Diário da Mirielle, a gostosa I

O DIÁRIO DE MIRIELLE A PROVOCANTE.

CAPÍTULO I – “Minha Primeira Vez”.

“Meu nome é Mirielle Beltrán, mexicana de nascimento e com 48 anos nas costas não tenho vergonha ou medo de confessar minha idade, principalmente quando considero que, graças a uma alimentação saudável, disciplina, exercícios e uma genética benevolente, posso me gabar de ter um corpo invejável e atrair olhares masculinos como se tivesse apenas 20 primaveras.

Atualmente casada, mãe de vários filhos e com um marido que amo e que me adora; até aqui minha história pode soar como a de milhares de outras donas de casa que encontram a felicidade… Só que o caminho que percorri para chegar a este ponto é… Bem, é exatamente isso que quero contar a vocês.”

SEGUNDA-FEIRA, 4 DE MAIO DE 1982

– Chega, Alfredo, eu disse que não!

Respondi um tanto irritada com a insistência teimosa do meu namorado.

– Por favor, meu bem, você sabe que te amo com toda a minha alma, é lógico que você me atrai e que eu queira ficar ao seu lado.

– O que você quer é sexo, Alfredo, não ficar ao meu lado pela eternidade.

– Não seja assim, Miri, nós dois sabemos que você é liberal, nada careta, e que não pretende fazer votos em nenhum convento.

– Você é um cínico descarado, agora sou uma puta qualquer? Não sei por que ainda estou com você.

– Porque você morre de tédio com os ricos metidos e os playboys, ou talvez porque você é louca pelos meus beijos?

Mal tinha terminado de dizer isso, quando Alfredo me beijou de novo apaixonadamente enquanto me segurava com força, no parque “Hidalgo”, a caminho da minha casa. Alfredo era um garoto intelectualizado de classe média, pele clara, olhos verdes, cabelos castanhos compridos e óculos pequenos e redondos em homenagem ao seu ídolo musical morto em Nova York mais de um ano antes; alto, bonitão e com um senso de humor agridoce, 4 anos mais velho que eu, estudante de ciências políticas na Universidade. Esse era Alfredo, meu namorado da vez há mais de 2 anos, no início da década de 80. —Então sim, bucetinha? Daqui a duas semanas é nosso aniversário, vai ser uma data perfeita e inesquecível, vai, fala que sim, gostosa—

Alfredo voltou ao ataque na porta da minha casa.

—Hmm, não sei, vou estar fazendo provas na escola, a gente vê, não te prometo nada, e agora vai embora ou meu pai pode chegar—

Vi ele se afastar até sumir com um sorriso nos lábios, aí abri a porta de casa e fui pra sala de jantar. Lá dentro já estavam meus dois irmãos mais velhos (Lázaro e Francisco), de licença do colégio militar, minha mãe e minha irmãzinha de 5 anos (Donna). O motivo dos nossos nomes era simples: Meu pai, Clemente Beltrán, era um capitão segundo aposentado que tinha caído na vida, rígido e autoritário, marcial e impositivo, que tinha dado aos meus irmãos nomes em homenagem a generais revolucionários que ele admirava. Ele era 20 anos mais velho que minha mãe, Lucrecia Monet, que por sinal era um sol, embora submissa e ofuscada pelo meu pai. Ela era francesa e tinha um rosto angelical, emoldurado por lindos cachos dourados. Mamãe sempre foi uma mulher meiga e afável, que tinha estudado música na juventude na sua Paris natal, motivo pelo qual eu tinha nome de cantora francesa e minha irmã, de diva da música disco.

—De novo perdendo tempo com o inútil do seu namoradinho, irmã? Sabe bem que o Pai não aprova esse namoro, devia mandar ele pastar e evitar problemas, Miri—

—Papai só vai aprovar se você namorar algum tenente ou capitão bem sério — e com grana, claro, não tá feliz que a filha dele sai com um universitário maricas e bundão—

—Deixem a irmã de vocês em paz ou vão se ver comigo—

Minha mãe se apressou a responder, ao ver o olhar furioso que eu lancei pros meus irmãos marciais, com quem nunca consegui me dar bem.

—Estudar não tem nada de errado, um dia vou ser universitária também e finalmente uma médica de prestígio, e pretendo cobrar bem caro nas consultas, irmãozinhos… Silêncio total… meu pai tinha chegado em casa.

Minha comida esfriou rápido, matando meu apetite de hipotermia. Não sei se alguém tinha deixado alguma janela da sala de jantar aberta ou se era só pela presença gelada do meu pai. Pensei que só devia ficar na mesa, sem me mexer nem fazer barulho, e esperar ele se levantar pra subir pro meu quarto, deixando pra trás aquele clima pesado.

— Mirielle, hoje vi aquele vagabundo, seu amigo, se afastando da nossa rua.

— Aaah… Sério?

— Não se faça de sonsa nem finja demência, mocinha. Se você já não é mais criança, eu continuo sendo seu pai e posso te bater pra você aprender a me respeitar.

Meu pai tinha razão nisso, pelo menos. Já não era mais criança, mas uma mulher que tinha acabado de fazer 18 anos três semanas atrás. Corajosa e decidida, apesar de medir só 1,62m. Boa aluna, com facilidade pra matemática, pele branca, traços delicados, finos e elegantes, além de uns olhos azuis enormes, herança da minha mãe.

Empacotada num corpo voluptuoso, o que hoje chamariam de uma autêntica gostosa. Cabelo loiro, peitão, cintura marcada sem ser de pilão, coxas grossas e torneadas, e meu orgulho até hoje: uma bunda generosa, redonda, empinada e apetitosa, suculenta e desejável, combinando com um quadril largo que me fazia parecer mais velha do que eu era.

— Desculpa, Pai. Não quis incomodar o senhor.

Respondi de forma chorosa, de cabeça baixa. Meu pai podia ser muito violento quando se irritava.

— E não é só isso, mocinha. Também viram ele naqueles protestos contra o governo, chamando os militares de assassinos.

— Mas, Pai, o senhor sabe… o movimento de 68…

— Eu só sei que eram homens de honra cumprindo ordens. Quem são você e esse vagabundo pra julgar homens que corajosamente arriscam a vida nos protegendo? Não vai falar nada? Assim é melhor. Pode se retirar pro seu quarto. E te proíbo terminantemente de ver esse seu amigo de novo a partir de agora. Hoje, entendido, senhorita?
- Mas... Mas, Padre, eu... Não é justo...

**PAAAFFF!**

O tapa sonoro sacudiu minha cabeça com violência, deixando a marca da mão dele na minha bochecha, enquanto meus irmãos baixavam o olhar e minha mãe tapava a boca, segurando qualquer protesto. Com o olhar irado e gritando a plenos pulmões, ele completou:

- NADA DE "MAS", não se discute nem mais uma palavra. Você não vai ver ele nunca mais na vida, e ponto final.

Lágrimas grossas escorriam pelo meu rosto. Sem dizer mais nada, lancei ao meu pai um olhar carregado de ódio e, correndo, subi para me trancar no meu quarto.

**QUARTA-FEIRA, 6 DE MAIO DE 1982**

A partir daquele dia, meu pai virou minha sombra e meus irmãos, meus vigias. Enquanto ele cuidava de me levar e buscar na escola, eles vigiavam para que eu não saísse de casa. Só encontrava um pouco de privacidade e intimidade no banheiro. Minha mãe parecia triste e acabrunhada, mas não fazia nada para acabar com esse martírio. Assim passei o resto da semana, sem me atrever nem a reclamar, com medo das represálias. Por razões óbvias, não pude ver nem falar com Alfredo, embora tenha dado um jeito de manter contato mandando bilhetinhos com uma amiga em comum. Graças a Deus que meu pai não podia entrar na escola; assim, minha sentença ficava mais suportável. Ele me mandava todo seu amor e compreensão, pedia paciência e que eu tentasse resolver as coisas. Dava pra ver que ele não conhecia meu pai.

**A VINGANÇA...**

Na semana seguinte, o assédio da minha família foi exagerado e sufocante. Aquela segunda-feira foi o pior dia da minha vida. Agora até minha mãe me esperava do lado de fora do banheiro. Passei aquela noite em claro, chorando de impotência, mas aos poucos uma ideia foi ganhando força na minha cabeça. Naquele momento, eu não sabia, mas aquela decisão mudaria minha vida por completo e para sempre. No entanto, hoje, olhando de longe, faria tudo de novo. Minha mente estava febril e nublada: eu ia me vingar. E, mesmo que eles não soubessem, eu me vingaria!

Na manhã seguinte... No dia seguinte, eu estava com um rosto muito melhor do que nos dias anteriores. Me mostrei serena, tranquila e até sorridente, e até conversei um pouco com meu pai durante o caminho até a escola. Chegando lá, junto com minhas amigas, coloquei meu plano em ação... O resto da semana passou sem novidades. Com essa nova atitude e disposição, consegui que meus seguranças afrouxassem um pouco a vigilância e pude respirar aliviada, esperando o dia da vingança.

Para isso, escolhi o sábado, 16 de maio. Eu tinha pedido permissão antes para sair com minhas amigas para o cinema, e meu pai só deixou se meus irmãos fossem junto. Fingindo que não tinha problema nenhum, agradeci e dei um beijo na bochecha dele. Naquele dia, comi cedo, dizendo que ia me arrumar pra sair, o que não levantou suspeitas. Tomei um banho tranquilo e, na saída, vesti uma saia lisa, longa e preta, com uma blusa branca. Prendi o cabelo num rabo de cavalo e, sem uma gota de maquiagem, esperei paciente meus irmãos ficarem prontos pra me acompanhar.

Fomos buscar minhas amigas numa praça perto do cinema. Lázaro não conseguiu disfarçar um sorrisão quando viu minha amiga Cecília — eu sabia que ele era apaixonado por ela. Elas, claro, estavam muito mais arrumadas e gostosas do que eu. E, se por fora eu não causava reação nenhuma, por baixo eu tava usando uma lingerie capaz de reviver um morto: um sutiã e uma calcinha minúscula de tecido liso, num roxo chamativo. Sem mais, o grupo todo completo e de bom humor, fomos pro cinema no carro do meu pai.

O filme passou normal, sem novidades, até chegar o intervalo. Saímos da sala enquanto Lorenzo, todo bobo, seguia a Cecília na fila da bomboniere pra comprar pipoca e refrigerante. Eu fui pro banheiro, seguida pelo meu irmão Francisco, enquanto minha outra amiga Luísa ficou na sala guardando nossos lugares. Entrei no banheiro sem pressa. Ele ficava de guarda lá fora, aí me esperava uma terceira amiga, Diana, que não tinha ido com a gente. Ela me entregou uma mala e com ela fui até os banheiros e fechei a porta. A mala tinha roupas minhas. Tirei a saia e coloquei uma calça justinha que destacava minha bunda redonda, uma blusinha curta e colada rosa mexicano em cima. Coloquei uns óculos escuros enormes e um boné pra esconder o cabelo. Deixamos a mala com minhas outras roupas na lixeira e saímos do banheiro andando lado a lado como se nada fosse.

Meu irmão não percebeu o truque, até virou a cara descaradamente quando passamos pra olhar minha bunda. Passamos pela bomboniere e finalmente saímos do cinema. A uma distância segura, Alfredo me esperava. Agradeci a ajuda da Diana e corri pra encontrar meu namorado enquanto ela ia embora. Ele me abraçou cheio de alegria e saímos o mais rápido possível enquanto o intervalo acabava e Lázaro e Cecília voltavam pra sala. Lá, Luísa abordou eles e pediu pra Cecília acompanhá-la ao banheiro. Meu irmão seguiu o caminho dentro do cinema, e as duas saíram do local em alta velocidade sem que meu irmão, que ficava esperando fora do banheiro feminino, percebesse nada.

Depois de 20 minutos, Lorenzo estranhou que ninguém voltasse pra sala do cinema. Saiu apressado e encontrou Francisco, que parecia bem angustiado fora do banheiro. Ele confirmou que nem Cecília nem Luísa tinham entrado no banheiro, mas o mais estranho é que eu também não tinha saído. Os dois pediram pra moça da bomboniere dar uma olhada no banheiro feminino e ver se a irmã deles estava bem. Depois de alguns minutos, ela saiu dizendo que o banheiro feminino estava completamente vazio. Os dois se olharam furiosos e saíram correndo do cinema procurando a irmã fugitiva que tinha feito eles de trouxa tão facilmente.

Mas nessa altura, eu já tinha calculado que levaria meia hora de vantagem quando eles percebessem. Antes que descobrissem meu truque, Alfredo e eu já estávamos instalados num quarto de um hotel chique e bem no centro, relativamente perto do cinema que a gente tinha alugado por 2 dias pra não levantar suspeitas, pensando bem que meus irmãos e meu pai teriam a brilhante ideia de me procurar nos motéis de beira de estrada ou hotéis baratos nos arredores, mas não iam se atrever num hotel sério, decente e muito caro.

Alfredo me pegou pela cintura por trás assim que entramos no quarto, claramente ansioso e impaciente.

— Mmmmmm, love! Você não faz ideia de quanto eu esperei por esse momento — sussurrava enquanto lambia meu pescoço e respirava bem perto da minha nuca.

— Tanto quanto esperou pelo dia do nosso casamento? — respondi, irônica e sarcástica.

Ele me soltou com uma expressão séria e grave, respirou fundo e continuou.

— Sei que você é virgem, gatinha, e que talvez esteja com medo, mas vai ver que sexo é uma experiência mágica e maravilhosa. Vou dar o meu melhor pra ser algo inesquecível e gostoso, meu love.

A verdade é que eu tava com um pouco de medo, e talvez mais que medo, indecisão. O que eu tava vivendo tinha mexido com minha decisão sobre isso, ou seja, era mais minha raiva do que minha luxúria naqueles momentos, mas por outro lado sentia um tesão danado. Sexo era algo que me atraía desde a adolescência, quando acidentalmente descobri as revistas pornô do meu pai. Adorava folhear e ver as fotos de putaria, e às vezes, quando dava, até me acariciava a buceta e apertava os peitos enquanto olhava as revistas.

Meus pensamentos foram interrompidos quando Alfredo me beijou na boca. Decidi guardar meus medos, tabus e tudo mais, e me preparei pra aproveitar e tentar aprender, já que eu era uma novata nas artes do amor. Os beijos de Alfredo ficaram mais intensos enquanto ele tirava minha blusa, me deixando só de sutiã. Tentando ser cavalheiro e gentil, ele também tirou a camisa e continuou me beijando com paixão.

Eu sentia a língua dele percorrer... toda minha cavidade bucal enquanto com as mãos ele acariciava minhas costas nuas, como sem querer encontrou os fechos do meu sutiã, soltou eles e meu sutiãzinho sexy caiu no chão daquele quarto que cheirava a desejo, minhas bochechas ficaram vermelhas como fogo, mas não demorei pra me recompor, meus peitos eram grandes, suculentos e apetitosos, não tinha nada do que me envergonhar, entendi isso e agarrei a cabeça do meu namorado e instintivamente levei o rosto dele até minhas tetas cujos bicos começavam a endurecer.

Empolgado como estava, Alfredo esqueceu as palavras iniciais e se jogou pra chupar minhas tetas com brutalidade, lambia e mordia meus bicos com gula e apertava o volume delas, às vezes sugava meus bicos com força como se quisesse tirar leite das minhas meninas, me machucando e arrancando gemidos involuntários mistura de paixão e dor.

Por causa da proximidade dos nossos corpos febris, pude sentir a virilidade dele inchar e crescer involuntariamente, isso me deixou com muito tesão e enquanto ele continuava chupando minhas tetas, a safadeza me fez abaixar as calças dele sem aviso e sem mais segurei o pau dele com força, ele reagiu se afastando um pouco, enquanto eu me abaixava sem saber por quê, repetindo os padrões dos filmes pornô que tinha visto, sem pensar me vi cara a cara com o pau dele duro e veiudo, timidamente beijei ele atrapalhada e devagar abri minha boca enfiando o membro viril dele sem nenhum pudor e sem nenhuma experiência prévia em como chupar um pedaço de carne masculina.

Meu namorado não ligou pra minha inexperiência, me segurou com força pelos cabelos e me empurrou até eu conseguir engolir o pau inteiro dele, na segunda vez que ele tentou me forçar a enfiar toda aquela vara na boca senti ânsia e me puxei pra trás violentamente, entre gemidos e tosses consegui segurar a vontade de vomitar tudo.

— Calma, gatinha, é grande, você não precisa engolir tudo desse jeito, agora abre sua boquinha, mete a cabecinha e chupa com carinho
- mmffgggh -, Não deu tempo de responder nada, de novo o Alfredo tinha enfiado o pau na minha boca, obedientemente beijei e lambi a glande dele e de novo ele não me respeitou e me fez engolir o pau inteiro, deixando ele completamente na minha boca por uns minutos que pareceram anos, finalmente ele tirou a pressão que me mantinha humilhada e submissa naquela posição e eu aspirei desesperada porque já sentia que tava faltando ar.

Ele não parou pra pedir desculpa, pelo contrário, me colocou de pé só pra poder tirar minha calça, o que fez rapidamente com um puxão forte, arrancando também a calcinha, eu tava nua, exposta e muito excitada, ele me pegou pela mão, me levou até nossa cama e pediu pra eu deitar, o que eu aceitei ainda com a respiração ofegante.

Ele se agachou no pé da cama e foi abrindo minhas pernas devagar, aproveitando cada segundo da vista linda e viciante que a minha boceta peluda oferecia, me beijou os tornozelos e lambeu da minha panturrilha até minhas coxas, chegando bem perto da minha buceta, parou, aspirou forte várias vezes, absorvendo minha essência, meu cheiro de mulher, acariciou meus pelos dourados e beijou a entrada da minha caverna pra começar a lamber bem devagar meus lábios num vai e vem hipnótico e safado.

SLURRP - Ah, Miri, você tá uma delícia, gostosa! Que caverninha linda e apertada você tem, amor, dá vontade de te comer o dia inteiro, mmmmm -

- Aaai, céu, me come toda assim! - respondi ofegante enquanto ele continuava me lambendo freneticamente, me segurando pelos quadris e apertando minhas nádegas redondas com força.

Eu tava muito excitada e completamente molhada, ele abria meus lábios pra lamber por dentro e às vezes cuspia dentro da minha rachinha e continuava chupando meu clitóris, que já tava duro.

- Mmmmggfgfh, ooohh, mmgffgh, assim, papai, me come, você me fascina -

- Não aguento mais, Miri, quero te possuir como um louco, quero enterrar meu pau duro na sua racha, chegou a hora de te fazer mulher, minha princesinha-

Eu o observava com as bochechas queimando enquanto ele abria a embalagem onde estava o preservativo, eu tinha sido estrita e firme quanto a isso, não íamos transar sem camisinha e, embora ele não gostasse muito da ideia, acabou aceitando. Ele colocou a camisinha no pau enquanto eu gemia e abria meus olhos o máximo que conseguia, enquanto um choque elétrico percorria minhas costas, uma mistura de medo e excitação, o momento temido, mas desejado, tinha chegado.

Ele colocou a glande nos meus lábios e empurrou devagar, mas com firmeza, tentando me furar. Depois de várias tentativas e cinco minutos, ele conseguiu enfiar pouco menos da metade daquela cabeçona inchada. Notei que minha buceta estava bem fechadinha e apertada, e somando meus medos, comecei a sentir uma dor aguda por causa disso.

-oooh Miri, gata, você tá bem apertadinha, amor, vai levar um pouco mais de tempo do que eu pensei, oooh- disse Alfredo entre empurrões.

-Pelo amor de Deus, não! Tá me machucando, vai devagar e manso. Melhor tentar com força e me penetrar de uma vez- falei desesperada.

Como se eu tivesse injetado uma dose de adrenalina nele, ele empurrou com vontade, apertando a mandíbula, o esforço era evidente no rosto vermelho dele e nas gotas de suor na testa. Da minha parte, também apertei minha mandíbula e abri minhas pernas ainda mais, esperando que isso ajudasse meu invasor a conseguir o que queria.

Passaram-se mais alguns minutos agonizantes e, quando eu estava prestes a desistir e dizer que não íamos consumar o ato, senti uma dor seca e cortante, e o pau inteiro de Alfredo abriu caminho dentro de mim, rasgando meu hímen, acabando brutalmente com minha virgindade.

-AAaaaaaahhh Miri, Siiiim! Mmmmgghh Eu te amo, minha princesinha! Finalmente você é toda minha, você é maravilhosa, gata-

-Aaaagrgghh, ooooh- consegui responder entre gemidos e soluços, com toda a virilidade dele dentro da minha caverna.

E tudo começou….

O corpo dele recuou alguns centímetros, tirando a metade do seu pau nervudo, e então me deu uma estocada firme e poderosa.

-Ahhhhh.- Gemi baixinho, passando a língua pelos lábios.

E a manobra se repetiu sem parar por longos minutos.

-Ahhhh, D-deus.- Gemi de novo.

Alfredo mantinha um vai e vem constante e, aos poucos, a dor diminuiu, embora não tenha sumido de vez, mas agora eu começava a sentir prazer e fiquei molhada de novo, ele interpretou como uma aprovação minha e continuou me bombando sem piedade.

-Mmmhh, tá doendo, oooh para, amor, mmmffgh- sussurrei entre gemidos.

---Aaaaahhh, MMmm assim, gatinha, aaaah a dor vai passar logo, relaxa, mmm siii, gostosa, você tá uma delícia.-

Pra tentar me acalmar e fazer minha buceta se acostumar a ter um convidado dentro, ele variava as estocadas, às vezes eram rápidas e fortes, enfiando o pau todo, outras devagar e com movimentos circulares, roçando minhas paredes e meu clitóris, me deixando toda molhada, e quando eu me sentia bem lubrificadinha, ele partia pra cima com tudo, me penetrando com violência e rapidez, metendo e tirando só a cabeça ou metade do pau, sem ser uma enfiada profunda.

Depois de uns 20 minutos de delírio, ele começou a me montar cada vez mais rápido, até pegar um ritmo vigoroso que fazia a cama tremer, embora ele ficasse em silêncio, e só os grunhidos animais dele no meu ouvido me davam uma ideia de que ele estava tão acelerado quanto eu.

Naquela hora, eu tava ficando louca de prazer, porque cada movimento dele esfregava meus peitos no corpo dele e eletrizava minha pele, e então cravei minhas unhas nas costas dele.

-M-mais, mais, ahhh, mais, amor, mais.-

-S-sim, - ele sussurrou no meu ouvido. – mais forte e mais rápido, vou te dar mais.-

- Aaaai, amor, sinto tudo dentro! Aaahh- falei enquanto puxava ele ainda mais pra mim, ao mesmo tempo que o abraçava com as pernas.

- É todo seu, gatinha, aproveita.-

FAP FAP, eu ouvia o barulho das bolas dele batendo na minha bunda com a metida e tirada, e do tesão que meu namorado tava, ele aumentou o ritmo de Com as investidas dele, sentia aquela pica dura entrando e saindo à vontade, sem mais nem menos, e por causa de toda aquela enxurrada de sensações novas, não aguentei mais e gozei com tudo, foi assim que tive meu primeiro orgasmo.

- Aaaaaaaaahhhhhhh! -

- Mmmmmmmmmmmmmmuuaaaaah, gatinha, não aguento mais, vou gozar -

Mal ele terminou a frase, quando Alfredo gozou com força, eu podia sentir o pau dele se contorcendo dentro de mim, se esvaziando a cada espasmo. Agradeci mentalmente que ele estava usando camisinha, senão com certeza eu teria engravidado.

Ele se deixou cair sobre mim por uns dois minutos, puxando o ar com força pela boca, enquanto eu acariciava as costas dele, soltava o cadeado que tinha feito com minhas pernas e, mais calma, olhava para o teto.

Com muito cuidado e precaução, ele se retirou de mim. Verifiquei se a camisinha não tinha sofrido nenhum dano, e estava intacta. Toda a semente ardente dele tinha ficado presa dentro do plástico. Não consegui segurar um suspiro de alívio, que ele respondeu com uma careta de suscetibilidade. Ele se levantou e foi ao banheiro jogar o preservativo fora, e eu o segui, pronta para tomar um banho e me vestir o mais rápido possível. Agora que os vapores da luxúria estavam se dissipando, sabia que precisava me mexer rápido, porque meus irmãos e, a essa altura, provavelmente meu pai, estariam me procurando desesperados e extremamente irritados.

Alfredo ficou chateado, mas consegui fazê-lo entender que era o melhor. Acho que ele tinha pensado que nosso primeiro encontro seria mais longo e que teríamos um momento juntos para conversar e relaxar. Felizmente, ele já estava vestido quando saí do banheiro de lingerie.

Depois de nos arrumarmos, saímos do hotel e deixamos a chave na recepção. Aquele era um hotel decente, e não podíamos devolver o quarto imediatamente, senão desconfiariam que tínhamos usado o quarto para um encontro apaixonado. Caminhamos alguns metros, e o ar frio bagunçou meu cabelo. Contente e satisfeita, levantei o rosto para ver os últimos raios de sol se perderem, dando... Passei para um entardecer fresco, fechei meus olhos, inspirei fundo e, quando os abri de novo, foi quando os descobri…

Na esquina oposta, meu pai e meu irmão Lorenzo avançavam em nossa direção com passos largos e cara fechada.

— Corre, Alfredo, sai daqui rápido! — avisei rapidamente meu namorado, sabendo o quanto eles podiam ficar violentos.

Ele fugiu na hora e, felizmente, nem meu pai nem meu irmão tentaram persegui-lo. Tentei parecer calma e serena, e tentei dar uma explicação pelo meu sumiço e atraso (o problema é que meu plano não incluía ser pega junto com meu namorado).

— Pai, eu…

Não tive tempo nem chance de dizer mais nada quando quatro tapas violentos sacudiram meu rosto, me fazendo perder o equilíbrio e cair alguns passos atrás do meu pai, que, com o rosto roxo de raiva, me encarava com os olhos vermelhos, injetados de fúria e ódio…

— Não quero ouvir mais explicações suas, puta! Porque é isso que você é, não é? Não bastou você ter enganado seus irmãos para sair de casa? Além de tudo, você faz isso pra ir se esfregar como uma qualquer com aquele vagabundo e cafajeste, um bosta de namorado que você tem.

— N-não é assim, pa…

— Eu não sou mais seu pai, você me decepcionou até a morte, não merece ser minha filha!

Ele respirou fundo por alguns segundos, enquanto alguns curiosos se juntavam ao redor da gente, assistindo àquela cena humilhante e nojenta.

— Mas isso acabou, nunca mais! Me escuta e me escuta bem, vagabunda: não quero te ver nunca mais na minha casa. Você não é mais minha filha, não é mais parte desta família. Vaza e não volta. Não me interessa mais o que você faz ou deixa de fazer com a sua vida. Some e vai curtir sua vida fácil onde meus olhos não te vejam.

Depois, cuspiu no chão, fez menção de me bater de novo, virou as costas e se afastou sem olhar para trás uma vez sequer. Lázaro, enquanto isso, não tinha dito nem feito nada. Os paroquianos… Os metidos deram meia-volta e sumiram tão rápido quanto tinham chegado, enquanto eu ficava ali soluçando, com o nariz sangrando e o cabelo todo bagunçado, sentada no chão, e só reagi quando as sombras da noite tomaram conta do lugar.

Levantei da calçada e andei feito um zumbi de volta pro hotel, peguei a chave do quarto e pedi na recepção que ninguém me incomodasse. Entrei no quarto destruída, furiosa e impotente — meu plano fabuloso de vingança tinha fracassado completamente.

Mesmo já sendo tarde pra caralho, tomei outro banho. Embora algo tivesse se quebrado em mim, minha centelha interior ganhou força a cada gota quente que me reanimava e purificava. Decidi que, de fato, nunca mais voltaria pra casa dos meus pais, que não ia me humilhar pedindo perdão pro meu pai, e que ia sair daquela cidade sufocante e tóxica pra buscar meu destino.

Bem mais calma e relaxada, fui pra cama que ainda cheirava a sexo. Mesmo assim, me sentia em paz e logo peguei no sono profundo, enrolada nos lençóis macios.Diário da Mirielle, a gostosa I

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