Olá, trago pra vocês uma história que comecei a escrever, espero que gostem.
A tarde estava nublada, tinha acabado de chover. Eu estava toda molhada porque a chuva me pegou enquanto voltava das compras, e não tinha nada para trocar. A campainha tocou, e com o cabelo e o corpo inteiro encharcados, fui até a porta abrir. Era o Sebastian, meu namorado. Ele tinha voltado depois de um dia vendo futebol e tomando cerveja com os amigos.
— Não tô com muito bom humor. Fui fazer as compras e olha como fiquei. — Fiz uma cara de poucos amigos pra ele entender que eu tava bem puta.
— E por que você tá puta? Foi sua decisão ir no mercado. — O desgraçado me respondeu desse jeito tão sem vergonha.
— Era pra ser você quem ia fazer isso.
— Ah, é. Mas você já foi no meu lugar. Agora me deixa descansar. — Ele se trancou no quarto sem me ouvir.
Fui correndo até a porta do quarto, mas ela tava bem trancada. Tava difícil entrar, mas eu tava decidida a ir e falar na cara dele o que pensava, mesmo que fosse a última coisa que eu fizesse.
Saí de casa e dei um jeito de entrar de novo pela janela do quarto, que ficava bem na frente do prédio. Quando entrei, ele me ignorava totalmente, não falava nada e nem ouvia o que eu dizia. Parecíamos brigados, mas sem briga.
Tive a ideia de chamar a atenção dele do jeito que ele mais gosta. Liguei o aquecedor, fechei a janela toda e tirei toda a roupa, menos o sutiã e a calcinha. Deitei do lado dele e, farta de não ter reação nenhuma da parte dele, dei um tapa na cara dele e, enquanto ele reclamava de dor com a mão na bochecha, tirei rápido a calça e a cueca dele, deixando todo o pau dele à mostra, que tinha uns vinte centímetros de comprimento e uma grossura média. Aproximei minha boca e encostei só meus lábios na cabeça dele, que já começou a soltar uns gemidos de prazer. Que fraco.
Na verdade, eu só queria fazer ele sofrer um Pouco, então usei meus dentes pra morder a ponta do pau dele de leve, tomando cuidado pra não machucar. Chega, já tinha feito ele gritar de dor, mas eu já tinha esquentado, então aproveitei pra pegar e quebrar a rotina de fazer isso de vez em quando. Se continuasse assim, não ia ter outra escolha senão fazer ele de corno, algo que, pra ser sincera, eu adoraria.
Com meus lábios, rodeei toda a glande dele enquanto minha língua dava uns roçados por ali, depois de um tempo transformei esses roçados em lambidas intensas enquanto chupava o pau dele, algo que descobri com meu ex-namorado e que alguns caras curtem muito. Logo, coloquei o pau inteiro na minha boca, sentia a ponta quase na garganta. Sempre fui fã de fazer garganta profunda, mas com ele era impossível, ele tinha um pau muito mole e complicado de deixar duro, embora dessa vez eu tenha conseguido esquentar ele rápido.
Continuei por um minuto e meio, movendo minha cabeça pra cima e pra baixo, dava pra ver que ele tava quase gozando, mas não ia deixar. Tirei o pau inteiro da minha boca, e vi como aquele momento se afastava enquanto ele respirava ofegante. Tirei meu sutiã e minha calcinha, e deitei em cima dele, com minhas mãos ajustei o pau dele pra ficar dentro do meu cu. Quando ia sentar pra montar nele, sinto meu corpo tremendo, ele tava me penetrando pelo rabo, fazia com muita velocidade e muita força em cada estocada, nunca antes tinha me sentido bem durante uma penetração anal.
Ele pegou minha cara e me beijou com muita intensidade sem parar as estocadas, minha buceta tava se sentindo muito molhada. Com bastante força, me tirou de cima, me colocou contra a parede, e de novo continuou me comendo o cu, mas dessa vez, acariciava meu clitóris enfiando os dedos na minha buceta de vez em quando.
Uns minutinhos depois, ele já tava gritando, não aguentava mais, e eu tinha o corpo inteiro vibrando. Ele deu duas últimas estocadas bem fortes. que me fizeram sentir uma dor tão grande que soltei um grito forte, como se estivessem me matando. Depois disso, senti o interior do meu cu se encher de líquido, tinha acabado. A vibração no meu corpo era ainda maior, não aguentava mais. Da minha buceta saiu um jato poderoso e, finalmente, o tremor me fez cair no chão.
Lá estava eu, pelada, com porra escorrendo do meu cu, numa poça enorme do líquido que jorrei no meu orgasmo. Meu namorado saiu do quarto, deixando claro que eu não o incomodasse de novo. O cansaço me deixou de língua de fora e sem forças pra nada, então fiquei ali, até cair no sono profundo.
Continua...
A tarde estava nublada, tinha acabado de chover. Eu estava toda molhada porque a chuva me pegou enquanto voltava das compras, e não tinha nada para trocar. A campainha tocou, e com o cabelo e o corpo inteiro encharcados, fui até a porta abrir. Era o Sebastian, meu namorado. Ele tinha voltado depois de um dia vendo futebol e tomando cerveja com os amigos.— Não tô com muito bom humor. Fui fazer as compras e olha como fiquei. — Fiz uma cara de poucos amigos pra ele entender que eu tava bem puta.
— E por que você tá puta? Foi sua decisão ir no mercado. — O desgraçado me respondeu desse jeito tão sem vergonha.
— Era pra ser você quem ia fazer isso.
— Ah, é. Mas você já foi no meu lugar. Agora me deixa descansar. — Ele se trancou no quarto sem me ouvir.
Fui correndo até a porta do quarto, mas ela tava bem trancada. Tava difícil entrar, mas eu tava decidida a ir e falar na cara dele o que pensava, mesmo que fosse a última coisa que eu fizesse.
Saí de casa e dei um jeito de entrar de novo pela janela do quarto, que ficava bem na frente do prédio. Quando entrei, ele me ignorava totalmente, não falava nada e nem ouvia o que eu dizia. Parecíamos brigados, mas sem briga.
Tive a ideia de chamar a atenção dele do jeito que ele mais gosta. Liguei o aquecedor, fechei a janela toda e tirei toda a roupa, menos o sutiã e a calcinha. Deitei do lado dele e, farta de não ter reação nenhuma da parte dele, dei um tapa na cara dele e, enquanto ele reclamava de dor com a mão na bochecha, tirei rápido a calça e a cueca dele, deixando todo o pau dele à mostra, que tinha uns vinte centímetros de comprimento e uma grossura média. Aproximei minha boca e encostei só meus lábios na cabeça dele, que já começou a soltar uns gemidos de prazer. Que fraco.
Na verdade, eu só queria fazer ele sofrer um Pouco, então usei meus dentes pra morder a ponta do pau dele de leve, tomando cuidado pra não machucar. Chega, já tinha feito ele gritar de dor, mas eu já tinha esquentado, então aproveitei pra pegar e quebrar a rotina de fazer isso de vez em quando. Se continuasse assim, não ia ter outra escolha senão fazer ele de corno, algo que, pra ser sincera, eu adoraria.
Com meus lábios, rodeei toda a glande dele enquanto minha língua dava uns roçados por ali, depois de um tempo transformei esses roçados em lambidas intensas enquanto chupava o pau dele, algo que descobri com meu ex-namorado e que alguns caras curtem muito. Logo, coloquei o pau inteiro na minha boca, sentia a ponta quase na garganta. Sempre fui fã de fazer garganta profunda, mas com ele era impossível, ele tinha um pau muito mole e complicado de deixar duro, embora dessa vez eu tenha conseguido esquentar ele rápido.
Continuei por um minuto e meio, movendo minha cabeça pra cima e pra baixo, dava pra ver que ele tava quase gozando, mas não ia deixar. Tirei o pau inteiro da minha boca, e vi como aquele momento se afastava enquanto ele respirava ofegante. Tirei meu sutiã e minha calcinha, e deitei em cima dele, com minhas mãos ajustei o pau dele pra ficar dentro do meu cu. Quando ia sentar pra montar nele, sinto meu corpo tremendo, ele tava me penetrando pelo rabo, fazia com muita velocidade e muita força em cada estocada, nunca antes tinha me sentido bem durante uma penetração anal.
Ele pegou minha cara e me beijou com muita intensidade sem parar as estocadas, minha buceta tava se sentindo muito molhada. Com bastante força, me tirou de cima, me colocou contra a parede, e de novo continuou me comendo o cu, mas dessa vez, acariciava meu clitóris enfiando os dedos na minha buceta de vez em quando.
Uns minutinhos depois, ele já tava gritando, não aguentava mais, e eu tinha o corpo inteiro vibrando. Ele deu duas últimas estocadas bem fortes. que me fizeram sentir uma dor tão grande que soltei um grito forte, como se estivessem me matando. Depois disso, senti o interior do meu cu se encher de líquido, tinha acabado. A vibração no meu corpo era ainda maior, não aguentava mais. Da minha buceta saiu um jato poderoso e, finalmente, o tremor me fez cair no chão.
Lá estava eu, pelada, com porra escorrendo do meu cu, numa poça enorme do líquido que jorrei no meu orgasmo. Meu namorado saiu do quarto, deixando claro que eu não o incomodasse de novo. O cansaço me deixou de língua de fora e sem forças pra nada, então fiquei ali, até cair no sono profundo.
Continua...
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