Pt 5: http://m.poringa.net/posts/relatos/3161387/Peligros-que-correr-Pt-5.html
ANTES DE COMENZAR, QUERIA AGRADECERLES EL APOYO. ESPERO QUE LES GUSTE ESTA PARTE FINAL Y QUE TOQUEN MUY tasty. ESPERO LES GUSTE Y LO APOYEN Y COMENTEN.
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Depois de aquele domingo de pesadelo, eu e Andrea não passávamos de breves cumprimentos e contato visual quase nulo, pensei que alguém estivesse desejoso de tudo o que o outro poderia oferecer para saciar sua excitação, somado a pequenas indirectas que se davam nos almoços familiares com relação a aquele domingo. Era um sábado à tarde-noite que cheguei em casa após estudar, estressado pelas matérias, pelo trânsito e claro por a pouca atividade sexual que eu tinha somado às boas gals que se costumam encontrar no caminho com algumas roupas que não deixavam nada à imaginação. Me dei conta de que não havia ninguém em casa e aproveitei para me livrar da calentura vendo pornô e correndo a masturbação (um pouco patético, eu sei), comecei minha busca com Amia Miley, Verónica Rodriguez (a rainha dos squirts), Adriana Chechik, Piper Perri, Elsa Jean. O que tinham em comum todas elas? Simples, todas me faziam lembrar, de certa maneira, a Andrea.
Estava entretenido em minha tarefa enquanto admirava os corpos sonhadores que têm, enquanto sentado na cadeira do escritório dava as costas para a porta, quando senti sua mão fria tomar a base do meu pau e susurrando disse: 《Deixa-me ajudar-te》. Soltei meu pênis e ela me relembrou, Andrea se acomodou recostada em mim enquanto movia sua mão a uma velocidade média, estávamos desfrutando da espectacular Amia Miley (ainda lembro os vídeos exatos. Se quiserem me dizem nos comentários e eu publico). Eu disse: 《Ponte mais confortável, ninguém nos molestará》. Com um único movimento se tirou o top meio transparente que tinha junto com o sutiã, logo seguiu com seu jeans e o cós que trazia posto. Ahí estávamos os dois em toda a casa, completamente desnudos viendo pornô enquanto ela me masturbava. Sentada em minha perna sentia como o calor da vulva subia, peguei suas tetas com minhas mãos apertando-as fortemente para luego lamê-las peitos duros e preencher com saliva enquanto ela gemia levemente, para esse ponto sua vulva já goteava molhando minha perna o que me excitava mais. A levantei e lancei na cama, beijei desenfreadamente sua vagina seus gemidos se intensificavam cada vez mais, suas pernas perdiam o controle rodando meu pescoço e pegando-me mais em sua entreperna; ela se peñiscava os peitos. Seus gemidos se juntaram com os do vídeo o que a excitava mais enquanto dizia a plena voz: 'Soy tu puta e me portei mal, castigue-me'. Escutar-la bastou para descontrolar-me; a levantei novamente mas essa vez a pus de cabeça, essa é uma vantagem de ela ser pequena e magra é mais controlável, era um 69 eu parado lambendo sua vagina e ânus enquanto ela percorria todo meu pênis e testículos com sua boca, era sensacional como apesar de estar de cabeça mamava como se nada passasse; subsionava cada vez mais forte e se enchia todo de saliva que entrava na nariz fazendo-a tosar mas não renunciava a sua tarefa, por minha parte, buscava seu clitóris que mais parecia uma micro-coleira lambendo, beijando e introduzindo minha língua pelo ajugero da sua vagina. Seu ânus fechado não se salvou, passei minha língua e seu cu se tensou e tentei abrir com minha língua mas apesar que parecia passar-lhe eletricidade cada vez que a tocava, não se dilataba até que Andrea roçasse seus dentes em meus testículos para meterem-na em sua boca jogueteando com sua língua, sentia sua saliva quente escorrendo.
Comencé a caminhar nessa posição embora fosse muito incômodo, mas chegamos ao quarto do meu irmão, dei-lhe as costas e pôs seus pés na cama do meu irmão, era um momento de descanso, nos olhamos fixamente. Lentamente e me observando se ajoelhou, me dando as costas, inclinou-se e ergueu a cintura; estava em quatro diante de mim oferecendo-me sua vagina úmida, então eu sabia que era o momento. Coloquei meu pênis apontando para dentro dela e a segurando pela cintura com um movimento lento, introduzi meu cock quase 20 cm dentro dela enquanto girava a cabeça para que ela visse como sofria e gemia com cada centímetro, sem condão o calor dentro dela era infernal e estava tão apertado que sentia que estava fazendo-lhe mal, quando entrei completamente ela se quedou quieta e com a voz entre cortada disse: 《Não me mexa que dói muito》. Eu fiquei quieto também desfrutando do seu calor, até que Andrea começou a mover sua cintura muito devagar e aumentou a velocidade pouco a pouco enquanto seus gemidos eram mais fortes e sua cara mostrava o dor que sentia; voltou-se para mim e me olhou, relamiendo-se, e foi quando eu sabi que o prazer já havia superado o dor e comecei a bombear pouco a pouco, sacando e metendo meu pênis enquanto ela seguia movendo sua cintura em círculos; aumentei a força e velocidade do golpe e ela se deteve e apenas gritava dizendo: 《Não pare, quero mais》. As investidas eram cada vez mais fortes, o prazer lhe tirou força nos braços e ela caiu rendida na cama mas ainda mantinha sua cintura bem parada para que eu continue penetrando, sua boca aberta soltava gritos agudos com cada golpe. Era um espetáculo ver sua vagina dilatar-se cada vez mais para me dar mais espaço, seu cu era uma provocação que não aguentava e lhe dei um tapa na mão aberta; cada vez mais frequentemente o som da nalgada me excitava mais até que seu cu estava roxo e comecei com a outra nalgada enquanto ela fechava os olhos e gemia desenfrenadamente. Andrea não aguentava mais e escapou entre as minhas mãos, deixando-me à metade bombeada, disse-me: «Me abandonaste o bumbum vermelho, filho da puta». Enquanto se aproximava arrastando-se, agarrei meu pau com a boca e comecei a sugá-lo com fúria, como se quisesse arrancar-me o pênis; engolia-o todo até que não podia respirar enquanto me olhava ternamente.
Se levantou e me levou da mão para o quarto das mulheres maiores, subiu à cama deu um par de voltas para se deitar de costas separando as pernas mostrando-me o tesouro do seu vaso, era uma puta em celo pedindo a gritos que a fodesse e eu não ia negar, a tomei pelo pé e arrastei até mim para introduzir meu pênis e bombear o mais forte que podia, minhas mãos apalpavam seus mamilos duros e ela tocava seu clítoris para gritar mais forte, sua cara refletia o prazer enquanto rasgava meus braços com suas unhas. Lembrei minha mão à sua boca para chupar meus dedos enquanto continuava a taladrar seu pussy, por fim estava cumprindo aquilo que desejava desde o primeiro momento que a vi cruzar a porta; estava dentro dela fazendo-a desfrutar mas podia ser melhor, então acomodei-a de lado tomei sua perna fui recorrendo com minha mão todo seu períneo até chegar ao seu ânus, sem nunca parar de bombear, ainda tinha restos de saliva que aproveitei como lubrificante para ir metendo meu dedo lentamente no seu ânulo fechado enquanto ela gritava, gemia, se queixava mas acima de tudo me pedia que não parasse. Logrei meter o dedo e sentia como seu ânulo se ia dilatando pouco a pouco, Andrea apertava seus mamilos como se fossem botões e ter seu pé tão próximo me lembrou do belo que era, não duvide duas vezes, comecei a lamber seus dedos desceu pela planta até chegar ao calcanhar e de lá voltei, ela estava fascinada estávamos completamente ocupados, penetrava o vaso tendo um dedo no ânus e lambia seus lindos pés. Gritou ainda mais forte quando o segundo dedo foi abrindo caminho, nesse ponto sabia que possivelmente toda a rua nos estava escutando mas não importava.
Entre suspiros me pediu que me detenga, pensei que já havia acabado, mas tomou ar e tomou-me pela bunda e levou-me para o comedor, subiu na mesa e começou a se marcar um baile tão sexual que parecia uma dança de apareamento, movia o cu como nunca havia visto, abria-se e fechava mostrando seu ânus dilatado e suas tetas grandes iam de um lado para outro sem perder ritmo, puxava suas tetas até sua boca e lambia seus pezones era único ver esse espetáculo. Eu ao fim da mesa, aproximou-se de mim e trepou em mim abraçando-me com as pernas e beijando-me com desenfado me fez retroceder até encontrar o sofá, caí sentado e ela sobre mim; entre beijos disse:
Adair: Sabes que em qualquer momento vão chegar e tudo vai se ir para a merda
Andrea: Não importa, já senti seu cock bem dentro
Aldair: Quero que te lembres bem de cada centímetro
Andrea: Me fez gritar como ninguém
Aldair: Sim, mas nunca esquecerás a grande bunda que te fez pelo cu
Andrea: Vais me partir em dois
Aldair: Que melhor recuerdo
Se levantou e se virou, já sabia o que vinha; subiu sobre mim dandome as costas plantando seus pés sobre meus joelhos enquanto eu acomodava meu cock na entrada (ou saída segundo como me mirasse) do seu ânus, estava notoriamente nervosa mas começou a abrir seu cu tratando de dar mais espaço e começou a penetração, o dor que sentia era evidente mas igual seguia adiante, fazíamos força mas apenas entrou uns 2 cm de cock e pediu parar, sua cara refletia o dor assim que pensei em que precisava mais lubrificante foi por um lubrificante que tinha no seu quarto regressou untando-o no cu, voltou à posição e o tentou novamente exercitamos pressão até que o lubrificante ajudasse a resbalar um pouco mais dentro, havia uns 7 cm dentro, as lágrimas escapavam-lhe assim que nos detivemos, ficamos nessa posição sem mover-nos enquanto seu ânus apertava e sufocava meu cock; tomou uma bocanada de ar e começou a subir e antes que se... escapava novamente a descer. Ela sentia muito dor, mas eu estava no paraíso, estava tão apertado que com cada movimento sentia o roço das paredes do seu ânus; 《Toca na minha pussy》disse, levando minha mão até aquele lugar lindo, e juntos começamos a frotar e procurar seu clitoris. A ideia era clara, tratar de baixar o dor com prazer e foi funcionando, após 7 ou 10 minutos já se movimentava com mais vontade e até gemia timidamente, tocava tentar novamente; abaixei sua posição e tragou meu cock num bocado até frotar sua nariz com a base da minha pene, suportou as arcadas e o saco, deixando-o perfeitamente banhado em saliva feito um pouco de lubrificante e combinou tudo com o movimento furioso de sua mão, ato seguido fiz uma grande quantidade em minha mão e disse: 《Lubricame》, virando-se e separando as nádegas, recorri ao contorno do seu ânus, e fui entrando pouco a pouco com dois dedos movendo-os o mais que podia para dilatar cada vez mais.
Poco a pouco fui vendo mais grande o buraco assim que de imediato coloquei um dedo mais, já eram três no seu primeiro anal! Estava fascinado até que ela disse: «É a hora, agora vou mostrar-lhe qual é minha especialidade». Subiu novamente sobre meus joelhos, coloquei meu pau na sua ânus e de um único movimento entrei até pouco mais da metade, Andrea largou um grito desgarrador mas eu percebi que estava desfrutando quando senti o líquido vaginal escorrendo até o coito anal; sua vagina estava tão inundada que chegava até seu cu. Fizemos mais pressão e foi deslizando pouco a pouco até que não havia mais pau para meter enquanto gritava gimiendo com cada centímetro, quando senti seu cu sobre mim começar a ganhar de cúm, mas precisava aguentá-lo; esperamos alguns segundos ou talvez minutos para que seu ânus se acostumbrasse. Eu perguntei-lhe: «Você está bem?» e ela respondeu: «É o mais delicioso que fiz na minha vida... e vou cavalgar você até me preencher o cu de cúm». «Suponho que é o mesmo que cavalgar com o pau na sua vagina», acrescentou timidamente, antes de rir um pouco. Era a hora de começar, sua cintura se levantou quase até a metade e então desceu completamente, traçando alguns círculos com seu cu e subindo novamente, mas essa vez quase até que meu pau escapasse e dei um senton tão forte que me fez doer, mas ao mesmo tempo gemir; ela se movia para frente e para trás, balançando-se e subindo e descendo como se fosse ganhar um concurso de mover o cu. Estava no paraíso, era a sensação mais extraordinária da minha vida, sentir como seu ânus com cada movimento queria voltar ao seu tamanho normal mas ao mesmo tempo dilatando-se e crescendo. Rozava seus peitos como pequenos botões de pedra e jogava com eles enquanto uma das suas mãos procurava em sua vagina toda cheia de fluxos, fascinante o seu movimento de cintura digno de uma pornostar que tem anos destroçando seu ânus; os gritos de prazer de Andrea eram fortes e cada vez mais agudos; para cima e para baixo, para frente e para trás, giros com toda a pênis enterrada, sentões cada vez mais forte e sonavam como um grande aplauso apenas opacoado pelos nossos gemidos.
Sabíamos que essa era a felação definitiva, em qualquer momento alguém ou todos cruzariam aquela porta e me veriam destrozando o ânus da minha querida prima, mas não importava absolutamente. Estava fazendo um esforço incrível para durar o máximo possível, mas com cada movimento era mais difícil, perdiam forças e relaxavam o corpo; Andrea cruzou seu braço pelo meu pescoço e me ofereceu suas deliciosas tetas que lambia, chupava e mordia enquanto mirava fixamente como lhe comia as tetas, seguia com seu trabalho; sacando seu pezão da boca disse: 'Já vejo por que tens o bum respingón e tão boas pernas'. 'Me encanta montar e sentir uma grande cock dentro de mim', respondeu. Eu não me movia, ela fazia todo o trabalho e era incrível; 'Taladrame o cu e encho-lo de cúm', disse, ao escutar isso me voltou as forças e deslizando a cintura até o filo do sofá enquanto ela fazia equilíbrio sobre mim, comecei a bombiar dentro dela o mais forte que podia enquanto ela não cessava seu movimento de cintura, meu pênis saía mas voltava a entrar com uma facilidade grandiosa.
Não aguentava mais e dei uma grande descarga de cú directa no ânus, ela gritou e ao retirar meu pau o sêmen começou a escorrer para fora, passava sua mão e se metia os dedos tirando cú e levando-o à boca enquanto descansávamos estirados no sofá, não podíamos mais.
Estávamos em silêncio acurralados juntos, relaxados e quase dormidos quando tocou a chave na porta; lembramos que estávamos na sala, havíamos acabado de destroçar o cu dela e enchido-o de cú, e nos levantamos e tratamos de correr mas ela não pôde por causa do anal que havíamos feito, tentei levar-a mas foi tarde, entraram os 5 (meu irmão, minha irmã menor e as três mulheres maiores) e nos viram, seu grito foi desgarrador e fechando a porta para que ninguém mais visse a cena e levando meu irmão o mais rápido possível começaram os gritos que se aguçaram quando se deram conta de que não havia rastro de preservativo e que Andrea ainda estava com sêmen saindo do cu. A tínhamos cagado mas nos dava igual até que meu irmão, como suspeitando algo, correu até minha portátil e a trouxe, confiava que não iria encontrar todo o material de Andrea mas se fez, desatou a tempestade não apenas por parte da minha família mas também de Andrea que indignada me gritava; agora sim, tudo estava na merda...
O dia seguinte correram para Andrea, tiveram que esperar que ela se movesse melhor, e eu? Bem, me mandaram uma temporada para viver no exterior. Assim foi como não volvi a ver nem saber de Andrea, enfadada ao tope comigo por causa das fotos e vídeos que fiz dela, mas quero saber algo, queridos leitores? Pude resgatar o primeiro vídeo dela na ducha que guardei em uma página pornô com a qual a recordo quase todos os dias. E se perguntam, de verdade existe.
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ESTE É O FIM MAS SE ESTE CAPÍTULO FOR APOYADO HAVRÁ UM CAPÍTULO BONUS.
TODAS AS FOTOS SÃO REFERENCIAIS PARA AJUDAR A SUMERGIR-SE NA HISTÓRIA. ESPERO QUE LHE GUSTE, ELES COMPARTEM E ME DEIXAM SUGERENCIAS. ESTA SÉRIE TEVE TANTO FANTASIA QUANTO REALIDADE (E O VÍDEO É PARTE DA ÚLTIMA). ATÉ VOLVER A VER NÓS AMIGOS.
Comencé a caminhar nessa posição embora fosse muito incômodo, mas chegamos ao quarto do meu irmão, dei-lhe as costas e pôs seus pés na cama do meu irmão, era um momento de descanso, nos olhamos fixamente. Lentamente e me observando se ajoelhou, me dando as costas, inclinou-se e ergueu a cintura; estava em quatro diante de mim oferecendo-me sua vagina úmida, então eu sabia que era o momento. Coloquei meu pênis apontando para dentro dela e a segurando pela cintura com um movimento lento, introduzi meu cock quase 20 cm dentro dela enquanto girava a cabeça para que ela visse como sofria e gemia com cada centímetro, sem condão o calor dentro dela era infernal e estava tão apertado que sentia que estava fazendo-lhe mal, quando entrei completamente ela se quedou quieta e com a voz entre cortada disse: 《Não me mexa que dói muito》. Eu fiquei quieto também desfrutando do seu calor, até que Andrea começou a mover sua cintura muito devagar e aumentou a velocidade pouco a pouco enquanto seus gemidos eram mais fortes e sua cara mostrava o dor que sentia; voltou-se para mim e me olhou, relamiendo-se, e foi quando eu sabi que o prazer já havia superado o dor e comecei a bombear pouco a pouco, sacando e metendo meu pênis enquanto ela seguia movendo sua cintura em círculos; aumentei a força e velocidade do golpe e ela se deteve e apenas gritava dizendo: 《Não pare, quero mais》. As investidas eram cada vez mais fortes, o prazer lhe tirou força nos braços e ela caiu rendida na cama mas ainda mantinha sua cintura bem parada para que eu continue penetrando, sua boca aberta soltava gritos agudos com cada golpe. Era um espetáculo ver sua vagina dilatar-se cada vez mais para me dar mais espaço, seu cu era uma provocação que não aguentava e lhe dei um tapa na mão aberta; cada vez mais frequentemente o som da nalgada me excitava mais até que seu cu estava roxo e comecei com a outra nalgada enquanto ela fechava os olhos e gemia desenfrenadamente. Andrea não aguentava mais e escapou entre as minhas mãos, deixando-me à metade bombeada, disse-me: «Me abandonaste o bumbum vermelho, filho da puta». Enquanto se aproximava arrastando-se, agarrei meu pau com a boca e comecei a sugá-lo com fúria, como se quisesse arrancar-me o pênis; engolia-o todo até que não podia respirar enquanto me olhava ternamente.
Se levantou e me levou da mão para o quarto das mulheres maiores, subiu à cama deu um par de voltas para se deitar de costas separando as pernas mostrando-me o tesouro do seu vaso, era uma puta em celo pedindo a gritos que a fodesse e eu não ia negar, a tomei pelo pé e arrastei até mim para introduzir meu pênis e bombear o mais forte que podia, minhas mãos apalpavam seus mamilos duros e ela tocava seu clítoris para gritar mais forte, sua cara refletia o prazer enquanto rasgava meus braços com suas unhas. Lembrei minha mão à sua boca para chupar meus dedos enquanto continuava a taladrar seu pussy, por fim estava cumprindo aquilo que desejava desde o primeiro momento que a vi cruzar a porta; estava dentro dela fazendo-a desfrutar mas podia ser melhor, então acomodei-a de lado tomei sua perna fui recorrendo com minha mão todo seu períneo até chegar ao seu ânus, sem nunca parar de bombear, ainda tinha restos de saliva que aproveitei como lubrificante para ir metendo meu dedo lentamente no seu ânulo fechado enquanto ela gritava, gemia, se queixava mas acima de tudo me pedia que não parasse. Logrei meter o dedo e sentia como seu ânulo se ia dilatando pouco a pouco, Andrea apertava seus mamilos como se fossem botões e ter seu pé tão próximo me lembrou do belo que era, não duvide duas vezes, comecei a lamber seus dedos desceu pela planta até chegar ao calcanhar e de lá voltei, ela estava fascinada estávamos completamente ocupados, penetrava o vaso tendo um dedo no ânus e lambia seus lindos pés. Gritou ainda mais forte quando o segundo dedo foi abrindo caminho, nesse ponto sabia que possivelmente toda a rua nos estava escutando mas não importava.
Entre suspiros me pediu que me detenga, pensei que já havia acabado, mas tomou ar e tomou-me pela bunda e levou-me para o comedor, subiu na mesa e começou a se marcar um baile tão sexual que parecia uma dança de apareamento, movia o cu como nunca havia visto, abria-se e fechava mostrando seu ânus dilatado e suas tetas grandes iam de um lado para outro sem perder ritmo, puxava suas tetas até sua boca e lambia seus pezones era único ver esse espetáculo. Eu ao fim da mesa, aproximou-se de mim e trepou em mim abraçando-me com as pernas e beijando-me com desenfado me fez retroceder até encontrar o sofá, caí sentado e ela sobre mim; entre beijos disse:Adair: Sabes que em qualquer momento vão chegar e tudo vai se ir para a merda
Andrea: Não importa, já senti seu cock bem dentro
Aldair: Quero que te lembres bem de cada centímetro
Andrea: Me fez gritar como ninguém
Aldair: Sim, mas nunca esquecerás a grande bunda que te fez pelo cu
Andrea: Vais me partir em dois
Aldair: Que melhor recuerdo
Se levantou e se virou, já sabia o que vinha; subiu sobre mim dandome as costas plantando seus pés sobre meus joelhos enquanto eu acomodava meu cock na entrada (ou saída segundo como me mirasse) do seu ânus, estava notoriamente nervosa mas começou a abrir seu cu tratando de dar mais espaço e começou a penetração, o dor que sentia era evidente mas igual seguia adiante, fazíamos força mas apenas entrou uns 2 cm de cock e pediu parar, sua cara refletia o dor assim que pensei em que precisava mais lubrificante foi por um lubrificante que tinha no seu quarto regressou untando-o no cu, voltou à posição e o tentou novamente exercitamos pressão até que o lubrificante ajudasse a resbalar um pouco mais dentro, havia uns 7 cm dentro, as lágrimas escapavam-lhe assim que nos detivemos, ficamos nessa posição sem mover-nos enquanto seu ânus apertava e sufocava meu cock; tomou uma bocanada de ar e começou a subir e antes que se... escapava novamente a descer. Ela sentia muito dor, mas eu estava no paraíso, estava tão apertado que com cada movimento sentia o roço das paredes do seu ânus; 《Toca na minha pussy》disse, levando minha mão até aquele lugar lindo, e juntos começamos a frotar e procurar seu clitoris. A ideia era clara, tratar de baixar o dor com prazer e foi funcionando, após 7 ou 10 minutos já se movimentava com mais vontade e até gemia timidamente, tocava tentar novamente; abaixei sua posição e tragou meu cock num bocado até frotar sua nariz com a base da minha pene, suportou as arcadas e o saco, deixando-o perfeitamente banhado em saliva feito um pouco de lubrificante e combinou tudo com o movimento furioso de sua mão, ato seguido fiz uma grande quantidade em minha mão e disse: 《Lubricame》, virando-se e separando as nádegas, recorri ao contorno do seu ânus, e fui entrando pouco a pouco com dois dedos movendo-os o mais que podia para dilatar cada vez mais.
Poco a pouco fui vendo mais grande o buraco assim que de imediato coloquei um dedo mais, já eram três no seu primeiro anal! Estava fascinado até que ela disse: «É a hora, agora vou mostrar-lhe qual é minha especialidade». Subiu novamente sobre meus joelhos, coloquei meu pau na sua ânus e de um único movimento entrei até pouco mais da metade, Andrea largou um grito desgarrador mas eu percebi que estava desfrutando quando senti o líquido vaginal escorrendo até o coito anal; sua vagina estava tão inundada que chegava até seu cu. Fizemos mais pressão e foi deslizando pouco a pouco até que não havia mais pau para meter enquanto gritava gimiendo com cada centímetro, quando senti seu cu sobre mim começar a ganhar de cúm, mas precisava aguentá-lo; esperamos alguns segundos ou talvez minutos para que seu ânus se acostumbrasse. Eu perguntei-lhe: «Você está bem?» e ela respondeu: «É o mais delicioso que fiz na minha vida... e vou cavalgar você até me preencher o cu de cúm». «Suponho que é o mesmo que cavalgar com o pau na sua vagina», acrescentou timidamente, antes de rir um pouco. Era a hora de começar, sua cintura se levantou quase até a metade e então desceu completamente, traçando alguns círculos com seu cu e subindo novamente, mas essa vez quase até que meu pau escapasse e dei um senton tão forte que me fez doer, mas ao mesmo tempo gemir; ela se movia para frente e para trás, balançando-se e subindo e descendo como se fosse ganhar um concurso de mover o cu. Estava no paraíso, era a sensação mais extraordinária da minha vida, sentir como seu ânus com cada movimento queria voltar ao seu tamanho normal mas ao mesmo tempo dilatando-se e crescendo. Rozava seus peitos como pequenos botões de pedra e jogava com eles enquanto uma das suas mãos procurava em sua vagina toda cheia de fluxos, fascinante o seu movimento de cintura digno de uma pornostar que tem anos destroçando seu ânus; os gritos de prazer de Andrea eram fortes e cada vez mais agudos; para cima e para baixo, para frente e para trás, giros com toda a pênis enterrada, sentões cada vez mais forte e sonavam como um grande aplauso apenas opacoado pelos nossos gemidos.
Sabíamos que essa era a felação definitiva, em qualquer momento alguém ou todos cruzariam aquela porta e me veriam destrozando o ânus da minha querida prima, mas não importava absolutamente. Estava fazendo um esforço incrível para durar o máximo possível, mas com cada movimento era mais difícil, perdiam forças e relaxavam o corpo; Andrea cruzou seu braço pelo meu pescoço e me ofereceu suas deliciosas tetas que lambia, chupava e mordia enquanto mirava fixamente como lhe comia as tetas, seguia com seu trabalho; sacando seu pezão da boca disse: 'Já vejo por que tens o bum respingón e tão boas pernas'. 'Me encanta montar e sentir uma grande cock dentro de mim', respondeu. Eu não me movia, ela fazia todo o trabalho e era incrível; 'Taladrame o cu e encho-lo de cúm', disse, ao escutar isso me voltou as forças e deslizando a cintura até o filo do sofá enquanto ela fazia equilíbrio sobre mim, comecei a bombiar dentro dela o mais forte que podia enquanto ela não cessava seu movimento de cintura, meu pênis saía mas voltava a entrar com uma facilidade grandiosa.
Não aguentava mais e dei uma grande descarga de cú directa no ânus, ela gritou e ao retirar meu pau o sêmen começou a escorrer para fora, passava sua mão e se metia os dedos tirando cú e levando-o à boca enquanto descansávamos estirados no sofá, não podíamos mais.Estávamos em silêncio acurralados juntos, relaxados e quase dormidos quando tocou a chave na porta; lembramos que estávamos na sala, havíamos acabado de destroçar o cu dela e enchido-o de cú, e nos levantamos e tratamos de correr mas ela não pôde por causa do anal que havíamos feito, tentei levar-a mas foi tarde, entraram os 5 (meu irmão, minha irmã menor e as três mulheres maiores) e nos viram, seu grito foi desgarrador e fechando a porta para que ninguém mais visse a cena e levando meu irmão o mais rápido possível começaram os gritos que se aguçaram quando se deram conta de que não havia rastro de preservativo e que Andrea ainda estava com sêmen saindo do cu. A tínhamos cagado mas nos dava igual até que meu irmão, como suspeitando algo, correu até minha portátil e a trouxe, confiava que não iria encontrar todo o material de Andrea mas se fez, desatou a tempestade não apenas por parte da minha família mas também de Andrea que indignada me gritava; agora sim, tudo estava na merda...
O dia seguinte correram para Andrea, tiveram que esperar que ela se movesse melhor, e eu? Bem, me mandaram uma temporada para viver no exterior. Assim foi como não volvi a ver nem saber de Andrea, enfadada ao tope comigo por causa das fotos e vídeos que fiz dela, mas quero saber algo, queridos leitores? Pude resgatar o primeiro vídeo dela na ducha que guardei em uma página pornô com a qual a recordo quase todos os dias. E se perguntam, de verdade existe.
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ESTE É O FIM MAS SE ESTE CAPÍTULO FOR APOYADO HAVRÁ UM CAPÍTULO BONUS.
TODAS AS FOTOS SÃO REFERENCIAIS PARA AJUDAR A SUMERGIR-SE NA HISTÓRIA. ESPERO QUE LHE GUSTE, ELES COMPARTEM E ME DEIXAM SUGERENCIAS. ESTA SÉRIE TEVE TANTO FANTASIA QUANTO REALIDADE (E O VÍDEO É PARTE DA ÚLTIMA). ATÉ VOLVER A VER NÓS AMIGOS.
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