Fazia semanas que eu tava vendo ela, uma coroa daquelas que faz todo mundo virar a cabeça, com peitos firmes, não muito alta, coxas curvilíneas e uma bunda de apertar. Um verdadeiro manjar pra qualquer homem. Toda tarde eu via ela sair pra passear com o cachorrinho dela, a quem agradeço por várias empinadas que tive a chance de ver quando ela pegava ele no colo pra não deixar ele se misturar com cachorros maiores. Era um espetáááculo mesmo as pernas e a bunda dela enfiadas naquele moletom branco, me esquentavam a ponto de eu dedicar várias punhetas durante a noite. Depois fiquei sabendo que ela se chamava Cláudia e que morava sozinha na volta da minha casa, nuns apartamentos. Quando se abaixava, marcava uma calcinha de coroa tipo fullcut, das quais sou fã, e claro, fã dos VPL ou, em português, linhas visíveis de calcinha. Ao ver ela, me davam câimbras imaginando o dia que eu pudesse dar uns bons apertos naquela bunda. Um dia chuvoso, eu voltava pra casa andando perto do apartamento da Cláudia, mas como tava chovendo muito forte, tive que me abrigar num telhadinho bem na rua onde ela morava. Como tava meio escuro, não vi que tinha uma poça na frente da calçada. Qual não foi minha surpresa quando, de repente, ela chegou com o cachorrinho no colo e uma mala que parecia pesada. A gente se olhou e começou a comentar como a chuva tava forte e que, infelizmente, naquele dia ela tinha saído pra visitar uma amiga. Ela começou a procurar as chaves, quando um carro que passava espirrou a poça e nos molhou completamente. Pedi pra ela me deixar ajudar com a mala e, como quem não quer nada, perguntei se ela morava perto. Ela disse que sim, e a gente caminhou quando a chuva diminuiu um pouco, porque já não importava mais com a molhada que a gente tinha tomado. Ela me pediu se eu podia ajudar a subir a mala até o apartamento dela, e eu topei na hora. Ela abaixou o cachorro e, ao se inclinar, eu vi aquela bundona marcando a calcinha, o que me deixou a mil. Entramos no prédio e eu falei pra ela ir na frente na escada. De novo, ela pegou o cachorro no colo e me presenteou. outra vista daquelas bundonas, tava sentindo que ia gozar e claro, o melhor veio depois quando ela começou a subir, foi o espetáculo mais lindo da minha vida, era como se ela me hipnotizasse com o jeito dela andar, além da calcinha marcava uma celulitezinha clássica das senhoras da idade dela. quando entramos, ela abaixou pra pegar o cachorro e colocou ele na gaiola, a blusinha branca dela imediatamente deixou ver o sutiã branco transparente que mostrava os bicos dos peitos com a auréola. ela não percebeu isso, acho. ela me disse que ia pegar umas toalhas pra gente se secar. o apartamento dela cheirava a perfume, ao perfume dela, tinha fotos por todo lado e a do marido dela, que me contou um dia que tinha morrido fazia 3 anos. ela voltou e me ofereceu um café ou chá, eu pedi brincando um café mas com uma "picadinha" e ela, toda gostosa, falou "eu queria era só a picadinha mesmo". o olhar safado e o tom de voz me mostraram que ela queria algo. ela chegou com o café e com uma garrafa de "don pedro añejo" que, segundo ela, foi do marido e nunca terminou. começamos a conversar e a garrafa a baixar de nível enquanto subia o tom do nosso papo. de repente, ela soltou o cabelo, porque tava com um prendedor, e deixou ver uma cabeleira lisa, dava pra ver que pintava de um castanho claro que combinava muito bem com a pele branca dela e que, com os óculos de vó com correntinha, fazia ela ficar deslumbrante. ela me perguntou se eu não tinha que ir embora porque já era tarde e se ninguém me esperava, aí eu respondi que morava sozinho e não tinha ninguém. ela se levantou e disse "deixa eu ver se tenho uma calça de moletom que meu marido deixou". a minha vida inteira eu tinha sonhado em estar numa situação daquelas com uma mulher tão gostosa assim e finalmente aquele dia se realizou. ela me disse que podia me trocar no banheiro enquanto ela ficava mais à vontade. entrei no banheiro e ouvi ela colocar música. assim que entrei, vi o cesto de roupa suja dela e qual não foi minha surpresa ao ver um monte de calcinhas, vermelhas, pretas, brancas, rosas e de todo tipo, menos tangas, e pra falar a verdade, tangas não me agradam muito. depois de cheirar um pouco e Guardar uma pra mim na intimidade da minha casa e usar ela pro meu prazer total. Coloquei a calça de moletom que ficou um pouco apertada e deixava aparecer meu volume, que mesmo não sendo grande coisa, tem um tamanho bom, é de homem médio. Saí do banheiro e imediatamente guardei minha roupa bem dobrada com a calcinha escondida num dos bolsos e coloquei na minha mochila. Ela estava sentada no sofá e as xícaras de café já não estavam mais, agora tinha duas taças e uma garrafa de uísque. Ela tinha colocado uma camisola que deixava ela uma delícia e, ao me ver, disse: "A calça ficou um pouco apertada em você, né, principalmente na frente", sem tirar os olhos do meu pacote. "Meu marido era baixinho e não preenchia igual", dando um gole na taça. Sentei ao lado dela e ela disse: "Você pode massagear meus ombros? Acho que me machuquei com o peso da mala." Eu disse que sim e, com um óleo que ela trouxe, comecei a massagem. Ela dava pequenos gemidos e suspiros, e dizia: "Nossa, como é bom, você é muito bom nisso." Aos poucos, meu pau foi crescendo ao sentir a pele dela, que não era como a das mulheres da idade dela, era mais lisinha. O que mais me excitava era saber que uma mulher que eu mal conhecia estava me deixando vê-la de camisola e, principalmente, estando sozinhos, me deixando tocá-la. Fiquei de joelhos no sofá para me apoiar melhor, e ela se inclinou para trás, deixando meu pau nas costas dela. Ela reagiu, virou e disse com voz surpresa: "Ei! O que é isso aí embaixo?" Ao ver minha ereção, sem perguntar, tocou meu pau suavemente e depois deu um bom aperto. Me pegou pela mão e disse: "Vem, quero te mostrar uma coisa." Entramos no quarto dela e sentamos na cama. Ela disse: "Sabe, desde que meu marido morreu, fiquei muito sozinha e, na verdade, mesmo quando ele estava vivo, não me tratava como mulher. Sinto falta de um homem que me faça sentir mulher. Você acha que consegue?" Me levantei e beijei ela. Ela colocou as mãos no meu pau e lentamente abaixou a calça, liberando todo o meu bruto. Ela se surpreendeu e disse: "Nossa... Buceta que delícia, que corpinho gostoso" eu respondi "de hoje em diante é toda sua, com tudo o que pende". Ela tocou minhas bolas e disse: "Quero seu gozo, macho, quero que me encha por todos os lados, se quiser me faz sentir como uma puta, quero ser sua puta e que me trate como uma puta." Deitei ela e ela disse: "Espera!" Saiu do quarto e eu pensei "já se arrependeu". Voltou com a foto do marido e disse: "Quero que meu marido veja como outro me come e me enche de gozo, o que ele nunca conseguiu fazer." Me deitou e se jogou imediatamente pra chupar meu pau, primeiro deu umas lambidinhas e depois enfiou tudo de uma vez. Chupava como louca, parecia filme pornô, me olhava com olhos de tesão e pedi pra ela virar, queria chupar a buceta dela. Sem tirar da boca, ela virou e colocou a bunda na minha cara, primeiro quis ver a calcinha dela que cheirava limpo e perfume. Nisso ouvi ela dizer: "Olha Ramiro, isso sim é uma piroca, finalmente vou sentir um homem que vai me comer e me fazer de puta." De repente senti uma contração, não aguentei mais e gozei na garganta dela, ela não tirou meu pau e comeu todo meu leite. Uff, achei que ia desmaiar, era a melhor chupada da minha vida. Ela se aproximou e disse: "Gostou, buceta?" e eu falei: "Sim, mamãe, você chupa bem gostoso." Ela se surpreendeu porque meu pau ainda tava duro e disse: "Acho que essa noite você não sai daqui." Abriu a gaveta e me mostrou que tinha um filme pornô de sexo interracial, disse que tinha a fantasia de um pau preto no cu dela. Colocou o DVD e começou a ação, a gente começou a ver e ela deitou do meu lado com a bundona colada no meu piru. Eu apalpava os peitões dela que estavam bem durinhos, pareciam dois queijos grandes mas bem empinados. Falei que adoraria um dia ver ela modelar roupa íntima pra mim e ela disse: "Sim, amor, quando quiser. Se quiser, por que não vem morar comigo? Assim todo dia me vê vestir e despir, porque dá pra ver que você adora." Falei que queria despir ela. comer ela todo dia. A gente se beijava e meu pau já tava bem duro, ela só suspirava pelos beijos que eu dava no pescoço dela. De repente perguntei: "Quer que eu meta, mami? Porque já tô pronto." Ela respondeu: "Me come, sou sua putinha. Me enche de novo com seu leite, quero que fale comigo igual nos filmes, que me faça sua escrava." Levantei e falei: "Vem, putinha, chupa meu pau e tira meu leite." Ela ficou de quatro e começou a chupar. Meti quase inteiro, igual no filme. Falei: "Olha nos meus olhos enquanto me chupa." De repente, os olhos dela lacrimejavam de tão fundo que tava, com tudo e os ovos. Tirei, ela cuspiu, começou a tossir e disse: "Ah, filho da puta, era assim que eu queria ser comida." Falei: "Então continua chupando, meu amor, quero te deixar de olho virado." Ela se revelou uma puta toda safada, tirou o pau e disse: "Me come pela boca, quero que pareça que tá comendo minha bunda." Deitei ela de barriga pra cima e meti de novo com tudo e os ovos. De repente, ela se soltou e a saliva escorreu bem grossa. Tava se engasgando, mas mesmo assim não reclamou, só disse: "Agora sim, buceta, enfia em mim." Coloquei ela de quatro, puxei a calcinha dela pro lado — aquela calcinha que eu tinha visto e que era meu delírio, não conseguia parar de olhar. Comecei a chupar a buceta dela e a dedilhar. Cheirava uma delícia, limpinho, gostava salgadinho, e isso me excitou. Chupei o clitóris dela e ela dizia: "Já, pai, enfia em mim, enfia seu pauzão." Já tava tão louco e ela tão molhada que de uma vez só entrou tudo, mas ela apertava bem gostoso. E começou a gritar: "Assim, assim, hummm, que pau gostoso, love. Cê gosta da minha buceta?" Eu falei: "Se chama buceta, meu amor. De hoje em diante, quero que aprenda palavras sujas pra mim. Agora você é minha mulher e vou te encher de leite todo dia, vou te dar o que seu marido não te deu." Ajeitei ela pra ficar de frente pra foto do corno. Não aguentei mais e gozei dentro dela. Ela apertou as nádegas pra espremer todo o leite, e a gente caiu na cama, suados e ofegantes. Ela me olhou nos olhos e disse: "Obrigada por me fazer. Sentir viva de hoje em diante, tudo o que você quiser você tem, só me segue enchendo de seu cum gostoso. Começou a sair meu ranho e ela esfregava na mão e chupava, me dava tesão, mas eu já tava tão cansado que meu pau não subiu mais. A gente deitou e dormiu. Depois daquele dia, me mudei pra casa dela e falava pros vizinhos que era sobrinho dela, embora acho que ninguém acreditou, mas ela não ligou nem um pouco. A mala da amiga dela era roupa que ela tinha dado, porque como ela também tinha um novo amante, o amante gostava de calcinha fio dental e calça justa, então a amiga deu toda aquela roupa de coroa pra ela. Eu falei: “Adoro como você fica, quero te ver com essa roupa, me excita saber que você é uma puta madura e sensual só pra mim”. De tarde ela andava de lingerie, e a gente gastava todo o dinheiro comprando calcinha e calça social justa, ela ficava uma delícia. Na próxima história, vou contar como fiz ela se envolver com uns caras num cinema pornô do centro.
0 comentários - Una bella madura