Minha timidez e as mulheres da minha família 20
RELATO ANTERIOR:
Minha timideze as mulheres da minha família 19
http://www.poringa.net/posts/relatos/3088132/Mi-timidez-y-las-mujeres-de-mi-familia-19.html
Minha timidez e minha responsabilidade guiaram minha juventude, até que minhas tias, minha mãe e minha prima, e mais, me fizeram acordar, mas as circunstâncias abriram meus horizontes.Minha professora Tere não tocou mais no assunto da tarde passada juntos, só sorria pra mim quando passava do meu lado, sem mais. Por isso estranhei quando, um dia, sem explicação, me chamou pra comer. Falou rápido quando nos cruzamos no corredor, quase sem virar o rosto ou parar.
Esperei ela na entrada, ela saiu e passou por mim, disfarçadamente falou…
- A gente se encontra no ônibus.
Enquanto esperávamos, não conversamos, tinha muitos alunos. Já no ônibus, um pouco separados, ela foi se aproximando até colar literalmente na minha frente. Não disse nada, só a mão dela, sem disfarce, pegou na minha pica. Os passageiros nos cobriam, e os balanços do ônibus nos empurravam um contra o outro. Segurei ela pela cintura, assim nossos corpos se moviam juntos, os peitos dela roçavam no meu peito. Ela só falou…
- Não aguentava mais, preciso foder com você.
- Me lisonjeia, mas acho que já temos intimidade, sabe que me tem quando quiser.
- Não queria que você pensasse mal de mim, mas preciso da sua pica dentro de mim.
Não falamos mais nada durante o trajeto. Quando descemos do ônibus, segui ela discretamente. Ela abriu o portão do pátio e deixou aberto. No elevador, encontramos um vizinho, e desci no andar de baixo. Quando subi a pé, encontrei a porta do apartamento entreaberta. Entrei, e ela perguntou…
- Se importa se a gente comer depois?
Sem dizer nada, me levou pro quarto dela, me despiu. Ela praticamente arrancou a roupa: a blusa pela cabeça, a saia pelos pés, e o sutiã e a calcinha sumiram como num passe de mágica. Me empurrou na cama e se jogou na minha pica, engoliu com vontade. Foi crescendo devagar dentro da boca dela. Quando encheu tudo, ela teve que deixar sair com pena. No fim, ficou com metade dentro, mas a língua não parava: lambia o freio e pressionava a cabeça contra o céu da boca. Mal respirava, me sugava, fazendo quase desaparecer. Eu... Enquanto eu amassava os peitos dela, duros, balançando na minha cara, eu me preparava pra enfiar a cabeça entre as pernas dela quando ela disse…
- Essa não pode ser desperdiçada.
Ela sentou em cima de mim com uma perna dobrada e a outra levantada, enfiou a cabeça da piroca na buceta já molhada e se deixou cair. A lubrificação tava garantida dos dois lados, mal dava pra sentir o atrito na hora de entrar. Quando o púbis dela encostou no meu, olhei e não dava pra ver nada do meu pau. Ela se inclinou pra frente, aproximando os peitos da minha boca, quase deixou a piroca escapar da buceta, mas se deixou cair de novo e enterrou tudo dentro da vagina. Ela pulava feito louca, os peitos balançavam sem ordem nenhuma, cada um pro seu lado. Ela gemia ou suspirava conforme a piroca entrava ou saía, só dava pra ouvir ela murmurar…
- Isso! Isso, quero mais do teu pau, quero ele todo.
Eu só curtia vendo ela pular na minha frente, nunca tinha visto uma mulher tão gostosa e tão safada. Quando ela gritou que ia gozar, eu quis falar alguma coisa, mas ela colocou o dedo indicador nos meus lábios mandando eu calar a boca e ficar quieto. Eu só fazia força pra manter o pau o mais duro possível, levantando a bunda na direção dela. Era ela quem decidia se enfiava mais ou menos carne, dependendo do momento. A Tere que tava me comendo. Quando o orgasmo ia chegar, ela apoiou as mãos nos meus tornozelos, se mexeu até que um tremor a paralisou. Ela ficou imóvel, mas lá dentro eu sentia as sacudidas que percorriam o corpo dela. Quando se acalmou, se inclinou de novo sobre mim, me beijou e falou no meu ouvido…
- Você se comportou como um homem. Agora continua assim, vou te comer de novo. Não tive o suficiente, quero gozar mais.
Não houve objeção da minha parte, embora eu gostasse de participar mais, mas hoje era o dia dela e eu me concentrei em aguentar o castigo feroz que ela dava no meu pau.
Dessa vez ela virou de costas, ficou montada em mim de ré. Agora eu segurava as cadeiras dela e acompanhava o movimento. Ela se apoiou de novo nos meus tornozelos e continuou me cavalgando, a visão que eu curtia agora era das mais excitantes, ver como minha pica entrava na buceta dela afundando os lábios ou saindo e arrastando eles junto, também admirava as nádegas brancas, brilhavam com o suor e contrastavam com a escuridão da pele que rodeava o buraco enrugado, mais embaixo a moita de pelo bem aparada se enroscava com a minha quando ela sentava de vez.
Peguei com os dedos o tronco da minha pica, acompanhei ela na viagem ao centro da glória, quando tirei estava branca de fluido da professora, me deu a ideia de aproveitar e quando ela descia coloquei no caminho do cu dela, ela me disse ao sentir...
- Hummm, já estava sentindo falta do meu rabo, outro dia tive medo do desconhecido, mas você foi tão carinhoso e cuidadoso que agora estava com saudade, enfia os dedos que quiser, deixo por sua conta, mas pensa que depois tem que meter a pica e quando estiver bem fodida quero sentir seu gozo quente nas minhas entranhas.
O ritmo que as cadeiras dela marcavam dava pra medir, ela jogava a cabeça pra trás e se concentrava me sentindo, meu dedo do meio foi o primeiro, depois o indicador acompanhou, quando o anelar se juntou ao grupo os esfíncteres não ofereciam resistência nenhuma, ela se levantou e virou pra mim, perguntou...
- Trocamos?
Foi só tirar os dedos e ela com minha pica na mão apontou entre as nádegas, a umidade dos sucos dela guiou direto pro buraco já dilatado, uma leve pressão, um gemido e a cabeça estava dentro, um empurrão e um suspiro e tava na metade e uma sentada e um grunhido e minha pica desapareceu totalmente.
Ela se deitou sobre mim, no começo ficou quieta sentindo minha cabeça pulsar no intestino sedoso dela, minhas mãos por trás pegavam as tetas dela separadas, duras, macias e com os bicos provocadores, beijava a nuca dela e o pelo se arrepiava, quando desci a mão e separando os lábios deixei o clitóris descoberto, Acariciei, nunca pensei que fosse tão fulminante, uma descarga elétrica percorreu o corpo todo dela, os braços queriam abraçar o ar, ela beliscava os próprios mamilos, puxando e amassando as tetas sem dó, eu não aguentei mais, da nuca até os ovos recebi o sinal, uma torrente de porra saiu disparada, vários jatos, que me faziam pular enfiando cada vez mais fundo, ficamos os dois inertes, até que senti um fio de líquido seminal descendo pelo meu pau já murcho, me recomponho o suficiente pra dar o último beijo no pescoço dela, ela se virou e disse…
- Se você quiser, a gente continua, mas por mim já tô satisfeita.
Quando levantamos, fomos pro chuveiro cambaleando, o suor fazia a gente parecer besuntado de óleo.
Sentamos na mesa pelados, ela tinha preparado uma comida especial, tava segura de que hoje eu ia comer muito e bem, ficamos um bom tempo na sobremesa, depois do café sentamos no sofá, ela apoiou a cabeça no meu ombro e disse…
- É bom ter alunos tão avançados como você, na próxima prova vai tirar uma nota bem alta.
Ela escorregou no meu peito e a cabeça dela foi parar no meu colo, em cima do meu pau, em menos de um minuto já tava completamente dormindo.
CONTINUA...
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Minha timideze as mulheres da minha família 19
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Minha timidez e minha responsabilidade guiaram minha juventude, até que minhas tias, minha mãe e minha prima, e mais, me fizeram acordar, mas as circunstâncias abriram meus horizontes.Minha professora Tere não tocou mais no assunto da tarde passada juntos, só sorria pra mim quando passava do meu lado, sem mais. Por isso estranhei quando, um dia, sem explicação, me chamou pra comer. Falou rápido quando nos cruzamos no corredor, quase sem virar o rosto ou parar.
Esperei ela na entrada, ela saiu e passou por mim, disfarçadamente falou…
- A gente se encontra no ônibus.
Enquanto esperávamos, não conversamos, tinha muitos alunos. Já no ônibus, um pouco separados, ela foi se aproximando até colar literalmente na minha frente. Não disse nada, só a mão dela, sem disfarce, pegou na minha pica. Os passageiros nos cobriam, e os balanços do ônibus nos empurravam um contra o outro. Segurei ela pela cintura, assim nossos corpos se moviam juntos, os peitos dela roçavam no meu peito. Ela só falou…
- Não aguentava mais, preciso foder com você.
- Me lisonjeia, mas acho que já temos intimidade, sabe que me tem quando quiser.
- Não queria que você pensasse mal de mim, mas preciso da sua pica dentro de mim.
Não falamos mais nada durante o trajeto. Quando descemos do ônibus, segui ela discretamente. Ela abriu o portão do pátio e deixou aberto. No elevador, encontramos um vizinho, e desci no andar de baixo. Quando subi a pé, encontrei a porta do apartamento entreaberta. Entrei, e ela perguntou…
- Se importa se a gente comer depois?
Sem dizer nada, me levou pro quarto dela, me despiu. Ela praticamente arrancou a roupa: a blusa pela cabeça, a saia pelos pés, e o sutiã e a calcinha sumiram como num passe de mágica. Me empurrou na cama e se jogou na minha pica, engoliu com vontade. Foi crescendo devagar dentro da boca dela. Quando encheu tudo, ela teve que deixar sair com pena. No fim, ficou com metade dentro, mas a língua não parava: lambia o freio e pressionava a cabeça contra o céu da boca. Mal respirava, me sugava, fazendo quase desaparecer. Eu... Enquanto eu amassava os peitos dela, duros, balançando na minha cara, eu me preparava pra enfiar a cabeça entre as pernas dela quando ela disse…
- Essa não pode ser desperdiçada.
Ela sentou em cima de mim com uma perna dobrada e a outra levantada, enfiou a cabeça da piroca na buceta já molhada e se deixou cair. A lubrificação tava garantida dos dois lados, mal dava pra sentir o atrito na hora de entrar. Quando o púbis dela encostou no meu, olhei e não dava pra ver nada do meu pau. Ela se inclinou pra frente, aproximando os peitos da minha boca, quase deixou a piroca escapar da buceta, mas se deixou cair de novo e enterrou tudo dentro da vagina. Ela pulava feito louca, os peitos balançavam sem ordem nenhuma, cada um pro seu lado. Ela gemia ou suspirava conforme a piroca entrava ou saía, só dava pra ouvir ela murmurar…
- Isso! Isso, quero mais do teu pau, quero ele todo.
Eu só curtia vendo ela pular na minha frente, nunca tinha visto uma mulher tão gostosa e tão safada. Quando ela gritou que ia gozar, eu quis falar alguma coisa, mas ela colocou o dedo indicador nos meus lábios mandando eu calar a boca e ficar quieto. Eu só fazia força pra manter o pau o mais duro possível, levantando a bunda na direção dela. Era ela quem decidia se enfiava mais ou menos carne, dependendo do momento. A Tere que tava me comendo. Quando o orgasmo ia chegar, ela apoiou as mãos nos meus tornozelos, se mexeu até que um tremor a paralisou. Ela ficou imóvel, mas lá dentro eu sentia as sacudidas que percorriam o corpo dela. Quando se acalmou, se inclinou de novo sobre mim, me beijou e falou no meu ouvido…
- Você se comportou como um homem. Agora continua assim, vou te comer de novo. Não tive o suficiente, quero gozar mais.
Não houve objeção da minha parte, embora eu gostasse de participar mais, mas hoje era o dia dela e eu me concentrei em aguentar o castigo feroz que ela dava no meu pau.
Dessa vez ela virou de costas, ficou montada em mim de ré. Agora eu segurava as cadeiras dela e acompanhava o movimento. Ela se apoiou de novo nos meus tornozelos e continuou me cavalgando, a visão que eu curtia agora era das mais excitantes, ver como minha pica entrava na buceta dela afundando os lábios ou saindo e arrastando eles junto, também admirava as nádegas brancas, brilhavam com o suor e contrastavam com a escuridão da pele que rodeava o buraco enrugado, mais embaixo a moita de pelo bem aparada se enroscava com a minha quando ela sentava de vez.
Peguei com os dedos o tronco da minha pica, acompanhei ela na viagem ao centro da glória, quando tirei estava branca de fluido da professora, me deu a ideia de aproveitar e quando ela descia coloquei no caminho do cu dela, ela me disse ao sentir...
- Hummm, já estava sentindo falta do meu rabo, outro dia tive medo do desconhecido, mas você foi tão carinhoso e cuidadoso que agora estava com saudade, enfia os dedos que quiser, deixo por sua conta, mas pensa que depois tem que meter a pica e quando estiver bem fodida quero sentir seu gozo quente nas minhas entranhas.
O ritmo que as cadeiras dela marcavam dava pra medir, ela jogava a cabeça pra trás e se concentrava me sentindo, meu dedo do meio foi o primeiro, depois o indicador acompanhou, quando o anelar se juntou ao grupo os esfíncteres não ofereciam resistência nenhuma, ela se levantou e virou pra mim, perguntou...
- Trocamos?
Foi só tirar os dedos e ela com minha pica na mão apontou entre as nádegas, a umidade dos sucos dela guiou direto pro buraco já dilatado, uma leve pressão, um gemido e a cabeça estava dentro, um empurrão e um suspiro e tava na metade e uma sentada e um grunhido e minha pica desapareceu totalmente.
Ela se deitou sobre mim, no começo ficou quieta sentindo minha cabeça pulsar no intestino sedoso dela, minhas mãos por trás pegavam as tetas dela separadas, duras, macias e com os bicos provocadores, beijava a nuca dela e o pelo se arrepiava, quando desci a mão e separando os lábios deixei o clitóris descoberto, Acariciei, nunca pensei que fosse tão fulminante, uma descarga elétrica percorreu o corpo todo dela, os braços queriam abraçar o ar, ela beliscava os próprios mamilos, puxando e amassando as tetas sem dó, eu não aguentei mais, da nuca até os ovos recebi o sinal, uma torrente de porra saiu disparada, vários jatos, que me faziam pular enfiando cada vez mais fundo, ficamos os dois inertes, até que senti um fio de líquido seminal descendo pelo meu pau já murcho, me recomponho o suficiente pra dar o último beijo no pescoço dela, ela se virou e disse…
- Se você quiser, a gente continua, mas por mim já tô satisfeita.
Quando levantamos, fomos pro chuveiro cambaleando, o suor fazia a gente parecer besuntado de óleo.
Sentamos na mesa pelados, ela tinha preparado uma comida especial, tava segura de que hoje eu ia comer muito e bem, ficamos um bom tempo na sobremesa, depois do café sentamos no sofá, ela apoiou a cabeça no meu ombro e disse…
- É bom ter alunos tão avançados como você, na próxima prova vai tirar uma nota bem alta.
Ela escorregou no meu peito e a cabeça dela foi parar no meu colo, em cima do meu pau, em menos de um minuto já tava completamente dormindo.
CONTINUA...
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