Depois de muito tempo sem novidades da minha cunhada, além de algumas visitas em festas específicas, descobrimos que íamos ser tios de novo. Sim, ela estava esperando o terceiro filho!
O tesão que minha cunhada me desperta eu já contei, assim como minha preferência por grávidas, então essas duas coisas juntas explodiram minha cabeça.
Pouco tempo depois de saber, comecei de novo a mandar mensagens pra minha cunhada pra tentar retomar o que rolava antes... Mensagem vai, mensagem vem, aos poucos fomos retomando aquela relação que a gente tinha, mas sem concretizar... A gente se via, a lembrança do que passou ficava no ar, mas não passava disso. Com o tempo, a barriga foi crescendo, mais evidente, e meu tesão acompanhando.
No aniversário de um dos meus sobrinhos, a família toda se reuniu na casa dos meus sogros. Churrasco, vinho, os aniversários eram sempre mais ou menos assim, a gente se divertia com meus cunhados, e as festas se estendiam bastante. Com o passar das horas, o vinho foi fazendo efeito em mim, e eu olhava cada vez com mais vontade pra minha cunhada. Ela tava usando um vestido longo, recém-tomada banho, cabelo solto e descalça... nada muito sensual, se não fosse pela vontade que eu tava sentindo dela, mesmo que ela tivesse de quimono.
Já de madrugada, cada vez tinha menos gente. O marido da minha cunhada foi com as crianças colocá-las pra dormir e nunca mais voltou... a casa é do lado, dividem o terreno com meus sogros. Ficamos cada vez menos, eu continuei com um dos meus cunhados bebendo vinho, e minha parceira com minha cunhada falando besteira de criança, cobertor, essas coisas... Minha outra cunhada foi buscar o marido, e com minha cunhada e minha mulher fomos pra varanda dos fundos, porque com o sereno tava esfriando. Minha cara já não escondia nada, não sabia como fazer pra tirar minha mulher de perto e ficar só com minha cunhada...
Daí a pouco, ela falou: "Bom, já aguentei o que dava... gordo, termina aí. O vinho tranquilo, deitei na casa da minha avó com os caras.
JOIA! Falei eu, a cunhada disse: Vou ficar mais um pouco até acabar o vinho e vou pra casa também.
Minha mulher se despediu e foi pra frente.
No instante que fechou a porta, eu sorri e minha cunhada me viu.
- Que foi, cunhado? O que te deu?
- Nada, nada - falei eu... tô mamado já, é só isso.
- Beleza, então manda ver no vinho que tô cansada pra caralho - ela disse, tocando a barriga com as duas mãos.
- Tá chutando muito? - perguntei eu.
- Tá, tá terrível já, não cabe mais na barriga, coitado, deve estar sem espaço.
- Deixa eu ver - falei eu, levantei, contornei a mesa e sentei do lado dela.
Com uma mão, segurava o vinho, e com a outra comecei a tocar a barriga pra ver se sentia os movimentos...
- E aí, sente? - ela disse.
- Sinto, um pouco sim... - eu tava com os olhos fixos nas tetas e na cara, já não tava ligando pra nada.
Comecei a acariciar a barriga pra cima e pra baixo, já tentando mexer alguma coisa... e minha cunhada começou a rir.
- Sempre igual você, hein, não liga nem pra casa dos meus pais, nem pra minha irmã, nem pra barriga... nada.
Perguntei: E você, por que ficou comigo, se já sabe como eu sou, ainda mais depois de tomar dois litros de vinho?
Continuei acariciando a barriga... ela colocou a mão dela sobre a minha e me guiou pro lado, onde tava sentindo o chute do meu sobrinho.
Fiz cara de impressionado e falei: Uuuh, que foda esse moleque, quer sair já.
Continuamos falando besteira enquanto eu sentia ele chutar, e ela continuava guiando minha mão pra sentir o pequeno.
Num desses movimentos procurando o chute, ela levou minha mão pra cima pra sentir a perna, e minha mão ficou apertada entre a barriga e as tetas. De pouco em pouco, comecei a acariciar a barriga, e de leve acariciava as tetas com a parte de cima da mão... ela ficava olhando como se nada. Num desses movimentos, virei a mão e comecei a tocar com a palma já, como se tivesse pesando a teta, sem nenhum escrúpulo... ela ficou me olhando. Olhando fixo, e de repente ela se levantou e foi buscar refrigerante.
Eu fiquei atrás dela, me apoiei na mesa esperando ela voltar.
Quando voltou, se virou e ficou encostada em mim, pegou minhas mãos e colocou de novo as duas na barriga dela. Já com a bunda dela roçando na minha pica, comecei a viajar, acariciava a barriga dela e fazia movimentos de pelve pra ela sentir o que tava me causando... ela começou a se mexer um pouco também, e as mãos cada vez apertavam mais minha barriga, mexia a cabeça... de repente, uma das mãos dela se entrelaçou com a minha e levou até o peito, já sem nenhum tipo de sutiã... comecei a apertar de verdade, massageando o peito dela e acariciando a barriga com a outra. Ela virou a cabeça de lado e comecei a beijar o pescoço dela, primeiro com os lábios, e depois com a língua, passando por todo o pescoço, apertando bem forte os peitos dela, deixando cair gotas de porra no vestido. Ela com a mão livre começou a pegar no meu pau, e a desabotoar minha calça... daí pra frente fodeu tudo, virei a cabeça dela e meti com mais vontade do que nunca, tava explodindo, minhas mãos já tinham descido as duas e eu tava levantando o vestido, apertando aquela bunda linda dela... ela quase gemendo, toda tesuda, chupava minha língua sem parar...
Começou a me bater uma punheta enquanto eu abria a bunda dela e apalpava a buceta já toda molhada, viramos, ela se apoiou com cuidado na mesa pra barriga não bater, e sem mais, começamos a foder como nunca. Apertando os peitos, saltava porra pra todo lado, eu enfiava a mão na boca dela e ela chupava meus dedos como se fosse a melhor pica do mundo, a gente tava encharcado. Ela separava as nádegas e gemia como nunca tinha ouvido ninguém gemir... foi uma das melhores gozadas da minha vida. Antes de gozar, ela tirou a pica da buceta e sentou no banquinho... toda descabelada, com os peitos pra fora do vestido, me puxou pelas costas e começou a chupar como nunca. Descarada... coloquei minhas mãos na cabeça dela e ela apertou o nariz contra minha pélvis o máximo que podia. Quando eu estava prestes a soltar toda a porra, a putinha me afastou e passou o vestido por cima da cabeça... Ela começou a me punhetar de boca aberta e língua pra fora. Quando meu gemido começou a mostrar que eu ia gozar, ela arreganhou o peito e se encheu as tetas e a barriga de porra. Tava alucinada, a quantidade de porra que joguei nela foi algo inacreditável... Os segundos depois de gozar me pegaram sem jeito, não sabia pra onde correr, se ajudava ela a se limpar ou o quê... Minha cunhada agarrou minha pica, me deu um beijo na ponta secando a pouca porra que tinha sobrado e disse:
— Como eu senti sua falta, filho da puta... vou dormir.
O tesão que minha cunhada me desperta eu já contei, assim como minha preferência por grávidas, então essas duas coisas juntas explodiram minha cabeça.
Pouco tempo depois de saber, comecei de novo a mandar mensagens pra minha cunhada pra tentar retomar o que rolava antes... Mensagem vai, mensagem vem, aos poucos fomos retomando aquela relação que a gente tinha, mas sem concretizar... A gente se via, a lembrança do que passou ficava no ar, mas não passava disso. Com o tempo, a barriga foi crescendo, mais evidente, e meu tesão acompanhando.
No aniversário de um dos meus sobrinhos, a família toda se reuniu na casa dos meus sogros. Churrasco, vinho, os aniversários eram sempre mais ou menos assim, a gente se divertia com meus cunhados, e as festas se estendiam bastante. Com o passar das horas, o vinho foi fazendo efeito em mim, e eu olhava cada vez com mais vontade pra minha cunhada. Ela tava usando um vestido longo, recém-tomada banho, cabelo solto e descalça... nada muito sensual, se não fosse pela vontade que eu tava sentindo dela, mesmo que ela tivesse de quimono.
Já de madrugada, cada vez tinha menos gente. O marido da minha cunhada foi com as crianças colocá-las pra dormir e nunca mais voltou... a casa é do lado, dividem o terreno com meus sogros. Ficamos cada vez menos, eu continuei com um dos meus cunhados bebendo vinho, e minha parceira com minha cunhada falando besteira de criança, cobertor, essas coisas... Minha outra cunhada foi buscar o marido, e com minha cunhada e minha mulher fomos pra varanda dos fundos, porque com o sereno tava esfriando. Minha cara já não escondia nada, não sabia como fazer pra tirar minha mulher de perto e ficar só com minha cunhada...
Daí a pouco, ela falou: "Bom, já aguentei o que dava... gordo, termina aí. O vinho tranquilo, deitei na casa da minha avó com os caras.
JOIA! Falei eu, a cunhada disse: Vou ficar mais um pouco até acabar o vinho e vou pra casa também.
Minha mulher se despediu e foi pra frente.
No instante que fechou a porta, eu sorri e minha cunhada me viu.
- Que foi, cunhado? O que te deu?
- Nada, nada - falei eu... tô mamado já, é só isso.
- Beleza, então manda ver no vinho que tô cansada pra caralho - ela disse, tocando a barriga com as duas mãos.
- Tá chutando muito? - perguntei eu.
- Tá, tá terrível já, não cabe mais na barriga, coitado, deve estar sem espaço.
- Deixa eu ver - falei eu, levantei, contornei a mesa e sentei do lado dela.
Com uma mão, segurava o vinho, e com a outra comecei a tocar a barriga pra ver se sentia os movimentos...
- E aí, sente? - ela disse.
- Sinto, um pouco sim... - eu tava com os olhos fixos nas tetas e na cara, já não tava ligando pra nada.
Comecei a acariciar a barriga pra cima e pra baixo, já tentando mexer alguma coisa... e minha cunhada começou a rir.
- Sempre igual você, hein, não liga nem pra casa dos meus pais, nem pra minha irmã, nem pra barriga... nada.
Perguntei: E você, por que ficou comigo, se já sabe como eu sou, ainda mais depois de tomar dois litros de vinho?
Continuei acariciando a barriga... ela colocou a mão dela sobre a minha e me guiou pro lado, onde tava sentindo o chute do meu sobrinho.
Fiz cara de impressionado e falei: Uuuh, que foda esse moleque, quer sair já.
Continuamos falando besteira enquanto eu sentia ele chutar, e ela continuava guiando minha mão pra sentir o pequeno.
Num desses movimentos procurando o chute, ela levou minha mão pra cima pra sentir a perna, e minha mão ficou apertada entre a barriga e as tetas. De pouco em pouco, comecei a acariciar a barriga, e de leve acariciava as tetas com a parte de cima da mão... ela ficava olhando como se nada. Num desses movimentos, virei a mão e comecei a tocar com a palma já, como se tivesse pesando a teta, sem nenhum escrúpulo... ela ficou me olhando. Olhando fixo, e de repente ela se levantou e foi buscar refrigerante.
Eu fiquei atrás dela, me apoiei na mesa esperando ela voltar.
Quando voltou, se virou e ficou encostada em mim, pegou minhas mãos e colocou de novo as duas na barriga dela. Já com a bunda dela roçando na minha pica, comecei a viajar, acariciava a barriga dela e fazia movimentos de pelve pra ela sentir o que tava me causando... ela começou a se mexer um pouco também, e as mãos cada vez apertavam mais minha barriga, mexia a cabeça... de repente, uma das mãos dela se entrelaçou com a minha e levou até o peito, já sem nenhum tipo de sutiã... comecei a apertar de verdade, massageando o peito dela e acariciando a barriga com a outra. Ela virou a cabeça de lado e comecei a beijar o pescoço dela, primeiro com os lábios, e depois com a língua, passando por todo o pescoço, apertando bem forte os peitos dela, deixando cair gotas de porra no vestido. Ela com a mão livre começou a pegar no meu pau, e a desabotoar minha calça... daí pra frente fodeu tudo, virei a cabeça dela e meti com mais vontade do que nunca, tava explodindo, minhas mãos já tinham descido as duas e eu tava levantando o vestido, apertando aquela bunda linda dela... ela quase gemendo, toda tesuda, chupava minha língua sem parar...
Começou a me bater uma punheta enquanto eu abria a bunda dela e apalpava a buceta já toda molhada, viramos, ela se apoiou com cuidado na mesa pra barriga não bater, e sem mais, começamos a foder como nunca. Apertando os peitos, saltava porra pra todo lado, eu enfiava a mão na boca dela e ela chupava meus dedos como se fosse a melhor pica do mundo, a gente tava encharcado. Ela separava as nádegas e gemia como nunca tinha ouvido ninguém gemir... foi uma das melhores gozadas da minha vida. Antes de gozar, ela tirou a pica da buceta e sentou no banquinho... toda descabelada, com os peitos pra fora do vestido, me puxou pelas costas e começou a chupar como nunca. Descarada... coloquei minhas mãos na cabeça dela e ela apertou o nariz contra minha pélvis o máximo que podia. Quando eu estava prestes a soltar toda a porra, a putinha me afastou e passou o vestido por cima da cabeça... Ela começou a me punhetar de boca aberta e língua pra fora. Quando meu gemido começou a mostrar que eu ia gozar, ela arreganhou o peito e se encheu as tetas e a barriga de porra. Tava alucinada, a quantidade de porra que joguei nela foi algo inacreditável... Os segundos depois de gozar me pegaram sem jeito, não sabia pra onde correr, se ajudava ela a se limpar ou o quê... Minha cunhada agarrou minha pica, me deu um beijo na ponta secando a pouca porra que tinha sobrado e disse:
— Como eu senti sua falta, filho da puta... vou dormir.
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