Deixo com vocês a quarta parte dessa coletânea de histórias de sexo num lugar comum, com gente comum e que a vida juntou pra transar pra caralho. Demoramos pra postar essa parte porque tivemos que resumir. Espero que curtam, deixem seus comentários e pontinhos. Abraços pra todo mundo.Cheguei na casa do meu amigo e já da porta dava pra ouvir os gritos e gemidos da minha irmã. Fiquei um minuto escutando aqueles barulhos que me deixam com a buceta molhada. Mas me chamou a atenção quando ouvi a voz de outra mulher. Não conseguia reconhecer aquela voz e decidi bater na porta.
Ninguém atendia, dava pra ver que lá dentro tinha muita ação pra alguém vir atender. Continuei batendo com medo até que a Marcela diz:
-Para, para, é a Gabriela batendo.
Pouco tempo depois a porta se abre e eu vi atrás da porta meu cunhado pelado. Meu cunhado Martin é namorado da Marcela e é um corno manso igual meu marido. Entrei na casa e vi ele com o pau duro, ereto, brilhando de saliva ou suco de buceta.
Entrei devagar e ele fechou a porta atrás de mim, olhando pra minha bunda enfiada na minha legging. Ele segurava o pau e se masturbava, me olhando com uma cara de estuprador e louco pra me foder.
Não consegui evitar ficar com tesão. Até onde eu sabia, meu cunhado não sabia nada que minha irmã tava dando pro nosso amigo. Bom, também pro meu marido e qualquer pau que ela gostasse.
Martin tinha os olhos de um louco sedento por sexo, eu vinha toda fodida por dois caras e vestida como se fosse uma promotora andando na rua, esquentando paus com minha buceta aberta no meio por uma legging justa. Mordi o lábio e, segurando minha buceta, falei pro meu cunhado:
-O que você tá fazendo assim? Minha irmã?
-Sua irmã tá ocupada no quarto. Que rabo do caralho você tem, cunhada.
-Você gosta? Por que gosta se minha irmã tem uma bunda linda?
Como somos de uma família de putas, me virei e me apoiei na parede, levantando minha bunda redonda. Não demorou muito pra meu cunhado enfiar o pau duro no meu cu e me apalpar toda. Eu fiz minha parte, apertando contra ele pra sentir melhor aquele pau e gemer um pouco pra esquentar ele. Me virei e agarrei a pica grande dele, apertando forte, e vi aquela cabecinha. Vermelha, com o olhinho cheio de vontade de cuspir porra. Comecei a chupar a boca dela enquanto batia uma pra ele e mexia nos ovos que pendiam do escroto bem quentinho.
Mas eu precisava saber o que rolava do outro lado. Então, sem soltar a pica dele, perguntei de novo onde minha irmã estava.
Ele me agarrou, me colocou na frente dele e enfiou a pica de novo, me levando assim até o quarto. E eu vi a cena mais linda de todas.
Jimena, quem é Jimena? É uma amiga da minha irmã, tão, mas tão puta quanto ela. E acho que toda essa putaria ela aprendeu com a amiguinha Jimena. Muito gata, uma bundinha pequena e empinada. Adoro quando ela usa jeans apertadinhos que os ossinhos do quadril levantam um pouco e deixam ver a pélvis se juntando com a barriguinha dela. Os peitinhos dela são pequenos, é quase como transar com uma menininha. Loirinha igual minha irmã, pele bem branca, olhos verdes.
Por que tô descrevendo ela? Porque essa puta com cara de menina e corpo de menina estava na cama com minha irmã, se esfregando feito duas sapatão no cio. Elas roçavam buceta com buceta e acariciavam os clitóris uma da outra. De vez em quando, se grudavam mais pra dar um beijo, uma lambida língua com língua. E continuavam esfregando as conchinhas.
De um lado, Claudio estava com a pica dura pra caralho, batendo uma e enfiando a pica na boca de Marcela, e depois se virava pra Jimena chupar também, mas elas sem parar de abrir as pernas pra esfregar as bucetinhas.
Foi aí que eu ainda sentia a pica do meu cunhado enfiada no meu leggings e ele já tinha desabotoado minha jaqueta, com as mãos percorrendo minha barriga e meus peitos. Claudio, enquanto tinha a pica na boca da Jime, me olhava e, sem dúvida, me excitava aquela imagem lésbica e ver meu amigo se aproveitando do tesão delas. Ver aquelas novinhas se dando prazer. E sem esquecer que meu cunhado tava excitado comigo. Me aproximei da cama e fiz algo que ninguém esperava.
Apoiei minhas mãos na cama e minha bunda ficou parada diante dos olhos dele. Martin. E meu rosto se aproximou daquelas duas conchas vermelhas de tanto sexo que tiveram, e eu lambi as duas ao mesmo tempo. Senti o gemido das duas vadias e os comentários punheteiros dos únicos homens naquele lugar. Que delícia, usa a palavra: buceta que a minha irmã tinha, pegajosa e salgadinha. Toda molhada, umidade de gozadas e mijada de prazer. Depois continuei com a outra garota e estava igual. Consegui ver de relance o rosto dela, boca aberta e olhos virados. Minha boca tinha gosto de buceta, e meu cunhado rasgou minha legging com as mãos, e sem me deixar falar nada, do jeito que deu, enfiou o pauzão em mim.
Eu estava ali chupando duas conchas, ainda vestida, mas com a legging rasgada e levando uma fodida gostosa. Minha irmã me puxou pelos cabelos e fez eu olhar pra ela, com cara de violência e ofegante, me disse:
— Olha como você fode meu namorado, sua puta de merda, você é uma piranha barata.
— Aiiii sim, vou levar o gozo dele dentro da minha buceta, sua corna de merda.
Com muita força e sem soltar meu cabelo, fez eu chupar a buceta dela. Minha língua lambia aquela buceta suja de sexo, lambia como uma desesperada, e minha irmã não parava de me sacudir enquanto via o namorado me comendo. Jimena saiu daquela cena e eu perdi ela de vista, mas sabia que ela estava recebendo o dela com Claudio, porque só ouvia os gritos dela e ele batendo na bunda dela. Martin cada vez me comia mais forte, e eu gozava na minha irmã. Enquanto eles trocavam farpas.
— Olha que bunda gostosa que sua irmã tem, meu amor.
— Você gosta mais do que da minha?
— A sua tá gasta e arrombada.
— Viu... pior não é por sua causa, idiota, eu comi muito pau.
— Sua puta de merda, vou te encher de porrada.
— Vai, corno, me destrói, bate com a pica na minha cara.
Foi aí que o filho da puta acelerou o ritmo, e eu comecei a gozar muito e sentir o gozo dele entrando na minha buceta, muito gozo quente que continuava saindo enquanto ele não parava de bombar meu cuzinho. Sentia que minha legging estava toda rasgada no rabo e toda manchada. de porra. Mas eu não tava nem aí. Minha irmã continuava esfregando a buceta na minha cara de puta e meu cunhado tirou o pau de dentro de mim e pulou em cima da Marcela.
A coisa ficou violenta, ele agarrou ela pelo pescoço e minha irmã me soltou, e eu vi o filho da puta começar a bater na cara dela com o pau. Dava pra ouvir os tapas e minha irmã começou a ficar vermelha. Mas parecia que não incomodava ela, pelo contrário. Ela curtia ser dominada e provocava o namorado, que ficava louco e começou a dar tapas na cara dela enquanto gritava "puta de merda" e ela respondia:
— Siiim, bem puta. Sou uma puta, você se juntou com uma puta, corno filho da puta.
— Gosta que eu te bata por ser puta?
— Sim, me destrói, filho da puta. Você é um viado e um corno.
O Martin agarrou minha irmã e começou a comer ela com uma raiva do caralho, estuprando ela e a buceta dela estralava enquanto a Marce gritava, arranhava as costas dele e berrava pra todo mundo ouvir.
— Ai siiiim, como tão me comendoooo, amo picaaaa.
Eu tirei minha legging rasgada e cheia de porra, fiquei só de fio dental e peitos de fora e fui atrás do meu amigo, que sem pena nenhuma tava arrombando o cu da Jimena, enquanto a mina chorava o filho da puta não parava de furar a bunda dela. E eu fiquei com tesão de ver meu amigo, meio fortinho, comendo uma gostosa que parecia uma menininha. Esse tesão me deixou louca de calor e decidi me sentar na cara daquela puta pra ela chupar minha buceta, e ela fez isso, até eu ouvir meu cunhado grunhir enquanto gozava dentro da minha irmã, e a puta, recebendo a porra, dizia:
— Quero mais porra, quero continuar comendo. Agora vou comer o Claudio e você vai olhar, seu corno de merda.
Foi aí que o sexo ficou ainda mais selvagem e eu gostei, porque eu também recebi e me deixei encher de porrada…
…continua
Ninguém atendia, dava pra ver que lá dentro tinha muita ação pra alguém vir atender. Continuei batendo com medo até que a Marcela diz:
-Para, para, é a Gabriela batendo.
Pouco tempo depois a porta se abre e eu vi atrás da porta meu cunhado pelado. Meu cunhado Martin é namorado da Marcela e é um corno manso igual meu marido. Entrei na casa e vi ele com o pau duro, ereto, brilhando de saliva ou suco de buceta.
Entrei devagar e ele fechou a porta atrás de mim, olhando pra minha bunda enfiada na minha legging. Ele segurava o pau e se masturbava, me olhando com uma cara de estuprador e louco pra me foder.
Não consegui evitar ficar com tesão. Até onde eu sabia, meu cunhado não sabia nada que minha irmã tava dando pro nosso amigo. Bom, também pro meu marido e qualquer pau que ela gostasse.
Martin tinha os olhos de um louco sedento por sexo, eu vinha toda fodida por dois caras e vestida como se fosse uma promotora andando na rua, esquentando paus com minha buceta aberta no meio por uma legging justa. Mordi o lábio e, segurando minha buceta, falei pro meu cunhado:
-O que você tá fazendo assim? Minha irmã?
-Sua irmã tá ocupada no quarto. Que rabo do caralho você tem, cunhada.
-Você gosta? Por que gosta se minha irmã tem uma bunda linda?
Como somos de uma família de putas, me virei e me apoiei na parede, levantando minha bunda redonda. Não demorou muito pra meu cunhado enfiar o pau duro no meu cu e me apalpar toda. Eu fiz minha parte, apertando contra ele pra sentir melhor aquele pau e gemer um pouco pra esquentar ele. Me virei e agarrei a pica grande dele, apertando forte, e vi aquela cabecinha. Vermelha, com o olhinho cheio de vontade de cuspir porra. Comecei a chupar a boca dela enquanto batia uma pra ele e mexia nos ovos que pendiam do escroto bem quentinho.
Mas eu precisava saber o que rolava do outro lado. Então, sem soltar a pica dele, perguntei de novo onde minha irmã estava.
Ele me agarrou, me colocou na frente dele e enfiou a pica de novo, me levando assim até o quarto. E eu vi a cena mais linda de todas.
Jimena, quem é Jimena? É uma amiga da minha irmã, tão, mas tão puta quanto ela. E acho que toda essa putaria ela aprendeu com a amiguinha Jimena. Muito gata, uma bundinha pequena e empinada. Adoro quando ela usa jeans apertadinhos que os ossinhos do quadril levantam um pouco e deixam ver a pélvis se juntando com a barriguinha dela. Os peitinhos dela são pequenos, é quase como transar com uma menininha. Loirinha igual minha irmã, pele bem branca, olhos verdes.
Por que tô descrevendo ela? Porque essa puta com cara de menina e corpo de menina estava na cama com minha irmã, se esfregando feito duas sapatão no cio. Elas roçavam buceta com buceta e acariciavam os clitóris uma da outra. De vez em quando, se grudavam mais pra dar um beijo, uma lambida língua com língua. E continuavam esfregando as conchinhas.
De um lado, Claudio estava com a pica dura pra caralho, batendo uma e enfiando a pica na boca de Marcela, e depois se virava pra Jimena chupar também, mas elas sem parar de abrir as pernas pra esfregar as bucetinhas.
Foi aí que eu ainda sentia a pica do meu cunhado enfiada no meu leggings e ele já tinha desabotoado minha jaqueta, com as mãos percorrendo minha barriga e meus peitos. Claudio, enquanto tinha a pica na boca da Jime, me olhava e, sem dúvida, me excitava aquela imagem lésbica e ver meu amigo se aproveitando do tesão delas. Ver aquelas novinhas se dando prazer. E sem esquecer que meu cunhado tava excitado comigo. Me aproximei da cama e fiz algo que ninguém esperava.
Apoiei minhas mãos na cama e minha bunda ficou parada diante dos olhos dele. Martin. E meu rosto se aproximou daquelas duas conchas vermelhas de tanto sexo que tiveram, e eu lambi as duas ao mesmo tempo. Senti o gemido das duas vadias e os comentários punheteiros dos únicos homens naquele lugar. Que delícia, usa a palavra: buceta que a minha irmã tinha, pegajosa e salgadinha. Toda molhada, umidade de gozadas e mijada de prazer. Depois continuei com a outra garota e estava igual. Consegui ver de relance o rosto dela, boca aberta e olhos virados. Minha boca tinha gosto de buceta, e meu cunhado rasgou minha legging com as mãos, e sem me deixar falar nada, do jeito que deu, enfiou o pauzão em mim.
Eu estava ali chupando duas conchas, ainda vestida, mas com a legging rasgada e levando uma fodida gostosa. Minha irmã me puxou pelos cabelos e fez eu olhar pra ela, com cara de violência e ofegante, me disse:
— Olha como você fode meu namorado, sua puta de merda, você é uma piranha barata.
— Aiiii sim, vou levar o gozo dele dentro da minha buceta, sua corna de merda.
Com muita força e sem soltar meu cabelo, fez eu chupar a buceta dela. Minha língua lambia aquela buceta suja de sexo, lambia como uma desesperada, e minha irmã não parava de me sacudir enquanto via o namorado me comendo. Jimena saiu daquela cena e eu perdi ela de vista, mas sabia que ela estava recebendo o dela com Claudio, porque só ouvia os gritos dela e ele batendo na bunda dela. Martin cada vez me comia mais forte, e eu gozava na minha irmã. Enquanto eles trocavam farpas.
— Olha que bunda gostosa que sua irmã tem, meu amor.
— Você gosta mais do que da minha?
— A sua tá gasta e arrombada.
— Viu... pior não é por sua causa, idiota, eu comi muito pau.
— Sua puta de merda, vou te encher de porrada.
— Vai, corno, me destrói, bate com a pica na minha cara.
Foi aí que o filho da puta acelerou o ritmo, e eu comecei a gozar muito e sentir o gozo dele entrando na minha buceta, muito gozo quente que continuava saindo enquanto ele não parava de bombar meu cuzinho. Sentia que minha legging estava toda rasgada no rabo e toda manchada. de porra. Mas eu não tava nem aí. Minha irmã continuava esfregando a buceta na minha cara de puta e meu cunhado tirou o pau de dentro de mim e pulou em cima da Marcela.
A coisa ficou violenta, ele agarrou ela pelo pescoço e minha irmã me soltou, e eu vi o filho da puta começar a bater na cara dela com o pau. Dava pra ouvir os tapas e minha irmã começou a ficar vermelha. Mas parecia que não incomodava ela, pelo contrário. Ela curtia ser dominada e provocava o namorado, que ficava louco e começou a dar tapas na cara dela enquanto gritava "puta de merda" e ela respondia:
— Siiim, bem puta. Sou uma puta, você se juntou com uma puta, corno filho da puta.
— Gosta que eu te bata por ser puta?
— Sim, me destrói, filho da puta. Você é um viado e um corno.
O Martin agarrou minha irmã e começou a comer ela com uma raiva do caralho, estuprando ela e a buceta dela estralava enquanto a Marce gritava, arranhava as costas dele e berrava pra todo mundo ouvir.
— Ai siiiim, como tão me comendoooo, amo picaaaa.
Eu tirei minha legging rasgada e cheia de porra, fiquei só de fio dental e peitos de fora e fui atrás do meu amigo, que sem pena nenhuma tava arrombando o cu da Jimena, enquanto a mina chorava o filho da puta não parava de furar a bunda dela. E eu fiquei com tesão de ver meu amigo, meio fortinho, comendo uma gostosa que parecia uma menininha. Esse tesão me deixou louca de calor e decidi me sentar na cara daquela puta pra ela chupar minha buceta, e ela fez isso, até eu ouvir meu cunhado grunhir enquanto gozava dentro da minha irmã, e a puta, recebendo a porra, dizia:
— Quero mais porra, quero continuar comendo. Agora vou comer o Claudio e você vai olhar, seu corno de merda.
Foi aí que o sexo ficou ainda mais selvagem e eu gostei, porque eu também recebi e me deixei encher de porrada…
…continua
5 comentários - Sou a puta de todo mundo (4ª parte)