Não consegui entrar antes, mas aqui está
A continuação
Valeu pra todo mundo que acompanhou
Parte 7@sim-nome@Desculpe, não consegui entender "karanchh". Pode reformular ou fornecer o texto completo em espanhol para que eu possa traduzir corretamente?@Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.
@Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.@ANDRESLANDERS@alejandrofierta
@Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.@celta05@puta viciada@Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.
@mamuycami
@fabi sozinha@tigreParte 7 Sou enfermeira, NÃO puta!
Assim passaram os meses, seu Rolo e dona Laura continuavam sem se falar, o exame psiquiátrico saiu a favor de seu Rolo, o julgamento finalmente chegava ao fim, tudo parecia que o divórcio era iminente e dona Laura teria que deixar sua vida de rainha para ter que se virar para sobreviver, o terrível é que eu passava da cama dela para a dele sem problema nenhum… para eles… porque eu até já tinha pensado em suicídio… meu marido estava cada vez mais amoroso comigo e o sentimento de culpa que eu tinha não me deixava viver em paz.
Mas tudo mudou numa manhã azarada ou sortuda, não sei… vocês julgam… num domingo acordei resfriada e meu marido disse que iria visitar minha sogra, mas o destino tinha me preparado uma sacanagem do inferno… acontece que toca meu telefone e era dona Laura para me dizer que o marido dela tinha aberto a cabeça na mesinha de cabeceira, que não tinha enfermeira que aguentasse ele e que por favor eu fosse correndo, me preparei e saí apressada.
Tinha que passar numa farmácia para comprar tudo que precisava para curar ele, passei na mesma onde meses atrás comprei meu primeiro sachê de lubrificante, fica em frente ao parque onde eu sentava para refletir sobre minha vida devassa, ao sair senti minhas pernas bambas, lá estava meu marido com um bebê nos braços e com outra mulher que dava um sorvete para a filha dela. Meu marido beijou na boca a mulher e a facada final foi quando ouvi a menina dizer: papai!
Amaldiçoei os quatro cantos, o fato de ser estéril tinha levado meu marido para os braços daquela mulher ou talvez fosse o castigo que a vida tinha me preparado por ser presa fácil dos meus instintos podres, não sei, me sentia uma puta perdida, não sabia o que fazer, tentei me aproximar e fazer uma cena de ciúmes daquelas, mas não tive coragem porque não tinha moral para isso.
Cheguei na casa dos meus patrões morta de tanto chorar, claro que dona Laura me perguntou o que estava acontecendo, eu disse que primeiro ia cuidar de seu Rolo e depois eu contava pra ela, a cena era bizarra, seu Rolo tava desmaiado do lado da cama, pelado e mergulhado numa poça de sangue e gozo na pélvis toda. Eu tratei ele, limpei toda a bagunça, dei um banho de esponja e coloquei ele na cama. Depois contei pra dona Laura tudo que tinha rolado, ela me abraçou e beijou meus lábios, eu precisava do carinho dela, me senti protegida nos braços dela, parecia a filha incestuosa sendo consolada pela mãe: DONA LAURA: Não tem marido que dure cem anos nem Lola que aguente. Eu ri da piada dela enquanto ela enxugava minhas lágrimas, me levou pro quarto dela e quis me despir, eu falei que era o pior momento pra pensar em sexo, ela disse que um banho quente ia me fazer bem, me lavou como se eu fosse bebê dela, mas ao mesmo tempo sentia as mãos dela deslizando no meu corpo de um jeito gostoso, ainda mais quando enfiava as duas mãos entre minhas pernas, uma no meio da minha bunda e a outra na minha bucetinha. Como que era possível ficar excitada depois de descobrir que meu marido tinha outra família? Ela me levou pra cama dela e me acariciou até eu dormir, não sei quanto tempo fiquei descansando, os gritos da dona Laura me acordaram, desci pra ver o que era e ela tava segurando ele na beira da cama. DONA LAURA: Fala pro senhor não se masturbar que ele vai se machucar de novo. SEU ROLO: Fala pra senhora que eu me masturbo quantas vezes eu quiser e que não preciso dela me segurando, fala que prefiro abrir a cabeça de novo do que sentir as mãos sujas dela no meu corpo. Era uma conversa absurda, coloquei ele na cama e dona Laura saiu do quarto: EU: O que foi seu Rolo? Acabou de se masturbar e já quer de novo. SEU ROLO: O que você quer que eu faça? É por causa do acidente, antes eu me masturbava uma vez por dia e ficava satisfeito, mas agora não baixa com nada. Como me viu distraída, perguntou o que tinha e eu contei tudo com detalhes, ele me abraçou e beijou minha boca, isso era tipo Um déjà vu… ela me perguntou o que eu pensava em fazer, e eu disse que não tava com cabeça pra tomar decisão. Ela ficou quieta um tempo e depois falou que tinha a solução:
DON ROLO: Você vem pra minha casa e faz os dois turnos.
EU: Mas isso seria tipo me mudar pra cá.
DON ROLO: Exatamente. Ou você acha que vai perdoar seu marido por uma afronta dessas?
EU: Nem louca, mas me mudar pra cá…? Tem certeza?
DON ROLO: Total, você seria minha enfermeira particular.
EU: E onde eu dormiria?
DON ROLO: Comigo, como marido e mulher.
EU: Não! O que a senhora ia pensar?
DON ROLO: Tô pouco me fodendo pro que aquela puta pensa.
EU: Vocês vão se divorciar, né?
DON ROLO: Amanhã temos audiência com o juiz. Se tudo der certo como eu espero, ela só vai ter que assinar o divórcio. Liga pro meu advogado…
Eu liguei, e ele mandou que me levasse pra comprar tudo que precisasse pra morar com ele. Eu não queria, mas ele fez um chilique de criança mimada que eu acabei aceitando… Fomos e comprei roupa, lingerie de marca, sapato, enfim, ele me encheu de presentes. O advogado disse que tinha ordens de comprar o que eu quisesse, então até umas botas divinas eu comprei. Cheguei feliz e mostrei todas as minhas compras, desfilei uma por uma pra ele. O que ele mais curtiu foi a lingerie pequenininha. Depois arrumei tudo no closet… Mas tava cheia de dúvidas. O que eu ia fazer com meu marido? Não dava pra simplesmente parar de ir pra casa sem falar nada… O que dona Laura ia pensar? Será que ia achar que eu me aproveitei da situação do dom Rolo e depois ia querer se vingar?
Dei o almoço pra ele, mediquei e ele dormiu. Eu já sabia que dona Laura ia me ligar… Saímos pro jardim:
DONA LAURA: O que você pretende fazer com seu marido?
EU: Não sei… Dom Rolo quer que eu faça os dois turnos.
DONA LAURA: Fabuloso, você moraria aqui.
EU: A senhora não se importa?
DONA LAURA: Pelo contrário, saberia que tem alguém cuidando dele tão bem quanto eu cuidava antes… Me dá o número do seu marido.
EU: Pra quê?
DONA LAURA: Vou cantar todas as verdades pra ele. Vou dizer que ele nunca mais vai te ver. Mais, e se ela se opuser, eu cuido do processo de divórcio pra você e deixamos ele na rua.
Ela subiu pro quarto e depois de um tempo voltou dizendo que tudo estava resolvido, que meu marido topava assinar o divórcio e ia me dar uma pensão obrigada por lei. Eu me joguei nos braços dela e agradeci, chorando horrores. Ela enxugou minhas lágrimas e disse que agora era minha vez de ajudar ela. Eu falei que não fazia a menor ideia de como fazer isso. Ela disse que não queria se divorciar do seu Rolo, mas que com certeza o juiz ia decidir a favor dela, que não fazia isso só pelo dinheiro, que amava ele... e começou a chorar. Agora era eu quem consolava ela.
Seu Rolo acordou e eu levei ele pra hidromassagem. Entramos pelados, me coloquei na posição de sempre e ele beijou minhas costas. Passei minha mão pra trás e bati uma punheta pra aquela pica que me atormentava:
SEU ROLO: Lembra do que eu te falei quando a Laura nos flagrou pela janela?
EU: Não, o quê?
SEU ROLO: Que eu adoraria fazer um menage com outra mulher...
EU: Não, seu Rolo, eu não sou suficiente pra você?
SEU ROLO: Não é isso, minha rainha, é por puro tesão. Ia adorar te ver com outra mulher, vocês duas chupando minha pica, enquanto uma monta em mim eu poder chupar a bucetinha da outra...
EU: O senhor é maluco, seu Rolo. Eu não curto mulher, e se todos os seus presentes são chantagem, prefiro ir morar com minha irmã.
SEU ROLO: Não fica assim, é só uma fantasia.
EU: Então não fala essas coisas e me fode, que eu tô morrendo de tesão.
Levantei meus quadris e ele enfiou a pica. Que delícia era transar na hidromassagem, com aquela massagem dos jatos de água quente nos lados. Eu tava alucinada de prazer. Como minha vida tinha mudado de uma hora pra outra? Naquele momento percebemos que dona Laura não estava olhando. Ele ficou doido e apertou meus peitos. Eu não sabia se ia ou ficava, mas já que ela tinha nos visto da outra vez, me dava muito tesão a esposa ver o marido me comendo. Ali Eu mesma tive um orgasmo intenso.
Dom Rolo queria que eu continuasse cavalgando, mas eu tava exausta, minhas pernas doíam e pedi pra gente descansar um pouco. A gente saiu e, enquanto eu secava ele, vi dona Laura nos espiando. Não sei por quê, mas chupei o pau dele pra ela nos ver. Nossos olhares se encontraram e ela me mandou um beijo voador. Depois, levei ele pro quarto e contei que dona Laura tinha ligado pro meu marido e o final feliz. Pedi permissão pra ir agradecer ela pelo gesto. Ele disse que tudo bem, mas pra eu me apressar porque queria continuar me comendo. Agradecida, apertei o pau dele com a mão e saí.
EU: Dona Laura, acho que já sei como ajudar a senhora.
DONA LAURA: Não acredito. Como?
EU: Acontece que dom Rolo quer fazer um ménage com outra mulher e a senhora seria a perfeita, não acha? De repente até perdoa e vocês não se divorciam.
DONA LAURA: Rolando sempre me propôs fazer um ménage e eu sempre recusei.
EU: Por quê? Se a senhora gosta de mulheres.
DONA LAURA: Exatamente por isso, não queria que ele percebesse minha experiência com outras mulheres. Ele teria enlouquecido de ciúmes, senão olha como o pobre terminou?
EU: Mas e se eu colocar como condição que seja a senhora?
DONA LAURA: Ele me odeia, não vê que nem fala comigo? Duvido que queira saber de mim.
EU: Vamos tentar, não perdemos nada.
DONA LAURA: Ok. Vai pro quarto e come ele. Eu chego pra pegar vocês em flagrante e você me convida pra participar, vamos ver o que meu marido diz.
Fiz o combinado e me joguei pra chupar o pau dele. Ele tava louco, me mandava chupar os ovos dele. Eu, faminta, devorava eles. Ele queria que eu enfiasse um dedo no cu dele, mas não fiz. Sabia que assim ele ia gozar e queria deixar ele bem quente pra quando a esposa aparecesse. Passei a língua saboreando toda a cabeça do pau, passei ele no meu rosto inteiro como tinha visto dona Laura fazer no DVD. Virei de costas e guiei o pau enorme dele pra minha bucetinha lubrificada e enfiei até o talo. Nisso, dona Laura apareceu. Laura.
DON ROLO: Lola, fala pra essa puta o que ela tá fazendo espiando a gente parada na porta da minha casa.
DONA LAURA: A gente precisa conversar.
DON ROLO: Fala pra ela que não tenho porra nenhuma pra conversar, fala pra ela vazar, deixar a gente transar em paz.
DONA LAURA: Lola, fala pro senhor que eu tô disposta a fazer qualquer coisa pra ele me perdoar.
DON ROLO: Fala pra essa filha da puta ir pedir perdão pra mãe dela.
DONA LAURA: Me perdoa, Rolando, pelo amor de Deus!
Ela se ajoelhou no chão e implorou com as mãos em oração, eu me soltei da pica dele e fui consolar ela, Don Rolo ficou histérico e mandou ela ir embora com a amante dela, que era uma sapatão de merda, e soltou toda a raiva enchendo ela de xingamentos. Aí eu tirei meu trunfo da manga, levantei ela e beijei ela na boca. Don Rolo parou de gritar e ficou nos observando, tocando a pica dele com as mãos artríticas. Tirei a blusa dela e acariciei os peitos dela por cima do sutiã. Ela agarrou minha bunda com as duas mãos e ficou abrindo e fechando pra Don Rolo ver o buraquinho do meu cu.
DON ROLO: Lola! O que cê tá fazendo? Não disse que não gosta de mulher?
EU: Não gosto, só tô fazendo isso pra te agradar.
DON ROLO: Não! Agradeço, mas vamos arrumar outra. Com essa puta eu não quero nada.
DONA LAURA: Lola, fala pro senhor que a pica dele não pensa igual, porque tá dura de tesão.
DON ROLO: Fala pra ela que tô pouco me fodendo pro que minha pica sente, que não quero ver ela nunca mais na vida, que por culpa dela eu fiquei paralítico.
E os dois começaram a chorar. Eu não sabia quem consolar. Falei pro Don Rolo que a esposa dele era culpada de traição, mas não do acidente dele, que ele na loucura dele foi bater sozinho naquele poste de luz… a gente devia parecer uma cena de comédia pornográfica, eu pelada limpando as lágrimas dos dois… de repente, Dona Laura jogou a última cartada e se pelou. Ela chegou perto de mim e esfregou os peitões enormes dela nos meus, enquanto nossas línguas se enroscavam uma na outra.
Dom Rolo esticou a cabeça pra nos ver melhor, me colocou na cama na frente do marido dela com as pernas abertas e chupou minha buceta, eu soltava sons guturais exagerados pra esquentar mais o Dom Rolo, se é que isso era possível:
EU: Assim mamãe… que gostoso me chupa a pussy, dona Laura… assim… mais… o clitóris, por favor… ai que gostoso… me beija Dom Rolo…
E ele desesperado me comeu a boca, eu peguei na cock dele e chupei com paixão, eu fazia muitos sons e me queixava quando ele chegava até a campainha.
DONA LAURA: Que delícia de pussy você tem, Lolita… seus sucos têm um gosto maravilhoso… pega o senhor… quero ver você montar essa cock que um dia foi minha.
EU: Com muito prazer, senhora… Ai que piiiiroca! Me preenche toda, sinto que vai sair pela minha garganta.
DONA LAURA: Deixa eu chupar essa bunda deliciosa… que gostoso você se vê enfiada nessa pirocona… como te invejo… que ovos gostosos…
DOM ROLO: Lola, diz pra essa puta de merda te chupar o que quiser, mas que não encoste em mim.
EU: !!CHEGA, PARE DE SE COMPORTAR COMO CRIANÇAS, SE TÊM ALGO A DIZER, DIGAM NA CARA!!
Houve um silêncio enorme, como nenhum dos dois fazia nada, coloquei dona Laura na cama e chupei toda a pepa dela:
EU: Que bucetinha gostosa você tem, dona Laura… adoro seus lábios rosadinhos e molhados… já está escorrendo até o cu…
DONA LAURA: Que gostoso você chupa meu clitóris… vem mamãe… vamos fazer uma tesourinha… sobe na cama e esfrega nossas bucetinhas… ai que delícia… a sua está bem úmida e quentinha.
EU: Que tesourinha gostosa… olha como a cock do Dom Rolo está pulando… masturba ele, você está mais perto do que eu.
Dona Laura pegou na cock dele e bateu uma punheta, ele só fechou os olhos, eu saí de entre as pernas dela e coloquei minha bunda na cara dele, ele esticou a língua e começou a chupar minha coisinha, eu peguei na cabeça dela e fiz ela chupar a cock dele, Dom Rolo gemeu de prazer, depois trocamos e Dom Rolo não reclamou, sabia que era o momento ideal: a Sentei no pau dele e me afastei pra ver eles…
SEU ROLO: …te amo… te amo, sua puta de merda…
DONA LAURA: Eu também te amo… me perdoa, por favor… vou ser sua escrava, mas não se divorcia de mim… por favor… meu amor…
SEU ROLO: O que você tá disposta a fazer por mim?
DONA LAURA: O que você quiser.
SEU ROLO: Taria disposta a ser nossa empregada? Eu por nada nesse mundo quero perder a Lola.
DONA LAURA: Eu vou servir vocês em tudo que pedirem, vou dar banho, vou cozinhar, tô disposta a largar meu emprego pra servir vocês, posso ser sua escrava sexual também, podem me usar como quiserem, tô disposta a sofrer as piores humilhações… mas não me abandona, Rolo, por favor.
SEU ROLO: Tô gozando… tô gozandoooooo… mexe essa bucetaaaa… jáaaa… jaaaaaaaaaaaaaaaaaaa… que delíciaaaaaaaaaaaaaaaaa.
DONA LAURA: Como eu sentia falta do teu pau, sua puta.
SEU ROLO: Vem, Lolita, preciso de um beijo de três línguas… assim, mamãe… que gostoso…
EU: Fico feliz que vocês se acertaram.
SEU ROLO: Só você podia fazer isso… Lola, você taria disposta a morar com a gente?... A dormir na mesma cama?... A transar com a gente?
EU: Obrigada, seu Rolo, eu vou ser esposa dos dois…
DONA LAURA: Você é a melhor enfermeira que o Rolo podia ter arrumado.
EU: Não, dona Laura: Sou puta, não enfermeira!
Infelizmente a vida não termina como nos contos de fada. A gente passou dois meses vivendo a três, mas Dona Laura se cansou das recriminações que Dom Rolo vivia jogando na cara dela por causa da traição. Um dia ela pegou as coisas dela e foi embora. Ele ficou destruído, cada dia mais deprimido, quase nem ligava mais pra mim. Aquela putaria do começo virou rotina e ele se entediou. Um dia, enquanto eu servia o almoço dele perto da piscina, ele me pediu pra chamar o advogado. Quando voltei com o telefone, encontrei ele afogado. Tinha se matado. No enterro, só estávamos eu e o coveiro. Dona Laura herdou a fortuna dele, e eu tive que voltar praquele maldito hospital que eu odiava. Agora vou ter que aturar aquele velho médico que me assediava. Talvez ele pare de me chamar de puta, porque a vontade de dar não passa… só a lembrança me acompanha nas minhas noites solitárias, aquela pica linda, aquela pica da qual eu me apaixonei.
A continuação
Valeu pra todo mundo que acompanhou
Parte 7@sim-nome@Desculpe, não consegui entender "karanchh". Pode reformular ou fornecer o texto completo em espanhol para que eu possa traduzir corretamente?@Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.
@Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.@ANDRESLANDERS@alejandrofierta
@Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.@celta05@puta viciada@Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.
@mamuycami
@fabi sozinha@tigreParte 7 Sou enfermeira, NÃO puta!
Assim passaram os meses, seu Rolo e dona Laura continuavam sem se falar, o exame psiquiátrico saiu a favor de seu Rolo, o julgamento finalmente chegava ao fim, tudo parecia que o divórcio era iminente e dona Laura teria que deixar sua vida de rainha para ter que se virar para sobreviver, o terrível é que eu passava da cama dela para a dele sem problema nenhum… para eles… porque eu até já tinha pensado em suicídio… meu marido estava cada vez mais amoroso comigo e o sentimento de culpa que eu tinha não me deixava viver em paz.
Mas tudo mudou numa manhã azarada ou sortuda, não sei… vocês julgam… num domingo acordei resfriada e meu marido disse que iria visitar minha sogra, mas o destino tinha me preparado uma sacanagem do inferno… acontece que toca meu telefone e era dona Laura para me dizer que o marido dela tinha aberto a cabeça na mesinha de cabeceira, que não tinha enfermeira que aguentasse ele e que por favor eu fosse correndo, me preparei e saí apressada.
Tinha que passar numa farmácia para comprar tudo que precisava para curar ele, passei na mesma onde meses atrás comprei meu primeiro sachê de lubrificante, fica em frente ao parque onde eu sentava para refletir sobre minha vida devassa, ao sair senti minhas pernas bambas, lá estava meu marido com um bebê nos braços e com outra mulher que dava um sorvete para a filha dela. Meu marido beijou na boca a mulher e a facada final foi quando ouvi a menina dizer: papai!
Amaldiçoei os quatro cantos, o fato de ser estéril tinha levado meu marido para os braços daquela mulher ou talvez fosse o castigo que a vida tinha me preparado por ser presa fácil dos meus instintos podres, não sei, me sentia uma puta perdida, não sabia o que fazer, tentei me aproximar e fazer uma cena de ciúmes daquelas, mas não tive coragem porque não tinha moral para isso.
Cheguei na casa dos meus patrões morta de tanto chorar, claro que dona Laura me perguntou o que estava acontecendo, eu disse que primeiro ia cuidar de seu Rolo e depois eu contava pra ela, a cena era bizarra, seu Rolo tava desmaiado do lado da cama, pelado e mergulhado numa poça de sangue e gozo na pélvis toda. Eu tratei ele, limpei toda a bagunça, dei um banho de esponja e coloquei ele na cama. Depois contei pra dona Laura tudo que tinha rolado, ela me abraçou e beijou meus lábios, eu precisava do carinho dela, me senti protegida nos braços dela, parecia a filha incestuosa sendo consolada pela mãe: DONA LAURA: Não tem marido que dure cem anos nem Lola que aguente. Eu ri da piada dela enquanto ela enxugava minhas lágrimas, me levou pro quarto dela e quis me despir, eu falei que era o pior momento pra pensar em sexo, ela disse que um banho quente ia me fazer bem, me lavou como se eu fosse bebê dela, mas ao mesmo tempo sentia as mãos dela deslizando no meu corpo de um jeito gostoso, ainda mais quando enfiava as duas mãos entre minhas pernas, uma no meio da minha bunda e a outra na minha bucetinha. Como que era possível ficar excitada depois de descobrir que meu marido tinha outra família? Ela me levou pra cama dela e me acariciou até eu dormir, não sei quanto tempo fiquei descansando, os gritos da dona Laura me acordaram, desci pra ver o que era e ela tava segurando ele na beira da cama. DONA LAURA: Fala pro senhor não se masturbar que ele vai se machucar de novo. SEU ROLO: Fala pra senhora que eu me masturbo quantas vezes eu quiser e que não preciso dela me segurando, fala que prefiro abrir a cabeça de novo do que sentir as mãos sujas dela no meu corpo. Era uma conversa absurda, coloquei ele na cama e dona Laura saiu do quarto: EU: O que foi seu Rolo? Acabou de se masturbar e já quer de novo. SEU ROLO: O que você quer que eu faça? É por causa do acidente, antes eu me masturbava uma vez por dia e ficava satisfeito, mas agora não baixa com nada. Como me viu distraída, perguntou o que tinha e eu contei tudo com detalhes, ele me abraçou e beijou minha boca, isso era tipo Um déjà vu… ela me perguntou o que eu pensava em fazer, e eu disse que não tava com cabeça pra tomar decisão. Ela ficou quieta um tempo e depois falou que tinha a solução:
DON ROLO: Você vem pra minha casa e faz os dois turnos.
EU: Mas isso seria tipo me mudar pra cá.
DON ROLO: Exatamente. Ou você acha que vai perdoar seu marido por uma afronta dessas?
EU: Nem louca, mas me mudar pra cá…? Tem certeza?
DON ROLO: Total, você seria minha enfermeira particular.
EU: E onde eu dormiria?
DON ROLO: Comigo, como marido e mulher.
EU: Não! O que a senhora ia pensar?
DON ROLO: Tô pouco me fodendo pro que aquela puta pensa.
EU: Vocês vão se divorciar, né?
DON ROLO: Amanhã temos audiência com o juiz. Se tudo der certo como eu espero, ela só vai ter que assinar o divórcio. Liga pro meu advogado…
Eu liguei, e ele mandou que me levasse pra comprar tudo que precisasse pra morar com ele. Eu não queria, mas ele fez um chilique de criança mimada que eu acabei aceitando… Fomos e comprei roupa, lingerie de marca, sapato, enfim, ele me encheu de presentes. O advogado disse que tinha ordens de comprar o que eu quisesse, então até umas botas divinas eu comprei. Cheguei feliz e mostrei todas as minhas compras, desfilei uma por uma pra ele. O que ele mais curtiu foi a lingerie pequenininha. Depois arrumei tudo no closet… Mas tava cheia de dúvidas. O que eu ia fazer com meu marido? Não dava pra simplesmente parar de ir pra casa sem falar nada… O que dona Laura ia pensar? Será que ia achar que eu me aproveitei da situação do dom Rolo e depois ia querer se vingar?
Dei o almoço pra ele, mediquei e ele dormiu. Eu já sabia que dona Laura ia me ligar… Saímos pro jardim:
DONA LAURA: O que você pretende fazer com seu marido?
EU: Não sei… Dom Rolo quer que eu faça os dois turnos.
DONA LAURA: Fabuloso, você moraria aqui.
EU: A senhora não se importa?
DONA LAURA: Pelo contrário, saberia que tem alguém cuidando dele tão bem quanto eu cuidava antes… Me dá o número do seu marido.
EU: Pra quê?
DONA LAURA: Vou cantar todas as verdades pra ele. Vou dizer que ele nunca mais vai te ver. Mais, e se ela se opuser, eu cuido do processo de divórcio pra você e deixamos ele na rua.
Ela subiu pro quarto e depois de um tempo voltou dizendo que tudo estava resolvido, que meu marido topava assinar o divórcio e ia me dar uma pensão obrigada por lei. Eu me joguei nos braços dela e agradeci, chorando horrores. Ela enxugou minhas lágrimas e disse que agora era minha vez de ajudar ela. Eu falei que não fazia a menor ideia de como fazer isso. Ela disse que não queria se divorciar do seu Rolo, mas que com certeza o juiz ia decidir a favor dela, que não fazia isso só pelo dinheiro, que amava ele... e começou a chorar. Agora era eu quem consolava ela.
Seu Rolo acordou e eu levei ele pra hidromassagem. Entramos pelados, me coloquei na posição de sempre e ele beijou minhas costas. Passei minha mão pra trás e bati uma punheta pra aquela pica que me atormentava:
SEU ROLO: Lembra do que eu te falei quando a Laura nos flagrou pela janela?
EU: Não, o quê?
SEU ROLO: Que eu adoraria fazer um menage com outra mulher...
EU: Não, seu Rolo, eu não sou suficiente pra você?
SEU ROLO: Não é isso, minha rainha, é por puro tesão. Ia adorar te ver com outra mulher, vocês duas chupando minha pica, enquanto uma monta em mim eu poder chupar a bucetinha da outra...
EU: O senhor é maluco, seu Rolo. Eu não curto mulher, e se todos os seus presentes são chantagem, prefiro ir morar com minha irmã.
SEU ROLO: Não fica assim, é só uma fantasia.
EU: Então não fala essas coisas e me fode, que eu tô morrendo de tesão.
Levantei meus quadris e ele enfiou a pica. Que delícia era transar na hidromassagem, com aquela massagem dos jatos de água quente nos lados. Eu tava alucinada de prazer. Como minha vida tinha mudado de uma hora pra outra? Naquele momento percebemos que dona Laura não estava olhando. Ele ficou doido e apertou meus peitos. Eu não sabia se ia ou ficava, mas já que ela tinha nos visto da outra vez, me dava muito tesão a esposa ver o marido me comendo. Ali Eu mesma tive um orgasmo intenso.
Dom Rolo queria que eu continuasse cavalgando, mas eu tava exausta, minhas pernas doíam e pedi pra gente descansar um pouco. A gente saiu e, enquanto eu secava ele, vi dona Laura nos espiando. Não sei por quê, mas chupei o pau dele pra ela nos ver. Nossos olhares se encontraram e ela me mandou um beijo voador. Depois, levei ele pro quarto e contei que dona Laura tinha ligado pro meu marido e o final feliz. Pedi permissão pra ir agradecer ela pelo gesto. Ele disse que tudo bem, mas pra eu me apressar porque queria continuar me comendo. Agradecida, apertei o pau dele com a mão e saí.
EU: Dona Laura, acho que já sei como ajudar a senhora.
DONA LAURA: Não acredito. Como?
EU: Acontece que dom Rolo quer fazer um ménage com outra mulher e a senhora seria a perfeita, não acha? De repente até perdoa e vocês não se divorciam.
DONA LAURA: Rolando sempre me propôs fazer um ménage e eu sempre recusei.
EU: Por quê? Se a senhora gosta de mulheres.
DONA LAURA: Exatamente por isso, não queria que ele percebesse minha experiência com outras mulheres. Ele teria enlouquecido de ciúmes, senão olha como o pobre terminou?
EU: Mas e se eu colocar como condição que seja a senhora?
DONA LAURA: Ele me odeia, não vê que nem fala comigo? Duvido que queira saber de mim.
EU: Vamos tentar, não perdemos nada.
DONA LAURA: Ok. Vai pro quarto e come ele. Eu chego pra pegar vocês em flagrante e você me convida pra participar, vamos ver o que meu marido diz.
Fiz o combinado e me joguei pra chupar o pau dele. Ele tava louco, me mandava chupar os ovos dele. Eu, faminta, devorava eles. Ele queria que eu enfiasse um dedo no cu dele, mas não fiz. Sabia que assim ele ia gozar e queria deixar ele bem quente pra quando a esposa aparecesse. Passei a língua saboreando toda a cabeça do pau, passei ele no meu rosto inteiro como tinha visto dona Laura fazer no DVD. Virei de costas e guiei o pau enorme dele pra minha bucetinha lubrificada e enfiei até o talo. Nisso, dona Laura apareceu. Laura.
DON ROLO: Lola, fala pra essa puta o que ela tá fazendo espiando a gente parada na porta da minha casa.
DONA LAURA: A gente precisa conversar.
DON ROLO: Fala pra ela que não tenho porra nenhuma pra conversar, fala pra ela vazar, deixar a gente transar em paz.
DONA LAURA: Lola, fala pro senhor que eu tô disposta a fazer qualquer coisa pra ele me perdoar.
DON ROLO: Fala pra essa filha da puta ir pedir perdão pra mãe dela.
DONA LAURA: Me perdoa, Rolando, pelo amor de Deus!
Ela se ajoelhou no chão e implorou com as mãos em oração, eu me soltei da pica dele e fui consolar ela, Don Rolo ficou histérico e mandou ela ir embora com a amante dela, que era uma sapatão de merda, e soltou toda a raiva enchendo ela de xingamentos. Aí eu tirei meu trunfo da manga, levantei ela e beijei ela na boca. Don Rolo parou de gritar e ficou nos observando, tocando a pica dele com as mãos artríticas. Tirei a blusa dela e acariciei os peitos dela por cima do sutiã. Ela agarrou minha bunda com as duas mãos e ficou abrindo e fechando pra Don Rolo ver o buraquinho do meu cu.
DON ROLO: Lola! O que cê tá fazendo? Não disse que não gosta de mulher?
EU: Não gosto, só tô fazendo isso pra te agradar.
DON ROLO: Não! Agradeço, mas vamos arrumar outra. Com essa puta eu não quero nada.
DONA LAURA: Lola, fala pro senhor que a pica dele não pensa igual, porque tá dura de tesão.
DON ROLO: Fala pra ela que tô pouco me fodendo pro que minha pica sente, que não quero ver ela nunca mais na vida, que por culpa dela eu fiquei paralítico.
E os dois começaram a chorar. Eu não sabia quem consolar. Falei pro Don Rolo que a esposa dele era culpada de traição, mas não do acidente dele, que ele na loucura dele foi bater sozinho naquele poste de luz… a gente devia parecer uma cena de comédia pornográfica, eu pelada limpando as lágrimas dos dois… de repente, Dona Laura jogou a última cartada e se pelou. Ela chegou perto de mim e esfregou os peitões enormes dela nos meus, enquanto nossas línguas se enroscavam uma na outra.
Dom Rolo esticou a cabeça pra nos ver melhor, me colocou na cama na frente do marido dela com as pernas abertas e chupou minha buceta, eu soltava sons guturais exagerados pra esquentar mais o Dom Rolo, se é que isso era possível:
EU: Assim mamãe… que gostoso me chupa a pussy, dona Laura… assim… mais… o clitóris, por favor… ai que gostoso… me beija Dom Rolo…
E ele desesperado me comeu a boca, eu peguei na cock dele e chupei com paixão, eu fazia muitos sons e me queixava quando ele chegava até a campainha.
DONA LAURA: Que delícia de pussy você tem, Lolita… seus sucos têm um gosto maravilhoso… pega o senhor… quero ver você montar essa cock que um dia foi minha.
EU: Com muito prazer, senhora… Ai que piiiiroca! Me preenche toda, sinto que vai sair pela minha garganta.
DONA LAURA: Deixa eu chupar essa bunda deliciosa… que gostoso você se vê enfiada nessa pirocona… como te invejo… que ovos gostosos…
DOM ROLO: Lola, diz pra essa puta de merda te chupar o que quiser, mas que não encoste em mim.
EU: !!CHEGA, PARE DE SE COMPORTAR COMO CRIANÇAS, SE TÊM ALGO A DIZER, DIGAM NA CARA!!
Houve um silêncio enorme, como nenhum dos dois fazia nada, coloquei dona Laura na cama e chupei toda a pepa dela:
EU: Que bucetinha gostosa você tem, dona Laura… adoro seus lábios rosadinhos e molhados… já está escorrendo até o cu…
DONA LAURA: Que gostoso você chupa meu clitóris… vem mamãe… vamos fazer uma tesourinha… sobe na cama e esfrega nossas bucetinhas… ai que delícia… a sua está bem úmida e quentinha.
EU: Que tesourinha gostosa… olha como a cock do Dom Rolo está pulando… masturba ele, você está mais perto do que eu.
Dona Laura pegou na cock dele e bateu uma punheta, ele só fechou os olhos, eu saí de entre as pernas dela e coloquei minha bunda na cara dele, ele esticou a língua e começou a chupar minha coisinha, eu peguei na cabeça dela e fiz ela chupar a cock dele, Dom Rolo gemeu de prazer, depois trocamos e Dom Rolo não reclamou, sabia que era o momento ideal: a Sentei no pau dele e me afastei pra ver eles…
SEU ROLO: …te amo… te amo, sua puta de merda…
DONA LAURA: Eu também te amo… me perdoa, por favor… vou ser sua escrava, mas não se divorcia de mim… por favor… meu amor…
SEU ROLO: O que você tá disposta a fazer por mim?
DONA LAURA: O que você quiser.
SEU ROLO: Taria disposta a ser nossa empregada? Eu por nada nesse mundo quero perder a Lola.
DONA LAURA: Eu vou servir vocês em tudo que pedirem, vou dar banho, vou cozinhar, tô disposta a largar meu emprego pra servir vocês, posso ser sua escrava sexual também, podem me usar como quiserem, tô disposta a sofrer as piores humilhações… mas não me abandona, Rolo, por favor.
SEU ROLO: Tô gozando… tô gozandoooooo… mexe essa bucetaaaa… jáaaa… jaaaaaaaaaaaaaaaaaaa… que delíciaaaaaaaaaaaaaaaaa.
DONA LAURA: Como eu sentia falta do teu pau, sua puta.
SEU ROLO: Vem, Lolita, preciso de um beijo de três línguas… assim, mamãe… que gostoso…
EU: Fico feliz que vocês se acertaram.
SEU ROLO: Só você podia fazer isso… Lola, você taria disposta a morar com a gente?... A dormir na mesma cama?... A transar com a gente?
EU: Obrigada, seu Rolo, eu vou ser esposa dos dois…
DONA LAURA: Você é a melhor enfermeira que o Rolo podia ter arrumado.
EU: Não, dona Laura: Sou puta, não enfermeira!
Infelizmente a vida não termina como nos contos de fada. A gente passou dois meses vivendo a três, mas Dona Laura se cansou das recriminações que Dom Rolo vivia jogando na cara dela por causa da traição. Um dia ela pegou as coisas dela e foi embora. Ele ficou destruído, cada dia mais deprimido, quase nem ligava mais pra mim. Aquela putaria do começo virou rotina e ele se entediou. Um dia, enquanto eu servia o almoço dele perto da piscina, ele me pediu pra chamar o advogado. Quando voltei com o telefone, encontrei ele afogado. Tinha se matado. No enterro, só estávamos eu e o coveiro. Dona Laura herdou a fortuna dele, e eu tive que voltar praquele maldito hospital que eu odiava. Agora vou ter que aturar aquele velho médico que me assediava. Talvez ele pare de me chamar de puta, porque a vontade de dar não passa… só a lembrança me acompanha nas minhas noites solitárias, aquela pica linda, aquela pica da qual eu me apaixonei.
18 comentários - Sou enfermeira, não puta - 7ª parte
Yo estaba muy ilusionado.......................
Y como que de nuevo al hospital este Rolando si era una gueva...............
Definitivamente genial, gracias por compartir y me voy a comer a mi mujer que no se enoje viendome hacer la paja al frente del computador jajajajajajajaja
Gracias por seguirla historia