Capítulo 5. Aung me entrega a María.
— Você não imagina minha surpresa quando esse par de putinhas começou a lamber meus mamilos — disse ela enquanto acariciava a mais velha das duas, que permanecia abraçada contra seu peito.
Aung, que até então tinha ficado afastada de mim, sentiu que tinha chegado sua hora e, olhando para minha esposa, disse num espanhol correto:
— Deve me entregar ao meu amo.
Me surpreendi ao ver um lampejo de ciúmes em Maria ao ouvi-la, como se não quisesse se desfazer do seu brinquedo antes do tempo. Por isso, morrendo de rir, comentei que estava com fome e que me dessem de jantar.
Minha esposa, que não é boba, entendeu meus motivos e pediu que elas fossem esquentar a janta. As duas orientais se levantaram para cumprir suas ordens, nos deixando sozinhos no quarto, momento que Maria aproveitou para me pedir um favor, dizendo:
— Sei que pode te incomodar, mas não tô a fim de você pegar ela ainda. Quero curtir um pouco mais a Aung sendo a única dona dela... você se importa?
A angústia no tom dela multiplicou exponencialmente minhas suspeitas, mas como eu amava minha mulher e ainda tinha a Mayi pra brincar, aceitei, colocando como condição que ela me entregasse a bunda dela, tanto tempo proibida.
— Será sua quando você pedir — respondeu com uma mistura de medo e desejo que me fez pensar se, depois de ficar com essas garotas, o sexo anal tinha deixado de ser um tabu pra ela.
Fechando o acordo, respondi:
— Juro que não vou tocar nessa putinha até que você mesma coloque ela na minha bandeja.
A expressão de alegria no rosto dela confirmou minhas suspeitas, e internamente decidi que iria buscar... Seduzir aquela moreninha pra amarrar a Maria através do afeto por ela.
«Deve ser um capricho passageiro», pensei ao constatar que minha esposa nunca tinha sido lésbica.
Esquecendo minhas crescentes desconfianças, pedi pra ir jantar enquanto dava um tapinha nela. Contra todas as expectativas, Maria soltou um gemido de prazer ao sentir aquela carícia na bunda. Ao perceber o grito que deu, ficou vermelha e, fugindo de mim, saiu da cama.
«O que que dá nessa mulher? Parece que excitou!», exclamei pra mim mesmo enquanto me vestia.
O comportamento da minha esposa me deixava desconcertado. Não só tinha confessado sua preferência lésbica por uma das birmanesas, como tinha feito cara de puta ao sentir meu tapa. Depois de analisar os dois fatos, concluí que a chegada daquelas crias na vida dela tinha despertado a sexualidade da minha parceira, sem eu saber direito o alcance dessa mudança.
Guardando esses pensamentos num cantinho do meu cérebro, desci pra jantar. Era novidade demais pra assimilar num dia só, e preferi não tirar conclusões até ter certeza de que não estava enganado.
O que não tinha discussão era o fervor que a Mayi sentia pelo dono, já que ao me ver entrar na sala de jantar, me deu um belo exemplo disso. Largando os pratos que carregava, buscou meu contato enquanto eu me sentava à mesa.
— Que pegajosa que você é! — ri ao sentir que ela arrumava uma mecha do meu cabelo enquanto apertava os peitos jovens contra meu rosto.
Apesar de saber pouco do nosso idioma, aquela moreninha entendeu que eu não me importava com os mimos dela e, chegando a boca perto, me informou com doçura o quanto era feliz sendo minha propriedade, sussurrando no meu ouvido:
— Amo não se arrepender de comprar Mayi, ela servir a vida toda.
Reconheço que me deixou de pau duro! Nunca tinha pensado que uma habitante daquele país pobre tivesse o dom de provocar minha luxúria daquele jeito, mas a verdade é que, esquecendo a presença da minha mulher, premiei a fidelidade daquela cria com um beijinho na boca. lábios sem imaginar que aquele gesto a excitaria tanto a ponto de tentar fazer com que ele a pegasse ali mesmo.
Maria, ao ver que a oriental levantava a saia enquanto montava nas minhas pernas, soltou uma gargalhada e, morrendo de rir, me provocou:
— Já te falei que essa putinha tá apaixonada e não vai parar até você foder ela de novo.
Ninguém recusa um doce, ainda mais um tão gostoso, mas, tirando forças de sei lá onde, recusei os desejos dela para não revelar o quanto eu queria aproveitar de novo aquele corpinho minúsculo e, mordendo uma das orelhas dela, insisti que queria jantar antes.
Cagando de rir, minha parceira de tantos anos apontou a dor com que a oriental tinha encarado minha rejeição e, chamando-a para perto, a acolheu nos braços dizendo:
— Vem, gostosa, sua dona vai te consolar já que seu dono não quer.
Depois disso, para minha perplexidade, sentou ela na mesa e, sem pedir minha opinião, começou a chupar a buceta dela.
«Não acredito!», pensei ao ver a urgência com que Maria se apropriava com a língua das dobras da novinha enquanto ela me olhava desolada.
Confesso que fiquei a um passo de substituí-la e ser eu quem enfiasse a cara entre as coxas da Mayi, mas quando já estava me levantando, ouvi minha esposa dizer:
— Nosso dono tem que dividir os carinhos entre três e não é legal você querer ser a única a receber os mimos dele.
Alucinado por ela se rebaixar ao mesmo nível da oriental, decidi não intervir diretamente e, chamando Aung, exigi que aquela morena ajudasse a Maria, pensando que assim terminariam logo e me dariam o jantar. O que nunca imaginei é que, em vez de se concentrar na companheira, ela baixasse a calcinha da minha esposa e, separando as bundinhas dela, começasse a lamber o cu dela.
O grito de prazer com que minha mulher recebeu a língua da moreninha despertou minha luxúria e, sem perder detalhe daquela investida, esperei que ele estivesse relaxado o suficiente para, pela primeira vez No meu casamento, eu pegava o que considerava meu.
A birmanesa, ao me ver chegar com o pau duro, sorriu e, depois de dar uma última lambida, se afastou, deixando ele bem lubrificado para eu tomar posse. Ver aquele buraquinho rosado e virgem pronto para o meu ataque atiçou meus hormônios e, sem perguntar o que Maria achava, devagar mas com decisão, usei minha glande para derrubar aquela última barreira entre nós.
Inexplicavelmente, minha esposa não tentou fugir ao sentir a bunda sendo invadida e só mostrou sua insatisfação gritando de tanta dor que sentia. Foi então que, saindo em seu socorro, a favorita dela calou seus lamentos a beijando. Os lábios da birmanesa foram o bálsamo que Maria precisou para aceitar seu destino e, sem nem se mexer, esperou ter ele todo dentro do cu para me dizer com voz dolorida:
— Espero que lembre da sua promessa.
Supondo que ela me obrigaria a cumprir o combinado, esperei ela se acostumar antes de me mexer. Durante esse intervalo, Mayi desceu da mesa e, se enfiando entre as pernas dela, começou a masturbar minha vítima numa tentativa de facilitar seu transe doloroso, enquanto a outra oriental a consolava com ternura.
Confortada pelos mimos das garotas, não demorou a relaxar e, ainda com um traço de dor nos olhos, me pediu para começar. Temendo que a qualquer momento ela se arrependesse de me dar a bunda, fui tirando centímetro por centímetro meu instrumento e, ao sentir que faltava pouco para ter ele completamente fora, o enfiei de novo pelo mesmo buraco, sem que dessa vez Maria gritasse ao ser sodomizada.
Estimulado pelo sucesso, repeti num ritmo lento essa operação enquanto minha esposa mantinha um silêncio cortante que me fez pensar que, de alguma forma, eu estava estuprando ela. Ia desistir quando a favorita dela decidiu intervir, dando um tapa sonoro na bunda dela enquanto dizia:
— A Dona tem que aproveitar.
A reação de Maria àquela carícia bruta deixou ele de boca aberta, e com uma determinação total, ela começou a se empalar sozinha usando meu pau como aríete. Se por si só isso já era estranho, mais estranho ainda foi ver que Aung marcava o ritmo pra ela com uma série de palmadas que, longe de incomodá-la, a fizeram gritar de prazer.
—Ama é tão puta quanto eu — murmurou a pestinha no ouvido dela, ao ver a satisfação com que recebia as palmadas e, aumentando a pressão sobre sua suposta dona, se deu ao luxo de torcer um mamilo dela enquanto me dizia pra meter mais forte.
Não sei se foi essa sugestão ou se foi sentir que a pequena tinha mudado de alvo e com a língua começou a lamber meus ovos, mas o fato é que, esquecendo qualquer tipo de recato, comecei a montar minha esposa buscando tanto o prazer dela quanto o meu.
—Tô gostando! — exclamou ela, surpresa, ao sentir que a dor tinha sumido e sido substituída por um novo tipo de gozo que nunca tinha experimentado.
A confirmação dessa mudança não poderia ser mais evidente, porque de repente o corpo dela tremeu enquanto uma erupção quente da buceta dela molhava as pernas dela e as minhas de fluido.
—Ama gozou pelo cu — comentou a favorita dela, alegremente, e enchendo os dedos com o líquido que escorria pelas coxas dela, meteu na boca dizendo: —Ama é mulher completa.
Maria assinou sua rendição lambendo como uma louca os dedinhos da garota enquanto sentia que um novo horizonte de sexo se abria aos seus pés. A submissão brutal da minha mulher foi estímulo suficiente para que, me deixando levar, eu enchesse o canal dela com meu sêmen e, esquecendo que era minha esposa e não minha escrava, com ferocidade exigi que ela se mexesse para terminar de ordenhar meus ovos.
A surpresa ao conhecer o perfil dominante do marido a fez cambalear, mas reagindo à insistência, ela se contorceu de prazer pedindo que fossem minhas mãos as que marcassem o ritmo. Satisfiz os desejos dela com uma série de palmadas duras, que provocaram nela uma série de pequenos clímax que foram se acumulando até fazê-la explodir quando percebeu que, ao tirar meu pau, liberava o cu dela.
Para meu espanto, ao destapar aquele buraco, Maria foi sacudida por um orgasmo tão brutal quanto duradouro, que a manteve se revirando no chão enquanto as duas garotas a cobriam de beijos.
«É inacreditável», sentenciei ao perceber que nunca a tinha visto gozar tanto durante os anos que estávamos casados.
Mas foi a própria favorita dela que externalizou o que sentiu ao consolar sua exausta dona, dizendo:
—Maria gozar igual Aung e Mayi. Maria não Dona, Maria escrava.
Diante dessa sentença, minha mulher saiu correndo com lágrimas nos olhos escada acima. Atônito com o ocorrido, levantei para ver o que tinha, mas então a moreninha me implorou para deixar que ela mesma a consolasse. Sem saber se fazia o certo, sentei na cadeira enquanto tentava assimilar a atitude de Maria naquela noite. Exibindo um sorriso de orelha a orelha, Mayi chegou ronronando e pegou meu pau entre as mãos enquanto sussurrou num tom de putona:
—Mayi limpar Amo. Amo pegar Mayi.
Minha gargalhada ecoou pelas paredes da sala!...
Capítulo 6. A María se define
—Posso entrar? — perguntei, sem saber se minha presença seria bem-vinda.
Com lágrimas nos olhos, ela levantou os braços pedindo meu consolo. Então, me joguei pra ajudar e, com a certeza de que de alguma forma eu era responsável pela angústia dela, abracei ela. Minha esposa, sentindo meu apoio, aumentou o volume dos gemidos e, com a voz embargada pela dor, me perguntou o que devia fazer.
—Desculpa, mas não sei o que tá rolando com você — respondi, totalmente perdido.
Minha resposta fez ela cair no choro de novo e, por quase quinze minutos, não consegui arrancar dela o que era aquilo que tanto a angustiava. Incrivelmente, foi a favorita dela que, vendo que ela não se acalmava, comentou com doçura:
—Não tem problema. Amo aceitar você escrava de coração.
Apesar daquele espanhol arranhado, a mensagem era clara e dura; segundo aquela garota, minha esposa, minha parceira de tantos anos, se sentia submissa e tinha vergonha de admitir. Impactado com aquela revelação e sem conseguir acreditar, acariciei as bochechas dela enquanto dizia:
—Você sabe que te amo e não me importo se você me disser que é marciana ou venusiana. Sou seu marido e isso não vai mudar.
Enxugando os olhos, ela me olhou desolada:
—Você não entende o que tá acontecendo comigo e duvido que aceite.
Como antes da afirmação da birmanesa eu já suspeitava que a chegada daquelas duas gatinhas tinha causado um tsunami dentro dela, deixando aflorar uma bissexualidade reprimida desde criança, respondi:
—Eu entendo e aceito… pra mim você continua sendo a María por quem me apaixonei. Além disso, você sabe, não me importo de dividir você com elas, contanto que você me dê meu lugar.
Incapaz de me olhar, ela começou a dizer:
—Não Quero isso… o que eu preciso é…
Vendo que ela não terminava de se decidir a confessar o que a deixava tão abatida, tentei ajudá-la dizendo:
— O que você precisar, eu te dou! Não importa o que seja, mas me fala logo o que você quer.
Tirando forças lá do fundo, ela ergueu o olhar e soltou:
— Quero que não me trate como sua esposa, mas como sua… escrava! — e, logo depois de confessar seu pecado, completou: — Hoje eu senti o que é ser submissa e não quero perder isso. Preciso que me possua como possuir elas, sem piedade!
— Não te entendo, você é uma mulher criada na liberdade e está me dizendo que quer ser tratada como um objeto.
Não conseguindo segurar o choro, ela buscou consolo nas garotas, mas Aung se levantou do lado dela e se plantou na minha frente, dizendo:
— María conhecer prazer de escrava e querer Amo, não marido. Se não puder, venda ela!
A intervenção daquela morena me indignou, mas ao olhar pra minha mulher e ver na cara dela que era aquilo que ela queria, minha raiva cresceu até limites indescritíveis e, levantando a voz, gritei:
— Se é isso que você quer, é isso que vai ter — e, achando que era um surto passageiro, quis cortar o barato dela: — Me faz um boquete agora mesmo e engole até a última gota.
Meu rompante teve o efeito contrário ao que eu queria, porque, depois de se recuperar do susto, sorrindo, ela se aproximou de mim, que estava de pé no meio do quarto, e, abaixando minha calça, começou a chupar meu pau com desespero.
Achando que, se ela queria refletir, eu tinha que humilhá-la, olhei pra Mayi e, com um sinal, pedi que ela colocasse o mesmo cinto com que minha esposa tinha sodomizado a companheira dela. A birmanesa não fez questão de apertar aquilo na cintura e, sem avisar, meteu na minha mulher enquanto ela me chupava. O grito de María com aquela invasão tão selvagem na buceta dela me fez acreditar que eu tava no caminho certo, e por isso, puxando sua favorita, exigi que ela desse um bom trato nos peitos da que tinha sido sua dona. Aung entendeu na hora o que eu esperava dela e, deitando-se debaixo da nossa vítima, começou a beliscar cruelmente os mamilos pretos dela.
Para minha surpresa, minha querida esposa não reclamou e continuou lambendo minhas bolas enquanto a buceta dela era invadida por uma das submissas e os peitos torturados pela outra.
«Não acredito, ela tá gostando!», pensei comigo ao ver nos olhos dela o mesmo brilho de quando gozava dando pra mim.
Tentando desesperadamente fazê-la voltar ao normal e vendo que meu pau já tava duro, forcei ela a abrir os lábios e enfiei ele até o fundo da garganta dela. Senti ela engasgar, mas não liguei porque eu tinha que fazê-la reagir e, sem dar trégua pra Maria, usei minhas mãos pra marcar o ritmo que ela ia chupar meu pau.
Obrigada a engolir minha rola enquanto Mayi metia sem parar na buceta dela, ela se sentiu indefesa e, antes que eu percebesse, gozou!
«Não é possível!», exclamei por dentro e, enquanto tentava processar que ela tinha chegado ao orgasmo, entendi que não tinha volta e que eu precisava aprofundar a humilhação dela, mesmo que isso a afundasse ainda mais nesse "capricho".
Por isso, tirei meu pau da boca dela e chamei a moreninha que eu tava afim. Quando Aung chegou ao meu lado, fiz ela se ajoelhar na minha frente e, colocando o pau entre os lábios dela, ordenei que minha mulher aprendesse como se fazia um boquete de verdade. Depois, com doçura, pedi pra birmanesa ser a professora dela.
Enquanto a garota realizava meu desejo, vi duas lágrimas escorrerem pelo rosto dela e fiquei feliz, achando que tinha conseguido meu objetivo, mas então, com um tom submisso, Maria, minha Maria, me agradeceu por ensinar como chupar direito pra que, da próxima vez, o dono dela ficasse satisfeito.
Juro que fiquei chocado ao ouvir aquilo.
Dando ela como perdida, tirei meu pau da garganta da favorita dela e, antes de fugir daquele lugar, ordenei pras orientais que usassem a nova companheira, do jeito que elas gostariam que eu as tratasse. Destruído e sem saber o que fazer, ainda não tinha saído do quarto quando vi pelo canto do olho a Mayi arrastando a minha esposa pelos cabelos até a cama. Mas o que realmente me deixou de c* era ver a empolgação com que a Maria encarava o destino dela!...
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