Olá pessoal, hoje vou contar a vez que fui num sexshop com minha mina.
É sexta à tarde. Tamo fazendo compras na Gran Vía. Passamos do lado de uma loja de fantasias e minha mina ficou olhando uma fantasia de colegial. Ela gostou pra caralho, queria que eu comprasse pra ela.
Mas na hora percebi que era muito vagabunda. Dava pra ver que era barata.
No final, convenci ela a não entrar na loja, porque do outro lado da rua tinha um sexshop. Falei pra ela que lá com certeza tinha algo de mais bom gosto e melhor feito.
Atravessamos a rua e entramos na loja por um corredor escuro e estreito. Parecia um puteiro meia-boca.
No fim do corredor tinha uma porta preta. Batemos e abriram pelo interfone.
Aí passamos pra um quartinho pequeno com luz vermelha fraca. Lá tinha a mercadoria. E mais portas pretas. Numa esquina tava o balcão, atrás o vendedor. Fomos direto nele, perguntando por uns conjuntos sexy pra Jessi.
Minha morena escolheu o de colegial, junto com um conjunto de lingerie preta/branca com meia de renda.
(ela sabe bem o que me excita)
Chegamos no caixa pra pagar, aí me deu na telha comprar um vibrador pra ela. Pra fazer mais jogos sexuais com ela. Sabendo que ela curte ter mais de uma rola ao mesmo tempo, me pareceu uma boa ideia.
Pedimos pra ele mostrar o da segunda prateleira. (Um parecido com meu pau, mas um pouco mais comprido)
Aí perguntei: Onde minha mina pode provar isso? (me referindo à fantasia de colegial)
Fez-se silêncio.
.......
Jessy começou a rir. Foi aí que percebi que o vendedor achou que eu tava falando do consolo.
Na hora corrigi: Tô falando da fantasia, é... ahahahahaha
(Rimos os três)
Ele indicou que, atrás da segunda porta, tinha outro corredor e no fim, um quarto com tranca onde ela podia provar. Mas destacou que não era um provador.
Fomos lá com Jessy e ao entrar percebi que era uma cabine pra ver vídeos pornô.
Trancamos e minha Minha namorada começou a se despir.
Daqui a pouco já estava vestida.
Saia curta xadrez, em cima uma blusa branca apertada nos peitos dela.
Por baixo, usa aquele conjunto preto e branco tão provocante.
O fio dental branco com bordas pretas, ligado por uns fios de tecido às meias pretas de renda.
Aí ela começou a me esquentar, se tocando por cima da blusa. Apertando os peitos um contra o outro.
Depois passa a mão pelas bochechas dela, os lábios.
Então vira de costas, empinando a bunda e levanta a saia perguntando:
Jessi: Cê gosta como o fio dental fica em mim? Ele deixa minha bunda bonita?
Aí ouve uma voz atrás da parede: Cê tá uma delícia, gata!
Jessy tapou a bunda rapidinho e ficou toda vermelha.
Eu sabia o que tava rolando (era uma cabine com buracos nas paredes, mas Jessy não percebeu esse detalhe).
Eu: É, cê gosta da minha mina? Que striptease que ela deu...
Desconhecido: Ela é incrível, não perdi nada.
Jessy começou a esconder o rosto de vergonha. E de novo se aproximou pra me abraçar, de medo ou de tesão, sei lá.
Aí comecei a passar a mão na bunda dela, acariciando bem. Apertando as nádegas dela com força, levantando a saia curta. Sabendo que o homem tava vendo tudo. Ela segurava minhas mãos, tentando me parar.
Então sussurrei: Não tem medo não, tô aqui.
A voz do outro lado do buraco nos interrompeu.
Desconhecido: Posso passar a mão na sua namorada gostosa?
Eu: Claro, é toda sua.
Uma mão começou a aparecer pelo buraco, querendo tocar a bunda da Jessy. Mas não alcançava. Empurrei ela um pouco com meu corpo na direção da mão, enquanto continuava beijando a boca dela.
Levantei a saia dela e falei: Pega, é toda sua.
Jessy logo se deixou levar. Começou a passar a mão no meu volume por cima da calça. Enquanto eu beijava a orelhinha dela, pra deixar ela mais com tesão. Via de canto de olho como a mão do desconhecido tocava a bunda da minha mina. Apertava uma nádega, depois a outra. Jessy começou a empinar mais a bunda na direção do buraco. Enquanto o desconhecido já tava passando a mão na racha dela por por cima da calcinha fio dental.
Desconhecido: Porra, essa mina tá bem molhada. Você já molhou a calcinha rapidinho.
Eu: Sim, essa putinha tá com vontade de rola.
Então a Jessy puxou o fio dental pro lado, deixando à mostra a rachinha linda, molhada e depilada. O cara começou logo a tocar a buceta dela, percebi que ele começou a meter os dedos, porque ela gemia enquanto me beijava. Ela tava super tarada.
Aí eu sussurrei: se comporta com ele, como se fosse eu do outro lado do buraco.
Jessy: certeza?
Ela perguntou com uma voz safada.
Jessy: Tira a mão.
O cara tirou rapidinho.
Então a Jessy abaixou a calcinha fio dental de vez. Ficou só com a saia, blusa e as meias.
Ela se aproximou do buraco e se agachou de pernas abertas. Deixando a buceta bem aberta e molhada à mostra. Começou a passar a mão na blusa. Juntava os peitos, depois passava a mão na rata. Pra depois levar os dedos molhados na boca. Chupava eles como se fosse meu pau, olhando pro buraco. Saboreando os sucos dela com a boca e fazendo carinhas pro desconhecido. Deixando ele mais tarado.
Enquanto isso, eu já tava com o pau pra fora, batendo uma.
Jessy: Você vai me dar o seu pau? Tô com vontade de chupar.
Então eu cheguei perto dela e ela pegou no meu pau com a mão e começou a me masturbar.
Ela continuou perguntando enquanto me batia uma: Você vai me dar o pau?
Desconhecido: Sim, pega tudo pra você.
Aí apareceu um pau grande e grosso, mais grosso que o meu. Minha namorada foi logo nele e enfiou tudo na boquinha dela. Ficou assim por um bom tempo. Até soltar. Pra depois enfiar de novo.
Eu: Se comporta com esse pau, Jessica. Chupa até o fundo, igual uma putinha.
Ao ouvir isso, o desconhecido começou a se animar também. E a falar putaria pra minha namorada.
Desconhecido: Isso, chupa igual uma puta, me lambe bem, puta!
A Jessy começou a trabalhar. Enfiava ele inteiro na boca, chegava com os lábios até a madeira da parede. Gemia com o pau do desconhecido na boca. Me olhando com aquela carinha de puta que ela faz. quando ela chupa. Mas comigo ela não chupava, só me batia uma. Eu tava super tarado. Ela queria que eu virasse ela com a bunda pro buraco. E foi o que eu fiz, pra ela cuidar só do meu pau.
Eu: Vira com a bunda pro buraco, vai dar a rachinha pra ele abrir.
Jessy virou na hora pro pau do desconhecido. Segurou ele com a mão e guiou pra rachinha dela. Passou a ponta do pau, que babou antes, na rachinha dela. Depois apoiou a ponta do pau do desconhecido na entrada da buceta dela. O cara começou a enfiar o pau na buceta da minha mina.
Enquanto isso, eu dava tapas na bunda dela e falava:
— Isso, sua putinha, cê gosta desse pau, hein?
Ela não dizia nada, só gemia cada vez mais.
Aí cuspi na bunda dela, vi a saliva escorrendo até o cu dela e chegando na buceta enquanto o pau enfiava nela. Dei outro tapa e falei: Agora você vai se afogar no meu pau.
Fui pra frente dela e comecei a meter direto na boca dela.
Ela não resistia muito, dava pra ver que tava com tesão. Segurava ela pelo rabo de cavalo enquanto enfiava na boca dela. Cada empurrão que eu dava, enfiava o pau mais fundo, mas ela recuava o corpo pro pau do desconhecido e engolia ele mais pra dentro da buceta. Apalpei os peitos dela enquanto ela se afogava no meu pau. Jessy gemia cada vez mais, aí senti ela começar a tremer, tirou o pau da boca, não aguentava mais. Então ouvi a buceta dela fazer mais barulho, tava mais molhada, minha mina tava quase gozando. Aí ela começou a quicar a bunda na parede muito mais forte e mais rápido. Gozou com o pau do desconhecido na rachinha dela.
Enquanto falava: — Isso, mete bem fundo.
Desconhecido: — Porra, você encheu meu pau de suco, gozou rápido, hein, putinha? Agora você vai ter que limpar esse pau.
Jessy não pensou duas vezes, virou a boca pro buraco enquanto me dava a buceta molhada dela.
Na hora comecei a foder ela. A rachinha tava molhada e bem aberta. Enquanto enfiava meu pau na buceta dela. Buceta da minha namorada, ela limpava a pica do desconhecido.
Lambia bem com a língua.
Batia uma pra ele enquanto a ponta do pau dele batia na língua dela.
Eu continuava comendo a rachinha dela.
Minhas bolas batiam na buceta molhada dela enquanto eu enfiava até o fundo.
Aí o desconhecido começou a gemer e gozar na carinha de puta da minha namorada.
Vendo aquilo, não me segurei e joguei a porra dentro da rachinha dela.
Continuei comendo ela forte enquanto gozava.
Enchi a racha dela de leite.
Então ela se virou pra mim, segurando o pau do desconhecido com a mão, com a carinha cheia de porra, e me perguntou:
"Você gosta que eu seja tão puta assim?"
E nós dois respondemos: "Sim", em uníssono.
O desconhecido me agradeceu por deixar ele usar a minha rabuda.
Enquanto isso, ela limpava a porra do rosto.
Aí a Jessy vestiu a roupa de sair e fomos pra casa.
Aliás, quando saímos da cabine, tinha fila pra entrar no quarto escuro onde o desconhecido estava.
Minha namorada passou por lá de cabeça baixa, morrendo de vergonha.
Enquanto eu me despedi falando: "Até semana que vem!" 😛
FIM.
.........................................................
A gente se vê nos comentários.
É sexta à tarde. Tamo fazendo compras na Gran Vía. Passamos do lado de uma loja de fantasias e minha mina ficou olhando uma fantasia de colegial. Ela gostou pra caralho, queria que eu comprasse pra ela.
Mas na hora percebi que era muito vagabunda. Dava pra ver que era barata.
No final, convenci ela a não entrar na loja, porque do outro lado da rua tinha um sexshop. Falei pra ela que lá com certeza tinha algo de mais bom gosto e melhor feito.
Atravessamos a rua e entramos na loja por um corredor escuro e estreito. Parecia um puteiro meia-boca.
No fim do corredor tinha uma porta preta. Batemos e abriram pelo interfone.
Aí passamos pra um quartinho pequeno com luz vermelha fraca. Lá tinha a mercadoria. E mais portas pretas. Numa esquina tava o balcão, atrás o vendedor. Fomos direto nele, perguntando por uns conjuntos sexy pra Jessi.
Minha morena escolheu o de colegial, junto com um conjunto de lingerie preta/branca com meia de renda.
(ela sabe bem o que me excita)
Chegamos no caixa pra pagar, aí me deu na telha comprar um vibrador pra ela. Pra fazer mais jogos sexuais com ela. Sabendo que ela curte ter mais de uma rola ao mesmo tempo, me pareceu uma boa ideia.
Pedimos pra ele mostrar o da segunda prateleira. (Um parecido com meu pau, mas um pouco mais comprido)
Aí perguntei: Onde minha mina pode provar isso? (me referindo à fantasia de colegial)
Fez-se silêncio.
.......
Jessy começou a rir. Foi aí que percebi que o vendedor achou que eu tava falando do consolo.
Na hora corrigi: Tô falando da fantasia, é... ahahahahaha
(Rimos os três)
Ele indicou que, atrás da segunda porta, tinha outro corredor e no fim, um quarto com tranca onde ela podia provar. Mas destacou que não era um provador.
Fomos lá com Jessy e ao entrar percebi que era uma cabine pra ver vídeos pornô.
Trancamos e minha Minha namorada começou a se despir.
Daqui a pouco já estava vestida.
Saia curta xadrez, em cima uma blusa branca apertada nos peitos dela.
Por baixo, usa aquele conjunto preto e branco tão provocante.
O fio dental branco com bordas pretas, ligado por uns fios de tecido às meias pretas de renda.
Aí ela começou a me esquentar, se tocando por cima da blusa. Apertando os peitos um contra o outro.
Depois passa a mão pelas bochechas dela, os lábios.
Então vira de costas, empinando a bunda e levanta a saia perguntando:
Jessi: Cê gosta como o fio dental fica em mim? Ele deixa minha bunda bonita?
Aí ouve uma voz atrás da parede: Cê tá uma delícia, gata!
Jessy tapou a bunda rapidinho e ficou toda vermelha.
Eu sabia o que tava rolando (era uma cabine com buracos nas paredes, mas Jessy não percebeu esse detalhe).
Eu: É, cê gosta da minha mina? Que striptease que ela deu...
Desconhecido: Ela é incrível, não perdi nada.
Jessy começou a esconder o rosto de vergonha. E de novo se aproximou pra me abraçar, de medo ou de tesão, sei lá.
Aí comecei a passar a mão na bunda dela, acariciando bem. Apertando as nádegas dela com força, levantando a saia curta. Sabendo que o homem tava vendo tudo. Ela segurava minhas mãos, tentando me parar.
Então sussurrei: Não tem medo não, tô aqui.
A voz do outro lado do buraco nos interrompeu.
Desconhecido: Posso passar a mão na sua namorada gostosa?
Eu: Claro, é toda sua.
Uma mão começou a aparecer pelo buraco, querendo tocar a bunda da Jessy. Mas não alcançava. Empurrei ela um pouco com meu corpo na direção da mão, enquanto continuava beijando a boca dela.
Levantei a saia dela e falei: Pega, é toda sua.
Jessy logo se deixou levar. Começou a passar a mão no meu volume por cima da calça. Enquanto eu beijava a orelhinha dela, pra deixar ela mais com tesão. Via de canto de olho como a mão do desconhecido tocava a bunda da minha mina. Apertava uma nádega, depois a outra. Jessy começou a empinar mais a bunda na direção do buraco. Enquanto o desconhecido já tava passando a mão na racha dela por por cima da calcinha fio dental.
Desconhecido: Porra, essa mina tá bem molhada. Você já molhou a calcinha rapidinho.
Eu: Sim, essa putinha tá com vontade de rola.
Então a Jessy puxou o fio dental pro lado, deixando à mostra a rachinha linda, molhada e depilada. O cara começou logo a tocar a buceta dela, percebi que ele começou a meter os dedos, porque ela gemia enquanto me beijava. Ela tava super tarada.
Aí eu sussurrei: se comporta com ele, como se fosse eu do outro lado do buraco.
Jessy: certeza?
Ela perguntou com uma voz safada.
Jessy: Tira a mão.
O cara tirou rapidinho.
Então a Jessy abaixou a calcinha fio dental de vez. Ficou só com a saia, blusa e as meias.
Ela se aproximou do buraco e se agachou de pernas abertas. Deixando a buceta bem aberta e molhada à mostra. Começou a passar a mão na blusa. Juntava os peitos, depois passava a mão na rata. Pra depois levar os dedos molhados na boca. Chupava eles como se fosse meu pau, olhando pro buraco. Saboreando os sucos dela com a boca e fazendo carinhas pro desconhecido. Deixando ele mais tarado.
Enquanto isso, eu já tava com o pau pra fora, batendo uma.
Jessy: Você vai me dar o seu pau? Tô com vontade de chupar.
Então eu cheguei perto dela e ela pegou no meu pau com a mão e começou a me masturbar.
Ela continuou perguntando enquanto me batia uma: Você vai me dar o pau?
Desconhecido: Sim, pega tudo pra você.
Aí apareceu um pau grande e grosso, mais grosso que o meu. Minha namorada foi logo nele e enfiou tudo na boquinha dela. Ficou assim por um bom tempo. Até soltar. Pra depois enfiar de novo.
Eu: Se comporta com esse pau, Jessica. Chupa até o fundo, igual uma putinha.
Ao ouvir isso, o desconhecido começou a se animar também. E a falar putaria pra minha namorada.
Desconhecido: Isso, chupa igual uma puta, me lambe bem, puta!
A Jessy começou a trabalhar. Enfiava ele inteiro na boca, chegava com os lábios até a madeira da parede. Gemia com o pau do desconhecido na boca. Me olhando com aquela carinha de puta que ela faz. quando ela chupa. Mas comigo ela não chupava, só me batia uma. Eu tava super tarado. Ela queria que eu virasse ela com a bunda pro buraco. E foi o que eu fiz, pra ela cuidar só do meu pau.
Eu: Vira com a bunda pro buraco, vai dar a rachinha pra ele abrir.
Jessy virou na hora pro pau do desconhecido. Segurou ele com a mão e guiou pra rachinha dela. Passou a ponta do pau, que babou antes, na rachinha dela. Depois apoiou a ponta do pau do desconhecido na entrada da buceta dela. O cara começou a enfiar o pau na buceta da minha mina.
Enquanto isso, eu dava tapas na bunda dela e falava:
— Isso, sua putinha, cê gosta desse pau, hein?
Ela não dizia nada, só gemia cada vez mais.
Aí cuspi na bunda dela, vi a saliva escorrendo até o cu dela e chegando na buceta enquanto o pau enfiava nela. Dei outro tapa e falei: Agora você vai se afogar no meu pau.
Fui pra frente dela e comecei a meter direto na boca dela.
Ela não resistia muito, dava pra ver que tava com tesão. Segurava ela pelo rabo de cavalo enquanto enfiava na boca dela. Cada empurrão que eu dava, enfiava o pau mais fundo, mas ela recuava o corpo pro pau do desconhecido e engolia ele mais pra dentro da buceta. Apalpei os peitos dela enquanto ela se afogava no meu pau. Jessy gemia cada vez mais, aí senti ela começar a tremer, tirou o pau da boca, não aguentava mais. Então ouvi a buceta dela fazer mais barulho, tava mais molhada, minha mina tava quase gozando. Aí ela começou a quicar a bunda na parede muito mais forte e mais rápido. Gozou com o pau do desconhecido na rachinha dela.
Enquanto falava: — Isso, mete bem fundo.
Desconhecido: — Porra, você encheu meu pau de suco, gozou rápido, hein, putinha? Agora você vai ter que limpar esse pau.
Jessy não pensou duas vezes, virou a boca pro buraco enquanto me dava a buceta molhada dela.
Na hora comecei a foder ela. A rachinha tava molhada e bem aberta. Enquanto enfiava meu pau na buceta dela. Buceta da minha namorada, ela limpava a pica do desconhecido.
Lambia bem com a língua.
Batia uma pra ele enquanto a ponta do pau dele batia na língua dela.
Eu continuava comendo a rachinha dela.
Minhas bolas batiam na buceta molhada dela enquanto eu enfiava até o fundo.
Aí o desconhecido começou a gemer e gozar na carinha de puta da minha namorada.
Vendo aquilo, não me segurei e joguei a porra dentro da rachinha dela.
Continuei comendo ela forte enquanto gozava.
Enchi a racha dela de leite.
Então ela se virou pra mim, segurando o pau do desconhecido com a mão, com a carinha cheia de porra, e me perguntou:
"Você gosta que eu seja tão puta assim?"
E nós dois respondemos: "Sim", em uníssono.
O desconhecido me agradeceu por deixar ele usar a minha rabuda.
Enquanto isso, ela limpava a porra do rosto.
Aí a Jessy vestiu a roupa de sair e fomos pra casa.
Aliás, quando saímos da cabine, tinha fila pra entrar no quarto escuro onde o desconhecido estava.
Minha namorada passou por lá de cabeça baixa, morrendo de vergonha.
Enquanto eu me despedi falando: "Até semana que vem!" 😛
FIM.
.........................................................
A gente se vê nos comentários.
2 comentários - 2º Relato: Minha namorada gostosa