mi madre con un pendejo (graduacion)

QUASE TERMINANDO A HISTÓRIA, OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS E PONTOS
Ela acordou cedo, fez o café da manhã e tomamos juntos, tomei um banho e fui pra escola, tava bem nervoso mesmo. No final, passamos na prova e junto com meus amigos decidimos comemorar. A gente ia pra casa e avisaria que à tarde nos encontraríamos os quatro. Fiz isso mesmo, quando cheguei em casa minha mãe tava terminando de cozinhar. Ela tava muito gostosa mesmo, andando pela casa só de regata comprida e nada mais. Abracei ela e dei a boa notícia, ela ficou muito feliz. No abraço, minha mão escorregou, sem querer eu tava de pau duro e minhas mãos nos peitos dela. Ela disse "TÁ BOM, TÁ BEM", mas ignorei, continuei acariciando e meti minha mão na sua buracola. Já tava encharcada. Aí mesmo enfiei um dedo, puxei a calcinha de lado e comecei a dedar. Na hora ela fechou os olhos, senti os mamilos duros e soube que já tava entregue. Que fácil era esquentar ela, e eu queria comemorar. Meus dedos não paravam de dedar e ela aceitou que tinha sido dominada, nada mais podia evitar que eu comesse ela do jeito que eu quisesse. Ela já tava gemendo baixinho e me implorou "POR FAVOR VAI COM CALMA, BEBÊ, MEU CUZINHO AINDA TÁ DOENDO". Sua buceta já tava toda melada e senti ela mijando, o xixi escorreu pelas pernas. Acho que naquele momento eu soube que poderia fazer o que quisesse com ela. Peguei seus ombros, nem precisou de mais nada, ela se ajoelhou, abaixou minha calça junto com a cueca e meu pau pulou feito uma vara batendo na bochecha dela. Ela abriu a boca e começou a chupar como se tivesse desesperada. Ela mesma tava fodendo a própria boca enquanto com os dedos se masturbava. Senti que ia gozar de novo, fechei os olhos, enfiei bem fundo e meus jatos foram direto pra garganta dela. Ela engasgou e começou a tossir com meu pau dentro, a porra saiu pelo nariz e os olhos esbugalhados dela pediam pra eu tirar, coisa que fiz na hora.

Mano, você me fez gozar pra caralho

É que foi muita porra, olha como você desperdiça.

M, você goza em qualquer lugar

A gente riu um pouco e depois ele me deu um chupão que me fez engolir minha própria porra, e enquanto fazia isso, ele enfiava o dedo no meu cu. Não falei nada, gostei do que ele fez.

M lamber a carinha que aí você tem mais porra, eu sei que você gosta, gostosa

Limpei ela toda e levei para meu quarto com a ideia de dar uma bomba nela, mas ela me disse que a comemoração deveria ser especial, que ela estava de ressaca de ontem e por isso que eu buscasse com meus amigos onde comemorar à grande. Perguntei se ela não queria comemorar com a gente e ela disse que não, embora eu pressentisse que ela já tinha se resignado a ser minha puta e se entregar submissa aos meus desejos, mesmo que nem sempre ela gostasse tanto. "Daleee, você vai curtir muito, insisti, mas ela não cedeu dessa vez. Carlos me ligou e perguntou o que íamos fazer ou se iríamos a algum lugar. Naquele momento, soube que eles queriam foder minha mina de novo até ficarem exaustos. Disse para virem em casa para decidirmos, e assim fizeram. Por volta das 5, os três chegaram juntos, como se tivessem planejado. Com certeza tinham combinado, e eu pressentia que dessa vez minha mina ia se ferrar como nunca. Nos sentamos no sofá e começamos a conversar sobre o que seria bom fazer para a comemoração, e nessa hora aparece minha mina oferecendo algo para beber e cumprimentando um por um dos meus amigos. A gata estava usando uma camiseta branca que deixava transparecer seus peitinhos e uma saia azul que, quando ela se inclinava, deixava ver aquele rabão. Vi o olhar deles e soube que não tinha volta atrás. Definitivamente, minha mina ia se entupir de pica naquela tarde. Quando ela se aproximou para cumprimentar o Carlos, minha mão foi direto para a bunda dela e, por cima do thong, enfiei um dedo na buceta, dizendo: "QUE TAL SE A GENTE COMEÇAR POR AQUI?

O Carlos deu um chupão nela e eu já de pau duro estava esfregando, segurando ela pela cintura. Em segundos, o pau do Martin e do Juan estavam à disposição dela, enquanto o Carlos continuava comendo sua boca. Eu já tinha puxado a calcinha dela e, sem dizer nada, enfiei de uma vez até as bolas na sua bucetinha encharcada. Ela nunca teve chance de recusar. Quando percebeu o que estava acontecendo, eu já estava metendo bem devagar, fazendo ela gemer. O Carlos soltou a boca dela e foi direto pros peitos, enquanto os paus do Juan e do Martin se revezavam na sua boca. Em minutos, minha mina estava curtindo quatro paus ao mesmo tempo, mas a minha metida fazia ela tremer. O Martin pediu pra trocar, queria meter também. Ela tirou o pau do Juan da boca e gritou: "NÃO! HOJE SÓ MEU BABACA ME COME!" O pau do Martin é menor que o meu, mas é mais grosso. Quando eu tirei, ela percebeu o que ia rolar e repetiu a mesma coisa, se debatendo com força. Dei um tapa na bunda dela e falei: "VAI, VOCÊ VAI GOSTAR, GOSTOSA! HOJE A GENTE CELEBRA COM VOCÊ!" Apesar de ela se mexer, o Martin enfiou. Ela gritou "NÃÃO!", mas já era. Isso irritou o Martin, e ele começou a meter com raiva. Em segundos, ela estava de joelhos, com as pernas bambas, sendo cavalgada como uma putinha, enquanto continuava gritando que não, até se calar. Naquele momento, ela se entregou e soube que tinha perdido. Sabia que íamos foder ela a tarde toda e não sobraria um buraco são. O Martin encheu a bucetinha dela de porra e foi atrás da boca pra que a gulosa limpasse, lugar que o Juan liberou dizendo: "AGORA É MINHA VEZ!" Ela tentou se levantar, mas foi inútil. O Juan arrancou a calcinha dela de um puxão e enfiou o pau dele de uma vez até as bolas. Ela soltou um gritinho, mas parece que gostou, porque começou a mexer no ritmo do Juan enquanto chupava o pau do Martin. O Carlos largou os peitos dela e já de pau duro me olhou e disse: "AJUDA UM POUCO SUA MINA", mostrando o pau dele. Adivinhei o que ele queria: que eu mamasse. E eu sabia que minha mina me ver chupando o Carlos ia deixar ela louca. mais quente, pelo menos foi o que imaginei, me ajoelhei na frente daquele pau e comecei a chupar, já estava saindo porra e o gosto salgado era incrível. Carlos não parava de me elogiar por chupar tão bem, então não pude ver a reação da minha mãe, mas de repente ouvi ela dizer: "PARTE EM DOIS O CARA". Aí senti o Juan me molhando o cu com a língua, tentei me mexer para evitar mas não consegui, Carlos estava metendo na minha boca e de repente senti a rola do Juan rasgando meu cu, fazendo meu pau desaparecer. Ele estava seguindo as ordens da minha mãe à risca, mesmo já tendo me arrombado o outro dia, hoje não estava esperando. Ajoelhado na posição de cachorrinho, estava levando a vara do Juan até as bolas. A dor estava me matando, mas mesmo gritando e pedindo piedade, ninguém ouvia porque Carlos estava comendo minha boca. Pensei: "ESTA É A VINGANÇA DA PUTA DA MINHA MÃE", e acho que foi exatamente isso. Já não aguentava mais a cavalgada do Juan, minhas pernas estavam cedendo e meu cu pedia para parar, enquanto Juan me dizia: "No final você é tão puta quanto sua mãe, de agora em diante você vai ser nossa cadelaaa". Dizendo isso, ele encheu meu cu de leite. Pensei por um momento que tinha acabado, mas pelo contrário, Carlos liberou minha boca. Tentei me levantar, mas foi difícil me mover, a foda do Juan me deixou todo dolorido. Juan agarrou minha boca e disse: "LAMBE TUDO". Não tive opção, já que com a outra mão ele puxou meu cabelo, fazendo eu abrir a boca e enfiar o pau dele dentro. Ele segurou minha cabeça para eu não conseguir escapar, e agora era ele quem comia minha boca, quando sinto outro pau entrando no meu cu dolorido e grito: "NÃÃÃÃOOO", mas nem eu mesmo entendi. Ali estava agora Carlos me dando pau sem piedade, e na minha frente minha mãe me olhando com um sorriso enorme diz: "VOCÊ VAI APRENDER A NÃO FAZER UMA MULHER SOFRER MAIS, COMENDO O CARA". Dito isso, chupei o pau do Martin, que já tinha comido até pelo cu, e ele me disse: "SE PREPARA PORQUE DEPOIS É A MINHA VEZ, HOJE A GENTE COMEMORA TAMBÉM". COM VOCÊ promíscuo, já não sofria mais a rola do Carlos, estava começando a curtir e mais ainda, curtia que me humilhassem assim, era uma experiência única. Quando Carlos finalmente encheu minha bunda de porra depois de uma enfiada furiosa, Juan liberou minha boca mas sem me soltar, sentia o ar entrando pelo meu cu e isso me enlouqueceu de repente. Fiquei imóvel esperando a rola do Martin que não vinha, então falei: VAI MARTIN JÁ VIRAM UM COMPLETO promíscuo, VEM AQUI ARROMBAR MEU CU BEM. Martin me olhou, tirou o pau da minha mãe e me enfiou de um jeito que não aguentei o grito. VOCÊ PEDIU, VOU ARREBENTAR ESSE CU. E arrebentou mesmo, não parava de me bombear sabendo que meu cu não queria mais, estava sofrenda a foda mais selvagem e mesmo suplicando para parar, na verdade queria continuar sentindo. Aquele pedaço de carne me rasgava por dentro, me fazia sentir dominado, humilhado e escravo dos meus amigos, e isso me deixava mais excitado. Foi assim que Martin encheu meu cu e tirou, enquanto minha mãe me apoiava um pouco nele e os caras zombavam de como a porra que os três tinham metido em mim saía do meu cu. Senti os dedos da minha mãe no meu cu e depois só o ar entrando. Percebi que tinha ficado todo arrombado pela forma como o ar entrava. Levei minha mão até ele e meu dedo confirmou que era verdade o que pensava. Minha mãe me mostrou com um sorriso uma xícara e disse: OLHA BEBÊ, COM ISSO VOCÊ VAI BRINDAR POR TER SIDO RECEBIDO. Era a porra que ela tinha juntado do meu cu, a que meus amigos tinham me dado quando me arrombaram. Neguei com a cabeça, ela tapou meu nariz puxando minha cabeça para trás, uma nova sensação de submissão que dessa vez me deixou duro. Abri a boca e ela derramou a porra nela me dizendo: NÃO ENGULA AINDA, SABOREIE love ASSIM OS CARAS VÊM BEM COMO VOCÊ GOSTA DA PORRA DELES. Obedeci, não sei porquê, e mostrei aos três como saboreava aquela porra. AGORA ENGULA, disse Juan, e assim fiz. Martin falou: COM VOCÊ JÁ TERMINAMOS, JÁ ÉS O promíscuo. BAIRRO e Carlos acrescentou: AGORA VOCÊ VAI DEIXAR QUE TE COMAM QUEM NÓS DECIDIRMOS. E Juan disse: E DE AGORA EM DIANTE SÓ USA TANGINHAS QUE NEM AS PUTAS. Me levaram para a cama, de verdade doía muito minha bunda e eu estava cansado de tanta pica recebida. Me fizeram deitar de bruços, Juan me deu a pica dele para eu chupar e senti algo duro entrando na minha bunda. Era grande e doía. Eu reclamei dizendo O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO?, eles responderam ISSO É PARA VOCÊ FICAR QUIETINHO ENQUANTO AGORA A GENTE COME SUA VELHA. Tinham me enfiado um DESODORANTE AXE na bunda e me deixaram assim, prometendo que se eu tirasse, enfiariam com mais força. Fiquei sentadinho obedecendo e vi como foram atrás da minha mãe. Depois de um tempo, ouvi ela gemer. Me levantei para ver como estavam comendo ela, mas o desodorante começou a sair, então com minha mão tentei manter dentro. Dei alguns passos e, embora a sensação fosse tremenda, doía demais. Sentei no chão e pude ver como davam na minha mãe pelo cu, pela buceta e pela boca ao mesmo tempo. O corpo dela parecia o de uma boneca e, quando podia, só gemia e pedia para parar. Encheram a coitada de porra por todos os lados e, enquanto se vestiam, disseram para ela engolir tudo. Ela tinha ficado jogada no chão, resultado de ter recebido picas por todos os lados durante uma hora. Os caras foram embora se despedindo e prometendo que outro dia voltariam. Me surpreendeu que, sem estar obrigada por eles, minha mãe lambesse o chão engolindo a porra que tinha saído dos buracos dela. Pensei comigo mesmo: NUNCA MAIS. Agora, o negócio era manter isso.

3 comentários - mi madre con un pendejo (graduacion)

Insisto q está muy buena la historia, pero ya no la creo...5 relatos y ni una puta foto de tu vieja