casada transando com pastor.

A gente tava de boa no carro, de noite, já subindo a serra, numa escapada de fim de semana, até que por causa do péssimo estado da estrada e da tempestade, meu marido perdeu o controle do veículo e foi parar numa valeta. Graças a Deus a gente tava bem, mas por mais que tentamos, não conseguimos tirar o carro de onde tinha ficado atolado.

Ligamos pro guincho e disseram que, por causa da tempestade que ia durar até a manhã seguinte, era impossível virem nos rebocar. A gente ia ter que passar a noite no carro.

Que merda!

Consultamos o mapa e o hotelzinho rural parecia estar bem perto. Como a tempestade deu uma acalmada, decidimos tentar chegar lá.

Pegamos a mochila com umas roupas, as carteiras, celular...

Já era tarde, depois de andar muito, sem dúvida a gente tinha errado alguma coisa, porque só encontramos natureza e todos aqueles barulhos noturnos que me davam arrepios. Pra piorar nossa má sorte, a tempestade parecia querer mostrar toda sua força de novo. A gente tava quase virando pra voltar pro carro, mesmo já tendo andado um bocado, quando vimos uma luz no que parecia ser um casebre de pastor. Corremos pra lá, porque já começavam a cair as primeiras gotas.

Meu marido bateu várias vezes com força na porta, até que ouvimos uns movimentos lentos e pesados se aproximando.

— A gente se perdeu!

A porta se abriu, revelando um homem já maduro, de corpo robusto, costas largas, não muito alto, com traços no rosto que mostravam uma vida ao relento. Depois de se surpreender, ele gentilmente nos deixou entrar. Nos esquentamos perto do fogo. O homem era pouco falante, taciturno, mas se comportou com educação. Depois de comer alguma coisa, o pastor nos ofereceu o único quarto do casebre pra dormirmos lá. Tirei umas coisas da mochila — camisola e roupão — pra me trocar e dormir. Me despi, completamente, e coloquei o... camisola, deitamos na cama conversando até que meu marido finalmente pegou no sono. Eu estava quase dormindo também quando lembrei que a mochila com as carteiras tinha ficado na sala principal. Preocupada com um possível roubo, levantei, coloquei o roupão fino que tinha - mal chegava nas minhas coxas - e abri a porta devagar, com cuidado para não fazer barulho.

Olhei pela fresta. Parecia não ter ninguém, então abri a porta completamente e fui até a mochila. Meu marido, como sempre ao tirar a roupa, tinha deixado tudo uma bagunça. Então me inclinei e comecei a juntar as roupas. Já estava fazendo isso há um tempinho quando ouvi um murmúrio atrás de mim. Virei para ver o que era: era o pastor, num canto na penumbra, tranquilamente recostado numa cadeira. Ele não dizia nada, mas não tirava os olhos de mim enquanto continuava aquele murmúrio ininteligível. Me endireitei de repente e, instintivamente, com uma das mãos puxei o roupão, tentando cobrir um pouco minhas coxas nuas.

"A mochila", consegui dizer para quebrar o gelo.

O homem não disse nada, exceto aquele murmúrio quase visceral. Peguei a mochila e entrei no quarto o mais rápido que pude. Fechei a porta, deitei na cama e instantaneamente caí no sono.

Um barulho, um *plam!* me acordou.

Meu marido continuava profundamente dormindo. Dei uma cotovelada nele, mas nem assim. Fui até a porta novamente e a entreabri para ver a que se devia aquele barulho. A porta externa estava aberta e, com o vento, batia fazendo aquele barulho. Fui fechá-la, mas antes dei uma olhada lá fora: no pequeno estábulo ao lado havia luz.

Que diabos ele estaria fazendo a essa hora?

Me aproximei de uma das minúsculas janelas do estábulo e espreitei. O pastor estava bem ali, tão perto que pensei que ele me teria visto - mas não foi assim. A diferença entre luz e escuridão me protegia.

O homem acariciava uma de suas ovelhas. Agora não parecia tão rude, a... acariciava uma e outra vez, afinei o ouvido e pude entender como ele dizia: "Ah não, Adela, esta noite não, temos visitas." A ovelha respondeu com seu típico beeeeeeeee. "Olha só como você é safada, Adela." O homem se posicionou atrás da ovelha e, desatando a corda que usava como cinto, abaixou as calças, deixando à vista seu pênis. Meus olhos se arregalaram como pratos: era uma rola enorme, que deixava no chinelo a rola de um negro dotado e nem se fala daquelas minipintas da América e da Ásia. Era longa, grossa e, apesar disso, dava pra ver que estava bem dura. Ele se masturbou por um momento antes de buscar o orifício vaginal da ovelha e enfiar aquele pauzão imenso. Segurava ela firme pelo pelo enquanto a metia sem parar. Um relâmpago fez o homem se virar em direção à minha janela. Me agachei imediatamente e, um segundo depois, olhei de novo. Fiquei mais tranquila ao ver que ele continuava na sua tarefa. Decidi voltar pra casa pra não ser descoberta. Entrei na cama e acabei dormindo, acho que sonhando com a cena que tinha acabado de ver. De manhã, meu marido, já acordado e vestido, me sacudiu. "Querida, eu vou até o carro assim que tirarem ele da vala e venho te buscar. Assim você não precisa fazer essa caminhada também." Ele me deu um beijo na testa e foi embora. Depois de dar algumas voltas na cama e não conseguir pegar no sono de novo, me levantei e fui recolher as roupas que meu marido tinha espalhado de novo ao redor da mochila. "Será possível, ele sempre deixa tudo assim, que desastre", pensei. Foi então que a vi: era uma das minhas minissaias, das mais curtinhas. "Nossa, pensei que você estava nas malas do carro." Eu ia guardá-la quando me veio uma ideia pra me divertir um pouco com o caipira. Fiquei completamente nua e coloquei a minissaia. Ficou de arrasar, ainda mais com os peitos à mostra. Acariciei minhas pernas dos joelhos até as coxas, notando como eram macias. Depois dei uma palmadinha na bunda. "Firme, você tem mesmo", me e por fim apertei meus seios puxando meus mamilos, redondos, grandes, perfeitos.

Logicamente, não tinha nada naquela mochila que combinasse com essa minissaia, então depois de muito olhar e hesitar, coloquei o que achei que seria mais sexy: uma camiseta branca de alcinhas do meu marido.

Quando saí, o pastor estava preparando seu café da manhã de costas para mim, então não me viu. Aproximei-me da porta principal e a abri – a tempestade tinha passado e o sol brilhava. O homem se virou e eu aproveitei para me espreguiçar, destacando ainda mais as curvas sensuais do meu corpo.

Pude ver em seus olhos um olhar de desejo contido.
— E o café da manhã?

O homem serviu outra tigela de mingau e nos sentamos em uma mesinha quadrada, cada um de um lado. Eu olhava para a tigela de mingau enquanto ele jogava algumas migalhas de pão dentro e não parava de me encarar.
— Não tem açúcar?

O pastor fez um gesto com a cabeça indicando um potinho em uma prateleira da cozinha. Levantei e caminhei rebolando o máximo que pude. Quando me sentei, fiz isso devagar, ao mesmo tempo que a minissaia subia demais. Ele parecia que bufava como um touro enquanto devorava o mingau e o pão.

Vou me divertir com esse caipira, pensei. Esta noite ele vai foder a Adela com vontade.
— E agora, o que mais? — pensei.

Ah, já sei. Vou pegar a tigela de mingau e beber devagarinho, como se estivesse bebendo outro tipo de porra. É, vou fazer isso. Que ótima ideia.

Na verdade, gostei tanto da ideia que meus mamilos ficaram duros e se destacaram através da camiseta. O homem baixou a cabeça imediatamente e se concentrou no café da manhã, mas murmurando de novo como tinha feito na noite anterior. Ah, então era por isso que ele murmurava – estava com tesão me espiando enquanto eu arrumava as coisas da mochila de roupão.

Agora era a minha vez. Vou fazer ele sofrer. Ajeitei meu cabelo com as duas mãos e, baixando-as até meus seios, os reajustei por cima da camiseta. Ia pegar a tigela para sorver como havia pensado, quando ele... O homem se levantou como uma fera, vindo em minha direção. Mal tive tempo de me levantar quando ele me pegou pelo pescoço com uma mão, me erguendo de forma que eu mal tocava o chão com as pontas dos pés.

— O que está fazendo? Me solta!

Mas ele já se dirigia para o quarto, ainda com a mão na minha garganta. Me jogou na cama e, com a mão livre, começou a apertar meus peitos com força.

— Não! Não! Me larga, filho da puta!

Ele arrancou minha camiseta com um puxão, deixando meus seios expostos. Inclinou-se sobre mim e começou a lambê-los por inteiro, encharcando-os de saliva. Depois recuou e, com outro puxão forte, arrancou minha minissaia, deixando minha buceta molhada e depilada à vista. Com a mão livre, começou a desfazer o nó do cordão que segurava suas calças.

Comecei a gritar, mexendo as pernas na tentativa de me libertar, mas era inútil.

Gritei o nome do meu marido algumas vezes, até que finalmente aquela rola enorme se apoiou na minha abertura, na entrada da minha vagina, e com um empurrão forte entrou dentro de mim.

Gritei de novo, mas desta vez de prazer. Ele voltou a me enfiar com força, e sua rola ficou encharcada pelos meus fluidos vaginais. Eu gemía e me contorcia de tesão.

Ele parou, como se estivesse confuso.

— Vamos, não para agora! Me dá com força, vamos, me fode com esse pauzão que você tem!

Ele soltou minha garganta e, me segurando com força pelos peitos, começou a me foder cada vez mais rápido, até que toda a sua rola entrou dentro de mim. Minhas pernas estavam tão abertas que pensei que ia me partir ao meio, mas agora isso não importava — estava gozando como nunca.

Gemi alto novamente. Ele se inclinou até chegar com a boca nos meus seios e começou a mordê-los com força, especialmente meus mamilos, aumentando ainda mais meu prazer.

Ele continuou me comendo com toda a força, meu corpo se contorcia de prazer. Senti meu orgasmo chegando com toda a intensidade, então ele, ofegante, diminuiu o ritmo, introduzindo lentamente aquela rola enorme na minha buceta, pouco a pouco, até que suas bolas... Ele bateu contra minha buceta, ficamos parados assim por alguns segundos, eu me sentia fodida até o mais profundo do meu ser. Ele pegou meus peitos novamente, apertando-os com suas mãos fortes e ásperas, com um movimento de quadril me esfreguei contra ele. De repente meu corpo ficou tenso e da minha garganta saiu um grande grito de prazer e tive um magnífico orgasmo entre espasmos.

Ele tirou seu pau ainda duro, já que não tinha gozado na minha buceta, que estava totalmente encharcada dos meus fluidos. Ele me puxou, me aproximando dele, e quando estava na altura certa colocou-o entre meus peitos e começou a fazer como se estivesse fodendo eles. Eu quis acariciar aquele membro gigantesco enquanto ele fodia meus peitos, mas ele não deixou. Então foi ele mesmo quem pegou o pau com a mão e começou a dar fortes golpes com seu cacete nos meus peitos, primeiro um, depois no outro, alternando várias vezes sem parar de se masturbar.

Com a outra mão ele pegou minha cabeça e de forma brusca tentou enfiar seu pau na minha boca. Era impossível, muito grosso. Eu abria a boca o máximo que podia, mas mal entrava. Eu chupava com força, com meus lábios, o que entrava da cabeça dele. De repente ele ficou tenso e seu pau explodiu, começando a soltar todo o seu sêmen na minha boca. Um jato, outro e mais outro. Caralho, aquele pau podia gozar tanto quanto era enorme. Tanto saía que, apesar de eu continuar engolindo, sua porra escorria pelo canto dos meus lábios. Ele se afastou alguns centímetros de mim e, balançando um pouco, continuou gozando em cima de mim, sobre meus peitos, até não restar nem uma gota de porra dentro dele.

Minhas mãos esfregaram por meus peitos todo o sêmen que ele tinha derramado neles. Em seus olhos dava para ver luxúria. Eu sorri e com meus dedos recolhi os restos da porra dele que ainda escorriam pelo meu queixo, levando-os à minha boca e lambendo-os com gosto.

Bufando novamente como um touro, como fez ao se levantar da mesa, ele se jogou em cima de mim, descendo imediatamente... até minha buceta, aproximei o rosto dele da minha fenda e, inspirando com intensidade, ele cheirou minha buceta, que estava encharcada de fluidos.
E começou a lamber minha buceta com fervor, passava a língua por todos os lados, minha buceta ficou ainda mais molhada, ele me fazia gozar como uma louca com tantas lambidas – eram pouco habilidosas, mas tão brutas, e essa brutalidade, uau, me deixava tão excitada. Então, sem cerimônia, ele enfiou três dedos na minha buceta, que entraram com total facilidade. Eu me contorcia, gemendo e ofegante.

Uma vez com os dedos bem encharcados, ele buscou meu cu, introduziu um dedo e começou a me foder sem parar de comer minha buceta. Em seguida, veio outro dedo e depois um terceiro. Meus gemidos se transformaram em gritos, minha buceta derretia diante daquela língua, e meu cu pedia mais diante de tanto prazer. Não aguentei e me deixei levar, comecei a gritar para ele:
"Vou gozar!" uma e outra vez, enquanto meu corpo se convulsionava, aproveitando meu orgasmo. Lentamente, fui relaxando depois de terminar meu novo orgasmo, embora ainda estivesse ofegante pela intensidade.

O pastor se levantou e foi embora sem dizer uma palavra. Eu, deitada na cama, tentava me recuperar de tanto esforço e prazer. Minhas mãos acariciavam meu corpo suado; finalmente, recuperei o fôlego.

Então, ouvi seus passos pesados voltando para o quarto, parando sob o batente da porta. Novamente, ele parecia estar ofegante e tinha o pau totalmente ereto. Olhei bem para ele, apreciando seu tamanho, e então percebi:
Ele estava completamente coberto de porra.

Sem me dar tempo para fazer ou dizer nada, ele se atirou sobre mim, me virou e, pressionando-me com uma das mãos contra a cama, tentou enfiar o pau no meu cu. Após várias tentativas bruscas, finalmente, a cabeça do pau rompeu meu cu e entrou, mas o pau dele era tão grande que, mesmo empurrando com força, não avançava mais.

"Espera, espera, deixa eu..."
Me levantei e fiquei de quatro.
"Tenta assim, você vai ver que cabe melhor. Ele subiu na cama e, segurando minha cintura com as mãos, posicionou seu pau novamente na entrada do meu cu e, com uma estocada forte, enfiou quase tudo de uma vez.
Ahhhhh, você me mata, mais, me dá mais.

Um novo empurrão e ele entrou por completo, causando uma dor intensa, mas ao mesmo tempo um prazer enorme.
Gritei de dor, seguido de gemidos de prazer com alguns "Ai!" no meio.

O pau dele explorava o fundo do meu cu, estava tão quente que eu precisava fazer algo. Peguei o travesseiro e me inclinei sobre ele, mordendo com força. Ele aproveitou para juntar meu cabelo e segurá-lo com a mão, agora me fodendo o cu enquanto puxava meu cabelo. Suas investidas eram tão fortes que às vezes levantavam minha cabeça junto com o travesseiro.

Parei de morder o travesseiro por um instante.
Sim, assim, me fode, arromba meu cu, Deussssss, que delíciaaaaa.

Ele começou a se mover mais rápido, me dando com toda a força. Comecei a gemer cada vez mais alto, e o homem ficou ainda mais excitado. Seus empurrões ficaram mais violentos, assim como as puxadas de cabelo, que faziam minha cabeça levantar cada vez mais, até que, de repente, senti um prazer enorme no meu cu que começou a se espalhar por todo o meu corpo. Tive um orgasmo anal bestial, gritando louca de prazer. O pastor continuou me fodendo o cu sem parar até não aguentar mais, e seu pau explodiu dentro do meu cu. Senti os jatos quentes da porra dele no interior do meu cu. De repente, ele tirou o pau do meu cu, e um jato quente da porra caiu sobre minha bunda. Imediatamente, ele enfiou tudo de uma vez na minha buceta, me embestindo de forma brusca. Agora, eu sentia o pau dele gozando na minha vagina, o sêmen quentinho dentro de mim. Pouco a pouco, os empurrões foram ficando mais fracos, e os espasmos dele, soltando a porra, cessaram.

Ele tirou o pau da minha buceta e esfregou na minha bunda, no lugar onde o jato tinha caído ao sair do meu cu e entrar na minha buceta. O sêmen escorria do meu cu e deslizava. até minha buceta, onde se misturava com o resto do seu sêmen e meus fluidos, e tudo junto escorria pelas minhas coxas até chegar na cama.
O homem desapareceu, eu me limpei como pude, passando desodorante e perfume para disfarçar o cheiro de sexo. Pouco depois, meu marido chegou com o carro, eu entrei e fomos embora. O pastor nunca mais apareceu, lá ficaram a camiseta rasgada do meu marido e minha minissaia. Agora entendo por que, quando o pastor disse não para Adela naquela noite, ela o provocou com seu típico "beeee". Eu a entendia perfeitamente — eu também queria mais daquela pica enorme e gostosa.

este relato é da autora Isa do todorelatos

1 comentários - casada transando com pastor.

Supongo que de la misma autora jajajaja
Buen post, van puntos
Perfecta descripción de un orgasmo anal
Si...de Isa. .je je
Es excelente el relato