ESPERO QUE GOSTEM DO RELATO A SEGUIR, QUE PRA MIM TÁ UMA PORRA DE BOM
Esse relato é de outra amiga nossa que, num encontro, começamos a contar nossas experiências sexuais, e ela nos contou a seguinte história:
Um dia fui convidada pra uma festa na casa de uma das nossas grandes amigas. Durante a noite, tava me divertindo pra caralho, dançando, fumando e tomando uns drinques a mais. Aí me sentei no sofá da sala da casa da minha amiga, muito tonta, e acabei dormindo, bem bêbada, sem noção de nada.
De longe, ouvia minha amiga falando pro namorado dela e pra um amigo dele que me pegassem no colo e me levassem pra deitar um pouco no quarto dela, pra eu descansar.
Tava tão tonta que me sentia leve como uma pena quando me pegaram e subiram as escadas pra me deixar no quarto da dona da casa.
Já deitada, tudo rodava, mas eu conseguia ouvir o que rolava ao meu redor. Escutei o namorado da minha amiga conversando com o amigo dele sobre como eu era gostosa e como minhas tetas (já que tenho elas um pouco grandes) deixavam ele com o pau duro. O outro cara se aproximou de mim, começou a me chamar e deu uns tapinhas leves no meu rosto pra ver se eu tava mesmo dormindo. Mas, pra surpresa deles, eu não tava. Só tava tonta, mas mantive os olhos fechados e deixei eles fazerem. Nisso, senti o namorado da minha amiga sair do quarto por um momento pra ver se alguém tava subindo. Nesses minutos, o outro cara pegou uma das minhas tetas e começou a massagear, e eu só ouvia ele falar: “Ahhh, que gostosa você é, mamãe!”
Eu, tão bêbada que tava, fiquei bem excitada com a situação e entrei na onda do tesão de deixar eles fazerem o que quisessem, então continuei fingindo que tava desacordada. Daí a pouco, o namorado da minha amiga apareceu, entrou, fechou a porta, riu e perguntou pro outro cara o que diabos ele tava fazendo comigo. O outro respondeu: “Vamos aproveitar que ela tá inconsciente e fazer uma punheta nela, total que não vai saber de nada.” Não sente nada, hein? Escutei que o namorado da minha amiga me pega pelos braços e me sacode bem bruscamente, me chamando pelo nome pra ver se eu reagia. Eu continuei fingindo que tava desacordada, queria ver até onde eles iam.
Quando os dois viram que eu tava noutro mundo, ouvi um som bem familiar, bem perto do meu rosto: era o barulho dos zíperes deles descendo pra se masturbar na minha cara. E entre ouvir aquele som tão tarado, tipo fap fap fap fap, e risadas e gemidos dos dois — dava pra ver que tavam muito excitados — um deles abaixou uma alça da minha roupa e começou a chupar um peito meu. Meu Deus, como ele fazia gostoso, me agarrava entre brusco e suave, apertava. O que tava do outro lado pegou minha cabeça e com os dedos tentou abrir minha boca (eu, sem resistir, abri e deixei ele meter na minha boca, tava muito excitada, mas continuei fingindo que tava desacordada, porque tava adorando a situação). Naquele instante, descobri que a pica que tava na minha boca era do namorado da minha amiga, porque o outro disse: "Ei, não vai gozar na boca dela, senão ela pode engasgar e aí a gente se fode, beleza?" (Eu só queria que ele enchesse minha boca de porra). Enfim, o namorado da minha amiga tirou de dentro da minha boca e continuou se masturbando no meu rosto. Era tão gostoso sentir aquelas picas batendo e roçando rápido nos meus lábios. O outro cara parecia que com uma mão se masturbava e com a outra apalpava meu peito.
Não passou nem dois minutos e ouvi um gemido do outro cara gozando na minha cara. Era quentinho e bem aguado, escorreu pelo meu pescoço, enquanto ele continuava batendo uma pra soltar as últimas gotas que batiam em vários lugares do meu rosto. E aí foi a vez do namorado da minha amiga, que gozou uma quantidade impressionante de porra, bem mais grossa e viscosa. O primeiro jato acertou em cheio entre minha bochecha e meu nariz. o segundo gozada direto nos lábios, que aos poucos abri levemente e deixei cair um pouco da sua porra gostosa, cremosa e quentinha, que deixou minha excitação a mil.
Entre suspiros e vozes entrecortadas, o outro cara subiu o zíper e foi embora pedindo pra ela se apressar, enquanto o namorado da minha gatinha continuava batendo o pau pra soltar as últimas gotinhas no meu rosto. No segundo seguinte, ele sobe o zíper e vai embora, apagando a luz do abajur e fechando a porta.
Fiquei uns dois minutos curtindo e aproveitando o que tinha rolado, por causa daqueles dois pervertidos — amei cada segundo — enquanto com minha língua saboreava e limpava o resto de porra que tinha ficado ao redor da minha boca. Acabei dormindo por causa do efeito do álcool.
Quando acordo, ainda ouço música e um barulhão. A festa ainda tava rolando, mas eu tava bem cansada, então desci, peguei minha jaqueta e fui me despedir, pedindo desculpas pra minha amiga (a dona da casa) pelo show. No caminho até a porta, vejo o namorado da minha amiga com outro cara bem gostoso — pela voz, soube que era o outro cara que tava com ele. Dei só um olhar sexy pros dois e fiz um gesto com o dedo, levando ele até minha boca e simulando que limpava ao redor dos lábios, pra depois chupar o dedo e dar uma piscada.
Os dois ficaram petrificados, de boca aberta, me vendo sair do lugar. Por dentro, tava morrendo de rir e sentindo um tesão danado com tudo que tinha acontecido naquela noite.
Esse relato é de outra amiga nossa que, num encontro, começamos a contar nossas experiências sexuais, e ela nos contou a seguinte história:
Um dia fui convidada pra uma festa na casa de uma das nossas grandes amigas. Durante a noite, tava me divertindo pra caralho, dançando, fumando e tomando uns drinques a mais. Aí me sentei no sofá da sala da casa da minha amiga, muito tonta, e acabei dormindo, bem bêbada, sem noção de nada.
De longe, ouvia minha amiga falando pro namorado dela e pra um amigo dele que me pegassem no colo e me levassem pra deitar um pouco no quarto dela, pra eu descansar.
Tava tão tonta que me sentia leve como uma pena quando me pegaram e subiram as escadas pra me deixar no quarto da dona da casa.
Já deitada, tudo rodava, mas eu conseguia ouvir o que rolava ao meu redor. Escutei o namorado da minha amiga conversando com o amigo dele sobre como eu era gostosa e como minhas tetas (já que tenho elas um pouco grandes) deixavam ele com o pau duro. O outro cara se aproximou de mim, começou a me chamar e deu uns tapinhas leves no meu rosto pra ver se eu tava mesmo dormindo. Mas, pra surpresa deles, eu não tava. Só tava tonta, mas mantive os olhos fechados e deixei eles fazerem. Nisso, senti o namorado da minha amiga sair do quarto por um momento pra ver se alguém tava subindo. Nesses minutos, o outro cara pegou uma das minhas tetas e começou a massagear, e eu só ouvia ele falar: “Ahhh, que gostosa você é, mamãe!”
Eu, tão bêbada que tava, fiquei bem excitada com a situação e entrei na onda do tesão de deixar eles fazerem o que quisessem, então continuei fingindo que tava desacordada. Daí a pouco, o namorado da minha amiga apareceu, entrou, fechou a porta, riu e perguntou pro outro cara o que diabos ele tava fazendo comigo. O outro respondeu: “Vamos aproveitar que ela tá inconsciente e fazer uma punheta nela, total que não vai saber de nada.” Não sente nada, hein? Escutei que o namorado da minha amiga me pega pelos braços e me sacode bem bruscamente, me chamando pelo nome pra ver se eu reagia. Eu continuei fingindo que tava desacordada, queria ver até onde eles iam.
Quando os dois viram que eu tava noutro mundo, ouvi um som bem familiar, bem perto do meu rosto: era o barulho dos zíperes deles descendo pra se masturbar na minha cara. E entre ouvir aquele som tão tarado, tipo fap fap fap fap, e risadas e gemidos dos dois — dava pra ver que tavam muito excitados — um deles abaixou uma alça da minha roupa e começou a chupar um peito meu. Meu Deus, como ele fazia gostoso, me agarrava entre brusco e suave, apertava. O que tava do outro lado pegou minha cabeça e com os dedos tentou abrir minha boca (eu, sem resistir, abri e deixei ele meter na minha boca, tava muito excitada, mas continuei fingindo que tava desacordada, porque tava adorando a situação). Naquele instante, descobri que a pica que tava na minha boca era do namorado da minha amiga, porque o outro disse: "Ei, não vai gozar na boca dela, senão ela pode engasgar e aí a gente se fode, beleza?" (Eu só queria que ele enchesse minha boca de porra). Enfim, o namorado da minha amiga tirou de dentro da minha boca e continuou se masturbando no meu rosto. Era tão gostoso sentir aquelas picas batendo e roçando rápido nos meus lábios. O outro cara parecia que com uma mão se masturbava e com a outra apalpava meu peito.
Não passou nem dois minutos e ouvi um gemido do outro cara gozando na minha cara. Era quentinho e bem aguado, escorreu pelo meu pescoço, enquanto ele continuava batendo uma pra soltar as últimas gotas que batiam em vários lugares do meu rosto. E aí foi a vez do namorado da minha amiga, que gozou uma quantidade impressionante de porra, bem mais grossa e viscosa. O primeiro jato acertou em cheio entre minha bochecha e meu nariz. o segundo gozada direto nos lábios, que aos poucos abri levemente e deixei cair um pouco da sua porra gostosa, cremosa e quentinha, que deixou minha excitação a mil.
Entre suspiros e vozes entrecortadas, o outro cara subiu o zíper e foi embora pedindo pra ela se apressar, enquanto o namorado da minha gatinha continuava batendo o pau pra soltar as últimas gotinhas no meu rosto. No segundo seguinte, ele sobe o zíper e vai embora, apagando a luz do abajur e fechando a porta.
Fiquei uns dois minutos curtindo e aproveitando o que tinha rolado, por causa daqueles dois pervertidos — amei cada segundo — enquanto com minha língua saboreava e limpava o resto de porra que tinha ficado ao redor da minha boca. Acabei dormindo por causa do efeito do álcool.
Quando acordo, ainda ouço música e um barulhão. A festa ainda tava rolando, mas eu tava bem cansada, então desci, peguei minha jaqueta e fui me despedir, pedindo desculpas pra minha amiga (a dona da casa) pelo show. No caminho até a porta, vejo o namorado da minha amiga com outro cara bem gostoso — pela voz, soube que era o outro cara que tava com ele. Dei só um olhar sexy pros dois e fiz um gesto com o dedo, levando ele até minha boca e simulando que limpava ao redor dos lábios, pra depois chupar o dedo e dar uma piscada.
Os dois ficaram petrificados, de boca aberta, me vendo sair do lugar. Por dentro, tava morrendo de rir e sentindo um tesão danado com tudo que tinha acontecido naquela noite.
1 comentários - corrida en el rostro