......a bunda dela parecia provocar.
Ela me disse: "Fica dentro, quero sentir teu corpo dentro do meu." Tava muito cansado, exausto pra caralho. Depois de uns minutos, me deito do lado dela e ela vai pro banheiro. Quando volta, me vê todo acabado e fala: "Isso tá só começando, olha que eu quero continuar." Fiquei duro na hora, não sabia o que responder. Ela disse: "Se você me deixar, eu quero te fazer meu." E eu continuei duro, sem falar nada. Com a boca dela, posso garantir que fazia maravilhas. Eu, deitado na cama de barriga pra cima, só conseguia olhar. A boca dela rodeava a piroca, meio sonolenta e cansada, mas não ficou assim por muito tempo. Aos poucos, ela foi se levantando. Ela tinha um olhar que levantava até defunto. Enquanto fazia isso, meus dedos se perdiam na buceta dela, e ela continuava tão molhada e quente quanto no começo. Eu só conseguia olhar e brincar com os lábios vaginais dela, não conseguia nem me levantar. Ela, com a língua, me deixou a todo vapor de novo. Quando viu que eu tava pronto, não fez mais nada além de sentar na piroca e enfiar tudo pra dentro. Com movimentos bem lentos, ela esfregava a piroca por todo o interior, eu sentia cada cantinho da buceta dela. A vulva dela tava no rubro, e ela se arqueava, deixando ver como entrava e saía. Com as mãos apoiadas ao meu lado na cama, ela olhava como fazia a piroca entrar e sair. Me olhava nos olhos e depois voltava a olhar o movimento. Era um movimento artístico. Ela sozinha enfiava até o fundo e deixava só na pontinha, esfregava o clitóris na cabeça da piroca e depois enfiava de novo. Assim por um bom tempo, mas sempre num ritmo lento. Num momento, ela se levanta e diz: "Tira minha quentura com a língua, enquanto você goza na minha boca." De novo, ela sentou com a bunda na minha cara, e a buceta dela, toda aberta e molhada. Minha língua só ficava dentro da buceta dela, e ela se contorcia na minha língua. Eu não conseguia ver, mas sentia a boca dela chupando a porra que tava dentro do meu pau. Parecia que ela tava me ordenhando. Ela se metia toda. toda a pica na boca e fazia sentir os dentes dela suavemente. Eu ficava cada vez mais excitado, sentia os fluidos dela cada vez mais intensos e o gemido dela era animal. Aos poucos, ela começou a pegar mais ritmo e minha pica sentia a boca dela querendo comer ela toda, minha mão na bunda dela, minha língua na pussy, meus dedos abrindo caminho pra sentir as entranhas dela, e dois dedos abrindo caminho na bunda dela.
O prazer dela era único, nunca tinha sentido como eu gozava na boca dela, e minha pica tava louca pra encher a garganta dela de porra. Aos poucos, comecei a sentir ela tremer e me dar todo o prazer dela, e o esperma quente começava a encher a boca dela. Quando sentiu o calor do gozo, ela ficou mais frenética, e o clitóris dela tava duríssimo. Meus dedos na bunda dela pareciam que iam ser cortados, ela se contorcia e arqueava pra caralho, até que começou a desacelerar. Ela se virou e me mostrou a porra na boca dela, escorrendo pelo canto, e falou: "quero mais porra, vou tirar tudo de você, gotinha por gotinha, bem caprichosa, limpo a pica toda, sem deixar nenhum resquício.
Bom, essa história é algo que vivi há quase 9 anos, mas ficou gravada em mim como se fosse ontem, e talvez com a intenção de revivê-la ou reencontrar aquela trepadeira que era e com certeza continua sendo uma puta gostosa.
Ela me disse: "Fica dentro, quero sentir teu corpo dentro do meu." Tava muito cansado, exausto pra caralho. Depois de uns minutos, me deito do lado dela e ela vai pro banheiro. Quando volta, me vê todo acabado e fala: "Isso tá só começando, olha que eu quero continuar." Fiquei duro na hora, não sabia o que responder. Ela disse: "Se você me deixar, eu quero te fazer meu." E eu continuei duro, sem falar nada. Com a boca dela, posso garantir que fazia maravilhas. Eu, deitado na cama de barriga pra cima, só conseguia olhar. A boca dela rodeava a piroca, meio sonolenta e cansada, mas não ficou assim por muito tempo. Aos poucos, ela foi se levantando. Ela tinha um olhar que levantava até defunto. Enquanto fazia isso, meus dedos se perdiam na buceta dela, e ela continuava tão molhada e quente quanto no começo. Eu só conseguia olhar e brincar com os lábios vaginais dela, não conseguia nem me levantar. Ela, com a língua, me deixou a todo vapor de novo. Quando viu que eu tava pronto, não fez mais nada além de sentar na piroca e enfiar tudo pra dentro. Com movimentos bem lentos, ela esfregava a piroca por todo o interior, eu sentia cada cantinho da buceta dela. A vulva dela tava no rubro, e ela se arqueava, deixando ver como entrava e saía. Com as mãos apoiadas ao meu lado na cama, ela olhava como fazia a piroca entrar e sair. Me olhava nos olhos e depois voltava a olhar o movimento. Era um movimento artístico. Ela sozinha enfiava até o fundo e deixava só na pontinha, esfregava o clitóris na cabeça da piroca e depois enfiava de novo. Assim por um bom tempo, mas sempre num ritmo lento. Num momento, ela se levanta e diz: "Tira minha quentura com a língua, enquanto você goza na minha boca." De novo, ela sentou com a bunda na minha cara, e a buceta dela, toda aberta e molhada. Minha língua só ficava dentro da buceta dela, e ela se contorcia na minha língua. Eu não conseguia ver, mas sentia a boca dela chupando a porra que tava dentro do meu pau. Parecia que ela tava me ordenhando. Ela se metia toda. toda a pica na boca e fazia sentir os dentes dela suavemente. Eu ficava cada vez mais excitado, sentia os fluidos dela cada vez mais intensos e o gemido dela era animal. Aos poucos, ela começou a pegar mais ritmo e minha pica sentia a boca dela querendo comer ela toda, minha mão na bunda dela, minha língua na pussy, meus dedos abrindo caminho pra sentir as entranhas dela, e dois dedos abrindo caminho na bunda dela.
O prazer dela era único, nunca tinha sentido como eu gozava na boca dela, e minha pica tava louca pra encher a garganta dela de porra. Aos poucos, comecei a sentir ela tremer e me dar todo o prazer dela, e o esperma quente começava a encher a boca dela. Quando sentiu o calor do gozo, ela ficou mais frenética, e o clitóris dela tava duríssimo. Meus dedos na bunda dela pareciam que iam ser cortados, ela se contorcia e arqueava pra caralho, até que começou a desacelerar. Ela se virou e me mostrou a porra na boca dela, escorrendo pelo canto, e falou: "quero mais porra, vou tirar tudo de você, gotinha por gotinha, bem caprichosa, limpo a pica toda, sem deixar nenhum resquício.
Bom, essa história é algo que vivi há quase 9 anos, mas ficou gravada em mim como se fosse ontem, e talvez com a intenção de revivê-la ou reencontrar aquela trepadeira que era e com certeza continua sendo uma puta gostosa.
2 comentários - Uma lembrança pra reviver (parte 2)