El novio sustituto 4

Depois de jantar eu me apresentei no portal da casa de Maria e ela desceu rapidamente, levando um vestido diferente do que usava naquela manhã. Era branco com estampado e era mais curto, chegando apenas até a metade da coxa.

Nós nos cumprimentamos e fomos juntos para o lugar da sua data. Enquanto íamos conversando pelo caminho:

— Você se fez outra masturabação em casa? — perguntou ela sem cortar um cabelo.

— Eu... Sim, a verdade. — respondi timidamente. Ela me sorriu.

— Você se correu pensando em mim ou fantasiando com outra?

— Bem... sim... pensando em ti — respondi, vendo-me forçado a ser honesto com ela.

— Ah? — perguntou como se lhe surpreendesse — Que elogio! Eu também me masturbei essa tarde. Depois de tocar sua poya na piscina eu me senti muito quente. Quando cheguei em casa minhas calcinhas estavam empapadas. Olha, as deixei puestas! — e ali no meio da rua onde estávamos ela levantou o vestido e pude verificar que estava usando as mesmas calcinhas laranjas da manhã; ainda se podiam ver restos da mancha de sêmen que eu havia deixado nelas.

Eu já estava muito bêbado com essa conversa, e apenas acabávamos de começar a noite...
 

Já quase chegamos à praça onde ela havia se encontrado com suas amigas. Então me disse: — Minhas amigas ainda não conheciam Ramón, e pensariam que você é você. Talvez devêssemos seguir o rollo e te fazer passar por ele, assim não suspeitariam de nada estranho, você se importa? A verdade é que isso me fastidiou um pouco, eu havia me acostumbrado a desfrutar de Maria, esquecendo-me do seu namorado, e isso me lembrou que eu apenas era um substituto e que em algum momento isso se cumpriria. — Bom, claro, como você quiser... –respondeu algo triste. — Obrigado! Você é o melhor! Então não te ofendas se eu chamar Ramón, é só para fazer o paripé sem que elas suspeitem. Não o leve a mal, vale? –e me deu um beijo quente que me fez esquecer meus ciúmes no instante. – Oi... e te agradecerei ao dobro. – disse quase sussurrando. Llegamos ao lugar e ali estavam suas duas amigas com os respectivos namorados. Nós nos cumprimentamos e apresentamos todos. — É isso que é Ramón? –disse uma delas, uma tal Raquel – Estou feliz de conhecê-lo finalmente. — Sim, um prazer, Maria falou muito sobre você – disse a outra, com algo de picardia. Esta se chamava Tania. Deduzi que se tratava da mesma amiga que havia sugerido a Maria a ideia de deixar o seu namorado correr-se dentro um par de dias atrás. Raquel era morenita, alta, guapita mas quase demasiado magra para meu gosto. Tania era pequena, rubita, muito linda e com um ar de inocente, quase infantil. Mas era a mais ousada e atrevida das três, mesmo mais que Maria, talvez para compensar sua estatura. Ambas vestiam curtos vestidos de verão, e iam acompanhadas de seus respectivos namorados, alguns garotos aparentemente de maior idade do que o resto de nós. A verdade é que os garotos não falamos muito; elas levavam a conversa e nós íamos seguindo, assentindo de vez em quando. Depois de uma hora mais ou menos, Tania, que estava colada como um caracol ao seu namorado, propôs ir às Alamedas e tirarmos um tempo na grama para ver as estrelas. As Alamedas era um bosquecito nos limites do bairro, como um tipo de parque. Havia vários lugares onde fazer churrascos e picnics, e normalmente a gente ia passar os domingos ali em família. À noite era mais conhecido como um picadero, onde muitos jovens e adolescentes sem melhor lugar para se esconder haviam perdido sua virgindade.

Estava claro, as meninas queriam aproveitar a oportunidade para se envolver com seus namorados e o que se terciasse. Maria me olhou um pouco com cara de circunstâncias, sem saber muito bem como eu iria reagir, mas eu segui a corrente para não levantar suspeitas. Maria sorriu agradecida. Não queria parecer mal diante das suas amigas.

Quando chegamos ao local, esticamos todos na grama conversando por um tempo e observando as luzes da cidade e as estrelas. Passando o tempo, as meninas começavam a se tornar mais carinhosas com seus respectivos. Maria, para não ficar atrás, também me acariciava, me beijava e fazia propaganda de namorado diante das suas amigas.

 
A coisa foi subindo de tom com cada parada. Nós nos estávamos enrolando cada um por seu lado. Eu sucumbi à irresistível sensualidade de Maria e me deixei levar, acariciando suas pernas debaixo de seu vestido.
 
A pouco tempo já havia se tornado completo silêncio. Raquel e seu namorado haviam desaparecido, provavelmente foram para um lugar mais privado. Mas a uns metros de nós, pude ver Tânia, deitada sobre seu garoto, que posava as mãos em seu traseiro redondo por baixo do vestido. Nesse momento em que olhei para eles, Tânia também girou sua cabeça para Maria e eu, e me sorriu com prazer fixando o olhar nos meus olhos. Estava claro que iam se montar ali mesmo à nossa vista e ela esperava poder ver-nos também.

Nesse momento Maria, como incitada por sua amiga, se deitou sobre mim, posando seu entreperna sobre meu pacote. Ao fazer isso, subiu o vestido, mostrando-me novamente as famosas calças naranjas. Continuamos nos beijando e com o canto do olho eu vigiava Tânia, pois me fazia algo nervoso o fato de ela nos observar. Pouco tempo depois, o namorado de Tânia havia baixado os tirantes do vestido e estava comendo suas tetas sem medida. A essa garota de cara inocente parecia possuída pelo prazer, se restregava sobre seu garoto muito sensualmente. A cena contribuía igualmente para minha excitação, que era já considerável tendo em conta que eu tinha Maria também montada sobre mim, embora não tão avançada.

Tânia e seu namorado iam muito adiantados. Pouco tempo depois, pude apreciar que ela não usava calças e seu vestido era um amasijo de tecido enrolado à sua cintura. Seu garoto também não usava calções. Maria, vendo que estávamos indo como ficando para trás, passou para o próximo nível.

— Tire os calções — disse-me, enquanto me ajudava a desabrochar o cinto. A alguns instantes, meus jeans estavam fora.

 
Ela, levantando-se mais ainda o vestido, sentou-se sobre mim, com seu sexo em contato com minha pene através de nossa roupa interior. Mas ao estar os dois já bastante excitados, húmidos e suarentos, senti como se não estivéssemos usando nada. Ela começou a se mover sobre mim, e notei como os lábios da sua vulva se abriam e acolhiam entre si meu membro, através de suas calcinhas empapadas.

—Tócame– disse Maria, já quase gemendo. E sem duvidar, pus uma mão sobre seus peitos. Não usava sutiã, e o aproveitei para levar a mão dentro do seu escote e voltar a desfrutar de seus pezones. A outra mão dirigi a seu cu, que passei diretamente por debaixo do seu vestido e calcinhas. Com essa me aventurei um pouco mais longe, e alongando meu braço tanto quanto pude cheguei até a fenda entre suas nádegas. Acariciei um bom tempo o seu cu indo desde suas nádegas até a fenda várias vezes.

 
Levando os meus dedos mais profundamente entre suas nádegas, cheguei a tocar seu ânus. Tinha o esfínter apertado e era muito suave ao tato. Com meu dedo indicador o toquei repetidamente e fui apertando-o até que cedeu um pouco deixando minha unha entrar dentro. Ela não opunha resistência e eu estava no limite. O meu dedo entrava um pouco em seu ânus e o voltava a sacar, repetindo a ação dois ou três vezes. Maria gemeu de prazer e isso foi o detonante para que eu me correra.
Devia tirar pelo menos meio litro. Enchi meus calções completamente e a umidade transpassava para as calcinhas e as pernas de Maria, que durante um momento parou de se mexer.
 
Depois lancei um olhar para Tânia e seu namorado, a quem ela cavalgava a toda máquina. Sexo desenfreado. Ela não parava de me olhar de vez em quando e ao entrar em contato com meu olhar sua mirada tocava as tetas com vício e retorcía a língua para me provocar.

— Oi, não me deixes agora, você tem que aguentar um pouco mais – sussurrou Maria.

Até que se baixou os tirantes do vestido, deixando expostos seus seios para mim.

Isso ajudou em seguida e minha poya começou a ficar morcillona pouco a pouco. Ela tomou minhas mãos e as pôs sobre seus peitos, acariciando-os com elas. Retomou o movimento sobre mim.

— ¡Vai!, como nos fizeste! – disse, referindo-se à minha corrida, e levantando-se ligeiramente me tirou os calções. Voltou a se sentar sobre mim e imediatamente minha pene reagiu ao sentir o contato direto com suas bragas molhadas. Outra vez pude sentir como estava abultado o pussy, e como envolvia minha poya como se fosse um guante. Seguiu movendo-se sobre mim.

Al pouco tempo eu voltava a estar a tope. Ela sentiu e começou a se mover mais forte para favorecer ao máximo o contato entre nossos sexos. A Maria se via completamente entregada ao prazer, e gemia bastante forte. Tânia e seu namorado se viraram para observá-la.

— ¡Jooderr, que prazer! – gimiu com raiva. Seus movimentos eram intensos e suas bragas estavam tão molhadas que quase não se notavam ao roçarmos.

Aos poucos minutos, lancei um gemido como mudo. E tensando o meu corpo sobre mim, correu intensamente. Parou alguns instantes. Poco a pouco recuperou um pouco o movimento. Meu pênis estava prestes a explodir e quase doído após tanto roçar.
 
Súbito, como se adivinhasse meus pensamentos, ela se levantou da minha cama e posicionando-se em uma posição de 69 agarrou meu pênis com uma mão e começou a lamber suavemente com sua língua.
 
Eu tinha seu púbis na minha cara, a apenas alguns centímetros. Os cheiros que saiam das suas calcinhas eram esmagadores. Comecei a massagear-lhe o traseiro e o bulto da sua vulva por cima das calcinhas enquanto ela continuava beijando-me o pênis com sua boca quente. Eu pouco a pouco afastei as calcas para um lado e dei-me ao trabalho de explorar seu sexo com meus dedos e minha língua. Sabia-me como néctar sagrado.
 
Continuamos assim por vários minutos até que inevitavelmente eu voltei a correr, essa vez dentro da sua boca. Parece que à minha amiga não lhe agradava desperdiçar nada...
 
Ao tempo voltamos à realidade e começamos a vestir-nos. Ao nosso lado, Tania, amiga de nossa amiga, já havia acabado de se foder há um tempo, mas continuava meio nua. Aparentemente não lhe corria pressa em se vestir e parecia querer garantir que eu tivesse tempo para a ver bem por todos os lados. Finalmente inclinou-se para frente para se voltar a pôr as calcinhas, me dando uma boa visão de suas nádegas abertas e sua vagem. Vai com a menina, pensei, agora entendia onde Maria aprendeu a ser tão descarada.
 
Agora que todos estávamos vestidos foi o momento onde voltaram a aparecer novamente Raquel e seu namorado, voltando de seu esconderijo. Pouco tempo depois nos despedimos, era muito tarde, e eu fui acompanhar Maria à sua casa.
 
Pelo caminho ela esteve bastante calada. Pela minha cabeça começavam a passar todo tipo de remorsos. Talvez ela não se esperasse que a coisa chegasse tão longe e talvez estivesse arrependida. O que pensaria Ramón de tudo isso? Isso eram já uns cornos maiores, havia que pôr um fim ao nosso tratamento...
 
Chegando ao seu portão, estava prestes a falar para me desculpar e dar o primeiro passo para fazer sexo com tudo isso. Mas ela me antecedeu:
— Caramba... estou nas nuvens. Faz tempo que não me ficava tão bem-disposto. Muitas graças! – e me deu um beijo ardente com língua.
 
Eu fiquei parado. Não era a reação que eu esperava nesse momento. Eu estava confuso e não tinha ideia do que significava tudo isso.
— Espero que tenha gostado... quando eu lhe chupava o pênis; me esforcei ao melhor que pude, para agradecer-te, sabes... – continuou falando. – Ah! Quase me esqueci, toma!, ganhou um presente. – e levantando o vestido, tirou as calcinhas laranjas, oferecendo-mas como um presente.
 
Tomá-las entre minhas mãos; ainda estavam encharcadas. Eu estava confuso, emocionado, surpreso... Não pude mais que balbuciar um tímido 'obrigado'.
 
--- Estás sendo um namorado reserva incrível – disse piscando um olho, – vou ter que dar-te um aumento! – e riu com picardia. -- Oi! Vem amanhã para minha casa, vale? Meus pais estão trabalhando e meu irmão está de acampada com seus amigos. Não quero me aborrecer sozinha. Podemos ver uma peli ou o que for. O que você acha?
— Estarei lá, respondeu, ainda um pouco perturbado, ponderando as consequências do que havia acontecido essa noite.
--- Até amanhã! disse ele desde o portal -- e obrigado novamente, eu me diverti muito com você outra vez! -- e sumiu rindo atrás da porta.
 
De caminho para casa ia pensando. Parecia para Maria tudo parecer de mais normal. Suponho que desde sua perspectiva não mudava muito a coisa, sempre teve um namorado atrás de outro, e que mais dava um ou o outro. Mas para mim esses dias tinham posto minha vida de cima para baixo, um sonho feito realidade, meu love platônico estava me facilitando os momentos mais mórbidos, intensamente eróticos e sexuais que eu jamais havia experimentado.
 
Guardei as preciosas bragas em uma bolsa que deposei no cesto da minha mesa-de-noite. Durmi como um tronco essa noite, sem saber o que me reservava o próximo dia na casa da minha amiga. Continuare

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