele se ajoelhar no meio da gente e, abrindo as pernas, mostrou a buceta depilada. Com dois dedos, separou os lábios, deixando só o clitóris no meio. O Alex não precisou de Peguei o manual de instruções, me lambuzei na buceta da Elisa e fiquei chupando ela até as meninas chamarem a gente do outro quarto. A Elisa quase não conseguiu se soltar da gente, ficou puxando nossas cabeças uma por uma, parecíamos ventosas. Só saímos depois que prometemos que ela ia ficar lá nos esperando. Quando nos vimos na luz do quarto, percebi um detalhe que a Elisa já tinha notado: tanto eu quanto o Ginés tínhamos uma pica de tamanho mais ou menos normal. Nunca me achei, mas também nunca tive complexo com a minha. Mas o Alex... a pica dele era quase o dobro da nossa, passava dos 20 cm e tinha uma grossura proporcional. A Elisa acompanhou ele até a saída do quarto sem soltar a rola dele.
Entramos no quarto totalmente no escuro. A Elena explicou as mudanças: as quatro tinham se ajoelhado na cama, deixando a bunda pra fora. Cobriram as pernas e o corpo, então dava pra ver só as nádegas, e a gente tinha que adivinhar de quem era cada uma. Minha prima cochichou no meu ouvido que a Elena tinha uma pinta grande na nádega direita e torcia pra que os irmãos reconhecessem e deixassem ela de lado. Mas a Lisa tinha pensado em tudo: pegou uma canetinha da mesa de estudo e marcou cada gêmea com uma mancha igual à pinta da Elena, e mandou eu desenhar outra igual nela também. Eu desconfiei da tramoia, porque no escuro a mancha não dava pra ver, mas não contei com a luz fraca do relógio digital. Dava pra distinguir as marcas nas bundas brancas e jovens.
Quando a gente ficou atrás delas, nossas mãos foram timidamente apalpando aquelas formas redondas. Eu reconheci a da Lisa pelas covinhas tão marcadas que ela tinha atrás do quadril, então passei as mãos em volta e dei um beijo no meio das duas nádegas, enfiando a língua quando senti o buraco enrugado. Ela também reconheceu meu carinho e mexeu a bunda. O Ginés se aproximou da Mônica e curtiu as curvas tão suaves da gêmea. Ficou... abrindo as nádegas, passando os dedos até os lábios da buceta, Mônica considerou aquilo um presentinho de aniversário e não disse nada, mesmo quando ele foi enfiando devagar o pau dela, só queria que nunca acabasse de meter aquele pau duro nela. Alex focou na bunda de Andrea, era menor que a da Mônica e ficou rodeando ela suavemente, também separou as nádegas dela e passou os dedos entre elas, embora não tenha se atrevido a chegar na buceta. Eu passei pra Elena, ela levantou a cintura pra ser reconhecida, sabia que era eu e não resistiu quando passei o pau ao longo da racha da bunda dela, cheguei a enfiar um centímetro de pau na buceta, mas tirei com muita dor no coração e sei que nela também. Vi o Alex desocupado naquele momento e puxei ele pra onde eu estava colado na Elena, o garoto estava bem excitado vendo o irmão fazendo incursões nas bucetas das gêmeas e depois na da Lisa. Alex não quis ficar atrás da gente, e quando eu me afastei da bunda da Elena, ele se posicionou. Não teve muito tato e segurou a cintura dela, Elena estava convencida de que ainda era eu, esperou com a buceta aberta. Alex molhou a ponta da cabeça do pau com saliva e simplesmente se apoiou nela e meteu de uma vez. Não vimos a cara que Elena fez ao sentir o pauzão do irmão mais novo, mas ela caiu e aguentou até a metade do pau, depois gritou. — Alex, o que cê tá fazendo? Sou eu, sua irmã, tira isso daí, seu filho da puta. Como resposta, levou a segunda enfiada do Alex, já não importava mais quem era a dona da buceta, só o gostoso que tava, e ela decidiu que, já que tava feito, melhor era aproveitar com ele. Na terceira enfiada, Elena parou de resistir, porque já tava com ele todo dentro, só soluçava baixinho. Lisa curtia o pau do Ginés e ele a buceta dela, era um cara com muita experiência e isso deixava minha prima excitada pra caralho. Andrea me recebeu, a garota não quis ficar atrás das outras. as outras, e quando me notou encostado na buceta dela, levantou a bunda e se jogou pra trás, enfiando ela mesma. Mônica esperou se acariciando o clitóris, a espera teve sua recompensa, pois Alex lhe deu o melhor presente de aniversário: enfiou os 20 cm até o fundo. A garota estreava seus 19 anos com 20 cm de carne na buceta, não era um mau começo. Já estávamos prestes a gozar, principalmente Alex, quando as garotas deram a prova por encerrada. A contragosto, saímos dos nossos respectivos buracos e tivemos que voltar pro corredor de novo, sentindo o frescor nas pirocas molhadas. Mas assim que saímos, a porta do quarto ao lado se abriu e uma perna apareceu até a virilha, era um convite poderoso. Quem entrou primeiro foi Alex, e Elisa agradeceu, mandou ele deitar na cama e, sem esperar a gente chegar, subiu em cima dele e enfiou os 20 cm de pica na buceta, de olhos fechados foi descendo até se sentir cheia de pica. Depois nos chamou pra rodeá-la, chupou nossa pica, adivinhou quem tinha fodido as filhas dela pelo gosto do fluido, mas depois de algumas lambidas todas já tinham o mesmo gosto. Minha pica ela levou direto pra boca na frente dela, mas pra Ginés reservou o rabo. Ela se agachou sobre Alex, a pica do garoto mal aparecia uns centímetros pra fora da vagina de Elisa, mas ela, com os dedos molhados, dilatou o cu e, pegando a pica de Ginés, colocou na entrada do cu dilatado. — Ginés, empurra forte e não para até suas bolas encostarem nas do seu irmão. Elisa ficou cavalgando enquanto as filhas preparavam uma nova diversão. Com três picas dentro, não conseguia fazer grandes movimentos, na verdade estava realizando uma fantasia muito comum entre as mulheres, e ainda por cima sem planejar. Quando nos chamaram, Ginés saiu do cu da mãe e eu da garganta dela, Alex não conseguiu se levantar até Elisa sair da pica dele. A mãe não sabia como se despedir dela. apontando pro teto, aquele obelisco era um verdadeiro sacrifício, ele prometeu que ia esperar pra ver se rolava outra oportunidade. Quando entramos no quarto escuro, as minas tinham outra surpresa pra gente, agora a gente é que era a amostra, ficamos meio cobertos com os paus duros, elas subiram de quatro pela cama em cima da gente, onde tinha uma rola elas lambiam até deixar cem por cento e metiam na boca, depois de um tempo trocavam de rola, com o Alex tiveram que fazer uma concessão e duas minas pegaram o pau do cara, tinha rola pra duas bocas ou mais e às vezes alguma se juntava nos ovos, o irmão da Elena tava tendo um batismo de sexo especial, não ia esquecer tão cedo. A Elena foi chupando paus até garantir o dono, primeiro foi o do Ginés, no começo deu umas lambidas tímidas e depois de várias chupadas trocou pelo meu, o Ginés não se contentou e, se colocando atrás dela, meteu direto na buceta, ela reclamou mas com a boca cheia não dava pra entender, quando trocou de mim só virou e meteu a mais próxima que achou, não precisou de apresentação, era a do Alex e ela teve que lamber um pouco com certo receio, mas o irmão dela pegou na cabeça dela e, segurando, meteu até a Elena começar a chorar, o Ginés continuava comendo ela e ela, mesmo mexendo a bunda pra se livrar dele, não conseguia, eu tava com a Mônica e a Andrea segurava meus ovos enquanto eu passava os dedos no clitóris da irmã dela. Quando a Mônica gozou, a irmã dela ficou acariciando ela até o orgasmo passar, depois ocupou o lugar e meteu meu pau, a irmã dela retribuiu as carícias, os peitos da Andrea eram muito sensíveis e responderam quase igual ao clitóris da irmã dela, meu pau recebeu o fluxo das duas gêmeas. A Elena já tinha se adaptado a ter os dois irmãos comendo ela, a quantidade de pau do Alex já tinha aceitado e a experiência do Ginés elevava ela do chão. Minha prima quis fazer a celebração completa e, conhecendo a Elena, passou creme do bolo, que a gente ainda não tinha provado, na bunda toda dela. Meu pau também ganhou sua porção, que fez o serviço quando eu apertei ele no cu da Elena. Ela até quis reclamar, mas quando conseguiu se fazer entender, minha cabeça já estava dentro do esfíncter dela, e nessa altura ela já não ligava mais pra nada e abriu as nádegas pra eu entrar até o fundo. O orgasmo da Elena foi apoteótico: ela gritou, xingou e incentivou até ficar sem voz. Minha prima também tinha gozado, ajudada pela mão da Elena. Mandaram a gente sair pra arrumar o quarto e comer o bolo. A cama estava toda bagunçada e os almofadões no chão. A Elisa estava nos esperando na cama do quarto ao lado. Com os paus duros, a gente se jogou nela. Não demos opção de escolha: o Ginés meteu direto na buceta dela e rolou sobre si mesmo, ficando por baixo dela. O Alex já tinha aprendido e, depois de cuspir no cu da mulher, enterrou o pau em três estocadas. Ela reclamou o quanto pôde, com meu pau enfiado até a campainha. Imagino que, enquanto a gente estava fodendo com as meninas, ela devia estar se masturbando a buceta, porque em poucos instantes gozou. Não sei por onde ela gozou mais intensamente, se pela vagina ou pelo ânus. Na garganta também devia sentir prazer, porque engoliu todo o leite que eu joguei nela. A gente não demorou mais que ela — já estávamos muito acelerados por causa das bucetas das filhas e amigas dela. Ela foi a receptora de todo o sêmen acumulado na festa. Quando saímos, já tinha luz no quarto das gêmeas. Elas estranharam ao ver nossos paus, ainda meio duros, mas pingando porra. Apagaram as velas e comemos bolo. A gente se encheu de chantilly, e as gêmeas ainda passaram nata nos nossos paus e não pararam até tirar toda a reserva de sêmen da gente, principalmente do Alex. A irmã dele preferiu o do Ginés, com a desculpa de ser o irmão mais velho. Eu preferi a Lisa. Minha prima me concedeu um boquete. antologia, ainda ficamos contando piadas enquanto íamos nos acariciando uns aos outros, elogiando as belezas de cada um. Os irmãos nos levaram pra casa, minha prima entrou direto no banheiro, quis entrar com ela mas ela não deixou, reconheço que fez bem porque só demorou 10 minutos, se tivéssemos entrado juntos teríamos demorado muito mais com o risco adicional de alguém ter nos visto. Quando tomei banho, passei no quarto dela, ela já estava no Skype com a Elena comentando a tarde passada, sentei ao lado dela, mas a Elena não me via. - Que tarde de aniversário mais ideal, as gêmeas alucinaram, não paravam de me dar beijos de agradecimento, até a mãe delas estava contente com o quanto nos comportamos bem, a mulher, como é tão discreta, preferiu nos deixar à vontade, porque o marido estava no escritório como sempre. - O mais animado agora era o Alex, nem em sonhos tinha previsto passar uma tarde assim, se tivesse ficado estudando... ele tinha fodido quatro minas estupendas e uma delas ainda era eu, a irmã dele, sabe de uma coisa? Eu tava com muita vergonha, mas quando senti o pauzão dele na minha buceta não consegui dizer não, depois já era tarde demais e, bem... pra recusar. O Ginés, mais experiente, também tava contente, pra ele as expectativas eram outras, mas não saiu decepcionado, mesmo sem querer ele também tinha me fodido, e a irmã dele, e isso abriu novos horizontes caseiros pra ele, já vamos ver no que isso dá. E seu primo, como sempre, ideal, é uma delícia de garoto, com ele com certeza você fode à vontade e tem o orgasmo garantido, tenho inveja de você, Lisa. - Me disseram que no próximo aniversário a gente conta com eles, hahaha. - Bom, vou dormir, tô com a xereca ardendo, até amanhã, Lisa. A tela apagou e a Lisa me olhou, deu de ombros e disse... - Bom, você já ouviu o resumo da festa, fico feliz por todos, a gente se divertiu muito, graças a você principalmente. Ela me deu um beijo na lábios e se meteu na cama, eu, prudentemente, saí apagando a luz. No dia seguinte da reunião do Benito com o grupo dele, ele veio me buscar. Quando vi ele chegando, imaginei que queria algo especial, pois não esperou pra tomar café, me pegou pelo braço firme e me levou pra um canto do bar. Tava empolgado e eufórico.
- Manu, você não faz ideia do sucesso que foi. Na reunião, só se falava nisso, de mim e de você, claro. O farmacêutico tava pletórico, a mulher dele já não usava tanta roupa molhada, espero que por enquanto, mas o principal pra ele é que deixou ele foder, isso sim, com as condições que a gente tinha dado. Ele disse que nos devia um puta favor.
- E se você tivesse ouvido o padre! A irmã dele, a freira, tava encantada. Prometeu que não demoraria a voltar pro consultório, e a ela se juntou a governanta, que já quase não tinha manchas na pele. Ou seja, tudo era elogio. Ah! E o mais importante: os outros ficaram curiosos e só me perguntavam por soluções pras doenças deles. Até quem eu menos esperava, a veterinária. Ela, que é mais ou menos da área, me disse em segredo que tem um problema urgente pra gente resolver. Prometi que a gente veria ela hoje à tarde. Te serve?
- Claro, você sabe que o primeiro é curar as pessoas.
Ele piscou um olho pra mim e sentou no balcão. Minha mãe já tinha o café pronto pra ele. Depois de um tempo de conversa, saímos pra casa dele. Ele tinha marcado com a veterinária lá. Era uma garota de quase quarenta anos, mas muito discreta e não queria que vissem ela com a gente. Eu só conhecia ela de vista, mas quando chegou vestida de rua, sem o jaleco branco, me pareceu muito mais jovem e, principalmente, muito gostosa. Era solteira e tinha bom gosto pra se vestir. Muitos solteirões da cidade suspiravam pelos favores dela, mas ela não dava bola. Quando a gente se reuniu no consultório, ela sentou toda recatada, com os joelhos juntos e a bolsa no colo, sem coragem de contar nada pro Benito. menos na minha presença, o médico teve que lembrar que entre profissionais não havia segredos e que eu mais ou menos podia ser considerado um dos seus. Depois de insistir muito, a garota começou a gaguejar o que estava acontecendo com ela.
- Olha, Benito, resolvi vir porque estou desesperada, tenho muita confiança em você e, pelo que ouvi do Manu, também, mas o caso é muito delicado e quero acima de tudo discrição, pois só de contar já me dá vergonha.
- Não se preocupa, nesse aspecto, o que acontece aqui, não sai daqui.
Eu olhei para a janelinha do teto e vi os olhos da Alba e sorri para ela.
- O negócio é que, como você sabe, sou solteira e aqui na vila os poucos caras casadouros que têm não me agradam. A verdade é que semana passada fui pra cidade e numa cafeteria conheci um homem mais ou menos da minha idade, tinha uma boa aparência e uma lábia que te envolvia, do jeito que eu gosto. Aos poucos a gente foi se aproximando e ele me convidou pra jantar, era muito simpático e me fez sentir como uma rainha. Eu tava bem disposta a não deixar passar uma oportunidade daquelas e quando ele me ofereceu ir na casa dele tomar um drink, não pensei duas vezes. Mora numa casa pequena, mas decorada com muito bom gosto, amava tudo nele. Até quando chegamos, assim que fechou a porta, ele me abraçou e me beijou como ninguém nunca tinha feito. Eu tava encantada, adorei o detalhe dele ter ido tomar um banho antes de ir pro quarto, é super higiênico, sabia como tratar uma dama. Me despiu devagar, mas com habilidade, fazendo cada peça que tirava ser como um troféu conquistado. Eu tava extasiada e quando fiquei completamente pelada na cama, me vi refletida num espelho que cobria o teto inteiro. Gostei do que vi, não é bonito falar, mas tenho um corpo bem gostoso, meus peitos estão como os de uma vintenária e minha carne é firme. Ah! Desculpa, isso eu não devia ter dito. Que vergonha.
- E o cara, o que ele fez então, Feli?
- Bom, ele... que eu esperava, ele se deitou do meu lado e ficou me beijando toda, os peitos, o pescoço, a barriga, as coxas, até o c… ah, desculpa, não costumo falar assim, mas é que tô com tanta vergonha!
- Não se preocupa, Feli, conta pra gente com todos os detalhes o que aconteceu.
- Então, eu tava toda molhada, imagina, já não aguentava mais, precisava de um homem dentro de mim e abri as pernas pra receber ele, mas ele…
- O que aconteceu, Feli? O que ele fez?
- Ele deitou do meu lado e disse que tinha uns costumes meio diferentes.
- Eu não liguei, tava tão entregue que topei o que ele quisesse, ele me virou e ficou atrás de mim e, sem me lubrificar nem preparar nem nada, enfiou o pau no meu cu, ah, desculpa, escapou de novo, eu gritei pra caramba, mas ele empurrava que nem louco e só conseguiu enfiar a cabecinha, como pude, saí pelada com a roupa na mão até o patamar da casa, me vesti e vim pra cidade.
- Mas desde então tô com uma inflamação danada no cu, tentei me medicar, lendo as bulas dos remédios dos bichos fui passando umas coisas, mas cada vez tô mais inflamada e quase não consigo sentar, e o pior é que perdi a confiança nos homens, são uns brutos, sem sensibilidade nem nada.
- Mulher, isso que te aconteceu é um caso isolado, nem todo homem é igual.
- Bom, claro, vocês devem ser os únicos, mas os outros, nada, uns animais.
- Calma, tô vendo que você tá muito brava, o melhor é a gente examinar pra ver que remédios você usou. Benito, com toda paciência, pegou Feli pelo braço e levou ela até a maca, eu coloquei o biombo pra ela tirar a roupa e vestimos os aventais. Benito pegou uns lenços umedecidos e uns cremes, um deles era de aloe em óleo. A moça tirou a saia e ficou de calcinha. O médico me apontou o avental de hospital e eu entreguei pra ela, ela não entendeu, mas trocou de roupa, ficou só de avental e deitou, mas Benito disse que, pra explorar melhor, ela precisava se ajoelhar na maca e apoiar a cabeça no lençol. Ele ficou atrás dela, e eu do lado. Mandou eu soltar as fitas do avental, e conforme eu ia desatando, o corpo dela ficava nu sobre a maca. Quando terminei, a gente se olhou — ele tinha razão, mesmo: um par de peitos pendia do peito dela, os bicos chegando bem no lençol depois de formar uma redondez perfeita. O médico mandou ela abrir as pernas e me deixou a responsabilidade de separar as nádegas dela. A gente ficou chocado: além do que o acompanhante da noite podia ter causado, os efeitos do que ela tinha usado eram bem piores — num raio de 15 cm em volta do cu, a pele estava em carne viva.
Benito ficou limpando os vários ungüentos que ela tinha passado. Ela reclamava muito, mas quando ele aplicou um creme hidratante, foi relaxando. Aos poucos, ele foi se aproximando na cura em direção ao cu. Em contraste com o estrago que o buraco escuro tava, quase do lado se abriam os lábios da buceta como pétalas de rosa — mesmo sendo mais escuros que a buceta, pareciam tenros e molhados. O clitóris, ainda em repouso, já aparecia entre os lábios depilados.
Benito, como cada vez que chegava perto do cu doía mais, disse que precisava desinfetar os arredores. A veterinária entendeu que uma boa higiene era essencial, e quando os dedos do médico passaram com uma gaze pelos lábios da boceta dela, ela não fez nenhuma observação. Com a umidade do creme, ele foi abrindo os lábios e limpando todas as dobras. Quando chegou no clitóris, Feli abriu mais as pernas pra ele poder chegar onde quisesse. Benito ficou um instante apertando o clitóris até puxar o prepúcio — já brilhava quando ele encheu dois dedos de creme e os aproximou dos lábios da buceta. Primeiro um, depois os dois entraram até o fundo. Feli arqueava as costas, esfregando os bicos dos peitos no lençol da maca. Estavam duros e secos. O médico me disse pra eu manter meus dedos dentro da buceta da garota enquanto ele se aproximava da área mais inflamada. A Feli mexia a cintura no ritmo dos meus dedos, já tinha três dedos dentro e dois apertando o clitóris dela, por isso ela quase não sentiu a mão do Benito rodeando o cu dela. Quase escorria sangue, mas os cremes que ele passou deram um baita alívio. Quando ele viu que ela tava mais ligada nos meus dedos do que no rabo dela, o Benito falou que ia fazer um exame interno no cu pra ver como estavam os esfíncteres. Ela ficou um pouco preocupada, mas ele tranquilizou dizendo que eu ia ficar cuidando dela direto. Eu me dediquei de corpo e alma ao meu trabalho, meus dedos não paravam de entrar e sair na buceta da Feli, o clitóris continuava inchado, uma hora eu acariciava suave rodeando ele, outra hora mais agitado com os dedos. Ela suspirava abrindo as pernas cada vez mais. Me atrevi a segurar um peito dela que balançava em cima da maca, ela virou pra mim e sorriu. A partir daí, eu tomei posse deles, e os bicos eram frutas penduradas na árvore, eu apertava e acariciava fazendo eles ficarem cada vez mais durinhos. Ela se abaixou na maca deixando só a bunda pra cima, o Benito trabalhava totalmente à vontade, com as nádegas abertas e sem ela reclamar nada. Com bastante gel, ele conseguiu enfiar o dedo no cu dela, a garota quase não sentiu porque a inflamação era mesmo externa. Quando ele colocou o dedo indicador, já tava dentro, e o médio foi atrás. Ele viu que por dentro não tinha dano e continuou dilatando por dentro. A Feli já nem ligava mais pro tratamento, se agarrava com força na maca fechando os olhos e sentindo a buceta dela cheia de dedos que acariciavam toda a área mais sensível, os peitos dela eram amassados com suavidade e calor… — Isso que eu esperava, receber esses carinhos, nunca me trataram com tanta sensibilidade. — Tá vendo, Feli, como nem todo mundo é igual? O corpo dela tá pedindo carinho e a gente pode dar, se você quiser. - Valeu, Benito, sei que não vou ter muitas oportunidades como essa, o Manu tá me fazendo sentir umas sensações que eu nunca conheci. - É que ele só tá te deixando à vontade, mas pode te levar ao céu se você quiser. - Mais ainda? Se eu já tô quase voando! Manu, por favor, faz o que você quiser comigo. Eu baixei a calça e fiquei só de jaleco, me coloquei do lado da cabeça dela e fui tirando a pica do jaleco pra ela ver, ela fez uma cara de medo, mas eu me aproximei mais e coloquei bem na altura dos lábios dela, deixei ali uns instantes até ela perder um pouco o receio e, esticando a língua, lambeu. Gostou do gosto e repetiu com os lábios até que, conforme eu ia me aproximando, ela foi enfiando na boca, enquanto eu amassava os peitos dela. Ela deixou minha pica tão dura que tava doendo, falei pra ela não se mexer e subi na maca por trás dela. O Benito afastou os dedos até eu enfiar a cabeça na buceta depois de passar ao longo dos lábios dela. - Isso é o que eu esperava sentir, uma pica grande na minha buceta, enfia toda, Manu. Com mais duas enfiadas, coloquei o resto, tão lubrificada que a buceta dela não encolheu com a minha pica, simplesmente abraçou e se adaptou ao diâmetro. Quando já tava dentro, o Benito continuou enfiando os dedos no cu dela, já não ardia mais, ele tinha passado um óleo de aloe e acabou de amaciar a bunda dela. O médico sentou do lado da mina e explicou o que tinha feito enquanto eu metia e tirava a pica da buceta, enquanto ele segurava os peitos dela pra não balançarem, se inclinou por baixo e chupou um, a Feli falou que ele era uma pessoa muito carinhosa e delicada, ele levantou um pouco pra deixar ela chupar o outro, os peitos tavam inchados e brilhando, o médico disse que realmente eram de uma garota de vinte e poucos anos, ela se espreguiçou mostrando ainda mais. O Benito perguntou se ela queria ver os resultados do tratamento, ela, por curiosidade e por causa da A calentura que ela tava sentindo na buceta pareceu boa, e o médico falou que era melhor eu me deitar na maca, assim a Feli descansava. Quando eu fiz isso e vi a mina se inclinar sobre mim com os peitos redondos balançando até se esmagarem no meu peito, minha cara ficou do lado da dela. Abracei o corpo dela pra ela não cair pros lados até ela colocar os joelhos do lado dos meus quadris. Instintivamente, ela ficou me olhando nos olhos e procurou minha boca. Quando me beijou, minha pica tava bem debaixo dos lábios da buceta dela, dilatados e molhados de creme e fluidos. Ela mal serpenteou sobre meu corpo sem soltar minha boca com a dela, mordia meu lábio inferior de leve quando encontrou minha cabeça e enfiou devagar, deslizando até bater no fundo dela. Ela abriu a boca pra suspirar e voltou a procurar meus lábios. O Benito já tava atrás dela, entre o avental dele aparecia a pica arqueada. Ele se apoiou nas costas dela e pegou os peitos dela, ela se levantou um pouco pra ele tirar pra fora pelos lados, porque tava apertados contra mim. O médico já tinha passado creme na pica dele, da cabecinha até as bolas. Eu falei pra ela: — Feli, me beija como você fez antes e se deixa levar, você vai subir pro céu. Notei ela se soltar em cima de mim, as mãos dela seguraram as minhas por cima da minha cabeça. Quando ela sentiu o Benito apontar a pica dele no cu dela, me mordeu o lábio mais forte, mas não deve ter feito ela sofrer, porque na hora ela afrouxou e abriu a boca como se tivesse sem ar. Ficou imóvel até o Benito chegar no fundo, as bolas dele encostaram nas minhas e as picas se roçaram, mal separadas pelos tecidos da buceta. — Deus, que prazer, isso é o máximo, meu cu cheio de carne que é uma delícia e minha buceta saboreando uma pica jovem e dura que nem uma estaca, e meus peitos, meus queridos peitos, recebendo umas carícias que sonhavam toda noite. Mexam-se e me façam gozar, faz tempo que não gozo se não for me masturbando. O Benito começou primeiro, começou a sair e entrar, a pica dele passava suavemente entre as nádegas da Feli, da glande até os ovos, percorria todo o comprimento dela adaptando o reto à forma curva da minha pica, quando a mina começou a sentir a chegada do orgasmo eu também comecei a movimentação, nos combinamos os dois, quando um saía o outro entrava. A Feli me mordeu, nunca tinham feito isso comigo, mas ela mordeu meu lábio quando gozou, as unhas dela também cravaram nas palmas das minhas mãos, foi um orgasmo explosivo, tempo demais desejado e que encheu os sentidos dela ao mesmo tempo, quando ela conseguiu falar entre os gritos e gemidos que dava, disse pra gente… - Gozem dentro de mim, quero a porra de vocês me enchendo, eu mesma me viro pra não engravidar, mas por favor, quero o sêmen quente de vocês. Ela desabou em cima de mim e ficou recebendo os jatos que enchiam o cu e a buceta dela ao mesmo tempo. Eu aguentei o peso dos dois, a Feli toda mole e o Benito caído do esforço desconfortável pra não machucar ela, mas aguentei de boa, quando o médico se levantou a mina continuou por uns minutos, não tinha força nem queria interromper o momento de prazer que tinha sentido. Pelas coxas dela caíam na maca dois regos de porra e fluidos, um saía do cu dela e outro da buceta, quando ela viu a poça passou as mãos nela e se esparramou pelos peitos, as duas peras brilhavam de porra. Acompanhei ela no banheiro pra se lavar, depois enquanto se vestia passei pro quarto ao lado, a Alba ainda estava em cima da mesa no posto de observação, me surpreendeu porque me deu um beijo assim que cheguei, me viu um pouco de sangue da mordida que a Feli tinha me dado e me beijou de novo pra curar, minhas mãos sem querer foram pros peitos dela, ela me perguntou no ouvido se os da Feli eram melhores que os dela… - Isso nunca, os teus são os melhores e são só meus. Ela abriu a roupa e me ofereceu, num instante ficaram tão duras quanto minha pica. - Me dá sua porra, com certeza ainda tem bastante, mesmo que a minha Padre e vocês capricharam bem. A Alba já sabia como tirar meu leite de mim e não demorou pra me fazer gozar de novo, como sempre fiz na boca dela, pra ela era um orgulho mostrar a língua fazendo de colher cheia de porra, depois engoliu tudo e a gente se beijou de novo. Fiquei tentado a meter a mão entre as pernas dela, mas fui fiel aos meus princípios e esperei uma ocasião mais propícia. Quando entrei no consultório, a Feli já estava arrumada, até tinha passado uma maquiagem, pintado os lábios e os olhos, tava realmente gostosa, disse que era em nossa homenagem. Quando a acompanhamos até a porta, o Benito estendeu a mão pra se despedir, mas ela se jogou no pescoço dele e beijou ele na boca, depois fez o mesmo comigo, apertando minha rola por cima da calça.
- Obrigada aos dois e, por favor, discrição.
- Isso sempre, princesa. Continua.
Ela ficou ligando pra Elena várias vezes pra saber como tinha ficado com os irmãos dela. A Elena sempre dava uma desculpa, mas não fechava nada. Lisa tava muito afim, sabia que eu não ia furar, mas um cara no meio de quatro gatas soltas podia ficar no prejuízo e acabar comigo. Eu conhecia os irmãos da Elena, mas de leve. Já tinha visto eles algumas vezes quando coincidiam na casa dela, mas não sabia nada sobre eles, nem se já tinham saído. Alex, o mais novo, era um ano mais novo que a Elena, bem na dele, muito certinho e estudioso. À primeira vista, parecia difícil convencer ele a entrar numa festa de meninas sem mais nem menos. E o Ginés, eu conhecia menos ainda. Tinha 23 anos, vivia na dele com minas da idade dele ou até mais velhas, porque além de ter um corpo muito bem definido, era bonito e, principalmente, simpático. Era aquele tipo de cara que vive rodeado das mais gostosas. Não acreditava que ele fosse se divertir com aquelas novinhas que provavelmente só queriam fazer guerra de travesseiro ou jogar Banco Imobiliário.
Mesmo assim, Lisa não desistia. Toda hora ligava pra Elena, que já tava encurralada e não sabia mais o que inventar, até que não teve jeito e prometeu que ia propor pros irmãos. De qualquer forma, já avisou a Lisa que os irmãos dela só tinham visto ela no máximo de biquíni na praia e, quando muito, um peito escapando numa onda, ou seja, não tinha muita intimidade entre eles. eles, além disso, pra ela eram só os irmãos dela. Lisa não se contentava com esses avisos e insistia. Por fim, Elena chamou minha prima, pelo jeito que Lisa respondeu já imaginei que tinha esperança, Alex tinha topado porque nunca tinha ido a um aniversário de gente jovem, sempre estudando, e Ginés, sem nenhum interesse, aceitou na insistência da irmã, convencido de que ia ser uma tarde chata, de qualquer jeito colocou como condição que se aparecesse uma treta com uma gostosa, a gente ficava na mão e ele ia meter o pé pra fuder com ela. Elena teve que ceder, de qualquer forma era mais do que esperava e Lisa achou suficiente, cruzou os dedos pra não complicar na última hora. Elena, como tinha mais tempo, cuidou dos presentes e de toda a decoração, as gêmeas só sabiam que as minas iam e não esperavam nada além de um bolo e alguma zoeira. Quando a gente chegou, os cinco, as gêmeas ficaram surpresas, adoraram a ideia de me ver com elas, mas ficaram sem graça ao ver os irmãos de Elena, principalmente o Ginés, que era bem grandão e atlético, rapidamente foram pro quarto e mudaram a disposição dos móveis, abrindo mais espaço pra todo mundo, o quarto por si só era enorme, o pai delas ganhava grana com a concessionária de carros e tinha construído um chalé sem economizar nada. Num instante as minas penduraram as guirlandas que tinham comprado, os balões e outros detalhes, a gente pegou as bebidas e preparou com os aperitivos, depois servimos uns tragos pra entrar no clima e saímos pro jardim. Ficamos zoando e nos conhecendo, não sei de onde, mas entre dois arbustos apareceu a Elisa, a mãe das gêmeas, a gente ficou os três paralisados, achávamos que tava sozinho e algum comentário mais pesado tinha escapado e ela podia ter ouvido, Elisa apareceu no estilo dela, vinha de pegar um sol na grama da piscina e tava enrolada Numa toalha gigante, o cabelo meio molhado e bagunçado e, mesmo sem estar maquiada, claro que marcava a linha perfeita dos lábios e os olhos emoldurados por sobrancelhas e cílios impressionantes. Eu já sabia o que estava escondido debaixo da toalha, mas os irmãos descobriram quando a Elisa apareceu e soltou uma ponta do pano. Foi só um segundo, mas o biquíni minúsculo que cobria só o mamilo e o lacinho que segurava a calcinha já deram uma ideia do resto. Como já me conhecia, ela me deu um beijinho nos lábios, enquanto com o Ginés se estendeu mais e o abraçou, colando literalmente o corpo nele, até antes de dizer o nome dela. Se desculpou por não ter avisado, mas prometeu que ia nos deixar em paz com a festa das filhas dela. Depois, fazendo um carinho no Alex, se despediu do mesmo jeito que chegou. Os irmãos me encheram de perguntas, só contei que a gente tinha se encontrado um dia pra almoçar no chalé. Quando voltamos pras meninas, elas tinham mudado o visual do quarto completamente: a cama encostada na parede e uma porção de cadeiras e almofadas no chão, tudo coberto por um tapetão. Numa mesinha estavam as bebidas, o gelo e os aperitivos. Rapidinho a Elena se encarregou de servir as bebidas, as primeiras foram engolidas quase de um gole só, depois foram espaçando, mas a proporção de gelo e Booty ia mudando, quase tudo era licor. A alegria só aumentava, os 19 anos que as gêmeas estavam fazendo era motivo pra comemorar, e logo colocaram música, danças latinas. No fim, já estavam sentando nas almofadas e focando mais no copo do que no movimento. A Elena, vendo que o clima tava caindo, tentou reanimar. Propôs os jogos clássicos, logo uma garrafa foi pro centro e foram pagando as prendas, que eram mais ou menos inocentes. Decididamente, a gente tava entediado. Os irmãos, cada um por um motivo, já olhavam pro relógio direto. Uma ideia da Lisa levantou o interesse… - Vamos, galera, isso tá parecendo um velório, que tal a gente fazer um concurso? Tudo bem? Por respeito à ideia, a gente se levantou e mostrou interesse.
- Como a maioria aqui é mina, os caras vão ter que adivinhar quem é quem, e o mais importante é que ninguém pode falar nem dar dica, vai anotar cada opinião nessa cartolina e depois tem prêmio pra quem acertar.
- Beleza, Lisa – falou Elena – mas tem gente que já leva vantagem, meus irmãos já me viram algumas vezes e o Manu já te viu.
- Também pensei nisso, por isso vamos apagar as luzes e fechar as janelas, ninguém vai ver nada, ok?
- Ok, parece divertido até – disse Ginés. As minas mandaram a gente virar de costas, enchemos os copos enquanto esperávamos, elas cochichavam nas nossas costas. Fecharam as janelas e apagaram todas as luzes. Quando viramos, não dava pra ver nada, elas tinham colocado um lençol de um lado ao outro na altura da cintura e outro na altura do rosto, dava pra ver só os peitos delas, quatro pares de peitos, todos diferentes e todos gostosos. Ginés foi o primeiro a falar.
- Uma pergunta, pode tocar? Teve um silêncio, mas no final uma voz disse…
- Bom, pode, mas sem exagerar, hein?
- A gente ficou na frente delas, sem saber por onde começar. Com luz boa, eu conhecia todas, já tinha comido cada uma delas, mas no escuro total era diferente. Ginés, o mais ousado, pegou um peito e começou a acariciar, levantou e apertou, fazendo o bico aparecer. A mina dava pra ouvir suspirando, mas não queria se entregar e aguentou, até que Ginés lambeu o bico dela e ele ficou duas vezes maior.
- Ei! Isso não vale.
- O que foi? Perguntou outra.
- Ele chupou meu bico.
- Ah, não é nada demais, que fresca! A gente no escuro tirou a roupa, as calças e até as cuecas, elas não podiam nos ver e a gente tentava não chegar muito perto delas. Todas riram, mas aí a gente… Partimos todos pra cima dos peitos, apertávamos, chupávamos e lambíamos, os mamilos estavam duros e molhados de saliva. A gente trocava de peitos sem que elas aparentemente percebessem, ou pelo menos não reclamavam. Já estavam duras, com os mamilos no máximo, quando uma voz, acho que da Elena, disse:
- Já chega, agora é hora de pontuar. Saiam pro corredor que vamos preparar a segunda prova.
Ao sair pro corredor, igualmente escuro, uma mão pegou na minha piroca. Reclamei na hora:
- Ei! Que idiota pegou na minha piroca?
- Isso é você, também pegaram na minha.
- Seus filhos da puta! Vocês reclamando e os dois pegaram na minha, viadinhos.
Eu agarrei a mão que tinha pegado na minha piroca e forcei ela a soltar.
- Pelo amor de Deus, me solta que você vai quebrar meu pulso.
- Elisa! É você? O que tá fazendo aqui no escuro?
- Shiiit, não falem alto que vão me descobrir, venham.
Ela nos enfiou no quarto ao lado, nos levando segurando pela piroca. Ela usava um pareado amarrado entre os peitos.
- Desculpa, mas não resisti à tentação de ver o que vocês estavam fazendo, e tava ouvindo atrás da porta.
- Pois não aconteceu nada, só estávamos brincando.
- É claro, vendo quem chupava melhor os peitos das minas.
- Bom, um pouco sim, era um jogo inocente.
- Então eu proponho outro jogo, um pouco menos inocente. Dá pra chupar esses?
Ela soltou o nó do pareado e apareceram dois peitos impressionantes, de mulher madura mas jovem. A gente se jogou igual urubu em cima da melhor parte. Teve quem foi rápido, como o Ginés, que agarrou um mamilo. Eu, com muito esforço, consegui pegar o outro, mas o Alex, mais tímido, ficou sem a parte dele. A Elisa viu ele parado na frente dela, olhando sem saber o que fazer, e pegou a cabeça dele, fez ele se ajoelhar no meio da gente e, abrindo as pernas, mostrou a buceta depilada. Com dois dedos, separou os lábios, deixando só o clitóris no meio. O Alex não precisou de Peguei o manual de instruções, me lambuzei na buceta da Elisa e fiquei chupando ela até as meninas chamarem a gente do outro quarto. A Elisa quase não conseguiu se soltar da gente, ficou puxando nossas cabeças uma por uma, parecíamos ventosas. Só saímos depois que prometemos que ela ia ficar lá nos esperando. Quando nos vimos na luz do quarto, percebi um detalhe que a Elisa já tinha notado: tanto eu quanto o Ginés tínhamos uma pica de tamanho mais ou menos normal. Nunca me achei, mas também nunca tive complexo com a minha. Mas o Alex... a pica dele era quase o dobro da nossa, passava dos 20 cm e tinha uma grossura proporcional. A Elisa acompanhou ele até a saída do quarto sem soltar a rola dele.
Entramos no quarto totalmente no escuro. A Elena explicou as mudanças: as quatro tinham se ajoelhado na cama, deixando a bunda pra fora. Cobriram as pernas e o corpo, então dava pra ver só as nádegas, e a gente tinha que adivinhar de quem era cada uma. Minha prima cochichou no meu ouvido que a Elena tinha uma pinta grande na nádega direita e torcia pra que os irmãos reconhecessem e deixassem ela de lado. Mas a Lisa tinha pensado em tudo: pegou uma canetinha da mesa de estudo e marcou cada gêmea com uma mancha igual à pinta da Elena, e mandou eu desenhar outra igual nela também. Eu desconfiei da tramoia, porque no escuro a mancha não dava pra ver, mas não contei com a luz fraca do relógio digital. Dava pra distinguir as marcas nas bundas brancas e jovens.
Quando a gente ficou atrás delas, nossas mãos foram timidamente apalpando aquelas formas redondas. Eu reconheci a da Lisa pelas covinhas tão marcadas que ela tinha atrás do quadril, então passei as mãos em volta e dei um beijo no meio das duas nádegas, enfiando a língua quando senti o buraco enrugado. Ela também reconheceu meu carinho e mexeu a bunda. O Ginés se aproximou da Mônica e curtiu as curvas tão suaves da gêmea. Ficou... abrindo as nádegas, passando os dedos até os lábios da buceta, Mônica considerou aquilo um presentinho de aniversário e não disse nada, mesmo quando ele foi enfiando devagar o pau dela, só queria que nunca acabasse de meter aquele pau duro nela. Alex focou na bunda de Andrea, era menor que a da Mônica e ficou rodeando ela suavemente, também separou as nádegas dela e passou os dedos entre elas, embora não tenha se atrevido a chegar na buceta. Eu passei pra Elena, ela levantou a cintura pra ser reconhecida, sabia que era eu e não resistiu quando passei o pau ao longo da racha da bunda dela, cheguei a enfiar um centímetro de pau na buceta, mas tirei com muita dor no coração e sei que nela também. Vi o Alex desocupado naquele momento e puxei ele pra onde eu estava colado na Elena, o garoto estava bem excitado vendo o irmão fazendo incursões nas bucetas das gêmeas e depois na da Lisa. Alex não quis ficar atrás da gente, e quando eu me afastei da bunda da Elena, ele se posicionou. Não teve muito tato e segurou a cintura dela, Elena estava convencida de que ainda era eu, esperou com a buceta aberta. Alex molhou a ponta da cabeça do pau com saliva e simplesmente se apoiou nela e meteu de uma vez. Não vimos a cara que Elena fez ao sentir o pauzão do irmão mais novo, mas ela caiu e aguentou até a metade do pau, depois gritou. — Alex, o que cê tá fazendo? Sou eu, sua irmã, tira isso daí, seu filho da puta. Como resposta, levou a segunda enfiada do Alex, já não importava mais quem era a dona da buceta, só o gostoso que tava, e ela decidiu que, já que tava feito, melhor era aproveitar com ele. Na terceira enfiada, Elena parou de resistir, porque já tava com ele todo dentro, só soluçava baixinho. Lisa curtia o pau do Ginés e ele a buceta dela, era um cara com muita experiência e isso deixava minha prima excitada pra caralho. Andrea me recebeu, a garota não quis ficar atrás das outras. as outras, e quando me notou encostado na buceta dela, levantou a bunda e se jogou pra trás, enfiando ela mesma. Mônica esperou se acariciando o clitóris, a espera teve sua recompensa, pois Alex lhe deu o melhor presente de aniversário: enfiou os 20 cm até o fundo. A garota estreava seus 19 anos com 20 cm de carne na buceta, não era um mau começo. Já estávamos prestes a gozar, principalmente Alex, quando as garotas deram a prova por encerrada. A contragosto, saímos dos nossos respectivos buracos e tivemos que voltar pro corredor de novo, sentindo o frescor nas pirocas molhadas. Mas assim que saímos, a porta do quarto ao lado se abriu e uma perna apareceu até a virilha, era um convite poderoso. Quem entrou primeiro foi Alex, e Elisa agradeceu, mandou ele deitar na cama e, sem esperar a gente chegar, subiu em cima dele e enfiou os 20 cm de pica na buceta, de olhos fechados foi descendo até se sentir cheia de pica. Depois nos chamou pra rodeá-la, chupou nossa pica, adivinhou quem tinha fodido as filhas dela pelo gosto do fluido, mas depois de algumas lambidas todas já tinham o mesmo gosto. Minha pica ela levou direto pra boca na frente dela, mas pra Ginés reservou o rabo. Ela se agachou sobre Alex, a pica do garoto mal aparecia uns centímetros pra fora da vagina de Elisa, mas ela, com os dedos molhados, dilatou o cu e, pegando a pica de Ginés, colocou na entrada do cu dilatado. — Ginés, empurra forte e não para até suas bolas encostarem nas do seu irmão. Elisa ficou cavalgando enquanto as filhas preparavam uma nova diversão. Com três picas dentro, não conseguia fazer grandes movimentos, na verdade estava realizando uma fantasia muito comum entre as mulheres, e ainda por cima sem planejar. Quando nos chamaram, Ginés saiu do cu da mãe e eu da garganta dela, Alex não conseguiu se levantar até Elisa sair da pica dele. A mãe não sabia como se despedir dela. apontando pro teto, aquele obelisco era um verdadeiro sacrifício, ele prometeu que ia esperar pra ver se rolava outra oportunidade. Quando entramos no quarto escuro, as minas tinham outra surpresa pra gente, agora a gente é que era a amostra, ficamos meio cobertos com os paus duros, elas subiram de quatro pela cama em cima da gente, onde tinha uma rola elas lambiam até deixar cem por cento e metiam na boca, depois de um tempo trocavam de rola, com o Alex tiveram que fazer uma concessão e duas minas pegaram o pau do cara, tinha rola pra duas bocas ou mais e às vezes alguma se juntava nos ovos, o irmão da Elena tava tendo um batismo de sexo especial, não ia esquecer tão cedo. A Elena foi chupando paus até garantir o dono, primeiro foi o do Ginés, no começo deu umas lambidas tímidas e depois de várias chupadas trocou pelo meu, o Ginés não se contentou e, se colocando atrás dela, meteu direto na buceta, ela reclamou mas com a boca cheia não dava pra entender, quando trocou de mim só virou e meteu a mais próxima que achou, não precisou de apresentação, era a do Alex e ela teve que lamber um pouco com certo receio, mas o irmão dela pegou na cabeça dela e, segurando, meteu até a Elena começar a chorar, o Ginés continuava comendo ela e ela, mesmo mexendo a bunda pra se livrar dele, não conseguia, eu tava com a Mônica e a Andrea segurava meus ovos enquanto eu passava os dedos no clitóris da irmã dela. Quando a Mônica gozou, a irmã dela ficou acariciando ela até o orgasmo passar, depois ocupou o lugar e meteu meu pau, a irmã dela retribuiu as carícias, os peitos da Andrea eram muito sensíveis e responderam quase igual ao clitóris da irmã dela, meu pau recebeu o fluxo das duas gêmeas. A Elena já tinha se adaptado a ter os dois irmãos comendo ela, a quantidade de pau do Alex já tinha aceitado e a experiência do Ginés elevava ela do chão. Minha prima quis fazer a celebração completa e, conhecendo a Elena, passou creme do bolo, que a gente ainda não tinha provado, na bunda toda dela. Meu pau também ganhou sua porção, que fez o serviço quando eu apertei ele no cu da Elena. Ela até quis reclamar, mas quando conseguiu se fazer entender, minha cabeça já estava dentro do esfíncter dela, e nessa altura ela já não ligava mais pra nada e abriu as nádegas pra eu entrar até o fundo. O orgasmo da Elena foi apoteótico: ela gritou, xingou e incentivou até ficar sem voz. Minha prima também tinha gozado, ajudada pela mão da Elena. Mandaram a gente sair pra arrumar o quarto e comer o bolo. A cama estava toda bagunçada e os almofadões no chão. A Elisa estava nos esperando na cama do quarto ao lado. Com os paus duros, a gente se jogou nela. Não demos opção de escolha: o Ginés meteu direto na buceta dela e rolou sobre si mesmo, ficando por baixo dela. O Alex já tinha aprendido e, depois de cuspir no cu da mulher, enterrou o pau em três estocadas. Ela reclamou o quanto pôde, com meu pau enfiado até a campainha. Imagino que, enquanto a gente estava fodendo com as meninas, ela devia estar se masturbando a buceta, porque em poucos instantes gozou. Não sei por onde ela gozou mais intensamente, se pela vagina ou pelo ânus. Na garganta também devia sentir prazer, porque engoliu todo o leite que eu joguei nela. A gente não demorou mais que ela — já estávamos muito acelerados por causa das bucetas das filhas e amigas dela. Ela foi a receptora de todo o sêmen acumulado na festa. Quando saímos, já tinha luz no quarto das gêmeas. Elas estranharam ao ver nossos paus, ainda meio duros, mas pingando porra. Apagaram as velas e comemos bolo. A gente se encheu de chantilly, e as gêmeas ainda passaram nata nos nossos paus e não pararam até tirar toda a reserva de sêmen da gente, principalmente do Alex. A irmã dele preferiu o do Ginés, com a desculpa de ser o irmão mais velho. Eu preferi a Lisa. Minha prima me concedeu um boquete. antologia, ainda ficamos contando piadas enquanto íamos nos acariciando uns aos outros, elogiando as belezas de cada um. Os irmãos nos levaram pra casa, minha prima entrou direto no banheiro, quis entrar com ela mas ela não deixou, reconheço que fez bem porque só demorou 10 minutos, se tivéssemos entrado juntos teríamos demorado muito mais com o risco adicional de alguém ter nos visto. Quando tomei banho, passei no quarto dela, ela já estava no Skype com a Elena comentando a tarde passada, sentei ao lado dela, mas a Elena não me via. - Que tarde de aniversário mais ideal, as gêmeas alucinaram, não paravam de me dar beijos de agradecimento, até a mãe delas estava contente com o quanto nos comportamos bem, a mulher, como é tão discreta, preferiu nos deixar à vontade, porque o marido estava no escritório como sempre. - O mais animado agora era o Alex, nem em sonhos tinha previsto passar uma tarde assim, se tivesse ficado estudando... ele tinha fodido quatro minas estupendas e uma delas ainda era eu, a irmã dele, sabe de uma coisa? Eu tava com muita vergonha, mas quando senti o pauzão dele na minha buceta não consegui dizer não, depois já era tarde demais e, bem... pra recusar. O Ginés, mais experiente, também tava contente, pra ele as expectativas eram outras, mas não saiu decepcionado, mesmo sem querer ele também tinha me fodido, e a irmã dele, e isso abriu novos horizontes caseiros pra ele, já vamos ver no que isso dá. E seu primo, como sempre, ideal, é uma delícia de garoto, com ele com certeza você fode à vontade e tem o orgasmo garantido, tenho inveja de você, Lisa. - Me disseram que no próximo aniversário a gente conta com eles, hahaha. - Bom, vou dormir, tô com a xereca ardendo, até amanhã, Lisa. A tela apagou e a Lisa me olhou, deu de ombros e disse... - Bom, você já ouviu o resumo da festa, fico feliz por todos, a gente se divertiu muito, graças a você principalmente. Ela me deu um beijo na lábios e se meteu na cama, eu, prudentemente, saí apagando a luz. No dia seguinte da reunião do Benito com o grupo dele, ele veio me buscar. Quando vi ele chegando, imaginei que queria algo especial, pois não esperou pra tomar café, me pegou pelo braço firme e me levou pra um canto do bar. Tava empolgado e eufórico.
- Manu, você não faz ideia do sucesso que foi. Na reunião, só se falava nisso, de mim e de você, claro. O farmacêutico tava pletórico, a mulher dele já não usava tanta roupa molhada, espero que por enquanto, mas o principal pra ele é que deixou ele foder, isso sim, com as condições que a gente tinha dado. Ele disse que nos devia um puta favor.
- E se você tivesse ouvido o padre! A irmã dele, a freira, tava encantada. Prometeu que não demoraria a voltar pro consultório, e a ela se juntou a governanta, que já quase não tinha manchas na pele. Ou seja, tudo era elogio. Ah! E o mais importante: os outros ficaram curiosos e só me perguntavam por soluções pras doenças deles. Até quem eu menos esperava, a veterinária. Ela, que é mais ou menos da área, me disse em segredo que tem um problema urgente pra gente resolver. Prometi que a gente veria ela hoje à tarde. Te serve?
- Claro, você sabe que o primeiro é curar as pessoas.
Ele piscou um olho pra mim e sentou no balcão. Minha mãe já tinha o café pronto pra ele. Depois de um tempo de conversa, saímos pra casa dele. Ele tinha marcado com a veterinária lá. Era uma garota de quase quarenta anos, mas muito discreta e não queria que vissem ela com a gente. Eu só conhecia ela de vista, mas quando chegou vestida de rua, sem o jaleco branco, me pareceu muito mais jovem e, principalmente, muito gostosa. Era solteira e tinha bom gosto pra se vestir. Muitos solteirões da cidade suspiravam pelos favores dela, mas ela não dava bola. Quando a gente se reuniu no consultório, ela sentou toda recatada, com os joelhos juntos e a bolsa no colo, sem coragem de contar nada pro Benito. menos na minha presença, o médico teve que lembrar que entre profissionais não havia segredos e que eu mais ou menos podia ser considerado um dos seus. Depois de insistir muito, a garota começou a gaguejar o que estava acontecendo com ela.
- Olha, Benito, resolvi vir porque estou desesperada, tenho muita confiança em você e, pelo que ouvi do Manu, também, mas o caso é muito delicado e quero acima de tudo discrição, pois só de contar já me dá vergonha.
- Não se preocupa, nesse aspecto, o que acontece aqui, não sai daqui.
Eu olhei para a janelinha do teto e vi os olhos da Alba e sorri para ela.
- O negócio é que, como você sabe, sou solteira e aqui na vila os poucos caras casadouros que têm não me agradam. A verdade é que semana passada fui pra cidade e numa cafeteria conheci um homem mais ou menos da minha idade, tinha uma boa aparência e uma lábia que te envolvia, do jeito que eu gosto. Aos poucos a gente foi se aproximando e ele me convidou pra jantar, era muito simpático e me fez sentir como uma rainha. Eu tava bem disposta a não deixar passar uma oportunidade daquelas e quando ele me ofereceu ir na casa dele tomar um drink, não pensei duas vezes. Mora numa casa pequena, mas decorada com muito bom gosto, amava tudo nele. Até quando chegamos, assim que fechou a porta, ele me abraçou e me beijou como ninguém nunca tinha feito. Eu tava encantada, adorei o detalhe dele ter ido tomar um banho antes de ir pro quarto, é super higiênico, sabia como tratar uma dama. Me despiu devagar, mas com habilidade, fazendo cada peça que tirava ser como um troféu conquistado. Eu tava extasiada e quando fiquei completamente pelada na cama, me vi refletida num espelho que cobria o teto inteiro. Gostei do que vi, não é bonito falar, mas tenho um corpo bem gostoso, meus peitos estão como os de uma vintenária e minha carne é firme. Ah! Desculpa, isso eu não devia ter dito. Que vergonha.
- E o cara, o que ele fez então, Feli?
- Bom, ele... que eu esperava, ele se deitou do meu lado e ficou me beijando toda, os peitos, o pescoço, a barriga, as coxas, até o c… ah, desculpa, não costumo falar assim, mas é que tô com tanta vergonha!
- Não se preocupa, Feli, conta pra gente com todos os detalhes o que aconteceu.
- Então, eu tava toda molhada, imagina, já não aguentava mais, precisava de um homem dentro de mim e abri as pernas pra receber ele, mas ele…
- O que aconteceu, Feli? O que ele fez?
- Ele deitou do meu lado e disse que tinha uns costumes meio diferentes.
- Eu não liguei, tava tão entregue que topei o que ele quisesse, ele me virou e ficou atrás de mim e, sem me lubrificar nem preparar nem nada, enfiou o pau no meu cu, ah, desculpa, escapou de novo, eu gritei pra caramba, mas ele empurrava que nem louco e só conseguiu enfiar a cabecinha, como pude, saí pelada com a roupa na mão até o patamar da casa, me vesti e vim pra cidade.
- Mas desde então tô com uma inflamação danada no cu, tentei me medicar, lendo as bulas dos remédios dos bichos fui passando umas coisas, mas cada vez tô mais inflamada e quase não consigo sentar, e o pior é que perdi a confiança nos homens, são uns brutos, sem sensibilidade nem nada.
- Mulher, isso que te aconteceu é um caso isolado, nem todo homem é igual.
- Bom, claro, vocês devem ser os únicos, mas os outros, nada, uns animais.
- Calma, tô vendo que você tá muito brava, o melhor é a gente examinar pra ver que remédios você usou. Benito, com toda paciência, pegou Feli pelo braço e levou ela até a maca, eu coloquei o biombo pra ela tirar a roupa e vestimos os aventais. Benito pegou uns lenços umedecidos e uns cremes, um deles era de aloe em óleo. A moça tirou a saia e ficou de calcinha. O médico me apontou o avental de hospital e eu entreguei pra ela, ela não entendeu, mas trocou de roupa, ficou só de avental e deitou, mas Benito disse que, pra explorar melhor, ela precisava se ajoelhar na maca e apoiar a cabeça no lençol. Ele ficou atrás dela, e eu do lado. Mandou eu soltar as fitas do avental, e conforme eu ia desatando, o corpo dela ficava nu sobre a maca. Quando terminei, a gente se olhou — ele tinha razão, mesmo: um par de peitos pendia do peito dela, os bicos chegando bem no lençol depois de formar uma redondez perfeita. O médico mandou ela abrir as pernas e me deixou a responsabilidade de separar as nádegas dela. A gente ficou chocado: além do que o acompanhante da noite podia ter causado, os efeitos do que ela tinha usado eram bem piores — num raio de 15 cm em volta do cu, a pele estava em carne viva.
Benito ficou limpando os vários ungüentos que ela tinha passado. Ela reclamava muito, mas quando ele aplicou um creme hidratante, foi relaxando. Aos poucos, ele foi se aproximando na cura em direção ao cu. Em contraste com o estrago que o buraco escuro tava, quase do lado se abriam os lábios da buceta como pétalas de rosa — mesmo sendo mais escuros que a buceta, pareciam tenros e molhados. O clitóris, ainda em repouso, já aparecia entre os lábios depilados.
Benito, como cada vez que chegava perto do cu doía mais, disse que precisava desinfetar os arredores. A veterinária entendeu que uma boa higiene era essencial, e quando os dedos do médico passaram com uma gaze pelos lábios da boceta dela, ela não fez nenhuma observação. Com a umidade do creme, ele foi abrindo os lábios e limpando todas as dobras. Quando chegou no clitóris, Feli abriu mais as pernas pra ele poder chegar onde quisesse. Benito ficou um instante apertando o clitóris até puxar o prepúcio — já brilhava quando ele encheu dois dedos de creme e os aproximou dos lábios da buceta. Primeiro um, depois os dois entraram até o fundo. Feli arqueava as costas, esfregando os bicos dos peitos no lençol da maca. Estavam duros e secos. O médico me disse pra eu manter meus dedos dentro da buceta da garota enquanto ele se aproximava da área mais inflamada. A Feli mexia a cintura no ritmo dos meus dedos, já tinha três dedos dentro e dois apertando o clitóris dela, por isso ela quase não sentiu a mão do Benito rodeando o cu dela. Quase escorria sangue, mas os cremes que ele passou deram um baita alívio. Quando ele viu que ela tava mais ligada nos meus dedos do que no rabo dela, o Benito falou que ia fazer um exame interno no cu pra ver como estavam os esfíncteres. Ela ficou um pouco preocupada, mas ele tranquilizou dizendo que eu ia ficar cuidando dela direto. Eu me dediquei de corpo e alma ao meu trabalho, meus dedos não paravam de entrar e sair na buceta da Feli, o clitóris continuava inchado, uma hora eu acariciava suave rodeando ele, outra hora mais agitado com os dedos. Ela suspirava abrindo as pernas cada vez mais. Me atrevi a segurar um peito dela que balançava em cima da maca, ela virou pra mim e sorriu. A partir daí, eu tomei posse deles, e os bicos eram frutas penduradas na árvore, eu apertava e acariciava fazendo eles ficarem cada vez mais durinhos. Ela se abaixou na maca deixando só a bunda pra cima, o Benito trabalhava totalmente à vontade, com as nádegas abertas e sem ela reclamar nada. Com bastante gel, ele conseguiu enfiar o dedo no cu dela, a garota quase não sentiu porque a inflamação era mesmo externa. Quando ele colocou o dedo indicador, já tava dentro, e o médio foi atrás. Ele viu que por dentro não tinha dano e continuou dilatando por dentro. A Feli já nem ligava mais pro tratamento, se agarrava com força na maca fechando os olhos e sentindo a buceta dela cheia de dedos que acariciavam toda a área mais sensível, os peitos dela eram amassados com suavidade e calor… — Isso que eu esperava, receber esses carinhos, nunca me trataram com tanta sensibilidade. — Tá vendo, Feli, como nem todo mundo é igual? O corpo dela tá pedindo carinho e a gente pode dar, se você quiser. - Valeu, Benito, sei que não vou ter muitas oportunidades como essa, o Manu tá me fazendo sentir umas sensações que eu nunca conheci. - É que ele só tá te deixando à vontade, mas pode te levar ao céu se você quiser. - Mais ainda? Se eu já tô quase voando! Manu, por favor, faz o que você quiser comigo. Eu baixei a calça e fiquei só de jaleco, me coloquei do lado da cabeça dela e fui tirando a pica do jaleco pra ela ver, ela fez uma cara de medo, mas eu me aproximei mais e coloquei bem na altura dos lábios dela, deixei ali uns instantes até ela perder um pouco o receio e, esticando a língua, lambeu. Gostou do gosto e repetiu com os lábios até que, conforme eu ia me aproximando, ela foi enfiando na boca, enquanto eu amassava os peitos dela. Ela deixou minha pica tão dura que tava doendo, falei pra ela não se mexer e subi na maca por trás dela. O Benito afastou os dedos até eu enfiar a cabeça na buceta depois de passar ao longo dos lábios dela. - Isso é o que eu esperava sentir, uma pica grande na minha buceta, enfia toda, Manu. Com mais duas enfiadas, coloquei o resto, tão lubrificada que a buceta dela não encolheu com a minha pica, simplesmente abraçou e se adaptou ao diâmetro. Quando já tava dentro, o Benito continuou enfiando os dedos no cu dela, já não ardia mais, ele tinha passado um óleo de aloe e acabou de amaciar a bunda dela. O médico sentou do lado da mina e explicou o que tinha feito enquanto eu metia e tirava a pica da buceta, enquanto ele segurava os peitos dela pra não balançarem, se inclinou por baixo e chupou um, a Feli falou que ele era uma pessoa muito carinhosa e delicada, ele levantou um pouco pra deixar ela chupar o outro, os peitos tavam inchados e brilhando, o médico disse que realmente eram de uma garota de vinte e poucos anos, ela se espreguiçou mostrando ainda mais. O Benito perguntou se ela queria ver os resultados do tratamento, ela, por curiosidade e por causa da A calentura que ela tava sentindo na buceta pareceu boa, e o médico falou que era melhor eu me deitar na maca, assim a Feli descansava. Quando eu fiz isso e vi a mina se inclinar sobre mim com os peitos redondos balançando até se esmagarem no meu peito, minha cara ficou do lado da dela. Abracei o corpo dela pra ela não cair pros lados até ela colocar os joelhos do lado dos meus quadris. Instintivamente, ela ficou me olhando nos olhos e procurou minha boca. Quando me beijou, minha pica tava bem debaixo dos lábios da buceta dela, dilatados e molhados de creme e fluidos. Ela mal serpenteou sobre meu corpo sem soltar minha boca com a dela, mordia meu lábio inferior de leve quando encontrou minha cabeça e enfiou devagar, deslizando até bater no fundo dela. Ela abriu a boca pra suspirar e voltou a procurar meus lábios. O Benito já tava atrás dela, entre o avental dele aparecia a pica arqueada. Ele se apoiou nas costas dela e pegou os peitos dela, ela se levantou um pouco pra ele tirar pra fora pelos lados, porque tava apertados contra mim. O médico já tinha passado creme na pica dele, da cabecinha até as bolas. Eu falei pra ela: — Feli, me beija como você fez antes e se deixa levar, você vai subir pro céu. Notei ela se soltar em cima de mim, as mãos dela seguraram as minhas por cima da minha cabeça. Quando ela sentiu o Benito apontar a pica dele no cu dela, me mordeu o lábio mais forte, mas não deve ter feito ela sofrer, porque na hora ela afrouxou e abriu a boca como se tivesse sem ar. Ficou imóvel até o Benito chegar no fundo, as bolas dele encostaram nas minhas e as picas se roçaram, mal separadas pelos tecidos da buceta. — Deus, que prazer, isso é o máximo, meu cu cheio de carne que é uma delícia e minha buceta saboreando uma pica jovem e dura que nem uma estaca, e meus peitos, meus queridos peitos, recebendo umas carícias que sonhavam toda noite. Mexam-se e me façam gozar, faz tempo que não gozo se não for me masturbando. O Benito começou primeiro, começou a sair e entrar, a pica dele passava suavemente entre as nádegas da Feli, da glande até os ovos, percorria todo o comprimento dela adaptando o reto à forma curva da minha pica, quando a mina começou a sentir a chegada do orgasmo eu também comecei a movimentação, nos combinamos os dois, quando um saía o outro entrava. A Feli me mordeu, nunca tinham feito isso comigo, mas ela mordeu meu lábio quando gozou, as unhas dela também cravaram nas palmas das minhas mãos, foi um orgasmo explosivo, tempo demais desejado e que encheu os sentidos dela ao mesmo tempo, quando ela conseguiu falar entre os gritos e gemidos que dava, disse pra gente… - Gozem dentro de mim, quero a porra de vocês me enchendo, eu mesma me viro pra não engravidar, mas por favor, quero o sêmen quente de vocês. Ela desabou em cima de mim e ficou recebendo os jatos que enchiam o cu e a buceta dela ao mesmo tempo. Eu aguentei o peso dos dois, a Feli toda mole e o Benito caído do esforço desconfortável pra não machucar ela, mas aguentei de boa, quando o médico se levantou a mina continuou por uns minutos, não tinha força nem queria interromper o momento de prazer que tinha sentido. Pelas coxas dela caíam na maca dois regos de porra e fluidos, um saía do cu dela e outro da buceta, quando ela viu a poça passou as mãos nela e se esparramou pelos peitos, as duas peras brilhavam de porra. Acompanhei ela no banheiro pra se lavar, depois enquanto se vestia passei pro quarto ao lado, a Alba ainda estava em cima da mesa no posto de observação, me surpreendeu porque me deu um beijo assim que cheguei, me viu um pouco de sangue da mordida que a Feli tinha me dado e me beijou de novo pra curar, minhas mãos sem querer foram pros peitos dela, ela me perguntou no ouvido se os da Feli eram melhores que os dela… - Isso nunca, os teus são os melhores e são só meus. Ela abriu a roupa e me ofereceu, num instante ficaram tão duras quanto minha pica. - Me dá sua porra, com certeza ainda tem bastante, mesmo que a minha Padre e vocês capricharam bem. A Alba já sabia como tirar meu leite de mim e não demorou pra me fazer gozar de novo, como sempre fiz na boca dela, pra ela era um orgulho mostrar a língua fazendo de colher cheia de porra, depois engoliu tudo e a gente se beijou de novo. Fiquei tentado a meter a mão entre as pernas dela, mas fui fiel aos meus princípios e esperei uma ocasião mais propícia. Quando entrei no consultório, a Feli já estava arrumada, até tinha passado uma maquiagem, pintado os lábios e os olhos, tava realmente gostosa, disse que era em nossa homenagem. Quando a acompanhamos até a porta, o Benito estendeu a mão pra se despedir, mas ela se jogou no pescoço dele e beijou ele na boca, depois fez o mesmo comigo, apertando minha rola por cima da calça.
- Obrigada aos dois e, por favor, discrição.
- Isso sempre, princesa. Continua.
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