Gêmeos II: Na Pele

Na peleA beleza e contemplá-la é uma coisa. Não tem nada de errado em ver algo bonito. Na verdade, meu trabalho consiste em grande parte na busca pela beleza, mas o desejo é algo muito mais profundo, algo que te mobiliza e, nesse caso, eu tinha passado da contemplação ao desejo sem escalas. Durante muito tempo eu tinha contemplado minhas doces enteadas, que estavam lentamente se transformando em gostosinhas sensuais que, por serem quase idênticas e de traços elegantes, tinham um apelo irresistível. O problema que se apresentava agora é que eu não conseguia esquecero que eu tinha vistoDepois de ouvi-la e vê-la daquele jeito, o fino fio que ligava em minha mente as adoráveis garotinhas às mulheres deslumbrantes havia se rompido por culpa da Valeria.

A manhã seguinte foi tão tensa quanto estar conectado a um detector de mentiras. Na noite anterior, fingi estar dormindo, então era a primeira vez que via a Diana depois do que aconteceu com a Vale. Quando desci para o café da manhã, a vejo saindo da cozinha de roupão.

— Oi, dorminhoco, como dormiu? — ela diz e me dá um beijo. Não podia contar que quase não dormi, pensando em como a filha dela estava uma gostosa na noite anterior. Além disso, supostamente eu já estava dormindo quando ela veio para a cama.

— Bem, minha rainha, estava com cansaço acumulado — me justifiquei. Enquanto conversávamos, olhei por cima do ombro dela e lá estavam as gêmeas. Sentadas nos altos bancos da mesa de café da manhã. Levo alguns segundos para distingui-las quando estão juntas, mas desta vez o olhar da Valeria era de tanta cumplicidade que era óbvio reconhecê-la instantaneamente. Ela estava tomando seu cappuccino e, ao me ver, afastou a xícara e passou a língua pelo lábio superior da boca. Aquele gesto foi tão provocante que fiquei paralisado, sem conseguir falar. Não sabia se minha enteada estava me seduzindo ou se era a mesma de sempre e meu tesão estava turvando minha visão.

Não podia ser tão ingênuo a ponto de delirar assim com minha esposa no mesmo cômodo. Cumprimentei timidamente e fui me servir de um café enquanto clareava minha mente. Enquanto a máquina enchia minha xícara, tentava pensar em outra coisa. Precisava reprogramar minha agenda, já que naquela semana tinha uma cirurgia. Baixei o olhar por um instante enquanto escrevia para minha secretária Ailén. Fiquei alguns segundos olhando para baixo. O couro preto do sapato da Tatiana, que se movia inquieto, dando-me as costas, me distraiu. Inconscientemente, comecei a levantar o olhar, subindo por aquela meia branca que envolvia como uma capa aquela perna delicada até o joelho, onde aquela perna um pouco bronzeada pelo sol de... Miami, me lembrava da maciez que havia sentido na minha mão. Era uma delícia. Cheguei até sua saia que subia um pouco pelo meio-fio, deixando quase toda a coxa à mostra até as portas daquela bunda linda.

Olhei para Diana alarmado ao perceber o que estava fazendo. Ela me olhou casualmente ao ver o movimento da minha cabeça e me jogou um beijo. Sorri nervoso. Valéria, que estava ao lado da irmã, se virou quando a mãe pôs os olhos no celular, levou a mão à boca e juntou seus lábios lindos em forma de beijo, depois soprou com a palma estendida na minha direção. Nem sua mãe nem sua irmã perceberam o beijo que ela me atirou. Ela piscou um olho e foi buscar sua mochila. Vi aquela raba empinada se afastar com uma andar muito gatinho. Me controlei para não levar a mão à virilha, mas sentia movimento dentro da minha calça.

- Pai, se apresse com esse café. Já temos que ir - me disse Tatiana com aquele sorriso fresco e doce.
Eu ainda estava impactado pelo comportamento da irmã dela.
- O Alejandro vai levar vocês. Eu tenho que organizar umas coisas, então saio mais tarde - respondi. Ela deu um pulinho do meio-fio, me deu um beijo na bochecha e outro na Diana antes de sair atrás da irmã. Por algumas horas eu estaria longe da tentação, o que me dava um pouco de tranquilidade. Olhei pela janela enquanto o carro se afastava com as loiras sensuais, mas a tesão não passava.

Fui até onde estava Diana. Eu sei que elogiar os seios dela neste relato pode soar egocêntrico, já que fui eu quem os operou, mas a verdade é que minha mulher é em tudo uma dama sensual, dona de uma beleza única. Inegavelmente, se minhas enteadas são tão gostosas, é por causa dela. Ela era uma MILF de manual para quem a visse, com aquela melena loira até os ombros, seus seios volumosos e seus quadris largos que arredondavam uma bunda malhada na academia com tanto sucesso que era tão firme como se eu a tivesse retocado no meu quirófano. A tesão que eu tinha me... peguei seus peitos e comecei a beijá-la por trás

- Por que a gente não aproveita antes de eu ir embora para nos divertirmos, minha rainha? - disse no ouvido dela
- Meu amor, era isso que você tinha que organizar aqui? - ela disse com um sorriso enquanto acariciava meu pescoço e retribuía meu beijo com um na boca. Apertei aqueles peitões e senti seu suspiro. Meu pau foi ficando duro. Levantei-a pela cintura e ela envolveu minha cintura com as pernas enquanto eu agarrava aquela bunda redonda e carnuda por baixo do roupão. Ela abriu as finas camadas do roupão e trazia um camisola tão curta quanto a das filhas dela. Isso me deixou muito excitado. Com ela agarrada assim, levei-a contra a parede e senti suas mãos entre as pernas dela e meu corpo, desabotoando minha calça.

- Isso! Meu amor! - disse ao sentir sua mão tirando meu pau ereto da cueca. Ela respondeu com gemidos enquanto beijava meu pescoço. Lambi meus dedos e os passei entre suas coxas enquanto movia sua calcinha. Não perdi tempo. O tesão acumulado estava me deixando louco. Enfiei com tanta força que ela soltou um grito. Beijei-a para que nenhum funcionário nos ouvisse. Segurando firme sua bunda, comecei a comê-la com toda a paixão. Seus gemidos no meu ouvido me estimulavam e o movimento foi ficando mais rápido.
- Vai, amor! Assim que eu gosto! - ela dizia, arrastada pelo tesão. Abusando dessa excitação, eu disse
- Quero essa boca, bebê - Ela apoiou os pés no chão e se agachou sem hesitar. Envolveu meu pau inflamado com seus lábios carnudos e começou a me dar um boquete tão intenso que me lembrou dos primeiros que ela me dava. Não pude me controlar mais e coloquei minhas duas mãos em sua nuca, afundando-a até sua garganta.

Fechei os olhos pelo prazer que minha esposa excitada me dava, e a imagem de Valeria desgrenhada limpando a boca com os dedos na noite anterior cruzou como um flash minha memória. Meu falo encheu e comecei a jorrar um abundante fluxo quente na boca da minha mulher, que teve o instinto de se soltar, mas eu pressionei com força até que saiu toda a porra. que eu tinha para dar. Soltei um gemido forte e me soltei.

Diana abriu a boca e parte do meu sêmen escorreu pelo rosto dela. Um sorriso de satisfação se desenhou no rosto dela, para meu alívio. Percebi que minha ousadia não tinha sido mal interpretada. Sei que minha mulher não acha a menor graça quando eu gozo na boca dela, mas fazia tempo que a gente não tinha um tesão daqueles como naquela manhã.

Beijei a testa dela enquanto ela se limpava com um lenço e ia tomar banho. Pela hora, a empregada já devia estar terminando de arrumar as camas e desceria em poucos minutos. Então ela saiu rápido em direção ao chuveiro. Ajeitei um pouco a roupa e pentei o cabelo no banheiro de baixo para sair pro trabalho com um sorriso de orelha a orelha. Como o motorista ainda não tinha voltado, fumei um cigarro lá fora. Fiquei meio pensativo ao relembrar o que tinha acontecido. Eu tinha gozado por causa da mamada excelente da minha amada esposa, ou tinha sido por causa da lembrança da filha safada dela depois de ser comida? O carro chegou e eu entrei apressado.

- Tudo em ordem, chefe? - me perguntou o motorista, que lembrava da minha preocupação durante a noite.

- Complicado - respondi sem entrar em detalhes. Ele não perguntou de novo. Manteve o olhar na estrada até chegarmos. Durante o expediente no consultório, dei uma desacelerada e até consegui relaxar.

Quando saí, o carro com vidros escuros me esperava na porta. Entrei olhando o celular e, quando abri a porta de trás, encontrei as gêmeas com as blusas bem desabotoadas, como sempre, e três quartos dos peitos à mostra. Com sorrisos idênticos, disseram em uníssono:

- Oi, Pa! - Eu estava tão focado nas minhas coisas que esqueci que o Alejandro passava por elas antes de me buscar.

Não era comum a Valéria me chamar de Pa. Ela sempre me chama pelo nome. Também não era por acaso.

- Vem com a gente. Você sempre vai na frente - disse Tatiana com um tom malicioso, clássico quando ela estava tramando algo com a irmã. Hesitei um pouco em me meter na boca do lobo.

- Melhor não. A gente fica mais confortável assim - tentei escapar delas. mas a brincalhona da loirinha desceu do carro e me empurrou pra eu entrar. Assim que me sentei, ela entrou atrás de mim. Fiquei no meio daquelas quatro tetas espetaculares que, por causa do calor, estavam suadas e brilhavam como faróis pros meus olhos.

Dava pra ver o motorista tentando disfarçar um sorriso no retrovisor, e me senti um pouco desconfortável. As garotas estavam de pernas cruzadas e bem coladas em mim. Mesmo o Mercedes sendo mais do que espaçoso pros três no banco de trás, parecia que minha presença incomum ali as deixava especialmente grudadas.

O ar-condicionado estava ligado e, por dentro do carro, não estava quente, mas eu sentia o suor escorrendo da minha testa enquanto fazia o máximo possível pra não olhar aqueles decotes espetaculares que se formavam nas blusas das colegiais exuberantes.

— Você não tá com calor, Ari? Solta um pouco isso aqui — a Valê falou, puxando o segundo botão da minha camisa. As duas são incrivelmente competitivas. Talvez por isso a Tatiana quis entrar na atitude brincalhona da irmã.

— É, pai, olha como a gente vem — completou a Tati, como se fosse necessário. Enquanto falava, ela sacudiu a lapela da blusa, e dava pra ver a alça preta do sutiã. Não consegui evitar de olhar aquelas tetas enormes a centímetros do meu rosto.

— É, tô vendo, hehe — falei nervoso e desabotoei um botão. A Valéria deu umas palmadinhas na minha perna, satisfeita porque eu obedeci aos caprichos dela. Respirei fundo. Sentia a dureça na minha calça aumentando.

Sentia as pernas carnudas delas roçando nas minhas dos dois lados a cada curva que o carro fazia, e meu tesão não dava trégua nem por um segundo. Qualquer homem invejaria minha posição naquele momento. Eu suava pensando em como fazer as gêmeas não perceberem minha ereção apertada.

Quando chegamos em casa, descemos. Eu com minha pasta e as garotas com suas mochilas. Cada uma agarrada em um dos meus braços, como se eu fosse algum tipo de troféu, tão coladas quanto durante a viagem.

— Peraí, meninas, vocês tão esquecendo isso aqui — ele apontou O motorista estava na porta. Nós nos viramos e as duas gravatas estavam jogadas no banco.
- Eu vou - disse Valéria e, com um trote curto, chegou até o carro e, para meu deleite, se abaixou, esticando-se sobre o banco com um joelho apoiado dentro e a outra perna no chão. Aquela bunda ficou empinada e, no esforço para alcançar o outro lado, sua saia plissada subiu, mostrando aquela bunda espetacular quase por completo. Alejandro, surpreso, não conseguiu evitar olhar e morder o lábio diante daquela bunda tão exposta. Eu fiquei embasbacado, vendo como ela se movia, balançando aquela bunda de infartar por mais tempo do que eu imaginava.
- Ai, não tava conseguindo! - Disse ela, risonha, com as duas gravatinhas na mão ao se levantar. Pelo meio sorriso que ela tinha no rosto, imaginei que não foi algo casual. Tatiana apertou meu braço depois do show que a irmã tinha dado e quase me arrastou para entrar com ela.

Almoçamos numa calma relativa. Minha mulher me contava sobre a nova receita que Santino, o cozinheiro, tinha preparado. O velho me olhava esperando meu veredito da cozinha. Eu estava tão distraído que não percebi. Diana tocou meu pé e, quando notei, levantei meu polegar para provocar um sorriso no mais veterano dos meus funcionários. As garotas tinham ficado de uniforme, por isso eu quase não levantava o rosto do meu prato fumegante. Cada vez que eu levantava o olhar, era impossível não ver de relance tanta pele.

Minha esposa, não sei se percebeu ou se foi por motus próprio, mas depois de tomar um gole de vinho, olhou para as filhas e, balançando a cabeça de um lado para o outro como dizendo que não, soltou:
- Meninas, o que eu disse sobre andarem tão decotadas? - repreendeu as gêmeas.
- Mãe, estamos em casa, não tem problema. Tá calor - disse Valéria, como sempre com sua voz de comando.
- Além do mais, a gente tem vestidos mais decotados que isso - murmurou baixinho a Tati, me fazendo rir.
- Amor, não é pra tanto - tentei baixar o tom. As duas, com aquela sincronia característica, olharam para a mãe com um sorriso. Socarrona ao ver que eu dava razão a elas.

Depois, a conversa mudou para minha sorte. Minha mulher lembrou que ela ia estar na fundação aquela tarde. "Temos que organizar as doações com as meninas esta tarde. Vou levar o Porsche para levar umas coisinhas daqui", comentou. Ela, como várias senhoras do nosso círculo social, participa de tarefas solidárias. Em parte por seus bons corações e em parte pelo tédio de donas de casa com uma tropa de empregados. Para mim, era bom porque fazia bem a ela. Para as gêmeas, era uma excelente notícia, já que a mãe, quando fica controladora, costuma atormentá-las.

"Tudo bem, minha rainha. Eu vou tirar uma soneca e volto para o consultório. Vai tranquila", respondi enquanto arrumava os talheres. As gêmeas terminaram de almoçar e se retiraram para o quarto. Aquelas saias passaram perto do meu rosto e, com um autocontrole heróico, me segurei para não olhar.

Foi um alívio elas saírem, como vinha acontecendo desde que voltaram de Miami.

Minha mulher se arrumou e saiu com algumas caixas em direção à garagem. Eu subi e vi que as lindas irmãzinhas estavam se preparando para dormir também. Deixei o quarto bem escuro, já que não gosto de ter nenhuma luz quando durmo. Tirei a roupa e entrei na cama. Caí no sono que nem um bebê. A noite difícil que tive passou a conta. Quando acordei, não entendia nada. Senti minha esposa abrindo a porta do quarto e percebi que deviam ter passado várias horas. Para minha surpresa, ela fechou a porta e entrou na cama comigo. Senti o corpo quente dela colado no meu. Parece que minha mulher tinha ficado carinhosa desde o café da manhã. Estava escuro como uma caverna, mas senti as mãos dela acariciando meus abdominais.

Com o tesão que eu vinha acumulando naquele dia, não hesitei. Virei-me e comecei a acariciar as costas dela até chegar bem lá embaixo. Ela estava com um babydoll de seda e, ao chegar no final, agarrei sua bunda. Senti minha mão inteira coberta por aquela nádega, o que me fez apertar com força e, naquele momento... Senti uma risada muito aguda que me fez soltá-la e acender a luminária de cabeceira, alarmado.

- Tatiana! O que você está fazendo aqui? - falei desconcertado, falando o mais baixo que consegui. A garota estava um inferno. A seda branca a fazia parecer um anjo, mas as curvas impressionantes não eram nada angelicais. Não podia acreditar que tinha aquela gostosa na minha cama.

- Vai, Pa, não tem problema. É nosso segredo - ela disse, brincalhona. O olhar de luxúria sobre sua irmã me tinha deixado em posição avançada, e Tati, nessa competição permanente que elas têm, aparentemente quis ganhar de Valeria na mão.

- Você está confundida, coração - a freiei com a voz entrecortada pela tesão que ela estava despertando.

- Eu acho que não - ela disse, acariciando meu pau debaixo das cobertas. Apertei sua mão para detê-la.

- Shhh - ela disse, fazendo biquinho com os lábios bem perto do meu rosto. Sua mão entrou na minha cueca. Senti aquela mãozinha macia, com unhas longas e bem cuidadas, começando um sobe e desce ao longo do tronco.

O movimento era lento, como se estivesse me testando. Ela percebeu que, longe de resistir, eu apoiei minha cabeça no travesseiro para aproveitar a mão habilidosa da minha enteada sensual. Tati entendeu que tinha ganhado o cabo de guerra e sorriu como a mimada que é. Apaguei a luminária, talvez pela culpa, mas para ela foi um sinal. Senti que ela se acomodava e voltava a se cobrir com as cobertas. Ela começou a me dar beijos muito quentes com seus lábios e língua ao redor do meu torso. Eu, rendido ao prazer, acariciava seu cabelo longo e cacheado. Sentia que sua língua estava desenhando um caminho descendente que já tinha passado pelo meu umbigo. Imaginei o que estava por vir e não me enganei. Aquela língua inquieta chegou até meu pau. Ela o levantou com as mãos e começou a percorrê-lo por baixo, lentamente.

Era um prazer único. Com o tesão à flor da pele, esperei que ela chegasse até a ponta, e quando a senti brincando com aquela língua indomável, coloquei minha mão na sua nuca.

- Isso, minha gostosa! - falei com uma tesão como nunca na vida e Senti como ela envolvia com seus lábios deliciosos. Não consegui conter a excitação e empurrei sua cabeça. Ouvi ela responder com um tipo de gemido que dobrou meu tesão. Empurrei com as duas mãos e enfiei até a garganta. Ouvi a gatinha se engasgar com a boca cheia de pau. Deixei ela fazer e aquela boca era tudo que se podia esperar de um boquete. Esses lábios e aquela sucção intensa eram a glória. Sentia que ela chupava como uma profissional. Sempre a vi como a mais inocente, mas era um lobo em pele de cordeiro. Pela habilidade com que ela massageava meu pau, não era a primeira vez que fazia esses trabalhos.

Soltei e ela começou a chupar com a mesma intensidade minhas bolas. Sua mão continuou percorrendo meu falo molhado. Desci suas alças e ela, rindo, se moveu para que caíssem. Abri minhas pernas e a travessa garota se acomodou entre elas, e eu, que já estava inclinado, comecei a amassar esses peitos impressionantes com as duas mãos enquanto ela se divertia lambendo meu pau. Estou acostumado a ver e apalpar peitos pela minha profissão, mas esses peitos naturais e firmes que enchiam completamente minhas mãos eram a glória. Os mamilos duros e macios me deixavam louco. Consciente de que eu estava chegando no limite, ela voltou a devorar com aquela boca insaciável e retomou a chupada com uma velocidade e intensidade que pediam porra aos gritos.

Eu não aguentei a curiosidade e acendi a luz. Joguei as cobertas pro inferno para ver aquele rostinho e, quando a vi suada e desgrenhada com meu pau na boca, morri de prazer. Aqueles olhos azuis meio ofuscados se fecharam e se entreabriram aos poucos, fixando no meu rosto como para ver cada gesto de prazer. Essa atitude tão de putinha me pegou e eu jorrei na sua boca. A garotinha mimada não parou em nada, e minhas jorradas continuaram até que não aguentei mais. Então minha sensual enteada tirou da boca e me mostrou tudo que tinha recebido enquanto mexia o líquido grosso com a língua.

— Que putinha linda — soltei. encorajado por quão submissa a garota estava. Ela sorriu e engoliu como se estivesse tomando sua bebida favorita. Levantou-se, ajeitou a roupa e fez um sinal de silêncio cruzando o dedo indicador com seus lábios brilhantes. Riu com malícia e saiu na ponta dos pés.

Meu telefone vibrava no criado-mudo. Recuperei um pouco a compostura e disse à Aimé que estava a caminho. Fiquei alguns segundos recuperando o fôlego e pensando no que tinha acabado de fazer, e levantei-me com um sorriso de felicidade total...

6 comentários - Gêmeos II: Na Pele

que ricas mocosas para una hermosa enfiestada
buenisimo, ya quiero leer la tercera entrega!!
Genial ahora si. Voy a volver con puntos y espero el que sigue bombón
Miren la carita de mi hijastra, mi comprade me convenció y le metimos mano cuando era mas chica e inocente. La agarramos en su cuarto y la empecé a oscultar, se prendió bien rápido y me la trepamos encima de mi short para frotarla... Al final teminamos todos bien mojados.

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Géminis II: En carne propia
lindos pechos, naturales, no?