Conheci ela no Tinder, bonita de rosto, mas sempre era foto de cima, então achei que era meio gordinha de baixo. Trocamos fotos e combinamos de tomar algo em Ballester. A verdade é que vendo ela pessoalmente, confirmei o que pensava: era mais cheinha, mas eu gostava do que via... legging preta, regata branca e cara de puta, uns 36 anos, embora parecesse um pouco mais, separada, uma filha. Mas o que mais me fez marcar o encontro foi uma conversa numa noite quente antes de nos vermos... onde ela comentou que quando fazia masturbação num homem, fosse com as mãos ou boca, nunca deixava uma gota se perder... essas palavras ficaram gravadas em mim.
Depois do primeiro encontro, que foi só tomar algo e uns beijos de despedida, combinamos de nos ver de novo, mas já era tanta tensão nas conversas que marcamos direto pra ir pra um motel. Naquele dia, tinha um evento da filha e, aproveitando que ela ia com o pai, nos encontramos no centro de San Martín. Fui buscá-la e dali direto pro motel. Ela era gordinha, mas me deixava com muito tesão e era gente boa, uma fofa. Chegamos no motel, um na Ruta 3, e antes de descer do carro, depois de tanta conversa e tanto tesão, eu puxei a rola pra fora na hora e comecei a bater uma; na sequência, ela começou a me chupar. Tratei ela como uma boa puta, já que era o que ela gostava, segundo as conversas. Ela me chupou muito bem, sabia o que fazia... e a verdade é que eu ia gozar quando tirei, ela tinha gosto de pica na boca... como isso me excita. Subimos rápido pro quarto, assim que fechei a porta, ela se ajoelhou e começou a chupar de novo. Deixei ela pelada e, sem mais, coloquei ela de quatro e comecei a foder. Tinha uma buceta boa, a gordinha, gostava, era apertada, e a bunda, embora larga, de quatro era um belo espetáculo. Comi ela em todas as posições, gozou 3 ou 4 vezes e dava pra perceber quando acontecia. Já meio cansado, e ela percebendo... me deitou, tirou a camisinha e disse: "Agora é sua vez de gozar... e sabe onde? Eu queria ela e, sem mais delongas, ela começou a me chupar... ficou uns bons 7 ou 8 minutos até eu avisar que não aguentava mais e gozei. Jorrei uma quantidade absurda de porra, e a putinha engoliu tudo, não deixou uma gota... e com o dedo, ela recolheu qualquer resto que tinha e levou pra dentro da boca. Deitou do meu lado e apagou. Naquela noite eu não comi mais ninguém, mas ela me chupou a pica duas vezes, engolindo tudo. Nunca estive com uma gostosa tão viciada em porra, e, sinceramente, toda vez que a gente transava era assim. Do nada, ela me cortou o contato porque queria mais, e minha intenção era só me divertir de vez em quando. Ficou marcado na minha memória como a mais viciada em engolir porra, não a melhor, mas com certeza a mais viciada.
Depois do primeiro encontro, que foi só tomar algo e uns beijos de despedida, combinamos de nos ver de novo, mas já era tanta tensão nas conversas que marcamos direto pra ir pra um motel. Naquele dia, tinha um evento da filha e, aproveitando que ela ia com o pai, nos encontramos no centro de San Martín. Fui buscá-la e dali direto pro motel. Ela era gordinha, mas me deixava com muito tesão e era gente boa, uma fofa. Chegamos no motel, um na Ruta 3, e antes de descer do carro, depois de tanta conversa e tanto tesão, eu puxei a rola pra fora na hora e comecei a bater uma; na sequência, ela começou a me chupar. Tratei ela como uma boa puta, já que era o que ela gostava, segundo as conversas. Ela me chupou muito bem, sabia o que fazia... e a verdade é que eu ia gozar quando tirei, ela tinha gosto de pica na boca... como isso me excita. Subimos rápido pro quarto, assim que fechei a porta, ela se ajoelhou e começou a chupar de novo. Deixei ela pelada e, sem mais, coloquei ela de quatro e comecei a foder. Tinha uma buceta boa, a gordinha, gostava, era apertada, e a bunda, embora larga, de quatro era um belo espetáculo. Comi ela em todas as posições, gozou 3 ou 4 vezes e dava pra perceber quando acontecia. Já meio cansado, e ela percebendo... me deitou, tirou a camisinha e disse: "Agora é sua vez de gozar... e sabe onde? Eu queria ela e, sem mais delongas, ela começou a me chupar... ficou uns bons 7 ou 8 minutos até eu avisar que não aguentava mais e gozei. Jorrei uma quantidade absurda de porra, e a putinha engoliu tudo, não deixou uma gota... e com o dedo, ela recolheu qualquer resto que tinha e levou pra dentro da boca. Deitou do meu lado e apagou. Naquela noite eu não comi mais ninguém, mas ela me chupou a pica duas vezes, engolindo tudo. Nunca estive com uma gostosa tão viciada em porra, e, sinceramente, toda vez que a gente transava era assim. Do nada, ela me cortou o contato porque queria mais, e minha intenção era só me divertir de vez em quando. Ficou marcado na minha memória como a mais viciada em engolir porra, não a melhor, mas com certeza a mais viciada.
16 comentários - A comedora de porra de Villa Ballester