Mi tia sofi

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, tia Sofi, irmã da minha mãe. Por ser mais velha que a mamãe, ela é um pouco mais enrugada, talvez um pouco mais caída, mas como é uma tia "encalhada", daquelas que dizem que "ficou pra vestir santo", a vida pra ela vale é nada, digamos assim. E com certeza ela se diverte mais que muitas mulheres. Ela adora elegância e, como não tem cachorro pra latir nem galo pra cantar, vive bem pra caralho. No aniversário de 48 anos, ela deu um jeito com meus pais pra eu acompanhá-la até Puerto Vallarta por uns oito dias, porque segundo ela, já tava precisando dar uma sacudida na poeira e pegar uns ares novos à beira-mar, curtindo a brisa. Lá em Vallarta é outra parada: a festa nunca acaba e a noite também não, é só curtir e curtir até onde o corpo aguentar.
Minha tia é uma mulher gostosa pra caralho, e ela, em vez de pegar em armas, prefere mamar pica, porque já desde antes eu tinha descoberto ela se criando com o pau do meu pai, mas fazer o quê, enquanto tudo ficar em família, não tem problema.
Enfim, fomos embora ou ela me levou com ela, chegamos, nos hospedamos no hotel Fiesta Americana porque tudo estava lotado, pão-dura ela não é, só que muito calculista pediu apenas um quarto, nos acomodamos, depois descemos pro bar pra refrescar e ver como tava o clima, eu de olho nas gringas pra ver qual delas eu ia fisgar, pensando que minha tia Sofi faria o mesmo com algum cara da idade dela, mas nada, os planos já estavam muito bem traçados.
Tomamos uns piñas coladas pra ir esquentando os motores, começamos a dançar, e de repente chega um cara de aparência estrangeira e convida ela pra dançar, ela aceitou e fiquei olhando pensando que "esse arroz já cozinhou" e agora é hora, Jonas, de caçar uma americana peituda daquelas que com três tequilas já tão procurando um cano pra se jogar no "table dance" e ganhar aplauso. Fui me aproximando do grupo de minas já meio quentes com as bebidas e comecei a colar meu chiclete, porque é pra isso que elas vêm no México: beber e transar, transar e beber. Foi fácil engatar uma, entre um gole e outro um amasso pra deixar ela no ponto e na mira, até esqueci que tava de acompanhante da minha tia.
Já quentes, a americana e eu fomos pro banheiro e, com a permissão do Tio Sam, levantei a saia curta que ela tava usando, ergui a perna dela e comecei a meter a vara na buceta dela, toda depilada. Ela começou a se contorcer de prazer e a mamar o bebê. Agarrei nos peitos dela e terminei de me criar, que é pra isso que servem. Chupei os peitos dela até ela gozar, senti os líquidos escorrendo. Ela desceu pra chupar minha pica e a maldita gringuinha parecia uma bezerra de um ano, chupava que dava gosto. Se tem uma coisa, é que acho que elas são experts nessa parada de chupar pica.
Já pegando fogo de tesão, sentei ela em cima da penteadeira, desci a calcinha fio dental, deslizei meu dedo na rachinha cor-de-rosa dela e comecei a dedar até ela ficar de olho virado. De tão excitada, ela mesma se acariciava um peito enquanto eu chupava o outro. Ela abriu as pernas o máximo que pôde e começou a jorrar de novo o orgasmo espumoso, com aquele cheiro de camarão ou peixe meio seco. A gente tava nessa quando entra outro casal. Eles nos viram e quiseram voltar, mas quando perceberam o que a gente tava fazendo, ficaram pasmos olhando como eu tava comendo ela. Meu pau não é muito grande, digamos que é médio, e enquanto eu ajustava ele pra meter, eles também cagaram pra tudo e começaram a transar do nosso lado. Aí a coisa ficou foda, porque minha americana ficou ainda mais excitada e começou a gemer como se tivesse possuída, pedindo pica. Encaixei na entrada da buceta dela e, antes de enfiar, passei a cabeça no clitóris. Isso deixou ela a mil, e como uma louca começou a se mexer. O outro casal não perdia nenhum detalhe do que a gente tava fazendo. Meti fundo e ela até arqueou as costas. Comecei a bombar e ela gozou pra caralho, molhou meu pau inteiro num segundo. Não sei como, ela se jogou em cima da outra americana e as duas filhas da puta começaram a se beijar. O outro cara viu aquilo e também meteu até o talo, e o berreiro que se armou no banheiro foi foda. Eu e o outro cara nos olhamos e, sem dizer nada, trocamos de mina. As garotas continuaram se beijando e a gente enfiou os paus nelas, bombando. Elas estavam em cima da penteadeira, depois a gente desceu elas pro chão, colocou de quatro, uma de frente pra outra, e aí, don Simão, é meter pra valer. Metemos com tanta sede que só se ouvia o barulho das bolas batendo nas bucetas e o chape-chape dos líquidos entrando e saindo dos paus. Eu não aguentei mais e, cravando as unhas na bunda da americana, gozei como um louco dentro da rachinha dela, terminando com um longo e sonoro ahhhggg!!! O outro cara teve o mesmo fim. também deixou dentro dela, eu sequei meu pau com papel higiênico, me ajeitei meio que a roupa e saí todo desligado, e atrás de mim o outro amigo, bem na hora porque nisso entraram umas três minas, bem agarradinhas umas nas outras.
Já de volta ao bar, encontrei minha tia Sofi sentada na mesa, toda puta da vida porque não sabia pra onde eu tinha ido. Falei pra ela: é que fui ligar pra minha namorada pra saber se ela quer vir, mas ela respondeu que não pode porque tá de provas na faculdade, e como aqui a maioria das minas são gringas, essas são muito sem graça e não curto o estilo delas.
Mas puta da vida ainda, falou:
—Jonás e tipo meia hora conversando?
Não, tia, é que a ligação não tava entrando e esses fdp da Telmex tão cagando pro serviço... mas tia, não fica brava não, quando vi que a senhora já tava de casal e dançando bem coladinha com aquele cara, pensei que eu já não servia mais pra nada...
Na chapa eu respondi: pois é, mas o filho da puta já queria me levar pra cama e eu nem sei que armas ele carrega, e se o desgraçado for sádico e me acabar...
Esse comentário realmente me deixou de cara... pensei, minha tia não tem papas na língua...
Aí ela disse: — Vamos tomar a última e vazar, tô meio cansada da viagem e não precisa a gente se acabar de cara, devagarzinho pra gente aguentar o ritmo, querido — falou com uma voz já mais calma.
Tomamos o último abacaxi e subimos pro quarto. No elevador, ela me disse:
-... que tinha muita gente nos telefones, porque tipo, você tá com um cheiro de uma mistura estranha de aromas?
— Não, tia, tipo duas ou três pessoas que estavam conversando, me apressei em responder. Não vai ser o cheiro do seu parceiro, porque eu vi que ele te trazia bem grudadinha e você meio que se agarrava mais nele... imaginei que você tava de boa com ele...
—No começo, sim —disse ela—, mas quando percebi as intenções e propostas muito ansiosas e insanas dele, preferi deixar pra lá, porque a gente nunca sabe que tipo de bicho chega no mel e depois fica sofrendo à toa. Mas não importa, a gente mal chegou, você só olha e cala a boca que vai longe, filho... E dizendo isso, me abraçou como se eu fosse filho dela, esfregando os peitos no meu peito.
Chegamos no quarto e eu falei: - tia, vou tomar um banho pra tirar esse suor e dormir sossegado, até porque é a primeira vez que a gente vai dormir no mesmo quarto e não queria que você ficasse com uma má impressão de mim...
Ela disse: — ai filho, não se preocupa não, que eu também tô na mesma, depois eu tomo banho, por enquanto a gente dorme e amanhã cedo a gente organiza os rolês e tudo que a gente vai fazer nesses dias...
Amanheceu e já com o novo dia descemos pra tomar café, as minas estavam lá, mas como se nada tivesse acontecido, acho que da bebedeira já nem lembravam da trepada que demos nelas no banheiro, mas é assim mesmo, borboletas de mil flores, ou melhor, bucetas de mil paus, transam com o primeiro que aparece e se a gente se ver de novo, nem te conheço.
Durante o café da manhã, minha tia planejou toda a ação que a gente ia ter: saídas pra conhecer os arredores lá em Mismaloya; a casa da Elizabeth Taylor e do Richard Burton com a ponte que atravessa a rua e por onde eles se comunicavam, como lembrança daquele filme lendário, A Noite do Iguana; saídas pra Punta de Mita e toda aquela zona hoteleira do caralho que fica na beira da baía...
No terceiro dia aproveitando a "Dolce Vita", a gente tava indo pra um lugar chamado Cruz de Guanacaste. Minha tia viu um motel com um nome tipo Pôr do Sol, na curva que a estrada faz contornando o aeroporto, aí acendeu a luzinha na cabeça dela e ela me disse:
—Tô afim de dar um amasso em você nesse motel, vim com o tesão lá em cima, sobrinho, e quero que você me alivie. Esse calor aqui acelera meus hormônios, passo o dia inteiro pelando de vontade de transar. Hoje, quando você entrou no chuveiro, me deu uma vontade danada, por pouco não entrei no banho com você. Mas não aguentei mais, e foi falando e fazendo: como ela vinha dirigindo o carro alugado, entrou num piscar de olhos no motel, pagou a entrada ela mesma. Já no quarto, pediu o serviço de vinhos e a gente começou a beber. Acho que era umas dez da manhã.
Minha adorável tia Sofi é uma safada, distinta e elegante. Logo de cara, pediu pra eu servir uma taça de vinho e a gente começou a bater papo. Por dentro, meu sangue fervia. Na real, minha tia já passou da idade de casar, tipo, o bonde já passou, mas sozinhos e com a intenção mais pura de comer ela, comecei a achá-la apetitosa, ainda mais com o tesão de foder minha própria tia. Eu também fui me excitando, e entre uma taça e outra, a gente tomou umas duas garrafas. Minha tia é uma tagarela, o vinho subiu, ela ligou a TV e, vocês já sabem, canais pornô, caso precise ou a mina esteja resistindo. Ela ainda disse: "Faz tempo que não vejo uma dessas", se referindo ao filme pornô que tava passando. E aí o bicho pegou, só faltava quebrar as barreiras morais. Mas de moral, só o nome mesmo, porque em todo lugar se cozinha feijão, né?
Já enturmados nos vapores do vinho, minha tia começou a ficar romântica e eu a me deixar querer, nos olhamos com desejo, pensei: é minha tia, mas que se foda, vou meter mesmo, no fim das contas é só fazer o favor e ninguém vai saber, a oportunidade é agora e um rolo entre família é sempre gostoso e excitante, parece que a gente entra em outra dimensão... claro, ela com mais experiência nessa coisa de sedução pegou o passarinho...
Ela baixou as alças do vestido e me ofereceu os peitos dela, que mesmo caídos eu não ia desprezar. Comecei a brincar com a língua e eles foram endurecendo, e ela disse: — Ai, Jonás, até me faz rejuvenecer, sinto arrepios e tô gostando, que língua suave e ao mesmo tempo forte você tem, Jonás. Meu pau com esses comentários foi ficando duro, os peitos têm um gostinho gostoso, ainda mais sendo da minha tia. Minha mente tarada trabalhava a mil por hora pensando e saboreando: se minha tia é tão gostosa e safada assim, acho que minha mãe deve ser ainda mais boa. Entre pensar na minha mãe e na minha tia, os tabus se apagaram e eu me despi pra minha tia se esbaldar como devia e ela queria. E se ela queria o pau do sobrinho, eu ia meter até o talo, tudo pra deixar ela com vontade de transar comigo de novo.
Ela já animada e vendo que eu tava respondendo do jeito que ela queria, foi se soltando e começou a brincar com os peitos dela e com meu pau, que nessa altura já tava duro, grosso e pronto pra satisfazer a safadeza da minha tia Sofi. Deixei ela se soltar e deixar a puta que ela é vir à tona, e ela não tirava os olhos do espelho, tava gozando e se sentindo talvez como nos melhores tempos das aventuras sexuais dela. Só Deus sabe quantos metros de pau minha amada tia já percorreu...
Quis se acomodar no sofá e eu me sentei de pernas abertas pra oferecer toda aquela pica que, por herança de família, também era dela pra aproveitar. Ela jogou o vestido pra escanteio, tirou a calcinha fio dental e começou o sobe e desce no pau ensebado que era minha pica. Minha tia é gulosa, adora uma pica, começou a chupar e a se deliciar, olhando no espelho como ela afundava na própria buceta. Aquela buceta fogosa, ansiosa por carne fresca, e como uma professora mostrando uma arrogância digna da sua classe, engoliu metade da minha pica...
...encantada de ver entrando e saindo a pica da buceta dela, ela gozou à vontade, eu também curtindo a maciez quente da buceta da irmã da minha mãe, é gostoso e tesudo sentir o macho de uma mulher que é família, a pica parece que cresce mais, fica mais grossa e a mente bagunça julgamentos e preconceitos e aí foda-se, enfiei a pica na minha tia Sofi...
Quando coloquei ela de quatro, quase gozei — aquele calor imenso que rola na buceta é de derreter o melhor pau do mundo. Ver e sentir a xota toda molhada, sentir os líquidos escorrendo que brotam na hora da foda, admirar a bunda da minha tia esperando minha estocada, curtindo ver meu pau prestes a penetrar ela, enfiar devagar e suave pra fazer ela pirar de tesão desesperado, sentir ela tremer nos meus braços, ver meu pau imenso e sumir dentro da buceta dela até minhas bolas baterem nos lábios dela — isso é loucura. Já comi, às vezes, mulheres monumentais, mas agora eu tinha minha tia feito uma puta, comendo ela, vendo meu pau tampar inteiro o sexo fervendo dela — tava ficando doido de luxúria... Minha tia gemia e se mexia desesperada, ansiosa pra sentir a grossura do meu pau até o fundo da intimidade dela, e eu enfiei tudo de uma vez. Ela gritou e uivou de prazer, caiu de bruços e eu fui por cima, sem tirar o pau. Assim mesmo, continuei metendo nela, bombando sem parar pra saciar a vontade dela.
Como pude, ajeitei ela de lado e mandei ver de novo. Ela, toda gostosa, dobrou a perna querendo se abrir mais pra receber mais vara. Minha tia Sofi é insaciável. Meu pau, de tanto bombar, foi inchando e eu sentia ele mais grosso. Minhas bolas também entraram no jogo e serviam de batente. É de enlouquecer se ver no espelho, vendo a buceta da minha tia e meu pau se fundindo num vai e vem alucinante. É indescritível encaixar a raba da minha tia no perfeito encaixe com meu pau. A bunda dela parecia que foi feita sob medida pra eu comer ela e dar todo o meu pau.
Querendo dar um descanso pra buceta dela, se ajeitou e começou a chupar meu pau, gulosa como só ela, não perdia nenhum detalhe da própria performance, uma verdadeira mestra chupando meu pau. Tem uma boca experiente na arte de sugar a cabecinha e fazer o pau explodir junto com as bolas. Ela suga, acho que até com a garganta, e aperta com os lábios de um jeito que fez meus sentidos irem à loucura. Quase não aguentei, ela é realmente uma expert. Os anos dela foram bem aproveitados, e ela engoliu pau como só ela sabe fazer...
Já mais relaxado e no controle da situação, deixei ela se esbaldar chupando minha pica. Ela se distraiu e ficou fazendo o tempo parar de tanto gozar. Minha tia é uma puta mesmo. Queria ter comido ela mais novo, com certeza teria me pervertido, mas teria sido a melhor coisa que me aconteceu. Embora nunca seja tarde, agora eu a tinha e até com a permissão dos meus pais. Porque sabendo como meu pai conhece minha tia, com certeza ele imaginou ou até fez algum acordo pelas costas da minha mãe pra me trazer pra Puerto Vallarta e me comer à vontade.
Ajeitei ela no sofão pra não cair de novo e voltei a bombar com gosto aquela buceta dilatada dela, os lábios dela tavam inchados de tanta pica que eu já tinha metido, a boceta dela era um mar de fluidos, enfiei com tudo, com força, pra fazer ela explodir, pra fazer ela gozar até não aguentar, mas a putinha se segurou e não tinha jeito de fazer ela desfalecer. A gente continuou transando e ela só curtindo, é uma gostosa insaciável, nem três caras dão conta dela, eu acho, mas eu não podia passar vergonha, família é família, e se meu pai enche ela, eu, o sobrinho, ia encher ainda mais...
Voltamos a trocar de posição e ela, feliz da vida por estar transando com o sobrinho. Se a buceta dela queria, e por isso a gente tava ali, eu não ia decepcionar ela. Voltei a me controlar e a esfregar as entranhas dela com meu pau, metendo e tirando com vontade de desmontar ela. E como dizem, galinha velha não se cozinha na primeira fervura — era assim que eu tava segurando o gozo pra não gozar, enquanto ela prolongava o prazer de me ter à disposição dela...
Finalmente se entregou minha tia gostosa e safada, a Sofi. De tanto meter com força meu pau na buceta dela, ela não aguentou mais. Sussurrando no ouvido dela: "tia, como você é gostosa... me deixa louco de tanto te foder... você aperta bem gostoso meu pau... você é uma delícia e eu adoro como meu pau entra todinho em você... quero continuar te comendo pra sempre...". Falei pra ela: "um dia eu vi meu pai te comendo". Ela tremeu levemente e, virando pra mim, respondeu: "como assim, você me viu?". Falei: "sim, tia, te vi claramente, como você gemia e suspirava cada vez que meu pai te penetrava. Você estava como louca, se mexendo como uma possessa, igualzinho agora que eu enfiei tudo em você". Dizendo tudo isso e acelerando minhas enfiadas, ela começou a gemer e a falar: "sobrinho, me fode com força... crava teu pau em mim... me faz lembrar do teu pai... destroça minha buceta, sobrinho... me dá pau... quero pau, muito pau, meu amor... me faz enlouquecer de prazer... me desmaia com essa pica enorme que você tem... quero, quero, querooooo... aaaahhh!!! Vou gozar, papai!!!
...e aí minha tia Sofi gozou e desmaiou, desmaiou e caiu mole, ainda fiquei uns segundos a mais com meu pau no talo, e não tive outra opção senão acelerar as estocadas e me esvaziar dentro da minha tia, enchi ela de porra, toda, deixei toda a minha porra dentro dela, e o pau também até que ela acordou sozinha do desmaio, e eu, todo inocente, perguntei: tia, o que aconteceu?


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