
E aí, poringa boys? HOJE EU DEIXO UM RELATO PRA VOCÊS, ESPERO QUE GOSTEM..
UM RELATO BACANA SOBRE O FETICHE DAS TANGUINHAS DA MINHA CUNHADA..
Tenho uma cunhada mais velha que minha esposa, 37 anos pra ser exato!! Com essa idade, ela é muito gostosa e, no fundo, é bem putinha. Ela mantém um corpo modelado: cintura fina, quadril largo e umas bundas enormes impossíveis de esconder.Esses atributos me deixam louco há um bom tempo, desde que a conheci, já bati umas punhetas sem fim pensando nela. Por causa dos acontecimentos da vida, minha cunhada ficou viúva poucos dias depois da morte do marido. Minha esposa, meu filho e eu nos mudamos temporariamente pra casa dela, porque a nossa tinha sido vendida e tivemos que entregar pro novo dono. (ALGUMAS FOTOS ROUBADAS DO NOTEBOOK DELA)


Conforme os dias passavam naquela casa, o desejo que sentia pela minha cunhada crescia ainda mais, cada dia vendo coisas diferentes que faziam minha pica subir ao máximo. Claro, ela era uma viúva cheia de vontade de sentir um tesão com alguém que pudesse dar o que o velho não conseguia, já que ele tinha 60 anos e ela era uma puta safada, mas no fundo o que importava mais era a grana que o coroa carregava.Nas poucas horas que eu ficava em casa, desde que chegava do trampo até o jantar, e desde que acordava no dia seguinte até sair de novo pro serviço, a figura gostosa daquela coroa me deixava louco, me causando um tesão constante que minha esposa acabava aproveitando, recebendo minhas investidas com mais frequência do que o normal, tanto de noite quanto de manhã.
Outra coisa que me excitava pra caralho era a roupa íntima da minha cunhada. O quarto que a gente ocupava era o dela mesmo, ela cedeu o lugar pra gente porque não precisava mais, se mudou pro quarto que era da minha sobrinha, já que a menina, num surto de calor igual ao da mãe — também gosta de coroas — foi morar com um homem e largou tudo pra trás.
Entre os dois quartos tinha um banheiro que a gente dividia: eu, minha esposa e minha cunhada. A RUBI (minha cunhada) continuou com os hábitos dela, entre eles deixar as calcinhas e tangas sujas no banheiro durante a noite, pra só pegar de manhã, quando levava pro tanque.
Na primeira ou segunda noite depois que a gente se instalou, entrei no banheiro antes de ir dormir e vi, num canto, um monte de roupa suja. Que surpresa do caralho quando percebi que entre as peças tinha uma tanguinha preta de renda, minúscula, feita de dois triângulos pequenos presos por um laço que devia segurar na cintura dela.

Ao ver aquilo, começou em mim uma ereção forte como a de um cavalo. Eu não me cabia de tesão que aquilo me deu, mas o tesão aumentou ainda mais quando aproximei a pequena e minúscula calcinha fio dental do meu nariz. Que satisfação e tesão eu sentia naqueles momentos! Era um cheiro inigualável, e cada cheirada fazia meu pau ficar melado até o talo.Não consegui resistir e passei a língua na calcinha bem no lugar onde a buceta da minha cunhada encosta. A cabeça do meu pau ficou vermelha, quente e completamente lubrificada.
Minhas bolas ficaram duras e a necessidade de gozar, de expelir todo o sêmen que eu tinha acumulado naquele tempo, me envolveu. Enrolei meu pau na calcinha e comecei a bater uma sem parar: uma, duas, três, muitas vezes! Até que senti um prazer nunca antes experimentado. A expulsão de toda a porra era iminente. Que gozada que vinha! Só pensava em jogar toda aquela porra quente na boca da minha cunhada, mas acabei explodindo e derramando todo o sêmen na pequena e gostosa calcinha preta fio dental.
Depois de gozar, fiquei na dúvida entre enxaguar a calcinha fio-dental ou deixar os vestígios da minha tesão nela, e acabei escolhendo a segunda opção, imaginando a reação da minha cunhada.De manhã, acordei antes de todo mundo e fui direto tomar um banho bem gostoso, e vi que a calcinha fio-dental ainda estava lá, toda marcada com minha porra já seca. Depois desse banhão, resolvi esperar na cozinha até minha cunhada acordar, pra finalmente ver a reação dela quando percebesse aquela bagunça na calcinha dela!
Ouvi ela indo ao banheiro, vi ela sair com o cesto de roupa suja e, depois de dar bom dia pra ela e pra minha esposa, fui trabalhar. À noite, quando voltei, tava ansioso pra ver a reação da RUBI.
Pra minha sorte, ela não falou nada, mas me olhou de um jeito estranho – não de raiva, nem de reprovação, mas sim com uma certa malícia, como se aquilo tivesse despertado bem lá no fundo dela aquela putaria que ela tanto precisava sentir. Foi uma satisfação do caralho ver aquela cara, porque por dentro eu sabia que vinham coisas extremamente quentes e putarias pesadas pela frente.
Antes de dormir, como sempre faço, passei de novo pelo banheiro e, oh surpresa, dessa vez não tinha um monte de roupa, só uma calcinha fio-dental vermelha, ainda menor, com o cheiro e o gosto dela ainda mais fortes. Dava pra ver que dessa vez tudo foi planejado, que ela deixou todos os líquidos do dia impregnados naquela calcinha deliciosa, como se a descoberta do presente que eu tinha deixado na calcinha anterior tivesse excitado minha cunhada.

A partir desse momento, toda noite ela me deixa as lembranças do dia, seus sucos cheios de aroma que ela guarda, da satisfação que precisa. E eu, à noite, deixo os meus pra ela, pra esse prazer crescer ainda mais. Nada mais rolou além desse jogo fetichista, mas entre as punhetas que eu batia pros calcinhas da minha cunhada e as gozadas que eu deixava pra minha mulher, era um tesão do caralho.Enquanto tudo se prepara pra um encontro total e agora, finalmente, poder dar o que ela tanto precisa: arrebentar toda essa buceta que tá há um bom tempo sem funcionar!...
Espero que vocês tenham gostado desse relato da viúva da minha cunhada e suas maravilhosas calcinhas. A gente se vê em outro post!! Até lá.
DEIXO OUTRAS FOTOS ROUBADAS + DEIXEM MUITOS PONTOS ATÉ A PRÓXIMA...




7 comentários - Fetiche na minha cunhada 😍👌