MILF ANÔNIMAS
CAPÍTULO 01
Meu nome é David. Moro com minha mãe num prédio de 5 andares. Meus pais tinham se divorciado uns meses atrás e minha mãe e eu nos mudamos pra esse prédio depois da separação. Sempre fui um cara solitário, então a mudança não me afetou nem um pouco.
O prédio fica na parte tranquila da cidade e é habitado quase todo por coroas gostosas e suas famílias. Muitas dessas coroas cuidam da casa, então ficam nos apartamentos o dia inteiro enquanto os filhos e maridos saem.
Tem de todos os tipos e idades, algumas casadas, outras divorciadas e outras solteiras. Todas são bem legais e receberam minha mãe de braços abertos.
Nem preciso dizer que eu sou louco por coroas gostosas e, ao chegar naquele prédio peculiar, me senti no paraíso. Como qualquer jovem tarado, passo cada minuto livre batendo uma punheta e, graças às minhas novas vizinhas, tenho bastante material pra me inspirar.
Minha mãe se adaptou rápido ao prédio e dava pra ver que ela tava mais feliz depois do divórcio. Ela trabalha como médica num hospital, então muitas vezes me deixava sozinho no apartamento, o que me beneficiava porque me dava mais tempo pra me entregar às minhas punhetas.
Por causa da mudança e porque o ano escolar tava quase acabando, não fui aceito na escola da região. Tinha que esperar o próximo ano letivo começar pra me integrar; enquanto isso, só ia por umas horas pra aulas de reforço e depois voltava pra casa sozinho.
Às vezes, dava umas voltas pelos diferentes andares do prédio, principalmente pra encontrar as coroas gostosas e ter material pras minhas punhetas. Acabei me dando bem com várias delas, que me cumprimentavam quando passava e batiam um papo comigo. De vez em quando, ouvia elas conversando entre si nos corredores, as fofocas clássicas de vizinhança, mas outras vezes via elas quase cochichando e se calavam de repente ao me ver. Não dei muita importância até aquela tarde, quando num dos meus passeios escutei furtivamente uma conversa.
- Já falta pouco para o dia. Tô que nem me aguento de ansiedade pra chegar quarta-feira. Você não imagina como eu tô de calcinha molhada - disse uma.
- Mas claro que imagino, se eu tô igual. Mal posso esperar pra ver os novos gurizinhos que a Elide conseguiu. Essa parada de MILF Anônimas é a melhor coisa que podia ter inventado - disse a outra.
As MILFs foram embora rindo enquanto eu fiquei paralisado depois de ouvi-las.
MILF Anônimas. Não era a primeira vez que ouvia isso. Era tipo uma lenda urbana na internet. Supostamente era um complexo de apartamentos onde os jovens iam pra foder com MILFs, segundo os rumores era super secreto e exclusivo, e só podia participar quem fosse convidado. Na net só tinha boatos vagos e ninguém sabia onde ficava esse lugar ou se realmente existia.
Se o que eu tinha ouvido era verdade, eu tava morando nesse lugar e com a chance de foder as MILFs gostosas que moravam lá. O problema era como conseguir isso.
Os boatos diziam que só permitiam participar com convite. Eu tinha que arrumar um de qualquer jeito.
Os dias seguintes passei no computador visitando todos os fóruns e sites de MILF que conhecia, tentando achar qualquer pista ou informação, mas só tinha fumaça e espelhos. O tempo tava acabando, o dia marcado tava perto e eu ainda não tinha encontrado nada.
Desesperado, recorri à última opção que me restava: falar com dona Elide.
Dona Elide era a proprietária e dona do complexo. Era alta e magra. Tinha 50 anos e um corpo bem conservado. Os peitos dela eram médios e um pouco caídos. Era de pele morena e cabelo curto pintado de loiro. Costumava vestir jeans justos que colavam no rabo magnífico dela.
Minha mãe e eu a conhecíamos desde a nossa primeira... dia em que ela nos deu as boas-vindas ao lugar.
Pelo que eu tinha ouvido, ela era casada com um empresário gostoso que vivia em viagens de negócios. Ele tinha comprado aquele condomínio pra ela administrar e se manter ocupada. Apesar de ser uma delícia, era muito humilde e prestativa. Tava sempre de olho nas necessidades dos inquilinos e sempre disposta a ajudar. Dona Elide morava no apartamento 101, que ficava no primeiro andar do lugar e era incrivelmente espaçoso, do tamanho de 3 ou 4 apartamentos.
Naquela terça à tarde, depois de mais uma busca na internet sem resultados, fui até o apartamento dela. Bati na porta e ela me recebeu com o sorriso de sempre.
– Oi, David. Como você tá? O que te traz aqui? – ela perguntou.
– Boa tarde, dona Elide. Posso entrar? Tenho uma coisa pra perguntar – falei, criando coragem.
– Claro, claro. Entra. Minha porta tá sempre aberta. Como posso te ajudar? – perguntou enquanto sentávamos na sala da casa dela.
– Então, é que... – tava com medo de falar. Se aquele boato não fosse verdade, com certeza levaria uma bronca dela e da minha mãe. Mas se fosse verdade, estaria na terra prometida. A luxúria falou mais alto que a covardia, e soltei a pergunta. – Ouvi duas vizinhas falando sobre as MILF Anônimas e mencionaram seu nome. Sei que é um lugar onde os jovens podem transar com milf e também sei que é nesse condomínio, então quero participar.
O quarto ficou em completo silêncio, o sorriso sumiu do rosto de dona Elide, que me olhava com uma cara super séria. Os segundos pareciam horas, eu não sabia o que fazer. Devia ficar? Levantar e sair correndo? Finalmente, ouvi ela respirar fundo e depois esboçar um sorriso safado.
– Você é um jovem muito ousado. Nunca ninguém me pediu um convite pessoalmente, e pelas regras não é permitido que inquilinos participem, mas acho que por essa vez... Vou abrir uma exceção dessa vez. Tenho certeza de que vai valer a pena. Vem amanhã ao meio-dia no barracão atrás do prédio, e é melhor não contar pra ninguém.
Eu não podia acreditar na minha sorte, tinha funcionado. Depois de agradecer, saí voando, ansioso pelo que ia rolar no dia seguinte. Quase não consegui dormir naquela noite. A ansiedade era tanta que nem tinha batido uma punheta o dia inteiro.
Na quarta-feira ao meio-dia, fui direto pro barracão. Dona Elide estava na porta e sorriu ao me ver. Me entregou uma máscara e, depois que coloquei, abriu a porta do lugar. Quando entrei, me deparei com quase uma dúzia de jovens esperando. Todos tinham mais ou menos a minha idade. A porta se fechou e Dona Elide entrou, se posicionando na nossa frente.
— Sejam bem-vindos ao Milf Anônimas. Todos estão aqui pelo amor que sentem pelas milf, um amor que será recompensado daqui a pouco. Mas antes, vou explicar as regras pros novatos saberem e pros veteranos não esquecerem. Tudo que acontecer aqui é confidencial. É estritamente proibido revelar ou divulgar o que rolar. Nessa urna estão os números dos apartamentos das milf que estão esperando vocês. Vão sortear um número. Ao chegar no apartamento, não usem a campainha, batam 5 vezes na porta e esperem abrirem. Tudo que acontecer é consensual, vocês não podem obrigar a mulher a fazer nada que ela não queira, nem elas com vocês. Algumas dessas mulheres têm certos gostos ou fetiches. Se não se sentirem confortáveis, podem sair do apartamento e vou designar outra coroa. O tempo é limitado pra algumas delas, então vocês vão embora quando elas mandarem. Assim que o encontro acabar, é proibido voltar aqui até eu chamar de novo, assim como contatar qualquer uma das senhoras do local. Se quebrarem qualquer regra, lembrem-se de que tenho os meios e o poder pra fazer vocês pagarem caro pela ofensa. Agora, aproximem-se. pegar o número dela e se divertirem.
Um por um, fomos passando até a urna. Quando chegou minha vez, podia jurar que vi Dona Elide piscar o olho pra mim. Tirei meu número da urna: 306.
Se a memória não me falhava, era Dona Claudia. Uma gordinha alegre e risonha de quase 60 anos. Tinha um par de peitos enormes, tipo duas tetas. Era baixinha e de quadril largo. Morava sozinha com o marido. Como os dois eram estéreis, nunca tinham conseguido ter filhos, mas Dona Claudia era muito maternal. Sempre estava disposta a cuidar dos filhos dos vizinhos quando pediam. Também adorava cozinhar e muitas vezes levava comida pra vizinhança.
Enquanto subia as escadas, estava extremamente excitado. Só de lembrar daqueles peitões enormes, meu pau já tinha endurecido. Quando cheguei na porta dela, bati cinco vezes como tinham instruído e esperei.
Dona Claudia abriu a porta. Usava uma máscara pra esconder a identidade e estava vestida normal, com um vestido azul comprido de uma peça só.
— Puxa, pensei que nunca ia chegar. Tô há um tempão esperando ansiosa, nem imagina. Bem-vindo, coração.
Entrei no apartamento e, depois de trancar a porta, fui com ela até a sala da casa, lugar onde já tinha estado antes, só que agora com um propósito diferente.
Quando chegamos, Dona Claudia tirou aquele vestido, mostrando que estava completamente nua por baixo.
— Que tal a gente ir direto ao ponto? Tô com um fogo danado esperando esse dia chegar.
Ao ouvir essa frase, reconheci como aquela que tinha escutado no outro dia na conversa que deu início a tudo isso.
Sem perder tempo, tirei minha roupa, mas antes de conseguir tirar a cueca, Dona Claudia me parou.
— Espera, coração. Essa parte é comigo. Primeiro, me dá um carinho.
Me aproximei dela e ela me deu um beijo apaixonado. A língua dela entrou na minha boca, se chocando com a minha. Acompanhei o ritmo e logo nossas línguas estavam entrelaçavam uma na outra. Uma das mãos dela desceu até meu pau, que já estava bem duro, e começou a esfregar por cima da minha cueca. Motivado pela luxúria, levei uma mão até o peitão dela e comecei a apertar, brincando um pouco com o mamilo.
— Mmmm, eu gosto de garotos ousados. Agora, querido, é hora de ver esse pau gostoso — disse Cláudia, se afastando de mim e sentando no sofá.
Ela levou as mãos até minha cueca e puxou pra baixo de uma vez, fazendo meu pau pular pra fora e bater no rosto dela.
— Ufff, adoro levar um pau na cara — disse ela sorrindo e começou a examinar meu pau. — Vamos ver o que temos aqui. Sim, muito bom pra sua idade, não é tão comprido, mas bem grosso. Muito apetitoso.
Ao dizer isso, lambeu os lábios e engoliu meu pau de uma bocada só. Quase gozei na hora ao receber meu primeiro boquete. Era algo incrível, uma sensação extremamente prazerosa. Dona Cláudia se deliciava com meu pau, tirando ele inteiro pra fora e engolindo de novo.
Ela fez isso várias vezes, aumentando a velocidade cada vez mais, até que eu não aguentei mais e, sem avisar, gozei enchendo a boca dela com meu leite. Dona Cláudia segurou firme no meu pau e não deixou escapar nem uma gota.
— Mmmmm, adoro o gosto de porra virgem. Acho que sou viciada nisso — disse ela, lambendo os lábios e juntando os restos da minha gozada. — Enquanto você se recupera, vou te dar umas lições pra satisfazer uma milf. Se você vai ser presença constante nesses encontros e pelo bem das minhas vizinhas, é melhor você ir aprendendo.
— Sim, senhora — respondi, ainda curtindo a sensação do meu primeiro boquete.
Deitando no sofá, a coroa abriu as pernas, me mostrando minha primeira buceta ao vivo. Tinha um tufinho de pelo pequeno e um par de lábios grandes e carnudos.
— E o que você acha dessa buceta velha? Com certeza preferiria uma mais jovem, né? — perguntou a senhora.
— Não, é linda — respondi, completamente encantado.
A senhora riu e disse: Você é um amor. Por que não se aproxima pra ver melhor? E já que tá aí, dá umas boas lambidas.
Eu me ajoelhei na frente daquela buceta suculenta e o cheiro dela foi me atingindo enquanto eu me aproximava. Era inebriante. Tava completamente encharcada e os sucos brilhavam intensamente. Tímido, me aproximei e dei uma lambida, saboreando minha primeira buceta madura.
– MMMM, isso, que gostoso, você faz bem, continua, mete a língua pra dentro. Mmmm, isso, chupa meu clitóris, uffff, não para. – Dona Claudia se contorcia de prazer enquanto me dava instruções.
Eu tentava segui-las à risca e acrescentava aquilo que tinha visto em filmes pornôs e lido na internet. Levei minha mão até aquela buceta faminta e comecei a introduzir dois dedos, enquanto minha língua focava em atender aquele clitóris inchado.
Dona Claudia gemia cada vez mais, indicando que eu tava fazendo um bom trabalho. Mal conseguia continuar me dando ordens.
– Ahhhhh, que gostoso, meu anjo. Mmmmm, você aprende rápido, uffffff, mete mais um dedo, coração, aaaahhh, isso. –
Seguindo ordens, introduzi três dedos na buceta dela, que já começava a jorrar os sucos. Colocando mais empenho no serviço, aumentei a velocidade dos meus dedos e da minha língua no clitóris dela, fazendo com que finalmente gozasse, soltando um gemido de prazer e enchendo minha boca com seus sucos.
Dona Claudia ficou um momento imóvel, recuperando o fôlego.
– Esse foi um dos melhores orgasmos da minha vida, querido. Você tem talento. Tenho certeza que minhas vizinhas vão adorar você. – disse, e então me puxou pra perto dela e me deu outro beijo lascivo. – O tempo tá acabando e eu quero esse pedaço de carne na minha buceta, então é melhor irmos pro quarto. Tá na hora de te fazer homem. –
Me pegando pela mão, me levou até o quarto dela, onde se deitou na cama me convidando a segui-la. Abriu as pernas de novo, me mostrando aquela buceta madura e faminta.
– Vamos, querido. Traz essa rola pra cá e mete tudo em mim – disse, enquanto se abria. A buceta dela era peluda e suculenta.
Eu tava completamente hipnotizado diante daquela visão celestial e, como pude, subi na cama. A senhora pegou meu pau e foi guiando até a entrada dela, onde ele descansou contra os lábios dela. Devagar, comecei a meter dentro da racha dela, aproveitando a sensação da minha primeira buceta e perdendo minha virgindade no processo. A senhora gemia tímida, curtindo meu pau jovem que ia sumindo dentro dela.
Eu tava atordoado vendo como toda a minha hombridade tinha entrado naquela mulherão quando olhei pra cima e vi dona Claudia sorrindo pra mim.
— Adoro a expressão dos novinhos quando aproveitam a primeira buceta deles — disse a senhora. — Agora bota a mão na massa e me fode como o homem que você agora é.
Obedeci de novo e comecei a mexer meus quadris, tentando devolver pra aquela coroa todo o prazer que ela tinha me dado.
Logo encontrei meu ritmo e, me apoiando nela, aumentei as estocadas. Jogava meu corpo todo pra frente, tentando meter meu pau até o fundo. Os gemidos de dona Claudia me mostraram que eu tava no caminho certo. Os peitões enormes dela balançavam no ritmo das estocadas; viraram um manjar pra mim e me joguei neles pra levar à boca.
Apertei eles com força, fazendo ela gemer mais, amassava e chupava com gosto, lambia os bicos durinhos dela, tentando não perder o ritmo das metidas.
— Assim, amor. Vai, mete tudo, com força, ahhhh, não para, isso, mais — dona Claudia gemia sem controle enquanto meu pau entrava e saía da buceta ansiosa dela.
— Uffa, senhora, que buceta gostosa a sua. É incrível — falei, completamente extasiado.
— Me chama de Claudia, amor. Que pau gostoso você tem. Me fode mais, que delícia. Chupa meus peitos, céu — disse a coroa tarada.
— Sim, Claudia. São uma delícia. Amo eles — falei, devorando aquele par de globos eróticos de carne.
— AHHHHHH, que gostoso. Com força, coração. Dá pra essa velha o que ela precisa. MMMM, isso, vamos —
Apesar da idade dela, dona Claudia... eu tava faminta de sexo e não parava de gemer pedindo mais. A cama rangia no ritmo das estocadas que eu dava, tentava enfiar meu pau o mais fundo possível dentro da buceta dela. Queria tanto que aquele momento nunca acabasse, mas sentia que logo ia gozar e, pelo visto, ela também.
— Ohhhh, amor. Continua, mais, assim, que pau gostoso, to amando, vamos, ahhhhh.
— Ohhhh, Claudia. Ufff, não vou aguentar muito, to quase.
— Eu também. Vai, coração. Me dá tudo. Não se preocupa, enche minha buceta com seu leite. Vamos, ahhhhh, isso, que delícia.
Coloquei todas as minhas forças naquela última estocada e então jorrei meu sêmen dentro daquela buceta madura e gostosa. Dona Claudia gemeu de prazer ao sentir minha gozada encher suas entranhas, e senti meu pau encharcar com os sucos dela.
Caí sobre ela exausto, em cima daqueles peitos enormes e deliciosos. Ficamos um tempinho recuperando as forças até que ela olhou o relógio e disse que era hora de eu ir. Me vesti rápido enquanto ela colocava um roupão por cima pra cobrir a nudez.
— Você foi incrível, tesouro. Espero que um dia eu tire seu número na urna de novo. E se isso acontecer, garanta que vai encher elas de leite de novo.
Ela disse me dando um beijo de despedida e enfiando algo no meu bolso.
Ao sair do apartamento, eu ainda estava atordoado, não conseguia acreditar em tudo que tinha acabado de rolar. Era uma fantasia realizada. Procurei no bolso o que ela tinha colocado lá e encontrei a calcinha molhada dela. Sorrindo, fui andando pro meu apartamento, mas quando desci as escadas, uma voz me chamou.
— Foi tudo que você esperava? — era dona Elide, que estava fumando um cigarro. — Espero que ela não tenha sido muito bruta com você.
— N-não, de jeito nenhum… foi incrível — respondi meio atordoado.
— A Claudia adora estrear garotão novo. Por isso, sempre que tenho novatos, eles vão primeiro com ela.
— Desculpa se sou intrometido, mas, como é que você teve a ideia de fazer Algo assim? Esse serviço de MILFs anônimas?
Depois de dar uma longa tragada no cigarro, ela começou a falar.
— Comecei com isso no ano passado. Assim como muitas das mulheres daqui, fazia tempo que eu não tinha nenhuma ação. Meu marido está o tempo todo nas viagens e negócios dele pra me dar atenção. E quando ele faz, geralmente é algo rápido e monótono. Pensei em arrumar um amante, mas no fim, todos são iguais, só te procuram pelo seu dinheiro. Foi por isso que pensei nos garotões. Eles só se importam com sexo, além de serem fáceis de manipular e intimidar, sem falar que são cheios de vigor e energia. A inexperiência deles os torna perfeitos pra saciar os desejos dessas MILFs. Prefiro que eles sejam de fora desse condomínio, pra evitar encontros fora do horário marcado e também pra não saber a identidade das MILFs. Afinal, essas senhoras têm famílias e algumas até maridos, isso é só um desabafo. Você é um garoto esperto e confio que não vai quebrar as regras.
Assim que terminou de falar, apagou o cigarro e se preparou pra ir embora.
— Fica com a máscara, só não esquece de levar nas reuniões. Elas acontecem regularmente a cada 15 dias, às vezes ao meio-dia, outras vezes à noite, quando as senhoras estiverem sozinhas. Eu te aviso quando for a próxima. E mais uma coisa…
Ela se aproximou de mim e me deu um beijo apaixonado que deixou minha pica dura na hora.
— Eu também faço parte da urna e tô doida pra você tirar meu número um dia. — disse, antes de ir embora pro apartamento dela.
Eu voltei pro meu, onde minha mãe se preparava pra sair pro trabalho. Depois de cumprimentá-la e bater um papo, ela me deu um beijo de despedida e foi embora.
À tarde, enquanto eu via um pouco de TV, a campainha tocou. Quando abri, me deparei com a dona Claudia, que, como de costume, trazia comida pra mim a pedido da minha mãe. Ver ela na minha frente me fez lembrar dos momentos que a gente tinha passado juntos mais cedo. Tive que fazer uso todo meu autocontrole pra não revelar que era comigo que ela tinha transado e convidá-la pra entrar e repetir a foda. Antes de ir embora, dei uma boa olhada naquelas tetonas enormes que horas antes eu tinha chupado com gosto.
Puta merda, ia ser difícil aguentar até a próxima reunião. Por sorte, eu tinha algo que me ajudaria a resistir. No meu bolso ainda estavam as calcinhas molhadas da dona Cláudia. Ia cuidar de enchê-las de porra pra caso um dia eu tivesse outro encontro com ela.
Salve. O Poringa fechou minha conta antiga, então criei uma nova pra voltar a postar meus contos. Felizmente, tinha backup de quase todos eles, só perdi os capítulos 05 e 06 de Modern Family. Se alguém tiver, agradeceria se me contatasse. Espero que continuem curtindo meus contos.
CAPÍTULO 01
Meu nome é David. Moro com minha mãe num prédio de 5 andares. Meus pais tinham se divorciado uns meses atrás e minha mãe e eu nos mudamos pra esse prédio depois da separação. Sempre fui um cara solitário, então a mudança não me afetou nem um pouco.
O prédio fica na parte tranquila da cidade e é habitado quase todo por coroas gostosas e suas famílias. Muitas dessas coroas cuidam da casa, então ficam nos apartamentos o dia inteiro enquanto os filhos e maridos saem.
Tem de todos os tipos e idades, algumas casadas, outras divorciadas e outras solteiras. Todas são bem legais e receberam minha mãe de braços abertos.
Nem preciso dizer que eu sou louco por coroas gostosas e, ao chegar naquele prédio peculiar, me senti no paraíso. Como qualquer jovem tarado, passo cada minuto livre batendo uma punheta e, graças às minhas novas vizinhas, tenho bastante material pra me inspirar.
Minha mãe se adaptou rápido ao prédio e dava pra ver que ela tava mais feliz depois do divórcio. Ela trabalha como médica num hospital, então muitas vezes me deixava sozinho no apartamento, o que me beneficiava porque me dava mais tempo pra me entregar às minhas punhetas.
Por causa da mudança e porque o ano escolar tava quase acabando, não fui aceito na escola da região. Tinha que esperar o próximo ano letivo começar pra me integrar; enquanto isso, só ia por umas horas pra aulas de reforço e depois voltava pra casa sozinho.
Às vezes, dava umas voltas pelos diferentes andares do prédio, principalmente pra encontrar as coroas gostosas e ter material pras minhas punhetas. Acabei me dando bem com várias delas, que me cumprimentavam quando passava e batiam um papo comigo. De vez em quando, ouvia elas conversando entre si nos corredores, as fofocas clássicas de vizinhança, mas outras vezes via elas quase cochichando e se calavam de repente ao me ver. Não dei muita importância até aquela tarde, quando num dos meus passeios escutei furtivamente uma conversa.
- Já falta pouco para o dia. Tô que nem me aguento de ansiedade pra chegar quarta-feira. Você não imagina como eu tô de calcinha molhada - disse uma.
- Mas claro que imagino, se eu tô igual. Mal posso esperar pra ver os novos gurizinhos que a Elide conseguiu. Essa parada de MILF Anônimas é a melhor coisa que podia ter inventado - disse a outra.
As MILFs foram embora rindo enquanto eu fiquei paralisado depois de ouvi-las.
MILF Anônimas. Não era a primeira vez que ouvia isso. Era tipo uma lenda urbana na internet. Supostamente era um complexo de apartamentos onde os jovens iam pra foder com MILFs, segundo os rumores era super secreto e exclusivo, e só podia participar quem fosse convidado. Na net só tinha boatos vagos e ninguém sabia onde ficava esse lugar ou se realmente existia.
Se o que eu tinha ouvido era verdade, eu tava morando nesse lugar e com a chance de foder as MILFs gostosas que moravam lá. O problema era como conseguir isso.
Os boatos diziam que só permitiam participar com convite. Eu tinha que arrumar um de qualquer jeito.
Os dias seguintes passei no computador visitando todos os fóruns e sites de MILF que conhecia, tentando achar qualquer pista ou informação, mas só tinha fumaça e espelhos. O tempo tava acabando, o dia marcado tava perto e eu ainda não tinha encontrado nada.
Desesperado, recorri à última opção que me restava: falar com dona Elide.
Dona Elide era a proprietária e dona do complexo. Era alta e magra. Tinha 50 anos e um corpo bem conservado. Os peitos dela eram médios e um pouco caídos. Era de pele morena e cabelo curto pintado de loiro. Costumava vestir jeans justos que colavam no rabo magnífico dela.
Minha mãe e eu a conhecíamos desde a nossa primeira... dia em que ela nos deu as boas-vindas ao lugar.
Pelo que eu tinha ouvido, ela era casada com um empresário gostoso que vivia em viagens de negócios. Ele tinha comprado aquele condomínio pra ela administrar e se manter ocupada. Apesar de ser uma delícia, era muito humilde e prestativa. Tava sempre de olho nas necessidades dos inquilinos e sempre disposta a ajudar. Dona Elide morava no apartamento 101, que ficava no primeiro andar do lugar e era incrivelmente espaçoso, do tamanho de 3 ou 4 apartamentos.
Naquela terça à tarde, depois de mais uma busca na internet sem resultados, fui até o apartamento dela. Bati na porta e ela me recebeu com o sorriso de sempre.
– Oi, David. Como você tá? O que te traz aqui? – ela perguntou.
– Boa tarde, dona Elide. Posso entrar? Tenho uma coisa pra perguntar – falei, criando coragem.
– Claro, claro. Entra. Minha porta tá sempre aberta. Como posso te ajudar? – perguntou enquanto sentávamos na sala da casa dela.
– Então, é que... – tava com medo de falar. Se aquele boato não fosse verdade, com certeza levaria uma bronca dela e da minha mãe. Mas se fosse verdade, estaria na terra prometida. A luxúria falou mais alto que a covardia, e soltei a pergunta. – Ouvi duas vizinhas falando sobre as MILF Anônimas e mencionaram seu nome. Sei que é um lugar onde os jovens podem transar com milf e também sei que é nesse condomínio, então quero participar.
O quarto ficou em completo silêncio, o sorriso sumiu do rosto de dona Elide, que me olhava com uma cara super séria. Os segundos pareciam horas, eu não sabia o que fazer. Devia ficar? Levantar e sair correndo? Finalmente, ouvi ela respirar fundo e depois esboçar um sorriso safado.
– Você é um jovem muito ousado. Nunca ninguém me pediu um convite pessoalmente, e pelas regras não é permitido que inquilinos participem, mas acho que por essa vez... Vou abrir uma exceção dessa vez. Tenho certeza de que vai valer a pena. Vem amanhã ao meio-dia no barracão atrás do prédio, e é melhor não contar pra ninguém.
Eu não podia acreditar na minha sorte, tinha funcionado. Depois de agradecer, saí voando, ansioso pelo que ia rolar no dia seguinte. Quase não consegui dormir naquela noite. A ansiedade era tanta que nem tinha batido uma punheta o dia inteiro.
Na quarta-feira ao meio-dia, fui direto pro barracão. Dona Elide estava na porta e sorriu ao me ver. Me entregou uma máscara e, depois que coloquei, abriu a porta do lugar. Quando entrei, me deparei com quase uma dúzia de jovens esperando. Todos tinham mais ou menos a minha idade. A porta se fechou e Dona Elide entrou, se posicionando na nossa frente.
— Sejam bem-vindos ao Milf Anônimas. Todos estão aqui pelo amor que sentem pelas milf, um amor que será recompensado daqui a pouco. Mas antes, vou explicar as regras pros novatos saberem e pros veteranos não esquecerem. Tudo que acontecer aqui é confidencial. É estritamente proibido revelar ou divulgar o que rolar. Nessa urna estão os números dos apartamentos das milf que estão esperando vocês. Vão sortear um número. Ao chegar no apartamento, não usem a campainha, batam 5 vezes na porta e esperem abrirem. Tudo que acontecer é consensual, vocês não podem obrigar a mulher a fazer nada que ela não queira, nem elas com vocês. Algumas dessas mulheres têm certos gostos ou fetiches. Se não se sentirem confortáveis, podem sair do apartamento e vou designar outra coroa. O tempo é limitado pra algumas delas, então vocês vão embora quando elas mandarem. Assim que o encontro acabar, é proibido voltar aqui até eu chamar de novo, assim como contatar qualquer uma das senhoras do local. Se quebrarem qualquer regra, lembrem-se de que tenho os meios e o poder pra fazer vocês pagarem caro pela ofensa. Agora, aproximem-se. pegar o número dela e se divertirem.
Um por um, fomos passando até a urna. Quando chegou minha vez, podia jurar que vi Dona Elide piscar o olho pra mim. Tirei meu número da urna: 306.
Se a memória não me falhava, era Dona Claudia. Uma gordinha alegre e risonha de quase 60 anos. Tinha um par de peitos enormes, tipo duas tetas. Era baixinha e de quadril largo. Morava sozinha com o marido. Como os dois eram estéreis, nunca tinham conseguido ter filhos, mas Dona Claudia era muito maternal. Sempre estava disposta a cuidar dos filhos dos vizinhos quando pediam. Também adorava cozinhar e muitas vezes levava comida pra vizinhança.
Enquanto subia as escadas, estava extremamente excitado. Só de lembrar daqueles peitões enormes, meu pau já tinha endurecido. Quando cheguei na porta dela, bati cinco vezes como tinham instruído e esperei.
Dona Claudia abriu a porta. Usava uma máscara pra esconder a identidade e estava vestida normal, com um vestido azul comprido de uma peça só.
— Puxa, pensei que nunca ia chegar. Tô há um tempão esperando ansiosa, nem imagina. Bem-vindo, coração.
Entrei no apartamento e, depois de trancar a porta, fui com ela até a sala da casa, lugar onde já tinha estado antes, só que agora com um propósito diferente.
Quando chegamos, Dona Claudia tirou aquele vestido, mostrando que estava completamente nua por baixo.
— Que tal a gente ir direto ao ponto? Tô com um fogo danado esperando esse dia chegar.
Ao ouvir essa frase, reconheci como aquela que tinha escutado no outro dia na conversa que deu início a tudo isso.
Sem perder tempo, tirei minha roupa, mas antes de conseguir tirar a cueca, Dona Claudia me parou.
— Espera, coração. Essa parte é comigo. Primeiro, me dá um carinho.
Me aproximei dela e ela me deu um beijo apaixonado. A língua dela entrou na minha boca, se chocando com a minha. Acompanhei o ritmo e logo nossas línguas estavam entrelaçavam uma na outra. Uma das mãos dela desceu até meu pau, que já estava bem duro, e começou a esfregar por cima da minha cueca. Motivado pela luxúria, levei uma mão até o peitão dela e comecei a apertar, brincando um pouco com o mamilo.
— Mmmm, eu gosto de garotos ousados. Agora, querido, é hora de ver esse pau gostoso — disse Cláudia, se afastando de mim e sentando no sofá.
Ela levou as mãos até minha cueca e puxou pra baixo de uma vez, fazendo meu pau pular pra fora e bater no rosto dela.
— Ufff, adoro levar um pau na cara — disse ela sorrindo e começou a examinar meu pau. — Vamos ver o que temos aqui. Sim, muito bom pra sua idade, não é tão comprido, mas bem grosso. Muito apetitoso.
Ao dizer isso, lambeu os lábios e engoliu meu pau de uma bocada só. Quase gozei na hora ao receber meu primeiro boquete. Era algo incrível, uma sensação extremamente prazerosa. Dona Cláudia se deliciava com meu pau, tirando ele inteiro pra fora e engolindo de novo.
Ela fez isso várias vezes, aumentando a velocidade cada vez mais, até que eu não aguentei mais e, sem avisar, gozei enchendo a boca dela com meu leite. Dona Cláudia segurou firme no meu pau e não deixou escapar nem uma gota.
— Mmmmm, adoro o gosto de porra virgem. Acho que sou viciada nisso — disse ela, lambendo os lábios e juntando os restos da minha gozada. — Enquanto você se recupera, vou te dar umas lições pra satisfazer uma milf. Se você vai ser presença constante nesses encontros e pelo bem das minhas vizinhas, é melhor você ir aprendendo.
— Sim, senhora — respondi, ainda curtindo a sensação do meu primeiro boquete.
Deitando no sofá, a coroa abriu as pernas, me mostrando minha primeira buceta ao vivo. Tinha um tufinho de pelo pequeno e um par de lábios grandes e carnudos.
— E o que você acha dessa buceta velha? Com certeza preferiria uma mais jovem, né? — perguntou a senhora.
— Não, é linda — respondi, completamente encantado.
A senhora riu e disse: Você é um amor. Por que não se aproxima pra ver melhor? E já que tá aí, dá umas boas lambidas.
Eu me ajoelhei na frente daquela buceta suculenta e o cheiro dela foi me atingindo enquanto eu me aproximava. Era inebriante. Tava completamente encharcada e os sucos brilhavam intensamente. Tímido, me aproximei e dei uma lambida, saboreando minha primeira buceta madura.
– MMMM, isso, que gostoso, você faz bem, continua, mete a língua pra dentro. Mmmm, isso, chupa meu clitóris, uffff, não para. – Dona Claudia se contorcia de prazer enquanto me dava instruções.
Eu tentava segui-las à risca e acrescentava aquilo que tinha visto em filmes pornôs e lido na internet. Levei minha mão até aquela buceta faminta e comecei a introduzir dois dedos, enquanto minha língua focava em atender aquele clitóris inchado.
Dona Claudia gemia cada vez mais, indicando que eu tava fazendo um bom trabalho. Mal conseguia continuar me dando ordens.
– Ahhhhh, que gostoso, meu anjo. Mmmmm, você aprende rápido, uffffff, mete mais um dedo, coração, aaaahhh, isso. –
Seguindo ordens, introduzi três dedos na buceta dela, que já começava a jorrar os sucos. Colocando mais empenho no serviço, aumentei a velocidade dos meus dedos e da minha língua no clitóris dela, fazendo com que finalmente gozasse, soltando um gemido de prazer e enchendo minha boca com seus sucos.
Dona Claudia ficou um momento imóvel, recuperando o fôlego.
– Esse foi um dos melhores orgasmos da minha vida, querido. Você tem talento. Tenho certeza que minhas vizinhas vão adorar você. – disse, e então me puxou pra perto dela e me deu outro beijo lascivo. – O tempo tá acabando e eu quero esse pedaço de carne na minha buceta, então é melhor irmos pro quarto. Tá na hora de te fazer homem. –
Me pegando pela mão, me levou até o quarto dela, onde se deitou na cama me convidando a segui-la. Abriu as pernas de novo, me mostrando aquela buceta madura e faminta.
– Vamos, querido. Traz essa rola pra cá e mete tudo em mim – disse, enquanto se abria. A buceta dela era peluda e suculenta.
Eu tava completamente hipnotizado diante daquela visão celestial e, como pude, subi na cama. A senhora pegou meu pau e foi guiando até a entrada dela, onde ele descansou contra os lábios dela. Devagar, comecei a meter dentro da racha dela, aproveitando a sensação da minha primeira buceta e perdendo minha virgindade no processo. A senhora gemia tímida, curtindo meu pau jovem que ia sumindo dentro dela.
Eu tava atordoado vendo como toda a minha hombridade tinha entrado naquela mulherão quando olhei pra cima e vi dona Claudia sorrindo pra mim.
— Adoro a expressão dos novinhos quando aproveitam a primeira buceta deles — disse a senhora. — Agora bota a mão na massa e me fode como o homem que você agora é.
Obedeci de novo e comecei a mexer meus quadris, tentando devolver pra aquela coroa todo o prazer que ela tinha me dado.
Logo encontrei meu ritmo e, me apoiando nela, aumentei as estocadas. Jogava meu corpo todo pra frente, tentando meter meu pau até o fundo. Os gemidos de dona Claudia me mostraram que eu tava no caminho certo. Os peitões enormes dela balançavam no ritmo das estocadas; viraram um manjar pra mim e me joguei neles pra levar à boca.
Apertei eles com força, fazendo ela gemer mais, amassava e chupava com gosto, lambia os bicos durinhos dela, tentando não perder o ritmo das metidas.
— Assim, amor. Vai, mete tudo, com força, ahhhh, não para, isso, mais — dona Claudia gemia sem controle enquanto meu pau entrava e saía da buceta ansiosa dela.
— Uffa, senhora, que buceta gostosa a sua. É incrível — falei, completamente extasiado.
— Me chama de Claudia, amor. Que pau gostoso você tem. Me fode mais, que delícia. Chupa meus peitos, céu — disse a coroa tarada.
— Sim, Claudia. São uma delícia. Amo eles — falei, devorando aquele par de globos eróticos de carne.
— AHHHHHH, que gostoso. Com força, coração. Dá pra essa velha o que ela precisa. MMMM, isso, vamos —
Apesar da idade dela, dona Claudia... eu tava faminta de sexo e não parava de gemer pedindo mais. A cama rangia no ritmo das estocadas que eu dava, tentava enfiar meu pau o mais fundo possível dentro da buceta dela. Queria tanto que aquele momento nunca acabasse, mas sentia que logo ia gozar e, pelo visto, ela também.
— Ohhhh, amor. Continua, mais, assim, que pau gostoso, to amando, vamos, ahhhhh.
— Ohhhh, Claudia. Ufff, não vou aguentar muito, to quase.
— Eu também. Vai, coração. Me dá tudo. Não se preocupa, enche minha buceta com seu leite. Vamos, ahhhhh, isso, que delícia.
Coloquei todas as minhas forças naquela última estocada e então jorrei meu sêmen dentro daquela buceta madura e gostosa. Dona Claudia gemeu de prazer ao sentir minha gozada encher suas entranhas, e senti meu pau encharcar com os sucos dela.
Caí sobre ela exausto, em cima daqueles peitos enormes e deliciosos. Ficamos um tempinho recuperando as forças até que ela olhou o relógio e disse que era hora de eu ir. Me vesti rápido enquanto ela colocava um roupão por cima pra cobrir a nudez.
— Você foi incrível, tesouro. Espero que um dia eu tire seu número na urna de novo. E se isso acontecer, garanta que vai encher elas de leite de novo.
Ela disse me dando um beijo de despedida e enfiando algo no meu bolso.
Ao sair do apartamento, eu ainda estava atordoado, não conseguia acreditar em tudo que tinha acabado de rolar. Era uma fantasia realizada. Procurei no bolso o que ela tinha colocado lá e encontrei a calcinha molhada dela. Sorrindo, fui andando pro meu apartamento, mas quando desci as escadas, uma voz me chamou.
— Foi tudo que você esperava? — era dona Elide, que estava fumando um cigarro. — Espero que ela não tenha sido muito bruta com você.
— N-não, de jeito nenhum… foi incrível — respondi meio atordoado.
— A Claudia adora estrear garotão novo. Por isso, sempre que tenho novatos, eles vão primeiro com ela.
— Desculpa se sou intrometido, mas, como é que você teve a ideia de fazer Algo assim? Esse serviço de MILFs anônimas?
Depois de dar uma longa tragada no cigarro, ela começou a falar.
— Comecei com isso no ano passado. Assim como muitas das mulheres daqui, fazia tempo que eu não tinha nenhuma ação. Meu marido está o tempo todo nas viagens e negócios dele pra me dar atenção. E quando ele faz, geralmente é algo rápido e monótono. Pensei em arrumar um amante, mas no fim, todos são iguais, só te procuram pelo seu dinheiro. Foi por isso que pensei nos garotões. Eles só se importam com sexo, além de serem fáceis de manipular e intimidar, sem falar que são cheios de vigor e energia. A inexperiência deles os torna perfeitos pra saciar os desejos dessas MILFs. Prefiro que eles sejam de fora desse condomínio, pra evitar encontros fora do horário marcado e também pra não saber a identidade das MILFs. Afinal, essas senhoras têm famílias e algumas até maridos, isso é só um desabafo. Você é um garoto esperto e confio que não vai quebrar as regras.
Assim que terminou de falar, apagou o cigarro e se preparou pra ir embora.
— Fica com a máscara, só não esquece de levar nas reuniões. Elas acontecem regularmente a cada 15 dias, às vezes ao meio-dia, outras vezes à noite, quando as senhoras estiverem sozinhas. Eu te aviso quando for a próxima. E mais uma coisa…
Ela se aproximou de mim e me deu um beijo apaixonado que deixou minha pica dura na hora.
— Eu também faço parte da urna e tô doida pra você tirar meu número um dia. — disse, antes de ir embora pro apartamento dela.
Eu voltei pro meu, onde minha mãe se preparava pra sair pro trabalho. Depois de cumprimentá-la e bater um papo, ela me deu um beijo de despedida e foi embora.
À tarde, enquanto eu via um pouco de TV, a campainha tocou. Quando abri, me deparei com a dona Claudia, que, como de costume, trazia comida pra mim a pedido da minha mãe. Ver ela na minha frente me fez lembrar dos momentos que a gente tinha passado juntos mais cedo. Tive que fazer uso todo meu autocontrole pra não revelar que era comigo que ela tinha transado e convidá-la pra entrar e repetir a foda. Antes de ir embora, dei uma boa olhada naquelas tetonas enormes que horas antes eu tinha chupado com gosto.
Puta merda, ia ser difícil aguentar até a próxima reunião. Por sorte, eu tinha algo que me ajudaria a resistir. No meu bolso ainda estavam as calcinhas molhadas da dona Cláudia. Ia cuidar de enchê-las de porra pra caso um dia eu tivesse outro encontro com ela.
Salve. O Poringa fechou minha conta antiga, então criei uma nova pra voltar a postar meus contos. Felizmente, tinha backup de quase todos eles, só perdi os capítulos 05 e 06 de Modern Family. Se alguém tiver, agradeceria se me contatasse. Espero que continuem curtindo meus contos.
2 comentários - Anônimas MILF Cap. 01