Um Relembre para Reviver (Parte 1)

Essa é uma história que também aconteceu há um tempo, onde conheci uma garota num chat, nada a ver com este aqui, era um chat onde todo mês a gente fazia encontros pra se conhecer cara a cara. Era um chat inocente, sem nenhum tipo de intenção sexual, tendenciosa ou nada, um chat da velha guarda. Essa garota que eu conheci e a gente se mandava mensagem direto, fora do chat. Quem aí que é da época da internet antiga não se lembra do ICQ? Ela usava o apelido Pequis, que, aliás, perdi o contato e adoraria reencontrar.
Em uma das reuniões eu a tinha cruzado e nos olhares tínhamos dito tudo, na segunda vez que nos cruzamos na porta do banheiro, não pude deixar de falar com ela, e assim que nos cumprimentamos ela me diz: olha, eu não vim sozinha, estou com meu marido. Ao que respondi: tudo bem, eu estou com minha namorada. E não pude evitar roubar um beijo dela. Ela ficou surpresa e confusa, mas cada um seguiu seu caminho.
Um dia comum e corriqueiro, durante a semana. Eu morava em Córdoba e Pellegrini, e havíamos combinado de nos encontrar naquela esquina para "conversar", mesmo que, por um acordo prévio, já estivesse quase decidido o que ia acontecer. Eram 10h da manhã. Eu saí do escritório com uma desculpa, que nem lembro mais. Ela tinha me ligado avisando que estava chegando no ponto do encontro. Como eu trabalhava a poucas quadras dali, saí imediatamente ao seu encontro. Ela era casada, tinha filhos que naquele horário estariam na escola.

Assim que nos vimos, um "oi, tudo bem?", e automaticamente fomos direto para o apartamento. Ela na frente, mostrando aquela silhueta maravilhosa, uma cintura que era realmente um sonho. Uma bunda pequena que era impossível não ficar olhando. Depois de entrar no corredor comprido que levava ao elevador, e entre risadas lembrando o que tinha acontecido na reunião do chat, chegamos ao elevador. Quando entramos, me preparo para fechar a porta e apertar o botão, quando me viro e ela me abraça e diz: "Que beijo lindo você me roubou no outro dia". Eu respondi: "Desculpa ter roubado, se quiser eu devolvo". E sem perder um segundo, com as mãos dela no meu pescoço, aproximei minha boca e começou a devolução. O prédio tinha 11 andares, que no elevador fizeram o caminho mais longo e o beijo mais lindo que já tinha recebido.

Depois dos 11 andares de elevador, faltava um de escada. Quando saímos do elevador, ela começou a andar na minha frente, me puxando pela mão e me levando como se conhecesse o caminho. Ela na frente e eu dois degraus abaixo. Meu Deus, que panorama ela me proporcionava. Ela com um jeans azul gasto e justo, o contorno daquela bunda pequena a 25 cm do meu nariz. Meus olhos se cruzavam, e os ratinhos na minha cabeça voavam.

Quando chegamos na porta do apartamento, abro a porta, deixo ela entrar e, ao fechar a porta, ela me abraça e me beija sem cerimônia. Seu corpo colado no meu, e o pau procurando o melhor caminho, totalmente duro, torcido dentro da calça. Peguei ela pela... Segurei sua cintura e a encostei na parede, um beijo interminável, minhas mãos começaram a subir pelas suas costas, se enrolando em um cabelo selvagem, abundante, lindo. Ela com uma mão segurava minha cabeça, com a outra procurava meu cinto da calça, eu com uma mão em seu cabelo, a outra contornando seu rostinho e descendo pelo seu pescoço até seus seios, procurando dentro de sua camisa macia, chegando até o coração onde sentia seus batimentos frenéticos e sem querer roçando um mamilo firme, duro, apontando para o peito.

Consigo soltar minha calça e sem perder tempo coloco sua mão sobre meu membro, que estava furioso como se buscasse ar, firme e úmido, tentando encontrar refúgio em seu corpo. O beijo parecia eterno, sua boca não parava de me saborear e eu me sentia o homem mais quente. Minhas mãos começaram a descer, procurando sua calça para despir e sentir sua pele tão macia, tentando me enroscar em seu sexo e sentir seu calor interno. Ela, assim que consegui soltar sua calça, afastou-se de mim e tirou-a completamente, colocando-se de costas e com uma calcinha vermelha apoiou sua bunda na minha pica, movendo-se como se estivesse abrindo espaço para que eu a penetrasse, assim sem palavras, apenas um gemido que me deixava louco. Minhas mãos agarradas à sua cintura, puxando-a bem perto do meu corpo, mas sua calcinha ainda estava no lugar. Minhas mãos saíram da cintura, uma foi para seus seios e a outra para sua buceta, úmida, quente, gostosa, prontinha, com vontade de ser penetrada.
Sentindo seu gemido, ela se afasta do meu corpo, e com uma mão agarro meu pau, olhando para ela e se lambendo, ela se abaixou e sem piedade enfiou tudo na boca, muito gulosa chupava tudo, desde a cabecinha até as bolas, se deliciava e brincava com a língua nas minhas bolas, eu estava com o pau pra explodir, e ela, a safada, me olhava com aqueles olhinhos cheios de luxúria.
O prazer que ela me proporcionava era imenso, eu não queria gozar e deixá-la sem poder vir também. Peguei sua cabeça, levantei-a e a levei até a cama, ela sempre entre minhas pernas, não queria parar de chupar. Deitei-a na cama e comecei a tocar sua buceta, sentia aquela umidade que não era pouca, suas pernas semi levantadas, seu clitóris duro e quente. Uma vez na cama, me coloquei sobre ela, com minha boca entre suas pernas, e meu corpo sobre o dela fazendo um 69, ela me pegava pela bunda e me puxava para baixo, enfiando meu pau em sua boca, eu me contorcia de prazer, e minha língua cheia de sua umidade vaginal, todo o fluxo inundava minha boca, ela a cada chupada minha fazia maravilhas com sua língua e enfiava meu pau fundo em sua garganta, com as mãos apoiadas na minha bunda, e meus dedos buscando todo seu prazer interno.

Eu estava com o pau prestes a explodir, mas não queria que o tempo passasse, queria aproveitá-la como nunca, queria que os dois tivéssemos o orgasmo mais longo. Em um momento, ela tirou o pau da boca e me pediu para descer, porque ela estava quase chegando. Quando desci, ela me jogou na cama e colocou sua bunda na minha cara, eu não podia acreditar e não parava de admirar o bumbum que ela tinha, uma bunda perfeita, com minhas mãos rodeando suas pernas abri a bunda procurando aquele buraquinho lindo, os melhores beijos negros que pude dar, seu bumbum se dilatava e minha língua queria chegar mais fundo, sua buceta chorria de prazer, todo meu rosto úmido por ela, meus dedos brincavam cada vez mais dentro de sua buceta, primeiro com um, depois começou o segundo, e o terceiro foi direto para sua bunda, parecia que eu ia devorá-la, aquela bunda queria mais, e eu estava com o pau querendo explodir na boca dela.

Ela não aguentava mais e pedia que eu a penetrasse. Coloquei-a contra a cama, com aquele rabinho pra cima, e aquela bunda me encarava, parecia que estava me chamando. Apoiei a cabeça naquele buraquinho e ela estremeceu. Fiquei na dúvida se devia fazer, mas ela continuava pedindo. Suavemente, no ritmo que ela conduzia, fui entrando aos poucos. Entre o líquido do pau e seus sucos vaginais, a lubrificação era perfeita. Enfiei tudo, e ela mordia o travesseiro. Pensei que a dor fosse demais, fiquei paradinho um momento, e ela suplicou: "Por favor, mexe, me faz sentir tudo". Foi quando comecei a bombear, mas num ritmo bem lento, a ponto de tirar e deixá-la querendo mais. Não queria gozar logo, fazia ela sofrer, enquanto ela implorava: "Por favor, me come". E eu só dava a pontinha, aos poucos fui dando o gosto, e ela, pra que eu não tirasse mais, com as mãos agarrou minhas coxas me deixando dentro dela. Eu já estava quase não aguentando, e ela pedindo pra eu comê-la muito. A cama se mexia pra todo lado, e eu cavalgando sobre ela. O ritmo foi ficando cada vez mais forte, o pau entrava e saía, e a buceta dela cercada pelos dedos dela e os meus. "Enfia tudo, me come forte" eram as palavras que me deixavam louco, até que eu disse: "Quero te encher toda, foder você todinha de porra". E ela gritou: "Acaba com essa bunda toda, arrebenta ela com sua porra e inunda minha bunda". Não consegui me segurar mais, o jato de porra não parava de sair, a bunda dela se apertava cada vez mais, e meu pau não conseguia parar de gozar. Com os movimentos cada vez mais lentos até parar, deixei dentro. Não queria sair dessa posição, e a bunda dela parecia pulsar.


Continua......

1 comentários - Um Relembre para Reviver (Parte 1)

Muy buen relato . Sin dudas una historia inolvidable