A nova colega de trabalho gostosa

Tudo começou quando aquela novata do corpo dos sonhos passou na minha frente, um sorriso lindo, uns peitos incríveis, barriga chapada, uma bunda bem redonda e mais marcada por aquela legging colorida, terminando com umas pernas bem torneadas, resultado de horas de pura academia e uma boa dieta. Com isso ela me pegou e eu coloquei uma meta: até não conhecer aquele corpo como Deus a trouxe ao mundo, eu não ia parar. Tentando puxar conversa, sem ter muitas respostas por causa do jeito dela com quem não conhecia, foi difícil conseguir trocar uma ideia, mas consegui, e com uns joguinhos, aos poucos, tirei aquele primeiro beijo. Cheguei a sentir como aquele músculo crescia entre minhas pernas, mas um barulho foi ouvido e tivemos que disfarçar tudo e voltar ao trabalho. Cada vez que a gente se cruzava, trocávamos olhares maliciosos, sabendo da safadeza que estávamos fazendo, e com sinais a gente se entendia. Ela já sabia que aquilo não terminava naquele beijo, mas tinha que ser super cuidadoso, ninguém podia nos descobrir, tinha muito em jogo. E depois de alguns dias, rolou. Uma única mensagem bastou para achar um esconderijo e retomar aquele beijo, acompanhado de muita umidade dos dois lados. O volume cresceu de novo, e não demorei pra deixar ela saber. Peguei a mão dela devagar, passei pelo meu peito, e isso bastou pra ela deixar cair sobre meu pau, já bem duro. A gente não aguentou mais. Ela abaixou minha calça e começou a acariciar com muita suavidade, juntando minha umidade pra levar à boca dela. Passou o dedo pelos lábios carnudos, mostrou a língua, fechou os olhos e, como se fosse algo muito gostoso, saboreando e lambendo, me olhou nos olhos e disse: "já volto". Pois é, não bastou o dedo, ela desceu pra saborear direto da fonte, soltando uns gemidos que me fizeram flutuar. Levantei ela pela mão, peguei na cintura e, de uma só vez, virei ela. Abaixei aquela legging e devolvi o favor. Não podia estar tão molhada, era um mar. Meu pau explodia ao degustar aquela buceta deliciosa, um sabor inimaginável. Tentei juntar o máximo que pude daquele mel e, enfiando meu cara, naquela bunda gostosa não podia ter nada melhor, era um sonho daqueles que nunca vão se realizar. Ela me agarrou pelos cabelos, me levantou do chão e com aquela voz de puta sussurrou: "me come, me faz tua". Obedeci devagar, meti meu pau naquele mar de sucos quentes, sentindo aquele lugar tão apertado se abrindo pra receber meu orgulho, duro como nunca, até chegar no fundo. Com uma batida seca, fiz ela saber que já estavam todos os 18 cm lá dentro, e veio um gemidinho de dor e prazer, e entrecortado ela só disse: "não para". E começou aquele vai e vem lento que em segundos pegou um ritmo mais agressivo, mas aconteceu o inesperado: um telefone tocou, era um colega avisando que a gente tinha que deixar pra outra hora. Aquele sonho tinha acabado, cortado como se fosse real, e cada um foi pro seu lugar de trabalho, deixando os dois muito excitados e com vontade de terminar aquele encontro maravilhoso.

Uns dias depois, organizaram uma confraternização onde a gente ia se encontrar entre os colegas. Era a hora, eu tinha que agir, era agora ou nunca. Depois de jantar, cantar e rir um pouco, levantei e me despedi de todo mundo. Como sempre, tem um que aproveita pra pedir carona e se juntou a mim na saída. Depois de me livrar do estorvo, fui buscar aquela colega que esperava numa esquina pra não levantar suspeitas. Daí fomos pra um lugar onde ninguém iria e não pudesse nos reconhecer. Não aguentamos chegar, no caminho já começou o jogo de mãos que ativou todos os meus sentidos e deixou minha excitação à mostra, levantando minha calça. Pra minha surpresa, ela não demorou pra desabotoar e começar a saborear aquele músculo todo veiudo. Chegamos e fomos direto pra parte de trás do carro, nos livramos daquela roupa que estava sobrando pra nos fundir num beijo que bastou pra nos molhar por completo de novo, como naquele primeiro encontro. E não demorei pra deixar ela confortável e saborear aquela pussy linda e deliciosa, abrindo as pernas dela de par em par e tentando meter o mais fundo possível. uma mão estimulando o cu dela e a outra apertando os peitos durinhos incríveis dela com uns biquinhos virgens bem rosados, não demorei pra ela apertar as pernas, expulsar o suco dela tão gostoso e soltar um gemido incrível quase interminável tentando parar de tremer mordendo os lábios fechando os olhos e arranhando minhas costas não aguentei mais e subi num movimento só nessa bestialidade incrível sentindo aquele paraíso de novo tão molhado, apertado e muito quente, não morno quente tava explodindo, ela me abraçou com braços e pernas e não demorou pra gozar pela segunda vez não podia acreditar já o segundo e a gente só começando ela sentou e se preparou pra cavalgar, aquele vai e vem lindo com uma massagem de bunda tocando cada centímetro, chupando os biquinhos dela dando umas mordidas mas não aguentei virei ela e me acomodei pra dessa vez eu fazer o movimento bem devagar dando umas palmadas na raba, puxando o cabelo dela, apalpando aquele par de peitos incríveis, aumentando o ritmo sentindo essas batidas da minha pélvis na bunda dela, no fundo uns gemidos se ouviam e não demorei pra gozar eu já não aguentava mais minhas pernas de vez em quando pareciam cãibras aquela posição ruim me matava, ela percebeu e pediu pra eu ficar confortável, pegou com toda suavidade aquele pedaço e se preparou pra lamber da base até a ponta do meu querido pau, dando de vez em quando umas mordidinhas pra aumentar minha excitação depois de uma massagem com aquela língua tentou enfiar tudo na boca dela fazendo ânsia de vez em quando, era maior do que ela pensou os olhos dela se encheram de lágrimas e vendo que ela queria engolir tudo eu quis ajudar segurando a nuca dela e empurrando devagar na minha direção, isso deu uma ânsia enorme nela mas ela pediu pra eu fazer de novo, eu queria explodir dentro daquela boca, mas o que ela falou me matou, ela me olhou nos olhos e como pedindo um favor disse enche minha boca de leite quero saborear, não demorou nada pra ela voltar a chupar e nem consegui avisar jatos fortes de porra direto na boca dela sentia saindo e saindo pensei que fosse Ia se afogar, mas não, nem uma gota derramei. Ela engoliu tudo, a safada, e continuou chupando, tentando não deixar cair nada. E foi assim. Ela se levantou e a gente se abraçou, um abraço super quente. O carro com os vidros embaçados era prova do quanto aquela noite foi incrível. Isso não acabou aqui. Mas vou deixar pra outro post. Espero que tenham gostado e logo conto como continuou. Não esqueçam de comentar o que acharam e dar aquela estrelinha. VALEU!!!

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