Troca dos sonhos de todo mundo

Pedi pra minha esposa fazer um ménage e ela, no começo, ficou na dúvida, fez um monte de perguntas e, depois de um tempo, topou. Aí a gente queria fazer uma troca de casais, mas em várias ocasiões as pessoas com quem a gente falava eram muito vulgares. Começamos a pesquisar mais sobre o assunto, procuramos várias vezes e conhecemos uma pessoa que tinha parceira. Trocamos uma série de fotos e conversamos por mensagem com os dois. Minha esposa é uma morena muito gostosa, tem 1,65, um pouco cheinha, uma bunda enorme, nádegas redondas e duras, peitos firmes e cabelo comprido. As fotos que eles mandavam eram muito interessantes, e minha mulher tirou várias comigo. Mesmo estando de acordo, nunca conseguíamos marcar um encontro com os quatro. Numa ocasião, conseguimos nos encontrar com a esposa, que é uma mulher um pouco mais clara que a minha, de cabelo loiro, olhos castanhos, com um corpo lindo e uns peitos empinados. Ela estava usando uma calça jeans e uma camisa branca que caía super bem. O encontro foi num restaurante, e lá a gente conversou sobre o que queria fazer. No começo, as mulheres estavam meio tímidas, mas conforme a conversa foi rolando, coisas interessantes foram surgindo. No final, a gente concordou em passar um dia juntos, os quatro, e se a química continuasse, a gente partiria pra próxima fase.




Passou uma semana e, por vários motivos, não conseguíamos nos ver os quatro. Combinamos e fomos visitar o cara pra saber como ele era, já que só tínhamos referência por fotos. Chegamos na casa dele, no setor Panaquire, Estado Miranda — e devo dizer que isso aconteceu na VENEZUELA. Foi meio estranho no começo, porque não sabíamos como ele era pessoalmente. A esposa dele disse que tava vindo, mas tava um pouco longe. A casa era muito bonita, tinha cores pastel nas paredes. O cara era muito educado, tava de bermuda, regata e chinelo. A gente sentou num sofá, ele num menorzinho. Ali conversamos sobre nossos trabalhos, nossos filhos, o que a gente gostava, e assim começamos a chegar no motivo da visita. Isso deixou ela um pouco nervosa, mas conversando com ele, ela foi se soltando. Ligamos pra esposa do cara e ela disse que tava vindo, mas que tava numa festa. Minha esposa tava usando uma calça rosa e uma camiseta preta clarinha, dava pra ver o conjunto de lingerie branco por baixo, e o corpo dela tava muito sexy. De repente, ela recebeu uma ligação, levantou e andou pela casa falando no telefone. Eu fiquei com o cara na sala e falei que ele tinha uma mulher muito gostosa. Ele elogiou minha esposa e disse que a calça caía muito bem nela e que o cabelo dela era lindo. Continuamos conversando, e uns 5 minutos depois ela disse: "Sua casa é muito linda, e como é o quarto de vocês?" Eu fiquei vermelho e minhas mãos começaram a suar. Ele apontou: "Esse aqui é o nosso", indicando o do meio, "o outro é dos meus filhos, eles tão estudando agora". A porta de vidro tava meio aberta. Fiz sinal pra ele fechar, fingir que não tinha ninguém em casa. Ele fechou e depois pegou três cervejas na geladeira. Ela fica doida por cerveja, mas bebe raramente. A gente tomou a primeira bem rápido, e ela disse que tava com calor, que a esposa do cara tinha ligado e que ela tava numa festa, e que podia ser a dona da casa. Em casa, coisa que não entendi na hora, ela pediu pra ir ao banheiro e foi com outra cerveja na mão. Eu fiquei conversando com o parceiro e perguntei se viria mais alguém. Ele respondeu que não, que os filhos dele chegariam lá pelas quatro da tarde, e era só onze da manhã. E aí veio a grande surpresa: ela apareceu na sala sem roupa, só de calcinha e sutiã. Deu um gole na cerveja e o resto derramou no corpo, e perguntou se a gente não queria provar. Eu deixei o parceiro agir primeiro. Ele agarrou ela e deu um beijo que quase a sufocou, e, aos poucos, foi beijando o pescoço dela até chegar nos peitos. Tirou o sutiã e chupou os bicos, passava a língua neles e mordia. Ela enfiou as mãos por dentro da camisa dele, acariciou as costas e depois tirou a camisa. Eu fiquei tipo congelado vendo aquilo. De repente, ele começou a tirar a calcinha dela, sentou ela no sofá pequeno, abriu as pernas e começou a meter a língua na bucetinha dela. Ela gritou na primeira hora e agarrou a cabeça dele, empurrando cada vez mais. Nisso, eu me despi e me aproximei. Ela começou a chupar meu pau, mas já tava gemendo. Passaram uns quatro ou cinco minutos e ela explodiu num orgasmo que eu tive que dar um travesseiro que tava num móvel pequeno pra não ouvir o grito de prazer.




Ele se afastou e ela ficou meio sem ar, acariciando meu ovo com a mão e sussurrou "que gostoso". Deu um beijo nele e disse "me deu um calor". Levantou e foi pro banheiro. Eu fui atrás dela. Ela abriu o chuveiro e a água estava um pouco quente, num nível natural, já que estávamos numa região quente. De repente, o parceiro entrou no banheiro com três cervejas, deu uma pra ela e ela tomou metade, a outra ela derramou em mim, e a gente fez o mesmo com ela. Ela pegou na mão do parceiro e tirou a cueca dele. E, meu Deus, quando apareceu o mostro do parceiro, era super grosso, tipo uns 18 ou 19 centímetros. Ela disse algo como "meu Deus, hoje vão me matar". Devo dizer que o parceiro era muito doce, tratava ela com carinho, coisa que ela gosta. Ela abaixou e colocou na boca, passava a língua e ele gemia de prazer. Eu virei ela e meti na kukita dela, coisa que ela gostou. Eu sentia ela molhada e tava dando a foda que ela queria, enquanto ela continuava chupando ele. E assim a gente passou um tempo até trocar. Quando ele meteu nela, ela deu um grito de dor e prazer, mesmo estando lubrificada, quase fez ela chorar. Na enfiada, ele foi muito brusco naquele momento, e eu fiz sinal pra ele ir mais rápido até que ela disse pra parar, que ia gozar. Ela tava tipo doida, me agarrou com as duas mãos e apertava. Eu fiz sinal que não, beijei ela pra se controlar, e ela explodiu de prazer, e o parceiro também. Ele disse que ela apertou o ovo dele com a kuka, que fez ele gozar. A respiração dela tava rápida e ela começou a me chupar mais gostoso, e eu explodi na boca dela. Foi algo super gostoso sentir que gozei na boca dela. Devo dizer que em muitos anos nunca tinha feito isso. A gente tomou banho os três juntos e de repente ela sussurrou no meu ouvido: "amadureceu pra sala".




Saí do banho pra sala e quando virei, ela tava segurando ele pela mão, levou ele pro quarto dela e eu entendi que ela queria aproveitar mais. Fiquei só olhando, mas eu tava explodindo de novo. Ele deitou ela na beira da cama e deu mais um boquete na buceta dela que depois ela me disse que fez ela gozar duas vezes. Lembro que ele colocou as pernas dela nos ombros dele e meteu de uma vez, e ela gritou: "Aiiiiii, que delíciaaaaaa", lembro bem disso. As enfiadas eram fenomenais e eu tive que me masturbar, não aguentava mais. Ele virou ela, ela sentou em cima dele e continuava gemendo, se acariciando nos peitos, e de repente falou algo no ouvido dele. Ele me fez sinal, e ela deitou toda em cima do corpo dele, ele abriu a bunda dela e eu entendi o que queria. Meti com cuidado no cuzinho, doía nela mas ela tava curtindo. De repente, o corpo dela começou a tremer e ela explodiu num gemido de prazer que apertou a buceta de novo, e o parceiro gozou também. Eu fiz sinal pra ele segurar ela e meti rápido, e mesmo doendo, ela não falou nada até eu acabar. Ficamos os três na cama, ela no meio. De repente, ela foi tomar banho, voltou, e o parceiro fez o mesmo. Aí ela me disse que aquilo era uma loucura, mas que gostava muito. Ela falou: "Quero que me deixe sozinha com ele meia hora." Eu me surpreendi, e ela disse: "Você foi quem quis isso, então deixa eu aproveitar." Devo dizer que fui tomar banho e tomei duas cervejas. Na sala, dava pra ouvir os gemidos e gritos de prazer dela. Eu quis ver, mas não dava. Umas vinte minutos depois, ele saiu super sorrindo e falou: "É sua vez." Entrei e ela fez de tudo comigo até eu gozar na boca dela de novo, o que me surpreendeu porque ela nunca tinha feito isso antes.




Descansamos na cama, tomamos outro banho juntos. Ela vestiu uma calcinha rosa que tinha na bolsa. Tomamos duas cervejas, ela nos beijou e perguntou: "Que horas sua esposa chega?" Ele disse que não sabia, que ela estava a caminho, mas não fazia ideia do que tinha acontecido. Ele não contou que ela tinha ligado, que estava numa festa, mas que dava permissão pra ela ser a dona de casa de verdade e que depois se juntava a eles. Ela caiu na risada porque a ideia da cerveja foi da esposa do colega. Ele se surpreendeu e disse que a mulher dele era criativa. Passou mais ou menos meia hora e ouvimos a porta abrindo. Ele se assustou, sem saber como a esposa ia reagir. Vestiu o short e a camisa, e eu fiquei meio nervoso porque minhas roupas estavam na sala. Minha esposa riu, e as cervejas já estavam fazendo efeito. Era uma e meia da tarde. Passaram uns dez minutos, mas pra mim foi uma eternidade. Peguei uma toalha e fui pra sala. Ouvi vozes na cozinha e espiei. Ela estava tomando uma cerveja. Perguntei: "Algum problema?" Ele, com cara de susto, disse: "Não." Ela respondeu: "Claro que sim" e caiu na risada. Disse: "Não fica nervoso, eu sei o que tá rolando. Na verdade, eu dei permissão pro seu parceiro, então só espero que ela tenha aproveitado." Nisso, minha esposa apareceu enrolada numa toalha, com uma cara de vergonha, mas ao mesmo tempo safada. A esposa do colega disse: "Nossa, parece que tá muito calor nessa casa, então vou ficar à vontade." Terminou a cerveja e foi pro quarto. Quando passou por mim, piscou o olho, pegou minha esposa pela mão e disse: "Vem, a gente precisa conversar." Tentamos escutar alguma coisa, mas eram só sussurros e risadas. A esposa saiu enrolada numa toalha, direto pro banheiro. Eu entrei no quarto com cara de preocupação. Minha esposa disse, rindo: "Qual é o problema? Tá muito sério." Eu respondi: "Nada." Perguntei: "O que ela te disse?" Ela riu e falou: "Nada. Só quer que você leve uma cerveja pra elas no banheiro e fale com ele. O marido dela que me traga uma pra mim, e ela riu de novo.


O cara também tava meio nervoso, não tinha saído da cozinha, e eu falei o que tinha dito. Peguei uma cerveja e fui pro banheiro. Quando cheguei, foi algo espetacular: o corpo dela era branco, os peitos redondos, um pouco mais gordinha do que eu imaginava, e ela tava se ensaboando. Ela me olhou e disse: "Você é meio tímido, né?" Eu só falei alguma coisa, e ela disse: "Bom, me traz a cerveja." Eu entreguei, e ela falou: "E não vai tirar a toalha?" Tirei e entrei no banho de novo, mas dessa vez com uma mulher que não era minha esposa. A gente se beijou, e comecei a passar a língua no pescoço dela, mordi a orelha dela, ela me acariciava com uma mão e pegou no meu saco, começou a me masturbar e disse: "Sua esposa me contou o que fizeram com vocês, então quero que faça comigo melhor do que com ela, porque fiquei com inveja do que ela me contou." Eu fiquei a mil, ela deu um gole na cerveza, desceu, fechou a água, abaixou, cuspiu o gole no meu pau e meteu na boca. Devo dizer que ela fazia bem, mas não tinha ritmo. Ela se levantou, virou de costas, eu segurei ela e meti na buceta dela, que era macia, e ela se contorcia. De repente, senti o líquido quente dela, e a gente continuou. Ela tirou, se virou e meteu de novo na boca, e disse: "É gostoso, muito gostoso." E aí eu explodi, gozando na boca dela. Pra mim, era algo extraordinário: já tinha gozado na boca da minha mulher duas vezes, e essa era a terceira vez, mas na boca de outra. Ela subiu, pegou a cerveja, tomou o último gole que sobrou e me beijou. Foi gostoso. Ela perguntou se eu tinha gostado, e eu disse que sim.


A gente tomou outro banho e saiu. Tenho que dizer que, nos momentos em que estava com ela no banheiro, tinha esquecido da minha esposa e do companheiro dela — juro, nem um pensamento pra ela naquela hora. De repente, quando a gente tava saindo, ouvimos os gemidos dela, e dava pra sentir que tavam metendo fundo na alma, porque ela só falava: "Não tira, por favor, não tira". Fui abrir a porta do quarto, que tava entreaberta, e ela segurou minha mão bruscamente e disse: "Calma, deixa ela quieta que você e eu não terminamos. Fizeram ela gozar no sofá, bem feito, agora é minha vez". Ela me empurrou pra sala, eu sentei, e ela foi pra cozinha, trouxe outra cerveja e disse: "Tão acabando". Sentou do meu lado e me deu um beijo gostoso de novo — a língua dela se enfiava na minha boca e era uma delícia. De repente, a gente se separou e ela perguntou se eu queria um gole. Respondi que sim, e ela abriu as pernas, enfiou a ponta da garrafa na bucetinha dela e derramou a cerveja, dizendo: "Prova aí, então". Desci e dei um boquete gostoso na buceta dela — chupei, mordi, passei a língua no clitóris. Ela gemia e segurava minha cabeça, só repetindo: "Gostoso, gostoso, gostoso". A buceta dela começou a tremer e ela gozou na minha boca. Subi e beijei ela de novo, e ela agarrou meu saco e disse: "Mete em mim". Sentei no sofá e ela montou em cima de mim, começou a cavalgar. De repente, senti uma mão passando no meu rosto — era minha esposa, e ela tava procurando minha boca com a dela. Respondi, e ela sussurrou no meu ouvido: "Comigo você nunca fez nada assim, essa você me deve". Ela se afastou, e eu vi a companheira chupando o pau do marido dela, enquanto ele só dizia: "Aproveita, gostosa, que de noite você ganha sua sobremesa".


Eu gozei gostoso e ela voltou a gozar de repente, quando voltei a mim foi porque minha esposa estava de novo enfiada na minha frente, dava pra ver ela cavalgando, entrando e saindo, enquanto ela se agarrava no pescoço do parceiro, até que gozou e se sentiu sufocada. Ela se separou e aconteceu algo que me surpreendeu mais uma vez: a esposa do parceiro se aproximou dele e começou a chupar a pica dele até ele gozar nos peitos dela, só disse "gostoso, papai".


Já eram três da tarde, a gente descansou, ele do lado da minha mulher e eu do lado da dele. A gente tomou banho mais uma vez, nós quatro, e se vestiu rápido porque os filhos dela já iam chegar da escola. As mulheres começaram a preparar a comida e a gente ficou conversando na sala. Chegaram os dois filhos dela, um de 12 e uma menina de 8 anos. A gente comeu numa boa, ela disse pros filhos que a gente era colega de trabalho e que iam nos ver com mais frequência.


Bom, foi uma tarde ou um dia bem gostoso e diferente, quando a gente vinha no carro sentia que não queria falar, só se olhava e ria. Ela quebrou o silêncio e disse: "Agora quero fazer com a mulher dele e com ele, e depois ela e eu com você", e a gente caiu na risada de novo. Chegamos em casa e de noite, com uma luz meio escura, a gente conversou sobre o que tinha rolado e fizemos amor de novo, e foi aí que ela me contou que sentiu uma coisa que me deixava cada vez mais excitado.


Nossa relação melhorou muito desde aquele momento, e ainda compartilhamos com o outro casal, cada um tem seus altos e baixos na vida pessoal e no casamento, nos aconselhamos como amigos e como casais e também nos ajudamos. Com o parceiro, já fizemos várias vezes, com a esposa dele também fizemos, e ela já saiu com eles e se divertiu pra caralho.


Essas duas mulheres ficaram amigas e contam tudo uma pra outra. A gente já saiu e ficou em hotéis em quartos separados, mas ele com a minha mulher e eu com a dele.


E a última coisa que a gente fez foi nós quatro juntos e uma amiga dela, que foi super gostoso porque descobrimos que nossas mulheres tinham tido um caso com essa amiga e as três já tinham ficado juntas. Elas contaram muitos detalhes, mas eu vi que, quando estávamos com ela, nós dois, essas duas se beijaram duas ou três vezes.

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