Fala, pessoal! Meu nome é Jesus e hoje vim contar o que rolou comigo faz uns 3 meses. Sinceramente, nem sei por onde começar. Bom, pra começar, me chamo Jesus, tenho 18 anos e moro com meus pais (minha mãe Fabiola, de 38 anos, e meu pai, de 39) e minhas duas irmãs (Jeraldine, de 11, e Ana, de 4).
Minha mãe chama Fabiola, é meio baixinha, tem 1,60m, não tem muito peito, tem uma bunda não muito grande, mas bonitinha. Dá pra ver que ela tem uma buceta bem gostosa, porque quando usa legging, o pubis aparece bem carnudo. Ela é moreninha e, quando se arruma, fica super gostosa. Ela não é muito de vestido ou short, prefere calça jeans e legging.
Enfim, tudo começou numa sexta de manhã, quando fomos ao médico. Eu fui porque tava com umas espinhas no rosto e queria ver se tinha solução (vivia me enchendo o saco, falando que era "por me segurar", e eu sabia que era verdade). Minha mãe foi porque tava tendo uns ataques de calor (ficava de mal humor, irritada e com muito calor).
Quando chegou minha vez, entramos juntos...
O médico só me receitou uma pomada, mas o interessante foi quando minha mãe perguntou pra ele:
F: "Ô, doutor, queria perguntar uma coisa: tem algo que o senhor pode receitar pra mim?"
Dr: "Pra quê, senhora?"
F: "É que ultimamente tô tendo uns ataques de calor, começo a suar pra caramba e fico de mal humor..."
Dr: "Quantos anos a senhora tem?"
F: "38"
O médico começou a dar um sorriso estranho, meio de tarado, e explicou:
"Senhora, o que a senhora tem é um sintoma que afeta quase 2 em cada 10 mulheres nesse país. Na sua idade, é bem comum ter esse tipo de desconforto. Não precisa se preocupar muito, é normal."
F: "E quando isso vai passar, doutor?"
Dr: "Haha, senhora, vai levar um tempinho... Talvez lá pelos 50 anos o incômodo suma."
Minha mãe, com cara de preocupada, perguntou:
F: "E o que eu posso fazer, doutor?"
Dr: "Sei lá... Talvez fazer mais... Exercício" (piscando um olho)
Minha mãe, confusa, disse:
M: Ok… que tipo de exercício?
Nesse momento, o médico sorriu e disse:
Dr: Vou te dar uma receita médica, senhora. Os comprimidos que vou receitar, você tem que tomar pelo menos 5 vezes por semana (piscando um olho)
Eu fingia que não via nada, porque não queria me expor. Quando ele terminou de escrever a receita, dobrou e entregou pra minha mãe. Ela tentou abrir, mas o médico disse que recomendava abrir em casa.
Enfim, saímos do consultório e minha mãe disse que tava com vontade de ir ao banheiro, foi correndo. E na minha mente bateu a curiosidade sobre o que dizia a receita, porque foi muito misterioso da parte do médico. Quando ela saiu, parecia meio nervosa, e eu falei que também ia ao banheiro só pra ver se ela não tinha jogado a receita fora ou algo que me desse uma pista. Não achei nada. Entrei tão rápido no banheiro que nem demorei 3 minutos. Minha surpresa foi quando desci: não vi minha mãe em lugar nenhum. Ao ver a porta fechada do médico, imaginei que ela tava lá dentro com ele. Me aproximei pra ver se conseguia ouvir algo. Me surpreendi com o que ouvi…
M: Doutor, me diz que é brincadeira o que tá escrito na receita.
Dr: Não, senhora, é realmente o que a senhora precisa.
M: Mas me diz como eu vou fazer isso? Meu marido sempre chega tarde em casa e muito cansado, não acho que ele vai querer fazer isso 5 vezes por semana.
Dr: Bom, eu recomendaria usar algum "brinquedo", embora não ache que vá adiantar muito. A senhora precisa de uns "nutrientes".
M: O que o senhor quer dizer com isso?
Dr: A senhora já sabe, esses nutrientes se encontram na "buceta".
M: Ok, então vou tentar dar um jeito.
Dr: Claro, senhora. "Estou aqui para o que precisar."
M: Obrigada.
Nesse momento, eu passei correndo pro banheiro, fingindo que tinha acabado de sair.
J: Tudo bem?
M: Sim, filho.
J: Vamos embora?
Essa conversinha me deixou com mais dúvidas do que respostas, porque a primeira coisa que pensei foi em sexo. Talvez seja isso que ela precisa. Minha idade é normal pra pensar nisso, mas não tinha outra resposta lógica.
Esqueci de contar que minha mãe sempre carrega uma bolsa onde guarda o celular, a carteira, vocês já sabem o que uma mãe normalmente guarda na bolsa.
Meu objetivo era ler aquela receita de qualquer jeito, mas primeiro as prioridades: era fazer com que ela me desse a bolsa pra eu pegar a receita e ler. Então, quando chegamos em casa, ela disse que ia comprar frango pra fazer o almoço. Perguntou se eu queria acompanhar. Muito esperto, eu disse que não (assim teria mais chances de encontrar a receita). Ela pegou a bolsa e na hora eu tomei dela...
J: Mãe, você não vai levar sua bolsa, vai?
F: Mas eu vou pra todo canto com ela, não sei por que você se preocupa de eu levar.
J: É que ultimamente tem tido muito assalto, além disso vai te atrapalhar. Melhor levar só o celular e a carteira, é mais prático.
Fiquei impressionado com minha própria mentira, porque ela ficou pensando e disse: "Você tem razão, melhor deixar." Ela tirou o celular e a carteira. Assim que ouvi ela sair, me joguei na bolsa dela. Minha reação foi de intriga ao não encontrar a bendita receita. Tinha que pensar rápido, porque o tempo era curto...
Até que acendeu uma luz na minha cabeça: lembrei que minha mãe tem uma caixa no guarda-roupa dela onde guarda coisas importantes (papéis, fotos, contas de luz, etc.).
Corri pro guarda-roupa tentando encontrar a caixa. Não levei nem 5 minutos quando achei. Abri rapidamente e procurei a receita. Minha surpresa foi maior quando não encontrei. Fechei tudo rápido e deixei como estava.
Depois de uns 7 minutos ela chegou, mas minha pergunta era: onde estava aquela porra de receita? Naquele dia fiquei pensando até que chegou sábado de manhã e a luz acendeu de novo... "A CARTEIRA".
Ali estava a resposta, mas não seria fácil.
De repente, vejo minha mãe saindo com o celular na mão e ela disse:
F: Vou ver a Alejandra, sua tia vai me mostrar uns catálogos. Vou e volto, não demoro.
Minha empolgação foi tanta que corri pra Novo ao ver a bolsa dela e finalmente achei a carteira, abri rápido e pude ver a receita.
Minha mãe chama Fabiola, é meio baixinha, tem 1,60m, não tem muito peito, tem uma bunda não muito grande, mas bonitinha. Dá pra ver que ela tem uma buceta bem gostosa, porque quando usa legging, o pubis aparece bem carnudo. Ela é moreninha e, quando se arruma, fica super gostosa. Ela não é muito de vestido ou short, prefere calça jeans e legging.
Enfim, tudo começou numa sexta de manhã, quando fomos ao médico. Eu fui porque tava com umas espinhas no rosto e queria ver se tinha solução (vivia me enchendo o saco, falando que era "por me segurar", e eu sabia que era verdade). Minha mãe foi porque tava tendo uns ataques de calor (ficava de mal humor, irritada e com muito calor).
Quando chegou minha vez, entramos juntos...
O médico só me receitou uma pomada, mas o interessante foi quando minha mãe perguntou pra ele:
F: "Ô, doutor, queria perguntar uma coisa: tem algo que o senhor pode receitar pra mim?"
Dr: "Pra quê, senhora?"
F: "É que ultimamente tô tendo uns ataques de calor, começo a suar pra caramba e fico de mal humor..."
Dr: "Quantos anos a senhora tem?"
F: "38"
O médico começou a dar um sorriso estranho, meio de tarado, e explicou:
"Senhora, o que a senhora tem é um sintoma que afeta quase 2 em cada 10 mulheres nesse país. Na sua idade, é bem comum ter esse tipo de desconforto. Não precisa se preocupar muito, é normal."
F: "E quando isso vai passar, doutor?"
Dr: "Haha, senhora, vai levar um tempinho... Talvez lá pelos 50 anos o incômodo suma."
Minha mãe, com cara de preocupada, perguntou:
F: "E o que eu posso fazer, doutor?"
Dr: "Sei lá... Talvez fazer mais... Exercício" (piscando um olho)
Minha mãe, confusa, disse:
M: Ok… que tipo de exercício?
Nesse momento, o médico sorriu e disse:
Dr: Vou te dar uma receita médica, senhora. Os comprimidos que vou receitar, você tem que tomar pelo menos 5 vezes por semana (piscando um olho)
Eu fingia que não via nada, porque não queria me expor. Quando ele terminou de escrever a receita, dobrou e entregou pra minha mãe. Ela tentou abrir, mas o médico disse que recomendava abrir em casa.
Enfim, saímos do consultório e minha mãe disse que tava com vontade de ir ao banheiro, foi correndo. E na minha mente bateu a curiosidade sobre o que dizia a receita, porque foi muito misterioso da parte do médico. Quando ela saiu, parecia meio nervosa, e eu falei que também ia ao banheiro só pra ver se ela não tinha jogado a receita fora ou algo que me desse uma pista. Não achei nada. Entrei tão rápido no banheiro que nem demorei 3 minutos. Minha surpresa foi quando desci: não vi minha mãe em lugar nenhum. Ao ver a porta fechada do médico, imaginei que ela tava lá dentro com ele. Me aproximei pra ver se conseguia ouvir algo. Me surpreendi com o que ouvi…
M: Doutor, me diz que é brincadeira o que tá escrito na receita.
Dr: Não, senhora, é realmente o que a senhora precisa.
M: Mas me diz como eu vou fazer isso? Meu marido sempre chega tarde em casa e muito cansado, não acho que ele vai querer fazer isso 5 vezes por semana.
Dr: Bom, eu recomendaria usar algum "brinquedo", embora não ache que vá adiantar muito. A senhora precisa de uns "nutrientes".
M: O que o senhor quer dizer com isso?
Dr: A senhora já sabe, esses nutrientes se encontram na "buceta".
M: Ok, então vou tentar dar um jeito.
Dr: Claro, senhora. "Estou aqui para o que precisar."
M: Obrigada.
Nesse momento, eu passei correndo pro banheiro, fingindo que tinha acabado de sair.
J: Tudo bem?
M: Sim, filho.
J: Vamos embora?
Essa conversinha me deixou com mais dúvidas do que respostas, porque a primeira coisa que pensei foi em sexo. Talvez seja isso que ela precisa. Minha idade é normal pra pensar nisso, mas não tinha outra resposta lógica.
Esqueci de contar que minha mãe sempre carrega uma bolsa onde guarda o celular, a carteira, vocês já sabem o que uma mãe normalmente guarda na bolsa.
Meu objetivo era ler aquela receita de qualquer jeito, mas primeiro as prioridades: era fazer com que ela me desse a bolsa pra eu pegar a receita e ler. Então, quando chegamos em casa, ela disse que ia comprar frango pra fazer o almoço. Perguntou se eu queria acompanhar. Muito esperto, eu disse que não (assim teria mais chances de encontrar a receita). Ela pegou a bolsa e na hora eu tomei dela...
J: Mãe, você não vai levar sua bolsa, vai?
F: Mas eu vou pra todo canto com ela, não sei por que você se preocupa de eu levar.
J: É que ultimamente tem tido muito assalto, além disso vai te atrapalhar. Melhor levar só o celular e a carteira, é mais prático.
Fiquei impressionado com minha própria mentira, porque ela ficou pensando e disse: "Você tem razão, melhor deixar." Ela tirou o celular e a carteira. Assim que ouvi ela sair, me joguei na bolsa dela. Minha reação foi de intriga ao não encontrar a bendita receita. Tinha que pensar rápido, porque o tempo era curto...
Até que acendeu uma luz na minha cabeça: lembrei que minha mãe tem uma caixa no guarda-roupa dela onde guarda coisas importantes (papéis, fotos, contas de luz, etc.).
Corri pro guarda-roupa tentando encontrar a caixa. Não levei nem 5 minutos quando achei. Abri rapidamente e procurei a receita. Minha surpresa foi maior quando não encontrei. Fechei tudo rápido e deixei como estava.
Depois de uns 7 minutos ela chegou, mas minha pergunta era: onde estava aquela porra de receita? Naquele dia fiquei pensando até que chegou sábado de manhã e a luz acendeu de novo... "A CARTEIRA".
Ali estava a resposta, mas não seria fácil.
De repente, vejo minha mãe saindo com o celular na mão e ela disse:
F: Vou ver a Alejandra, sua tia vai me mostrar uns catálogos. Vou e volto, não demoro.
Minha empolgação foi tanta que corri pra Novo ao ver a bolsa dela e finalmente achei a carteira, abri rápido e pude ver a receita.
9 comentários - Mama Esta Enferma