O prazer que dá é tão, mas tão intenso, que vale a pena.
Mas façam direito, deem sinais pra ele. Não forcem, esperem como eu fiz.
A vontade cresce tanto que depois a gente não consegue segurar mais.
É a coisa mais linda que já me aconteceu na cama. Diferente de todos os homens com quem transei depois do divórcio.
Tenho um relacionamento com o qual estou muito bem, mas transar com um dos meus filhos me fez uma mulher completa.
A vontade tem me dominado ultimamente. Mas esperei a oportunidade e comecei a dar sinais claros pra ele.
Tenho 49 e ele tem pouco mais de 18. É jovem, forte, masculino, desejável e... agora sei que é muito potente sexualmente.
Eu quis sentir como é fazer amor com meu filho. Não fui criada assim, por isso demorei para me decidir.
Depois, o filho que eu mais desejava, e que sempre foi mais carinhoso comigo, fez 18 anos, dei sinais do que eu queria e... fiz.
Uma manhã ele veio me visitar, foi nesse verão. Ao acordar, eu o vi na cama dele a 2 metros de mim, em toda sua beleza masculina juvenil.
Como sempre houve confiança na minha casa, eu durmo quase pelada e ele só de short.
Notei que os lençóis não eram suficientes para o frio da manhã de verão e convidei ele para deitar comigo, porque eu ia levantar para preparar o café da manhã.
Eu estava com um tesão acumulado enorme, mas não sabia como ele reagiria. Eu já tinha dado algumas indiretas nas conversas em que falamos sobre sexo como mãe e filho, depois eu abria as pernas devagar e mostrava minha buceta, porque no verão em casa eu não uso calcinha.
Só uso uma peça bem curtinha que deixava minha bunda e minha buceta à mostra ao me virar na cama.
Ele começou a me olhar ao acordar e eu percebi que o pau dele estava duro e levantando a cueca.
É um cara alto, bem formado, e não é virgem. Tem namorada onde mora e transa como qualquer um.
Ele vem me visitar como meus outros filhos, mas só ele fica no meu quarto, onde só tem duas camas, porque não tenho mais a de casal.
Por causa dos estudos e do trabalho, ele está no interior do país. Ele sempre foi e ainda é muito grudado comigo, me liga toda noite e a gente fala de tudo.
Quando ele veio para minha cama, eu o cobri como quando era criança, mas a cama é de solteiro e ele ficou colado em mim.
Deitei de lado, ele me abraçou colocando minhas costas contra o peito dele.
Eu sentia a respiração dela no meu ouvido... suave e tranquila.
Daqui a pouco a gente troca de posição, ele de barriga pra cima igual a mim e eu vi que o pau dele tava levantando o short.
Eu apoiei minha cabeça no peito dela e cedi à minha tentação e desejo. Senti o corpo jovem, forte e... proibido dela pulsar.
Comecei a fazer carícias de mãe para filho e depois não aguentei mais e comecei a beijá-lo e fazer carícias de amante, às quais ele não se opôs.
Ele também me fazia carícias e beijos, muito terno como um filho, sem falar.
Eu aproveitei e respondi, mas como mulher, meu braço esbarrou no pau dele que estava duríssimo, levantando o shorts dele de um jeito impressionante.
Ele continuou acariciando meu cabelo... não disse nada... depois de um tempo nos levantamos sem que nada acontecesse. E foi só isso... naquele dia.
Pouco tempo depois, meu filho volta a me visitar... e dessa vez sim... aconteceu o que tinha que acontecer... transamos como nunca antes na minha vida.
Já mais relaxados, mas carregados com o desejo da vez anterior, começou com jogos de mãos, inocentes.
Eu estava usando um camisola curta, bem simples, sem sutiã, sem nada por baixo e aproveitei para me colar nele.
Durante o jantar naquela noite da segunda visita (com intenções da minha parte) insinuei o que queria abrindo as pernas e mostrando minha buceta enquanto jantávamos.
Depois do jantar, fomos pro meu quarto. Da brincadeira de mãos, fingindo uma briguinha, passamos pros abraços, tudo em silêncio.
Só se ouvia nossa respiração ofegante. Ele me abraçou, acariciou minha bunda, eu sussurrei coisas... e me joguei na cama.
Deitei de bruços... ele chegou e se deitou em cima de mim, senti o pau dele duríssimo e não me mexi. Ele achou que não era a hora e foi pro banheiro.
Temia que ele se masturbasse e eu perdesse a porra dele. Provoquei ele pra voltar e ele veio, colocando todo o peso em cima de mim e senti o pau dele prestes a explodir contra minha bunda, que dizem ser irresistível e muito tentadora. Dessa vez ele não só subiu... como começou a me beijar no pescoço e acariciar minhas costas.
Comecei a me esfregar pra ele ver que não estava rejeitando... mas sim querendo mais... Num momento nos esquecemos de tudo, estávamos completamente sozinhos, morrendo de tesão e percebi que já não éramos filho e mãe, mas sim homem e mulher.
Eu estava encharcada e levantei meus quadris para não deixar nenhuma dúvida do que estava por vir. Éramos um homem e uma mulher que desejavam transar.
Meu filho tirou o short e eu me ajoelhei. Ele começou a empurrar suavemente com o pau dele contra... minhas nádegas.
Queria entrar por ali e ele meteu só a pontinha, mas eu não estava pronta pra isso e perdi a porra dele.
Continuei me mexendo embaixo dele, e ele não aguentou e gozou. Ele fez quase na mesma hora, com um gemido suave de prazer.
Senti o gozo escorrendo pelas minhas pernas, saindo da minha bunda.
Passa um momento, e de novo ele fica duro e eu me viro e abro as pernas, totalmente. Queria ele dentro, tudo dentro.
Senti o peso do corpo jovem e forte dele apoiando nas minhas ancas, que delícia!!
Quando ele me viu de costas, logo enfiou de novo. Recomeçamos com beijos e carícias, e eu fiquei toda molhada de novo, minha buceta pulsava
Ele meteu... tudo, e eu comecei a sentir como ele curtia a penetração, vendo seus olhos fechados se sentindo dentro de mim.
Use a palavra: buceta molhada... sua respiração ofegante... seus gemidos suaves... sua vitalidade... o movimento dos seus quadris.
Deixei-me levar pela vontade dele e, aproveitando o pau dele, gozamos juntos. Eu soltando meu gemido de prazer mais profundo, ele fechando os olhos e com seu gemido suave depois de enfiar todo o pau dele dentro, com força deixando toda a porra lá dentro... que delícia!!!
Toda noite a gente se fala por telefone, e se o assunto surge a gente conversa sobre isso, mas não muito. A vontade tá se acumulando e eu só espero meu filho vir me visitar de novo.
1 comentários - Madre e hijo