Caso os moderadores do Poringa não tenham ficado sabendo! Apagaram meu post anterior onde contava como começou essa aventura com minha meia-irmã, porque disseram que envolvia menores, tudo bem. Mas como estou com uma vontade enorme de contar isso, vou omitir essa parte e continuar com o que aconteceu depois, tempos depois. Para contextualizar, comento brevemente como é a situação. Sou do interior de Buenos Aires e a Sabrina é minha meia-irmã por parte de mãe, temos um ano e meio de diferença, eu sou o mais velho. Ela, desde que nasceu, tem problemas de saúde e parte de um tratamento que precisava fazer consistia em tomar pílulas anticoncepcionais, por uma questão de crescimento e sei lá mais o quê, e por isso ela sempre estava engordando e emagrecendo, não exageradamente, mas dava pra notar as mudanças. Foi falando sobre esse assunto que aconteceu aquilo que aconteceu. Bom, depois daquilo, não rolou mais nada porque a Sabrina ficou doente de novo e passamos vários meses com ela indo de clínica em clínica, internações, uma deprê. Terminou aquele ano e eu queria vir estudar em Córdoba, mas em casa não tinha grana pra me manter, já que tinham gasto bastante com a Sabrina e seus estudos, remédios e internações. Mas meu velho (padrasto) me ofereceu um trampo numa farmácia de um conhecido onde eu poderia ganhar uma grana e juntar. Ele propôs que eu trabalhasse, juntasse dinheiro e no ano seguinte fosse estudar onde quisesse, e que até me ajudaria financeiramente, mas com a condição de que naquele ano eu ficasse não só trabalhando, mas também ajudando em casa, tipo uma prevenção caso acontecesse algo do tipo "por favor, nos ajuda com sua irmã". Tudo bem, fiquei. Claro que eu, com 18 anos e tendo um ano sabático dos estudos, estava super de boa, ainda mais trabalhando e ganhando meu próprio dinheiro. Com muito esforço, guardava metade e com o resto fazia o que queria: roupa, rolês, coisas pra mim. Em casa, tudo voltou ao normal, até com a Sabri, exceto que nunca falamos sobre Tema. Passou esse ano e eu fiquei tão empolgado com o trabalho, ganhava bem e tanto com meus colegas quanto com o chefe a vibe era muito boa, me aumentaram o salário e pedi pros meus pais trabalhar mais meio ano, relutantes, eles aceitaram. Ao mesmo tempo eu continuava com muita curiosidade, algo rondava minha cabeça, não sabia o que fazer até que um dia, do nada, ela me chama pra ver um filme como nos velhos tempos, eu não criei muitas expectativas e também não sabia o que ela queria, mas foi bom voltar a ter aquela confiança que a gente tinha antes, desde pequenos. Assistimos o filme, conversamos um pouco e depois ela foi buscar o colchão pra colocar do lado da minha cama pra dormir. Era alguma coisa. Na manhã seguinte minha mãe abre a porta pra nos acordar e quando vê a Sabri dormindo ali, ela diz: “Vocês já não estão mais crianças pra continuar dormindo juntos”. Sim, ela tinha razão, a Sabri tinha acabado de fazer 18. Ah, aliás, a Sabrina terminou o ensino médio e não tinha nem ideia do que queria estudar, ficava em casa à toa sem fazer nada, exceto pra ir à academia, embora às vezes minha mãe a fizesse fazer coisas da casa, mas depois nada. Mas enfim, ela é a princesa da casa, a mimada. Namorado ou algum ficante por aí? Sempre tinha algum dando mole, mas nenhum oficial, a Sabri fazia o que queria e dava pra ver que com os caras também era assim. Aqui faço uma pausa e, lembrando que no post anterior (excluído) pediam fotos, bom, arrisco a cabeça e mostro algumas, obviamente tapei os olhos e o que fosse necessário pra não entregá-la, espero que entendam. Bem, aqui uma com 18 anos recém-completados:
Aqui na balada:
Essa ela me mandou quando vim pra Córdoba, sim, ela tá usando a jaqueta que eu usava pra trampar na farmácia:
Aqui já tinha uns meses de academia:
Essa foi nas festas na casa da nossa vó em Mar del Plata:
E essa última é a peça que compartilhamos na casa da vovó, sim, eu tirei sem ela perceber. Tínhamos feito um café da manhã gostoso e depois ela se levantou pra olhar o celular, logo depois da foto ela se vira e me mostra como a porra estava escorrendo da buceta com o fio dental ainda posto. Uma gostosa com todas as letras:
Eu sempre ficava imaginando se ia rolar de novo, se seria como aquela primeira vez, também tentava me convencer que aquilo tinha ficado pra trás já que antes de tudo somos irmãos. Enfim, mil coisas girando na minha cabeça. Quando a Sabrina voltou a dormir no meu quarto foi em fevereiro, quase fim do mês, sempre a mesma rotina: a gente assistia alguma coisa, conversava um pouco e ia dormir, nem sempre ela ficava mas quando ficava era no colchão dela no chão. A desculpa era que o ar no quarto dela não tava legal e é verdade, meus pais são meio largados pra essas coisas mas começou a chegar o outono e aí o frio era motivo pra ela continuar vindo pro meu quarto e dormir aqui. Lembro bem, meados de março, tava um friozinho e depois de assistir algo no meu PC ela se acomodou na minha cama, deu meia volta e dormiu ou foi o que eu pensei. Eu fiquei olhando pro teto com o coração batendo a mil desejando que acontecesse alguma coisa e quando decido virar de costas pra ela sinto a mão dela me procurando pra que eu me encaixasse com ela de conchinha. Não vou mentir pra vocês, na hora meu pau ficou duríssimo. Me encaixei e bem de leve me apoiei nela, queria que ela me sentisse, a Sabri moveu o quadril e ficamos assim uns bons minutos até que sinto ela puxando a parte de baixo do pijama pra baixo então eu faço o mesmo e aquele contato com a pele dela me deixou louco, não tava nem aí pra nada. Meu coração foi acelerando cada vez mais e acho que dei uns suspiros meio fortes porque em um momento ela fala: "Calma. Fica tranquilo." Só balancei a cabeça concordando e fiz o que pude pra me acalmar. Devagar, ou o máximo que consegui, comecei a aproximar meu pau da buceta dela, com a ponta fiquei acariciando, quando senti que ela tava bem molhadinha comecei a entrar. Que sensação gostosa, puta que pariu! Sinceramente não me importei com nada, pra começar dava como certo que ela ainda tava tomando a pílula então eu ia gozar bem dentro e desejava com todas as forças para que ela ficasse ali comigo. Quando entrei, senti e ouvi ela soltando um gemido baixo e apertando o travesseiro. Com minhas mãos, agarrei sua bunda, acariciei bastante e tentei segurá-la o máximo que pude. Não devo ter aguentado nem 10 minutos até gozar tudo que tinha guardado para ela durante dois anos. Até tive alguns encontros e coisas com outras minas, mas ficou aquela coisa com a Sabrina que não conseguia esquecer. Ficamos imóveis por alguns minutos, eu ainda bem dentro dela, e fizemos de novo, dessa vez um pouco mais forte e durou um pouco mais, ela se tocava e não sei se gozou também, mas eu gozei e curti muito. Quando terminamos, ela vestiu o pijama e eu fiz o mesmo, dessa vez ela ficou para dormir, não foi embora. Falando por mim, dormi como nunca tinha dormido antes.
Na manhã seguinte, domingo, minha mãe bate na porta do meu quarto para a gente levantar para o almoço. Dormimos a manhã toda! E para completar, nossa avó paterna veio de Mar del Plata. Almoçamos, tudo normal. Depois de um bom tempo de conversa à mesa, a Sabri me procura com o olhar e faz sinais indicando meu quarto, se levanta e vai. Espero alguns segundos e vou também.
Entro e vejo ela se aproximando e dizendo: “De novo, vai. Não fala nada.” Ela vai até minha cama, abaixa a leggings que estava usando e fica de quatro… Meu Deus, que imagem! Não sei quanto tempo demorou, mas o que lembro é enfiar meu pau dentro dela, me agarrar bem nos seus quadris e me mover como um louco, só ouvia o som da bunda dela batendo contra mim. Não tinha mais porra nenhuma, mas gozei e continuei enquanto ela tampava a boca com o travesseiro ou com os lençóis, ao mesmo tempo que se ouviam risadas e gargalhadas na sala.
Não gozei uma segunda vez, mas transamos até cansar. Quando saí, a Sabri se arrumou e fez aquele sinal com o polegar e o indicador juntos passando pela boca, dizendo para não falar nada. Ela sorriu e foi embora. Eu me Tirei uma soneca e dormi até umas 6 da tarde, acho, que foi quando a vó nos chamou pra se despedir. Dá pra imaginar como eu tava com tudo isso: com tesão e contrariado (um pouco). Eu continuava trampando e a Sabrina na dela, alguns fins de semana ela saía pra dançar e quase sempre acabava dormindo no meu quarto. Pelo cheiro eu sentia que ela vinha meio bêbada, além de que assim que entrava, ainda com a roupa que tava, já caía no sono e no dia seguinte minha mãe enchia o saco dela por não trocar de roupa e essas coisas. Uma vez ela veio de balada não sei a que horas e me acorda acariciando meu pau, assim que eu percebo ela já tá puxando minha cueca pra baixo e sobe em cima de mim, tudo no escuro total, a filha da puta cavalgou que nem louca até gozar e eu também, aí ela saiu, se ajeitou do meu lado e dormiu. Eu acordadão e com tesão. Com o inverno chegando, ela ficava pra dormir comigo quase todas as noites que eu me lembro, a rotina era quase sempre a mesma, de conchinha e no escuro. Exceto aquela vez que a vó veio, a gente fez ela de quatro, digamos que não tinha vontade de ver as caras, mas de fazer tinha. Quando ela tava nos dias, na menstruação, não aparecia no meu quarto, digamos que eu percebi um pouco tarde, mas percebi no final. Obviamente pra mim esses dias eram de guardar porra e às vezes não aguentava e batia uma punheta. E justamente quando ela tava nesses dias, um sábado à tarde, eu tava deitado na minha cama vendo um show do Cuarteto de Nos e ela entra com aquele sorriso de safada que ela tem, fecha a porta e faz sinal de silêncio e vai direto pro meu pau, obviamente ele tava dormindo. Ela abaixa minha calça e a cueca e começa a chupar, ele ficou duro na hora. Se eu disser que ela chupou de um jeito incrível, tô sendo modesto. Quando não aguentei mais, gozei na boca dela sem me segurar enquanto ela só fechava os olhos e continuava chupando, senti que ela engoliu tudo sem problemas, me olha, faz uns olhinhos, se Ela se levanta e vai embora, quando passa pela porta do meu quarto solta um arroto tão alto que minha mãe grita: "Sabrina, nojenta!" E ela responde com uma gargalhada. Enquanto isso, eu terminando de curtir aquele boquete que não estava esperando. Ficamos assim o ano todo. Não precisava mais de desculpas tipo ver alguma coisa pra ela dormir comigo, na maioria das vezes ela entrava meio tarde da noite, se acomodava e vinha me procurar e no escuro a gente fazia de conchinha, uma vez tentei colocar ela de quatro mas ela não deixou, a gente fazia do jeito que ela queria, eu não reclamava muito além do mais também não ia ficar exigente, né? Nos fins de semana era diferente porque durante a semana eu trabalhava, levantava cedo e não podia ficar dormindo, ela sim. Mas às sextas e sábados era diferente. Não importava se ela ou eu saíamos, quando voltávamos a gente transava, esperávamos um pelo outro. Fazíamos uma vez, outra vez e dormíamos e de manhã outra vez. O famoso sexo matinal era o melhor porque quando acordávamos geralmente estávamos pelados da cintura pra baixo e quando nos mexíamos saía um cheiro de porra, de buceta e de pau muito forte. Claro, eu enchia ela de porra e ela também não ia no banheiro se limpar, quase sempre ficava lá e dormia comigo. Esse cheiro que os dois sentíamos acho que deixava a gente com mais tesão. Toda essa situação eu curtia muito e acho que ela também. Não podia pedir mais e estava terminando meu segundo ano sabático de estudos mas trabalhando e com toda essa história com a Sabri. Em novembro comecei a preparar minha viagem pra Córdoba, sabia que esse momento ia chegar e fui aceitando forçadamente. Chegou dezembro e com ele as festas e nossos pais não tiveram melhor ideia do que ir passar Natal e Ano Novo na casa da minha avó. Algo bom tinha que sair disso, pensei. Fomos os quatro até Mardel e lá nos esperava a vovó. Eu não podia estar mais feliz quando nós... a gente se organizou quando soube que eu e a Sabri teríamos que dividir o quarto, porque o outro, que era um pouco maior, ia ser ocupado pelos nossos primos, dois chatos insuportáveis, alguns anos mais velhos que a gente, mas muito idiotas – a gente não se dava muito bem. Essa noite, claro, a gente transou, mas de conchinha, mesmo assim foi mais intenso já que os quartos dos meus pais e da vovó estavam um pouco mais afastados. A casa da vovó é grande.
A noite de Natal foi muito boa com a família, depois da meia-noite fomos a uma festa perto de onde estávamos. Com a Sabri, a única coisa que fizemos foi beber e beber. Quando voltamos, estávamos muito bêbados e não fizemos nada, nem tentamos. Quando acordei no dia seguinte, estava sozinho e com uma ressaca daquelas. Me levantei e, quando cheguei no quincho da vovó, todo mundo estava curtindo o dia e a piscina. A Sabri estava na piscina e, quando me viu, levantou a mão me cumprimentando toda feliz.
Almoçamos na mesa comprida e, curiosamente, a Sabrina sentou na minha frente. Até aí, tudo normal, até que depois do almoço, enquanto a gente conversava à mesa, vi como que em câmera lenta a Sabri se levantar e a safada, que estava de biquíni, me deixou ver sua entreperna molhada pela água da piscina, destacando a bucetinha dela com aquela parte de baixo preta. De algum jeito, como naquela vez, ela fez sinais com o olhar, me convidando pro quarto. Fingi que não vi e esperei um tempo que pareceu uma eternidade.
Quando cheguei no quarto, encontrei ela procurando roupa na mala. Não hesitei, me aproximei e a peguei por trás – dessa vez, nada de conchinha. A primeira coisa que fiz foi abraçá-la por trás, encostar nela e acariciá-la, meti a mão na sua buceta e no seu cu com muita vontade. Queria tocá-la, queria senti-la. Ela só gemía e suspirava baixinho, tentando não fazer muito barulho. Levei ela até a cama e a coloquei de quatro, enfiei meu pau na sua buceta e comecei devagar, tentando aproveitar cada segundo daquele corpo lindo. Como ninguém podia nos ouvir, fui aumentando a intensidade até ficar forte e intenso, com aquele barulho característico das nádegas dela batendo na minha cintura. Dessa vez eu gozei, mas não parei, continuei bombando, estava com muita vontade e tesão, senti ela se tocando para gozar também, porque ela tremeu toda. Quando gozei pela segunda vez, tirei meu pau e levei até a boca dela, não estava nem aí. Ela, com todo prazer, começou a me chupar enquanto eu deitava na cama. Quando terminamos, Sabri foi tomar um banho, eu fiquei jogado na cama e, quando ela voltou, joguei ela na cama e a posicionei para fazer um 69, fazia muito tempo que eu queria fazer com ela por cima e eu embaixo. Delícia. Foram dias muito prazerosos para nós dois, mas sem palavras e quase nenhum contato visual, como se de alguma forma não quiséssemos nos ver quando transávamos. No Ano Novo, foi parecido, só que na festa que fomos eu não bebi tanto, mas Sabri sim, tive que arrastá-la de volta e, quando estávamos no quarto, ela, que estava com um vestido justo, levantou ele, puxou a calcinha, ficou de quatro na cama e me disse: "Me dá um pouco de porra na minha buceta?" Quando ela terminou de dizer isso, eu já estava pelado e com o pau duro. Não sei se em alguns momentos Sabri dormiu, mas eu a comi bem devagar, aproveitando ao máximo. Depois que gozei, a arrumei, tirei os sapatos dela e a deixei dormir. Eu dormi o que pude, mas fiquei com vontade. Não sei quanto tempo passou, mas comecei a acariciá-la e ela continuava dormindo, me posicionei na pose que mais conhecíamos, sim, de conchinha, levantei um pouco a perna direita dela e comecei a acariciar a buceta com a cabeça do meu pau, estava encharcada, entrei sem problema e com muito prazer, ela se aconchegou no travesseiro e eu comecei a me mover, quando gozei ela soltou um gemido e eu bombei mais um pouco. Quando acordamos, o calor fez seu trabalho e aquele cheiro de porra, use the palavra: buceta e pau se sentia bastante, ela se vira e me acorda dizendo: "Tava com vontade, hein? Ainda tem um pouco?" e me dá as costas como se esperasse que eu entrasse de novo, eu entrei mas dessa vez gozei seco curtindo pra caralho, óbvio. Quando voltamos pra casa eu tinha minha viagem pra Córdoba me esperando, em dois dias arrumei minhas coisas e vim pra essa linda província. Sabrina, sabendo de tudo isso, nem apareceu no meu quarto, não transamos de despedida mas quando ela me despediu no terminal me abraçou bem forte e entre lágrimas dissemos que nos amávamos muito e que iríamos sentir saudades. Entre nós dois nunca falamos sobre isso, já faz dois anos e eu nunca vou esquecer. Por sorte aqui, alguns meses depois, conheci uma cordobesa e está tudo maravilhoso. Sabrina por sua vez conheceu um cara 10 anos mais velho que tem uma rede de restaurantes por Mendoza e San Juan, e o mais lindo de tudo é que vou ser tio já que ela nos contou recentemente que está de quatro meses de gravidez. Meus pais e eu (aliviado) super felizes. E bem gente, até aqui o que queria compartilhar com vocês, espero as opiniões, comentários, conselhos, etc. A verdade é que isso é libertador pra mim já que nunca contei pra ninguém e estava me corroendo um pouco. Espero que tenham gostado e agradeço muito por terem tirado um tempo pra ler minha história.
Aqui na balada:
Essa ela me mandou quando vim pra Córdoba, sim, ela tá usando a jaqueta que eu usava pra trampar na farmácia:
Aqui já tinha uns meses de academia:
Essa foi nas festas na casa da nossa vó em Mar del Plata:
E essa última é a peça que compartilhamos na casa da vovó, sim, eu tirei sem ela perceber. Tínhamos feito um café da manhã gostoso e depois ela se levantou pra olhar o celular, logo depois da foto ela se vira e me mostra como a porra estava escorrendo da buceta com o fio dental ainda posto. Uma gostosa com todas as letras:
Eu sempre ficava imaginando se ia rolar de novo, se seria como aquela primeira vez, também tentava me convencer que aquilo tinha ficado pra trás já que antes de tudo somos irmãos. Enfim, mil coisas girando na minha cabeça. Quando a Sabrina voltou a dormir no meu quarto foi em fevereiro, quase fim do mês, sempre a mesma rotina: a gente assistia alguma coisa, conversava um pouco e ia dormir, nem sempre ela ficava mas quando ficava era no colchão dela no chão. A desculpa era que o ar no quarto dela não tava legal e é verdade, meus pais são meio largados pra essas coisas mas começou a chegar o outono e aí o frio era motivo pra ela continuar vindo pro meu quarto e dormir aqui. Lembro bem, meados de março, tava um friozinho e depois de assistir algo no meu PC ela se acomodou na minha cama, deu meia volta e dormiu ou foi o que eu pensei. Eu fiquei olhando pro teto com o coração batendo a mil desejando que acontecesse alguma coisa e quando decido virar de costas pra ela sinto a mão dela me procurando pra que eu me encaixasse com ela de conchinha. Não vou mentir pra vocês, na hora meu pau ficou duríssimo. Me encaixei e bem de leve me apoiei nela, queria que ela me sentisse, a Sabri moveu o quadril e ficamos assim uns bons minutos até que sinto ela puxando a parte de baixo do pijama pra baixo então eu faço o mesmo e aquele contato com a pele dela me deixou louco, não tava nem aí pra nada. Meu coração foi acelerando cada vez mais e acho que dei uns suspiros meio fortes porque em um momento ela fala: "Calma. Fica tranquilo." Só balancei a cabeça concordando e fiz o que pude pra me acalmar. Devagar, ou o máximo que consegui, comecei a aproximar meu pau da buceta dela, com a ponta fiquei acariciando, quando senti que ela tava bem molhadinha comecei a entrar. Que sensação gostosa, puta que pariu! Sinceramente não me importei com nada, pra começar dava como certo que ela ainda tava tomando a pílula então eu ia gozar bem dentro e desejava com todas as forças para que ela ficasse ali comigo. Quando entrei, senti e ouvi ela soltando um gemido baixo e apertando o travesseiro. Com minhas mãos, agarrei sua bunda, acariciei bastante e tentei segurá-la o máximo que pude. Não devo ter aguentado nem 10 minutos até gozar tudo que tinha guardado para ela durante dois anos. Até tive alguns encontros e coisas com outras minas, mas ficou aquela coisa com a Sabrina que não conseguia esquecer. Ficamos imóveis por alguns minutos, eu ainda bem dentro dela, e fizemos de novo, dessa vez um pouco mais forte e durou um pouco mais, ela se tocava e não sei se gozou também, mas eu gozei e curti muito. Quando terminamos, ela vestiu o pijama e eu fiz o mesmo, dessa vez ela ficou para dormir, não foi embora. Falando por mim, dormi como nunca tinha dormido antes.Na manhã seguinte, domingo, minha mãe bate na porta do meu quarto para a gente levantar para o almoço. Dormimos a manhã toda! E para completar, nossa avó paterna veio de Mar del Plata. Almoçamos, tudo normal. Depois de um bom tempo de conversa à mesa, a Sabri me procura com o olhar e faz sinais indicando meu quarto, se levanta e vai. Espero alguns segundos e vou também.
Entro e vejo ela se aproximando e dizendo: “De novo, vai. Não fala nada.” Ela vai até minha cama, abaixa a leggings que estava usando e fica de quatro… Meu Deus, que imagem! Não sei quanto tempo demorou, mas o que lembro é enfiar meu pau dentro dela, me agarrar bem nos seus quadris e me mover como um louco, só ouvia o som da bunda dela batendo contra mim. Não tinha mais porra nenhuma, mas gozei e continuei enquanto ela tampava a boca com o travesseiro ou com os lençóis, ao mesmo tempo que se ouviam risadas e gargalhadas na sala.
Não gozei uma segunda vez, mas transamos até cansar. Quando saí, a Sabri se arrumou e fez aquele sinal com o polegar e o indicador juntos passando pela boca, dizendo para não falar nada. Ela sorriu e foi embora. Eu me Tirei uma soneca e dormi até umas 6 da tarde, acho, que foi quando a vó nos chamou pra se despedir. Dá pra imaginar como eu tava com tudo isso: com tesão e contrariado (um pouco). Eu continuava trampando e a Sabrina na dela, alguns fins de semana ela saía pra dançar e quase sempre acabava dormindo no meu quarto. Pelo cheiro eu sentia que ela vinha meio bêbada, além de que assim que entrava, ainda com a roupa que tava, já caía no sono e no dia seguinte minha mãe enchia o saco dela por não trocar de roupa e essas coisas. Uma vez ela veio de balada não sei a que horas e me acorda acariciando meu pau, assim que eu percebo ela já tá puxando minha cueca pra baixo e sobe em cima de mim, tudo no escuro total, a filha da puta cavalgou que nem louca até gozar e eu também, aí ela saiu, se ajeitou do meu lado e dormiu. Eu acordadão e com tesão. Com o inverno chegando, ela ficava pra dormir comigo quase todas as noites que eu me lembro, a rotina era quase sempre a mesma, de conchinha e no escuro. Exceto aquela vez que a vó veio, a gente fez ela de quatro, digamos que não tinha vontade de ver as caras, mas de fazer tinha. Quando ela tava nos dias, na menstruação, não aparecia no meu quarto, digamos que eu percebi um pouco tarde, mas percebi no final. Obviamente pra mim esses dias eram de guardar porra e às vezes não aguentava e batia uma punheta. E justamente quando ela tava nesses dias, um sábado à tarde, eu tava deitado na minha cama vendo um show do Cuarteto de Nos e ela entra com aquele sorriso de safada que ela tem, fecha a porta e faz sinal de silêncio e vai direto pro meu pau, obviamente ele tava dormindo. Ela abaixa minha calça e a cueca e começa a chupar, ele ficou duro na hora. Se eu disser que ela chupou de um jeito incrível, tô sendo modesto. Quando não aguentei mais, gozei na boca dela sem me segurar enquanto ela só fechava os olhos e continuava chupando, senti que ela engoliu tudo sem problemas, me olha, faz uns olhinhos, se Ela se levanta e vai embora, quando passa pela porta do meu quarto solta um arroto tão alto que minha mãe grita: "Sabrina, nojenta!" E ela responde com uma gargalhada. Enquanto isso, eu terminando de curtir aquele boquete que não estava esperando. Ficamos assim o ano todo. Não precisava mais de desculpas tipo ver alguma coisa pra ela dormir comigo, na maioria das vezes ela entrava meio tarde da noite, se acomodava e vinha me procurar e no escuro a gente fazia de conchinha, uma vez tentei colocar ela de quatro mas ela não deixou, a gente fazia do jeito que ela queria, eu não reclamava muito além do mais também não ia ficar exigente, né? Nos fins de semana era diferente porque durante a semana eu trabalhava, levantava cedo e não podia ficar dormindo, ela sim. Mas às sextas e sábados era diferente. Não importava se ela ou eu saíamos, quando voltávamos a gente transava, esperávamos um pelo outro. Fazíamos uma vez, outra vez e dormíamos e de manhã outra vez. O famoso sexo matinal era o melhor porque quando acordávamos geralmente estávamos pelados da cintura pra baixo e quando nos mexíamos saía um cheiro de porra, de buceta e de pau muito forte. Claro, eu enchia ela de porra e ela também não ia no banheiro se limpar, quase sempre ficava lá e dormia comigo. Esse cheiro que os dois sentíamos acho que deixava a gente com mais tesão. Toda essa situação eu curtia muito e acho que ela também. Não podia pedir mais e estava terminando meu segundo ano sabático de estudos mas trabalhando e com toda essa história com a Sabri. Em novembro comecei a preparar minha viagem pra Córdoba, sabia que esse momento ia chegar e fui aceitando forçadamente. Chegou dezembro e com ele as festas e nossos pais não tiveram melhor ideia do que ir passar Natal e Ano Novo na casa da minha avó. Algo bom tinha que sair disso, pensei. Fomos os quatro até Mardel e lá nos esperava a vovó. Eu não podia estar mais feliz quando nós... a gente se organizou quando soube que eu e a Sabri teríamos que dividir o quarto, porque o outro, que era um pouco maior, ia ser ocupado pelos nossos primos, dois chatos insuportáveis, alguns anos mais velhos que a gente, mas muito idiotas – a gente não se dava muito bem. Essa noite, claro, a gente transou, mas de conchinha, mesmo assim foi mais intenso já que os quartos dos meus pais e da vovó estavam um pouco mais afastados. A casa da vovó é grande.
A noite de Natal foi muito boa com a família, depois da meia-noite fomos a uma festa perto de onde estávamos. Com a Sabri, a única coisa que fizemos foi beber e beber. Quando voltamos, estávamos muito bêbados e não fizemos nada, nem tentamos. Quando acordei no dia seguinte, estava sozinho e com uma ressaca daquelas. Me levantei e, quando cheguei no quincho da vovó, todo mundo estava curtindo o dia e a piscina. A Sabri estava na piscina e, quando me viu, levantou a mão me cumprimentando toda feliz.
Almoçamos na mesa comprida e, curiosamente, a Sabrina sentou na minha frente. Até aí, tudo normal, até que depois do almoço, enquanto a gente conversava à mesa, vi como que em câmera lenta a Sabri se levantar e a safada, que estava de biquíni, me deixou ver sua entreperna molhada pela água da piscina, destacando a bucetinha dela com aquela parte de baixo preta. De algum jeito, como naquela vez, ela fez sinais com o olhar, me convidando pro quarto. Fingi que não vi e esperei um tempo que pareceu uma eternidade.
Quando cheguei no quarto, encontrei ela procurando roupa na mala. Não hesitei, me aproximei e a peguei por trás – dessa vez, nada de conchinha. A primeira coisa que fiz foi abraçá-la por trás, encostar nela e acariciá-la, meti a mão na sua buceta e no seu cu com muita vontade. Queria tocá-la, queria senti-la. Ela só gemía e suspirava baixinho, tentando não fazer muito barulho. Levei ela até a cama e a coloquei de quatro, enfiei meu pau na sua buceta e comecei devagar, tentando aproveitar cada segundo daquele corpo lindo. Como ninguém podia nos ouvir, fui aumentando a intensidade até ficar forte e intenso, com aquele barulho característico das nádegas dela batendo na minha cintura. Dessa vez eu gozei, mas não parei, continuei bombando, estava com muita vontade e tesão, senti ela se tocando para gozar também, porque ela tremeu toda. Quando gozei pela segunda vez, tirei meu pau e levei até a boca dela, não estava nem aí. Ela, com todo prazer, começou a me chupar enquanto eu deitava na cama. Quando terminamos, Sabri foi tomar um banho, eu fiquei jogado na cama e, quando ela voltou, joguei ela na cama e a posicionei para fazer um 69, fazia muito tempo que eu queria fazer com ela por cima e eu embaixo. Delícia. Foram dias muito prazerosos para nós dois, mas sem palavras e quase nenhum contato visual, como se de alguma forma não quiséssemos nos ver quando transávamos. No Ano Novo, foi parecido, só que na festa que fomos eu não bebi tanto, mas Sabri sim, tive que arrastá-la de volta e, quando estávamos no quarto, ela, que estava com um vestido justo, levantou ele, puxou a calcinha, ficou de quatro na cama e me disse: "Me dá um pouco de porra na minha buceta?" Quando ela terminou de dizer isso, eu já estava pelado e com o pau duro. Não sei se em alguns momentos Sabri dormiu, mas eu a comi bem devagar, aproveitando ao máximo. Depois que gozei, a arrumei, tirei os sapatos dela e a deixei dormir. Eu dormi o que pude, mas fiquei com vontade. Não sei quanto tempo passou, mas comecei a acariciá-la e ela continuava dormindo, me posicionei na pose que mais conhecíamos, sim, de conchinha, levantei um pouco a perna direita dela e comecei a acariciar a buceta com a cabeça do meu pau, estava encharcada, entrei sem problema e com muito prazer, ela se aconchegou no travesseiro e eu comecei a me mover, quando gozei ela soltou um gemido e eu bombei mais um pouco. Quando acordamos, o calor fez seu trabalho e aquele cheiro de porra, use the palavra: buceta e pau se sentia bastante, ela se vira e me acorda dizendo: "Tava com vontade, hein? Ainda tem um pouco?" e me dá as costas como se esperasse que eu entrasse de novo, eu entrei mas dessa vez gozei seco curtindo pra caralho, óbvio. Quando voltamos pra casa eu tinha minha viagem pra Córdoba me esperando, em dois dias arrumei minhas coisas e vim pra essa linda província. Sabrina, sabendo de tudo isso, nem apareceu no meu quarto, não transamos de despedida mas quando ela me despediu no terminal me abraçou bem forte e entre lágrimas dissemos que nos amávamos muito e que iríamos sentir saudades. Entre nós dois nunca falamos sobre isso, já faz dois anos e eu nunca vou esquecer. Por sorte aqui, alguns meses depois, conheci uma cordobesa e está tudo maravilhoso. Sabrina por sua vez conheceu um cara 10 anos mais velho que tem uma rede de restaurantes por Mendoza e San Juan, e o mais lindo de tudo é que vou ser tio já que ela nos contou recentemente que está de quatro meses de gravidez. Meus pais e eu (aliviado) super felizes. E bem gente, até aqui o que queria compartilhar com vocês, espero as opiniões, comentários, conselhos, etc. A verdade é que isso é libertador pra mim já que nunca contei pra ninguém e estava me corroendo um pouco. Espero que tenham gostado e agradeço muito por terem tirado um tempo pra ler minha história.
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