Nessa segunda parte, vou contar mais a fundo como é minha filha e como ela ficou me seduzindo durante uma semana. Bom, continuando a história, como minha mulher saiu na segunda de manhã e só voltaria no domingo, minha filha Ana começou a se comportar de forma diferente. Danny me contou que convenceu a Ana a me seduzir, e comentou que tinha dado várias ideias pra ela sobre isso, mas que não me diria nada pra que tudo fosse uma surpresa pra mim. Então decidi esperar, estava morrendo de vontade de saber o que minha filha faria dia após dia até o fim de semana, quando sairíamos pro cinema só nós dois.
Na segunda à noite, minha filha, como já tinha comentado, veio pra minha cama dizendo que me faria companhia pra eu não me sentir sozinho, e logicamente não aconteceu nada, já que eu não sabia o que fazer e não queria ir rápido com ela. Por isso só lembro que virei e dei as costas, quando já estávamos deitados, tentando esconder minha ereção. Minha filha só se encaixou nas minhas costas, passou o braço pelo meu ombro e pouco a pouco foi dormindo. Eu não conseguia dormir com ela atrás de mim, sentindo os pezinhos dela debaixo da camiseta e ouvindo a respiração dela, mesmo tentando dormir, já que teria que trabalhar no dia seguinte.
Na terça de manhã, acordei com o despertador. Tinha que ir trabalhar no hospital, e quando me virei, pensando que minha filha ainda estava dormindo (já que estava de férias), não a vi. Entrei no banho, comecei a me vestir e me arrumar. A alguns minutos de sair, começou a vir um cheiro delicioso de café da manhã. Parece que minha filha estava preparando o café e tinha acordado cedo, já que eram 7h da manhã e estava um pouco frio.
Não consigo descrever o que aconteceu quando entrei na cozinha e vi minha filha ao lado da mesa apontando pro café da manhã, parada ali com um roupão semitransparente da minha esposa que ela não usava há tempos. Como posso descrever pra vocês? Ela, como já disse, tem 1,70m, é branca, com rosto ovalado, cabelo castanho bem claro e uns olhos cor Almendra, muito linda, um nariz levemente arrebitado e, para aquela hora, já estava maquiada de um jeito incrível. O roupão semitransparente que ela usava cobria seu corpo, que era magro, com seios de 80, nada mal para os 18 anos — ainda faltavam mais 2 anos para crescerem um pouco mais. Uma cintura tão fina que era de infarto, 65 de cintura, e uns quadris enormes com uma bunda tão firme e bem definida que qualquer instrutora de aeróbica de 20 anos ficaria com inveja. Suas pernas longas e totalmente depiladas, com uma pantufa baixa na cor preta, igual ao roupão. Todo esse corpo maravilhoso e perfeito de adolescente estava coberto por um corpete de renda e uma calcinha fio dental também semitransparentes, vermelha com preto, que marcavam muito bem suas curvas e contrastavam com a transparência do roupão. Olhando com bastante atenção, dava até para ver os mamilos e a região da buceta. Como já era tarde, só agradeci com um beijo na bochecha, já que não podia abraçá-la, porque ela notaria a ereção que ela me causou em segundos só de vê-la. E enquanto comia rápido para ir ao hospital, só disse:
Rober: Nossa, filha, você está lindíssima! Que bom que você colocou esse roupão, sua mãe faz anos que não usa. Muito obrigado pelo café da manhã, não precisava se incomodar, eu te deixava dormindo na sua cama, já que você está de férias, querida.
Ana: Ah, pai, não agradece. Além disso, não tinha nada para fazer e já não conseguia mais dormir, estava meio... hmm, inquieta, hehe. Agora daqui a pouco talvez dê sono e eu durma. E como estava com fome, fui preparar o café da manhã, você sabe que não gosto que você saia sem comer.
Rober: Tudo bem, filha, vamos comer então.
Ana: Sério que estou bem?
Rober: Sim, você está lindíssima! Fica melhor em você do que na sua mãe esse roupão, mas não conta para ela. Mas não vá ficar doente, você está muito à vontade. Eu estou com muito frio.
Ana: Ah, pai, mas eu estou morrendo de calor! Mais um pouco e eu desço só com o roupão, sem nada por baixo, hahaha. Quando ele disse aquilo, eu me engasguei com a comida por causa do que ouvi, não tinha como evitar. E quando minha filha terminou o café da manhã e foi embora, eu fui escovar os dentes com minha ereção já menos firme. Ela me disse que já estava atrasado, que amanhã para o café eu deveria acordar mais cedo e me despediu com um beijo bem, bem perto da boca. Eu não conseguia pensar em outra coisa, minha filha me deixou em choque e tinha sido só uma manhã, já estava ansioso para voltar do trabalho, e pediria uns dias na clínica privada para poder ficar em casa a tarde toda com minha garota. A manhã e a tarde pareceram uma eternidade, já que nesse dia eu fui à clínica à tarde, para avisar que não iria a partir de terça. Quando cheguei à noite, minha filha estava assistindo um filme de terror, sentada no sofá, com uma roupa incrivelmente provocante. Nos cumprimentamos e fui tomar banho, e ao sair, minha filha já não estava, então decidi ver um pouco de TV e depois fui me deitar, pensei que minha filha tinha feito o mesmo, mas não, quando já estava tudo apagado, chegou minha filha e disse:
Ana: Oi, pai
Rober: O que foi, filha, de novo não consegue dormir?
Ana: Não… é que estou com pesadelos
Rober: Viu só por assistir filmes de terror sozinha à noite
Ana: É que eu gosto muito, além do mais, assisto sozinha porque ninguém me acompanha
Rober: Vem, deita aqui e dorme, amanhã eu acordo cedo e não vou mais trabalhar à tarde, pedi uns dias para passar mais tempo com minha princesa, então à tarde te acompanho para ver o filme que você quiser
Ana: SÉRIO, PAI?! Aah, que bom! E você vai ver qualquer um, por mais ruim que seja?
Rober: Sim, filha, o que você quiser, mas agora dorme
Assim que ouvi isso, aparentemente ela tirou o pijama e ficou só de corpinho e calcinha fio dental, e ainda estava com as da manhã, e uau, que sensação da pele dela tocando na minha, e o cheiro dessas roupas íntimas me deixou a mil, mas dessa vez eu estava decidido a dar o próximo passo, mesmo que fosse pequeno. Então me virei e a abracei. completamente envolvendo ela com meus braços e tocando suas costas, e ela se aconchegou ainda mais, pressionando as bochechas no meu peito e colocando uma das pernas entre as minhas. Ficamos assim, enquanto eu tentava disfarçar minha ereção, mas era impossível porque ela se colava mais ainda em mim. Ela adormeceu e eu, cheirando seu cabelo úmido recém-lavado, com aquele cheiro de mulher e desejo, também acabei dormindo.
Na manhã de quarta-feira, minha filha acordou antes de mim de novo, mas para minha surpresa, foi tomar banho no meu banheiro, não no dela. Eu acordei com o som da água. Quando ia bater na porta para ela sair, já que eu precisava me banhar, minha filha saiu toda descarada, enrolada numa toalha, e disse que iria preparar o café da manhã e que eu não demorasse.
Quando desci, não conseguia acreditar. Minha filha estava muito mais sexy que ontem. Ela usava um top minúsculo, como se fosse uma faixa de cabelo, mas estava na altura dos seios — devia ter uns 10 cm. E embaixo, uma minissaia incrivelmente curta. Quando ela se virou, dava para ver os mamilos marcados e até a curvatura inferior dos seios, já que não cabiam no top que ela usava. E pelas costas, dava para ver um pouco da bunda debaixo daquela saia.
Ana, minha filha, estava me seduzindo, e eu não sabia o que fazer. Certamente a Dany deu ideias a ela, e caramba, estavam funcionando.
Sentamos para tomar café e começamos a conversar.
Rober: Nossa, filha, cada vez você está mais gata. Esse top fica ótimo em você, mas é meio pequeno, não acha?
Ana: Hehehe, obrigada, pai. Que bom que você gostou. Me vesti só para você. E não me manda me cobrir, porque não está tão frio como ontem.
Rober: Tá bom, filha, e obrigado pelo café.
Ana: Ei, pai, você vai vir assistir ao filme comigo?
Rober: Sim, filha, para você parar de ter pesadelos.
Ana: Hehehe, tudo bem… peguei um emprestado, mas é de terror. Espero que você não se assuste, hein?
Rober: Tudo bem, filha, eu adoro esses filmes.
Ana: Então tá. pai, vou pro meu quarto, te espero à tarde, se cuida muito. Ana se despediu e eu saí voando pro trabalho. Na real, esses dias no hospital estão me parecendo uma eternidade, mas como não ia mais até a próxima semana à tarde, eu queria ver que coisas novas minha filha faria. Cheguei cedo e dessa vez ia comer em casa, com a Ana, mas quando cheguei, ela não tava lá. Ela tinha deixado um bilhete que dizia...
"Pai: Tô muito ansiosa pra ver o filme com você, eu já comi e deixei a comida pronta pra você comer, fui comprar umas coisas. Volto cedo pra ver o filme. Te amo pai, sua filha Ana"
E bem, comecei a comer, e depois tomei um bom banho. Como não sabia que horas minha filha voltaria, fiquei umas duas horas pra relaxar no chuveiro. Depois de tanto tesão que minha filha tá me fazendo passar, eu precisava disso. Já eram por volta das 19h, quando eu tava vendo TV, e ouvi minha filha chegando. Ana chegou com várias sacolas, aparentemente de lojas de roupa, largou as sacolas no chão do meu lado, me abraçou e disse:
Ana: Já voltei, pai. Comprei umas roupas, como você tá? Comeu bem?
Rober: Sim, filha, obrigado por fazer a comida... O que você comprou?
Ana: Quer ver o que eu comprei?
Rober: Se você quiser me mostrar.
Ana: Tá bom, mas primeiro deixa eu tomar um banho, tô meio cansada e suada.
Rober: Tudo bem, filha, te espero aqui.
Depois ela me deu outro beijo, bem perto da boca, como já tava virando costume. Acho que senti na comissura dos lábios, mesmo que tenha sido bem rápido. Ouvi que ela tinha entrado no banho, então fiquei vendo TV e esperando ela.
Depois de uma hora e meia, quando minha bebê saiu, fiquei de boca aberta. Ela simplesmente tava espetacular, eu babava de ver. Ela entrou dizendo:
Ana: Olha, pai, isso foi uma das coisas que eu comprei... Como eu tô?
WOOOOOOOOW, ela tava vestida igual uma colegial. Eu... eu não conseguia nem falar. Ela tava com um penteado com uma franja bem provocante e um par de tranças, usando uma blusa branca... semitransparente de botões e com manga curta, ABAIXO DA BLUSA NÃO TINHA NADA NENHUM, estava bem curta porque deixava o umbigo dela à mostra, ela estava com o piercing que eu mesmo fiz (para evitar infecções, lembrem que sou médico) dava pra ver perfeitamente os seios e os mamilos. Ela usava uma saia xadrez escocesa vermelha e preta, que chegava na metade das coxas e deixava ver perfeitamente suas pernas longas e bem torneadas, ainda mais abaixo ela usava meias que iam até os joelhos. Uff, simplesmente estava melhor que uma modelo, eu em vez de conseguir falar estava totalmente ereto, não sabia o que dizer, só ficava olhando e babando. Parece que o Danny tinha contado muitas das coisas que me excitam nas mulheres para minha filha, já que ela estava fazendo tudo. Danny um dia se encarregou de me perguntar quais eram minhas fantasias, como eu gostava que falassem comigo, que me mimassem e até como eu me excitava com mulheres vestidas de tal ou tal jeito, e minha filha estava fazendo tudo isso. Parece que de manhã, na minha ausência, ela planejava tudo o que faria à tarde. Eu quando vi minha filha estava totalmente ereto e dava pra notar o volume entre minhas pernas: Rober: Uau, fi... fi... filha, mas que linda você está, mas você pensa em sair na rua assim? Ana: Hahaha não, pai, isso eu comprei só pra andar em casa Rober: E sua mãe, você não acha que ela vai ficar brava se você andar assim em casa? Ana: Eu acho que sim... mas eu só uso quando minha mãe não está e a gente fica sozinho, você e eu. Pra você não incomoda que eu ande vestida assim... ou sim? Rober: Na... na... nada, querida, vista-se como quiser Ana: Sério? Rober: Claro, você está linda, vista-se como quiser, desde que não saia assim vestida, capaz de chegar algum cara e te roubar Ana: Ai, pai, que bobinho você é, hehe, além do mais eu não gosto de garotinhos, eu gosto é... de madurinhos, hehehehehe Uff, era muito óbvio, quando ela disse isso foi pro quarto e eu fiquei com a imagem da minha filha se afastando, com a bunda linda que dava pra ver com aquela minissaia
Só esperei mais alguns minutos assistindo TV, e minha filha chegou. Parece que ela tinha levantado ainda mais a saia e tirado as pantufas e as meias. Ela me disse que estava com muito calor, também tinha desabotoado os 3 primeiros botões da blusa e só restavam 2 abotoados, os de baixo. A blusa dela ficou com um decote enorme onde eu via perfeitamente um quarto dos seios e toda a pele entre eles. Minha filha estava sem vergonha, sem sutiã, com uma blusa semitransparente e ainda por cima com um decote enorme. Ela se aproximou de mim e disse:
Ana: Já voltei, pai. Desculpa, mas tá muito calor, e eu tirei umas coisas.
Rober: Tudo bem, filha. Assim você fica mais confortável?
Ana: Mais ou menos. Eu tiraria mais coisas, mas melhor depois.
Rober: Bom, filha, mas me diz... Que filme vamos ver hoje?
Ana: Um filme que me emprestaram.
Rober: É de quê?... De terror? Depois você não vai conseguir dormir.
Ana: Chama-se Annabelle e eu nunca vi. Hahahaha, acho que você é quem tem medo de filme de terror, né, pai?
Rober: Você não me conhece, filha. Acho que já vi esse filme. Não vá chorar de medo.
Ana: Acho que não vou chorar. Além disso, você vai me proteger, não é, pai?
Rober: Claro, filha. Por isso fiquei.
Ana: Além do mais, somos só nós dois aqui sozinhos. O que pode acontecer?
Rober: Nada, enquanto eu estiver cuidando de você.
Ana: Bom, pai,... obrigada por ficar me fazendo companhia. Te amo muito.
Rober: Não foi nada, filha. Dá play, pra gente dormir cedo.
O filme começou e eu tinha minha filha sentada ao meu lado. E a cada cena de terror que passava no filme, minha filha se aproximava mais e mais de mim. Eu nem prestava atenção no filme, só de ver minha filha tão espetacular e tão gostosa, imaginando ela sem as únicas 3 peças que estava usando: seu fio-dental, sua minissaia e sua blusa.
Faltavam só uns 30 minutos para o filme acabar e minha filha já estava encostando a cabeça no meu ombro e segurando meu braço com as duas mãos. como se fosse uma menina indefesa. Numa cena, minha filha se virou para mim e apoiou a cabeça no meu peito, e me deu a chance de ver seus seios tão gostosos, tão brancos, pareciam tão macios e firmes. Nisso, Ana colocou uma perna sobre a minha, supostamente porque tinha se assustado. E pelo visto ela ainda estava muito imersa no filme. Na cena seguinte minha menina já tinha as duas pernas sobre as minhas, embora continuasse sentada no sofá e abraçada a mim. Quando de repente ela disse.
Ana: Me abraça, pai, tô com medo
Rober: Calma, filha, é só um filme, não acontece nada
Ana: Eu sei, pai
Optei por passar um braço pelas suas costas e o outro pelo seu abdômen. Que loucura, estava abraçando minha filha como se fosse uma namorada ou uma amante. Quase no final do filme, numa das cenas, minha filha deu um pulo de susto e ficou completamente sentada nas minhas pernas, e agora as dela estavam penduradas ao lado de mim e do sofá.
Eu continuei abraçando ela e ela a mim, já que ela tinha colocado um braço atrás de mim e com o outro me envolvia. Naquele momento meu corpo começou a reagir e comecei a ter uma ereção tremenda, simplesmente não conseguia evitar, adorava sentir minha filha assim, e não queria que ela percebesse.
Os últimos 5 minutos do filme foram intensos, já que ela estava se movendo lentamente para frente e para trás e eu tinha uma ereção cada vez mais firme e ela percebia, embora não pudesse dizer nada.
Já no final do filme, minha filha ficou sentada ali, apoiou o rosto no meu pecho e me abraçou muito mais forte e não parava de se mexer... depois me disse
Ana: Muito obrigada por me acompanhar, pai, às vezes eu também fico triste porque não tenho um namorado que me acompanhe como você fez agora.
Rober: Mas filha, você é lindíssima, e tem um corpo espetacular, com certeza muitos caras devem estar atrás de você
Ana: Sério que você acha que eu sou linda? É que eles não chegam perto de mim porque têm medo de falar comigo
Rober: Mas que bobos Filha, se eu fosse mais jovem, com certeza te pediria até em casamento.
Ana: Hehehe, puxa, papai, que coisas você diz.
Rober: É a verdade, filha, mas bom, já é hora de dormir, amanhã tem que trabalhar.
Ana: Tá bom, papai, vou tomar um banho e já vou deitar com você daqui a pouco.
Rober: Beleza, filha.
Quando Ana se levantou, a saia estava toda arregaçada, e pude ver o thong minúsculo que ela usava. Parecia que eram só uns fios que ela tinha vestido. Num momento de loucura, tive o impulso de dar uma palmadinha na sua bunda enquanto ela se afastava, e nem soube por que fiz aquilo. Um medo enorme e uma culpa, esperando a raiva dela, caíram sobre mim imediatamente... até que Ana me disse:
Ana: Eu também te amo, papai.
Ana tinha interpretado a palmada como um carinho, mas quando falou isso, voltou rapidinho pra mim, pegou meu rosto com as mãos e me deu um beijo na boca bem rápido, mas forte o suficiente pra deixar o gosto dos lábios dela nos meus. Depois disso, saiu correndo pro banheiro, rindo da travessura que certamente tinha feito.
Eu não acreditava no que tinha acontecido. Minha filha me beijou na boca, quando por 20 anos eu não tinha beijado outra boca que não fosse a da minha esposa. Era impossível me conter, não sabia o que pensar. Minha filha estava me seduzindo, e tudo o que ela fazia me deixava a mil. Não podia acreditar que isso estava acontecendo. Passei vários minutos relembrando o beijo e a figura dela. Ela era simplesmente uma deusa de 18 anos... MINHA DEUSA DE 18 ANOS!... e eu não sabia o que fazer.
Já depois de um tempo, com minha filha tomando banho, eu tinha ido pro meu quarto me trocar e pensar no que tinha acontecido, quando ouvi a voz dela me chamando:
Ana: Paiiiii... paizão... me traz uma toalha, por favor?
Rober: Sim, filha, já vou. Não tem toalha no banheiro?
Ana: Não... esqueci de trazer.
Quando ia entregar a toalha pra minha filha, bati na porta pra avisar, e quase tive um infarto. Minha filha estava parada ali com toda a naturalidade do mundo, completamente pelada. me mostrando seu corpo molhado sem nenhuma vergonha... Não via o corpo nu da minha filha há mais de 10 anos. Não conseguia acreditar no corpo da minha filha, os seios grandes e firmes, assim como o abdômen perfeito e seus quadris que emolduravam sua pubis com um belo púbis raspado muito finamente, que parecia apenas uma sombra. Enquanto ela ria de um jeito muito provocante e me agradecia por levar a toalha. Minha filha me deixou atônito e enquanto lhe entregava a toalha não conseguia dizer nada, minha ereção imediatamente ficou a 100% e marcava no meu short, não conseguia evitar, tinha diante de mim uma pequena modelo tão sexy que estava me seduzindo e eu não sabia o que fazer. Só me lembro que saí correndo para o meu banheiro para fazer uma punheta dos deuses, e guardar na mente o corpo da minha filha completamente nu e à minha disposição. Eu não sabia o que pensar, deitei e me envolvi nos lençóis no quarto completamente às escuras. Nisso... minha filha entrou... acendeu a luz e me disse…
Ana: Olha, pai, essas são as outras coisas que comprei
Rober: O que foi, filha... deixa eu ver?
Glup... Ela estava usando um roupão semitransparente, branco, muito menor e mais transparente que o da mãe dela, e debaixo dessa roupa trajava uma indumentária digna de uma deusa. Tinha um baby doll, branco, com um decote enorme e na parte do peito transparente que só cobria menos da metade dos seios, uma abertura no centro que deixava ver seu umbigo e o piercing que ela sempre usa, e uma calcinha fio dental que eram apenas pequenos fios, que cobriam o triângulo de sua pubis, e umas meias brancas, tudo finamente acompanhado por sapatos com salto enorme e brancos também.
Simplesmente estava chocante e não sabia o que dizer, estava vestida espetacularmente.
Rober: Você está lindíssima, filha, por que se vestiu assim?
Ana: Hehehe, você gostou? É pra você, pra você me ver e não sentir falta da mamãe
Rober: Com você me acompanhando, não sinto falta dela, filha… até poderia dar férias pra ela hehehehe
Ana: Ai, pai, que ele mamaria se te ouvisse Rober: Hehehe você tem razão… eu não disse nada. Ana: Não se preocupa, papai, eu não vou contar nada pra ela, mas você também não conta nada de nada, hein? Rober: Hã? Nada de quê? Ana: Hahahahahaha, meu pai, por isso que eu te adoro. Pena que amanhã você sai cedo pro trabalho e não pode faltar, porque se não, eu adoraria ficar acordada a noite toda com você, mas por enquanto deita e dorme, amanhã você acorda cedo pra trabalhar e sexta a gente vai no cinema… ou você já esqueceu???? Rober: Aahhh, sim, amanhã eu trabalho, filha, mas volto cedo pra gente ir almoçar e fazer compras, você gostou da ideia? Ana: Sim, papai, adorei… bom, até amanhã, papai. Minha menina virou a cabeça e parte do corpo, e eu pensei em beijá-la na bochecha como sempre fazia, mas ela procurou minha boca e me deu um beijinho nos lábios, como uma linda namorada. Não quis perguntar sobre o que ela disse sobre ficar acordada a noite toda, eu imaginava a que ela se referia, mas não mencionei nada, imaginei que era melhor dar o último passo amanhã. Tirei os lençóis para ela se deitar, enquanto ela apagava a luz. Ela se deitou ao meu lado e, dessa vez, não quis perder a oportunidade: ela se encolheu e eu me coloquei atrás dela, para que ela sentisse toda a minha ereção. Dessa vez, não quis perder essa chance. Fiquei pensando no beijo que estava virando um hábito entre nós. Já deitados, ela empinou mais pra trás e eu sentia no meu pau o tecido da calcinha fio dental que ela estava usando, mas algo me deixou com um frio que percorreu toda a minha espinha. Ana: Eu também te quero, papai, e quero ficar com você, mas agora você tem que dormir, temos amanhã, sexta e sábado e todos os dias que a mamãe não estiver, só descansa, quero que você me leve pra fazer compras amanhã, papai. Rober: Cla… claro, filha, eu te adoro e também quero ficar com você, mas assim vestida, não acho que vou conseguir dormir tão fácil. Ana: É assim que eu vou estar sempre pra você, mas agora descansa. Rober: Tá bom, filha. Simplesmente não podia forçar, era ela quem teria que ditar o ritmo, e ela tinha seu plano, não não dava pra adiantar nada, a gente tava só esquentando os motores. Eu precisava dormir pra ficar pronto pro dia seguinte, coisa que vou contar na próxima história.
Na segunda à noite, minha filha, como já tinha comentado, veio pra minha cama dizendo que me faria companhia pra eu não me sentir sozinho, e logicamente não aconteceu nada, já que eu não sabia o que fazer e não queria ir rápido com ela. Por isso só lembro que virei e dei as costas, quando já estávamos deitados, tentando esconder minha ereção. Minha filha só se encaixou nas minhas costas, passou o braço pelo meu ombro e pouco a pouco foi dormindo. Eu não conseguia dormir com ela atrás de mim, sentindo os pezinhos dela debaixo da camiseta e ouvindo a respiração dela, mesmo tentando dormir, já que teria que trabalhar no dia seguinte.
Na terça de manhã, acordei com o despertador. Tinha que ir trabalhar no hospital, e quando me virei, pensando que minha filha ainda estava dormindo (já que estava de férias), não a vi. Entrei no banho, comecei a me vestir e me arrumar. A alguns minutos de sair, começou a vir um cheiro delicioso de café da manhã. Parece que minha filha estava preparando o café e tinha acordado cedo, já que eram 7h da manhã e estava um pouco frio.
Não consigo descrever o que aconteceu quando entrei na cozinha e vi minha filha ao lado da mesa apontando pro café da manhã, parada ali com um roupão semitransparente da minha esposa que ela não usava há tempos. Como posso descrever pra vocês? Ela, como já disse, tem 1,70m, é branca, com rosto ovalado, cabelo castanho bem claro e uns olhos cor Almendra, muito linda, um nariz levemente arrebitado e, para aquela hora, já estava maquiada de um jeito incrível. O roupão semitransparente que ela usava cobria seu corpo, que era magro, com seios de 80, nada mal para os 18 anos — ainda faltavam mais 2 anos para crescerem um pouco mais. Uma cintura tão fina que era de infarto, 65 de cintura, e uns quadris enormes com uma bunda tão firme e bem definida que qualquer instrutora de aeróbica de 20 anos ficaria com inveja. Suas pernas longas e totalmente depiladas, com uma pantufa baixa na cor preta, igual ao roupão. Todo esse corpo maravilhoso e perfeito de adolescente estava coberto por um corpete de renda e uma calcinha fio dental também semitransparentes, vermelha com preto, que marcavam muito bem suas curvas e contrastavam com a transparência do roupão. Olhando com bastante atenção, dava até para ver os mamilos e a região da buceta. Como já era tarde, só agradeci com um beijo na bochecha, já que não podia abraçá-la, porque ela notaria a ereção que ela me causou em segundos só de vê-la. E enquanto comia rápido para ir ao hospital, só disse:
Rober: Nossa, filha, você está lindíssima! Que bom que você colocou esse roupão, sua mãe faz anos que não usa. Muito obrigado pelo café da manhã, não precisava se incomodar, eu te deixava dormindo na sua cama, já que você está de férias, querida.
Ana: Ah, pai, não agradece. Além disso, não tinha nada para fazer e já não conseguia mais dormir, estava meio... hmm, inquieta, hehe. Agora daqui a pouco talvez dê sono e eu durma. E como estava com fome, fui preparar o café da manhã, você sabe que não gosto que você saia sem comer.
Rober: Tudo bem, filha, vamos comer então.
Ana: Sério que estou bem?
Rober: Sim, você está lindíssima! Fica melhor em você do que na sua mãe esse roupão, mas não conta para ela. Mas não vá ficar doente, você está muito à vontade. Eu estou com muito frio.
Ana: Ah, pai, mas eu estou morrendo de calor! Mais um pouco e eu desço só com o roupão, sem nada por baixo, hahaha. Quando ele disse aquilo, eu me engasguei com a comida por causa do que ouvi, não tinha como evitar. E quando minha filha terminou o café da manhã e foi embora, eu fui escovar os dentes com minha ereção já menos firme. Ela me disse que já estava atrasado, que amanhã para o café eu deveria acordar mais cedo e me despediu com um beijo bem, bem perto da boca. Eu não conseguia pensar em outra coisa, minha filha me deixou em choque e tinha sido só uma manhã, já estava ansioso para voltar do trabalho, e pediria uns dias na clínica privada para poder ficar em casa a tarde toda com minha garota. A manhã e a tarde pareceram uma eternidade, já que nesse dia eu fui à clínica à tarde, para avisar que não iria a partir de terça. Quando cheguei à noite, minha filha estava assistindo um filme de terror, sentada no sofá, com uma roupa incrivelmente provocante. Nos cumprimentamos e fui tomar banho, e ao sair, minha filha já não estava, então decidi ver um pouco de TV e depois fui me deitar, pensei que minha filha tinha feito o mesmo, mas não, quando já estava tudo apagado, chegou minha filha e disse:
Ana: Oi, pai
Rober: O que foi, filha, de novo não consegue dormir?
Ana: Não… é que estou com pesadelos
Rober: Viu só por assistir filmes de terror sozinha à noite
Ana: É que eu gosto muito, além do mais, assisto sozinha porque ninguém me acompanha
Rober: Vem, deita aqui e dorme, amanhã eu acordo cedo e não vou mais trabalhar à tarde, pedi uns dias para passar mais tempo com minha princesa, então à tarde te acompanho para ver o filme que você quiser
Ana: SÉRIO, PAI?! Aah, que bom! E você vai ver qualquer um, por mais ruim que seja?
Rober: Sim, filha, o que você quiser, mas agora dorme
Assim que ouvi isso, aparentemente ela tirou o pijama e ficou só de corpinho e calcinha fio dental, e ainda estava com as da manhã, e uau, que sensação da pele dela tocando na minha, e o cheiro dessas roupas íntimas me deixou a mil, mas dessa vez eu estava decidido a dar o próximo passo, mesmo que fosse pequeno. Então me virei e a abracei. completamente envolvendo ela com meus braços e tocando suas costas, e ela se aconchegou ainda mais, pressionando as bochechas no meu peito e colocando uma das pernas entre as minhas. Ficamos assim, enquanto eu tentava disfarçar minha ereção, mas era impossível porque ela se colava mais ainda em mim. Ela adormeceu e eu, cheirando seu cabelo úmido recém-lavado, com aquele cheiro de mulher e desejo, também acabei dormindo.
Na manhã de quarta-feira, minha filha acordou antes de mim de novo, mas para minha surpresa, foi tomar banho no meu banheiro, não no dela. Eu acordei com o som da água. Quando ia bater na porta para ela sair, já que eu precisava me banhar, minha filha saiu toda descarada, enrolada numa toalha, e disse que iria preparar o café da manhã e que eu não demorasse.
Quando desci, não conseguia acreditar. Minha filha estava muito mais sexy que ontem. Ela usava um top minúsculo, como se fosse uma faixa de cabelo, mas estava na altura dos seios — devia ter uns 10 cm. E embaixo, uma minissaia incrivelmente curta. Quando ela se virou, dava para ver os mamilos marcados e até a curvatura inferior dos seios, já que não cabiam no top que ela usava. E pelas costas, dava para ver um pouco da bunda debaixo daquela saia.
Ana, minha filha, estava me seduzindo, e eu não sabia o que fazer. Certamente a Dany deu ideias a ela, e caramba, estavam funcionando.
Sentamos para tomar café e começamos a conversar.
Rober: Nossa, filha, cada vez você está mais gata. Esse top fica ótimo em você, mas é meio pequeno, não acha?
Ana: Hehehe, obrigada, pai. Que bom que você gostou. Me vesti só para você. E não me manda me cobrir, porque não está tão frio como ontem.
Rober: Tá bom, filha, e obrigado pelo café.
Ana: Ei, pai, você vai vir assistir ao filme comigo?
Rober: Sim, filha, para você parar de ter pesadelos.
Ana: Hehehe, tudo bem… peguei um emprestado, mas é de terror. Espero que você não se assuste, hein?
Rober: Tudo bem, filha, eu adoro esses filmes.
Ana: Então tá. pai, vou pro meu quarto, te espero à tarde, se cuida muito. Ana se despediu e eu saí voando pro trabalho. Na real, esses dias no hospital estão me parecendo uma eternidade, mas como não ia mais até a próxima semana à tarde, eu queria ver que coisas novas minha filha faria. Cheguei cedo e dessa vez ia comer em casa, com a Ana, mas quando cheguei, ela não tava lá. Ela tinha deixado um bilhete que dizia...
"Pai: Tô muito ansiosa pra ver o filme com você, eu já comi e deixei a comida pronta pra você comer, fui comprar umas coisas. Volto cedo pra ver o filme. Te amo pai, sua filha Ana"
E bem, comecei a comer, e depois tomei um bom banho. Como não sabia que horas minha filha voltaria, fiquei umas duas horas pra relaxar no chuveiro. Depois de tanto tesão que minha filha tá me fazendo passar, eu precisava disso. Já eram por volta das 19h, quando eu tava vendo TV, e ouvi minha filha chegando. Ana chegou com várias sacolas, aparentemente de lojas de roupa, largou as sacolas no chão do meu lado, me abraçou e disse:
Ana: Já voltei, pai. Comprei umas roupas, como você tá? Comeu bem?
Rober: Sim, filha, obrigado por fazer a comida... O que você comprou?
Ana: Quer ver o que eu comprei?
Rober: Se você quiser me mostrar.
Ana: Tá bom, mas primeiro deixa eu tomar um banho, tô meio cansada e suada.
Rober: Tudo bem, filha, te espero aqui.
Depois ela me deu outro beijo, bem perto da boca, como já tava virando costume. Acho que senti na comissura dos lábios, mesmo que tenha sido bem rápido. Ouvi que ela tinha entrado no banho, então fiquei vendo TV e esperando ela.
Depois de uma hora e meia, quando minha bebê saiu, fiquei de boca aberta. Ela simplesmente tava espetacular, eu babava de ver. Ela entrou dizendo:
Ana: Olha, pai, isso foi uma das coisas que eu comprei... Como eu tô?
WOOOOOOOOW, ela tava vestida igual uma colegial. Eu... eu não conseguia nem falar. Ela tava com um penteado com uma franja bem provocante e um par de tranças, usando uma blusa branca... semitransparente de botões e com manga curta, ABAIXO DA BLUSA NÃO TINHA NADA NENHUM, estava bem curta porque deixava o umbigo dela à mostra, ela estava com o piercing que eu mesmo fiz (para evitar infecções, lembrem que sou médico) dava pra ver perfeitamente os seios e os mamilos. Ela usava uma saia xadrez escocesa vermelha e preta, que chegava na metade das coxas e deixava ver perfeitamente suas pernas longas e bem torneadas, ainda mais abaixo ela usava meias que iam até os joelhos. Uff, simplesmente estava melhor que uma modelo, eu em vez de conseguir falar estava totalmente ereto, não sabia o que dizer, só ficava olhando e babando. Parece que o Danny tinha contado muitas das coisas que me excitam nas mulheres para minha filha, já que ela estava fazendo tudo. Danny um dia se encarregou de me perguntar quais eram minhas fantasias, como eu gostava que falassem comigo, que me mimassem e até como eu me excitava com mulheres vestidas de tal ou tal jeito, e minha filha estava fazendo tudo isso. Parece que de manhã, na minha ausência, ela planejava tudo o que faria à tarde. Eu quando vi minha filha estava totalmente ereto e dava pra notar o volume entre minhas pernas: Rober: Uau, fi... fi... filha, mas que linda você está, mas você pensa em sair na rua assim? Ana: Hahaha não, pai, isso eu comprei só pra andar em casa Rober: E sua mãe, você não acha que ela vai ficar brava se você andar assim em casa? Ana: Eu acho que sim... mas eu só uso quando minha mãe não está e a gente fica sozinho, você e eu. Pra você não incomoda que eu ande vestida assim... ou sim? Rober: Na... na... nada, querida, vista-se como quiser Ana: Sério? Rober: Claro, você está linda, vista-se como quiser, desde que não saia assim vestida, capaz de chegar algum cara e te roubar Ana: Ai, pai, que bobinho você é, hehe, além do mais eu não gosto de garotinhos, eu gosto é... de madurinhos, hehehehehe Uff, era muito óbvio, quando ela disse isso foi pro quarto e eu fiquei com a imagem da minha filha se afastando, com a bunda linda que dava pra ver com aquela minissaia
Só esperei mais alguns minutos assistindo TV, e minha filha chegou. Parece que ela tinha levantado ainda mais a saia e tirado as pantufas e as meias. Ela me disse que estava com muito calor, também tinha desabotoado os 3 primeiros botões da blusa e só restavam 2 abotoados, os de baixo. A blusa dela ficou com um decote enorme onde eu via perfeitamente um quarto dos seios e toda a pele entre eles. Minha filha estava sem vergonha, sem sutiã, com uma blusa semitransparente e ainda por cima com um decote enorme. Ela se aproximou de mim e disse:
Ana: Já voltei, pai. Desculpa, mas tá muito calor, e eu tirei umas coisas.
Rober: Tudo bem, filha. Assim você fica mais confortável?
Ana: Mais ou menos. Eu tiraria mais coisas, mas melhor depois.
Rober: Bom, filha, mas me diz... Que filme vamos ver hoje?
Ana: Um filme que me emprestaram.
Rober: É de quê?... De terror? Depois você não vai conseguir dormir.
Ana: Chama-se Annabelle e eu nunca vi. Hahahaha, acho que você é quem tem medo de filme de terror, né, pai?
Rober: Você não me conhece, filha. Acho que já vi esse filme. Não vá chorar de medo.
Ana: Acho que não vou chorar. Além disso, você vai me proteger, não é, pai?
Rober: Claro, filha. Por isso fiquei.
Ana: Além do mais, somos só nós dois aqui sozinhos. O que pode acontecer?
Rober: Nada, enquanto eu estiver cuidando de você.
Ana: Bom, pai,... obrigada por ficar me fazendo companhia. Te amo muito.
Rober: Não foi nada, filha. Dá play, pra gente dormir cedo.
O filme começou e eu tinha minha filha sentada ao meu lado. E a cada cena de terror que passava no filme, minha filha se aproximava mais e mais de mim. Eu nem prestava atenção no filme, só de ver minha filha tão espetacular e tão gostosa, imaginando ela sem as únicas 3 peças que estava usando: seu fio-dental, sua minissaia e sua blusa.
Faltavam só uns 30 minutos para o filme acabar e minha filha já estava encostando a cabeça no meu ombro e segurando meu braço com as duas mãos. como se fosse uma menina indefesa. Numa cena, minha filha se virou para mim e apoiou a cabeça no meu peito, e me deu a chance de ver seus seios tão gostosos, tão brancos, pareciam tão macios e firmes. Nisso, Ana colocou uma perna sobre a minha, supostamente porque tinha se assustado. E pelo visto ela ainda estava muito imersa no filme. Na cena seguinte minha menina já tinha as duas pernas sobre as minhas, embora continuasse sentada no sofá e abraçada a mim. Quando de repente ela disse.
Ana: Me abraça, pai, tô com medo
Rober: Calma, filha, é só um filme, não acontece nada
Ana: Eu sei, pai
Optei por passar um braço pelas suas costas e o outro pelo seu abdômen. Que loucura, estava abraçando minha filha como se fosse uma namorada ou uma amante. Quase no final do filme, numa das cenas, minha filha deu um pulo de susto e ficou completamente sentada nas minhas pernas, e agora as dela estavam penduradas ao lado de mim e do sofá.
Eu continuei abraçando ela e ela a mim, já que ela tinha colocado um braço atrás de mim e com o outro me envolvia. Naquele momento meu corpo começou a reagir e comecei a ter uma ereção tremenda, simplesmente não conseguia evitar, adorava sentir minha filha assim, e não queria que ela percebesse.
Os últimos 5 minutos do filme foram intensos, já que ela estava se movendo lentamente para frente e para trás e eu tinha uma ereção cada vez mais firme e ela percebia, embora não pudesse dizer nada.
Já no final do filme, minha filha ficou sentada ali, apoiou o rosto no meu pecho e me abraçou muito mais forte e não parava de se mexer... depois me disse
Ana: Muito obrigada por me acompanhar, pai, às vezes eu também fico triste porque não tenho um namorado que me acompanhe como você fez agora.
Rober: Mas filha, você é lindíssima, e tem um corpo espetacular, com certeza muitos caras devem estar atrás de você
Ana: Sério que você acha que eu sou linda? É que eles não chegam perto de mim porque têm medo de falar comigo
Rober: Mas que bobos Filha, se eu fosse mais jovem, com certeza te pediria até em casamento.
Ana: Hehehe, puxa, papai, que coisas você diz.
Rober: É a verdade, filha, mas bom, já é hora de dormir, amanhã tem que trabalhar.
Ana: Tá bom, papai, vou tomar um banho e já vou deitar com você daqui a pouco.
Rober: Beleza, filha.
Quando Ana se levantou, a saia estava toda arregaçada, e pude ver o thong minúsculo que ela usava. Parecia que eram só uns fios que ela tinha vestido. Num momento de loucura, tive o impulso de dar uma palmadinha na sua bunda enquanto ela se afastava, e nem soube por que fiz aquilo. Um medo enorme e uma culpa, esperando a raiva dela, caíram sobre mim imediatamente... até que Ana me disse:
Ana: Eu também te amo, papai.
Ana tinha interpretado a palmada como um carinho, mas quando falou isso, voltou rapidinho pra mim, pegou meu rosto com as mãos e me deu um beijo na boca bem rápido, mas forte o suficiente pra deixar o gosto dos lábios dela nos meus. Depois disso, saiu correndo pro banheiro, rindo da travessura que certamente tinha feito.
Eu não acreditava no que tinha acontecido. Minha filha me beijou na boca, quando por 20 anos eu não tinha beijado outra boca que não fosse a da minha esposa. Era impossível me conter, não sabia o que pensar. Minha filha estava me seduzindo, e tudo o que ela fazia me deixava a mil. Não podia acreditar que isso estava acontecendo. Passei vários minutos relembrando o beijo e a figura dela. Ela era simplesmente uma deusa de 18 anos... MINHA DEUSA DE 18 ANOS!... e eu não sabia o que fazer.
Já depois de um tempo, com minha filha tomando banho, eu tinha ido pro meu quarto me trocar e pensar no que tinha acontecido, quando ouvi a voz dela me chamando:
Ana: Paiiiii... paizão... me traz uma toalha, por favor?
Rober: Sim, filha, já vou. Não tem toalha no banheiro?
Ana: Não... esqueci de trazer.
Quando ia entregar a toalha pra minha filha, bati na porta pra avisar, e quase tive um infarto. Minha filha estava parada ali com toda a naturalidade do mundo, completamente pelada. me mostrando seu corpo molhado sem nenhuma vergonha... Não via o corpo nu da minha filha há mais de 10 anos. Não conseguia acreditar no corpo da minha filha, os seios grandes e firmes, assim como o abdômen perfeito e seus quadris que emolduravam sua pubis com um belo púbis raspado muito finamente, que parecia apenas uma sombra. Enquanto ela ria de um jeito muito provocante e me agradecia por levar a toalha. Minha filha me deixou atônito e enquanto lhe entregava a toalha não conseguia dizer nada, minha ereção imediatamente ficou a 100% e marcava no meu short, não conseguia evitar, tinha diante de mim uma pequena modelo tão sexy que estava me seduzindo e eu não sabia o que fazer. Só me lembro que saí correndo para o meu banheiro para fazer uma punheta dos deuses, e guardar na mente o corpo da minha filha completamente nu e à minha disposição. Eu não sabia o que pensar, deitei e me envolvi nos lençóis no quarto completamente às escuras. Nisso... minha filha entrou... acendeu a luz e me disse…
Ana: Olha, pai, essas são as outras coisas que comprei
Rober: O que foi, filha... deixa eu ver?
Glup... Ela estava usando um roupão semitransparente, branco, muito menor e mais transparente que o da mãe dela, e debaixo dessa roupa trajava uma indumentária digna de uma deusa. Tinha um baby doll, branco, com um decote enorme e na parte do peito transparente que só cobria menos da metade dos seios, uma abertura no centro que deixava ver seu umbigo e o piercing que ela sempre usa, e uma calcinha fio dental que eram apenas pequenos fios, que cobriam o triângulo de sua pubis, e umas meias brancas, tudo finamente acompanhado por sapatos com salto enorme e brancos também.
Simplesmente estava chocante e não sabia o que dizer, estava vestida espetacularmente.
Rober: Você está lindíssima, filha, por que se vestiu assim?
Ana: Hehehe, você gostou? É pra você, pra você me ver e não sentir falta da mamãe
Rober: Com você me acompanhando, não sinto falta dela, filha… até poderia dar férias pra ela hehehehe
Ana: Ai, pai, que ele mamaria se te ouvisse Rober: Hehehe você tem razão… eu não disse nada. Ana: Não se preocupa, papai, eu não vou contar nada pra ela, mas você também não conta nada de nada, hein? Rober: Hã? Nada de quê? Ana: Hahahahahaha, meu pai, por isso que eu te adoro. Pena que amanhã você sai cedo pro trabalho e não pode faltar, porque se não, eu adoraria ficar acordada a noite toda com você, mas por enquanto deita e dorme, amanhã você acorda cedo pra trabalhar e sexta a gente vai no cinema… ou você já esqueceu???? Rober: Aahhh, sim, amanhã eu trabalho, filha, mas volto cedo pra gente ir almoçar e fazer compras, você gostou da ideia? Ana: Sim, papai, adorei… bom, até amanhã, papai. Minha menina virou a cabeça e parte do corpo, e eu pensei em beijá-la na bochecha como sempre fazia, mas ela procurou minha boca e me deu um beijinho nos lábios, como uma linda namorada. Não quis perguntar sobre o que ela disse sobre ficar acordada a noite toda, eu imaginava a que ela se referia, mas não mencionei nada, imaginei que era melhor dar o último passo amanhã. Tirei os lençóis para ela se deitar, enquanto ela apagava a luz. Ela se deitou ao meu lado e, dessa vez, não quis perder a oportunidade: ela se encolheu e eu me coloquei atrás dela, para que ela sentisse toda a minha ereção. Dessa vez, não quis perder essa chance. Fiquei pensando no beijo que estava virando um hábito entre nós. Já deitados, ela empinou mais pra trás e eu sentia no meu pau o tecido da calcinha fio dental que ela estava usando, mas algo me deixou com um frio que percorreu toda a minha espinha. Ana: Eu também te quero, papai, e quero ficar com você, mas agora você tem que dormir, temos amanhã, sexta e sábado e todos os dias que a mamãe não estiver, só descansa, quero que você me leve pra fazer compras amanhã, papai. Rober: Cla… claro, filha, eu te adoro e também quero ficar com você, mas assim vestida, não acho que vou conseguir dormir tão fácil. Ana: É assim que eu vou estar sempre pra você, mas agora descansa. Rober: Tá bom, filha. Simplesmente não podia forçar, era ela quem teria que ditar o ritmo, e ela tinha seu plano, não não dava pra adiantar nada, a gente tava só esquentando os motores. Eu precisava dormir pra ficar pronto pro dia seguinte, coisa que vou contar na próxima história.
11 comentários - Minha Filha e Eu II