Eu tava praticamente sentindo as batidas da pica dele descansando contra minha barriga, mas longe de me sentir indignada, eu sentia algo diferente, algo gostoso, especial, tabu, safado, algo! Mas não era hora de me derreter tão fácil. Queria sair, mas o senhor me apertava muito forte contra ele.
—Vão bater uma punheta essa noite pensando na sua raba. Nessa… bunda… suculenta…
—Ahhh!
Minha cabeça fervilhava numa mistura de sensações contraditórias. Por um momento, me imaginei na situação. Seis completos estranhos se tocando na privacidade, ou até em grupo, na enseada, no bosque ou perto de algum brejo. Pensando em mim, se dedicando a mim — quanto tempo? Cinco, dez minutos das suas vidas pra se aliviar? Eu, pelo menos por um breve instante das suas vidas, seria a protagonista das fantasias de uns completos anônimos. Melhor dizendo, minha raba seria a protagonista… algo assim mexe ainda mais com uma autoestima como a minha.
Brilhos dourados cintilavam pela piscina natural, entre as flores de lótus de andar errante. Tudo começava a vibrar, ou era só eu?
—Vocês vão… bater uma… pensando em mim?
Queria dizer que continuei resistindo, mas sinceramente tava gostando da ideia de… mostrar minha bunda minúscula pra uns completos estranhos enquanto meu sogro me tratava assim, como se eu fosse uma putinha. Nem os nomes, nem as idades, nem de onde vinham, não sabia nada deles! Mas meu corpo ia ser o foco das fantasias mais obscuras deles. Puta merda!
Tava tão excitada que praticamente me esfregava no meu senhor, rebolando muito a raba. As duas mãos dele agarraram, cada uma, uma nádega. Ele sussurrou: "Vamos dar algo especial pra ele". Não sabia o que ia rolar, mas não tava nem aí, tava adorando ser guiada, ser pervertida pelo meu sogrão. "O que o senhor vai fazer, seu Miguel?", perguntei num outro sussurro.
Não saberia descrever o prazer que percorreu meu corpo inteiro quando ele separou descaradamente minhas nádegas, expondo minhas vergonhas. Minha bucetinha aparecendo lá embaixo, com certeza inchadinha; depilada e molhada, minha raba também. Abri a boca e quase tive um orgasmo descontrolado quando ele tocou meu cu com um dos dedos, acariciando o anel. Mordi o ombro dele com o rosto todo contraído de prazer.
—Que gostosa, você tá gozando sabendo que uns estranhos tão te olhando?
N-não…" — eu mordi mais forte.
Depois de um tapa sonoro que ecoou por toda a mata, ele me afastou. Eu tava excitadíssima, vermelha, envergonhada, muito curiosa, e, e, e… Mas não conseguia nem falar. Dom Miguel me segurou pelos ombros e me virou pra mostrar aqueles caras voyeristas. "Olha eles, lá em cima", ele sussurrou. "E abaixa esse braço, mostra pra eles o que você tem.
—Que vejam sua carinha cheia de prazer —disse Dom Gabriel, do meu lado direito, pegando minha mãozinha e levando até o pau dele. Dei um susto ao sentir a carne dele e ele riu de mim. Era quente, duríssima, mas de pele macia. Era tão grande que minha mãozinha nem fechava ao segurar pelo tronco.
—Que vejam seus peitos lindos —sussurrou Dom Rafael, pegando minha outra mão pra eu segurar a vara dele, quase toda escondida debaixo da barriga de cerveja. Parecia ainda maior, cheia de veias e pulsando. Acariciei com carinho—. Que vejam sua bucetinha depilada gostosa… que morram de inveja esses tais velhos acabados que tanto zoam quando nos veem brincando na praia.
E vi eles. Os seis caras continuavam sorrindo pra mim, se tocando também… e eu devolvi meu sorriso mais safado, cheio de putaria, batendo uma pra pica do Gabriel à minha direita e pra do Rafael à minha esquerda.


Por acidente quase coloquei a língua toda pra fora enquanto revirava os olhos quando meu sogro me abraçou por trás, colando a ereção poderosa dele na minha bunda minúscula, o peito forte dele nas minhas costas, se esfregando em mim. Afastando o triangulinho que cobria minha bucetinha, enfiou um par dos dedos grossos e ásperos dele dentro da minha gruta.

Ele dizia que adorava que minha buceta fosse tão carnuda, porque podia passar horas e horas entre meus lábios grossos fuçando meu buraquinho. Eu queria desmaiar de prazer, mas de algum lugar tirei forças pra continuar ali, de pé, masturbando dois velhos enquanto era estimulada vaginalmente por outro.
—Você gosta de ser vista, gostosa?
Não respondi. Só ficava gemendo e gemendo diante da maestria daquele professor do sexo enfiando os dedos em mim.
—A gente adora te ver, tá vendo como você tá deixando a gente louco com esse seu corpinho? E você tão encanada à toa…
Tava que não podia acreditar, se a coisa continuasse assim, não ia demorar muito pra eles estarem enfiando carne em mim. Dom Miguel me pegou pela mão que tava batendo uma pra um dos colegas dele, e me afastou deles. "Vou te roubar dos meus amigos por um momento. Autoridade de sogro", disse com um sorriso, me levando com ele. Atordoada como eu tava, me deixei levar até a beira.
Deitamos na areia, um par de flores de lótus grudadas nas minhas coxas; eu me deitei por cima do senhor, lambendo o rosto dele e arranhando aquele peito peludo enquanto ele apalpava minha bunda. Ele apertava forte minhas nádegas, mexia elas em círculos e as separava pra mostrar não só pros amigos dele, mas também pra aqueles caras curiosos. Eu me esfregava nele, massageando o pau dele com tudo que podia, esfregando ele na minha buceta.
—O que foi? Quer ela dentro, gostosa? —perguntou ele encaixando a pica na ponta da minha buceta molhada.

Gemi, concordando levemente com a cabeça, porque minha voz já tinha ido embora de tanto prazer. Ele encostou a pontinha do pau, molhando nos meus suquinhos, e tirou quando viu minha carinha vermelha e de boca aberta. Abracei ele com força, implorando pela carne dele. Ele meteu de novo, um pouco mais fundo, mas tirou outra vez. O filho da puta tava brincando comigo, se divertindo me vendo tremendo de tesão em cima dele.


Roguei pra ele me fazer sua, me esfregando forte contra o corpo dele; ele me apertou contra o rosto e meteu a língua até o fundo enquanto a espada dele abria caminho dentro de mim, devagar porque eu sou bem apertadinha. A língua grossa dele tinha gosto de charuto perverso; quando parou de me beijar, disse que nunca na vida tinha estado dentro de uma garota tão apertadinha como eu, tão quentinha e suculenta por dentro. Minha bucetinha estava se contraindo de prazer, engolindo aquela pica.
Infelizmente gozei de novo, mais uma vez na minha vida, sem nem durar mais de um minuto. Me contorci e torci o rosto grotescamente, encharcando o pau dele com meus suquinhos. Minha visão ficou turva e os outros sentidos também, enquanto ele continuava me dando gostoso. Quando voltei a mim, quase chorei no peito dele, pedindo desculpas sem parar por ter gozado tão rápido.
—Desculpa, seu Miguel! Sou uma burra inexperiente!
—Como é que você vai falar isso, minha princesa? Pra mim você é uma gracinha, tá praticamente novinha, adoro isso, meu filho é o cara mais sortudo que pode existir.
Ele acariciou meu cabelo e começou a sair de dentro de mim. Nem tive chance de fazer ele gozar, de novo na minha vida tive que sentir um homem mais velho saindo sem nem ter um orgasmo. A ideia do sexo é reciprocidade, coisa que até aquele dia os homens não costumavam encontrar comigo.
—Não! Não sai de dentro! Pelo amor, não vou me perdoar! Me dá outra chance, juro que vou fazer melhor.
Sequei as lágrimas disfarçadamente, vendo ele se levantar. Fiquei de joelhos na frente dele, abraçando as pernas dele, esperando que ele percebesse que eu ainda tinha muito a oferecer. Beijei o pau imponente dele, depois as bolas grossas, lambendo por outra chance. Quando levantei o olhar, vi que Rafael deu o charuto pra ele. Ele me olhou, soltando a fumaça na minha cara.
—Quer outra chance? Depende. Você ama meu filho?
Ela apertou a própria pica e esfregou ela com força nos meus lábios. Consegui dizer que "sim" entre o líquido pré-gozo que escorria dela e deixava minha boca toda pegajosa. E o olhar que eu cravei nela; cheio de confiança, repleto de safadeza e com promessas de putaria, acabou convencendo ela a continuar brincando comigo.

—Beleza, gostosa. Fica de quatro. A bundinha empinada.
Deu um aceno afirmativo pra um dos amigos dele quando eu assumi a pose que ele mandou. Outro, não sei quem, chegou perto pra lamber minhas costas. Desde entre os ombros, traçando uma linha de saliva por todo o meu corpo até chegar na minha bunda. Aquela língua era quentinha e grossa; fechou o serviço me beijando o cu – forte, pervertido, bem barulhento. Outro, ou talvez o mesmo, enfiou dedos na minha bucetinha, que eu sentia bem inchada.
—Ainda tá molhadinha, isso é bom. Quer agradar teu sogrão, né? Então vamos ver como é esse outro buraquinho que tu tem…

Era o dom Gabriel. Ele tirou a flor de lótus grudada na minha coxa e abriu minha rabeta; chupou meu cu de um jeito magistral, arrancando berros fortes de mim. A língua grossa dele entrava e saía do meu ânus, fazia ganchinhos retorcidos dentro de mim. Eu arranhava a areia, empinando a rabeta pra ele continuar metendo mais daquela carne quentinha.
—Ufa! Delicioso! A bunda dela é um olho de agulha, mas acho que você consegue meter sem problemas, Miguel.
Meu sogro, por sua vez, se ajoelhou na minha frente. A gloriosa pica dele estava apontando pra minha boca. Eles estavam planejando me dar no cu; eu tinha medo da ideia de praticar sexo anal, nem todo mundo sabe fazer direito. Mas, de novo, a última coisa que eu queria era deixar esses três senhores insatisfeitos, me mostrar como uma maldita e inexperiente novata.
—Aqui está sua nova chance, gostosa. Quer fazer isso? —perguntou meu sogro, massageando o pau na frente do meu rosto desfigurado de prazer.
Nem hesitei, com o tanto que eu tava viciada já nem sabia como iam conseguir tirar minha boca daquela pica. Tive que abrir bem pra caralho, isso sim, pra caber aquele trambolho gigante dele. Assim que ele enfiou a cabeça, segurou minha mandíbula e pediu pra eu olhar nos olhos dele; começou a foder minha boca devagar, sempre tentando se molhar bem, tomando cuidado pra não me fazer engasgar.
Depois de um bom tempo chupando e deixando a Booty me beijar pelo colega dela, o Dom Miguel deitou na areia, deixando a lança dele apontando pro céu. Dom Rafael foi até as cadeiras, de onde trouxe uma caixinha de camisinhas; jogou no chão pra eu enfiar no meu senhor. "Tamanho grande, sabor framboesa".
Depois de colocar a camisinha com todo respeito e cuidado, meu sogro pediu pra eu sentar no pau dele, de costas pra ele. Eu me agachei, me segurando firme nos joelhos dobrados dele. Os amigos dele, parados do meu lado, começaram a esfregar os paus deles de um jeito doido. Os caras de cima, a mesma merda.
O senhor apoiou a ponta da sua vara no meu cuzinho, pronta pra empurrar. Eu tava desesperada pra caralho, mesmo disfarçando corajosamente meus medos. Ele pegou na minha cintura e começou a puxar pra perto dele.
Queria morrer de dor, a glande dele era enorme e forçava meu esfíncter. Lágrimas escorreram, finquei minhas unhas nos joelhos dele, arqueando as costas. Parecia que ia me partir ao meio, pensei em implorar pra ele parar, mas continuei juntando forças pra aguentar. Como prêmio pela minha coragem, a pressão cedeu e a ponta entrou.


Começou a bufar como um animal, me dizia que minha bunda era tão apertada que o pau dele ia estourar. Os colegas dele incentivavam, pediam que aproveitasse meu cuzinho apertado antes que eu me acostumasse a engolir paus. Um deles segurou meu queixo e perguntou se eu tava bem, porque as lágrimas escorriam pelas minhas bochechas de forma evidente.
—V-vou aguentar, vou aguentar!
—Que gostosa, uma campeã —disse seu Rafael, enfiando o dedo médio grosso na minha boquinha.
—Vou esperar um pouquinho até a cabecinha dilatar dentro da sua buceta.
Me deixou assim, ofegante e lacrimejando enquanto a glande dele pulsava no meu cu, me deixando com a cara desfigurada de dor. Eu tremia, não queria continuar de verdade, mas eu mesma não me perdoaria se desistisse daquilo, desejava com força que aquele homem tivesse um orgasmo dentro de mim. De repente, meu sogro puxou com mais força e o pau dele conseguiu enfiar mais um pedaço, que me arrancou um grito terrível. Rafael se adiantou e tirou o dedo antes que fosse cortado pelos meus dentes. Meus peitos balançavam, lágrimas saltavam dos meus olhos. Clarões dourados de novo.
—Ai! Mãe…! Uf, não t-tira, não tira, eu aguento!
—Calma, dá pra ver que sua bunda não tá acostumada a comer pica. Melhor parar por aqui.
—Ahhh… Porra! Não desiste não, senhor! Eu sei que cons… ai, porra, eu sei que aguento!
—Tá muito apertado, sim, teu cu não é muito guloso mesmo.
Chegou a parte mais grossa da pica dele e pensei que não ia caber mais nem um centímetro. Segundo meu sogrão, era só a metade da pica dele e, claro, o desespero e a dor fizeram eu praticamente chorar ali que nem uma criança, soluçando sem parar. Mas ele também disse que a parte mais larga já tinha entrado, então o pior já tinha passado. Aí ele me segurou de novo; eu mordi os dentes, fechei os olhos com força; ele puxou com tudo pra dentro de uma vez, abrindo caminho de um jeito terrível.

Arqueei tanto as costas que achei que ia quebrar uma vértebra. Gritei tanto que os pombos ao redor levantaram voo. Não consegui me segurar e mijei descontrolada em cima dele, mas ele nem ligou, ou só não quis tocar no assunto pra eu não me sentir pior do que já tava.
—Ai! Meu Deus! D-desculpa, não consegui me segurar!
—Pronto, sua putinha!… Nem um centímetro pra fora. Olha como ficou, amigos.
Achei que ia desmaiar, tava chorando, tremendo, ainda mijando, suando pra caralho; a saliva escorria pelo canto da boca. Olhei pra cima e os meninos curiosos tapavam a boca, um até fez o sinal da cruz. Os senhores me fizeram deitar no meu sogro, devagar pra que o pau dele dentro de mim não me machucasse. Fiquei com as costas encostadas no peito peludo dele, agora nós dois olhávamos pro céu azul imponente, mas eu tava vendo tudo embaçado por causa das minhas lágrimas.
—sweety, cê tá bem? —perguntou, me beijando o lóbulo. Começou a massagear meus peitos, brincando com meus piercings.
—Desculpa ter mijado toda, senhor… sou uma porquinha… mas eu… adoro ter o senhor dentro de mim… consigo sentir tudo… como ele pulsa dentro da minha bunda… Ah, quero ficar assim para sempre… — menti. Na verdade, queria desmaiar, mas por nada neste mundo largaria essa pica até espremer tudo dela.

—Te excita que te vejam, gostosa? Te excita que meus amigos e uns estranhos batam punheta olhando eu te arrebentar a buceta?
—Ahhh… Ahhh… não. Não é verdade, não inventa coisas… Ai, não tão forte, pelo amor!
—Grita bem alto, sua exibicionista safada, grita pra todo mundo ouvir. Olha como meus amigos também tão batendo punheta, vão gozar em cima de você… — as mãos grossas e ásperas dele acariciavam minha barriga, me esquentando pra caralho.
—Não quer admitir? —perguntou seu Gabriel, sempre apertando a própria rola—. Acho que você gosta, do jeito que chamou a atenção daqueles caras, sorrindo pra eles enquanto a gente te tocava. Andar assim com os peitos e a buceta de fora sem vergonha, sempre safada.
—Ahhh… Não, não mostro tudo, tô com um plug p-posto — tava difícil falar com uma pica gigante pulsando nos meus intestinos. Minha cara com certeza tava toda deformada de dor.
—Bom —seu Gabriel também continuava se tocando forte, me vendo sofrer—, mas é como se não tivesse nada, dá pra ver tudo, o fio tá enfiado entre esses lábios enormes da sua buceta.
N-não tira sarro de mim!
—Bombom, é verdade! — seu Gabriel se ajoelhou e enfiou a mão entre minhas pernas; dois dos dedos dele entraram na minha bucetinha, levando com eles o fiozinho do meu biquíni mais fundo na minha gruta. Gemi de prazer ao sentir os dedos dele entrando, e quase como um ato reflexo levantei minha cintura pra ele enfiar mais.

—Admíhotel, gostosa —disse meu sogro, avançando pra me partir ao meio.
E aí me veio uma visão cristalina das coisas, tipo aquele segundo antes de um orgasmo. As faíscas douradas pulando em volta de um mar laranja, o brilho da água de uma piscina natural cheia de flores de lótus num vai e vem sem rumo. Toda a minha aventura se amontoou nos meus olhos marejados, e a puta dentro de mim saiu pra berrar:
—Ahhh! S-s-sim! Admito, eu a-amo… que me olhem!
E o dom Miguel gozou, um homem mais velho finalmente gozou dentro de mim! Dava pra sentir o calorzinho do esperma dele preso na camisinha. Ele me apertava forte contra o corpo peludo, bufava, metia o pau, chupava meu lóbulo, apertava meus peitos enquanto os amigos dele aceleravam as punhetas pra gozar em cima de mim, nos meus seios, na minha barriga e na minha buceta. Me deixaram toda banhada de porra, o que pra mim foi o sinal pra alegria transbordar: pela primeira vez eu tava sendo recíproca com homens tão experientes.
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—Vão bater uma punheta essa noite pensando na sua raba. Nessa… bunda… suculenta…
—Ahhh!
Minha cabeça fervilhava numa mistura de sensações contraditórias. Por um momento, me imaginei na situação. Seis completos estranhos se tocando na privacidade, ou até em grupo, na enseada, no bosque ou perto de algum brejo. Pensando em mim, se dedicando a mim — quanto tempo? Cinco, dez minutos das suas vidas pra se aliviar? Eu, pelo menos por um breve instante das suas vidas, seria a protagonista das fantasias de uns completos anônimos. Melhor dizendo, minha raba seria a protagonista… algo assim mexe ainda mais com uma autoestima como a minha.
Brilhos dourados cintilavam pela piscina natural, entre as flores de lótus de andar errante. Tudo começava a vibrar, ou era só eu?
—Vocês vão… bater uma… pensando em mim?
Queria dizer que continuei resistindo, mas sinceramente tava gostando da ideia de… mostrar minha bunda minúscula pra uns completos estranhos enquanto meu sogro me tratava assim, como se eu fosse uma putinha. Nem os nomes, nem as idades, nem de onde vinham, não sabia nada deles! Mas meu corpo ia ser o foco das fantasias mais obscuras deles. Puta merda!
Tava tão excitada que praticamente me esfregava no meu senhor, rebolando muito a raba. As duas mãos dele agarraram, cada uma, uma nádega. Ele sussurrou: "Vamos dar algo especial pra ele". Não sabia o que ia rolar, mas não tava nem aí, tava adorando ser guiada, ser pervertida pelo meu sogrão. "O que o senhor vai fazer, seu Miguel?", perguntei num outro sussurro.
Não saberia descrever o prazer que percorreu meu corpo inteiro quando ele separou descaradamente minhas nádegas, expondo minhas vergonhas. Minha bucetinha aparecendo lá embaixo, com certeza inchadinha; depilada e molhada, minha raba também. Abri a boca e quase tive um orgasmo descontrolado quando ele tocou meu cu com um dos dedos, acariciando o anel. Mordi o ombro dele com o rosto todo contraído de prazer.
—Que gostosa, você tá gozando sabendo que uns estranhos tão te olhando?
N-não…" — eu mordi mais forte.
Depois de um tapa sonoro que ecoou por toda a mata, ele me afastou. Eu tava excitadíssima, vermelha, envergonhada, muito curiosa, e, e, e… Mas não conseguia nem falar. Dom Miguel me segurou pelos ombros e me virou pra mostrar aqueles caras voyeristas. "Olha eles, lá em cima", ele sussurrou. "E abaixa esse braço, mostra pra eles o que você tem.
—Que vejam sua carinha cheia de prazer —disse Dom Gabriel, do meu lado direito, pegando minha mãozinha e levando até o pau dele. Dei um susto ao sentir a carne dele e ele riu de mim. Era quente, duríssima, mas de pele macia. Era tão grande que minha mãozinha nem fechava ao segurar pelo tronco.
—Que vejam seus peitos lindos —sussurrou Dom Rafael, pegando minha outra mão pra eu segurar a vara dele, quase toda escondida debaixo da barriga de cerveja. Parecia ainda maior, cheia de veias e pulsando. Acariciei com carinho—. Que vejam sua bucetinha depilada gostosa… que morram de inveja esses tais velhos acabados que tanto zoam quando nos veem brincando na praia.
E vi eles. Os seis caras continuavam sorrindo pra mim, se tocando também… e eu devolvi meu sorriso mais safado, cheio de putaria, batendo uma pra pica do Gabriel à minha direita e pra do Rafael à minha esquerda.


Por acidente quase coloquei a língua toda pra fora enquanto revirava os olhos quando meu sogro me abraçou por trás, colando a ereção poderosa dele na minha bunda minúscula, o peito forte dele nas minhas costas, se esfregando em mim. Afastando o triangulinho que cobria minha bucetinha, enfiou um par dos dedos grossos e ásperos dele dentro da minha gruta.

Ele dizia que adorava que minha buceta fosse tão carnuda, porque podia passar horas e horas entre meus lábios grossos fuçando meu buraquinho. Eu queria desmaiar de prazer, mas de algum lugar tirei forças pra continuar ali, de pé, masturbando dois velhos enquanto era estimulada vaginalmente por outro.
—Você gosta de ser vista, gostosa?
Não respondi. Só ficava gemendo e gemendo diante da maestria daquele professor do sexo enfiando os dedos em mim.
—A gente adora te ver, tá vendo como você tá deixando a gente louco com esse seu corpinho? E você tão encanada à toa…
Tava que não podia acreditar, se a coisa continuasse assim, não ia demorar muito pra eles estarem enfiando carne em mim. Dom Miguel me pegou pela mão que tava batendo uma pra um dos colegas dele, e me afastou deles. "Vou te roubar dos meus amigos por um momento. Autoridade de sogro", disse com um sorriso, me levando com ele. Atordoada como eu tava, me deixei levar até a beira.
Deitamos na areia, um par de flores de lótus grudadas nas minhas coxas; eu me deitei por cima do senhor, lambendo o rosto dele e arranhando aquele peito peludo enquanto ele apalpava minha bunda. Ele apertava forte minhas nádegas, mexia elas em círculos e as separava pra mostrar não só pros amigos dele, mas também pra aqueles caras curiosos. Eu me esfregava nele, massageando o pau dele com tudo que podia, esfregando ele na minha buceta.
—O que foi? Quer ela dentro, gostosa? —perguntou ele encaixando a pica na ponta da minha buceta molhada.

Gemi, concordando levemente com a cabeça, porque minha voz já tinha ido embora de tanto prazer. Ele encostou a pontinha do pau, molhando nos meus suquinhos, e tirou quando viu minha carinha vermelha e de boca aberta. Abracei ele com força, implorando pela carne dele. Ele meteu de novo, um pouco mais fundo, mas tirou outra vez. O filho da puta tava brincando comigo, se divertindo me vendo tremendo de tesão em cima dele.


Roguei pra ele me fazer sua, me esfregando forte contra o corpo dele; ele me apertou contra o rosto e meteu a língua até o fundo enquanto a espada dele abria caminho dentro de mim, devagar porque eu sou bem apertadinha. A língua grossa dele tinha gosto de charuto perverso; quando parou de me beijar, disse que nunca na vida tinha estado dentro de uma garota tão apertadinha como eu, tão quentinha e suculenta por dentro. Minha bucetinha estava se contraindo de prazer, engolindo aquela pica.
Infelizmente gozei de novo, mais uma vez na minha vida, sem nem durar mais de um minuto. Me contorci e torci o rosto grotescamente, encharcando o pau dele com meus suquinhos. Minha visão ficou turva e os outros sentidos também, enquanto ele continuava me dando gostoso. Quando voltei a mim, quase chorei no peito dele, pedindo desculpas sem parar por ter gozado tão rápido.
—Desculpa, seu Miguel! Sou uma burra inexperiente!
—Como é que você vai falar isso, minha princesa? Pra mim você é uma gracinha, tá praticamente novinha, adoro isso, meu filho é o cara mais sortudo que pode existir.
Ele acariciou meu cabelo e começou a sair de dentro de mim. Nem tive chance de fazer ele gozar, de novo na minha vida tive que sentir um homem mais velho saindo sem nem ter um orgasmo. A ideia do sexo é reciprocidade, coisa que até aquele dia os homens não costumavam encontrar comigo.
—Não! Não sai de dentro! Pelo amor, não vou me perdoar! Me dá outra chance, juro que vou fazer melhor.
Sequei as lágrimas disfarçadamente, vendo ele se levantar. Fiquei de joelhos na frente dele, abraçando as pernas dele, esperando que ele percebesse que eu ainda tinha muito a oferecer. Beijei o pau imponente dele, depois as bolas grossas, lambendo por outra chance. Quando levantei o olhar, vi que Rafael deu o charuto pra ele. Ele me olhou, soltando a fumaça na minha cara.
—Quer outra chance? Depende. Você ama meu filho?
Ela apertou a própria pica e esfregou ela com força nos meus lábios. Consegui dizer que "sim" entre o líquido pré-gozo que escorria dela e deixava minha boca toda pegajosa. E o olhar que eu cravei nela; cheio de confiança, repleto de safadeza e com promessas de putaria, acabou convencendo ela a continuar brincando comigo.

—Beleza, gostosa. Fica de quatro. A bundinha empinada.
Deu um aceno afirmativo pra um dos amigos dele quando eu assumi a pose que ele mandou. Outro, não sei quem, chegou perto pra lamber minhas costas. Desde entre os ombros, traçando uma linha de saliva por todo o meu corpo até chegar na minha bunda. Aquela língua era quentinha e grossa; fechou o serviço me beijando o cu – forte, pervertido, bem barulhento. Outro, ou talvez o mesmo, enfiou dedos na minha bucetinha, que eu sentia bem inchada.
—Ainda tá molhadinha, isso é bom. Quer agradar teu sogrão, né? Então vamos ver como é esse outro buraquinho que tu tem…

Era o dom Gabriel. Ele tirou a flor de lótus grudada na minha coxa e abriu minha rabeta; chupou meu cu de um jeito magistral, arrancando berros fortes de mim. A língua grossa dele entrava e saía do meu ânus, fazia ganchinhos retorcidos dentro de mim. Eu arranhava a areia, empinando a rabeta pra ele continuar metendo mais daquela carne quentinha.
—Ufa! Delicioso! A bunda dela é um olho de agulha, mas acho que você consegue meter sem problemas, Miguel.
Meu sogro, por sua vez, se ajoelhou na minha frente. A gloriosa pica dele estava apontando pra minha boca. Eles estavam planejando me dar no cu; eu tinha medo da ideia de praticar sexo anal, nem todo mundo sabe fazer direito. Mas, de novo, a última coisa que eu queria era deixar esses três senhores insatisfeitos, me mostrar como uma maldita e inexperiente novata.
—Aqui está sua nova chance, gostosa. Quer fazer isso? —perguntou meu sogro, massageando o pau na frente do meu rosto desfigurado de prazer.
Nem hesitei, com o tanto que eu tava viciada já nem sabia como iam conseguir tirar minha boca daquela pica. Tive que abrir bem pra caralho, isso sim, pra caber aquele trambolho gigante dele. Assim que ele enfiou a cabeça, segurou minha mandíbula e pediu pra eu olhar nos olhos dele; começou a foder minha boca devagar, sempre tentando se molhar bem, tomando cuidado pra não me fazer engasgar.
Depois de um bom tempo chupando e deixando a Booty me beijar pelo colega dela, o Dom Miguel deitou na areia, deixando a lança dele apontando pro céu. Dom Rafael foi até as cadeiras, de onde trouxe uma caixinha de camisinhas; jogou no chão pra eu enfiar no meu senhor. "Tamanho grande, sabor framboesa".
Depois de colocar a camisinha com todo respeito e cuidado, meu sogro pediu pra eu sentar no pau dele, de costas pra ele. Eu me agachei, me segurando firme nos joelhos dobrados dele. Os amigos dele, parados do meu lado, começaram a esfregar os paus deles de um jeito doido. Os caras de cima, a mesma merda.
O senhor apoiou a ponta da sua vara no meu cuzinho, pronta pra empurrar. Eu tava desesperada pra caralho, mesmo disfarçando corajosamente meus medos. Ele pegou na minha cintura e começou a puxar pra perto dele.
Queria morrer de dor, a glande dele era enorme e forçava meu esfíncter. Lágrimas escorreram, finquei minhas unhas nos joelhos dele, arqueando as costas. Parecia que ia me partir ao meio, pensei em implorar pra ele parar, mas continuei juntando forças pra aguentar. Como prêmio pela minha coragem, a pressão cedeu e a ponta entrou.


Começou a bufar como um animal, me dizia que minha bunda era tão apertada que o pau dele ia estourar. Os colegas dele incentivavam, pediam que aproveitasse meu cuzinho apertado antes que eu me acostumasse a engolir paus. Um deles segurou meu queixo e perguntou se eu tava bem, porque as lágrimas escorriam pelas minhas bochechas de forma evidente.
—V-vou aguentar, vou aguentar!
—Que gostosa, uma campeã —disse seu Rafael, enfiando o dedo médio grosso na minha boquinha.
—Vou esperar um pouquinho até a cabecinha dilatar dentro da sua buceta.
Me deixou assim, ofegante e lacrimejando enquanto a glande dele pulsava no meu cu, me deixando com a cara desfigurada de dor. Eu tremia, não queria continuar de verdade, mas eu mesma não me perdoaria se desistisse daquilo, desejava com força que aquele homem tivesse um orgasmo dentro de mim. De repente, meu sogro puxou com mais força e o pau dele conseguiu enfiar mais um pedaço, que me arrancou um grito terrível. Rafael se adiantou e tirou o dedo antes que fosse cortado pelos meus dentes. Meus peitos balançavam, lágrimas saltavam dos meus olhos. Clarões dourados de novo.
—Ai! Mãe…! Uf, não t-tira, não tira, eu aguento!
—Calma, dá pra ver que sua bunda não tá acostumada a comer pica. Melhor parar por aqui.
—Ahhh… Porra! Não desiste não, senhor! Eu sei que cons… ai, porra, eu sei que aguento!
—Tá muito apertado, sim, teu cu não é muito guloso mesmo.
Chegou a parte mais grossa da pica dele e pensei que não ia caber mais nem um centímetro. Segundo meu sogrão, era só a metade da pica dele e, claro, o desespero e a dor fizeram eu praticamente chorar ali que nem uma criança, soluçando sem parar. Mas ele também disse que a parte mais larga já tinha entrado, então o pior já tinha passado. Aí ele me segurou de novo; eu mordi os dentes, fechei os olhos com força; ele puxou com tudo pra dentro de uma vez, abrindo caminho de um jeito terrível.

Arqueei tanto as costas que achei que ia quebrar uma vértebra. Gritei tanto que os pombos ao redor levantaram voo. Não consegui me segurar e mijei descontrolada em cima dele, mas ele nem ligou, ou só não quis tocar no assunto pra eu não me sentir pior do que já tava.
—Ai! Meu Deus! D-desculpa, não consegui me segurar!
—Pronto, sua putinha!… Nem um centímetro pra fora. Olha como ficou, amigos.
Achei que ia desmaiar, tava chorando, tremendo, ainda mijando, suando pra caralho; a saliva escorria pelo canto da boca. Olhei pra cima e os meninos curiosos tapavam a boca, um até fez o sinal da cruz. Os senhores me fizeram deitar no meu sogro, devagar pra que o pau dele dentro de mim não me machucasse. Fiquei com as costas encostadas no peito peludo dele, agora nós dois olhávamos pro céu azul imponente, mas eu tava vendo tudo embaçado por causa das minhas lágrimas.
—sweety, cê tá bem? —perguntou, me beijando o lóbulo. Começou a massagear meus peitos, brincando com meus piercings.
—Desculpa ter mijado toda, senhor… sou uma porquinha… mas eu… adoro ter o senhor dentro de mim… consigo sentir tudo… como ele pulsa dentro da minha bunda… Ah, quero ficar assim para sempre… — menti. Na verdade, queria desmaiar, mas por nada neste mundo largaria essa pica até espremer tudo dela.

—Te excita que te vejam, gostosa? Te excita que meus amigos e uns estranhos batam punheta olhando eu te arrebentar a buceta?
—Ahhh… Ahhh… não. Não é verdade, não inventa coisas… Ai, não tão forte, pelo amor!
—Grita bem alto, sua exibicionista safada, grita pra todo mundo ouvir. Olha como meus amigos também tão batendo punheta, vão gozar em cima de você… — as mãos grossas e ásperas dele acariciavam minha barriga, me esquentando pra caralho.
—Não quer admitir? —perguntou seu Gabriel, sempre apertando a própria rola—. Acho que você gosta, do jeito que chamou a atenção daqueles caras, sorrindo pra eles enquanto a gente te tocava. Andar assim com os peitos e a buceta de fora sem vergonha, sempre safada.
—Ahhh… Não, não mostro tudo, tô com um plug p-posto — tava difícil falar com uma pica gigante pulsando nos meus intestinos. Minha cara com certeza tava toda deformada de dor.
—Bom —seu Gabriel também continuava se tocando forte, me vendo sofrer—, mas é como se não tivesse nada, dá pra ver tudo, o fio tá enfiado entre esses lábios enormes da sua buceta.
N-não tira sarro de mim!
—Bombom, é verdade! — seu Gabriel se ajoelhou e enfiou a mão entre minhas pernas; dois dos dedos dele entraram na minha bucetinha, levando com eles o fiozinho do meu biquíni mais fundo na minha gruta. Gemi de prazer ao sentir os dedos dele entrando, e quase como um ato reflexo levantei minha cintura pra ele enfiar mais.

—Admíhotel, gostosa —disse meu sogro, avançando pra me partir ao meio.
E aí me veio uma visão cristalina das coisas, tipo aquele segundo antes de um orgasmo. As faíscas douradas pulando em volta de um mar laranja, o brilho da água de uma piscina natural cheia de flores de lótus num vai e vem sem rumo. Toda a minha aventura se amontoou nos meus olhos marejados, e a puta dentro de mim saiu pra berrar:
—Ahhh! S-s-sim! Admito, eu a-amo… que me olhem!
E o dom Miguel gozou, um homem mais velho finalmente gozou dentro de mim! Dava pra sentir o calorzinho do esperma dele preso na camisinha. Ele me apertava forte contra o corpo peludo, bufava, metia o pau, chupava meu lóbulo, apertava meus peitos enquanto os amigos dele aceleravam as punhetas pra gozar em cima de mim, nos meus seios, na minha barriga e na minha buceta. Me deixaram toda banhada de porra, o que pra mim foi o sinal pra alegria transbordar: pela primeira vez eu tava sendo recíproca com homens tão experientes.
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5 comentários - Acampando com meus sogros e amigos. 2ª PARTE
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