Meu Irmão Gostosão

Me chamo Agustina, tenho 21 anos e recentemente fiz o teste para participar da edição de 2007 do Big Brother. Infelizmente, não fui selecionada, mesmo tendo chegado bem longe.
Embora nunca tenha tido ambições de me tornar famosa, quando me avisaram que não participaria da nova edição do programa, me senti bem triste e desiludida, mesmo tendo prometido a mim mesma desde o início não criar grandes expectativas. Fiquei uns dias sem sair de casa, tentando digerir a má notícia.
Até que a alegria voltou, tudo graças à ligação de um produtor que estava procurando caras novas para um projeto novo que estava tocando. Eu tinha jogado milhares de fotos em todas as produtoras que existiam. Ele disse que tinha gostado tanto que se animou a me chamar para fazer parte do novo projeto dele. Nessa primeira ligação, ele só disse que estava interessado em que eu fizesse parte desse novo projeto que ele estava encabeçando, e nas ligações seguintes foi clareando o panorama, até que marcamos de nos encontrar numa confeitaria do centro para conversar abertamente sobre o assunto.
Era um homem maduro, uns 45 anos, bem vestido, e com uma pasta que levava para todo lado. Nessa conversa informal, ele me contou que o que estava tocando era um projeto fotográfico e que eu reunia todas as condições necessárias para fazer parte e ganhar uma boa grana como retribuição. A parada era simples: eram fotos que seriam vendidas para o exterior, mais precisamente para a Europa, então o pagamento era em euros. Não precisei de mais nada para ficar empolgada.
Falei que estava disposta e super ansiosa para começar o quanto antes. Então, vendo meu entusiasmo com a proposta, ele comentou que antes de tudo precisávamos fazer uma sessão de teste, da qual ele tinha certeza de que eu sairia mais que bem. Ele também disse que, se fosse por ele, nem faria, já que não tinha Duras em relação às minhas qualidades, mas que estava sendo obrigado a fazer isso por causa dos sócios, que não tinham a mesma visão que ele para esse tipo de coisa.
Eu disse que não tinha problema e que estava disposta a fazer quantos testes fossem necessários. Então ele anotou num guardanapo de papel o endereço de um estúdio onde me esperaria no dia seguinte para fazer a sessão de teste.

No dia seguinte, cheguei pontual no horário que ele marcou. O tal estúdio era mais ou menos comum — não sou expert no assunto, mas pra mim parecia meio vagabundo, nada a ver com a sofisticação que a gente imagina que deve ter nesses lugares. Mas o que mais me chamou a atenção foi que, mesmo sendo uma sessão de teste, não tinha maquiadora, nem figurinista, que é o que se espera que tenha em sessões desse tipo. E o mais estranho é que o próprio produtor ia fazer as vezes de fotógrafo.

No começo, enquanto ele tirava as primeiras fotos com a minha própria roupa, estávamos só nós dois, mas depois de um tempo chegou um cara de uns 25 ou 27 anos, gato, com cara de modelo.

Depois de nos apresentarmos, o produtor me perguntou se eu topava fazer um teste com ele.
Eu disse que não tinha problema, embora já tivesse começado a desconfiar de toda essa história. Contando então com a minha aceitação, o cara, que se chamava Ariel, pelo que ele disse, tirou a camisa, ficou pelado da cintura pra cima, se aproximou de mim e começou a posar junto comigo.

— Você topa tirar a camiseta? — perguntou o produtor naquele momento — talvez a gente também consiga vender umas peças de lingerie.
Eu hesitei por um instante, mas no fim aceitei e tirei a camiseta, ficando só de sutiã. A gente posou mais um tempo, até que o produtor-fotógrafo mandou o Ariel tirar a calça. Ele nem pensou duas vezes, tirou na hora e ficou só de cueca box justa, que marcava firme o volume da virilha.

— E você, topa tirar a calça também? — me perguntou o produtor — assim vocês dois ficam iguais.
Animada pelo Ariel, eu tirei. Embora muito... Devagar, já que eu não me decidia totalmente, até que fiquei só de lingerie, de sutiã e fio dental, pra ser mais precisa.
De novo voltamos a posar, mas fomos interrompidos por outro modelo que chegou alguns minutos depois. Gonzalo, alto, loiro, de olhos claros, que, diante do pedido do fotógrafo improvisado, também topou modelar com a gente, ficando também só de cueca.
Dessa vez posei com os dois me rodeando, começando a notar que os volumes deles já não eram mais como no começo, tinham crescido, principalmente o do Ariel, que já formava um volume bem marcado por baixo da boxer.
— Galera, vocês topam ficar pelados? — perguntei depois, já com o clima quente o suficiente pra ninguém recusar.
Nem Ariel nem Gonzalo hesitaram, tiraram suas respectivas cuecas como se nada, como se fosse a coisa mais normal do mundo fazer aquilo ali, num estúdio fotográfico e com uma mina como parceira. Logo surgiram na frente dois puta paus enormes que pareciam crescer mais a cada momento.
— E... o que você tá esperando, gatinha? — perguntaram pra mim então, vendo que eu continuava parada, sem fazer nada.
— Você é a estrela da sessão, sem você a gente não faz nada — falaram, tentando me convencer a fazer o mesmo que meus colegas de sessão, ou seja, ficar pelada igual a eles, mas eu ainda não me decidia.
— Anda, não faz a gente perder tempo. Quer ser modelo ou não? Se não quiser, me fala que igual a você eu encontro mil na rua — me apressaram.
Eu tava quase começando a chorar, mas sabia que tava diante de uma grande oportunidade, então, apesar da vergonha que tava sentindo, tirei primeiro o sutiã e depois o fio dental, sob os olhos cada vez mais arregalados, não só do fotógrafo-produtor, mas também dos meus inesperados colegas.
Agora, enquanto a gente posava, tanto Ariel quanto Gonzalo roçavam em mim com suas picas bem formadas, que pareciam lanças prontas pra guerra de tão duras que estavam. E devo dizer que, em vez de me intimidar, aquilo me deixava num estado quase... Desesperador. Aos poucos fui reagindo às carícias sensuais que me faziam no pescoço, na parte baixa das costas, nos ombros, me prendendo sem remédio naquela teia de emoções que tinham armado tão bem ao meu redor.

"Vai... pega nele pra mim!" — me disse Gonzalo, roçando em mim com o pau cada vez mais duro.

Dessa vez não hesitei, peguei nele, e não só isso, como também comecei a bater uma, esticando a pele quase até a raiz.

"Muito bem, gatinha!... Tá fazendo muito bem... Continua assim!" — me dizia o produtor, bem satisfeito com meu trabalho.

Agora eu pegava no de Ariel, batendo uma também, deixando ele num tamanho superlativo, igual àqueles paus que só aparecem em filme pornô.

O cheiro de homem já tomava todo o set, então, diante da provocação que os três me faziam, me ajoelhei na frente dos dois e comecei a lamber um e outro, sem parar de passar a mão neles, pra depois chupar com uma loucura mais que excitante, deixando aqueles pedaços enormes de carne atravessarem minha garganta, prontos pra me fazer esquecer a decepção de não ter sido selecionada pro Big Brother.

O produtor parou de tirar fotos por um momento pra puxar o próprio pau, não tão bem dotado quanto o dos meus colegas de modelo, e bater uma com uma mão enquanto com a outra apertava o gatilho de novo.

Do nada apareceram umas camisinhas, Ariel e Gonzalo colocaram, e ali mesmo, no chão do set, começaram a me comer nas posições mais variadas, primeiro um e depois o outro, fazendo umas acrobacias pra meter de todos os ângulos possíveis.

Eu gozava e tremia, esquecendo completamente que aquilo era uma sessão de teste, me abrindo e me oferecendo sem reserva nenhuma, me entregando de corpo e alma, por completo, sem guardar nada.

Gozei com os dois, com os dois tive meus orgasmos, explodindo de um jeito que desmentia que tinha acabado de conhecê-los.

Em um momento, eu estava montada em... Ariel, subindo e descendo com todo meu entusiasmo, quando senti que o Gonzalo enfiava um dedo no meu cu, tentando abrir o máximo possível, mas o que veio na sequência não foi um dedo, e sim a ponta da pica abrindo caminho pelo meu esfíncter apertado.
Mesmo nunca tendo levado no cu, não me opus; pelo contrário, tentei me abrir ainda mais, fechando os olhos pra aguentar da melhor forma o rasgo iminente.
E ele meteu sem dó, arrombou meu cu, e agora eu tinha duas picas poderosas entrando e saindo de mim, uma pela frente e outra por trás, me perfurando até o fundo, me afundando cada vez mais no abismo da luxúria e da perversão.
Nisso, enquanto Ariel e Gonzalo me comiam e me arrombavam sem trégua nem respiro, o produtor largou o lugar atrás da câmera e enfiou a pica na minha boca pra eu chupar. E eu chupei, sim, chupei ele, cuidando de três picas ao mesmo tempo, espremendo cada uma até que soltassem a carga no lugar certo.
A porra do produtor escorria pelos cantos da minha boca e pelo meu queixo, caindo nos meus peitos, encharcando eles com aquela viscosidade gostosa que me parecia tão sedutora, mesmo vindo de um desconhecido.
Depois dessa sessão, nunca mais soube do produtor. Também não me pagaram o prometido, mas isso não importa, porque depois dessa experiência percebi que tenho talento de verdade atrás de uma câmera, e mesmo que dessa vez eu não tenha sido escolhida, na próxima tenho certeza que serei.
Mando muitos beijinhos pra todos e uma das várias fotos que tirei pra outro casting.Meu Irmão GostosãoP.S.: ESSA HISTÓRIA EU TIREI DA REVISTA DE CONTOS ERÓTICOS NOITES DE PRAZER. SE POR ACASO ALGUÉM SOUBER MAIS SOBRE A GAROTA, SERIA LEGAL QUE A GENTE SOUBESSE. ABRAÇOS 🙂

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