Meu marido me esquentava pelo telefone enquanto trabalhava fora da cidade, o vizinho percebeu e aproveitou pra me foder e encher de porra.
Somos um casal na faixa dos 40 anos, do norte do México. Meu marido é um pouco mais novo que eu. Me considero gostosa, com peitões grandes, sempre malhei e caminhava muito, então tenho pernas grossas. Meu marido diz que minha bunda é de concurso.
Ele foi trabalhar comissionado no sul por algumas semanas, e a gente passava a madrugada falando no telefone nos fins de semana. Numa segunda-feira, fui deixar o menino na escola e, na volta, o vizinho de trás — a casa dele e a nossa são separadas por um muro baixinho — estava deitado na rede como de costume. Eu saí pra estender roupa. Ele tem quase a nossa idade, talvez um pouco mais velho, mas também é casado e tem filhos. A vizinha trabalha e quase nunca está em casa.
Começamos a conversar. Ele perguntou:
— Vizinha, o que houve? E seu marido?
— Edgar! Como vai? Ele tá viajando a trabalho.
— Nossa, tá sozinha? Não tem medo?
— Ah, já tô acostumada.
— Tá bem, vizinha. Qualquer coisa que precisar, tamo aí.
Um desses dias, ouvi a vizinha, a esposa dele, gemendo e pedindo mais pica. Já tava há duas semanas sem meu macho e comecei a me tocar. Tirei o shortinho e a saia, afastei a fio dental e comecei a me dedilhar na cama. Tava escorrendo. Meu marido me comprou um vibrador pra quando ele não tá. Comecei a tocar meu clitóris com o vibrador e, com a outra mão, apertava meus peitos. Quando já tava pronta pra gozar, enfiei o consolo inteiro enquanto terminava e gritava que nem uma louca.
Mas não fiquei satisfeita. Minha pepita doía, tava precisando de uma pica de verdade pra me aliviar. No dia seguinte, cedo, tava conversando com o Edgar, o vizinho. Não sei se ele ouviu meus gemidos da noite anterior. No começo, fiquei com vergonha.
— Edgar, sua esposa não fica brava porque a gente conversa?
— Fica, vizinha, mas eu não conto nada, a menos que você vá contar.
— Ah, não, como cê acha, Edgar?
— E depois, o que eu digo pro meu marido?
Ficamos vendo uns memes no WhatsApp e aí... Foi meu erro, dei meu número pra ele me mandar os vídeos.
Bom, vizinho, já vou começar a limpar. Quando me virei, vi ele olhando pra minhas pernas e minha bunda através do meu short.
Ele foi pra rede e dormiu, tava só de short e camiseta. Não consegui evitar de ver que o pau dele tava saindo, e fiquei uns segundos olhando. Me toquei e desviei o olhar, mas não consegui esquecer os gritos da vizinha. Pensei: se o filho da puta já deu uma olhada em mim, agora é minha vez. Continuei olhando disfarçadamente, e ele se ajeitou mais, deixando as bolas também de fora. Eu não conseguia parar de olhar aquela delícia, um pau branco e parecia grande. Me escondi atrás de uma árvore pra não ser vista caso a esposa dele aparecesse. Aí comecei a me tocar olhando pra ele, já tava muito excitada. Tava tão concentrada espiando que nem percebi que ele tava acordado e me olhando. Que vergonha, mas ele continuou me dando aquele show. Se ajeitou pra levantar o short e começou a tocar o pau dele. Vi como ele endureceu e começou a se masturbar devagarzinho. A cabecinha dele tava bem molhada cada vez que ele puxava a pele, e ele sacudia de vez em quando. Com o que eu vi, já tinha material pra me masturbar de novo, então me abaixei e fui de gatas pra ele não me ver, porque fiquei com vergonha de sair andando.
À noite, saí rápido pra tirar a roupa seca e, quando entrei em casa, encontrei duas calcinhas minhas cheias de sêmen.
Ainda tava fresco e cheirava gostoso. Ele tinha limpado o pau nas minhas calcinhas. Fui dar jantar pro meu filho e já tava doida pra ele dormir, porque queria continuar cheirando o cheiro dele igual uma puta.
Comecei a cheirar o sêmen dele e lamber o que consegui resgatar enquanto me tocava na minha pepita, lembrando como ele mexia o pau. Coloquei uma das calcinhas e puxei pro lado, comecei a me tocar com meu amiguinho, o vibrador. Meu cochinho escorria muito até eu gozar. Não tomei banho, queria ficar com o cheiro do sêmen dele no meu cochinho. Andei assim o dia inteiro com a fio dental vestida. De tarde, saí e vi ele olhando pra minha bunda enquanto eu tava no tanque. Eu tava de saia curta e, enquanto ele me olhava, eu abaixei a fio dental. Ele ficou de boca aberta. Me fiz de desentendida, como se não tivesse visto, e deixei a fio dental pendurada perto do lugar onde ele pudesse pegar. Saí rápido pra ver ele pela janela.
Ele pegou e não devolveu mais, o filho da puta. Ficou cheirando escondido no quintal dele.
De noite, chegou um WhatsApp e era ele. Mandou a foto da minha fio dental. Eu respondi: "Já que é vizinho, passa lá onde deixei minha fio dental, senão a sua esposa vai te dar uma bronca." Ele escreveu: "O cheiro dela é mais gostoso que o da minha esposa." E mandou outra foto da minha fio dental enrolada no pau dele. Naquela noite, fiquei muito excitada. Ouvi a vizinha gemendo e pedindo mais. Espiei pela janela: eles estavam com a porta aberta, e a esposa dele tava de quatro num móvel, recebendo o pau inteiro. Senti ciúmes, porque sabia que aquela transa era minha. Então, meu amigo consolo pagou o pato.
No dia seguinte, nós dois conversamos normal. Eu tava meio séria e envergonhada, mas tentei pegar a mesma atitude que ele.
Dessa vez, eu não tava de sutiã e dava pra ver meus peitos empinados. Tava com eles altos, já tava precisando de macho.
Deixei roupa de novo de propósito e, quando fui buscar, já não tava mais. Fiquei de olho pra quando ele fosse devolver. Mandei um WhatsApp: "Vizinho, o que cê fez com minha fio dental? Me devolve, por favor?" Ele me mandou um vídeo dele se masturbando e enchendo minha fio dental de porra.
Saí rápido pro quintal e ela já tava lá pendurada, escorrendo. Era muita porra. Passei ela na minha pepita e no consolo e comecei a meter. Queria ter o pau do Edgar dentro de mim e castigar ele por me deixar tão excitada.
Passou mais uma semana, e ele me mandava mensagens, mas eu não respondia. Ele pedia outra fio dental pra encher de porra, mas eu não aceitei.
Uma noite, meu marido me ligou e começou a me excitar, dizendo que queria lamber minha pepita e me fazer gozar como uma puta. E eu comecei a... Me tocar, eu falei, Papai, que delícia de coisas você diz, como você quer me comer? Ele me esquentou e se esquentou também até gozar.
Ele perguntou se eu tinha gozado, eu falei: não consigo, e tô bem quente, mas preciso de uma rola, papi, pra poder gozar.
Vou te falar uma coisa e você não fica bravo? Ele disse que sim, e contei que o vizinho, Edgar, me mostra a rola dele e me esquenta. Ele perguntou se eu tava afim de transar com ele, eu falei: sim, papi, quero comer a rola dele com a minha bucetinha. Ele disse que eu tinha permissão pra ver ele, mas que ligasse pra ele quando estivesse com o Edgar, queria saber onde e o que a gente fazia.
Edgar tava mandando WhatsApp ao mesmo tempo e me disse que queria uma calcinha fio-dental pra encher de porra. Ele me mandou uma foto da rola dele. Eu continuei quente aquela noite, respondi e falei que a calcinha tava no meu quintal. Saí vestida com uma minissaia e uma blusa decotada que levantava meus peitos. Nisso, Edgar saiu e pulou pro meu quintal, ficou procurando a calcinha e levou um susto ao me ver: "Sônia, e minha calcinha?" Eu falei:
Tô usando ela. Quer encher de porra? Levantei a saia e me virei. Ele começou a lamber minhas nádegas, me inclinou e puxou minha calcinha pro lado, passava a língua e enfiava no meu cu.
Enquanto apalpava minha pepita por cima da calcinha.
Convidei ele pra minha cama, onde me deitei de barriga pra cima e liguei pro meu marido pra pedir permissão. Falei: Papai, já tô com o Edgar.
Ele respondeu: "Putona, tão rápido? A gente acabou de falar."
É que quero gozar, meu amor, quero que você chupa minha pepita.
Edgar me colocou por cima dele num 69. Eu só tinha permissão pra ele chupar minha pepita, mas não pra chupar a dele.
Falei pro meu marido: Papai, tô montada na cara do Edgar e ele tá comendo sua coisinha.
Coloquei o celular atrás pra ele ouvir como a língua dele espirrava quando passava em mim. Eu me contorcia na cara dele, gemia, sentava e me mexia em círculos na cara dele, tentando sufocá-lo, queria comer ele inteiro.
Enquanto contava pro meu marido:
Papai, tô escorrendo e O vizinho tá lambendo meu suquinho, tá chupando minha buceta bem gostoso, aaay, papai!
Edgar, o vizinho, abria minhas nádegas enquanto me lambia e me empinava, eu ficava de frente pro pau dele, que já tava molhado.
Enquanto ele enfiava a língua na minha pepita e mexia no meu clitóris, quando senti que ia gozar, peguei o pau dele e comecei a acariciar.
Falei pro Edgar:
Vizinho, que pau gostoso você tem, cheiroso pra caralho, e acariciei os ovos dele. Ele respondeu:
Guarda a porra pra você, vizinha, essa semana não vou dar pra minha esposa.
Enquanto ele continuava chupando minha bucetinha,
Eu fiquei mais tesuda e respondi: AAAhy, papai!! guardou pra mim?
Ele disse:
Sim, vizinha, a porra é sua.
Desci a pele do pau dele devagar, com cuidado porque tenho unhas compridas, enquanto com o dedo tocava a cabecinha molhada dele. Me aproximei pra cheirar e lembrou o cheiro que deixava na minha calcinha fio dental, foi muito erótico. Eu ainda tava vestida de tanga e minissaia.
Meu marido tava ouvindo tudo e falou: Lembra, mami, que você não tem permissão pra transar, só putaria e pra ele te masturbar até você gozar.
Eu já tava gozando e gritei: Pappiii! que gostoso você tá, assim chupa minha bucetinha, cê gosta?
E o vizinho continuava roubando o suquinho que saía da minha pepita e que era pro meu marido.
O pau do Edgar, o vizinho, pulsava e se mexia procurando minha boca, às vezes roçava nos meus lábios e eu aproveitava pra provar o suquinho dele.
Eu perdi o controle e falei pro meu marido no telefone: Já tá me fazendo gozar, papai, não tem medo de eu dar o cu pra outro macho?
Meu marido respondeu: Por isso você não tem permissão pra transar, sua puta, nenhum outro pau pode entrar na sua perereca, mami.
Eu fiquei tão tesuda que deixei o pau do Edgar tocar minha boca, e dessa vez não me afastei. Comecei a passar a língua na cabecinha dele, que mal cabia na minha boca, sem falar nada pro meu marido. Limpei bem o pau dele e comecei a chupar.
Agora era minha vez de agradecer por ele ter me feito gozar jorrando e tão gostoso, queria o leite grosso dele igual ele fazia nas minhas calcinhas fio dental, de vez em quando eu falava pro meu marido que o vizinho continuava vidrado na minha pepita, depois de um bom tempo chupando o pau dele na minha boca, ele começou a meter mais rápido e eu soube que ia gozar, continuei chupando e ele abria minhas nádegas e esfregava meu rabo na cara dele.
segurei os ovos dele com uma mão e sem tirar a boca do pau dele senti ele bombando o leite, que era muito, tentei engolir tudo mas um pouco escapou da minha boca.
A gente tirou a roupa e trocou de posição, só eu fiquei com a calcinha fio dental, o vizinho me sentou em cima dele esfregando o pau na minha bocetinha, enquanto ele descansava e se recuperava, coloquei os peitos na cara dele pra ele curtir de prêmio, e enquanto ele chupava meus peitos falou:
Vizinha, por que não tira a calcinha fio dental? Tá atrapalhando.
Não vai encher ela de leite, vizinho? Bom, dessa vez me respinga assim mesmo.
fiquei com ela.
Eu mantinha meu marido informado, falei que o vizinho tava chupando meus peitos, mas não contei que tinha engolido o leite dele.
Comecei a ficar com tesão de novo enquanto o vizinho esfregava o pau na minha pepita, ele tava deixando o cheiro dele e eu queria mandar pra vizinha com cheiro de mim.
queria cuidar daquele pau pra sempre.
Vizinho, o que cê tá fazendo? Não vai meter, não tenho permissão do meu marido.
já tava com o pau encharcado do meu melzinho.
Ele falou:
Tenho mais leite, a senhora quer, vizinha?
Sim, vizinho, quero seu leite.
Ele continuou esfregando o pau no meu clitóris até eu começar a gemer, quase explodindo e gozando, meu marido me ouvia no telefone e dizia que também tava se masturbando.
Edgar colocou o pau na entrada da minha pepita enquanto chupava meus peitos e falou:
Quer meu leite, vizinha?
Sim, papai, me dá tudo.
Tem que merecer, vizinha, sobe no meu pau e tira ele sentando.
Eu falei:
Não, papai!! Não tenho permissão pra transar, não me castiga sem o leite.
Ele tava com o pau pronto na entrada da minha pepita e queria me comer.
Continuou esfregando. Me esfregando e me molhava mais.
"Seu vizinho, meu marido vai perceber que enfiaram o pau em mim, ele é grande e eu vou sentir o cheiro do seu gozo."
Ele me disse que não ia gozar dentro de mim, que precisava que eu ajudasse a tirar o gozo.
Eu falei: "Me abre as nádegas, vizinho." Ele me agarrou e começou a apalpar e molhar minha bunda, e começou a enfiar os dedos, enquanto tentava me forçar a enfiar o pau dele na minha buceta.
Depois de um tempo de putaria, peguei o pau dele, estava bem molhada e comecei a esfregar ele na minha bunda, só falei pro meu marido que estava me esfregando nele, comecei a enfiar devagar.
Primeiro só a cabecinha, eu gemia de prazer, sentia o formato da cabecinha entrando e saindo, sentia as veias dele e como pulsava dentro do meu cu, depois comecei a cavalgar mais rápido.
O vizinho me disse:
"Que apertadinha essa vizinha, não disse que não tinha permissão pra comer pau nenhum? E se foda-se seu gozo e eu te engravidar?"
Eu falei:
"Se não tenho permissão pra transar pela minha pepita, é por isso que estou comendo ele com meu cu, vizinho.
Ai que pau gostoso, me arrebenta o cu, vizinho, que inveja da sua esposa."
Quando eu disse que estava transando pelo cu.
Ele continuou metendo, mas com as mãos tocou meu clitóris e enfiou os dedos na minha pepita.
Ele abriu minhas nádegas e bombou mais forte.
Me colocou de quatro e enfiou o pau dele devagar de novo, me agarrou pela cintura e começou a meter forte enquanto eu gemia e gritava de prazer.
"Assim, me mete, vizinho, quero que você sempre venha me comer quando meu marido não estiver."
"Ele está me arrebentando o cu", falei pro meu marido no telefone.
"A culpa é sua, papai, por me dar permissão."
"O pau dele é bem gostoso igual ao seu."
"Você vai deixar ele me comer quando você estiver aqui? Quero os dois paus pra mim."
"Quero ser sua puta também."
"Aaai, papai, que forte que ele me dá."
"Quero que você veja como ele me fode."
Meu vizinho parou de se mexer, mas eu continuei me enfiando sozinha, senti ele me agarrar e apertar meus peitos e começar a bombar de novo. Duro, ele ficou parado e eu falei:
"O que foi, vizinho? Não goza dentro, senão meu marido vai sentir o cheiro quando voltar."
Senti ele bombando o leite dele no meu cu e ele ficou enfiado dentro de mim.
O pau dele ainda pulsava, e minhas pernas doíam de tanto levar porrada.
Quando ele tirou de dentro, o gozo começou a escorrer pelas minhas pernas.
Guardei a calcinha fio-dental que usei naquela noite pro meu marido. Quando ele voltou, me castigou como uma puta.
Já não como mais o vizinho, mas sempre que posso, deixo uma calcinha pra ele, e ele me devolve toda cheia do leitinho dele.
Ele foi trabalhar comissionado no sul por algumas semanas, e a gente passava a madrugada falando no telefone nos fins de semana. Numa segunda-feira, fui deixar o menino na escola e, na volta, o vizinho de trás — a casa dele e a nossa são separadas por um muro baixinho — estava deitado na rede como de costume. Eu saí pra estender roupa. Ele tem quase a nossa idade, talvez um pouco mais velho, mas também é casado e tem filhos. A vizinha trabalha e quase nunca está em casa.
Começamos a conversar. Ele perguntou:
— Vizinha, o que houve? E seu marido?
— Edgar! Como vai? Ele tá viajando a trabalho.
— Nossa, tá sozinha? Não tem medo?
— Ah, já tô acostumada.
— Tá bem, vizinha. Qualquer coisa que precisar, tamo aí.
Um desses dias, ouvi a vizinha, a esposa dele, gemendo e pedindo mais pica. Já tava há duas semanas sem meu macho e comecei a me tocar. Tirei o shortinho e a saia, afastei a fio dental e comecei a me dedilhar na cama. Tava escorrendo. Meu marido me comprou um vibrador pra quando ele não tá. Comecei a tocar meu clitóris com o vibrador e, com a outra mão, apertava meus peitos. Quando já tava pronta pra gozar, enfiei o consolo inteiro enquanto terminava e gritava que nem uma louca.
Mas não fiquei satisfeita. Minha pepita doía, tava precisando de uma pica de verdade pra me aliviar. No dia seguinte, cedo, tava conversando com o Edgar, o vizinho. Não sei se ele ouviu meus gemidos da noite anterior. No começo, fiquei com vergonha.
— Edgar, sua esposa não fica brava porque a gente conversa?
— Fica, vizinha, mas eu não conto nada, a menos que você vá contar.
— Ah, não, como cê acha, Edgar?
— E depois, o que eu digo pro meu marido?
Ficamos vendo uns memes no WhatsApp e aí... Foi meu erro, dei meu número pra ele me mandar os vídeos.
Bom, vizinho, já vou começar a limpar. Quando me virei, vi ele olhando pra minhas pernas e minha bunda através do meu short.
Ele foi pra rede e dormiu, tava só de short e camiseta. Não consegui evitar de ver que o pau dele tava saindo, e fiquei uns segundos olhando. Me toquei e desviei o olhar, mas não consegui esquecer os gritos da vizinha. Pensei: se o filho da puta já deu uma olhada em mim, agora é minha vez. Continuei olhando disfarçadamente, e ele se ajeitou mais, deixando as bolas também de fora. Eu não conseguia parar de olhar aquela delícia, um pau branco e parecia grande. Me escondi atrás de uma árvore pra não ser vista caso a esposa dele aparecesse. Aí comecei a me tocar olhando pra ele, já tava muito excitada. Tava tão concentrada espiando que nem percebi que ele tava acordado e me olhando. Que vergonha, mas ele continuou me dando aquele show. Se ajeitou pra levantar o short e começou a tocar o pau dele. Vi como ele endureceu e começou a se masturbar devagarzinho. A cabecinha dele tava bem molhada cada vez que ele puxava a pele, e ele sacudia de vez em quando. Com o que eu vi, já tinha material pra me masturbar de novo, então me abaixei e fui de gatas pra ele não me ver, porque fiquei com vergonha de sair andando.
À noite, saí rápido pra tirar a roupa seca e, quando entrei em casa, encontrei duas calcinhas minhas cheias de sêmen.
Ainda tava fresco e cheirava gostoso. Ele tinha limpado o pau nas minhas calcinhas. Fui dar jantar pro meu filho e já tava doida pra ele dormir, porque queria continuar cheirando o cheiro dele igual uma puta.
Comecei a cheirar o sêmen dele e lamber o que consegui resgatar enquanto me tocava na minha pepita, lembrando como ele mexia o pau. Coloquei uma das calcinhas e puxei pro lado, comecei a me tocar com meu amiguinho, o vibrador. Meu cochinho escorria muito até eu gozar. Não tomei banho, queria ficar com o cheiro do sêmen dele no meu cochinho. Andei assim o dia inteiro com a fio dental vestida. De tarde, saí e vi ele olhando pra minha bunda enquanto eu tava no tanque. Eu tava de saia curta e, enquanto ele me olhava, eu abaixei a fio dental. Ele ficou de boca aberta. Me fiz de desentendida, como se não tivesse visto, e deixei a fio dental pendurada perto do lugar onde ele pudesse pegar. Saí rápido pra ver ele pela janela.
Ele pegou e não devolveu mais, o filho da puta. Ficou cheirando escondido no quintal dele.
De noite, chegou um WhatsApp e era ele. Mandou a foto da minha fio dental. Eu respondi: "Já que é vizinho, passa lá onde deixei minha fio dental, senão a sua esposa vai te dar uma bronca." Ele escreveu: "O cheiro dela é mais gostoso que o da minha esposa." E mandou outra foto da minha fio dental enrolada no pau dele. Naquela noite, fiquei muito excitada. Ouvi a vizinha gemendo e pedindo mais. Espiei pela janela: eles estavam com a porta aberta, e a esposa dele tava de quatro num móvel, recebendo o pau inteiro. Senti ciúmes, porque sabia que aquela transa era minha. Então, meu amigo consolo pagou o pato.
No dia seguinte, nós dois conversamos normal. Eu tava meio séria e envergonhada, mas tentei pegar a mesma atitude que ele.
Dessa vez, eu não tava de sutiã e dava pra ver meus peitos empinados. Tava com eles altos, já tava precisando de macho.
Deixei roupa de novo de propósito e, quando fui buscar, já não tava mais. Fiquei de olho pra quando ele fosse devolver. Mandei um WhatsApp: "Vizinho, o que cê fez com minha fio dental? Me devolve, por favor?" Ele me mandou um vídeo dele se masturbando e enchendo minha fio dental de porra.
Saí rápido pro quintal e ela já tava lá pendurada, escorrendo. Era muita porra. Passei ela na minha pepita e no consolo e comecei a meter. Queria ter o pau do Edgar dentro de mim e castigar ele por me deixar tão excitada.
Passou mais uma semana, e ele me mandava mensagens, mas eu não respondia. Ele pedia outra fio dental pra encher de porra, mas eu não aceitei.
Uma noite, meu marido me ligou e começou a me excitar, dizendo que queria lamber minha pepita e me fazer gozar como uma puta. E eu comecei a... Me tocar, eu falei, Papai, que delícia de coisas você diz, como você quer me comer? Ele me esquentou e se esquentou também até gozar.
Ele perguntou se eu tinha gozado, eu falei: não consigo, e tô bem quente, mas preciso de uma rola, papi, pra poder gozar.
Vou te falar uma coisa e você não fica bravo? Ele disse que sim, e contei que o vizinho, Edgar, me mostra a rola dele e me esquenta. Ele perguntou se eu tava afim de transar com ele, eu falei: sim, papi, quero comer a rola dele com a minha bucetinha. Ele disse que eu tinha permissão pra ver ele, mas que ligasse pra ele quando estivesse com o Edgar, queria saber onde e o que a gente fazia.
Edgar tava mandando WhatsApp ao mesmo tempo e me disse que queria uma calcinha fio-dental pra encher de porra. Ele me mandou uma foto da rola dele. Eu continuei quente aquela noite, respondi e falei que a calcinha tava no meu quintal. Saí vestida com uma minissaia e uma blusa decotada que levantava meus peitos. Nisso, Edgar saiu e pulou pro meu quintal, ficou procurando a calcinha e levou um susto ao me ver: "Sônia, e minha calcinha?" Eu falei:
Tô usando ela. Quer encher de porra? Levantei a saia e me virei. Ele começou a lamber minhas nádegas, me inclinou e puxou minha calcinha pro lado, passava a língua e enfiava no meu cu.
Enquanto apalpava minha pepita por cima da calcinha.
Convidei ele pra minha cama, onde me deitei de barriga pra cima e liguei pro meu marido pra pedir permissão. Falei: Papai, já tô com o Edgar.
Ele respondeu: "Putona, tão rápido? A gente acabou de falar."
É que quero gozar, meu amor, quero que você chupa minha pepita.
Edgar me colocou por cima dele num 69. Eu só tinha permissão pra ele chupar minha pepita, mas não pra chupar a dele.
Falei pro meu marido: Papai, tô montada na cara do Edgar e ele tá comendo sua coisinha.
Coloquei o celular atrás pra ele ouvir como a língua dele espirrava quando passava em mim. Eu me contorcia na cara dele, gemia, sentava e me mexia em círculos na cara dele, tentando sufocá-lo, queria comer ele inteiro.
Enquanto contava pro meu marido:
Papai, tô escorrendo e O vizinho tá lambendo meu suquinho, tá chupando minha buceta bem gostoso, aaay, papai!
Edgar, o vizinho, abria minhas nádegas enquanto me lambia e me empinava, eu ficava de frente pro pau dele, que já tava molhado.
Enquanto ele enfiava a língua na minha pepita e mexia no meu clitóris, quando senti que ia gozar, peguei o pau dele e comecei a acariciar.
Falei pro Edgar:
Vizinho, que pau gostoso você tem, cheiroso pra caralho, e acariciei os ovos dele. Ele respondeu:
Guarda a porra pra você, vizinha, essa semana não vou dar pra minha esposa.
Enquanto ele continuava chupando minha bucetinha,
Eu fiquei mais tesuda e respondi: AAAhy, papai!! guardou pra mim?
Ele disse:
Sim, vizinha, a porra é sua.
Desci a pele do pau dele devagar, com cuidado porque tenho unhas compridas, enquanto com o dedo tocava a cabecinha molhada dele. Me aproximei pra cheirar e lembrou o cheiro que deixava na minha calcinha fio dental, foi muito erótico. Eu ainda tava vestida de tanga e minissaia.
Meu marido tava ouvindo tudo e falou: Lembra, mami, que você não tem permissão pra transar, só putaria e pra ele te masturbar até você gozar.
Eu já tava gozando e gritei: Pappiii! que gostoso você tá, assim chupa minha bucetinha, cê gosta?
E o vizinho continuava roubando o suquinho que saía da minha pepita e que era pro meu marido.
O pau do Edgar, o vizinho, pulsava e se mexia procurando minha boca, às vezes roçava nos meus lábios e eu aproveitava pra provar o suquinho dele.
Eu perdi o controle e falei pro meu marido no telefone: Já tá me fazendo gozar, papai, não tem medo de eu dar o cu pra outro macho?
Meu marido respondeu: Por isso você não tem permissão pra transar, sua puta, nenhum outro pau pode entrar na sua perereca, mami.
Eu fiquei tão tesuda que deixei o pau do Edgar tocar minha boca, e dessa vez não me afastei. Comecei a passar a língua na cabecinha dele, que mal cabia na minha boca, sem falar nada pro meu marido. Limpei bem o pau dele e comecei a chupar.
Agora era minha vez de agradecer por ele ter me feito gozar jorrando e tão gostoso, queria o leite grosso dele igual ele fazia nas minhas calcinhas fio dental, de vez em quando eu falava pro meu marido que o vizinho continuava vidrado na minha pepita, depois de um bom tempo chupando o pau dele na minha boca, ele começou a meter mais rápido e eu soube que ia gozar, continuei chupando e ele abria minhas nádegas e esfregava meu rabo na cara dele.
segurei os ovos dele com uma mão e sem tirar a boca do pau dele senti ele bombando o leite, que era muito, tentei engolir tudo mas um pouco escapou da minha boca.
A gente tirou a roupa e trocou de posição, só eu fiquei com a calcinha fio dental, o vizinho me sentou em cima dele esfregando o pau na minha bocetinha, enquanto ele descansava e se recuperava, coloquei os peitos na cara dele pra ele curtir de prêmio, e enquanto ele chupava meus peitos falou:
Vizinha, por que não tira a calcinha fio dental? Tá atrapalhando.
Não vai encher ela de leite, vizinho? Bom, dessa vez me respinga assim mesmo.
fiquei com ela.
Eu mantinha meu marido informado, falei que o vizinho tava chupando meus peitos, mas não contei que tinha engolido o leite dele.
Comecei a ficar com tesão de novo enquanto o vizinho esfregava o pau na minha pepita, ele tava deixando o cheiro dele e eu queria mandar pra vizinha com cheiro de mim.
queria cuidar daquele pau pra sempre.
Vizinho, o que cê tá fazendo? Não vai meter, não tenho permissão do meu marido.
já tava com o pau encharcado do meu melzinho.
Ele falou:
Tenho mais leite, a senhora quer, vizinha?
Sim, vizinho, quero seu leite.
Ele continuou esfregando o pau no meu clitóris até eu começar a gemer, quase explodindo e gozando, meu marido me ouvia no telefone e dizia que também tava se masturbando.
Edgar colocou o pau na entrada da minha pepita enquanto chupava meus peitos e falou:
Quer meu leite, vizinha?
Sim, papai, me dá tudo.
Tem que merecer, vizinha, sobe no meu pau e tira ele sentando.
Eu falei:
Não, papai!! Não tenho permissão pra transar, não me castiga sem o leite.
Ele tava com o pau pronto na entrada da minha pepita e queria me comer.
Continuou esfregando. Me esfregando e me molhava mais.
"Seu vizinho, meu marido vai perceber que enfiaram o pau em mim, ele é grande e eu vou sentir o cheiro do seu gozo."
Ele me disse que não ia gozar dentro de mim, que precisava que eu ajudasse a tirar o gozo.
Eu falei: "Me abre as nádegas, vizinho." Ele me agarrou e começou a apalpar e molhar minha bunda, e começou a enfiar os dedos, enquanto tentava me forçar a enfiar o pau dele na minha buceta.
Depois de um tempo de putaria, peguei o pau dele, estava bem molhada e comecei a esfregar ele na minha bunda, só falei pro meu marido que estava me esfregando nele, comecei a enfiar devagar.
Primeiro só a cabecinha, eu gemia de prazer, sentia o formato da cabecinha entrando e saindo, sentia as veias dele e como pulsava dentro do meu cu, depois comecei a cavalgar mais rápido.
O vizinho me disse:
"Que apertadinha essa vizinha, não disse que não tinha permissão pra comer pau nenhum? E se foda-se seu gozo e eu te engravidar?"
Eu falei:
"Se não tenho permissão pra transar pela minha pepita, é por isso que estou comendo ele com meu cu, vizinho.
Ai que pau gostoso, me arrebenta o cu, vizinho, que inveja da sua esposa."
Quando eu disse que estava transando pelo cu.
Ele continuou metendo, mas com as mãos tocou meu clitóris e enfiou os dedos na minha pepita.
Ele abriu minhas nádegas e bombou mais forte.
Me colocou de quatro e enfiou o pau dele devagar de novo, me agarrou pela cintura e começou a meter forte enquanto eu gemia e gritava de prazer.
"Assim, me mete, vizinho, quero que você sempre venha me comer quando meu marido não estiver."
"Ele está me arrebentando o cu", falei pro meu marido no telefone.
"A culpa é sua, papai, por me dar permissão."
"O pau dele é bem gostoso igual ao seu."
"Você vai deixar ele me comer quando você estiver aqui? Quero os dois paus pra mim."
"Quero ser sua puta também."
"Aaai, papai, que forte que ele me dá."
"Quero que você veja como ele me fode."
Meu vizinho parou de se mexer, mas eu continuei me enfiando sozinha, senti ele me agarrar e apertar meus peitos e começar a bombar de novo. Duro, ele ficou parado e eu falei:
"O que foi, vizinho? Não goza dentro, senão meu marido vai sentir o cheiro quando voltar."
Senti ele bombando o leite dele no meu cu e ele ficou enfiado dentro de mim.
O pau dele ainda pulsava, e minhas pernas doíam de tanto levar porrada.
Quando ele tirou de dentro, o gozo começou a escorrer pelas minhas pernas.
Guardei a calcinha fio-dental que usei naquela noite pro meu marido. Quando ele voltou, me castigou como uma puta.
Já não como mais o vizinho, mas sempre que posso, deixo uma calcinha pra ele, e ele me devolve toda cheia do leitinho dele.
4 comentários - Whatsapp com o vizinho gostoso