A Mulher do Meu Sobrinho Parte 3

http://www.poringa.net/posts/relatos/3122953/La-Mujer-de-Mi-Sobrino-Parte-2.htmlDepois da nossa viagem, voltamos pra casa. Marco ia chegar uns dias depois e, como sempre, no fim de semana aproveitamos pra bater um papo. Dessa vez na casa dele, Marco fez um churrasco no quintal dos fundos e comprou umas cervejas que a gente começou a beber sem cerimônia nenhuma. Vanesa, por sua vez, só ficava ouvindo a conversa entre nós. Marco me explicou que logo viria outra promoção e que provavelmente em uns dois meses eles iam sair da cidade. Eu disse que desejava muito sucesso pra ele e que esperava que continuasse assim. Vanesa não aguenta mais nossa conversa e fala pro Marco que tá com dor de cabeça, que vai pra cama dela dormir. A gente ficou batendo papo mais um pouco e, com as cervejas que já tinha tomado, Marco me comenta que logo vai largar a Vanesa. Fiquei surpreso com essa declaração forte e pergunto "Por quê?". Claro que esperava ouvir que o motivo era que a esposa dele era uma puta que adorava dar a bunda pro tio, mas obviamente não foi isso. Marco me disse que tava retomando um amor antigo do colégio e que a garota tinha sido o amor da vida dele, e que agora ele tava convencido de que ela era realmente a mulher que ele queria do lado. Continuou com um monte de besteiras românticas que eu nem prestei atenção. Nisso, entra uma ligação no meu celular, era minha esposa Elda. Ela fez as perguntas de sempre e a gente conversou um pouco, depois me disse que precisava de um favor. E continua: "O padre Alberto vai pra cidade resolver uns trâmites, vai ficar a semana toda e eu ofereci nossa casa pra ele ficar. Você pode cuidar dele, por favor?" Minha esposa me irrita, mas eu digo que sim.

Na segunda-feira, o padre chegou em casa. Era recém-formado. Quando perguntei a idade, ele disse que tinha 28 anos. Falei que era muito novo pra estar metido nessas coisas, ele só sorriu. Na terça-feira à tarde, chegando do trabalho umas 5 da tarde, vejo o padre Alberto vendo TV. Cumprimento ele e vou pra cozinha preparar alguma coisa. Ofereço um uísque pra ela relaxar e ela aceita. Aí batem na porta, era a Vanesa, ela tava com um casaco comprido que chegava abaixo do joelho e me fala: "me deixa entrar que já começou a chover". Pergunto se o Marco não chegou e ela diz que não, que hoje ele vai chegar tarde, e continua: "a gente pode aproveitar o tempo". Aí eu viro pra sala e falo que tenho visita. Ela olha e vê o padre tomando o uísque dele. Falo: "deixa eu te apresentar o padre Alberto, ele vai ficar aqui uns dias". Pergunto pra Vanesa se ela quer um uísque pra esquentar, e ela diz que sim. Enquanto tô servindo o uísque da Vanesa, o padre me pede outro. Vou pra sala com a garrafa na mão pra não ficar voltando pra cozinha.

Vanesa começa a conversar com o Alberto e ele toma o segundo uísque de uma vez só. Não é à toa que os padres às vezes têm fama de bêbados. Ele me pede se posso servir mais um. Faço isso e ele já começa a beber na hora. Vanesa fala pra ele que não costuma ir muito à igreja, mas que já que ele tá aqui, quer se confessar. Ele comenta que naquele momento não pode fazer isso, mas que se ela quiser, pode ouvir e dar algum conselho. O padre continua no terceiro copo e me pede mais um gole. Vanesa também me pede mais um. Aí ela fala pro padre: "não sei por onde começar, mas vou tentar. Faz uns meses que tô tendo problemas com meu marido e isso me levou a ter uns pensamentos ruins". Alberto comenta que ela precisa ser menos envergonhada e contar mais detalhes. Vanesa escuta e começa a contar: "então, padre, vejo os caras passando na rua e imagino os paus deles, fico me perguntando como são". O padre fica perplexo e ela continua: "depois volto pra casa e, sabe como é, fico agitada e começo a me tocar imaginando as pirocas desses caras de várias maneiras. Às vezes imagino eles na minha boca ou dentro da minha bucetinha". Vanesa se aproxima mais do padre e começa a tocar ele. perna, Alberto está tão perplexo com o que sai da boca daquela mulher que nem percebe isso. Vanesa para um pouco, e eu observo como o pau de Alberto está tão duro que dá pra ver por cima da calça dele. A puta da minha sobrinha tinha feito o pai ficar muito excitado. Ela retoma a história e diz ao pai: "é por isso que preciso da sua ajuda, e já que meu tio está aqui, também da dele." O pai fica calado, não sabe o que dizer. Ela diz: "deixe-me ser mais explícita." Ela levanta do assento e se coloca na frente do pai, tira o casaco, e qual não é minha surpresa e a do pai: a grande puta vinha enfiada numa rede preta tipo body, que deixava ver por todos os buracos o corpo inteiro da minha sobrinha, desde os mamilos e as tetonas dela até a risca da pussy. Ela volta a se sentar ao lado de Alberto e diz: "esse é o meu problema." E continua: "por exemplo, agora mesmo estou imaginando seu pau na minha boquinha." Vanesa toma o controle da mente de Alberto, e ele já não faz nada. Vejo minha sobrinha massagear o membro dele com as mãos e lentamente abrir o zíper da calça escura do pai. Ela enfia a mão e tira o membro para fora, deixando ver o pau todo duro. Vanesa vira para olhar o pai na cara e pergunta: "você topa me ajudar?" O pai diz que sim. Ela, com a maestria que a caracteriza, começa a puxar a pele do pau dele e depois enfia a glande na boca para começar a chupar, com lambidas profundas por todo o pau. Vanesa para um momento para me olhar e diz: "vai, dá uma olhada na minha pussy pra mim, tio, por favor." Eu me coloco atrás dela no sofá, e ela abre mais as pernas. Enquanto eu vejo aquele espetáculo, tiro meu pau da calça, que já está super duro, e ao ver a pussy já molhada e escorrendo suco, não penso duas vezes: rasgo toda a rede, deixando totalmente exposta a pussy e a bunda dela. E aí Enfio o pau de uma só vez, ela para de chupar o pau do pai e me diz: "É a primeira vez que você come a buceta da sua sobrinha". Eu não falo nada e começo a tirar e meter, ela geme e volta a chupar o pau do pai. Continuamos por alguns minutos até que o pai diz que não aguenta mais, que sente que vai gozar. Ela fala pra ele que quer engolir o leite dele, que não se preocupe. Então eu acelero o ritmo das estocadas e com minha mão começo a estimular o cu dela, cuspo umas duas vezes no rabo dela e começo a enfiar os dedos. Ela começa a rebolar até gozar, tremendo toda com o orgasmo. O pai percebe e não aguenta mais as chupadas da Vanesa, gozando dentro da boca dela, enquanto diz que nunca tinha conhecido uma puta tão gostosa. Ela tira o pau do pai da boca e fala pra ele recuperar as forças enquanto o tio come ela. Vanesa me diz que quer meu leite na buceta dela. Ela levanta e eu me sento no sofá, ela se ajeita na minha frente e senta em cima de mim, pega meu pau com a mão e coloca na entrada da buceta dela. Ela sussurra no meu ouvido: "Tio, você já me comeu bastante, deixa eu fazer o trabalho agora". Sem dizer mais nada, ela senta no meu pau e começa a rebolar sem parar. Pega os peitos dela e coloca na minha cara, me convidando pra chupar. Aceito o convite e começo a chupar os bicos sem parar. Ela geme e grita um pouco, vejo que com a mão direita ela começa a dilatar o cu, enfiando os dedos devagar. Ela não para de me montar, tira os peitos da minha boca pra aproximar os lábios dela dos meus e a gente começa a se beijar. Então ela dá uma pausa e sussurra no meu ouvido: "Quero o pau do pai no meu cu, enquanto você continua comendo minha buceta. A gente pode tentar? Ou você não quer emprestar essa bunda pra mais ninguém?" Eu digo que não, que tá de boa o cu dela provar vários paus pra ir afrouxando mais, e completo: "Putas como você precisam das doses delas. Porra no cu pra manter ele no jeito. Nisso eu viro pra olhar o padre, que não parava de bater uma, vendo como a gente tava trepando. Vanesa fala pra ele: "Chega pra cá, papai, quero que você meta o pau no meu cu. Coloca atrás de mim." O padre não dizia nada, só obedecia. Vanesa abre as nádegas e mostra o cu já dilatado pro padre: "Tá vendo meu cu?" Ele diz que sim. "Então é aí que quero que você meta teu pau, meu amor." O padre se aproxima e, meio com medo, coloca a glande na entrada do cu da Vanesa. Ela fala: "Não seja tímido, empurra com força, que esse cu gosta de ser tratado na marra." O padre fica doido com as palavras da minha sobrinha e mete sem pena, uma vez e outra, por vários minutos. Ela começa a gemer e a falar que ele tem um pau gostoso, que é um desperdício de carne, sendo o dono desse instrumento um padre. Eu continuo metendo o pau na minha sobrinha pela buceta e chupando os peitos dela. Ela acelera o ritmo e eu vejo que ela começa a gozar e jorrar nas minhas pernas todos os sucos dela. Eu não aguento mais aquele espetáculo e gozo dentro da buceta da Vanesa. O padre para o ritmo frenético dele e fala pra Vanesa que quer gozar nos peitos dela. Ela, ainda cansada e ofegante do orgasmo, levanta do meu pau, se vira e se ajoelha na frente do padre. Coloca o pau dele entre os dois peitos suados e começa a chupar. O espetáculo não dura nem dois minutos quando ele começa a gozar nos peitos da minha sobrinha. Eu tava muito excitado e meu pau recuperou as forças, então falei pra Vanesa que queria um boquete pra terminar na boquinha dela. Ela começa a chupar meu pau até eu começar a gozar na cara dela, deixando ela coberta de porra. Quando eu ouço alguém abrir a porta de casa, e vejo minha mulher entrando. Vanesa nem percebeu, ela continuava limpando meu pau até que eu seguro o rostinho dela com a mão e tiro o pau da boca dela. Ela vira, e nós três ficamos pasmos. vendo minha mulher, o padre já tava com a pica na mão e ficou assim.
Nem vou contar a triste história do que aconteceu depois, mas obviamente o relacionamento com minha esposa foi pro saco, Vanesa e Marco também se divorciaram, nunca mais soube do padre que era tudo menos isso, mas Vanesa e eu continuamos transando e somos um casal hoje em dia. Seguimos sempre buscando novas aventuras.
FIM…

7 comentários - A Mulher do Meu Sobrinho Parte 3

👌 exelente relato serian mejores si agregas fotos
xeroz
El mejor final que he leido en todo poringa.
fantastico!!!! espero saber mas de vos y vanesa!!!! +10
Jajajajaja... A la final te quedaste con tu lok.. Jajajajajaja... Muy bueno...