Voltei ao restaurante bem na hora do almoço, nos sentamos à mesa, perguntei pela Raquel, me disseram que ela folgava à tarde, não demonstrei mais interesse. Depois de comer, minha prima Lisa me perguntou se eu tinha algum plano para a tarde. Logicamente, eu não sabia para onde ir, já que o trabalho começava à noite nos jantares, e fui acompanhá-la. Ela disse que ia fazer um recado, mas depois de passar dois quarteirões, me contou que tinha marcado com umas amigas e que elas queriam me conhecer. A Elena eu já conhecia, mas havia mais duas que também sempre saíam juntas. Fomos a uma cafeteria da moda, havia uma luz suave e bastante gente jovem para a hora que era. Na mesa do fundo, vi três garotas: uma morena, reconheci na hora que era a Elena; as outras duas me causaram um efeito visual tão forte que precisei me concentrar para distingui-las. Eram gêmeas, mas uma com o cabelo castanho quase preto e cacheado, e a outra com uma cabeleira loira que chegava aos ombros. Pensei que devia ser para se diferenciarem, porque o rosto e o tipo pareciam iguais, pelo menos sentadas. A Lisa me apresentou, e as garotas me cumprimentaram efusivamente, principalmente a Elena. Ficamos conversando sobre assuntos banais até que a Elena se concentrou e contou que eu não conhecia quase nada da região, e que ela tinha nos convidado para uma excursão à sua casa de campo, onde passamos a tarde. As gêmeas, quase em uníssono, adotaram a ideia como se fosse delas e disseram que nos convidavam para o chalé delas, que ficava num condomínio de luxo nos arredores da cidade. A Lisa também apoiou a ideia, e a mim não restou nada além de consentir. Marcamos para o domingo seguinte, quando já não havia tanto trabalho no restaurante. As garotas, embora bem jovens — calculei que tinham uns 18 anos bem certinhos — já tinham carteira e carro; depois descobri que o pai delas tinha uma concessionária na entrada da cidade. Quando foram nos buscar, a Elena tinha vindo a pé até nós, estava com a Lisa no seu... room choosing outfits, I heard them whispering but didn't dare to go in. When I went downstairs, I loved both of them—they were dressed almost identically, in shorts with their shirts tied at the waist. We sat at a table waiting for Mónica and Andrea, the twins. My mother looked at me, her eyes telling me to be careful, while Ricardo gave me a thumbs-up of encouragement. When the twins parked the car, Lisa and Elena sprang up like a coil, grabbed my hand, and I barely had time to say goodbye. The car was quite large, even though it only had two doors. Mónica, who was driving, opened her door and let us climb in from behind. Elena slipped in first, while Lisa put me in the middle and then got in herself, with Andrea sitting next to her sister. We left the town quite calmly, but once we hit the road, Lisa and Elena untied their shirts, took off their bras, and tossed them onto the car’s dashboard. All four girls were screaming excitedly, with the twins shouting the loudest. Andrea turned to us, shrugged her shoulders, and said she couldn’t take off her bra—she lifted her shirt to show us she hadn’t worn one from home. Then she slipped her hand under her sister’s top while she was driving and squeezed her breast so we could see she wasn’t wearing one either. They kept screaming wildly, and I, sitting in the middle, had my arms around their shoulders, letting my hands fall to squeeze their breasts, especially when one of the sisters turned around. Andrea told me the housing development was nestled against a hillside, with lots of trees, a fountain nearby, and several landscaped villas as neighbors. She also mentioned that her parents would already be there. I felt a bit uneasy—I’d imagined something else—but my cousin reassured me… "Don’t worry, they’re a fantastic family." When we turned onto a path, we wound our way between several fences hiding luxurious gardens and houses. Mónica pressed a remote control, and at the Lá longe, uma porta metálica abriu-se lentamente. Ele entrou sem parar e enfiou-se numa garagem, que era grande, embora houvesse apenas outro carro pequeno lá. — Ah! O carro do meu pai não está, ele deve ter ido à concessionária. Saímos do carro, e então vi as gêmeas pela primeira vez de pé. Elas eram altas e magras, e embora não tivessem muito peito, tinham cintura fina e quadris largos. As quatro me cercaram antes de entrarmos na casa, posicionando-se como num desfile e mexendo o corpo para que seus peitos balançassem sob a roupa. Parecia que havia uma briga de gatos dentro de cada uma. Elas zombaram de mim pela cara de bobo que fiz. Quando vi a casa por dentro, fiquei surpreso. Era mobiliada com um gosto requintado: os móveis, os quadros, os tapetes... tudo parecia uma casa de gente muito abastada. Não achei que uma concessionária numa cidadezinha desse tanto dinheiro, mas depois elas me explicaram. Logo em seguida, Mônica chamou a mãe, e uma senhora aparentemente muito jovem saiu da cozinha. Me apresentaram, e a senhora foi muito simpática comigo, pendurando-se no meu braço para me mostrar a casa, enquanto as garotas corriam para se trocar. A cozinha era muito espaçosa, com eletrodomésticos de última geração, e o resto da casa seguia a mesma linha. Saímos para o jardim, que era imenso. Uma cortina de ciprestes isolava o local tanto de olhares quanto de ruídos externos. Ela me levou até a piscina em forma de orelha, que ficava num canto do jardim. A água chegava exatamente à borda, e a grama terminava a poucos centímetros dela também. A água era cristalina. Enquanto Elisa me mostrava os cômodos internos, prestei mais atenção nela. Ela deve ter tido as gêmeas muito jovem, pois mal parecia ter o dobro da idade delas. E gostava de se vestir com muita elegância: usava uma blusa estampada com um decote grande e uma saia longa e fina até os pés. Por baixo, dava para adivinhar uma lingerie bem curtinha — um sutiã preto de renda segurando uns peitos que certamente eram fabulosos, e a The thong, barely noticeable, accentuated her buttocks beneath the light fabric of her skirt. Just then, the girls, now in their bikinis, came rushing down like a whirlwind, surrounded me, and asked why I was still dressed like that. The truth was, we hadn't discussed anything about swimming, and I wasn't prepared. Elisa quickly came to my defense and got me out of the awkward situation.
"Calm down, girls, Manu hadn't planned for this. You probably didn't inform him. We'll find a solution now, while you go sunbathe."
She took my hand as the four lively girls ran toward the pool.
"Since my husband isn't here—well, he's almost never here, always buried in work, even on Sundays—I'm going to lend you one of his swimsuits. He doesn't even know what he has; I buy them for him, and he never even wears them."
We entered the master bedroom. It was very spacious, with a large window overlooking the pool. It was luxurious, but what caught my attention the most was that there were two beds—very wide but separate. On a piece of furniture, there was a photo of her husband and another of her with her daughters.
"Ah! Look at this one of Juan, my husband. You'll meet him eventually, I hope, since he's always away. He's a bit older than me."
I looked more closely at the photo. He wasn't just a bit older than Elisa; he was much older.
We entered a dressing room next door, and she slid open the doors of the wardrobe corresponding to her husband. Inside, a multitude of suits were perfectly aligned, and the drawers were filled with all kinds of clothing. From one of them, she pulled out several swimsuits—all types, from tight-fitting ones to long Bermuda-style trunks. She took out a few and held them up in front of me to see the effect. Finally, she settled on one, turning slightly away as she said,
"Go on, try it on. We don't want it to fit poorly."
She said it in a way that left no room for argument. I felt embarrassed to take off my pants, even though she had turned her back, but I did it. When I took them off, I held them in one hand until I lowered my boxers. I didn't know where to put them, since... não tinha uma cadeira e deixei no chão, a fivela do cinto fez barulho ao cair e Elisa se virou. - Oh! Desculpa, pensei que já tinha colocado, bom, eu viro de novo. De fato ela virou, mas já tinha me visto e bem visto o pau que me pendia semiduro entre as pernas, pelo espelho vi como ela continuava me espiando, coloquei a sunga em pé com dificuldade. Quando já só faltava puxar pelo cu até a cintura ela se virou de novo, ainda tinha o pau e as bolas pra fora, pressionados pela cintura da sunga que os empurrava pra cima, ela se atirou para me ajudar, a princípio pegou na cintura da sunga, mas depois agarrou meu pau com uma mão e as bolas com a outra e os segurou um momento olhando como hipnotizada, depois lentamente foi me colocando dentro da sunga. Não contente com isso, passou a mão pelo camal e me pegando de novo o pau pela ponta tentou arrumar dentro da rede interna, a essa altura o que encontrou foi meu pau já duro, desistiu na tentativa ao ver que não se amoldava mais dentro e optou por puxá-lo por baixo do camal, descobriu a cabeça e me olhando nos olhos deu duas lambidas, fechei os olhos, quando os abri já tinha a rola dentro da boca e quase metade do tronco atrás. Certamente não lhe pareceu suficiente pois tirou da boca e puxando os camais da sunga os desceu até os tornozelos, o pau saltou quase colado ao meu ventre, ela se ergueu até alcançá-lo e o enfiou de novo, enquanto engolia e chupava soltou a blusa e continuou chupando, me olhando nos olhos, e eu por baixo deles descobri o minúsculo sutiã sem alças que usava, o corpo bronzeado por muitas horas de sol, minha mão desceu pelo seu ombro até alcançar a teta, seguiu seu contorno até passar sob o sutiã e forçando levemente deslizou me entregando à mão uma maravilha coroada por um mamilo rosado, tudo era do mesmo tom de cor, o moreno abrangia toda a pele, não havia marca do biquíni, ela se inclinou para facilitar que com a outra mão eu tirasse a outra teta, assim fiz e fui puxando elas para que ela se levantasse, quando estava de pé na minha altura a saia se soltou, caiu no chão sem ruído, quando rodei seus quadris mal notei o fio do thong, já me preparava para baixá-lo quando da piscina sua filha Andrea a chamou, - Mãe, o Manu já vem? vem você também, por favor! Ela me olhou com cara de irritação, rodeou meu pescoço com os braços e encostando seu púbis contra meu pau me deu um beijo até faltar ar. Quando desci para a piscina as quatro garotas estavam deitadas na grama, ao ver a sunga gostaram, Mônica disse… - Muito bem minha mãe, sempre tem bom gosto, fica muito bem em você. Ao chegar já tinha passado a tesão e me deitei ao lado da minha prima, mas Andrea se pôs do outro lado e me disse… - Manu você nos tem abandonado, vem com a gente. As quatro me cercaram, começaram a jogar folhinhas de grama e com a desculpa de tirá-las de cima Elena tirou o sutiã, minha prima lhe disse… - Elena, cuidado que alguém vai te ver. Mônica a corrigiu… - Não se preocupe, aqui ninguém nos vê, nós sempre tomamos sol sem nada, se você visse minha mãe que é mais morena que nós, não tem nem uma marca… Pois é, as outras sem mais imitaram Elena, os sutiãs ficaram espalhados pela grama, minha prima quis me deixar excitado ao ver que me deitava de bruços para disfarçar a ereção imediata e me desafiou a dizer qual delas tinha os peitos mais bonitos, eu sem levantar fui dando opiniões mais ou menos satisfatórias para todas, uma que os tinha mais pontudos, outra que eram redondos, outras mais morenas ou mais separados, mas Lisa queria mais e me disse para dizer qual os tinha mais duros, olhei para minha prima fulminando-a, ela ria zombeteira. Tive que me sentar, quando me levantei descobriu-se o volume que a sunga, já não podia dissimular, Elena se voluntariou primeiro, sentou-se na minha frente oferecendo os peitos para que eu os avaliasse, peguei-os de baixo para cima até apertar seus mamilos, ela com os olhos fechados suspirava silenciosamente, minha prima foi a próxima, sua tática foi diferente, molhou os mamilos com saliva, deixou-os duros e ficou na minha frente, quando peguei seus peitos belisquei-os em vingança, ela gemeu primeiro de dor e depois de prazer, isso animou as gêmeas que disputaram a próxima posição, para mim tanto fazia porque as duas tinham peitos duros como melões, os de Mónica peguei pelos lados em direção ao centro juntando seus mamilos em uma só mão e os de Andrea separei apertando-os para cima o máximo que pude. Lisa já não pôde esperar mais e pulando sobre mim gritava… - Olha como o Manu ficou, como está o pau dele, não cabe na sunga, vamos libertá-lo. As outras a seguiram, em um instante a sunga desapareceu pelos meus tornozelos e meu pau apontando para o céu azul, elas se olharam e sem falar entraram em acordo. - Quem será a primeira? Elena, a mais ousada se preparou, mas minha prima a afastou dizendo que era minha prima, e Mónica disse que ela era a anfitriã, mas Andrea enquanto discutiam sentou-se sobre mim e enfiou o pau na buceta afastando a calcinha de lado. - Mas a ideia de vir foi minha, eu sou a primeira. As demais ficaram surpresas com a rápida reação de Andrea e caíram na risada. Sentaram-se em círculo, enquanto viam meu pau entrando e saindo de Andrea no ritmo de seus pulos, acariciavam os mamilos. Quando cansaram de esperar, Mónica tirou a calcinha e afastando sua irmã ocupou seu lugar, estava um pouco seca ainda mas como eu estava lubrificado por Andrea quase não percebeu. Elena e minha prima esperavam ansiosas com as calcinhas tiradas, Elena foi a próxima a subir em mim, seus pulos eram muito perigosos já para mim e minha prima percebeu, com um empurrão a tirou e se Ela subiu, fez tudo com calma e quando a pica entrou, eu conseguia contar as dobras da buceta dela. Ela quase não se mexeu, mas com os músculos dela fazia uma espécie de masturbação vaginal em mim. Isso me fez recuperar e aguentar mais sem gozar. Não sei em qual das gêmeas surgiu a ideia, mas elas quiseram brincar de roleta russa, ou foi o que me pareceu. Elas sentavam em mim e tinham que enfiar seis vezes e sair, depois a outra e mais outra. Todas pulavam e enfiavam seis vezes. O prêmio era dentro de quem eu ia gozar. Eu já estava muito apertado, as bolas fervendo de porra, não queria saber quem eu ia encher e tampei os olhos. Mas o jogo foi interrompido ao ouvir o chamado da Elisa de dentro de casa.
— Vamos, gente, venham já! A comida está pronta, não demorem nem um minuto!
As garotas contrariadas se levantaram e, colocando os biquínis, foram em direção à casa. Eu, com a pica vermelha e dura, me cobri com a sunga e fui atrás delas. Quando entrei em casa, Elisa me pegou pelo braço...
— Um momento, jovem. Você não pode continuar assim, me acompanhe.
Ela me levou a um quarto pequeno, deitou na cama e tirou a calcinha. Era a primeira vez que eu via uma boceta com lábios tão desenvolvidos, cobriam toda a entrada da vagina. Ela abriu as pernas, separando-as com as mãos agarradas nos tornozelos.
— Enfia aqui e goza à vontade. Eu estava olhando desde o começo e vi como elas se divertiam à sua custa. Teria adorado ver quem você encheria de porra, mas duas delas são minhas filhas e não quero arriscar ter netos tão cedo. Então minha boceta é sua, me fode até você gozar.
Não precisei de muito esforço, meus espermatozoides estavam alertas e quando entrei, eles ficaram felizes. Ainda fiz um esforço e, pensando em outras coisas, consegui aguentar mais alguns minutos, mas no final me deixei cair sobre ela, apertei fundo e bombei porra até esvaziar. Quis ficar em cima dela, mas ela se virou e, pegando minha pica, enfiou na boca e disse com dificuldade...
— É uma pena que se... perdi essa bucetinha tão novinha, não vou deixar nada dentro de você. Ela estava me chupando com um tesão, não deixou meu pau descansar, a língua dela fez ele ficar duro até que, com as mãos agarradas nos peitos dela, eu gozei na boca dela de novo, ela fechou os lábios em volta do meu pau e não deixou escapar uma gota, dava pra ver pela garganta como ela engolia sem parar, quando eu fiquei vazio ela lambeu e deixou ele brilhando de novo, depois deu um tapa na minha bunda e disse... - E agora vamos comer. Mal começamos a comer, chegou Juan, o pai das gêmeas, e realmente, ele era bem mais velho que Elisa, e a foto disfarçava, mas ele parecia jovial e, depois de se apresentar, sentou ao lado de Elisa, ficou me perguntando de tudo, estudos, minha família etc., ficou feliz ao saber que eu era sobrinho da Julia, ele era cliente assíduo do restaurante e a conhecia bem, terminamos de comer tarde, as garotas teriam adorado continuar a brincadeira no jardim, mas Juan não saía do nosso pé, no final elas desistiram e decidiram voltar para a cidade. No caminho, quase não conversávamos, o plano não tinha dado muito certo, mas aí a Mónica deu uma guinada e entrou numa estrada de terra, no final havia uma mansão antiga, agora abandonada, um grande portão fechava a passagem, mas dois grandes salgueiros penduravam seus galhos sobre o caminho. Com muita habilidade, ela estacionou o carro entre as duas árvores grandes, os galhos chegavam até o chão e, com a brisa fraca, mal se mexiam, pareciam grandes cortinas vegetais. A Mónica mal desligou o motor, saiu e, dobrando o banco, sentou-se conosco três, estávamos bem apertados, mas com um pouco de dificuldade ela abaixou as calças e disse... - Manu, eu não vou pra casa sem você chupar minha buceta. As outras três garotas imediatamente a imitaram, as quatro ficaram sem calcinha, com as bocetas à mostra e esperando a vez delas, eu me levantei e a Andrea também foi para o banco de trás, ocupando meu lugar, eu Empurrei os bancos da frente até o máximo e dobrei-os para frente, me acomodei como pude diante das quatro bucetas. Mônica exigiu ser a primeira, abaixou o vidro da janela e esticou uma perna para fora, a outra deixou sobre as outras garotas. Mesmo no aperto, minha cabeça cabia perfeitamente entre as coxas da Mônica. Com minhas mãos em seus peitos, passei a boca de uma virilha à outra. Ela se contorcia procurando minha língua, mas eu evitava. A garota levantou a bunda quase um palmo do banco, oferecendo seus lábios até que lambi toda a fenda de baixo para cima. Ao tocar seu clitóris, ela se deixou cair no banco e só se moveu quando, entre suspiros e gemidos, gozou na minha boca. Tão sensível estava o clitóris que ela fechou as pernas, se dando por vencida e satisfeita.
Passei para a seguinte, era Elena. Ela já me conhecia e se deixou fazer, estava entregue desde o primeiro momento. Meus dedos não tocaram seus peitos, mas entraram em sua boceta enquanto minha língua lambia seu botão brilhante. Primeiro foi um dedo e ela reclamou, no segundo agradeceu, no terceiro já se remexia gemendo, e quando o quarto meti no ânus já lubrificado, ela começou a gritar descontrolada. Não se entendia o que dizia, mas ela explodiu abraçando as amigas. Meus dedos não a abandonaram até que quase adormeceu.
Ainda não tinha acabado com Elena quando Andrea já estava na posição: uma perna nas garotas à sua direita e outra à esquerda, os braços agarrados no encosto do banco e completamente nua. Tinha tirado a roupa para sentir todo o prazer que pudesse dar. Beijei-a dos tornozelos até as virilhas, depois, inesperadamente para ela, chupei seus peitos. Os mamilos doíam, mas ela continuava pedindo mais e mais. Quando mordia seus peitos, meu pau passeava por seus lábios bem abertos, mas não o meti. Ela gritava, me xingava, mas quando teve o orgasmo, se deixou cair dobrada no banco.
Lisa estava calada, com os olhos bem abertos, vendo suas... amigas, outras vezes tão brigonas e agora exaustas, quando cheguei na frente dela ela fechou os olhos como me dando liberdade total, já estava começando a me conhecer, eu reservava um tratamento especial pra ela, passei as mãos pelos peitos dela, ela olhando pro teto se concentrava em sentir meu toque, dediquei um bom tempo a cada um dos peitos, tanto as bolas quanto os mamilos estavam duros de excitação, desci pelo estômago dela até o púbis, minha língua percorreu tudo até entrar no canal dos lábios dela, milímetro a milímetro fui vibrando com a língua todos os vincos dela como a língua de uma cascavel, Lisa apertava as mãos e a boca, não queria gritar nem gemer, ao passar pelo clitóris ela quase quebrou seu propósito, só abriu a boca como se faltasse ar, ao chegar na vagina e abrir os lábios escuros e enfiar a língua o máximo que pude senti nela como ela me prendia com os músculos pra sugar pra dentro, com a língua encharcada de saliva e melado, lambi o buraco rugoso e moreno, estava pulsando e se abrindo e fechando como uma flor, voltei a subir pros peitos dela e meu pau se pressionou na bunda dela, ao mesmo tempo que mordia um mamilo apertava o outro e enfiava a cabeça do pau na bunda, ela quis gritar mas não saiu nenhum som, só abraçou minha cabeça e me disse… - Que filho da puta você é Manu, mas não pense em tirar agora, enfia até o fim mesmo que rache minha bunda. Não dei muita bola, fui enfiando mas devagar e sem parar até que agarrei as nádegas dela, Mônica já tinha se recuperado e nos olhava encantada, espiou a bunda da Lisa sem acreditar no que estava vendo, sacudiu a Andrea que já estava voltando a ser gente pra ver também, Elena começou a se mexer e se juntou ao espetáculo, Lisa não prestava atenção nelas, quando começou sua agonia orgásmica agarrou as mãos das amigas, mal conseguiam segurá-la, quando se acalmou ela disse… - Vocês não sabem o que perderam, estou no céu. Quando tirei a Pau no cu da Lisa, ainda saiu um filete de porra, a Elisa não tinha me esvaziado completamente. Quando chegamos em casa, Lisa agarrada no meu brazo, subimos pro apartamento, ela me contou sentada na cama…
- Juan é um dos homens mais ricos da região e sempre viveu de renda, tinha uma secretária um tesão, a Elisa, não se sabe quem começou primeiro, mas o fato é que ele engravidou ela com 18 anos, se casaram, vieram as gêmeas e a Elisa viveu como uma rainha. Juan, que não gosta desse ambiente, montou a concessionária de carros pra ter uma desculpa pra não ver certas coisas da Elisa, comentavam que ela adorava uns paus juvenis, você não teria comido ela, né?
- Não, foi ela que me comeu, e não uma, mas duas vezes.
- Caralho, Manu, você é incorrigível. Encolhi os ombros com cara de bobo.
Continua…
"Calm down, girls, Manu hadn't planned for this. You probably didn't inform him. We'll find a solution now, while you go sunbathe."
She took my hand as the four lively girls ran toward the pool.
"Since my husband isn't here—well, he's almost never here, always buried in work, even on Sundays—I'm going to lend you one of his swimsuits. He doesn't even know what he has; I buy them for him, and he never even wears them."
We entered the master bedroom. It was very spacious, with a large window overlooking the pool. It was luxurious, but what caught my attention the most was that there were two beds—very wide but separate. On a piece of furniture, there was a photo of her husband and another of her with her daughters.
"Ah! Look at this one of Juan, my husband. You'll meet him eventually, I hope, since he's always away. He's a bit older than me."
I looked more closely at the photo. He wasn't just a bit older than Elisa; he was much older.
We entered a dressing room next door, and she slid open the doors of the wardrobe corresponding to her husband. Inside, a multitude of suits were perfectly aligned, and the drawers were filled with all kinds of clothing. From one of them, she pulled out several swimsuits—all types, from tight-fitting ones to long Bermuda-style trunks. She took out a few and held them up in front of me to see the effect. Finally, she settled on one, turning slightly away as she said,
"Go on, try it on. We don't want it to fit poorly."
She said it in a way that left no room for argument. I felt embarrassed to take off my pants, even though she had turned her back, but I did it. When I took them off, I held them in one hand until I lowered my boxers. I didn't know where to put them, since... não tinha uma cadeira e deixei no chão, a fivela do cinto fez barulho ao cair e Elisa se virou. - Oh! Desculpa, pensei que já tinha colocado, bom, eu viro de novo. De fato ela virou, mas já tinha me visto e bem visto o pau que me pendia semiduro entre as pernas, pelo espelho vi como ela continuava me espiando, coloquei a sunga em pé com dificuldade. Quando já só faltava puxar pelo cu até a cintura ela se virou de novo, ainda tinha o pau e as bolas pra fora, pressionados pela cintura da sunga que os empurrava pra cima, ela se atirou para me ajudar, a princípio pegou na cintura da sunga, mas depois agarrou meu pau com uma mão e as bolas com a outra e os segurou um momento olhando como hipnotizada, depois lentamente foi me colocando dentro da sunga. Não contente com isso, passou a mão pelo camal e me pegando de novo o pau pela ponta tentou arrumar dentro da rede interna, a essa altura o que encontrou foi meu pau já duro, desistiu na tentativa ao ver que não se amoldava mais dentro e optou por puxá-lo por baixo do camal, descobriu a cabeça e me olhando nos olhos deu duas lambidas, fechei os olhos, quando os abri já tinha a rola dentro da boca e quase metade do tronco atrás. Certamente não lhe pareceu suficiente pois tirou da boca e puxando os camais da sunga os desceu até os tornozelos, o pau saltou quase colado ao meu ventre, ela se ergueu até alcançá-lo e o enfiou de novo, enquanto engolia e chupava soltou a blusa e continuou chupando, me olhando nos olhos, e eu por baixo deles descobri o minúsculo sutiã sem alças que usava, o corpo bronzeado por muitas horas de sol, minha mão desceu pelo seu ombro até alcançar a teta, seguiu seu contorno até passar sob o sutiã e forçando levemente deslizou me entregando à mão uma maravilha coroada por um mamilo rosado, tudo era do mesmo tom de cor, o moreno abrangia toda a pele, não havia marca do biquíni, ela se inclinou para facilitar que com a outra mão eu tirasse a outra teta, assim fiz e fui puxando elas para que ela se levantasse, quando estava de pé na minha altura a saia se soltou, caiu no chão sem ruído, quando rodei seus quadris mal notei o fio do thong, já me preparava para baixá-lo quando da piscina sua filha Andrea a chamou, - Mãe, o Manu já vem? vem você também, por favor! Ela me olhou com cara de irritação, rodeou meu pescoço com os braços e encostando seu púbis contra meu pau me deu um beijo até faltar ar. Quando desci para a piscina as quatro garotas estavam deitadas na grama, ao ver a sunga gostaram, Mônica disse… - Muito bem minha mãe, sempre tem bom gosto, fica muito bem em você. Ao chegar já tinha passado a tesão e me deitei ao lado da minha prima, mas Andrea se pôs do outro lado e me disse… - Manu você nos tem abandonado, vem com a gente. As quatro me cercaram, começaram a jogar folhinhas de grama e com a desculpa de tirá-las de cima Elena tirou o sutiã, minha prima lhe disse… - Elena, cuidado que alguém vai te ver. Mônica a corrigiu… - Não se preocupe, aqui ninguém nos vê, nós sempre tomamos sol sem nada, se você visse minha mãe que é mais morena que nós, não tem nem uma marca… Pois é, as outras sem mais imitaram Elena, os sutiãs ficaram espalhados pela grama, minha prima quis me deixar excitado ao ver que me deitava de bruços para disfarçar a ereção imediata e me desafiou a dizer qual delas tinha os peitos mais bonitos, eu sem levantar fui dando opiniões mais ou menos satisfatórias para todas, uma que os tinha mais pontudos, outra que eram redondos, outras mais morenas ou mais separados, mas Lisa queria mais e me disse para dizer qual os tinha mais duros, olhei para minha prima fulminando-a, ela ria zombeteira. Tive que me sentar, quando me levantei descobriu-se o volume que a sunga, já não podia dissimular, Elena se voluntariou primeiro, sentou-se na minha frente oferecendo os peitos para que eu os avaliasse, peguei-os de baixo para cima até apertar seus mamilos, ela com os olhos fechados suspirava silenciosamente, minha prima foi a próxima, sua tática foi diferente, molhou os mamilos com saliva, deixou-os duros e ficou na minha frente, quando peguei seus peitos belisquei-os em vingança, ela gemeu primeiro de dor e depois de prazer, isso animou as gêmeas que disputaram a próxima posição, para mim tanto fazia porque as duas tinham peitos duros como melões, os de Mónica peguei pelos lados em direção ao centro juntando seus mamilos em uma só mão e os de Andrea separei apertando-os para cima o máximo que pude. Lisa já não pôde esperar mais e pulando sobre mim gritava… - Olha como o Manu ficou, como está o pau dele, não cabe na sunga, vamos libertá-lo. As outras a seguiram, em um instante a sunga desapareceu pelos meus tornozelos e meu pau apontando para o céu azul, elas se olharam e sem falar entraram em acordo. - Quem será a primeira? Elena, a mais ousada se preparou, mas minha prima a afastou dizendo que era minha prima, e Mónica disse que ela era a anfitriã, mas Andrea enquanto discutiam sentou-se sobre mim e enfiou o pau na buceta afastando a calcinha de lado. - Mas a ideia de vir foi minha, eu sou a primeira. As demais ficaram surpresas com a rápida reação de Andrea e caíram na risada. Sentaram-se em círculo, enquanto viam meu pau entrando e saindo de Andrea no ritmo de seus pulos, acariciavam os mamilos. Quando cansaram de esperar, Mónica tirou a calcinha e afastando sua irmã ocupou seu lugar, estava um pouco seca ainda mas como eu estava lubrificado por Andrea quase não percebeu. Elena e minha prima esperavam ansiosas com as calcinhas tiradas, Elena foi a próxima a subir em mim, seus pulos eram muito perigosos já para mim e minha prima percebeu, com um empurrão a tirou e se Ela subiu, fez tudo com calma e quando a pica entrou, eu conseguia contar as dobras da buceta dela. Ela quase não se mexeu, mas com os músculos dela fazia uma espécie de masturbação vaginal em mim. Isso me fez recuperar e aguentar mais sem gozar. Não sei em qual das gêmeas surgiu a ideia, mas elas quiseram brincar de roleta russa, ou foi o que me pareceu. Elas sentavam em mim e tinham que enfiar seis vezes e sair, depois a outra e mais outra. Todas pulavam e enfiavam seis vezes. O prêmio era dentro de quem eu ia gozar. Eu já estava muito apertado, as bolas fervendo de porra, não queria saber quem eu ia encher e tampei os olhos. Mas o jogo foi interrompido ao ouvir o chamado da Elisa de dentro de casa.
— Vamos, gente, venham já! A comida está pronta, não demorem nem um minuto!
As garotas contrariadas se levantaram e, colocando os biquínis, foram em direção à casa. Eu, com a pica vermelha e dura, me cobri com a sunga e fui atrás delas. Quando entrei em casa, Elisa me pegou pelo braço...
— Um momento, jovem. Você não pode continuar assim, me acompanhe.
Ela me levou a um quarto pequeno, deitou na cama e tirou a calcinha. Era a primeira vez que eu via uma boceta com lábios tão desenvolvidos, cobriam toda a entrada da vagina. Ela abriu as pernas, separando-as com as mãos agarradas nos tornozelos.
— Enfia aqui e goza à vontade. Eu estava olhando desde o começo e vi como elas se divertiam à sua custa. Teria adorado ver quem você encheria de porra, mas duas delas são minhas filhas e não quero arriscar ter netos tão cedo. Então minha boceta é sua, me fode até você gozar.
Não precisei de muito esforço, meus espermatozoides estavam alertas e quando entrei, eles ficaram felizes. Ainda fiz um esforço e, pensando em outras coisas, consegui aguentar mais alguns minutos, mas no final me deixei cair sobre ela, apertei fundo e bombei porra até esvaziar. Quis ficar em cima dela, mas ela se virou e, pegando minha pica, enfiou na boca e disse com dificuldade...
— É uma pena que se... perdi essa bucetinha tão novinha, não vou deixar nada dentro de você. Ela estava me chupando com um tesão, não deixou meu pau descansar, a língua dela fez ele ficar duro até que, com as mãos agarradas nos peitos dela, eu gozei na boca dela de novo, ela fechou os lábios em volta do meu pau e não deixou escapar uma gota, dava pra ver pela garganta como ela engolia sem parar, quando eu fiquei vazio ela lambeu e deixou ele brilhando de novo, depois deu um tapa na minha bunda e disse... - E agora vamos comer. Mal começamos a comer, chegou Juan, o pai das gêmeas, e realmente, ele era bem mais velho que Elisa, e a foto disfarçava, mas ele parecia jovial e, depois de se apresentar, sentou ao lado de Elisa, ficou me perguntando de tudo, estudos, minha família etc., ficou feliz ao saber que eu era sobrinho da Julia, ele era cliente assíduo do restaurante e a conhecia bem, terminamos de comer tarde, as garotas teriam adorado continuar a brincadeira no jardim, mas Juan não saía do nosso pé, no final elas desistiram e decidiram voltar para a cidade. No caminho, quase não conversávamos, o plano não tinha dado muito certo, mas aí a Mónica deu uma guinada e entrou numa estrada de terra, no final havia uma mansão antiga, agora abandonada, um grande portão fechava a passagem, mas dois grandes salgueiros penduravam seus galhos sobre o caminho. Com muita habilidade, ela estacionou o carro entre as duas árvores grandes, os galhos chegavam até o chão e, com a brisa fraca, mal se mexiam, pareciam grandes cortinas vegetais. A Mónica mal desligou o motor, saiu e, dobrando o banco, sentou-se conosco três, estávamos bem apertados, mas com um pouco de dificuldade ela abaixou as calças e disse... - Manu, eu não vou pra casa sem você chupar minha buceta. As outras três garotas imediatamente a imitaram, as quatro ficaram sem calcinha, com as bocetas à mostra e esperando a vez delas, eu me levantei e a Andrea também foi para o banco de trás, ocupando meu lugar, eu Empurrei os bancos da frente até o máximo e dobrei-os para frente, me acomodei como pude diante das quatro bucetas. Mônica exigiu ser a primeira, abaixou o vidro da janela e esticou uma perna para fora, a outra deixou sobre as outras garotas. Mesmo no aperto, minha cabeça cabia perfeitamente entre as coxas da Mônica. Com minhas mãos em seus peitos, passei a boca de uma virilha à outra. Ela se contorcia procurando minha língua, mas eu evitava. A garota levantou a bunda quase um palmo do banco, oferecendo seus lábios até que lambi toda a fenda de baixo para cima. Ao tocar seu clitóris, ela se deixou cair no banco e só se moveu quando, entre suspiros e gemidos, gozou na minha boca. Tão sensível estava o clitóris que ela fechou as pernas, se dando por vencida e satisfeita.
Passei para a seguinte, era Elena. Ela já me conhecia e se deixou fazer, estava entregue desde o primeiro momento. Meus dedos não tocaram seus peitos, mas entraram em sua boceta enquanto minha língua lambia seu botão brilhante. Primeiro foi um dedo e ela reclamou, no segundo agradeceu, no terceiro já se remexia gemendo, e quando o quarto meti no ânus já lubrificado, ela começou a gritar descontrolada. Não se entendia o que dizia, mas ela explodiu abraçando as amigas. Meus dedos não a abandonaram até que quase adormeceu.
Ainda não tinha acabado com Elena quando Andrea já estava na posição: uma perna nas garotas à sua direita e outra à esquerda, os braços agarrados no encosto do banco e completamente nua. Tinha tirado a roupa para sentir todo o prazer que pudesse dar. Beijei-a dos tornozelos até as virilhas, depois, inesperadamente para ela, chupei seus peitos. Os mamilos doíam, mas ela continuava pedindo mais e mais. Quando mordia seus peitos, meu pau passeava por seus lábios bem abertos, mas não o meti. Ela gritava, me xingava, mas quando teve o orgasmo, se deixou cair dobrada no banco.
Lisa estava calada, com os olhos bem abertos, vendo suas... amigas, outras vezes tão brigonas e agora exaustas, quando cheguei na frente dela ela fechou os olhos como me dando liberdade total, já estava começando a me conhecer, eu reservava um tratamento especial pra ela, passei as mãos pelos peitos dela, ela olhando pro teto se concentrava em sentir meu toque, dediquei um bom tempo a cada um dos peitos, tanto as bolas quanto os mamilos estavam duros de excitação, desci pelo estômago dela até o púbis, minha língua percorreu tudo até entrar no canal dos lábios dela, milímetro a milímetro fui vibrando com a língua todos os vincos dela como a língua de uma cascavel, Lisa apertava as mãos e a boca, não queria gritar nem gemer, ao passar pelo clitóris ela quase quebrou seu propósito, só abriu a boca como se faltasse ar, ao chegar na vagina e abrir os lábios escuros e enfiar a língua o máximo que pude senti nela como ela me prendia com os músculos pra sugar pra dentro, com a língua encharcada de saliva e melado, lambi o buraco rugoso e moreno, estava pulsando e se abrindo e fechando como uma flor, voltei a subir pros peitos dela e meu pau se pressionou na bunda dela, ao mesmo tempo que mordia um mamilo apertava o outro e enfiava a cabeça do pau na bunda, ela quis gritar mas não saiu nenhum som, só abraçou minha cabeça e me disse… - Que filho da puta você é Manu, mas não pense em tirar agora, enfia até o fim mesmo que rache minha bunda. Não dei muita bola, fui enfiando mas devagar e sem parar até que agarrei as nádegas dela, Mônica já tinha se recuperado e nos olhava encantada, espiou a bunda da Lisa sem acreditar no que estava vendo, sacudiu a Andrea que já estava voltando a ser gente pra ver também, Elena começou a se mexer e se juntou ao espetáculo, Lisa não prestava atenção nelas, quando começou sua agonia orgásmica agarrou as mãos das amigas, mal conseguiam segurá-la, quando se acalmou ela disse… - Vocês não sabem o que perderam, estou no céu. Quando tirei a Pau no cu da Lisa, ainda saiu um filete de porra, a Elisa não tinha me esvaziado completamente. Quando chegamos em casa, Lisa agarrada no meu brazo, subimos pro apartamento, ela me contou sentada na cama…
- Juan é um dos homens mais ricos da região e sempre viveu de renda, tinha uma secretária um tesão, a Elisa, não se sabe quem começou primeiro, mas o fato é que ele engravidou ela com 18 anos, se casaram, vieram as gêmeas e a Elisa viveu como uma rainha. Juan, que não gosta desse ambiente, montou a concessionária de carros pra ter uma desculpa pra não ver certas coisas da Elisa, comentavam que ela adorava uns paus juvenis, você não teria comido ela, né?
- Não, foi ela que me comeu, e não uma, mas duas vezes.
- Caralho, Manu, você é incorrigível. Encolhi os ombros com cara de bobo.
Continua…
0 comentários - Minha timidez e minhas tias safadas