Minha prima e a mãe dela me fizeram homem 4 (Final)

Quando abri a porta que dava pro quintal, vi minha prima vindo em direção à casa. — Oi, Javi. De onde você vem? — Fui no frigorífico beber uma água fresca. — Minha prima me olhou estranho, sabia que eu sempre bebia água na loja do posto de gasolina e nunca me atrevia a entrar em casa sem permissão. — Bom, então vou ver o que encontro pra lanchar, tenho que voltar logo. — Vai ver seu namorado? — Não tenho namorado, é só um amigo. — De novo senti raiva ao pensar naquele intruso tocando e beijando minha prima. — Tá, vou continuar com meu trabalho. Logo as aulas iam começar, mas o garoto que ia voltar pro colégio agora era bem diferente do que saiu de lá uns meses antes. Ainda tinha muito o que descobrir. Minha prima e minha tia me transformaram num homem.

E chegou a tão odiada e temida volta às aulas, professores novos, mas os mesmos adolescentes fazendo as mesmas idiotices do ano anterior. Principalmente quando tinha mina olhando. Mas logo meus colegas de classe perceberam que meu comportamento tinha mudado. Eu já não me sentia à vontade fazendo as mesmas palhaçadas que eles faziam na frente das garotas. Meus amigos mais próximos ficavam preocupados por não me verem "pagando de doido" igual a eles. — O que que há, Javi? Tem algum problema? — Era meu amigo Juan, ele tava realmente preocupado. — Não, não se preocupa, não tem nada, tô bem, de verdade. — A gente te vê sempre pensativo e muito sério. — Deve ser que tô ficando mais velho. — Respondi rindo. — Não é que você tá apaixonado? — Quem me dera, mas não tenho ninguém pra amar. Tomara que nesse ano eu tenha mais sorte com as minas. — Acontece o mesmo com todo mundo, a gente só pega uns beijos aqui e ali e olhe lá, todas são uns gelo. Quando ele se afastou, fiquei refletindo… Apaixonado? Não tinha me feito essa pergunta, e pra ser sincero, não sabia que resposta dar pra mim mesmo. Ainda tava na minha cabeça a lembrança do que vivi com minha tia e minha prima. Só tinham se passado alguns meses. Mas aquelas lembranças seriam inesquecíveis pra mim. Uma e outra vez voltavam à minha mente os momentos vividos com aquelas duas mulheres, eu continuava desejando elas do mesmo jeito. Às vezes chegava a pensar que tava apaixonado por elas, mas imediatamente tentava afastar essa ideia da minha cabeça. Dá pra ficar apaixonado por duas mulheres ao mesmo tempo? Sempre ouvi dizer que isso era impossível, além do mais elas eram parte da minha família, isso tornava tudo pecaminoso e inconfessável. Mesmo assim, minha cabeça girava em torno disso toda vez que eu batia uma punheta. Era algo que não tinha mudado pra mim, continuava me masturbando com a mesma frequência, mas agora fazia isso sabendo como é a sensação de foder uma mulher. Não precisava imaginar nada, só precisava lembrar de tudo que vivi naquele posto de gasolina, e de novo meu pau pedia pra eu dar o alívio necessário, enchendo de porra as paredes dos banheiros da escola, e também meus lençóis de noite. Não tinha visto minha prima de novo desde que me despedi do trabalho, a gente estudava em escolas diferentes, e também não cruzava com ela quando eu saía pela cidade. Tem que levar em conta que naquela época não existia celular nem nada parecido. Quanto à minha tia, também não tinha tido notícias dela. Mesmo morrendo de vontade de vê-la, me dava um pouco de vergonha passar no posto. Ficava meio sem graça de rever a Carmen, embora no fundo desejasse isso loucamente. Também não sabia nada da situação do casamento dela, e isso me preocupava. Imaginar ela sofrendo me enchia de raiva. Até que, por acaso, uma tarde encontrei a Mari, ela tava andando com uma amiga. Uma onda de alegria tomou meu peito quando ela se aproximou de mim. — Oi Mari, quanto tempo sem te ver. — E dei uns beijinhos nas bochechas dela — Puxa, você não voltou no posto desde o verão. — Tô com vontade de ir, mas vou deixando de um dia pro outro, e o tempo vai passando… — Te apresento minha amiga Pepi. — Pepi, esse é o meu primo Javi. —Prazer, sua prima já falou de você algumas vezes. Ela gosta muito de você. —Oi Pepi, prazer em te conhecer. —Foi ela quem chegou mais perto pra dar os beijos de costume. —Pode vir com a gente se quiser, vou acompanhar a Pepi até a casa dela, e depois a gente pode voltar caminhando juntos. —Tá bom, faz tempo que a gente não se vê, e tô afim de conversar com você. Deixamos a Pepi na porta da casa dela e começamos a andar em silêncio, agora parecia que nenhum dos dois tinha coragem de quebrar aquele silêncio. —Então, Javi, me conta como é que tá a vida. Tá namorando? —Não, parece que ainda não chegou minha hora. —Você tem que dar uma força também, se uma mina te interessa, tem que falar pra ela. —Já faço isso, perdi muita da minha timidez, graças a você. —E também graças à minha mãe. —Completou rindo. —O que sua mãe tem a ver com isso? —Ah, para de se fazer de bobo, mas não tô a fim de falar disso agora. Eu também não quis insistir nesse assunto, parecia que minha prima sabia mais do que eu imaginava. Também não tive coragem de perguntar sobre o estado da relação entre os pais dela. Continuamos andando até passar na frente da entrada de um parque. —Quer sentar um pouco? Meus pés tão doendo de tanto andar. —Tá bom, eu também andei muito essa tarde. Aliás, como é que cê tá com seu namorado? —A gente terminou, melhor dizendo, ele terminou comigo. Mas acho que não perdi grande coisa. —Por que cê diz isso? —Ele é um sem-vergonha, assim que conseguiu o que queria, me largou por outra. —Umas lágrimas pareciam querer escapar dos olhos dela. —Cê tá falando de…? —É, bem que eu podia ter dado minha primeira vez pra você, e não pra aquele filho da puta. —Sinto muito mesmo que tenha dado errado. O que aconteceu, cê não gostou de transar? —A gente fez umas duas vezes, na primeira vez ele me machucou pra caralho, não teve nenhum cuidado comigo. E na segunda vez não senti nada, ele foi um egoísta, só queria gozar, eu não importava nada pra ele. Felizmente não engravidei, porque ele também não quiso usar camisinha. —Que filho da puta, adoraria dar uma surra nele. —Melhor esquecer, não se meta em problemas. Olhei de novo pro rosto dela, agora as lágrimas molhavam as bochechas. Assim como fiz com a mãe dela, aproximei meus lábios pra sugar aquele líquido salgado. —Alguém pode nos ver, Javi. —Ela disse enquanto meus lábios percorriam as bochechas dela. —Não tô nem aí, também acho que a cidade inteira não sabe que somos primos. Minha boca agora procurou os lábios dela, e ela aceitou mansamente ser beijada. Mas logo separou a boca. —Desculpa, Javi, não me sinto à vontade, a ideia de alguém nos reconhecer me apavora. —Te entendo, mas é tanta vontade de te abraçar e beijar. Você não faz ideia de quantas vezes pensei em você desde aquele dia. —Eu também quero ficar com você, você é muito carinhoso, e agora preciso muito de carinho. —Mas não consigo pensar num lugar onde a gente possa ficar sozinho. —Espera uns dias, vou pensar em algo. Ligo na sua casa com qualquer desculpa e a gente combina. —Parece boa ideia, mas não esquece disso. Tô morrendo de vontade de você, acho que te amo. —Minhas palavras eram sinceras, pelo menos até eu não saber o que era amor de verdade. —Não fala isso, somos primos, só podemos sentir amor fraternal. O resto é proibido. —Dá pra proibir sentimentos? —Acho que tem gente que pensa assim. Dito isso, ela se despediu de mim com um beijo na bochecha, e cada um seguiu pra sua casa. No resto da semana fiquei de olho no telefone, mas nenhuma chamada era da minha prima. Até que na sexta à tarde, ao atender, ouvi a voz dela. —Finalmente ligou, fiquei a semana inteira esperando o telefone tocar. —Já achei uma solução. —Tá falando daquilo que a gente conversou. —Não podia dar detalhes, meus pais podiam estar ouvindo. —Tenho uma amiga cujos pais têm uma casinha no campo, mais tipo um chalé, nos arredores. Convenci ela a me emprestar as chaves neste domingo, claro que não Sabe que vou com você, falei que tenho um namorado novo. — Mas, e os pais dela? Não tem perigo de aparecerem por lá? — A família vai viajar neste fim de semana, então só voltam domingo à noite. — Então, quando a gente se vê? — Que tal domingo às três da tarde? — Preferia passar o dia inteiro com você. — Não dá, de manhã tenho que ajudar minha mãe em casa. A gente se vê às três no ponto em frente ao Corte Inglês. O ônibus deixa a gente a só quinze minutos da casa. — Beleza, então combinado assim, até logo, Juan. — Ouvi a risada da minha prima do outro lado da linha. — Até logo, Cati, um beijo. — Quem era? — Perguntou minha mãe, curiosa como sempre. — Meu amigo Juan, nada importante. Acho que você não devia perguntar toda vez que falo com alguém. — Desculpa, filho, não vou perguntar mais. — Disse com um tom ofendido. — Entende, Javi, é algo que ela não consegue evitar, é mais forte que ela. — Completou meu pai rindo. — Vocês dois se uniram contra mim? Então vou deixar vocês sozinhos. — E foi ver TV na sala. A partir daquele momento, comecei a contar as horas e a sonhar com o que ia rolar no domingo. Até que finalmente chegou a hora, cheguei meia hora antes no ponto de ônibus. Meus olhos não paravam de procurar entre a gente, ansiosos pra ver minha prima aparecer, meu coração dava um pulo cada vez que via alguma garota parecida com ela. Por fim, quinze minutos depois, vi ela ao longe e respirei aliviado. — Oi, Javi. — Ela levava uma mochila pequena na mão, e a respiração estava ofegante. — Oi, mari, você parece cansada. — Vim num passo rápido, minha mãe me prendeu até o último minuto. — Senta e descansa. O que você levou aí? — Perguntei apontando pra mochila. — Umas toalhas e sabonete, não sei o que a gente vai encontrar lá. — Mas você conhece o lugar? — Fui algumas vezes quando era pequena, acho que sei chegar. Meia hora depois, o ônibus nos deixou nos arredores da cidade. — Tem que seguir por esse caminho por uns dois quilômetros. —Disse minha prima, apontando pra uma estrada de terra que se embrenhava entre os vinhedos. —Me dá a bolsa, eu levo agora. —Pendurei a bolsa a tiracolo, e minha mão procurou a dela. Seguimos assim, em silêncio, só interrompido pela nossa risada nervosa, cada vez que a gente se olhava nos olhos, e eu apertava a mão dela com mais força. —É ali. —Disse Mari depois de dez minutos caminhando. A casinha se destacava entre os vinhedos, solitária, rodeada só por algumas árvores. —É muito bonita, parece saída de um conto de fadas. —Os vinhedos ao redor também são da minha amiga, é na época da colheita que eles mais usam a cabana. Na porta de madeira, minha prima enfiou a chave na fechadura, não era uma chavinha, mas uma chave grande daquelas que não se vê mais hoje em dia. Abriu a porta devagar, com o respeito que um lugar alheio impõe. O interior tava na penumbra. Abrimos uma das janelas e o cômodo se iluminou, revelando os mistérios que as sombras escondiam. —Lembrava de tudo maior. —Disse minha prima. —É normal, sempre acontece com as lembranças da infância. A casa tinha só uma sala principal com uma lareira, um quarto com duas camas, e um banheirinho. A cabana não tinha eletricidade, mas tinha água de um tanque grande lá fora. —Finalmente, estamos sozinhos, aqui tô tranquila, ninguém pode nos ver. —E fechou a porta por dentro. O próximo passo foi nos fundir num abraço, soltando as rédeas das nossas bocas famintas de desejo, nossos lábios se procuraram, se unindo num beijo que só era interrompido quando meus lábios beijavam o rosto dela. —Preciso ir ao banheiro, vou me lavar, mas vai ter que ser com água fria. —Disse minha prima. —Tá bom, depois vou eu. Momentos depois, estávamos os dois dentro do quarto. Mari tirou uma toalha grande da mochila e esticou sobre o colchão nu de uma das camas. —Minha amiga Cati Ele me avisou sobre isso, não tem lençol nem nada parecido. Por isso trouxe umas toalhas. Aí ele puxou a gaveta inteira de um dos criados-mudos. —Tá aqui. —Falou rindo— Minha amiga vem aqui direto com o namorado dela, me contou onde escondia as camisinhas. —Eu nem tinha pensado nisso, que distraído que sou, claro que também não sabia até onde você queria chegar. —Que bobo você é, pra quê você acha que ia te trazer até aqui? —Falou, enquanto tirava a camiseta. O tesão percorreu meu corpo inteiro ao ouvir as palavras dela, e uma ereção violenta tomou conta do meu pau ao ver ela tirando a roupa. Fiz o mesmo, Mari sorriu quando viu meu cock apontando pro teto. —Nossa, vejo que você tá bem animado. —Tô pegando fogo por dentro, faz tempo que sonho com esse momento. —Vem cá, me abraça. Nossos corpos nus se juntaram, e de novo nossos lábios se procuraram. E assim, unidos naquele abraço, caímos na cama. De novo os pezões da minha prima estavam na minha boca, tão duros quanto da outra vez. Chupei aqueles peitos até ouvir uns gemidinhos escapando da boca dela. Depois fui deslizando minha boca pela barriga dela, beijando o corpo todo até parar no monte de Vênus. Quando cheguei lá, abri as pernas dela pra contemplar aquela buceta, tantas vezes desejada por mim. Não consegui evitar uma sensação de raiva misturada com tesão, ao lembrar que aquela maravilha tinha sido de outro homem. Que um sem-vergonha que não merecia tinha penetrado aquele corpo, pra depois descartar como um lenço usado. Perdido nos meus pensamentos, fiquei olhando aquela buceta que agora se abria diante dos meus olhos só pra mim. Os poucos pelinhos em volta, o interior rosa como veludo, e cada uma das dobrinhas, tudo era maravilhoso pra mim. —Continua, não fica aí parado, tô muito molhadinha. —Era a voz trêmula da minha prima, perdido nos pensamentos eu tinha deixado ela de lado. —Fiquei besta olhando. —Me desculpei. E minha mão passou a explorar o mais íntimo daquela... adolescente, cuja beleza crescia a cada dia. Enfiei dois dedos dentro da buceta dela, e dessa vez, ela não resistiu. Minha mão ficou encharcada com os fluidos quentes dela, tão quentes quanto os gemidos que escapavam da boca dela. — Javi, chupa, quero que você me faça gozar igual fez naquele dia, nunca mais senti nada igual. — Minha Mari não enrolava, sabia o que queria. Sem mais delongas, enfiei a cara entre as coxas dela, e minha língua começou a lamber todo aquele vale, enfiando a língua dentro da buceta dela, depois subindo pro clitóris, e recomeçando. Os gemidos da minha prima aumentavam, e uns espasmos pareciam percorrer o corpo dela quando minha língua roçava a parte mais sensível. — Aí, continua aí, no lugar, vai até eu gozar. — O tom era imperativo, mas a voz dela era rouca, sensual e ardente. Chupei e lambi aquele clitóris com toda a força que minha língua aguentava. Tava começando a ficar difícil acompanhar o ritmo do corpo dela, que se tensionava, enquanto a pélvis subia e descia. E ela, com as mãos, puxava minha cabeça pra garantir que eu não ia escapar. Os gemidos viraram gritos, misturados com ofegos e palavras que eu mal entendia. E no final, senti o corpo dela relaxar de repente, afundando no colchão, com umas contrações. — Pronto, já foi, amor, já gozei, pode parar. Levantei a cabeça pra ver o rosto dela, tava vermelho, os olhos fixos no teto, e o corpo coberto de suor. — Gostou? — perguntei. — Tá duvidando? É a segunda vez na minha vida que gozo assim. Só você conseguiu. Vira de costas, agora é sua vez. Assim que eu virei, senti o calor da boca dela envolvendo meu pau. Ela engolia meu pau uma vez atrás da outra, enquanto uma das mãos acariciava minhas bolas, ao mesmo tempo que servia de limite pra não se engasgar. O prazer aumentava a cada chupada e lambida que a cabeça do meu pau recebia, pra depois sentir de novo o calor do fundo da boca dela. boca. Mesmo assim, sentia inveja da minha prima, o que o corpo dela tinha sentido momentos antes devia ser cem vezes maior do que eu poderia experimentar. Apesar da minha pouca experiência, já tinha percebido como um orgasmo feminino é forte, nada comparável ao de um homem. Momentos depois, minha mente lutava mais uma vez contra meu pau prestes a gozar, enquanto eu me recusava a gozar tão cedo. — Mari, para com isso, já tô quase gozando. Mas a boca dela não se soltava do meu membro, parecia que não tinha me ouvido. — Não aguento mais, para agora. — E com a mão toquei a cabeça dela pra ela obedecer. Mas foi inútil, minha prima ainda tinha meu pau dentro da boca quando senti o primeiro jato saindo da minha glande, e veio outro, e mais vários. O esperma escorria pelo canto dos lábios da minha princesa, mas ela não tirou a boca até ter certeza de que eu tinha gozado completamente. Aí ela se levantou e foi cuspir na pia, depois enxaguou a boca. — Mas Mari, gozei na sua boca, é inacreditável, não esperava por isso. — Falei quando ela voltou. — Te falei que um dia tinha que fazer isso, viu, também provei isso com você. — E o que achou? — Adorei sentir os espasmos do seu pau e a força dos jatos de porra dentro da minha boca. Mas não tive coragem de engolir, ouvi dizer que algumas mulheres fazem isso. — Obrigado, você é adorável. Acho que não vamos embora ainda, fiquei com vontade de, sabe como é… — Eu também quero, mas vamos descansar um pouco primeiro. — Mas pouco tempo. — Falei sentando ao lado dela na borda da cama. — Você precisa ir se lavar, tá todo coberto de resto de porra, e isso é perigoso, posso engravidar. Obedeci, e lavei bem o pau e as bolas na pia. Minha prima continuava sentada na borda da cama, sentei ao lado dela e de novo juntamos nossos lábios, tinha algo mais que desejo carnal nos nossos beijos. Nós dois podíamos sentir, mas nos recusávamos a aceitar. —Deita de barriga pra cima. —Disse Mari, enquanto rasgava a embalagem da camisinha. —Vou tentar colocar em você. —Já colocou alguma antes? —Não, é a primeira vez, mas não parece difícil, é só desenrolar pra baixo. Embora eu receie que você não esteja duro o bastante pra isso. Inclinando-se sobre mim, ela enfiou meu pau inteiro na boca, instantes depois já não cabia tudo lá dentro. —Nossa, olha como cresce rápido, já tá duríssima. —Com cuidado, desenrolou o látex até cobrir todo meu falo. —Parece que você plastificou meu pau. —Eu ri. —Assim não tem perigo nenhum. —Disse ela enquanto se deitava ao meu lado na cama. Sem hesitar um segundo, me joguei sobre ela, me acomodando entre as pernas dela. —Espera, chupa um pouco minha buceta, quero estar quentinha quando você meter. —Desculpa, tô com tanta vontade que nem pensei nisso. E deslizei meu corpo até ter meus lábios de novo dentro da vulva dela, quente e molhada. Não precisei me esforçar muito pra ela pedir pra parar, já tava quase lá. —Já pode, Javi, tô pronta, acho que dessa vez vou gostar. Tirei minha cabeça de entre as pernas dela e subi pra beijar a boca dela com meus lábios ainda molhados dos fluidos mais íntimos dela. Mari se levantou um pouco pra pegar meu pau com a mão, guiando a cabeça pra entrada da vagina dela. —Tá aí, empurra devagar, não me machuca. —As palavras dela foram seguidas por um gemido suave e prolongado que durou até meu pau entrar por completo. Ela levantou um pouco a pélvis, como se quisesse que entrasse ainda mais. —Assim, Javi, empurra o máximo que puder, adoro. Vamos, agora, mexe, mete forte. Apoiei os pés na grade da cama e empurrei o máximo que pude, depois aliviei a pressão, começando a bombear dentro daquela buceta. Lembrando da minha experiência anterior, decidi não ir muito rápido, então optei por empurrar com força, mas de forma calma. —Tá gostando assim, Mari, amor? —Tô adorando, nunca senti algo assim antes, vai fundo. mais rápido. —Não quero gozar muito cedo, por isso vou devagar. E acelerei um pouco o ritmo, embora estivesse achando difícil me controlar conforme me aproximava do clímax. Tentei distrair meus pensamentos, mas os gemidos da minha prima me traziam de volta à realidade, e ao desejo inevitável de gozar. Mas foi ela quem me surpreendeu. —Vai, Javi, agora, vai, vou gozar, Javi, isso é muito bom. —O resto dos sons que escaparam da boca dela não deixava dúvidas, ela estava gozando. —Eu também, Mari, eu também. —E empurrei com toda a força que pude, enquanto sentia o leite escapando do meu pau. Os lábios da minha prima buscaram os meus, me abraçando com toda força, enquanto o corpo dela tremia, encerrando o orgasmo. —Só gozei três vezes, e todas foram com você, com meu próprio primo. —Ela disse, e senti o corpo dela relaxar sob meu peso. Eu não podia dizer o mesmo, o corpo dela era o segundo que eu provava, então optei por não responder, enquanto tirava a camisinha, cheia de porra, e dava um nó. —O que eu faço com isso? —Melhor jogar fora daqui, senão os pais da minha amiga podem ver. —Já temos que ir? —Perguntei. —Sim, o último ônibus passa daqui a meia hora. —Poxa, queria ter repetido. —Eu também, mas não dá tempo. Talvez a gente possa se ver outro dia. —Tomara. Nos vestimos, depois garantimos que tudo ficasse como estava quando chegamos, fechamos a porta e voltamos. De novo de mãos dadas. —Javi, queria te perguntar uma coisa. —Fala. —O que aconteceu entre minha mãe e você? Finalmente veio a pergunta temida, eu esperava por ela há dias, embora naquele momento tivesse esquecido. —Nada que fosse acontecer. —Respondi virando a cabeça para o lado. —Pode me contar, não vou ficar brava, não se preocupa. —Mas por que você insiste que teve que acontecer alguma coisa? —Você sabe muito bem do que estou falando, do dia em que te vi saindo da minha casa, depois vi minha mãe Ela saiu quase nua do quarto dela. Quando me viu, ficou tão pálida que achei que fosse desmaiar. Mas preferi não perguntar nada. — Supondo que tivesse rolado algo entre sua mãe e eu, não poderia te contar, isso seria quebrar minha palavra. — Então você tá admitindo que rolou. — Ela riu, parecia se divertir com esse jogo. — Nesse caso, teria que te contar toda a verdade, e isso envolve seu pai, e poderia te machucar. — Senti a pressão da mão dela dentro da minha quando falei aquilo. — Do que se trata? Por favor, me conta. — Ela tinha parado de andar e soltou minha mão, os olhos dela questionavam os meus. — Sua mãe foi me ver, tava chorando, tinha descoberto que seu pai tava traindo ela com outra, mas não queria que você soubesse. Não queria te fazer sofrer. — Minha mãe nunca me disse nada. Que filho da puta, com toda essa pose de certinho que ele faz pros outros. — Sua mãe tava com tanta raiva e tanta dor por dentro que me pediu pra transar com ela. E eu aproveitei a situação. Agora você vai me odiar, imagino. — Tô confusa, mas também não posso culpá-la pelo que fez, eu também tô fazendo a mesma coisa com você. Quanto a você, é normal, ainda mais com a vontade que você tava de experimentar isso... A gente retomou o caminho com passo rápido pra recuperar o tempo perdido. — Você vai falar alguma coisa? — Não posso, isso significaria confessar que sei sobre meu pai, acho que mais cedo ou mais tarde ela mesma vai me contar tudo, conheço ela o suficiente. — Então acabou o nosso rolo? — Eu não disse isso, embora esteja com um pouco de ciúme por saber que não fui a primeira. — Eu também não fui o primeiro pra você, foi aquele seu ex-namorado. — Não me lembra disso, por favor. — Não vou falar de novo, me perdoa. — Mas não consigo evitar de te perguntar uma coisa, a curiosidade tá me matando. Com qual das duas você gostou mais? — A voz dela voltou a ser alegre. — Seria impossível pra mim escolher uma de vocês duas, pra mim vocês são uma cópia da mesma mulher, só que com idades diferentes. Adorei transar com Te amo, mas tenho que admitir que também curti muito fazer aquilo com sua mãe. Ela ainda é muito gostosa, e você tá ficando cada dia mais. Acho que tô apaixonado pelas duas, talvez porque vocês são dois amores proibidos. Logo o ônibus chegou, a gente quase não conversou no caminho de volta. Disfarçadamente, coloquei minha mão na coxa dela, e ela colocou a dela por cima. Assim, pensativos e em silêncio, chegamos ao nosso destino. Lá nos despedimos com uns beijos, castos e fraternais. — Espero que um dia você apareça no posto, minha mãe deve estar com saudades. — Tá falando sério? — Sim, claro, o que aconteceu não significa que você não deva voltar lá. E eu também vou estar doida pra te ver de novo. — Você também podia aparecer lá em casa um dia, faz tempo que você não vai. — Tem razão, acho que a gente precisa fortalecer os laços familiares de novo. Com o sorriso que aquele comentário me arrancou, fiquei olhando minha prima se afastar. A silhueta dela, e o olhar quando virou a cabeça, despertaram o desejo em mim de novo. E com isso termina a quarta e última parte dessa história que poderia ser interminável, esperando que vocês tenham gostado. Aguardo as opiniões de vocês sobre o que acharam e, de acordo com isso, continuar com os relatos.

9 comentários - Minha prima e a mãe dela me fizeram homem 4 (Final)

👏👏👏👏buenisimo pero no lo podes cortar ahi amigo
Buena saga, aunque pensé que terminaba en trío xD
Que buena historia, deberias seguir se nota que una hay para más...
owl3
Excelente saga, aunque me hubiese gustado leer donde la Mari y Javi reciben una clase ejemplar de su madre/tia
Continualooooooooos porfaaaa, pudiste sacar alta serie de esto 😢😢😢