MILF ANÔNIMAS
CAPÍTULO 02
Já tinham se passado uns dias desde minha primeira experiência com uma coroa. Eu tava desesperado e ansioso pra meter de novo, mas infelizmente não dava. Tinha que esperar até o próximo encontro, que só ia rolar vários dias depois.
As coisas seguiam normais no condomínio. Minha mãe continuava com a rotina maluca de médica, às vezes passando o dia inteiro em casa e outras me deixando sozinho a maior parte do tempo.
Eu continuava dando meus rolês pelo lugar, tentando reparar mais nas senhoras e decorando os números dos apartamentos delas pras próximas visitas.
Me excitava imaginar quantas daquelas milf iam estar na urna, que tipo de fetiche elas tinham, como iam se comportar na cama. Às vezes sentia que a pica ia explodir só de pensar.
Meus momentos sozinho eu passava no computador, pesquisando técnicas e dicas pra satisfazer melhor minhas próximas amantes.
O tempo passava devagar, mas finalmente chegou o dia tão esperado. Recebi uma mensagem de dona Elide avisando que o próximo encontro ia ser daqui a 2 dias, dessa vez à noite.
Por sorte, na tal noite minha mãe ia trabalhar no plantão noturno, então eu podia sair e voltar sem preocupação.
Na hora e no dia marcados, fui até o barracão com minha máscara, onde dona Elide já tava na porta e me recebeu felizona. Quando entrei, vi um número parecido de caras jovens como da outra vez. Reconheci vários deles e também vi uns dois novatos.
Dona Elide entrou e fez o discurso de novo, depois tirou a urna. Fui pra fila tirar meu número. Dessa vez peguei o 408.
Tentei lembrar de quem era aquele apartamento, mas não conseguia localizar direito. Cheguei no destino e bati 5 vezes, como era o procedimento.
Quando a porta abriu, me deparei com uma coroa deliciosa. A figura dela... Ela era magra. Usava cabelo curto e óculos, que tinha colocado por cima de uma máscara pra esconder a identidade, mas quando entrei no apartamento dela e vi a decoração, soube de quem se tratava. Dona Mara, 58 anos e uma hippie ambientalista, daquelas que adoram a natureza e os bichos. Dona Mara, segundo contavam, viveu antes com o marido, embora na verdade nunca tivessem se casado. Ele tinha morrido uns dois anos atrás e ela se mudou pro condomínio pra ficar perto da escola onde tinha arrumado emprego de professora.
Ela tinha me ajudado a entrar nessa escola e eu tinha esbarrado com ela algumas vezes pelos corredores da instituição. Era uma pessoa muito inteligente e agradável, só que de vez em quando ficava um pouco insuportável com essa coisa de meio ambiente, vegetarianismo, direitos dos animais e essas merdas.
O apartamento dela era cheio de plantas e livros, com aquelas cortinas de contas clássicas e cheiro de incenso tomando conta do lugar.
Parecia que ela tinha acabado de chegar da escola, porque ainda estava vestida como eu a via pelos corredores: com uma saia preta e um paletó combinando, uma blusa branca por baixo, meia-calça preta e salto alto.
— Bem-vindo, jovem amante — ela disse quando entrei. — Agradeço você se oferecer pra me ajudar a acalmar minhas vontades carnais. Senta aí enquanto eu me preparo.
A senhora foi pra cozinha enquanto eu me sentava na sala do lugar. Quando voltou, me ofereceu um chá que, segundo ela, me ajudaria a durar mais. Enquanto eu tomava, a senhora botou a mão na massa e começou a se despir. Tirou primeiro o paletó e depois desabotoou a blusa, deixando os peitos de fora. Tinha umas tetas boas, não tão enormes quanto as da dona Cláudia, mas ainda assim apetitosas. Quando tirou a saia, deixou à mostra uma das bucetas mais peludas que já vi. Percebi que ela não tava de calcinha nem sutiã, o que me fez pensar se ela andava assim na escola. Ia ter que prestar mais atenção quando entrasse na aula com ela.
— Espero que não não me incomoda essa bagunça. não sou muito fã de raspar a buceta — disse a coroa.
— de jeito nenhum, senhora. é muito bonita e eu gosto mais assim — falei, puxando o saco.
— você é um cavalheiro raro. pega outra xícara de chá. quero que você me foda com vontade — disse ela, servindo mais uma.
enquanto eu bebia, senti as mãos dela irem até minha calça, onde começou a me despir, levando até a cueca no processo.
— espero que não se importe, querido, mas faz tempo que estou louca por uma pica. tive que sair da cidade e perdi as últimas duas reuniões, então imagina o tesão que tô — depois de dizer isso, colocou minha pica na boca e começou a chupar magistralmente.
a coroa trabalhava como possessa na minha pica, engolindo tudo até a base e depois lambendo de cima pra baixo. de repente, foi até minhas bolas, que lambeu com gosto, mostrando que realmente estava faminta por pica. a língua dela brincava com minhas bolas enquanto a mão me masturbava, estimulando ainda mais meu pau duro.
depois de se deliciar, dona Mara se levantou, deixando a buceta peluda bem na minha cara. meu primeiro instinto foi dar um belo boquete nela, mas a coroa tinha outros planos.
ela subiu no sofá e, de uma sentada na minha frente, a buceta engoliu minha pica inteira. aquela buceta peluda fez meu pau desaparecer por completo. a senhora soltou um gemido de prazer ao se enterrar na minha pica e começou a me cavalgar como se fosse um rodeio.
— ahhh, que gostoso, tava precisando de uma pica boa, mmmm sim, mais, querido — a coroa gemia enquanto subia e descia. os peitos dela se ofereceram como dois manjares e, sem perder tempo, ataquei com luxúria.
chupava aqueles peitos como se quisesse tirar leite deles, e depois passava para os bicos, que estavam durinhos de tesão.
como ela fazia o trabalho de se empalar na minha pica, me dediquei de corpo e alma aos seios dela, usando as mãos para amassar enquanto minha boca dançava. De um lado para o outro.
A dona gemia cada vez mais e, de repente, arqueou as costas para trás, soltando um gemido mais alto que indicava que tinha gozado.
Eu ainda não tinha chegado lá e, já que tinha tirado as mãos dos peitos gostosos dela, resolvi buscar meu próprio alívio.
Segurei ela pela cintura, levantei o máximo que pude e depois puxei pra baixo, enfiando meu pau até o fundo. A coroa entendeu o recado e começou a me ajudar a gozar, subindo e descendo de novo. Eu empurrava minha bacia pra cima o máximo que conseguia, tentando ir mais fundo. O prazer não demorou a chegar e, apertando a bunda dela com força, gozei, enchendo a buceta dela com meu leite e, de quebra, provocando outro orgasmo nela.
Dona Mara caiu em cima de mim ofegante e me deu um beijo cheio de emoção, enfiando a língua na minha boca.
Depois que a excitação passou, comecei a sentir vontade de mijar, enquanto recuperava as forças, provavelmente por causa do chá que a dona tinha me dado.
Me desculpei pra ir ao banheiro, mas ela foi atrás de mim e, quando chegamos lá, disse algo que me surpreendeu.
— Talvez você ache estranho ou nojento, mas você se importaria de mijar em cima de mim? — falou a coroa.
É óbvio que, com minha experiência na internet, já tinha lido e visto vídeos sobre a tal chuva dourada, mas nunca pensei que fosse fazer isso na vida real.
O tesão foi maior e eu disse que não teria problema nenhum. A coroa entrou no chuveiro e pediu pra eu borrifar ela com minha urina.
Entre a excitação e a estranheza da situação, minha urina demorou um pouco pra sair, mas depois de fazer um esforço, soltei um jato forte de mijo em cima da coroa ansiosa, que esperava com desejo.
Dona Mara curtia enquanto era banhada por aquele líquido amarelado e até abriu a boca pra receber e provar. Apontei o jato pros peitos dela até deixá-los cobertos de mijo e, quando o líquido começou a diminuir, ela levou meu pau à boca pra engolir o resto.
— Mmmmm, nada como um bom banho de mijo. disse a senhora, lambendo os restos.
— Você não gostaria de experimentar?
Contra todas as expectativas e levado pelo tesão, acabei aceitando aquela proposta estranha. Dessa vez fui eu quem se ajoelhou no chão do chuveiro enquanto dona Mara ficava de pé na minha frente, abrindo os lábios da sua buceta peluda, de onde começou a sair aquele jato amarelado.
Era sem dúvida a coisa mais bizarra que eu já tinha feito até aquele dia. O líquido quente me acertou no rosto e logo cobriu meu corpo todo, me encharcando por completo.
A coroa se esfregava o clitóris enquanto a urina continuava jorrando sobre mim, e eu não sabia se tinha perdido a cabeça ou o quê, mas também comecei a ficar excitado e meu pau logo foi endurecendo.
Dona Mara percebeu isso e, se abaixando, dirigiu os últimos restos da mijada até meu pau ereto, deixando ele completamente coberto. Quando terminou, se levantou, deixando de novo a buceta peluda na minha frente, e dessa vez eu me joguei nela sem dar tempo de reação.
Dona Mara teve que se apoiar na parede do banheiro para não cair de susto. Com as mãos, eu separei aquela mata fechada até encontrar os lábios ainda inchados da trepada anterior. Minha língua penetrou neles, onde pude sentir o leve gosto de urina, além dos restos da minha gozada anterior. Tenho que admitir que o gosto não foi agradável, mas a excitação falou mais alto, e usando o que aprendi, me propus a dar outro orgasmo pra minha amante coroa.
Aquela moita de pelos fazia cócegas no meu nariz enquanto meus lábios se juntavam aos dela. No meio daquele matagal de vênus, procurei o clitóris dela até encontrar e comecei a estimular com meu polegar.
A senhora gemia de prazer enquanto eu devorava a buceta dela. Senti as mãos dela se apoiarem na minha cabeça e me pressionarem pra eu enfiar mais a língua dentro da racha dela. Enfiei a língua o mais fundo que pude, percorrendo a intimidade dela e saboreando os sucos.
Senti ela me apertar com mais força contra a buceta dela e, de repente, ela soltou a corrida na minha boca, quase me afoguei.
Dona Mara estava perdida de prazer, sem dúvida isso compensa as duas últimas reuniões perdidas.
Depois de se recuperar, Dona Mara me pegou pela mão e voltamos para a sala.
– Você se comportou tão bem que merece um prêmio. – dizendo isso, ela se inclinou no sofá com a bunda apontada para mim. – Vai, meu anjo. Você mereceu. Poucos tiveram o prazer de me foder aqui. –
Com as mãos, ela separou as nádegas, deixando eu ver o cu escuro dela. Pela posição, também dava pra ver que a buceta dela ainda estava escorrendo com meu gozo.
– O que você está esperando, querido? Enche meu cu com essa porra gostosa. – disse ela, visivelmente ansiosa.
Meio nervoso, me aproximei dela e alinhei a cabeça do meu pau com o cu dela. Sem saber muito bem como proceder, comecei a tentar penetrá-la devagar. Meu pau foi se abrindo caminho delicadamente dentro daquele buraco apertado. A sensação foi muito diferente de penetrar uma buceta. Eu sentia o cu dela apertando meu pau enquanto entrava.
Dona Mara me olhava enquanto eu entrava devagar nela, dava pra ver ela fazendo caretas leves de dor.
– Uff, fazia tempo que eu não tinha um pau bom aqui dentro, obrigada por ir devagar, querido – disse a senhora.
Aos poucos, o cu dela foi engolindo todo o meu pau até que ele estivesse todo dentro dela. Mantendo o ritmo lento, tirei ele devagarinho de novo e meti de novo. Era incrível sentir como a bunda dela apertava meu pau ao entrar e sair. O ritmo lento e calmo me permitia aproveitar mais aquele cu maduro, mas a senhora começou a acelerar o passo, se movendo com mais força e velocidade.
Seguindo o exemplo dela, agarrei aquelas nádegas e apertei enquanto aumentava as estocadas. Me baseando no que via nos filmes pornô, dei um tapa na bunda dela que a fez pular de surpresa. Como ela não reclamou, dei mais uns tapas que a fizeram dar gritinhos de prazer.
– Ufff, senhora, que cu gostoso a senhora tem, adoro isso, uffff, arghhh – eu grunhi. prazer
—Ahhhh, que delícia, continua, mmmm, mais, assim mesmo meu amor, me fode com vontade, uhhhhh, não para, vou gozaaaaar, AHHHHH — gemeu a coroa, soltando um grito de prazer.
Eu também não aguentei muito e logo em seguida esvaziei meu sêmen dentro da bunda apertada dela.
Cai sentado no sofá enquanto dona Mara desabava ao meu lado. Quando recuperei o fôlego, me vesti para ir embora.
— Mais uma vez, agradeço por ter me ajudado com minhas vontades carnais e por ter tido a mente aberta com minhas peculiaridades. Espero que nossos caminhos se cruzem novamente — disse dona Mara ao me acompanhar até a porta e me deu um beijo de despedida.
Saí do apartamento meio estranhado com o que tinha acontecido. Putz, essas milf tinham uns fetiches bem bizarros. Fiquei imaginando como seriam as outras, que tipo de práticas novas e estranhas teriam.
Antes de voltar pra casa, já que minha mãe não estava, resolvi ir na lojinha perto comprar algo pra comer. Cortando caminho pelo quintal dos fundos, no silêncio da noite, ouvi uns gemidos leves. Percebi que vinham do apartamento de dona Elide. A curiosidade me fez chegar perto, onde encontrei uma janela semiaberta. Espiei com cuidado por ela e vi a causa dos gemidos.
Dona Elide estava sendo penetrada por dois moleques, enquanto na frente dela um terceiro oferecia o pau pra ela chupar. Aqueles paus jovens a perfuravam com força, fazendo ela soltar gemidos abafados pelo pau na boca, que ela tirava de vez em quando pra pedir que fodessem com mais força.
Era inacreditável ver como ela engolia aquele pau jovem, e pela cara do garoto, parecia que ela era uma verdadeira mestra na arte. Os outros caras se esforçavam pra meter os paus nos buracos dela, soltando grunhidos enquanto faziam isso.
Vi o cara da frente se contorcer e de repente gozar, jorrando o sêmen dentro da boca da coroa, que habilmente não deixou escapar nem uma gota.
Pelo visto Ser a anfitriã dos encontros tinha suas vantagens. Saí de lá em silêncio, pensando em quando teria a oportunidade de comer ela. Enquanto isso, tinha muitas outras milf pra descobrir e aproveitar com elas.
Salve. O Poringa fechou minha conta anterior, então criei uma nova pra voltar a postar meus contos. Felizmente, tinha backup de quase todos eles, só perdi os capítulos 05 e 06 de Modern Family. Se alguém tiver, agradeceria se me contatasse. Espero que continuem curtindo meus contos.
CAPÍTULO 02
Já tinham se passado uns dias desde minha primeira experiência com uma coroa. Eu tava desesperado e ansioso pra meter de novo, mas infelizmente não dava. Tinha que esperar até o próximo encontro, que só ia rolar vários dias depois.
As coisas seguiam normais no condomínio. Minha mãe continuava com a rotina maluca de médica, às vezes passando o dia inteiro em casa e outras me deixando sozinho a maior parte do tempo.
Eu continuava dando meus rolês pelo lugar, tentando reparar mais nas senhoras e decorando os números dos apartamentos delas pras próximas visitas.
Me excitava imaginar quantas daquelas milf iam estar na urna, que tipo de fetiche elas tinham, como iam se comportar na cama. Às vezes sentia que a pica ia explodir só de pensar.
Meus momentos sozinho eu passava no computador, pesquisando técnicas e dicas pra satisfazer melhor minhas próximas amantes.
O tempo passava devagar, mas finalmente chegou o dia tão esperado. Recebi uma mensagem de dona Elide avisando que o próximo encontro ia ser daqui a 2 dias, dessa vez à noite.
Por sorte, na tal noite minha mãe ia trabalhar no plantão noturno, então eu podia sair e voltar sem preocupação.
Na hora e no dia marcados, fui até o barracão com minha máscara, onde dona Elide já tava na porta e me recebeu felizona. Quando entrei, vi um número parecido de caras jovens como da outra vez. Reconheci vários deles e também vi uns dois novatos.
Dona Elide entrou e fez o discurso de novo, depois tirou a urna. Fui pra fila tirar meu número. Dessa vez peguei o 408.
Tentei lembrar de quem era aquele apartamento, mas não conseguia localizar direito. Cheguei no destino e bati 5 vezes, como era o procedimento.
Quando a porta abriu, me deparei com uma coroa deliciosa. A figura dela... Ela era magra. Usava cabelo curto e óculos, que tinha colocado por cima de uma máscara pra esconder a identidade, mas quando entrei no apartamento dela e vi a decoração, soube de quem se tratava. Dona Mara, 58 anos e uma hippie ambientalista, daquelas que adoram a natureza e os bichos. Dona Mara, segundo contavam, viveu antes com o marido, embora na verdade nunca tivessem se casado. Ele tinha morrido uns dois anos atrás e ela se mudou pro condomínio pra ficar perto da escola onde tinha arrumado emprego de professora.
Ela tinha me ajudado a entrar nessa escola e eu tinha esbarrado com ela algumas vezes pelos corredores da instituição. Era uma pessoa muito inteligente e agradável, só que de vez em quando ficava um pouco insuportável com essa coisa de meio ambiente, vegetarianismo, direitos dos animais e essas merdas.
O apartamento dela era cheio de plantas e livros, com aquelas cortinas de contas clássicas e cheiro de incenso tomando conta do lugar.
Parecia que ela tinha acabado de chegar da escola, porque ainda estava vestida como eu a via pelos corredores: com uma saia preta e um paletó combinando, uma blusa branca por baixo, meia-calça preta e salto alto.
— Bem-vindo, jovem amante — ela disse quando entrei. — Agradeço você se oferecer pra me ajudar a acalmar minhas vontades carnais. Senta aí enquanto eu me preparo.
A senhora foi pra cozinha enquanto eu me sentava na sala do lugar. Quando voltou, me ofereceu um chá que, segundo ela, me ajudaria a durar mais. Enquanto eu tomava, a senhora botou a mão na massa e começou a se despir. Tirou primeiro o paletó e depois desabotoou a blusa, deixando os peitos de fora. Tinha umas tetas boas, não tão enormes quanto as da dona Cláudia, mas ainda assim apetitosas. Quando tirou a saia, deixou à mostra uma das bucetas mais peludas que já vi. Percebi que ela não tava de calcinha nem sutiã, o que me fez pensar se ela andava assim na escola. Ia ter que prestar mais atenção quando entrasse na aula com ela.
— Espero que não não me incomoda essa bagunça. não sou muito fã de raspar a buceta — disse a coroa.
— de jeito nenhum, senhora. é muito bonita e eu gosto mais assim — falei, puxando o saco.
— você é um cavalheiro raro. pega outra xícara de chá. quero que você me foda com vontade — disse ela, servindo mais uma.
enquanto eu bebia, senti as mãos dela irem até minha calça, onde começou a me despir, levando até a cueca no processo.
— espero que não se importe, querido, mas faz tempo que estou louca por uma pica. tive que sair da cidade e perdi as últimas duas reuniões, então imagina o tesão que tô — depois de dizer isso, colocou minha pica na boca e começou a chupar magistralmente.
a coroa trabalhava como possessa na minha pica, engolindo tudo até a base e depois lambendo de cima pra baixo. de repente, foi até minhas bolas, que lambeu com gosto, mostrando que realmente estava faminta por pica. a língua dela brincava com minhas bolas enquanto a mão me masturbava, estimulando ainda mais meu pau duro.
depois de se deliciar, dona Mara se levantou, deixando a buceta peluda bem na minha cara. meu primeiro instinto foi dar um belo boquete nela, mas a coroa tinha outros planos.
ela subiu no sofá e, de uma sentada na minha frente, a buceta engoliu minha pica inteira. aquela buceta peluda fez meu pau desaparecer por completo. a senhora soltou um gemido de prazer ao se enterrar na minha pica e começou a me cavalgar como se fosse um rodeio.
— ahhh, que gostoso, tava precisando de uma pica boa, mmmm sim, mais, querido — a coroa gemia enquanto subia e descia. os peitos dela se ofereceram como dois manjares e, sem perder tempo, ataquei com luxúria.
chupava aqueles peitos como se quisesse tirar leite deles, e depois passava para os bicos, que estavam durinhos de tesão.
como ela fazia o trabalho de se empalar na minha pica, me dediquei de corpo e alma aos seios dela, usando as mãos para amassar enquanto minha boca dançava. De um lado para o outro.
A dona gemia cada vez mais e, de repente, arqueou as costas para trás, soltando um gemido mais alto que indicava que tinha gozado.
Eu ainda não tinha chegado lá e, já que tinha tirado as mãos dos peitos gostosos dela, resolvi buscar meu próprio alívio.
Segurei ela pela cintura, levantei o máximo que pude e depois puxei pra baixo, enfiando meu pau até o fundo. A coroa entendeu o recado e começou a me ajudar a gozar, subindo e descendo de novo. Eu empurrava minha bacia pra cima o máximo que conseguia, tentando ir mais fundo. O prazer não demorou a chegar e, apertando a bunda dela com força, gozei, enchendo a buceta dela com meu leite e, de quebra, provocando outro orgasmo nela.
Dona Mara caiu em cima de mim ofegante e me deu um beijo cheio de emoção, enfiando a língua na minha boca.
Depois que a excitação passou, comecei a sentir vontade de mijar, enquanto recuperava as forças, provavelmente por causa do chá que a dona tinha me dado.
Me desculpei pra ir ao banheiro, mas ela foi atrás de mim e, quando chegamos lá, disse algo que me surpreendeu.
— Talvez você ache estranho ou nojento, mas você se importaria de mijar em cima de mim? — falou a coroa.
É óbvio que, com minha experiência na internet, já tinha lido e visto vídeos sobre a tal chuva dourada, mas nunca pensei que fosse fazer isso na vida real.
O tesão foi maior e eu disse que não teria problema nenhum. A coroa entrou no chuveiro e pediu pra eu borrifar ela com minha urina.
Entre a excitação e a estranheza da situação, minha urina demorou um pouco pra sair, mas depois de fazer um esforço, soltei um jato forte de mijo em cima da coroa ansiosa, que esperava com desejo.
Dona Mara curtia enquanto era banhada por aquele líquido amarelado e até abriu a boca pra receber e provar. Apontei o jato pros peitos dela até deixá-los cobertos de mijo e, quando o líquido começou a diminuir, ela levou meu pau à boca pra engolir o resto.
— Mmmmm, nada como um bom banho de mijo. disse a senhora, lambendo os restos.
— Você não gostaria de experimentar?
Contra todas as expectativas e levado pelo tesão, acabei aceitando aquela proposta estranha. Dessa vez fui eu quem se ajoelhou no chão do chuveiro enquanto dona Mara ficava de pé na minha frente, abrindo os lábios da sua buceta peluda, de onde começou a sair aquele jato amarelado.
Era sem dúvida a coisa mais bizarra que eu já tinha feito até aquele dia. O líquido quente me acertou no rosto e logo cobriu meu corpo todo, me encharcando por completo.
A coroa se esfregava o clitóris enquanto a urina continuava jorrando sobre mim, e eu não sabia se tinha perdido a cabeça ou o quê, mas também comecei a ficar excitado e meu pau logo foi endurecendo.
Dona Mara percebeu isso e, se abaixando, dirigiu os últimos restos da mijada até meu pau ereto, deixando ele completamente coberto. Quando terminou, se levantou, deixando de novo a buceta peluda na minha frente, e dessa vez eu me joguei nela sem dar tempo de reação.
Dona Mara teve que se apoiar na parede do banheiro para não cair de susto. Com as mãos, eu separei aquela mata fechada até encontrar os lábios ainda inchados da trepada anterior. Minha língua penetrou neles, onde pude sentir o leve gosto de urina, além dos restos da minha gozada anterior. Tenho que admitir que o gosto não foi agradável, mas a excitação falou mais alto, e usando o que aprendi, me propus a dar outro orgasmo pra minha amante coroa.
Aquela moita de pelos fazia cócegas no meu nariz enquanto meus lábios se juntavam aos dela. No meio daquele matagal de vênus, procurei o clitóris dela até encontrar e comecei a estimular com meu polegar.
A senhora gemia de prazer enquanto eu devorava a buceta dela. Senti as mãos dela se apoiarem na minha cabeça e me pressionarem pra eu enfiar mais a língua dentro da racha dela. Enfiei a língua o mais fundo que pude, percorrendo a intimidade dela e saboreando os sucos.
Senti ela me apertar com mais força contra a buceta dela e, de repente, ela soltou a corrida na minha boca, quase me afoguei.
Dona Mara estava perdida de prazer, sem dúvida isso compensa as duas últimas reuniões perdidas.
Depois de se recuperar, Dona Mara me pegou pela mão e voltamos para a sala.
– Você se comportou tão bem que merece um prêmio. – dizendo isso, ela se inclinou no sofá com a bunda apontada para mim. – Vai, meu anjo. Você mereceu. Poucos tiveram o prazer de me foder aqui. –
Com as mãos, ela separou as nádegas, deixando eu ver o cu escuro dela. Pela posição, também dava pra ver que a buceta dela ainda estava escorrendo com meu gozo.
– O que você está esperando, querido? Enche meu cu com essa porra gostosa. – disse ela, visivelmente ansiosa.
Meio nervoso, me aproximei dela e alinhei a cabeça do meu pau com o cu dela. Sem saber muito bem como proceder, comecei a tentar penetrá-la devagar. Meu pau foi se abrindo caminho delicadamente dentro daquele buraco apertado. A sensação foi muito diferente de penetrar uma buceta. Eu sentia o cu dela apertando meu pau enquanto entrava.
Dona Mara me olhava enquanto eu entrava devagar nela, dava pra ver ela fazendo caretas leves de dor.
– Uff, fazia tempo que eu não tinha um pau bom aqui dentro, obrigada por ir devagar, querido – disse a senhora.
Aos poucos, o cu dela foi engolindo todo o meu pau até que ele estivesse todo dentro dela. Mantendo o ritmo lento, tirei ele devagarinho de novo e meti de novo. Era incrível sentir como a bunda dela apertava meu pau ao entrar e sair. O ritmo lento e calmo me permitia aproveitar mais aquele cu maduro, mas a senhora começou a acelerar o passo, se movendo com mais força e velocidade.
Seguindo o exemplo dela, agarrei aquelas nádegas e apertei enquanto aumentava as estocadas. Me baseando no que via nos filmes pornô, dei um tapa na bunda dela que a fez pular de surpresa. Como ela não reclamou, dei mais uns tapas que a fizeram dar gritinhos de prazer.
– Ufff, senhora, que cu gostoso a senhora tem, adoro isso, uffff, arghhh – eu grunhi. prazer
—Ahhhh, que delícia, continua, mmmm, mais, assim mesmo meu amor, me fode com vontade, uhhhhh, não para, vou gozaaaaar, AHHHHH — gemeu a coroa, soltando um grito de prazer.
Eu também não aguentei muito e logo em seguida esvaziei meu sêmen dentro da bunda apertada dela.
Cai sentado no sofá enquanto dona Mara desabava ao meu lado. Quando recuperei o fôlego, me vesti para ir embora.
— Mais uma vez, agradeço por ter me ajudado com minhas vontades carnais e por ter tido a mente aberta com minhas peculiaridades. Espero que nossos caminhos se cruzem novamente — disse dona Mara ao me acompanhar até a porta e me deu um beijo de despedida.
Saí do apartamento meio estranhado com o que tinha acontecido. Putz, essas milf tinham uns fetiches bem bizarros. Fiquei imaginando como seriam as outras, que tipo de práticas novas e estranhas teriam.
Antes de voltar pra casa, já que minha mãe não estava, resolvi ir na lojinha perto comprar algo pra comer. Cortando caminho pelo quintal dos fundos, no silêncio da noite, ouvi uns gemidos leves. Percebi que vinham do apartamento de dona Elide. A curiosidade me fez chegar perto, onde encontrei uma janela semiaberta. Espiei com cuidado por ela e vi a causa dos gemidos.
Dona Elide estava sendo penetrada por dois moleques, enquanto na frente dela um terceiro oferecia o pau pra ela chupar. Aqueles paus jovens a perfuravam com força, fazendo ela soltar gemidos abafados pelo pau na boca, que ela tirava de vez em quando pra pedir que fodessem com mais força.
Era inacreditável ver como ela engolia aquele pau jovem, e pela cara do garoto, parecia que ela era uma verdadeira mestra na arte. Os outros caras se esforçavam pra meter os paus nos buracos dela, soltando grunhidos enquanto faziam isso.
Vi o cara da frente se contorcer e de repente gozar, jorrando o sêmen dentro da boca da coroa, que habilmente não deixou escapar nem uma gota.
Pelo visto Ser a anfitriã dos encontros tinha suas vantagens. Saí de lá em silêncio, pensando em quando teria a oportunidade de comer ela. Enquanto isso, tinha muitas outras milf pra descobrir e aproveitar com elas.
Salve. O Poringa fechou minha conta anterior, então criei uma nova pra voltar a postar meus contos. Felizmente, tinha backup de quase todos eles, só perdi os capítulos 05 e 06 de Modern Family. Se alguém tiver, agradeceria se me contatasse. Espero que continuem curtindo meus contos.
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