Na semana passada, convidei uma colega da faculdade pra tomar um negócio lá em casa. Ela não disse nem que sim nem que não, então achei que não queria saber de mim e que pensava que eu só tava querendo pegar ela ou algo do tipo. Isso começou naquela noite, lá pelas 23 horas, mais ou menos, e eu não tinha nada pra fazer. Aí resolvi deixar de lado a pouca dignidade que ainda me restava e chamei ela de novo pra tomar algo, já que aqui na minha região é bem comum tomar tereré.
Não pensei que ela fosse vir, então falei: "bom, que seja o que tiver que ser, se ela vem ou não, não acontece nada, pelo menos eu tentei." Nisso, ela me respondeu em 2 minutos e disse que sim, que tinha terminado de ver a série dela e vinha. Como a gente mora muito perto um do outro, achei que ela ia vir com roupa casual, tipo, "tô no meu bairro, posso ficar à vontade.
Vi ela de longe vindo andando, e como ela tem uns 1,58 de altura, corpo magrinho, e as medidas mais ou menos 70, 60, 80, não pensei que ela ia vir com um daqueles vestidos tão elegantes. Era transparente e dava pra ver a roupa de baixo dela, ela tava com uma daquelas tangas brancas com bordas verdes e coraçõezinhos por todo lado. Não sabia que ela ia vir vestida daquele jeito. Cumprimentei ela e não devia ter parado, porque com certeza ia dar pra notar a ereção que ela me deu na hora só de olhar.
Não acreditava que, pra começar, ela tinha aceitado meu convite. Não é que eu goste da mina (aliás, essa mulher se chama Male, uns 19 anos). Male não costuma se misturar muito com as garotas do bairro ou com os caras da idade dela. Começamos a conversar e tomávamos o tereré enquanto ela não se sentia muito confortável no sofá que eu trouxe. Por isso, fui pegar um travesseiro e passei ele na mão dela. Ela se levantou pra arrumar a almofada, se virou e me mostrou a bunda por um microssegundo — meu pau já tava quase explodindo de tanta adrenalina que senti num segundo. Ela arrumou tudo pra sentar de novo e, com a mão, tirou o vestido que tinha entrado na bunda dela.
- Homem: Me desculpa, é que eu sou muito inquieta e não tô confortável.
Eu: Mas fica à vontade, senta do jeito que você quiser, não é porque tá comigo que vai sentar de um jeito que não fique confortável.
Bom, obrigado.
Levanta a perna e parece que foi um presente caído do céu, pude ver a calcinha fio dental dela pela parte da frente, e eu, como todo punheteiro, fiquei olhando, e meu coração e meu pau estavam prestes a explodir, mal conseguia falar e só ria.
É algo que eu não sabia que ela podia fazer, mas quando alguém fala com ela, ou quando eu falava com ela, em nenhum momento ela mexia no celular, e sempre que me ouvia, olhava na minha cara e dava um sorriso se eu falava algo que no começo parecia engraçado ou não. Quando me olhava, tinha um sorrisinho safado.
Como naquela tarde eu tava sozinho em casa e não tinha ninguém, ela me pediu pra ir no banheiro. Falei: "vem por aqui", mostrei onde era, acendi a luz e fiquei esperando do lado de fora por um tempo pra ela não se sentir abandonada. Nisso, ela fecha a porta, mas por acaso ou sei lá o que, eu fico do lado onde tem o vidro do banheiro. Como é bem grande, consigo ver ela com o vestido levantado, ajeitando a calcinha fio dental. Não sabia o que fazer, minhas mãos suavam e fiquei mudo. Vi o corpo dela quase todo pelado, percebi que era toda depilada e deu vontade de abrir a porta, agarrar ela pelas nádegas, levantar e meter debaixo do chuveiro. Mas não quis ser sem noção, só olhei e não falei nada. Ajeitei meu pau e vi que ela apagou a luz e começou a abrir a porta. Me fiz de besta e olhei pro outro lado. Ela falou: "pronto". E eu disse: "vamos lá pra fora de novo então. Quer alguma coisa?" Perguntei.
Ela inocentemente me diz que não, acho que ela não tinha percebido que eu vi ela quase pelada e eu fiquei com cara de paisagem porque não sabia como reagir, já que nunca tinha passado por algo parecido com o que eu estava vivendo.
Ela, depois de tanto rirmos e já era tarde, foi pra casa dela e continuamos conversando por mensagem, mas era como se nada tivesse acontecido. Eu, literalmente, não conseguia tirar ela da cabeça, até já tinha imaginado as coisas que eu poderia ter feito com ela naquela mesma noite.
Como de costume, a gente se falava quase todo dia e a cada 2 minutos trocava mensagens, conversando super bem.
Acontece que uma noite ela tinha uma festa de 15 anos da amiga da irmã e ela tinha que acompanhar. Eu não tinha intenção de cruzar com ela, mas como por coisas do destino, cruzei. Ela estava super gostosa e sexy.
A maquiagem que ela tava era perfeita, não é daquelas que se empanturram de maquiagem e ficam irreconhecíveis, mas sim bem feita, e o cabelo tava solto, mas com umas tranças que ficavam lindas demais. A parada é que eu fiquei no ponto com ela e a irmã. Ela tava com um vestido preto e uns saltos altíssimos, o vestido era bem justinho no corpo e na parte do torso não tinha sutiã, dava pra ver tudo, mas ela tava muito gostosa e sexy. Nisso, eu tentei sentar pra ela não perceber que meu pau tava prestes a explodir e que eu queria comer ela a noite toda.
Ela vai embora e me dá tchau com dois beijinhos, e o segundo beijo foi bem perto dos meus lábios. A gente trocou umas mensagens, foi a última coisa que ouvi daquela boquinha tão pequena e vermelhinha.
Ela foi embora e a gente tava trocando mensagem, eu falei pra ela…
Eu: Que gostosa você tá vestida, adorei como esse vestido fica em você e seus sapatos
Cara: Adorei tuas havaianas, (acompanhado de um kkkk)
Eu: Não zoa, não sabia que ia te encontrar, se soubesse pelo menos tinha colocado um tênis.
Não tem problema, tá tudo bem.
Eu: Quer que eu te espere quando você vier, e a gente toma um negócio antes de você ir dormir; ou querVem mais cedo e a gente toma alguma coisa em casa.
Male: Beleza, eu antes das 3 já vou, tô meio entediada
Eu: Beleza então, te espero, é só me avisar que passo te pegar no ponto e a gente vem junto.
Tá bom, então te aviso.
Termino a conversa, e eram umas 11 da noite, mais ou menos. Lá pras 2 da manhã, ela me pergunta se eu podia ir até o ponto de ônibus, e que com um casaco que ela tinha, tava com um pouco de frio. Eu falei que sim e fui até o ponto esperar ela, como tinha prometido. Vejo ela descendo do ônibus e coloco meu casaco nas costas dela. Ela tava meio alterada, e a irmã desceu atrás dela, me cumprimentou e foi pra casa do namorado, que fica a umas quadras da minha casa. A Male veio comigo, tava meio bêbada e ria de tudo. Ofereci um fernet que eu tava tomando, ela deu uns golinhos e ficava me falando.
Homem: tô com frio e com sono.
Eu: E nem pensei nisso, quer deitar um pouquinho na minha cama? Eu te dou o espaço, você descansa, que umas 7 da manhã eu te acordo e aviso sua irmã pra passar aqui antes de ir pra sua casa.
Male: Vai fundo, por favor, me dói tudo
Eu: vem aqui, vai.
Ela começa a tirar os sapatos.
Male: Ah, não consigo tirar meus sapatos, me ajuda?
Eu: Claro, óbvio, mas senta na cama, que você pode cair, negona.
Male: bom
Ela se senta na cama e já se joga pra deitar, levantando as pernas pra eu poder tirar os sapatos dela, e eu pude ver aquela calcinha vermelha que ela tava usando, que me dava vontade de arrancar com os dentes e passar minha língua por toda a buceta dela, minha boca enchia d'água só de pensar.
Tiro o primeiro sapato dela e falo: "vamos, levanta a outra perna assim não te incomodo mais e você dorme um pouquinho.
Levanta a perna e de novo a mesma coisa, até na minha imaginação passavam mil coisas que eu podia percorrer com minha língua.
Tô falando que você vai dormir com esse vestido, não prefere que eu te empreste um short ou algo pra você dormir mais à vontade?
Não, meu amor, assim mesmo
Eu: (achei que ele tava me chamando de amor, não sei se era porque tava meio bêbada ou porque queria falar inconscientemente e acabou saindo) bom, tudo bem, mas você vai ficar desconfortável.
Não, olha.
Ela tira o vestido preto que tava usando e fica só de calcinha e de peitos de fora, pega nos peitinhos dela com as mãos e me pergunta: me empresta uma piranha?
Eu: É, toma, e botei uma regata, porque não tinha camiseta limpa e a única coisa limpa era uma regata.
Male: Valeu, ela me agradece,
Ela para e me fala: "vira pra lá, que eu não tô de sutiã.
Eu: "Beleza, então. Não vai cair, hein, falei pra ela.
Não, não vou cair, não tô tão bêbada assim, só tomei um pouquinho.
Eu: Tá bom, acredito em você. Então vou nessa, vou apagar a luz.
Coloquei mais um par de travesseiros do lado dela, liguei o ar e apaguei a luz, falo pra ela: vou ficar no PC, qualquer coisa me manda uma mensagem, senão eu te acordo às 6:30, sabe?
Nisso passa uns 10 minutos e eu tava prestes a começar a bater uma punheta, já tinha me conformado que hoje não ia comer ninguém.
Olho pro meu celular e era uma mensagem dela, perguntando se eu podia ir um pouquinho lá que ela precisava de um copo d'água. Pulo da cadeira e vou rápido até meu quarto, onde ela tava.
Eu: Toma, aqui está a água, senta aí pra você beber direito e não derrubar na cama.
Obrigado.
Termina de tomar a água e eu pergunto pra ela
Eu: Não precisa de mais nada; olha que você não tá dormindo nada.
Homem: não consigo dormir, vem aqui deita um pouquinho e quando eu pegar no sono você vai embora, tá?
Eu: Mas você vai conseguir dormir assim?
Male: Não sei, mas vem aqui e me dá uma força pelo menos.
Bom, eu falo pra ela, pego e tiro a camiseta (não sou uma pessoa extremamente magra e também não sou daqueles gordões, tô meio acima do peso, não sou nenhum Brad Pitt, mas tenho meu valor, eu diria). Deito do lado dela e, automaticamente, o que ela faz é virar de costas pra mim. Eu fiquei paralisado, nem me mexi, mal respirava. Passaram uns 10 minutos e eu tento puxar meu braço que tava debaixo da cabeça dela, e ela vira (não sei se tava dormindo ou o que realmente rolou), mas coloca a perna dela em cima das minhas pernas. Aí eu viro de lado e ela, com uma das mãos, pega minha perna e coloca bem perto da buceta dela. Com meu joelho, dava pra sentir o calor saindo daquela buceta, e nem preciso falar do meu pau, tava explodindo. Aí eu tento me mexer pra não parecer um punheteiro, e ela diz:
Macho: não se mexe, tô muito confortável assim, e você tá quentinho.
Eu: Beleza, mas acho que o short tá me incomodando um pouco. (Falei)
Male: Tira o short então.
Tento tirar o short sem descobrir ela e não tinha jeito, então tive que abrir as pernas dela e vi aquela buceta, só de olho mesmo, enquanto ela fala…
Vamos, rápido, tamo com frio…
Eu: Bom, desculpa.
Tirei o short e fiquei só de cueca, tentando nem sentir meu pau. De repente, ela fez que ia mexer o braço e acabou tocando no meu pau, e eu me fiz de besta, só pra não complicar as coisas, e ela disse...
Male: Me raspa o elástico da sua cueca, pode tirar, por favor.
Eu: Tem certeza?
Se quiser, só isso, senão tudo bem.
Não pensei nem dois segundos
com meu pau super duro e ela se fazendo de sonsa, meu pau parecia um favo de mel, tinha mel pra jogar pra cima. Com as mãos dela faz um círculo e segura com as mãos frias meu pau, e sinto tanta adrenalina que com meu joelho começo a esfregar na buceta dela, e falei…
Eu: Me arranha a sua roupa íntima,
Não me respondi e ela tirou a calcinha fio-dental, e me diz: "Tá bom assim? Não te incomoda?" E eu, com meu joelho, podia sentir o calorzinho daquela buceta. Então deixei meu joelho só roçar na buceta dela e, com minha mão, toquei a raba dela e fui fazendo círculos no cu dela, subindo e descendo como se quisesse dilatar. Quando peguei um pouco do fluido vaginal que ela soltava, ela agarrou minha pica com força e soltou uma respiração tão forte que até gostei. Com meu dedo indicador, acariciei as nádegas dela e, enquanto ela me acariciava a pica, eu não aguentei e rocei minha vara na barriga dela, fazendo um movimento circular pra minha pica tocar a barriga e o umbigo dela. Com meu dedo do meio, comecei a tocar a entrada da buceta dela e sentia aqueles fluidos descendo. Coloquei esse mesmo fluido na entrada do cu dela pra acariciar. Não dizíamos nada, e ela só, de olhos fechados, me segurava a pica, subia e descia. Nisso, não aguentei tanta excitação e, com meu dedo do meio, fiz círculos na entrada da buceta dela e comecei a penetrar com o dedo, e ela me agarrava forte a pica. Então eu disse...
Eu: devagar, que você vai matar ele.
Cara: ah não, para; eu sei como pedir desculpas pra ela…
Agarra, levanta a mão dela e abre a boca dela, e com a saliva dela molha a mão dela, levanta o lençol e coloca a mão dela de novo, e eu tentei aproveitar a oportunidade, e falei, mas ele quer beijos.
Ah, sim, é desse jeito que se pede desculpas. Vou tentar então que ela não fique puta antes de eu vazar…
Eu: É, porque senão ela vai ficar puta…
Ele pega e enfia a cabeça dele debaixo dos lençóis e com a língua começa a lamber minha rola desde as bolas até a cabeça, eu já tava pronto pra gozar e jogar 2 litros de leite na cara dela, e tentei segurar, pensando em outra coisa, e ela com a linguinha dela ia das minhas bolas até a cabeça e eu não aguentei e com minhas mãos fiz tipo um nó no cabelo dela, e empurrei ela pra enfiar minha rola na boca dela, e ela abre bem grande a boca e quase enfiei minha rola toda na boca dela, ela faz tipo que vai vomitar, e levanta o lençol e me diz,
Male: Devagarzinho, só isso, quero aproveitar, ainda tem tempo. Não seja tão apressado.
Eu: Foi mal,
Então eu colocava só a cabeça da minha pica na boca dela e ela chupava como se fosse um pirulito, e com a língua passava por toda a cabeça. Aí eu tento fazer o mesmo e colocar tudo na boca, e ela pega na minha mão e diz: calma, só isso...
E, sem aviso nenhum, ela enfiou quase todo o meu pau na boca dela e, com a língua, ficava tocando o tronco inteiro. Dava pra ouvir que ela tava com vontade de vomitar, mas não vomitou (meu pau não é grande coisa, tem 14cm, é médio, pelo que me falaram). Aí ela subiu e ficou por cima de mim, e a calcinha fio dental que ela tava usando fez eu passar a língua.
Male: Quando você se deitou, me fez ficar toda molhada, agora você vai secar com sua língua, ela me diz.
Agarro com minhas mãos e colo ela na bunda devagar, e ela fala ai… Levanto ela pra cima de mim e tento catar na minha mesinha de cabeceira camisinhas, que quase sempre tenho por via das dúvidas… E procuro, procuro e não tinha mais, então falo: não tenho camisinha.
Male: Não importa, na semana que vem ela para de vir e eu continuo tomando os remédios, não se preocupa que não vai dar nada, ela me diz.
Então começo a beijar ela e ela, com a mão dela, pega no meu pau e coloca na entrada da buceta dela, e vai fazendo entrar meu pau devagarinho, super devagarinho, até que entrou um pouquinho a cabeça do meu pau, e ela mexia a bacia e falava no meu ouvido:
Homem: Cê gosta, cê gosta, me fala se cê gosta, senão eu paro…
Eu: Não, não para, mas não sei o que dizer, não quero que isso acabe, me excita pra caralho.
Então, meio que rebolando a cintura dela, ela vai enfiando meu pau na buceta dela devagarzinho, e ela solta uns suspiros que, meu amor, me deixava com mais tesão ainda. E sem me avisar nem nada, ela se levanta, eu abro os olhos e ela senta de uma vez no meu pau, e eu suspirei tão forte que soltei um "aaaaaaah!". E ela sobe de novo, rebola e senta com força, e me pergunta.
Male: Cê gosta do jeito que eu faço; me fala uma coisa, cê gosta?
Eu: Adoro, adoro o que você faz comigo, não entendo como você consegue me deixar tão tesuda…
Então pego e coloco a cabeça dela contra meu peito, e com minhas mãos abro a bunda dela, fazendo a buceta dela se abrir direto, e começo a meter forte e rápido, e ela só gemia baixinho. Ficamos assim uns 5 minutos, eu metendo rápido e forte. Pego e viro ela, ela fica de bruços, e eu com minhas mãos abro a bunda dela e seguro na cintura, colocando ela de quatro mas com a cabeça no travesseiro, e com minha língua começo a lamber todo aquele líquido que escorria do cu até o clitóris, e com meus lábios eu chupava e esticava os lábios da buceta dela, e ela gritava. Aí me posiciono pra meter de novo, mas eu já não aguentava mais, tava quase gozando e não queria. Então pego com meu dedo mindinho e começo a penetrar o cuzinho dela bem devagar com o mindinho, e pergunto se ela gosta ali, e ela não me respondia nada. Aí cuspo na minha boca e jogo direto na bunda dela, e com o mindinho coloco um pouco mais, e ela continuava sem falar nada. Percebi que ela não tava gostando muito, então peguei a mão dela e coloquei no meu pau, e com meu dedo do meio e o indicador juntos, direto na buceta dela, e ela agarrou meu pau bem forte e começou a me masturbar, e eu falava pra ela...
Eu: Devagar, devagar.
E ela me masturbava cada vez mais rápido, aí eu falo: "espera", e me jogo pra trás e sento. Ela vira e fica na posição de 69, e eu já não aguentava mais, então falei: "vou gozar, vou gozar". Ela apertava mais a buceta no meu rosto, aí eu relaxei e, 2 segundos antes de eu gozar, ela tirou meu pau da boca dela e jorrou um esguicho de porra nos peitos dela. Eu, com as mãos, abri a racha dela e continuei chupando tudo enquanto ainda saía leite do meu pau. Aí ela se levantou e me disse...
Male: vou no banheiro me limpar com um sorriso super fofo…
Eu: Beleza, então vai, não demora.
Pego a camiseta que eu tinha e me cubro um pouco, espero ela voltar do banheiro. Ela vem, e eu vou pro banheiro, lavo a pica e vou pelado pro quarto, coloco a cueca. Ela continuava pelada, sem falar nada, a gente dormiu por 1 hora sem fazer barulho nenhum, e o despertador tocou. Eu ouvi e tentei acordar ela, e ela me diz…
Male: minha irmã tá na casa do namorado dela, e meus pais dormem até tarde hoje, a gente pode dormir mais um pouco?
Eu: Segura, você falou pra sua irmã não sair nem ir sozinha na sua casa?
Sim, acabei de mandar uma mensagem pra ela.
E aí eu peguei, só coloquei a cueca e encostei meu joelho na buceta dela, e dormimos até umas 11 da manhã mais ou menos. Ela vestiu o vestido e os sapatos e foi pra casa. Hoje já é terça, a gente continua se falando por mensagem e eu tô com a calcinha vermelha dela guardada na gaveta do criado-mudo, bem limpinha, pra quando ela voltar de novo e eu tentar tirar com a boca da próxima vez...
Não pensei que ela fosse vir, então falei: "bom, que seja o que tiver que ser, se ela vem ou não, não acontece nada, pelo menos eu tentei." Nisso, ela me respondeu em 2 minutos e disse que sim, que tinha terminado de ver a série dela e vinha. Como a gente mora muito perto um do outro, achei que ela ia vir com roupa casual, tipo, "tô no meu bairro, posso ficar à vontade.
Vi ela de longe vindo andando, e como ela tem uns 1,58 de altura, corpo magrinho, e as medidas mais ou menos 70, 60, 80, não pensei que ela ia vir com um daqueles vestidos tão elegantes. Era transparente e dava pra ver a roupa de baixo dela, ela tava com uma daquelas tangas brancas com bordas verdes e coraçõezinhos por todo lado. Não sabia que ela ia vir vestida daquele jeito. Cumprimentei ela e não devia ter parado, porque com certeza ia dar pra notar a ereção que ela me deu na hora só de olhar.
Não acreditava que, pra começar, ela tinha aceitado meu convite. Não é que eu goste da mina (aliás, essa mulher se chama Male, uns 19 anos). Male não costuma se misturar muito com as garotas do bairro ou com os caras da idade dela. Começamos a conversar e tomávamos o tereré enquanto ela não se sentia muito confortável no sofá que eu trouxe. Por isso, fui pegar um travesseiro e passei ele na mão dela. Ela se levantou pra arrumar a almofada, se virou e me mostrou a bunda por um microssegundo — meu pau já tava quase explodindo de tanta adrenalina que senti num segundo. Ela arrumou tudo pra sentar de novo e, com a mão, tirou o vestido que tinha entrado na bunda dela.
- Homem: Me desculpa, é que eu sou muito inquieta e não tô confortável.
Eu: Mas fica à vontade, senta do jeito que você quiser, não é porque tá comigo que vai sentar de um jeito que não fique confortável.
Bom, obrigado.
Levanta a perna e parece que foi um presente caído do céu, pude ver a calcinha fio dental dela pela parte da frente, e eu, como todo punheteiro, fiquei olhando, e meu coração e meu pau estavam prestes a explodir, mal conseguia falar e só ria.
É algo que eu não sabia que ela podia fazer, mas quando alguém fala com ela, ou quando eu falava com ela, em nenhum momento ela mexia no celular, e sempre que me ouvia, olhava na minha cara e dava um sorriso se eu falava algo que no começo parecia engraçado ou não. Quando me olhava, tinha um sorrisinho safado.
Como naquela tarde eu tava sozinho em casa e não tinha ninguém, ela me pediu pra ir no banheiro. Falei: "vem por aqui", mostrei onde era, acendi a luz e fiquei esperando do lado de fora por um tempo pra ela não se sentir abandonada. Nisso, ela fecha a porta, mas por acaso ou sei lá o que, eu fico do lado onde tem o vidro do banheiro. Como é bem grande, consigo ver ela com o vestido levantado, ajeitando a calcinha fio dental. Não sabia o que fazer, minhas mãos suavam e fiquei mudo. Vi o corpo dela quase todo pelado, percebi que era toda depilada e deu vontade de abrir a porta, agarrar ela pelas nádegas, levantar e meter debaixo do chuveiro. Mas não quis ser sem noção, só olhei e não falei nada. Ajeitei meu pau e vi que ela apagou a luz e começou a abrir a porta. Me fiz de besta e olhei pro outro lado. Ela falou: "pronto". E eu disse: "vamos lá pra fora de novo então. Quer alguma coisa?" Perguntei.
Ela inocentemente me diz que não, acho que ela não tinha percebido que eu vi ela quase pelada e eu fiquei com cara de paisagem porque não sabia como reagir, já que nunca tinha passado por algo parecido com o que eu estava vivendo.
Ela, depois de tanto rirmos e já era tarde, foi pra casa dela e continuamos conversando por mensagem, mas era como se nada tivesse acontecido. Eu, literalmente, não conseguia tirar ela da cabeça, até já tinha imaginado as coisas que eu poderia ter feito com ela naquela mesma noite.
Como de costume, a gente se falava quase todo dia e a cada 2 minutos trocava mensagens, conversando super bem.
Acontece que uma noite ela tinha uma festa de 15 anos da amiga da irmã e ela tinha que acompanhar. Eu não tinha intenção de cruzar com ela, mas como por coisas do destino, cruzei. Ela estava super gostosa e sexy.
A maquiagem que ela tava era perfeita, não é daquelas que se empanturram de maquiagem e ficam irreconhecíveis, mas sim bem feita, e o cabelo tava solto, mas com umas tranças que ficavam lindas demais. A parada é que eu fiquei no ponto com ela e a irmã. Ela tava com um vestido preto e uns saltos altíssimos, o vestido era bem justinho no corpo e na parte do torso não tinha sutiã, dava pra ver tudo, mas ela tava muito gostosa e sexy. Nisso, eu tentei sentar pra ela não perceber que meu pau tava prestes a explodir e que eu queria comer ela a noite toda.
Ela vai embora e me dá tchau com dois beijinhos, e o segundo beijo foi bem perto dos meus lábios. A gente trocou umas mensagens, foi a última coisa que ouvi daquela boquinha tão pequena e vermelhinha.
Ela foi embora e a gente tava trocando mensagem, eu falei pra ela…
Eu: Que gostosa você tá vestida, adorei como esse vestido fica em você e seus sapatos
Cara: Adorei tuas havaianas, (acompanhado de um kkkk)
Eu: Não zoa, não sabia que ia te encontrar, se soubesse pelo menos tinha colocado um tênis.
Não tem problema, tá tudo bem.
Eu: Quer que eu te espere quando você vier, e a gente toma um negócio antes de você ir dormir; ou querVem mais cedo e a gente toma alguma coisa em casa.
Male: Beleza, eu antes das 3 já vou, tô meio entediada
Eu: Beleza então, te espero, é só me avisar que passo te pegar no ponto e a gente vem junto.
Tá bom, então te aviso.
Termino a conversa, e eram umas 11 da noite, mais ou menos. Lá pras 2 da manhã, ela me pergunta se eu podia ir até o ponto de ônibus, e que com um casaco que ela tinha, tava com um pouco de frio. Eu falei que sim e fui até o ponto esperar ela, como tinha prometido. Vejo ela descendo do ônibus e coloco meu casaco nas costas dela. Ela tava meio alterada, e a irmã desceu atrás dela, me cumprimentou e foi pra casa do namorado, que fica a umas quadras da minha casa. A Male veio comigo, tava meio bêbada e ria de tudo. Ofereci um fernet que eu tava tomando, ela deu uns golinhos e ficava me falando.
Homem: tô com frio e com sono.
Eu: E nem pensei nisso, quer deitar um pouquinho na minha cama? Eu te dou o espaço, você descansa, que umas 7 da manhã eu te acordo e aviso sua irmã pra passar aqui antes de ir pra sua casa.
Male: Vai fundo, por favor, me dói tudo
Eu: vem aqui, vai.
Ela começa a tirar os sapatos.
Male: Ah, não consigo tirar meus sapatos, me ajuda?
Eu: Claro, óbvio, mas senta na cama, que você pode cair, negona.
Male: bom
Ela se senta na cama e já se joga pra deitar, levantando as pernas pra eu poder tirar os sapatos dela, e eu pude ver aquela calcinha vermelha que ela tava usando, que me dava vontade de arrancar com os dentes e passar minha língua por toda a buceta dela, minha boca enchia d'água só de pensar.
Tiro o primeiro sapato dela e falo: "vamos, levanta a outra perna assim não te incomodo mais e você dorme um pouquinho.
Levanta a perna e de novo a mesma coisa, até na minha imaginação passavam mil coisas que eu podia percorrer com minha língua.
Tô falando que você vai dormir com esse vestido, não prefere que eu te empreste um short ou algo pra você dormir mais à vontade?
Não, meu amor, assim mesmo
Eu: (achei que ele tava me chamando de amor, não sei se era porque tava meio bêbada ou porque queria falar inconscientemente e acabou saindo) bom, tudo bem, mas você vai ficar desconfortável.
Não, olha.
Ela tira o vestido preto que tava usando e fica só de calcinha e de peitos de fora, pega nos peitinhos dela com as mãos e me pergunta: me empresta uma piranha?
Eu: É, toma, e botei uma regata, porque não tinha camiseta limpa e a única coisa limpa era uma regata.
Male: Valeu, ela me agradece,
Ela para e me fala: "vira pra lá, que eu não tô de sutiã.
Eu: "Beleza, então. Não vai cair, hein, falei pra ela.
Não, não vou cair, não tô tão bêbada assim, só tomei um pouquinho.
Eu: Tá bom, acredito em você. Então vou nessa, vou apagar a luz.
Coloquei mais um par de travesseiros do lado dela, liguei o ar e apaguei a luz, falo pra ela: vou ficar no PC, qualquer coisa me manda uma mensagem, senão eu te acordo às 6:30, sabe?
Nisso passa uns 10 minutos e eu tava prestes a começar a bater uma punheta, já tinha me conformado que hoje não ia comer ninguém.
Olho pro meu celular e era uma mensagem dela, perguntando se eu podia ir um pouquinho lá que ela precisava de um copo d'água. Pulo da cadeira e vou rápido até meu quarto, onde ela tava.
Eu: Toma, aqui está a água, senta aí pra você beber direito e não derrubar na cama.
Obrigado.
Termina de tomar a água e eu pergunto pra ela
Eu: Não precisa de mais nada; olha que você não tá dormindo nada.
Homem: não consigo dormir, vem aqui deita um pouquinho e quando eu pegar no sono você vai embora, tá?
Eu: Mas você vai conseguir dormir assim?
Male: Não sei, mas vem aqui e me dá uma força pelo menos.
Bom, eu falo pra ela, pego e tiro a camiseta (não sou uma pessoa extremamente magra e também não sou daqueles gordões, tô meio acima do peso, não sou nenhum Brad Pitt, mas tenho meu valor, eu diria). Deito do lado dela e, automaticamente, o que ela faz é virar de costas pra mim. Eu fiquei paralisado, nem me mexi, mal respirava. Passaram uns 10 minutos e eu tento puxar meu braço que tava debaixo da cabeça dela, e ela vira (não sei se tava dormindo ou o que realmente rolou), mas coloca a perna dela em cima das minhas pernas. Aí eu viro de lado e ela, com uma das mãos, pega minha perna e coloca bem perto da buceta dela. Com meu joelho, dava pra sentir o calor saindo daquela buceta, e nem preciso falar do meu pau, tava explodindo. Aí eu tento me mexer pra não parecer um punheteiro, e ela diz:
Macho: não se mexe, tô muito confortável assim, e você tá quentinho.
Eu: Beleza, mas acho que o short tá me incomodando um pouco. (Falei)
Male: Tira o short então.
Tento tirar o short sem descobrir ela e não tinha jeito, então tive que abrir as pernas dela e vi aquela buceta, só de olho mesmo, enquanto ela fala…
Vamos, rápido, tamo com frio…
Eu: Bom, desculpa.
Tirei o short e fiquei só de cueca, tentando nem sentir meu pau. De repente, ela fez que ia mexer o braço e acabou tocando no meu pau, e eu me fiz de besta, só pra não complicar as coisas, e ela disse...
Male: Me raspa o elástico da sua cueca, pode tirar, por favor.
Eu: Tem certeza?
Se quiser, só isso, senão tudo bem.
Não pensei nem dois segundos
com meu pau super duro e ela se fazendo de sonsa, meu pau parecia um favo de mel, tinha mel pra jogar pra cima. Com as mãos dela faz um círculo e segura com as mãos frias meu pau, e sinto tanta adrenalina que com meu joelho começo a esfregar na buceta dela, e falei…
Eu: Me arranha a sua roupa íntima,
Não me respondi e ela tirou a calcinha fio-dental, e me diz: "Tá bom assim? Não te incomoda?" E eu, com meu joelho, podia sentir o calorzinho daquela buceta. Então deixei meu joelho só roçar na buceta dela e, com minha mão, toquei a raba dela e fui fazendo círculos no cu dela, subindo e descendo como se quisesse dilatar. Quando peguei um pouco do fluido vaginal que ela soltava, ela agarrou minha pica com força e soltou uma respiração tão forte que até gostei. Com meu dedo indicador, acariciei as nádegas dela e, enquanto ela me acariciava a pica, eu não aguentei e rocei minha vara na barriga dela, fazendo um movimento circular pra minha pica tocar a barriga e o umbigo dela. Com meu dedo do meio, comecei a tocar a entrada da buceta dela e sentia aqueles fluidos descendo. Coloquei esse mesmo fluido na entrada do cu dela pra acariciar. Não dizíamos nada, e ela só, de olhos fechados, me segurava a pica, subia e descia. Nisso, não aguentei tanta excitação e, com meu dedo do meio, fiz círculos na entrada da buceta dela e comecei a penetrar com o dedo, e ela me agarrava forte a pica. Então eu disse...
Eu: devagar, que você vai matar ele.
Cara: ah não, para; eu sei como pedir desculpas pra ela…
Agarra, levanta a mão dela e abre a boca dela, e com a saliva dela molha a mão dela, levanta o lençol e coloca a mão dela de novo, e eu tentei aproveitar a oportunidade, e falei, mas ele quer beijos.
Ah, sim, é desse jeito que se pede desculpas. Vou tentar então que ela não fique puta antes de eu vazar…
Eu: É, porque senão ela vai ficar puta…
Ele pega e enfia a cabeça dele debaixo dos lençóis e com a língua começa a lamber minha rola desde as bolas até a cabeça, eu já tava pronto pra gozar e jogar 2 litros de leite na cara dela, e tentei segurar, pensando em outra coisa, e ela com a linguinha dela ia das minhas bolas até a cabeça e eu não aguentei e com minhas mãos fiz tipo um nó no cabelo dela, e empurrei ela pra enfiar minha rola na boca dela, e ela abre bem grande a boca e quase enfiei minha rola toda na boca dela, ela faz tipo que vai vomitar, e levanta o lençol e me diz,
Male: Devagarzinho, só isso, quero aproveitar, ainda tem tempo. Não seja tão apressado.
Eu: Foi mal,
Então eu colocava só a cabeça da minha pica na boca dela e ela chupava como se fosse um pirulito, e com a língua passava por toda a cabeça. Aí eu tento fazer o mesmo e colocar tudo na boca, e ela pega na minha mão e diz: calma, só isso...
E, sem aviso nenhum, ela enfiou quase todo o meu pau na boca dela e, com a língua, ficava tocando o tronco inteiro. Dava pra ouvir que ela tava com vontade de vomitar, mas não vomitou (meu pau não é grande coisa, tem 14cm, é médio, pelo que me falaram). Aí ela subiu e ficou por cima de mim, e a calcinha fio dental que ela tava usando fez eu passar a língua.
Male: Quando você se deitou, me fez ficar toda molhada, agora você vai secar com sua língua, ela me diz.
Agarro com minhas mãos e colo ela na bunda devagar, e ela fala ai… Levanto ela pra cima de mim e tento catar na minha mesinha de cabeceira camisinhas, que quase sempre tenho por via das dúvidas… E procuro, procuro e não tinha mais, então falo: não tenho camisinha.
Male: Não importa, na semana que vem ela para de vir e eu continuo tomando os remédios, não se preocupa que não vai dar nada, ela me diz.
Então começo a beijar ela e ela, com a mão dela, pega no meu pau e coloca na entrada da buceta dela, e vai fazendo entrar meu pau devagarinho, super devagarinho, até que entrou um pouquinho a cabeça do meu pau, e ela mexia a bacia e falava no meu ouvido:
Homem: Cê gosta, cê gosta, me fala se cê gosta, senão eu paro…
Eu: Não, não para, mas não sei o que dizer, não quero que isso acabe, me excita pra caralho.
Então, meio que rebolando a cintura dela, ela vai enfiando meu pau na buceta dela devagarzinho, e ela solta uns suspiros que, meu amor, me deixava com mais tesão ainda. E sem me avisar nem nada, ela se levanta, eu abro os olhos e ela senta de uma vez no meu pau, e eu suspirei tão forte que soltei um "aaaaaaah!". E ela sobe de novo, rebola e senta com força, e me pergunta.
Male: Cê gosta do jeito que eu faço; me fala uma coisa, cê gosta?
Eu: Adoro, adoro o que você faz comigo, não entendo como você consegue me deixar tão tesuda…
Então pego e coloco a cabeça dela contra meu peito, e com minhas mãos abro a bunda dela, fazendo a buceta dela se abrir direto, e começo a meter forte e rápido, e ela só gemia baixinho. Ficamos assim uns 5 minutos, eu metendo rápido e forte. Pego e viro ela, ela fica de bruços, e eu com minhas mãos abro a bunda dela e seguro na cintura, colocando ela de quatro mas com a cabeça no travesseiro, e com minha língua começo a lamber todo aquele líquido que escorria do cu até o clitóris, e com meus lábios eu chupava e esticava os lábios da buceta dela, e ela gritava. Aí me posiciono pra meter de novo, mas eu já não aguentava mais, tava quase gozando e não queria. Então pego com meu dedo mindinho e começo a penetrar o cuzinho dela bem devagar com o mindinho, e pergunto se ela gosta ali, e ela não me respondia nada. Aí cuspo na minha boca e jogo direto na bunda dela, e com o mindinho coloco um pouco mais, e ela continuava sem falar nada. Percebi que ela não tava gostando muito, então peguei a mão dela e coloquei no meu pau, e com meu dedo do meio e o indicador juntos, direto na buceta dela, e ela agarrou meu pau bem forte e começou a me masturbar, e eu falava pra ela...
Eu: Devagar, devagar.
E ela me masturbava cada vez mais rápido, aí eu falo: "espera", e me jogo pra trás e sento. Ela vira e fica na posição de 69, e eu já não aguentava mais, então falei: "vou gozar, vou gozar". Ela apertava mais a buceta no meu rosto, aí eu relaxei e, 2 segundos antes de eu gozar, ela tirou meu pau da boca dela e jorrou um esguicho de porra nos peitos dela. Eu, com as mãos, abri a racha dela e continuei chupando tudo enquanto ainda saía leite do meu pau. Aí ela se levantou e me disse...
Male: vou no banheiro me limpar com um sorriso super fofo…
Eu: Beleza, então vai, não demora.
Pego a camiseta que eu tinha e me cubro um pouco, espero ela voltar do banheiro. Ela vem, e eu vou pro banheiro, lavo a pica e vou pelado pro quarto, coloco a cueca. Ela continuava pelada, sem falar nada, a gente dormiu por 1 hora sem fazer barulho nenhum, e o despertador tocou. Eu ouvi e tentei acordar ela, e ela me diz…
Male: minha irmã tá na casa do namorado dela, e meus pais dormem até tarde hoje, a gente pode dormir mais um pouco?
Eu: Segura, você falou pra sua irmã não sair nem ir sozinha na sua casa?
Sim, acabei de mandar uma mensagem pra ela.
E aí eu peguei, só coloquei a cueca e encostei meu joelho na buceta dela, e dormimos até umas 11 da manhã mais ou menos. Ela vestiu o vestido e os sapatos e foi pra casa. Hoje já é terça, a gente continua se falando por mensagem e eu tô com a calcinha vermelha dela guardada na gaveta do criado-mudo, bem limpinha, pra quando ela voltar de novo e eu tentar tirar com a boca da próxima vez...
3 comentários - Vizinha do bairro, mas bem safada