Oi, hoje quero compartir com vocês essa história que aconteceu quando eu tinha 14 anos, mas as imagens são tão vivas como se tivesse sido ontem, e como não seriam, se foi minha primeira experiência sexual. Meu nome é Isaac e vou contar sobre a Pat (vou chamá-la assim pra evitar qualquer suspeita). A Pat era minha vizinha no condomínio onde eu morava quando era criança. Os apartamentos da Pat e da minha família ficavam lado a lado no mesmo andar, porque algumas janelas ficavam de frente uma pra outra. Eu era (e ainda sou) amigo dos dois filhos dela, Josué e Davi, e até hoje a gente se vê. A Pat era uma mulher de uns 30 anos, com um corpo muito bem cuidado (ela era instrutora de aeróbica), tinha 1,65m de altura e não devia pesar mais que 55kg. Realmente era uma mulher linda, com uns peitos que eu diria que eram pequenos, mas duros e bem formados, e uma bunda que até hoje é fonte de excitação em uma ou outra punheta e quando faço sexo com minha esposa e não olho pra cara dela.
Como várias das nossas janelas coincidiam, se alguém ficasse espiando, dava pra ver o que acontecia no apartamento da Pat. Um dia, estando de férias em casa sem nada pra fazer, eu ia chamar meus amigos pra gente sair pra jogar uma bola, mas o que encontrei foi a mãe deles fazendo um pouco de exercício no quarto dela, com a cortina entreaberta e totalmente pelada. Foi aí que vi pela primeira vez aquele corpo maravilhoso. Fiquei o tempo que quis olhando e batendo uma enquanto observava. Obviamente meus amigos não estavam; depois descobri que estavam num curso de verão e só chegavam em casa depois das 3 da tarde todos os dias. Então, vários dias se passaram no tédio de não ter nada pra fazer além de ver TV, ouvir música, mas só chegava a hora do exercício da Pat e seu primeiro e único espectador estava na primeira fila: três quartos de hora de movimentos que me pareciam uma delícia, mesmo que pra ela fosse só exercício, e sempre com A janela ficava entreaberta ou totalmente aberta (depois eu descobri que ela me observava através de um espelho no qual nunca reparei, ela adorava que eu a observasse). Pat era casada, mas por alguma razão nunca conheci o marido dela, pois ele viajava com frequência, razão pela qual se divorciaram alguns anos depois. Antes daquele verão acabar, Josué, um dos filhos dela, fez aniversário e organizaram uma festinha para a qual fui convidado. Com a confiança de já ter entrado na casa dela inúmeras vezes, cheguei bem cedo na casa da Pat e ajudei com os preparativos, sabe, balões, decoração e tudo mais. Por volta das 2 da tarde, Pat pediu a Josué e ao irmão dele que fossem ao shopping comprar uma longa lista de coisas pendentes. Pela lista, vi que demorariam pelo menos duas horas no local, então optei por ficar em casa com a Pat, pois me aborreço de fazer compras e, conhecendo meus amigos, eles ficariam pelo menos mais uma hora nos fliperamas do shopping. Então eles ficariam fora um bom tempo.
Eu estava ajudando a Pat com algumas coisas na cozinha, indo e vindo para buscar uma coisa ou outra. Pat já estava vestida para a ocasião, com um vestido preto bem justo no corpo, o que fazia com que, mais de uma vez, ela me pegasse olhando ou para os peitos dela ou para a bunda, e ela simplesmente soltava um leve sorriso e continuava com o que estava fazendo. Eu ficava todo corado quando era pegado no flagra, mas não conseguia parar de olhar. Ela me pediu para picar alguns legumes na mesa da cozinha, o que fiz rapidamente, pois significava tê-la à vista praticamente o tempo todo. Eu estava na minha tarefa quando ela se esticou para pegar não sei o quê de um armário que tinha à minha direita, e aquele rabão dela ficou a apenas alguns centímetros de mim. Não resisti e, por impulso, coloquei minha mão naquela bunda linda que eu já tinha visto sem aquela barreira de tecido preto. Sem dizer uma palavra, Pat deixou que eu fizesse. Passei minha mão... pelas suas nádegas e descia até suas pernas muito bem torneadas e subia novamente, passando meus dedos pela fenda das suas nádegas e pressionando levemente onde deveria estar seu ânus, ela só soltava uns gemidos baixinhos quase inaudíveis. Me assustei ao perceber que ela estava me observando e eu nem tinha notado, estava hipnotizado pela bunda da Pat. Ela sorriu de modo safado e com uma certa lascívia me perguntou se eu gostava das suas nádegas, ao que eu confirmei com um movimento de cabeça. Ela se levantou e, passando atrás de mim, roçando o corpo no meu, disse: -Vem.
Me levou até o quarto dela de mãos dadas e, ao entrar, fechou a porta e a janela. Apesar de eu ter 14 anos, era um pouco mais alto que ela. Ela ficou na minha frente e disse: -Quer vê-las? - Eu confirmei de novo e, em seguida, ela levantou o vestido até a cintura e me mostrou a bunda. Ela usava uma calcinha francesa de tecido super transparente na cor preta. Suas nádegas eram firmes como pedra, empinadas e muito bem formadas. Ela disse: -Vem e toca, faz delas suas. - Me ajoelhei atrás dela e comecei a tocá-las, acariciando com as duas mãos, beijei e ela deu um salto e disse: -Continua. - Beijei, comecei a morder e a enfiar meus dedos por baixo da calcinha, e ela soltava uns gemidos bem suaves e profundos (ela estava há cerca de um ano separada do ex, e eu, pelo menos no apartamento dela, nunca vi outro homem, não digo que não tenha havido outros, mas pelo menos na casa dela não). Comecei a acariciar as pernas dela por dentro e ela abriu um pouco as pernas, o suficiente para meus dedos alcançarem sua bocetinha. A calcinha já estava molhada. Eu a puxei para o lado e comecei a acariciar seus lábios e seu clitóris. Ela começou a gemer ainda mais forte, acho que de tanto tesão da situação, ela gozou pela primeira vez com um gemido profundo e oco, as pernas tremiam e ela quase caiu. Antes de se sentar na beirada da cama, eu desci lentamente sua calcinha, deixando sua bunda completamente à mostra. Já sentada na cama, ela me disse: "Vem, me ajuda a tirar o vestido, ainda não me recuperei, estou com falta de ar". Tirei o vestido dela e apareceu aquele par de tetas perfeito, que como eu disse não eram grandes, mas muito bem formadas e duras, como poucas que já encontrei. Ela começou a desabotoar minha camisa, e eu comecei a acariciar suas tetas, parando nos mamilos que já estavam eretos e durinhos. Ela apenas fechava os olhos e continuava a tarefa de me livrar da camisa, passando para minha calça e cueca. Ao ver meu pau, ela se surpreendeu – ainda me achava um menino, mas aos meus catorze anos, meu pau já media uns 17cm totalmente ereto. Entre risos e surpresa, ela só conseguiu dizer: "Você já não é mais um menino! Nem meu marido tinha assim!!!". Ela o pegou com as mãos e levou até a boca, começou beijando e percorrendo com lábios e língua toda a extensão. Com as mãos, acariciava meus testículos e as nádegas. Levou dentro da boca e começou um boquete que até hoje me arrepia o corpo só de lembrar. Ela o engolia como uma verdadeira puta, entrava e saía da boca, fazendo eu arquejar as costas de prazer. Várias vezes, ela o enfiou até o nariz bater na minha pelve e o manteve lá dentro. O aperto da garganta dela me fazia perder o equilíbrio, a vista ficava turva. Não aguentei mais e gozei dentro dela. Empurrei sua cabeça contra mim e me esvaziei na garganta dela. Senti jatos e mais jatos de porra saindo, pensei que nunca ia parar. Ela se afastou e, com um grande sorriso no rosto, se jogou na cama, abriu completamente as pernas e disse: "Delicioso. Agora é sua vez, come toda minha buceta, destrói e me mostra que você já não é um garoto". Me inclinei e mergulhei a cabeça em sua boceta, que lambi como se fosse o doce mais gostoso (e de fato é). Separei os lábios externos e comecei a lamber os internos, dando pequenas mordidas, e quando cheguei no clitóris... Com umas lambidas ela gozou, jatos de mel saíam da sua bucetinha que eu lambi e engoli, e continuei fazendo ela se contorcer de prazer. Ela gemía e uivava, tentando abafar os sons para que os vizinhos (meus pais) não pensassem que algo ruim estava acontecendo, o que tornava tudo ainda mais prazeroso pela morbidez que eu sentia em saber que meus pais poderiam descobrir que eu estava comendo a vizinha. Ela gozou mais uma vez na minha boca e a cama já acusava uma grande mancha de mel e saliva, mas nenhum de nós dois tinha intenção de parar.
Assim que ela pareceu ter se recuperado do último orgasmo, me levantei ao lado da cama e coloquei suas lindas pernas sobre meus ombros. Minha rola, que já estava dura como nunca antes, penetrei sua bucetinha e dela saiu uma série de impropérios que eu nunca tinha ouvido: "Me fode até me matar, filho da puta!", "Não para senão eu arranco essa rola!", "Arrebenta minha xota como aquele merda do meu ex nunca conseguiu!" e uma extensa ladainha que seria chato contar, mas que me excitava a ponto de eu enfiar com mais força cada vez que ela falava algo.
O vai e vem se prolongou por um bom tempo, cada vez mais forte, cada vez mais brutal. A cama balançava violentamente a cada enfiada, ela uivava de prazer, já nem tentando abafar os sons. "Mais forte, cabrão! Você não é homem?! Me parte ao meio, me destrói por dentro como nunca fizeram!" Isso me deixou a mil e eu descarregava toda minha força em cada empurrão. Minha rola já doía de tanta força que eu usava para penetrá-la.
Ela começou a ofegar, a se contorcer, e um orgasmo brutal atingiu a Pat e a mim também. Eu gozei ainda mais violentamente dentro dela do que da primeira vez. Me joguei ao lado dela e ela não parava de convulsionar a cada espasmo do orgasmo que tinha sentido.
Mas não parou aí. Ela, mal recuperada, começou a chupar minha rola de novo. Minha rola voltou à vida. Ela se virou para mim e disse com uma cara luxuriosamente excitada: "Arrebenta meu... caralho, nunca fiz por aí, você vai ser minha primeira vez, é todo seu – nem terminei de dizer isso quando meu pau, ainda mais dilatado que antes, começou a pulsar com cada batida do sangue que corria por ele. Pat se pôs de quatro e me disse: "Vamos, cabrão, me arrebenta toda, desvirgina essa vadia consumada". Meti meu pau algumas vezes na sua bucetinha para lubrificar com seus fluidos e comecei a lamber seu cu. Encaixava com a língua e depois com um dedo, depois dois. Ela bufava cada vez que eu enfiava um dedo. Quando consegui meter três dedos, fiquei atrás dela, apoiei a cabeça do meu pau contra seu cuzinho e arremeti uma primeira vez – nada! Na segunda, minha glande começou a abrir caminho, e na terceira tentativa, meu pau entrou até a metade. Ela gritou com uma mistura de prazer e dor e murmurou: "Arrebenta, cabrão, me arrebenta agora!!!". Puxei seus quadris e, com um empurrão violento, meu pau se alojou completamente em seu cu. Ela começou a mover o quadril para frente e para trás, rebolando, ofegando escandalosamente. Eu comecei a meter e sacar meu pau de seu cu, primeiro bem devagar, e aos poucos aumentando a velocidade. Seu esfíncter estava cedendo à sodomização. Quando meu pau conseguia entrar e sair completamente de seu cu, comecei a arremeter com força. Ela se masturbava loucamente com uma mão e, com a outra, puxava uma de suas nádegas para abrir mais seu cu. Eu estava quase gozando quando ela começou a ter um orgasmo de um jeito escandaloso, começou a urinar, pois já não tinha controle de nada. E eu, prestes a ejacular dentro daquele bum maravilhoso, me deixei cair sobre ela e, com o pau dentro de seu cu, os dois deitados, eu sobre ela, me descarreguei, deixando meu pau dentro. Ela apertava forte meu corpo contra o dela. Não sei quanto tempo ficamos assim, conectados, cansados, suados e cheios de nossos fluidos e da urina dela. Ao acordarmos, me separei dela e me deitei ao seu lado. Ela me deu um grande beijo e disse: "Agora você não é mais um menino, é meu homem". E assim foi, durante 4 anos. a gente transava sempre que dava, sempre aparecia uma oportunidade. Pat foi para Ciudad Juárez, Chihuahua, com os pais, levando os filhos dela, embora eles tenham voltado anos depois para a Cidade do México para terminar os estudos, já que coincidentemente nos encontramos numa festa e me contaram que Pat tinha ficado lá. Meus amigos me disseram que ela tinha começado um relacionamento novo, morava com o parceiro e já tinham um novo irmão. Pat vai ficar na minha memória, acho que pra sempre, porque raramente consigo tirar ela da minha cabeça por muito tempo. Ela foi minha professora e, ao mesmo tempo, aprendemos juntos. Pat sempre vai ser a primeira love sexual.
Como várias das nossas janelas coincidiam, se alguém ficasse espiando, dava pra ver o que acontecia no apartamento da Pat. Um dia, estando de férias em casa sem nada pra fazer, eu ia chamar meus amigos pra gente sair pra jogar uma bola, mas o que encontrei foi a mãe deles fazendo um pouco de exercício no quarto dela, com a cortina entreaberta e totalmente pelada. Foi aí que vi pela primeira vez aquele corpo maravilhoso. Fiquei o tempo que quis olhando e batendo uma enquanto observava. Obviamente meus amigos não estavam; depois descobri que estavam num curso de verão e só chegavam em casa depois das 3 da tarde todos os dias. Então, vários dias se passaram no tédio de não ter nada pra fazer além de ver TV, ouvir música, mas só chegava a hora do exercício da Pat e seu primeiro e único espectador estava na primeira fila: três quartos de hora de movimentos que me pareciam uma delícia, mesmo que pra ela fosse só exercício, e sempre com A janela ficava entreaberta ou totalmente aberta (depois eu descobri que ela me observava através de um espelho no qual nunca reparei, ela adorava que eu a observasse). Pat era casada, mas por alguma razão nunca conheci o marido dela, pois ele viajava com frequência, razão pela qual se divorciaram alguns anos depois. Antes daquele verão acabar, Josué, um dos filhos dela, fez aniversário e organizaram uma festinha para a qual fui convidado. Com a confiança de já ter entrado na casa dela inúmeras vezes, cheguei bem cedo na casa da Pat e ajudei com os preparativos, sabe, balões, decoração e tudo mais. Por volta das 2 da tarde, Pat pediu a Josué e ao irmão dele que fossem ao shopping comprar uma longa lista de coisas pendentes. Pela lista, vi que demorariam pelo menos duas horas no local, então optei por ficar em casa com a Pat, pois me aborreço de fazer compras e, conhecendo meus amigos, eles ficariam pelo menos mais uma hora nos fliperamas do shopping. Então eles ficariam fora um bom tempo.
Eu estava ajudando a Pat com algumas coisas na cozinha, indo e vindo para buscar uma coisa ou outra. Pat já estava vestida para a ocasião, com um vestido preto bem justo no corpo, o que fazia com que, mais de uma vez, ela me pegasse olhando ou para os peitos dela ou para a bunda, e ela simplesmente soltava um leve sorriso e continuava com o que estava fazendo. Eu ficava todo corado quando era pegado no flagra, mas não conseguia parar de olhar. Ela me pediu para picar alguns legumes na mesa da cozinha, o que fiz rapidamente, pois significava tê-la à vista praticamente o tempo todo. Eu estava na minha tarefa quando ela se esticou para pegar não sei o quê de um armário que tinha à minha direita, e aquele rabão dela ficou a apenas alguns centímetros de mim. Não resisti e, por impulso, coloquei minha mão naquela bunda linda que eu já tinha visto sem aquela barreira de tecido preto. Sem dizer uma palavra, Pat deixou que eu fizesse. Passei minha mão... pelas suas nádegas e descia até suas pernas muito bem torneadas e subia novamente, passando meus dedos pela fenda das suas nádegas e pressionando levemente onde deveria estar seu ânus, ela só soltava uns gemidos baixinhos quase inaudíveis. Me assustei ao perceber que ela estava me observando e eu nem tinha notado, estava hipnotizado pela bunda da Pat. Ela sorriu de modo safado e com uma certa lascívia me perguntou se eu gostava das suas nádegas, ao que eu confirmei com um movimento de cabeça. Ela se levantou e, passando atrás de mim, roçando o corpo no meu, disse: -Vem.
Me levou até o quarto dela de mãos dadas e, ao entrar, fechou a porta e a janela. Apesar de eu ter 14 anos, era um pouco mais alto que ela. Ela ficou na minha frente e disse: -Quer vê-las? - Eu confirmei de novo e, em seguida, ela levantou o vestido até a cintura e me mostrou a bunda. Ela usava uma calcinha francesa de tecido super transparente na cor preta. Suas nádegas eram firmes como pedra, empinadas e muito bem formadas. Ela disse: -Vem e toca, faz delas suas. - Me ajoelhei atrás dela e comecei a tocá-las, acariciando com as duas mãos, beijei e ela deu um salto e disse: -Continua. - Beijei, comecei a morder e a enfiar meus dedos por baixo da calcinha, e ela soltava uns gemidos bem suaves e profundos (ela estava há cerca de um ano separada do ex, e eu, pelo menos no apartamento dela, nunca vi outro homem, não digo que não tenha havido outros, mas pelo menos na casa dela não). Comecei a acariciar as pernas dela por dentro e ela abriu um pouco as pernas, o suficiente para meus dedos alcançarem sua bocetinha. A calcinha já estava molhada. Eu a puxei para o lado e comecei a acariciar seus lábios e seu clitóris. Ela começou a gemer ainda mais forte, acho que de tanto tesão da situação, ela gozou pela primeira vez com um gemido profundo e oco, as pernas tremiam e ela quase caiu. Antes de se sentar na beirada da cama, eu desci lentamente sua calcinha, deixando sua bunda completamente à mostra. Já sentada na cama, ela me disse: "Vem, me ajuda a tirar o vestido, ainda não me recuperei, estou com falta de ar". Tirei o vestido dela e apareceu aquele par de tetas perfeito, que como eu disse não eram grandes, mas muito bem formadas e duras, como poucas que já encontrei. Ela começou a desabotoar minha camisa, e eu comecei a acariciar suas tetas, parando nos mamilos que já estavam eretos e durinhos. Ela apenas fechava os olhos e continuava a tarefa de me livrar da camisa, passando para minha calça e cueca. Ao ver meu pau, ela se surpreendeu – ainda me achava um menino, mas aos meus catorze anos, meu pau já media uns 17cm totalmente ereto. Entre risos e surpresa, ela só conseguiu dizer: "Você já não é mais um menino! Nem meu marido tinha assim!!!". Ela o pegou com as mãos e levou até a boca, começou beijando e percorrendo com lábios e língua toda a extensão. Com as mãos, acariciava meus testículos e as nádegas. Levou dentro da boca e começou um boquete que até hoje me arrepia o corpo só de lembrar. Ela o engolia como uma verdadeira puta, entrava e saía da boca, fazendo eu arquejar as costas de prazer. Várias vezes, ela o enfiou até o nariz bater na minha pelve e o manteve lá dentro. O aperto da garganta dela me fazia perder o equilíbrio, a vista ficava turva. Não aguentei mais e gozei dentro dela. Empurrei sua cabeça contra mim e me esvaziei na garganta dela. Senti jatos e mais jatos de porra saindo, pensei que nunca ia parar. Ela se afastou e, com um grande sorriso no rosto, se jogou na cama, abriu completamente as pernas e disse: "Delicioso. Agora é sua vez, come toda minha buceta, destrói e me mostra que você já não é um garoto". Me inclinei e mergulhei a cabeça em sua boceta, que lambi como se fosse o doce mais gostoso (e de fato é). Separei os lábios externos e comecei a lamber os internos, dando pequenas mordidas, e quando cheguei no clitóris... Com umas lambidas ela gozou, jatos de mel saíam da sua bucetinha que eu lambi e engoli, e continuei fazendo ela se contorcer de prazer. Ela gemía e uivava, tentando abafar os sons para que os vizinhos (meus pais) não pensassem que algo ruim estava acontecendo, o que tornava tudo ainda mais prazeroso pela morbidez que eu sentia em saber que meus pais poderiam descobrir que eu estava comendo a vizinha. Ela gozou mais uma vez na minha boca e a cama já acusava uma grande mancha de mel e saliva, mas nenhum de nós dois tinha intenção de parar.
Assim que ela pareceu ter se recuperado do último orgasmo, me levantei ao lado da cama e coloquei suas lindas pernas sobre meus ombros. Minha rola, que já estava dura como nunca antes, penetrei sua bucetinha e dela saiu uma série de impropérios que eu nunca tinha ouvido: "Me fode até me matar, filho da puta!", "Não para senão eu arranco essa rola!", "Arrebenta minha xota como aquele merda do meu ex nunca conseguiu!" e uma extensa ladainha que seria chato contar, mas que me excitava a ponto de eu enfiar com mais força cada vez que ela falava algo.
O vai e vem se prolongou por um bom tempo, cada vez mais forte, cada vez mais brutal. A cama balançava violentamente a cada enfiada, ela uivava de prazer, já nem tentando abafar os sons. "Mais forte, cabrão! Você não é homem?! Me parte ao meio, me destrói por dentro como nunca fizeram!" Isso me deixou a mil e eu descarregava toda minha força em cada empurrão. Minha rola já doía de tanta força que eu usava para penetrá-la.
Ela começou a ofegar, a se contorcer, e um orgasmo brutal atingiu a Pat e a mim também. Eu gozei ainda mais violentamente dentro dela do que da primeira vez. Me joguei ao lado dela e ela não parava de convulsionar a cada espasmo do orgasmo que tinha sentido.
Mas não parou aí. Ela, mal recuperada, começou a chupar minha rola de novo. Minha rola voltou à vida. Ela se virou para mim e disse com uma cara luxuriosamente excitada: "Arrebenta meu... caralho, nunca fiz por aí, você vai ser minha primeira vez, é todo seu – nem terminei de dizer isso quando meu pau, ainda mais dilatado que antes, começou a pulsar com cada batida do sangue que corria por ele. Pat se pôs de quatro e me disse: "Vamos, cabrão, me arrebenta toda, desvirgina essa vadia consumada". Meti meu pau algumas vezes na sua bucetinha para lubrificar com seus fluidos e comecei a lamber seu cu. Encaixava com a língua e depois com um dedo, depois dois. Ela bufava cada vez que eu enfiava um dedo. Quando consegui meter três dedos, fiquei atrás dela, apoiei a cabeça do meu pau contra seu cuzinho e arremeti uma primeira vez – nada! Na segunda, minha glande começou a abrir caminho, e na terceira tentativa, meu pau entrou até a metade. Ela gritou com uma mistura de prazer e dor e murmurou: "Arrebenta, cabrão, me arrebenta agora!!!". Puxei seus quadris e, com um empurrão violento, meu pau se alojou completamente em seu cu. Ela começou a mover o quadril para frente e para trás, rebolando, ofegando escandalosamente. Eu comecei a meter e sacar meu pau de seu cu, primeiro bem devagar, e aos poucos aumentando a velocidade. Seu esfíncter estava cedendo à sodomização. Quando meu pau conseguia entrar e sair completamente de seu cu, comecei a arremeter com força. Ela se masturbava loucamente com uma mão e, com a outra, puxava uma de suas nádegas para abrir mais seu cu. Eu estava quase gozando quando ela começou a ter um orgasmo de um jeito escandaloso, começou a urinar, pois já não tinha controle de nada. E eu, prestes a ejacular dentro daquele bum maravilhoso, me deixei cair sobre ela e, com o pau dentro de seu cu, os dois deitados, eu sobre ela, me descarreguei, deixando meu pau dentro. Ela apertava forte meu corpo contra o dela. Não sei quanto tempo ficamos assim, conectados, cansados, suados e cheios de nossos fluidos e da urina dela. Ao acordarmos, me separei dela e me deitei ao seu lado. Ela me deu um grande beijo e disse: "Agora você não é mais um menino, é meu homem". E assim foi, durante 4 anos. a gente transava sempre que dava, sempre aparecia uma oportunidade. Pat foi para Ciudad Juárez, Chihuahua, com os pais, levando os filhos dela, embora eles tenham voltado anos depois para a Cidade do México para terminar os estudos, já que coincidentemente nos encontramos numa festa e me contaram que Pat tinha ficado lá. Meus amigos me disseram que ela tinha começado um relacionamento novo, morava com o parceiro e já tinham um novo irmão. Pat vai ficar na minha memória, acho que pra sempre, porque raramente consigo tirar ela da minha cabeça por muito tempo. Ela foi minha professora e, ao mesmo tempo, aprendemos juntos. Pat sempre vai ser a primeira love sexual.
0 comentários - Pat mi primer amor